Questões de Concurso Sobre português

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Q3676332 Português
Texto

A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
“Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância”. Sobre a acentuação gráfica das palavras destacadas, é correto afirmar:
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Q3676331 Português
Texto

A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
Em relação às regras gramaticais de colocação pronominal no período “Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes....”, pode-se afirmar que o pronome oblíquo átono “nos” ocupa
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Q3676330 Português
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A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
No período “Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”, a oração em destaque pode ser classificada como
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Q3676329 Português
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A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
“Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas...”. A expressão “ou seja” foi empregada no texto com o objetivo de
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Q3676328 Português
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A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
Sobre o fenômeno linguístico da crase, sabe-se que se trata da junção da preposição A com o artigo definido A. Essa junção ocorre por vários motivos, resultando em regras presentes nas normas gramaticais da Língua Portuguesa. No período “Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos...”, o fenômeno da crase ocorreu
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Q3676327 Português
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A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
Um texto é escrito a partir do uso de diferentes sequências textuais, embora, normalmente, verifica-se a predominância de uma delas. Analise as frases extraídas do texto e indique que tipo de sequência textual foi usado em suas composições.

I. “Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância”.
II. “Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio”.
III. “Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer”.
Alternativas
Q3676326 Português
Texto

A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
O texto em análise é um artigo de opinião. Nesse gênero textual, o articulista tem o objetivo de defender um ponto de vista sobre um determinado assunto, tentando convencer seus leitores de sua opinião. Após a leitura do texto, aponte a alternativa que apresenta o trecho que representa a ideia principal defendida por Viviane Gago.
Alternativas
Q3676233 Português
O papel da Defensoria Pública como instrumento de efetivação do acesso à justiça dos
vulneráveis 

Por César Augusto Luiz Leonardo e Aline Buzete Gardinal




(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando a função sintática aos respectivos termos sublinhados.


Coluna 1


1. Adjunto adnominal.

2. Complemento nominal.


Coluna 2



( ) “ao alcance de todos” (l. 12-13).

( ) “solução dos conflitos civis” (l. 17).

( ) “crescimento das sociedades” (l. 26).

( ) “denúncia das discrepâncias” (l. 30).


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 

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O papel da Defensoria Pública como instrumento de efetivação do acesso à justiça dos
vulneráveis 

Por César Augusto Luiz Leonardo e Aline Buzete Gardinal




(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego de linguagem figurada, analise as assertivas a seguir:


I. A expressão “dar voz”, na linha 08, é empregada em sentido literal.

II. Na linha 13, a palavra “iluminado” foi empregada em sentido metafórico.

III. Na linha 22, a expressão “Estado Liberal” foi empregada numa hipérbole.


Quais estão corretas?

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O papel da Defensoria Pública como instrumento de efetivação do acesso à justiça dos
vulneráveis 

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(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada conceito ao trecho correspondente, de acordo com o significado que as palavras sublinhadas apresentam. Desconsidere eventuais divergências de gênero e número.


Coluna 1


1. Concretização.

2. Talento.

3. Principalmente.

4. Concepção.


Coluna 2



( ) “devendo desenvolver suas potencialidades” (l. 23-24).

( ) “de forma que a visão individualista dos direitos” (l. 27-28).

( ) “bem como a efetivação dos direitos sociais” (l. 34).

( ) “sobretudo diante do fenômeno da judicialização” (l. 41).


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a correta transposição do trecho a seguir, retirado do texto, para a voz passiva:


“tal modelo foi perdendo espaço nos países mais desenvolvidos”.

Alternativas
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(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

 Leia o período a seguir, retirado do texto.


“O denominado Estado Liberal tinha um forte assento individual e não intervencionista, uma vez que se baseava na premissa de que todos os seres humanos nascem iguais, devendo desenvolver suas potencialidades cujo aproveitamento, basicamente, posicionava-os na sociedade”.


Sobre esse trecho, analise as assertivas a seguir:


I. O período é composto por quatro orações.

II. Identifica-se no período uma oração adverbial.

III. Há no trecho a presença de uma oração reduzida.


Quais estão corretas?

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(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica corretamente a função sintática da oração subordinativa sublinhada no trecho a seguir:


“partindo-se da compreensão de que não cabia ao Estado sua intervenção ou preservação”.

Alternativas
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(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir:


I. Nas linhas 03 e 04, o emprego das aspas indica a citação direta de um trecho da Carta Magna.

II. Na linha 19, o emprego dos dois pontos introduz uma oração subordinada apositiva.

III. Nas linhas 31 e 32, as vírgulas separam uma oração subordinada reduzida de particípio.


Quais estão corretas?

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(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

 Considerando o emprego referencial dos pronomes como um recurso coesivo, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Na linha 19, o pronome possessivo em “sua posição passiva” estabelece uma relação entre os substantivos “posição” e “Estado”.

( ) Na linha 24, o pronome pessoal “os” tem como referente “seres humanos”, na linha anterior.

( ) Na linha 33, o pronome pessoal “eles” retoma “movimentos europeus de direitos sociais”, nas linhas 31 e 32.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
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(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes propostas de alteração do texto:


1. A substituição da palavra “muito” por “bastante” na linha 12 não acarretaria alteração significativa ao sentido do trecho.

2. A supressão da expressão “de recursos”, na linha 15, não impediria a compreensão de que as pessoas de que trata o trecho possuem pouco poder aquisitivo.

3. A substituição da palavra “básica” por “essencial”, na linha 35, não alteraria o sentido original do trecho.

4. Na linha 37, a inserção da expressão “de toda a” antes da palavra “sociedade” não impediria que se compreendesse que a mobilização se deu por parte da sociedade como um todo.


O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é: 

Alternativas
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Assinale a alternativa na qual a palavra sublinhada NÃO seja um pronome demonstrativo.
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Considerando a palavra “entraves” (l. 06), analise as assertivas a seguir:


I. Trata-se de um substantivo uniforme que pode ser classificado como simples e comum.

II. Um sinônimo possível para a palavra é “obstáculos”.

III. Não se identifica a ocorrência de dígrafos em “entraves”.


Quais estão corretas?

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(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

 Assinale a alternativa na qual a palavra apresentada NÃO tenha sido formada por derivação prefixal com a adição de um prefixo negativo. 
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(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as conjunções sublinhadas às ideias por elas conferidas aos trechos apresentados.


Coluna 1

1. Consequência.

2. Concessão.

3. Oposição.


Coluna 2


( ) “conquanto ainda muito atual” (l. 12).

( ) “de modo que tais figuras se tornaram precursores da assistência judiciária” (l. 15-16).

( ) “Entretanto, referindo-se ao princípio do século” (l. 28-29).


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Respostas
33121: A
33122: D
33123: C
33124: B
33125: C
33126: D
33127: A
33128: E
33129: B
33130: E
33131: A
33132: E
33133: B
33134: C
33135: D
33136: E
33137: C
33138: C
33139: C
33140: E