Questões de Concurso Sobre português

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Q3902922 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
Leia o fragmento que segue:

“(...) nada disso garante que você vá ao lugar certo.”

A oração subordinada presente no excerto é classificada como:
Alternativas
Q3902921 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
Dado o excerto:

“O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão (...).”

O termo em destaque pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q3902920 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
 Leia o fragmento:

Dr. Einstein, sei quem o senhor é.”

O termo em destaque exerce a função sintática de:
Alternativas
Q3902919 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
 Conforme o texto, é possível inferir que:
Alternativas
Q3902918 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
 De acordo com o texto:
Alternativas
Q3902536 Português
TEXTO III

Q18_20.png (321×337)
Q18_20_1.png (313×90)





JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo: Ática, 2014.

Os sinais de pontuação exercem a função de marcadores sintáticos, indicando as relações entre os elementos e organizando a hierarquia entre eles. Além disso, eles têm funções semânticas e discursivas importantes em um texto.

No trecho “Penso: se a miséria revolta até as crianças...” (linhas 97- 98), as reticências empregadas geram um efeito de sentido específico. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o efeito de sentido desse sinal de pontuação.
Alternativas
Q3902535 Português
TEXTO III

Q18_20.png (321×337)
Q18_20_1.png (313×90)





JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo: Ática, 2014.

O trecho “Tudo na minha vida é fantástico. Pai não conhece filho, filho não conhece pai. ...” (linhas 91-92) apresenta um tom
Alternativas
Q3902534 Português
TEXTO III

Q18_20.png (321×337)
Q18_20_1.png (313×90)





JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo: Ática, 2014.

As palavras destacadas em “[...] e está prejudicando a minha minguada bolsa” (linhas 84-85) e “Fiquei pensando na Vera, que ia bradar e chorar [...]” (linhas 95-96) significam, respectivamente,
Alternativas
Q3902533 Português
TEXTO II

Vozes-mulheres

Conceição Evaristo


Q14_17.png (184×472)




EVARISTO, Conceição. Vozes-mulheres. In: EVARISTO, Conceição. Poemas da recordação e outros movimentos. 3. ed. Rio de Janeiro: Malê, 2017. p. 24-25.
Na construção do texto II, aborda-se
Alternativas
Q3902532 Português
TEXTO II

Vozes-mulheres

Conceição Evaristo


Q14_17.png (184×472)




EVARISTO, Conceição. Vozes-mulheres. In: EVARISTO, Conceição. Poemas da recordação e outros movimentos. 3. ed. Rio de Janeiro: Malê, 2017. p. 24-25.
Assinale a alternativa que apresenta a correta classificação sintática dos termos em destaque.
Alternativas
Q3902531 Português
TEXTO II

Vozes-mulheres

Conceição Evaristo


Q14_17.png (184×472)




EVARISTO, Conceição. Vozes-mulheres. In: EVARISTO, Conceição. Poemas da recordação e outros movimentos. 3. ed. Rio de Janeiro: Malê, 2017. p. 24-25.
No texto II, o eu lírico trata de uma linhagem ancestral composta da bisavó, da avó, da mãe, de si mesma e da filha. Nesse contexto, a análise das questões sociais abordadas no texto remete a um aspecto
Alternativas
Q3902530 Português
TEXTO II

Vozes-mulheres

Conceição Evaristo


Q14_17.png (184×472)




EVARISTO, Conceição. Vozes-mulheres. In: EVARISTO, Conceição. Poemas da recordação e outros movimentos. 3. ed. Rio de Janeiro: Malê, 2017. p. 24-25.
No texto II, o verbo “ecoar” é repetido em relação a mulheres diferentes – bisavó, avó, mãe e o próprio eu lírico. Seu emprego no texto gera um efeito de sentido específico em relação às vozes das mulheres retratadas. Assinale a alternativa que apresenta a correta correspondência entre a ocorrência do verbo “ecoar” e sua transitividade no contexto.
Alternativas
Q3902529 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
Analise o trecho “O tempo passa mais lento pro negão” (linha 14) e assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação da palavra.
Alternativas
Q3902528 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
Na expressão “Engatilha a macaca” (linha 17), a palavra “macaca” designa, em geral, uma arma, especialmente aquelas com alto poder de fogo, a exemplo das automáticas e das metralhadoras. A utilização desse termo representa uma variante linguística característica de um determinado grupo ou daqueles que convivem com ele. Sabendo disso, a variação linguística referente a esse processo classifica-se como
Alternativas
Q3902527 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
Assinale a alternativa correta em relação ao trecho “É mole de ver / Que em qualquer dura / O tempo passa mais lento pro negão” (linhas 12-14).
Alternativas
Q3902526 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
Com base no trecho “Tudo começou quando a gente conversava / Naquela esquina ali / De frente àquela praça / Veio os homens / E nos pararam” (linhas 01-05), analise a assertivas a seguir.

I. O termo “Tudo” tem a função de sujeito da primeira oração e faz referência à história de vida – da infância à idade adulta – das pessoas que são mencionadas no texto.
II. O termo “a gente” tem a função de sujeito da segunda oração e refere-se a um grupo de pessoas negras que vivenciaram a situação descrita no texto.
III. Os termos “Naquela esquina ali” e “De frente àquela praça” são adjuntos adverbiais de lugar e desempenham a função de situar o leitor em relação ao tempo dos fatos narrados.
IV. O termo “os homens” desempenha a função de objeto direto do verbo “vir”, cujo sujeito é oculto, o que é corroborado pela concordância no singular.
V. No trecho “Veio os homens”, há exemplo de concordância por silepse – ou de palavra para sentido – característica da oralidade.

Estão corretas as assertivas
Alternativas
Q3902525 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
Ao escrever um texto, o autor utiliza vários elementos para manter sua coesão. Sobre esse aspecto, analise as afirmações a seguir.

I. Em “Tudo começou quando a gente conversava” (linha 01), a expressão destacada indica substituição e remete à ancestralidade negra mencionada ao longo do texto.
II. Em “Mas eles não paravam” (linha 08), o termo destacado proporciona direcionamento adversativo ao texto, fazendo com ele continue e progrida.
III. Em “Naquela esquina ali” (linha 02), o termo destacado é dêitico com função tanto de substituir quanto de localizar elementos.
IV. Em “Ao que faz com qualquer / Figurinha do cinema” (linhas 30-31), o termo destacado retoma um elemento expresso anteriormente, caracterizando a coesão referencial anafórica.

Estão corretas as assertivas
Alternativas
Q3902524 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
Relacione corretamente as colunas considerando as palavras listadas e os seus processos de formação.

Coluna 1 
I. Qualquer
II. Figurinha
III. Engatilha
IV. Naquela 

Coluna 2 
a. Derivação sufixal
b. Crase
c. Derivação parassintética
d. Composição por justaposição

Assinale a alternativa que apresenta a correta relação entre as colunas.
Alternativas
Q3902523 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
A função emotiva presente na letra da canção contribui para
Alternativas
Q3902522 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
No texto I, utiliza-se o tipo textual narrativo, cujas características envolvem a presença de personagens em ações sequenciadas. Sobre os objetivos da utilização desse recurso, analise as assertivas a seguir.

I. O enunciador apresenta, em forma de relato, as ações relacionadas a um acontecimento, real ou fictício, que ilustra um protesto.
II. O objetivo central da narração é valorizar a cultura negra e seus feitos na história por meio da música e do cinema.
III. A narrativa propicia um olhar sobre o protagonismo negro ao centralizar o olhar na voz de quem sofre a violência.
IV. O fato de o enunciador contar uma história tem o objetivo de abordar os problemas por meio de eufemismos em relação à violência racial.

É correto o que se afirma em 
Alternativas
Respostas
25961: B
25962: B
25963: A
25964: C
25965: D
25966: B
25967: D
25968: B
25969: B
25970: C
25971: D
25972: A
25973: D
25974: B
25975: D
25976: C
25977: C
25978: A
25979: C
25980: C