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Q3755822 Português
A carga de doenças atribuíveis aos distúrbios mentais nas Américas é alta e crescente. Transtornos mentais, neurológicos e por uso de substâncias são responsáveis por mais de um terço dos anos vividos com incapacidade e quase um quinto de todos os anos de vida ajustados por incapacidade na região. Entre 2000 e 2019, a taxa de mortalidade por tais transtornos aumentou em 89% e a taxa de anos vividos com incapacidade aumentou em 10%. Os distúrbios mentais também se configuram como fatores de risco para o suicídio, que por si só levou 100 mil vidas na região no ano 2021. De modo desconcertante, a taxa de suicídio aumentou em 17% entre 2000 e 2021 nas Américas, que foi a única das regiões delineadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a experimentar um aumento neste período. A pandemia de COVID19 agravou ainda mais a situação da saúde mental, ampliando os fatores de risco conhecidos para os distúrbios mentais, como isolamento social, desemprego, pobreza e violência, e interrompendo os já frágeis sistemas e serviços de saúde mental. No ano 2020, os transtornos depressivos maiores e os transtornos de ansiedade aumentaram em aproximadamente 35% e 32%, respectivamente, na América Latina e no Caribe devido à pandemia.

Disponível em: https://cadernos.ensp.fiocruz.br/ojs/index.php/csp/ article/view/10890/20615. Acesso em: 06 de out. 2025. Fragmento adaptado.
Preencha as lacunas com o artigo definido adequado.

Não entendi muito bem sua explicação sobre _____ libido. Esqueceram de acrescentar _____ cal à argamassa de reboco. Reclamei porque _____ sabonetes não estavam no lugar em que deviam estar. Somente a troca do treinador poderá erguer _____ moral dos jogadores. A fumaça espalha-se pela casa porque _____ chaminé foi mal construída.

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmenteas lacunas do texto.
Alternativas
Q3755821 Português
A carga de doenças atribuíveis aos distúrbios mentais nas Américas é alta e crescente. Transtornos mentais, neurológicos e por uso de substâncias são responsáveis por mais de um terço dos anos vividos com incapacidade e quase um quinto de todos os anos de vida ajustados por incapacidade na região. Entre 2000 e 2019, a taxa de mortalidade por tais transtornos aumentou em 89% e a taxa de anos vividos com incapacidade aumentou em 10%. Os distúrbios mentais também se configuram como fatores de risco para o suicídio, que por si só levou 100 mil vidas na região no ano 2021. De modo desconcertante, a taxa de suicídio aumentou em 17% entre 2000 e 2021 nas Américas, que foi a única das regiões delineadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a experimentar um aumento neste período. A pandemia de COVID19 agravou ainda mais a situação da saúde mental, ampliando os fatores de risco conhecidos para os distúrbios mentais, como isolamento social, desemprego, pobreza e violência, e interrompendo os já frágeis sistemas e serviços de saúde mental. No ano 2020, os transtornos depressivos maiores e os transtornos de ansiedade aumentaram em aproximadamente 35% e 32%, respectivamente, na América Latina e no Caribe devido à pandemia.

Disponível em: https://cadernos.ensp.fiocruz.br/ojs/index.php/csp/ article/view/10890/20615. Acesso em: 06 de out. 2025. Fragmento adaptado.
Analise a frase a seguir e assinale a alternativa correta.
“A pandemia de COVID-19 agravou ainda mais a situação da saúde mental, ampliando os fatores de risco conhecidos para os distúrbios mentais, como isolamento social, desemprego, pobreza e violência, e interrompendo os já frágeis sistemas e serviços de saúde mental.”
Alternativas
Q3755820 Português
A carga de doenças atribuíveis aos distúrbios mentais nas Américas é alta e crescente. Transtornos mentais, neurológicos e por uso de substâncias são responsáveis por mais de um terço dos anos vividos com incapacidade e quase um quinto de todos os anos de vida ajustados por incapacidade na região. Entre 2000 e 2019, a taxa de mortalidade por tais transtornos aumentou em 89% e a taxa de anos vividos com incapacidade aumentou em 10%. Os distúrbios mentais também se configuram como fatores de risco para o suicídio, que por si só levou 100 mil vidas na região no ano 2021. De modo desconcertante, a taxa de suicídio aumentou em 17% entre 2000 e 2021 nas Américas, que foi a única das regiões delineadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a experimentar um aumento neste período. A pandemia de COVID19 agravou ainda mais a situação da saúde mental, ampliando os fatores de risco conhecidos para os distúrbios mentais, como isolamento social, desemprego, pobreza e violência, e interrompendo os já frágeis sistemas e serviços de saúde mental. No ano 2020, os transtornos depressivos maiores e os transtornos de ansiedade aumentaram em aproximadamente 35% e 32%, respectivamente, na América Latina e no Caribe devido à pandemia.

Disponível em: https://cadernos.ensp.fiocruz.br/ojs/index.php/csp/ article/view/10890/20615. Acesso em: 06 de out. 2025. Fragmento adaptado.
Sobre o texto, assinale a alternativa correta
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFLA Órgão: UFLA Prova: UFLA - 2025 - UFLA - Médico/Medicina Generalista |
Q3755729 Português

TEXTO 3 




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-inteligencia-artificial-pode-extinguir-diversas-profissoes/. (Adaptado). Acesso em: 25 ago. 2025. 

Sobre os potenciais efeitos de sentido construídos pelos elementos visuais e verbais na charge, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFLA Órgão: UFLA Prova: UFLA - 2025 - UFLA - Médico/Medicina Generalista |
Q3755727 Português

TEXTO 2


Vidas secas, vidas apagadas


Sergio Andrade







Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2025/08/vidas-secas-vidas-apagadas.shtml. (Ad

Leia atentamente o excerto: “Do universo de ‘Vidas Secas’, ainda hoje sobressaem vidas apagadas pelo esforço de existir em silêncio, uma linha tênue entre a espera e o desalento. Mas não há destino inevitável.” (linhas 39 e 40). A partir desse excerto, infere-se que:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFLA Órgão: UFLA Prova: UFLA - 2025 - UFLA - Médico/Medicina Generalista |
Q3755726 Português

TEXTO 2


Vidas secas, vidas apagadas


Sergio Andrade







Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2025/08/vidas-secas-vidas-apagadas.shtml. (Ad

Leia o excerto retirado do texto: “Quando as políticas acertam o foco, o fogo muda de natureza: deixa de consumir e passa a nutrir. A transição energética de que o país precisa começa, literalmente, pelo fogão.” (linhas 41 e 42). Assinale a alternativa, cuja análise permite realizar uma inferência adequada à proposta de sentido do texto:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFLA Órgão: UFLA Prova: UFLA - 2025 - UFLA - Médico/Medicina Generalista |
Q3755725 Português

TEXTO 2


Vidas secas, vidas apagadas


Sergio Andrade







Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2025/08/vidas-secas-vidas-apagadas.shtml. (Ad

O título do texto “Vidas secas, vidas apagadas” cumpre papel fundamental na orientação da leitura e no processo de produção de sentidos. Esse título
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFLA Órgão: UFLA Prova: UFLA - 2025 - UFLA - Médico/Medicina Generalista |
Q3755722 Português
TEXTO 1

Sociedade do espetáculo

Maria Rita Kehl

A frenética busca por “15 minutos de fama” nas plataformas digitais tornou-se uma perigosa armadilha, ainda mais cruel quando envolve crianças e adolescentes








Fonte: publicado na edição n° 1377 de Carta Capital, em 03 de setembro de 2025.
“Observem o paradoxo: justamente ali, nas situações em que a vida parece, aos olhos dos outros, mais vibrante e interessante, é onde ela acaba por ser mais aviltada” (linhas 46 e 47). O paradoxo apresentado pela autora pode ser observado em todas as alternativas, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFLA Órgão: UFLA Prova: UFLA - 2025 - UFLA - Médico/Medicina Generalista |
Q3755721 Português
TEXTO 1

Sociedade do espetáculo

Maria Rita Kehl

A frenética busca por “15 minutos de fama” nas plataformas digitais tornou-se uma perigosa armadilha, ainda mais cruel quando envolve crianças e adolescentes








Fonte: publicado na edição n° 1377 de Carta Capital, em 03 de setembro de 2025.
No texto “A sociedade do espetáculo”, a autora apresenta o seu posicionamento sobre o tema dos usos das redes sociais. Estão de acordo com o texto, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFLA Órgão: UFLA Prova: UFLA - 2025 - UFLA - Médico/Medicina Generalista |
Q3755720 Português
TEXTO 1

Sociedade do espetáculo

Maria Rita Kehl

A frenética busca por “15 minutos de fama” nas plataformas digitais tornou-se uma perigosa armadilha, ainda mais cruel quando envolve crianças e adolescentes








Fonte: publicado na edição n° 1377 de Carta Capital, em 03 de setembro de 2025.
Leia as proposições extraídas do texto:

I. “Os “15 minutos de fama” que todos deveriam experimentar uma vez na vida, na visão idílica de Andy Warhol, tornaram-se insuficientes para quem vive neste mundo hiperconectado do século XXI” (linhas 8 a 10).

II. “Observem o paradoxo: justamente ali, nas situações em que a vida parece, aos olhos dos outros, mais vibrante e interessante, é onde ela acaba por ser mais aviltada” (linhas 46 e 47).

III. “O vazio que advém da sanha por vivências que não se convertem em experiência talvez ajude a explicar a violência que constantemente ameaça o laço social” (linhas 51 a 53).


Todas as alternativas apresentam termos que substituem os vocábulos destacados, sem prejuízo de sentido, considerando o contexto em que aparecem, EXCETO
Alternativas
Q3755684 Português
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Pode-se afirmar que “Aplique num negócio que não quebra” possui: 
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Q3755681 Português
Por que alguns animais marinhos comem lixo?

    A poluição dos oceanos já não é mais novidade. Pior do que saber disso é descobrir que alguns animais marinhos comem lixo. A explicação é simples: além de detritos despejados diretamente por algumas embarcações, o lixo jogado nas ruas acaba sendo arrastado pelas chuvas, indo parar nos rios, que sempre desembocam no mar. Aí todo esse material impróprio – o lixo! – pode passar a ser "comida" de tartarugasmarinhas, peixes, golfinhos e pinguins.
    Hoje, nenhum oceano do mundo é considerado limpo. Até nas águas congelantes da Antártida pesquisadores já encontraram plástico e outras sujeiras. As tartarugas-marinhas, provavelmente, são as que mais sofrem com a poluição dos oceanos. Elas viajam por longas distâncias e, com seu casco resistente, conseguem se livrar de muitos predadores. Depois do acasalamento, retornam às praias onde nasceram para depositarem seus ovos. Nesse percurso, elas se alimentam de peixes, camarões, águas-vivas e... Plástico!
    Na verdade, as tartarugas costumam confundir sacolas plásticas flutuantes com águas-vivas, suas presas favoritas – elas ainda comem pequenos pedaços de plástico que boiam entre as algas marinhas, seres que também se alimentam.
    O material ingerido acidentalmente vai parar no estômago desses animais, atrapalhando a digestão e, por vezes, os levando à morte. Cientistas do mundo inteiro tentam encontrar meios de reduzir o grave problema que é a poluição marinha e de proteger os animais que vivem nos oceanos. Um caminho importante é conscientizar as pessoas a darem o destino adequado ao lixo que produzem.
    O ideal é que tudo aquilo que não serve mais seja separado por categoria – plástico, papel, vidro, metal e matéria orgânica – e destinado ao recolhimento por parte das empresas de limpeza urbana. Evitar o uso de sacolas plásticas também pode ajudar.
    Se você entendeu como pode contribuir em terra para evitar poluir as águas e puder passar estas informações adiante, já estaria fazendo um bem enorme aos oceanos e aos animais cuja vida depende deles.


Texto: Gustavo F. de Carvalho-Souza e Daniele de A. Miranda
Revista: Ciências Hoje
“As tartarugas-marinhas, provavelmente, são as que mais sofrem com a poluição dos oceanos.” A palavra destacada se refere a: 
Alternativas
Q3755676 Português
Por que alguns animais marinhos comem lixo?

    A poluição dos oceanos já não é mais novidade. Pior do que saber disso é descobrir que alguns animais marinhos comem lixo. A explicação é simples: além de detritos despejados diretamente por algumas embarcações, o lixo jogado nas ruas acaba sendo arrastado pelas chuvas, indo parar nos rios, que sempre desembocam no mar. Aí todo esse material impróprio – o lixo! – pode passar a ser "comida" de tartarugasmarinhas, peixes, golfinhos e pinguins.
    Hoje, nenhum oceano do mundo é considerado limpo. Até nas águas congelantes da Antártida pesquisadores já encontraram plástico e outras sujeiras. As tartarugas-marinhas, provavelmente, são as que mais sofrem com a poluição dos oceanos. Elas viajam por longas distâncias e, com seu casco resistente, conseguem se livrar de muitos predadores. Depois do acasalamento, retornam às praias onde nasceram para depositarem seus ovos. Nesse percurso, elas se alimentam de peixes, camarões, águas-vivas e... Plástico!
    Na verdade, as tartarugas costumam confundir sacolas plásticas flutuantes com águas-vivas, suas presas favoritas – elas ainda comem pequenos pedaços de plástico que boiam entre as algas marinhas, seres que também se alimentam.
    O material ingerido acidentalmente vai parar no estômago desses animais, atrapalhando a digestão e, por vezes, os levando à morte. Cientistas do mundo inteiro tentam encontrar meios de reduzir o grave problema que é a poluição marinha e de proteger os animais que vivem nos oceanos. Um caminho importante é conscientizar as pessoas a darem o destino adequado ao lixo que produzem.
    O ideal é que tudo aquilo que não serve mais seja separado por categoria – plástico, papel, vidro, metal e matéria orgânica – e destinado ao recolhimento por parte das empresas de limpeza urbana. Evitar o uso de sacolas plásticas também pode ajudar.
    Se você entendeu como pode contribuir em terra para evitar poluir as águas e puder passar estas informações adiante, já estaria fazendo um bem enorme aos oceanos e aos animais cuja vida depende deles.


Texto: Gustavo F. de Carvalho-Souza e Daniele de A. Miranda
Revista: Ciências Hoje
A poluição dos oceanos já não é mais novidade.” De acordo com essa frase, pode-se inferir que: 
Alternativas
Q3755624 Português
A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


        Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

     Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc., tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

        A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

     Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAs criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente.

      Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

     Não obstante e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família, e portanto não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

     Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês no hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicando que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

     As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a dez vezes o valor do serviço.

         Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc. e que seduzem muitas pessoas leva-nos ao questio namento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

       E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários?

     Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais cen tradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

      Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena, estão substituindo o humano pelo que não é hu mano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

      Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será. (Viviane Gago. Hoje em dia, publicado em: junho de 2025. Adaptado.) 
De acordo com as ideias e informações apresentadas no texto, os termos destacados em “A desumanização que quer ser normalizada (parte do título) podem ser compreendidos como: 
Alternativas
Q3755623 Português
A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


        Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

     Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc., tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

        A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

     Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAs criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente.

      Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

     Não obstante e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família, e portanto não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

     Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês no hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicando que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

     As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a dez vezes o valor do serviço.

         Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc. e que seduzem muitas pessoas leva-nos ao questio namento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

       E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários?

     Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais cen tradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

      Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena, estão substituindo o humano pelo que não é hu mano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

      Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será. (Viviane Gago. Hoje em dia, publicado em: junho de 2025. Adaptado.) 
A partir da explicitação do agente da passiva é possível identificar estratégia argumentativa em:
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Q3755622 Português
A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


        Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

     Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc., tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

        A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

     Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAs criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente.

      Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

     Não obstante e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família, e portanto não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

     Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês no hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicando que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

     As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a dez vezes o valor do serviço.

         Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc. e que seduzem muitas pessoas leva-nos ao questio namento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

       E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários?

     Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais cen tradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

      Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena, estão substituindo o humano pelo que não é hu mano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

      Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será. (Viviane Gago. Hoje em dia, publicado em: junho de 2025. Adaptado.) 
Referente ao gênero textual, pode-se afirmar que o texto apresentado se classifica como:
Alternativas
Q3755621 Português
A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


        Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

     Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc., tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

        A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

     Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAs criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente.

      Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

     Não obstante e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família, e portanto não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

     Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês no hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicando que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

     As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a dez vezes o valor do serviço.

         Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc. e que seduzem muitas pessoas leva-nos ao questio namento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

       E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários?

     Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais cen tradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

      Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena, estão substituindo o humano pelo que não é hu mano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

      Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será. (Viviane Gago. Hoje em dia, publicado em: junho de 2025. Adaptado.) 
Considerando as informações apresentadas no texto, pode-se afirmar que bebês reborn
Alternativas
Q3755620 Português
A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


        Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

     Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc., tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

        A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

     Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAs criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente.

      Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

     Não obstante e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família, e portanto não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

     Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês no hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicando que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

     As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a dez vezes o valor do serviço.

         Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc. e que seduzem muitas pessoas leva-nos ao questio namento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

       E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários?

     Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais cen tradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

      Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena, estão substituindo o humano pelo que não é hu mano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

      Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será. (Viviane Gago. Hoje em dia, publicado em: junho de 2025. Adaptado.) 
A segunda parte do título atribuído ao texto, “o que pensar disso?”, apresenta um questionamento que tem, em sua estru tura, elemento: 
Alternativas
Q3755619 Português
A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


        Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

     Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc., tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

        A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

     Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAs criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente.

      Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

     Não obstante e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família, e portanto não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

     Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês no hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicando que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

     As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a dez vezes o valor do serviço.

         Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc. e que seduzem muitas pessoas leva-nos ao questio namento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

       E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários?

     Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais cen tradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

      Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena, estão substituindo o humano pelo que não é hu mano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

      Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será. (Viviane Gago. Hoje em dia, publicado em: junho de 2025. Adaptado.) 
Considerando a situação referente a atitudes que envolvem a (des)conexão humana (3º§), de acordo com o texto, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3755618 Português
A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


        Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

     Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc., tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

        A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

     Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAs criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente.

      Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

     Não obstante e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família, e portanto não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

     Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês no hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicando que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

     As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a dez vezes o valor do serviço.

         Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc. e que seduzem muitas pessoas leva-nos ao questio namento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

       E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários?

     Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais cen tradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

      Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena, estão substituindo o humano pelo que não é hu mano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

      Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será. (Viviane Gago. Hoje em dia, publicado em: junho de 2025. Adaptado.) 
Pode-se afirmar que, no 5º§, as aspas foram empregadas: 
Alternativas
Respostas
35681: A
35682: D
35683: B
35684: C
35685: A
35686: C
35687: C
35688: A
35689: B
35690: C
35691: B
35692: A
35693: C
35694: D
35695: D
35696: B
35697: B
35698: D
35699: B
35700: C