Questões de Concurso Sobre português
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Uso de inteligência artificial na Administração Pública já traz benefícios
Uma entre dez prefeituras brasileiras usa inteligência artificial, e também um entre quatro órgãos públicos federais. A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.
O presidente do Instituto Illuminante de Inovação Tecnológica e Impacto Social, Gilberto Lima Júnior, acha que o uso ainda é pequeno, mas já trouxe benefícios. Ele citou o exemplo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que acelerou o trâmite de marcas e patentes por meio de uma ferramenta de IA: a Fel INPI.
Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) usa a IA para detectar fraudes no programa Bolsa Família. Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.
A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez. Ela comentou também o caso de Pernambuco, que trabalha em regime no click, em que o estado entra em contato com o cidadão quando sabe que há a necessidade.
A respeito disso, Baldez citou um exemplo: quando uma criança faz aniversário, a mãe recebe uma mensagem pela internet caso a idade coincida com o calendário de vacinação. O aviso já informa o posto de saúde mais próximo.
“Até 2030, 80% dos empregos vão ser impactados por inteligência artificial. Até 2044, 50% dos empregos serão substituídos por inteligência artificial e, principalmente, os empregos que demandam mais intelecto. A questão braçal (mecânica) ainda vai demorar um pouco mais a chegar”, disse Baldez.
Internet: <www.camara.leg.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.
Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,
apesar da abundância hídrica
No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções
em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para
enfrentar desigualdade no acesso
Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.
No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.
Soluções práticas
Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.
No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água.
Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis.
A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS).
R$ 4 bilhões em saneamento
No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.
Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma.
Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros.
Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-
br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-
tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.
2026.
Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,
apesar da abundância hídrica
No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções
em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para
enfrentar desigualdade no acesso
Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.
No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.
Soluções práticas
Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.
No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água.
Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis.
A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS).
R$ 4 bilhões em saneamento
No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.
Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma.
Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros.
Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-
br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-
tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.
2026.
( ) Em “[...] o enfrentamento da desigualdade no acesso à água [...]”, é facultativo o uso do acento indicativo de crase no “a” destacado.
( ) Em “[...] exige soluções adaptadas à realidade brasileira.”, o acento indicativo de crase foi empregado porque há a junção do “a” preposição, exigido pelo termo “adaptadas”, com o “a” artigo, que acompanha a expressão feminina “realidade brasileira”.
( ) No trecho “[...] levando água potável a comunidades isoladas.”, o “a” em destaque poderia receber o acento indicativo de crase, sem prejuízo gramatical, uma vez que “comunidades isoladas” é uma expressão feminina.
Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,
apesar da abundância hídrica
No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções
em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para
enfrentar desigualdade no acesso
Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.
No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.
Soluções práticas
Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.
No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água.
Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis.
A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS).
R$ 4 bilhões em saneamento
No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.
Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma.
Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros.
Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-
br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-
tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.
2026.
Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,
apesar da abundância hídrica
No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções
em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para
enfrentar desigualdade no acesso
Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.
No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.
Soluções práticas
Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.
No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água.
Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis.
A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS).
R$ 4 bilhões em saneamento
No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.
Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma.
Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros.
Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-
br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-
tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.
2026.
Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,
apesar da abundância hídrica
No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções
em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para
enfrentar desigualdade no acesso
Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.
No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.
Soluções práticas
Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.
No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água.
Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis.
A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS).
R$ 4 bilhões em saneamento
No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.
Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma.
Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros.
Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-
br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-
tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.
2026.
Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,
apesar da abundância hídrica
No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções
em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para
enfrentar desigualdade no acesso
Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.
No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.
Soluções práticas
Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.
No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água.
Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis.
A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS).
R$ 4 bilhões em saneamento
No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.
Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma.
Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros.
Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-
br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-
tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.
2026.
Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,
apesar da abundância hídrica
No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções
em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para
enfrentar desigualdade no acesso
Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.
No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.
Soluções práticas
Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.
No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água.
Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis.
A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS).
R$ 4 bilhões em saneamento
No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.
Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma.
Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros.
Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-
br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-
tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.
2026.
Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,
apesar da abundância hídrica
No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções
em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para
enfrentar desigualdade no acesso
Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.
No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.
Soluções práticas
Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.
No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água.
Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis.
A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS).
R$ 4 bilhões em saneamento
No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.
Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma.
Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros.
Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-
br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-
tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.
2026.
Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,
apesar da abundância hídrica
No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções
em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para
enfrentar desigualdade no acesso
Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.
No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.
Soluções práticas
Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.
No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água.
Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis.
A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS).
R$ 4 bilhões em saneamento
No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.
Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma.
Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros.
Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-
br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-
tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.
2026.
I. A utilização dos dados do IBGE, no primeiro parágrafo do texto, tem como principal objetivo demonstrar que o Brasil possui uma das maiores reservas de água doce do planeta.
II. Segundo o autor, são as grandes obras de infraestrutura as maiores responsáveis por promover avanços significativos no saneamento.
III. A menção ao sistema Salta-Z tem a finalidade de exemplificar uma solução tecnológica desenvolvida para ampliar o acesso à água potável em comunidades isoladas.