Questões de Concurso Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 272.177 questões

Q3626985 Português
Assinale a alternativa que identifica corretamente os processos de formação em “aguardente”, “desfazer”, “planalto” e “felizmente”, nessa ordem. 
Alternativas
Q3626984 Português
Leia:
“Os alunos compareceram ao seminário e apresentaram trabalhos que discutiam a crise energética, enquanto aguardavam o momento em que o professor abriria o debate, mas alguns saíram antes que a última fala terminasse.”
Assinale a alternativa que classifica corretamente, na ordem em que aparecem, as orações subordinadas:

– que discutiam a crise energética
– em que o professor abriria o debate
– antes que a última fala terminasse 
Alternativas
Q3626983 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas de acordo com a norma-padrão:
“Os relatórios serão entregues ___ diretoria, na quarta ___ tarde, ___ medida que as equipes finalizarem, e os candidatos terão acesso ___ plataforma ___ distância.” 
Alternativas
Q3626982 Português
Considere a seguinte situação: um candidato divulga em rede social um infográfico com estatísticas sobre saneamento, um jornal publica editorial questionando os dados, um pesquisador escreve artigo científico sobre desigualdade hídrica e um grupo comunitário lança manifesto com propostas emergenciais. Assinale a alternativa que associa corretamente cada texto ao tipo de inferência privilegiado na interpretação.
Alternativas
Q3626981 Português
Leia:
“Revisou-se o currículo do ciclo. Isso exigiu ajustes nos instrumentos. Por isso, etapas anteriores ganharam prazo. Essa mudança, entretanto, preservou os objetivos.”
Assinale a alternativa que identifica o referente de “Isso” e substitui “Por isso” por conector equivalente, nessa ordem.
Alternativas
Q3626980 Português
Em análise literária, o estudante escreveu:
“A cidade é um deserto de gente, pois cada qual ergueu muralhas invisíveis, e o silêncio das ruas gritava mais que o trânsito ausente”.
Assinale a alternativa que identifica corretamente as figuras de linguagem presentes, na ordem em que aparecem: cidade é um deserto de gente; muralhas invisíveis; o silêncio das ruas gritava.
Alternativas
Q3626979 Português
Marque a reescrita que preserva concessão inicial e adição final do período:
“Embora o orçamento tenha encolhido, o projeto avançou e os relatórios foram publicados”.
Alternativas
Q3626977 Português
Considerando os seguintes objetivos de produção textual: posicionar uma instituição na esfera pública, confrontar criticamente uma obra, registrar achados de modo replicável e orientar um procedimento passo a passo, assinale a alternativa que associa corretamente cada objetivo ao gênero mais adequado e às suas marcas típicas.
Alternativas
Q3626966 Português
Assinale a alternativa em que todas as regências estão de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3626965 Português
Assinale a alternativa cuja pontuação está adequada à norma-padrão. 
Alternativas
Q3626964 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas conforme o Acordo Ortográfico.
Alternativas
Q3626963 Português
Assinale a alternativa em que todas as concordâncias atendem à norma-padrão. 
Alternativas
Q3626962 Português
Leia:
“Havia ocorrido diversos protestos em frente à universidade, os quais resultaram em sanções que visaram punir aos estudantes envolvidos” e “É necessário medidas urgentes para conter os conflitos”.
Assinale a alternativa que apresenta a correção das falhas de concordância e regência, mantendo o sentido original.
Alternativas
Q3626961 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Linguagem figurada e sentido. Na frase “o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar”, a figura de linguagem predominante e seu efeito são, respectivamente: 
Alternativas
Q3626960 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
No segmento “A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos […] Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas…”, o pronome demonstrativo “Isso” retoma com mais precisão:
Alternativas
Q3626959 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Estrutura da comunicação e função. Considerando elementos do processo comunicativo e marcas linguísticas do texto, identifique a alternativa mais adequada.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Física |
Q3626596 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.


Qual tipo de pão é o mais saudável e o que você deve levar em conta na hora de comprá-lo?


Na década de 1950, cientistas de uma fábrica em Chorleywood, no Reino Unido, criaram um método rápido de produção de pães, com adição de gorduras duras, maior quantidade de fermento e substâncias como enzimas, oxidantes e emulsificantes. A técnica reduziu custos, usou trigo com baixo teor de proteína e aumentou a durabilidade dos produtos, sendo ainda utilizada em cerca de 80% dos pães. Embora criada para ajudar pequenos panificadores, foi adotada pelas grandes indústrias, que acabaram dominando o mercado.


Enquanto o método de Chorleywood gera pães rapidamente, a fermentação natural segue o caminho oposto: um processo lento que envolve mistura, sova, repouso da massa e fermentações sucessivas. A massa pode crescer por uma noite na geladeira, o que aprimora o sabor. Esse método pode levar até 36 horas, com ingredientes básicos — farinha, sal, água e um iniciador natural de leveduras e bactérias — e proporciona benefícios à saúde, como digestão facilitada, melhor absorção de nutrientes e controle do açúcar no sangue.


Pães comerciais com levedura também trazem benefícios, especialmente quando fortificados. Estudos apontam que o pão de fermentação natural pode prolongar a saciedade, ainda que os efeitos variem entre pessoas. No entanto, muitos pães produzidos pelo método de Chorleywood são considerados ultraprocessados, devido a aditivos como emulsificantes. Em alguns países, ainda se usa bromato de potássio — um aditivo com potencial carcinogênico. Uma dica prática é evitar pães com cinco ou mais ingredientes e substâncias não reconhecíveis na cozinha.


Grande parte dos pães de supermercado é industrial e contém aditivos que aceleram a produção e substituem nutrientes. Esses produtos representam cerca de 11% da alimentação comum e dietas ricas em ultraprocessados estão ligadas a diversos problemas de saúde. Ainda assim, pesquisadores recomendam cautela na generalização da categoria. Uma escolha mais saudável é buscar pães com menos aditivos e, se possível, preferir os integrais aos brancos.


A nutricionista Jenna Hope destaca que os tipos de pão oferecem benefícios diferentes: integrais com sementes têm mais fibras e gorduras saudáveis. O pão integral conserva o gérmen, o pericarpo e o endosperma do trigo, preservando vitaminas, minerais e polifenóis. Em contraste, a farinha branca retira essas partes. O consumo de pão integral reduz o risco de doenças cardíacas e câncer, melhora a microbiota intestinal e favorece o controle glicêmico. Estudos mostram que pessoas que consomem grãos integrais regularmente apresentam menor índice de massa corporal.


É importante observar que nem todo pão escuro ou com sementes é realmente integral. Mesmo que o pão branco seja ainda o mais consumido, pesquisas buscam desenvolver versões integrais com sabor e textura de pão branco, utilizando grãos como sorgo, milheto, quinoa, ervilhas e grão-de-bico. O objetivo é aliar valor nutricional à aceitação do público. Um protótipo já foi testado com sucesso, mas ainda levará cerca de dois anos para chegar ao mercado.


A escolha do pão ideal depende de preferência, praticidade e custo. O pão de fermentação natural é mais nutritivo, mas pode ser inacessível. Por isso, é importante ler os rótulos e identificar ingredientes ocultos. Algumas redes já oferecem versões fatiadas de fermentação natural, com listas mínimas de ingredientes. E, se necessário, é possível congelar o pão para aumentar sua durabilidade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg69ed3zlko.ADAPTADO.
 relações lógico-discursivas presentes em um texto — como causa, consequência, oposição, comparação, condição, entre outras — são fundamentais para a construção de sentido e coesão entre as ideias.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Física |
Q3626595 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.


Qual tipo de pão é o mais saudável e o que você deve levar em conta na hora de comprá-lo?


Na década de 1950, cientistas de uma fábrica em Chorleywood, no Reino Unido, criaram um método rápido de produção de pães, com adição de gorduras duras, maior quantidade de fermento e substâncias como enzimas, oxidantes e emulsificantes. A técnica reduziu custos, usou trigo com baixo teor de proteína e aumentou a durabilidade dos produtos, sendo ainda utilizada em cerca de 80% dos pães. Embora criada para ajudar pequenos panificadores, foi adotada pelas grandes indústrias, que acabaram dominando o mercado.


Enquanto o método de Chorleywood gera pães rapidamente, a fermentação natural segue o caminho oposto: um processo lento que envolve mistura, sova, repouso da massa e fermentações sucessivas. A massa pode crescer por uma noite na geladeira, o que aprimora o sabor. Esse método pode levar até 36 horas, com ingredientes básicos — farinha, sal, água e um iniciador natural de leveduras e bactérias — e proporciona benefícios à saúde, como digestão facilitada, melhor absorção de nutrientes e controle do açúcar no sangue.


Pães comerciais com levedura também trazem benefícios, especialmente quando fortificados. Estudos apontam que o pão de fermentação natural pode prolongar a saciedade, ainda que os efeitos variem entre pessoas. No entanto, muitos pães produzidos pelo método de Chorleywood são considerados ultraprocessados, devido a aditivos como emulsificantes. Em alguns países, ainda se usa bromato de potássio — um aditivo com potencial carcinogênico. Uma dica prática é evitar pães com cinco ou mais ingredientes e substâncias não reconhecíveis na cozinha.


Grande parte dos pães de supermercado é industrial e contém aditivos que aceleram a produção e substituem nutrientes. Esses produtos representam cerca de 11% da alimentação comum e dietas ricas em ultraprocessados estão ligadas a diversos problemas de saúde. Ainda assim, pesquisadores recomendam cautela na generalização da categoria. Uma escolha mais saudável é buscar pães com menos aditivos e, se possível, preferir os integrais aos brancos.


A nutricionista Jenna Hope destaca que os tipos de pão oferecem benefícios diferentes: integrais com sementes têm mais fibras e gorduras saudáveis. O pão integral conserva o gérmen, o pericarpo e o endosperma do trigo, preservando vitaminas, minerais e polifenóis. Em contraste, a farinha branca retira essas partes. O consumo de pão integral reduz o risco de doenças cardíacas e câncer, melhora a microbiota intestinal e favorece o controle glicêmico. Estudos mostram que pessoas que consomem grãos integrais regularmente apresentam menor índice de massa corporal.


É importante observar que nem todo pão escuro ou com sementes é realmente integral. Mesmo que o pão branco seja ainda o mais consumido, pesquisas buscam desenvolver versões integrais com sabor e textura de pão branco, utilizando grãos como sorgo, milheto, quinoa, ervilhas e grão-de-bico. O objetivo é aliar valor nutricional à aceitação do público. Um protótipo já foi testado com sucesso, mas ainda levará cerca de dois anos para chegar ao mercado.


A escolha do pão ideal depende de preferência, praticidade e custo. O pão de fermentação natural é mais nutritivo, mas pode ser inacessível. Por isso, é importante ler os rótulos e identificar ingredientes ocultos. Algumas redes já oferecem versões fatiadas de fermentação natural, com listas mínimas de ingredientes. E, se necessário, é possível congelar o pão para aumentar sua durabilidade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg69ed3zlko.ADAPTADO.
O texto explora diferentes tipos de pão, destacando efeitos sobre a saúde, ingredientes utilizados e métodos de produção, com marcas linguísticas que orientam a posição da autora.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Física |
Q3626594 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.


Qual tipo de pão é o mais saudável e o que você deve levar em conta na hora de comprá-lo?


Na década de 1950, cientistas de uma fábrica em Chorleywood, no Reino Unido, criaram um método rápido de produção de pães, com adição de gorduras duras, maior quantidade de fermento e substâncias como enzimas, oxidantes e emulsificantes. A técnica reduziu custos, usou trigo com baixo teor de proteína e aumentou a durabilidade dos produtos, sendo ainda utilizada em cerca de 80% dos pães. Embora criada para ajudar pequenos panificadores, foi adotada pelas grandes indústrias, que acabaram dominando o mercado.


Enquanto o método de Chorleywood gera pães rapidamente, a fermentação natural segue o caminho oposto: um processo lento que envolve mistura, sova, repouso da massa e fermentações sucessivas. A massa pode crescer por uma noite na geladeira, o que aprimora o sabor. Esse método pode levar até 36 horas, com ingredientes básicos — farinha, sal, água e um iniciador natural de leveduras e bactérias — e proporciona benefícios à saúde, como digestão facilitada, melhor absorção de nutrientes e controle do açúcar no sangue.


Pães comerciais com levedura também trazem benefícios, especialmente quando fortificados. Estudos apontam que o pão de fermentação natural pode prolongar a saciedade, ainda que os efeitos variem entre pessoas. No entanto, muitos pães produzidos pelo método de Chorleywood são considerados ultraprocessados, devido a aditivos como emulsificantes. Em alguns países, ainda se usa bromato de potássio — um aditivo com potencial carcinogênico. Uma dica prática é evitar pães com cinco ou mais ingredientes e substâncias não reconhecíveis na cozinha.


Grande parte dos pães de supermercado é industrial e contém aditivos que aceleram a produção e substituem nutrientes. Esses produtos representam cerca de 11% da alimentação comum e dietas ricas em ultraprocessados estão ligadas a diversos problemas de saúde. Ainda assim, pesquisadores recomendam cautela na generalização da categoria. Uma escolha mais saudável é buscar pães com menos aditivos e, se possível, preferir os integrais aos brancos.


A nutricionista Jenna Hope destaca que os tipos de pão oferecem benefícios diferentes: integrais com sementes têm mais fibras e gorduras saudáveis. O pão integral conserva o gérmen, o pericarpo e o endosperma do trigo, preservando vitaminas, minerais e polifenóis. Em contraste, a farinha branca retira essas partes. O consumo de pão integral reduz o risco de doenças cardíacas e câncer, melhora a microbiota intestinal e favorece o controle glicêmico. Estudos mostram que pessoas que consomem grãos integrais regularmente apresentam menor índice de massa corporal.


É importante observar que nem todo pão escuro ou com sementes é realmente integral. Mesmo que o pão branco seja ainda o mais consumido, pesquisas buscam desenvolver versões integrais com sabor e textura de pão branco, utilizando grãos como sorgo, milheto, quinoa, ervilhas e grão-de-bico. O objetivo é aliar valor nutricional à aceitação do público. Um protótipo já foi testado com sucesso, mas ainda levará cerca de dois anos para chegar ao mercado.


A escolha do pão ideal depende de preferência, praticidade e custo. O pão de fermentação natural é mais nutritivo, mas pode ser inacessível. Por isso, é importante ler os rótulos e identificar ingredientes ocultos. Algumas redes já oferecem versões fatiadas de fermentação natural, com listas mínimas de ingredientes. E, se necessário, é possível congelar o pão para aumentar sua durabilidade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg69ed3zlko.ADAPTADO.
A escolha do pão mais saudável envolve fatores nutricionais, econômicos e práticos, como mostram os diferentes tipos de produção e os ingredientes utilizados.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Física |
Q3626593 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.


Qual tipo de pão é o mais saudável e o que você deve levar em conta na hora de comprá-lo?


Na década de 1950, cientistas de uma fábrica em Chorleywood, no Reino Unido, criaram um método rápido de produção de pães, com adição de gorduras duras, maior quantidade de fermento e substâncias como enzimas, oxidantes e emulsificantes. A técnica reduziu custos, usou trigo com baixo teor de proteína e aumentou a durabilidade dos produtos, sendo ainda utilizada em cerca de 80% dos pães. Embora criada para ajudar pequenos panificadores, foi adotada pelas grandes indústrias, que acabaram dominando o mercado.


Enquanto o método de Chorleywood gera pães rapidamente, a fermentação natural segue o caminho oposto: um processo lento que envolve mistura, sova, repouso da massa e fermentações sucessivas. A massa pode crescer por uma noite na geladeira, o que aprimora o sabor. Esse método pode levar até 36 horas, com ingredientes básicos — farinha, sal, água e um iniciador natural de leveduras e bactérias — e proporciona benefícios à saúde, como digestão facilitada, melhor absorção de nutrientes e controle do açúcar no sangue.


Pães comerciais com levedura também trazem benefícios, especialmente quando fortificados. Estudos apontam que o pão de fermentação natural pode prolongar a saciedade, ainda que os efeitos variem entre pessoas. No entanto, muitos pães produzidos pelo método de Chorleywood são considerados ultraprocessados, devido a aditivos como emulsificantes. Em alguns países, ainda se usa bromato de potássio — um aditivo com potencial carcinogênico. Uma dica prática é evitar pães com cinco ou mais ingredientes e substâncias não reconhecíveis na cozinha.


Grande parte dos pães de supermercado é industrial e contém aditivos que aceleram a produção e substituem nutrientes. Esses produtos representam cerca de 11% da alimentação comum e dietas ricas em ultraprocessados estão ligadas a diversos problemas de saúde. Ainda assim, pesquisadores recomendam cautela na generalização da categoria. Uma escolha mais saudável é buscar pães com menos aditivos e, se possível, preferir os integrais aos brancos.


A nutricionista Jenna Hope destaca que os tipos de pão oferecem benefícios diferentes: integrais com sementes têm mais fibras e gorduras saudáveis. O pão integral conserva o gérmen, o pericarpo e o endosperma do trigo, preservando vitaminas, minerais e polifenóis. Em contraste, a farinha branca retira essas partes. O consumo de pão integral reduz o risco de doenças cardíacas e câncer, melhora a microbiota intestinal e favorece o controle glicêmico. Estudos mostram que pessoas que consomem grãos integrais regularmente apresentam menor índice de massa corporal.


É importante observar que nem todo pão escuro ou com sementes é realmente integral. Mesmo que o pão branco seja ainda o mais consumido, pesquisas buscam desenvolver versões integrais com sabor e textura de pão branco, utilizando grãos como sorgo, milheto, quinoa, ervilhas e grão-de-bico. O objetivo é aliar valor nutricional à aceitação do público. Um protótipo já foi testado com sucesso, mas ainda levará cerca de dois anos para chegar ao mercado.


A escolha do pão ideal depende de preferência, praticidade e custo. O pão de fermentação natural é mais nutritivo, mas pode ser inacessível. Por isso, é importante ler os rótulos e identificar ingredientes ocultos. Algumas redes já oferecem versões fatiadas de fermentação natural, com listas mínimas de ingredientes. E, se necessário, é possível congelar o pão para aumentar sua durabilidade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg69ed3zlko.ADAPTADO.
O texto apresenta uma comparação entre diferentes tipos de pão, destacando aspectos como ingredientes, métodos de preparo, valor nutricional e acessibilidade, além de sugerir cuidados na escolha do produto.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
41681: B
41682: C
41683: A
41684: B
41685: C
41686: D
41687: D
41688: C
41689: A
41690: A
41691: D
41692: B
41693: C
41694: D
41695: B
41696: C
41697: X
41698: D
41699: A
41700: E