Questões de Concurso Sobre português

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Q3693638 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando a necessidade de emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 12, 17 (duas lacunas) e 35. 
Alternativas
Q3693637 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Na frase “prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo” (l. 33), “-la” é _______________, funcionando na oração como _______________.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q3693636 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Em “complexos” e em “explícito”, palavras presentes no texto, a letra “x” representa, respectivamente, os fonemas _________. Nos dois vocábulos, observa-se a ocorrência de _________________.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q3693635 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Sobre as expressões “andaríamos zanzando” e “pichando”, do trecho “Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos zanzando por aí, pichando paredes” (l. 14-15), analise as assertivas que seguem:

I. Na locução verbal “andaríamos zanzando”, o gerúndio poderia ser substituído pelo infinitivo sem necessidade de qualquer outra alteração.
II. “pichando” introduz uma oração coordenada.
III. “zanzando” e “pichando” são consideradas formas nominais do verbos “zanzar” e “pichar”, que têm em suas estruturas a desinência característica “-ndo”.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3693634 Português

A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando o uso do vocábulo “crucial” (l. 05), analise as assertivas que seguem:

I. Considerando o contexto, poderia ser substituído tanto por “essencial” quanto por “fundamental”, mantendo-se o sentido original.
II. É classificado como adjetivo, funcionando na frase como adjunto adnominal.
III. Caso ocorresse a pluralização da palavra “fase” (l. 05), o vocábulo “crucial” também deveria sofrer alteração de número, além de outras alterações no período.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3693557 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.

Ao colocar na ordem direta os versos 5 e 6 do Texto IV, tem-se o seguinte período composto:



Imagem associada para resolução da questão



É CORRETO afirmar que a oração em destaque se classifica como uma oração:

Alternativas
Q3693556 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
A função da linguagem predominante no Texto IV é:
Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3693394 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
No verso “Sou a criatura do que vejo”, o processo de formação da palavra em destaque é:
Alternativas
Q3693393 Português
Para responder à questão, leia o Texto III.


Q8_10.png (246×301)

Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO-wPeVDngk/?img_index=1. Acesso em: 2 out. 2025.
Caso a voz verbal da oração “o monstro come vocês!” fosse alterada, o resultado seria: “vocês serão comidos pelo monstro!”. Sobre isso, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693363 Português

Observe a imagem abaixo para responder à questão.



Texto V






Disponível em:

<https://www.google.com/search?q=placas+com+erros+de+portugu%C3%AAs&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR1167&oq=placas+com+erros+de+&gs_lcrp=EgZja

HJvbWUqBwgCEAAYgAQyBggAEEUYOzIHCAE>,. Acesso em: 24 ago. 2025.

Considerando o Texto V, analise cada uma das afirmações abaixo.

I- A placa publicitária consegue, de certa forma, embora com problemas de escrita de diversas naturezas, apresentar um nível de clareza e de entendimento minimamente razoável a ponto de comunicar a sua mensagem.
II- Esse tipo de publicidade deve ser condenada já que não apresenta nenhum nível de clareza e de entendimento minimamente razoável a ponto de comunicar a sua mensagem.
III- Esse tipo de publicidade deve ser condenada já que mancha a beleza da nossa língua. Por ser típico apenas de falares em comunidade de baixo estrato social, deve ser duramente censurado.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693362 Português

Observe a imagem abaixo para responder à questão.



Texto V






Disponível em:

<https://www.google.com/search?q=placas+com+erros+de+portugu%C3%AAs&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR1167&oq=placas+com+erros+de+&gs_lcrp=EgZja

HJvbWUqBwgCEAAYgAQyBggAEEUYOzIHCAE>,. Acesso em: 24 ago. 2025.

No enunciado “Lavagem com preta em sima e baxo”, de acordo com o contexto e a situação de uso, as partes sublinhadas, na sequência, são classificadas como:
Alternativas
Q3693361 Português

Observe a imagem abaixo para responder à questão.



Texto V






Disponível em:

<https://www.google.com/search?q=placas+com+erros+de+portugu%C3%AAs&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR1167&oq=placas+com+erros+de+&gs_lcrp=EgZja

HJvbWUqBwgCEAAYgAQyBggAEEUYOzIHCAE>,. Acesso em: 24 ago. 2025.

Atente à imagem acima e analise as afirmações que seguem.

I- A palavra “lavarpido”, de acordo com o Novo Acordo Ortográfico, embora apresente falha de grafia, não deve apresentar hífen separador entre o verbo e o restante da palavra. Entretanto, deve ser grafada da seguinte forma: “lavarápido”.
II- A palavra “lavarpido”, de acordo com o Novo Acordo Ortográfico, deve apresentar hífen separador entre o verbo e o restante da palavra. Desta forma, deve ser grafada da seguinte forma: “lava-rápido”.
III- A palavra “lavarpido”, de acordo com o Novo Acordo Ortográfico, deve apresentar hífen separador entre o verbo e o restante da palavra. Desta forma, deve ser grafada da seguinte forma: “lava-rapido”.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693360 Português

Observe ao texto a seguir para responder à questão.



Texto IV





Disponível em: <(https://www.google.com/search?q=charge+sobre+o+ser+professor&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR1167&oq=charge+sobre+o+ser+professor&gs_lcrp= >. Acesso em: 06 jul. 2025.

Atente às informações a seguir, com base no Texto IV, e responda ao que se pede.



I- O ponto de vista da personagem Mafalda (fala do segundo quadrinho) é que o fato de o ano ser bom ou ruim depende diretamente do comportamento humano, isto é, das nossas atitudes a serem tomadas.


II- No texto do segundo quadrinho (fala de Mafalda), apresenta-se apenas um adjetivo.


III- No texto do segundo quadrinho (fala de Mafalda), apresentam-se dois adjetivos.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3693359 Português
Marque a alternativa na qual o conjunto de palavras estão grafadas CORRETAMENTE. 
Alternativas
Q3693358 Português

Atente às imagens a seguir para responder à questão.



Texto II 



Disponível em: https://www.google.com/search?q=charge+sobre+varia%C3%A7%C3%A3o +lingu%C3%ADstica&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR1167&oq=charge+sobr e+variacao+lingu%C3%. Acesso em: 21 ago/2025.



Texto III




Disponível em:

<https://www.google.com/search?q=charge+sobre+varia%C3%A7%C3%A3o+

lingu%C3%ADstica&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR1167&oq=charge+sobre+v

ariacao+lingu%C3%>. Acesso em: 21 ago/2025. 

Em “Manda essa bichinha prá ” a palavra sublinhada se classifica morfologicamente como: 
Alternativas
Q3693357 Português

Atente às imagens a seguir para responder à questão.



Texto II 



Disponível em: https://www.google.com/search?q=charge+sobre+varia%C3%A7%C3%A3o +lingu%C3%ADstica&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR1167&oq=charge+sobr e+variacao+lingu%C3%. Acesso em: 21 ago/2025.



Texto III




Disponível em:

<https://www.google.com/search?q=charge+sobre+varia%C3%A7%C3%A3o+

lingu%C3%ADstica&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR1167&oq=charge+sobre+v

ariacao+lingu%C3%>. Acesso em: 21 ago/2025. 

Atente às afirmações a seguir e responda ao que se pede.

I- Na fala do locutor do rádio (Texto II), temos a presença de sete palavras paroxítonas.
II- As palavras “evidências”, “existência” e “água” (Texto II) são classificadas como paroxítonas e são acentuadas graficamente porque terminam em ditongo.
III- As palavras “mucumbu”, “até” e “aqui” (Texto III) são oxítonas; já “até”, por ser oxítona, se acentua graficamente porque termina com a vogal “e”.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693356 Português

Atente às imagens a seguir para responder à questão.



Texto II 



Disponível em: https://www.google.com/search?q=charge+sobre+varia%C3%A7%C3%A3o +lingu%C3%ADstica&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR1167&oq=charge+sobr e+variacao+lingu%C3%. Acesso em: 21 ago/2025.



Texto III




Disponível em:

<https://www.google.com/search?q=charge+sobre+varia%C3%A7%C3%A3o+

lingu%C3%ADstica&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR1167&oq=charge+sobre+v

ariacao+lingu%C3%>. Acesso em: 21 ago/2025. 

Acerca dos seus conhecimentos sobre dígrafo e encontros vocálicos e consonontais, marque a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Respostas
27761: C
27762: E
27763: A
27764: D
27765: E
27766: A
27767: D
27768: E
27769: E
27770: B
27771: A
27772: B
27773: C
27774: C
27775: C
27776: E
27777: B
27778: B
27779: A
27780: E