Questões de Concurso Sobre português

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Q4390365 Português
A alternativa em que ambas as palavras estão acentuadas devido a uma mesma regra de acentuação gráfica é:
Alternativas
Q4390364 Português
No estudo da acentuação gráfica, as oxítonas — palavras cuja sílaba tônica é a última — seguem regras específicas definidas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. De acordo com essas normas, recebem acento gráfico as oxítonas terminadas em a(s), e(s), o(s), bem como aquelas que terminam em em / ens. Além disso, sua correta grafia depende da observância de regras relacionadas à tonicidade, formação de verbos, enclise com pronomes e aplicação adequada da reforma ortográfica vigente.

Considerando esse conjunto de regras e analisando as palavras apresentadas em cada alternativa, marque aquela em que todas as palavras classificáveis como oxítonas encontram-se escritas corretamente segundo a ortografia oficial do português brasileiro.

Marque a alternativa em que todas as oxítonas estão escritas corretamente:.
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Q4390363 Português
Captura_de tela 2026-10-19 171051.png (368×191)

Diante da visão de um prédio com uma placa indicando SAPATARIA PAPALIA, um jovem deparou-se com a dúvida: como pronunciar a palavra PAPALIA? Levado o problema à sala de aula, a discussão girou em torno da utilidade de conhecer as regras de acentuação e, especialmente, do auxílio que elas podem dar à correta pronúncia de palavras. Após discutirem pronúncia, regras de acentuação e escrita, três alunos apresentaram as seguintes conclusões a respeito da palavra PAPALIA:

I. Se a sílaba tônica for o segundo PA, a escrita deveria ser PAPÁLIA, pois a palavra seria paroxítona terminada em ditongo crescente.
II. Se a sílaba tônica for LI, a escrita deveria ser PAPALÍA, pois “i” e “a” estariam formando hiato.
III. Se a sílaba tônica for LI, a escrita deveria ser PAPALIA, pois não haveria razão para o uso de acento gráfico.

A conclusão está correta apenas em:
Alternativas
Q4390362 Português
Reconhecimento facial: o que se pode esperar dele?

    A tecnologia não é nova, mas está cada vez mais avançada. O conceito foi desenvolvido na década de 1960 por Woodrow "Woody" Bledsoe para a Panoramic Research e até hoje os preceitos são os mesmos: boa parte dos sistemas ainda aposta em imagens 2D, já que a maioria dos bancos de dados de referência tem apenas esse tipo de foto.
    Ela é, portanto, uma forma de autenticação biométrica que permite confirmar uma identidade. O processo de identificação usa as medidas do formato e da estrutura facial, que são únicas para cada indivíduo. Aí começam os problemas: embora seja bastante interessante, ela pode ser controversa.
    É essa a tecnologia usada no Facebook para sugerir marcações em fotos — e quem tem irmãos sabe que o sistema pode ser bastante falho na tarefa de diferenciar pessoas com características semelhantes. Isso porque informações-chave das imagens (como o tamanho e o formato de nariz, boca e olhos, bem como a distância entre diferentes pontos da face) são comparadas com um banco de dados. Há até quem tenha processado a rede social por ter sido identificado em imagens sem ser informado. 

Disponível em: <https://olhardigital.com.br/noticia/reconhecimento-facial-o-que-se-pode-esperardele/84009>. (Adaptado.)
O texto aborda a crescente utilização da tecnologia de reconhecimento facial em diferentes contextos, destacando seu potencial para aprimorar a identificação de pessoas, reforçar a segurança e agilizar processos cotidianos. Apesar dos avanços e benefícios apontados, o texto também ressalta que essa tecnologia “pode ser controversa”, chamando atenção para possíveis impactos negativos associados ao seu uso.

Considerando o conteúdo apresentado, essa controvérsia está relacionada principalmente:
Alternativas
Q4390361 Português
Reconhecimento facial: o que se pode esperar dele?

    A tecnologia não é nova, mas está cada vez mais avançada. O conceito foi desenvolvido na década de 1960 por Woodrow "Woody" Bledsoe para a Panoramic Research e até hoje os preceitos são os mesmos: boa parte dos sistemas ainda aposta em imagens 2D, já que a maioria dos bancos de dados de referência tem apenas esse tipo de foto.
    Ela é, portanto, uma forma de autenticação biométrica que permite confirmar uma identidade. O processo de identificação usa as medidas do formato e da estrutura facial, que são únicas para cada indivíduo. Aí começam os problemas: embora seja bastante interessante, ela pode ser controversa.
    É essa a tecnologia usada no Facebook para sugerir marcações em fotos — e quem tem irmãos sabe que o sistema pode ser bastante falho na tarefa de diferenciar pessoas com características semelhantes. Isso porque informações-chave das imagens (como o tamanho e o formato de nariz, boca e olhos, bem como a distância entre diferentes pontos da face) são comparadas com um banco de dados. Há até quem tenha processado a rede social por ter sido identificado em imagens sem ser informado. 

Disponível em: <https://olhardigital.com.br/noticia/reconhecimento-facial-o-que-se-pode-esperardele/84009>. (Adaptado.)
Com o avanço acelerado das tecnologias digitais, novos métodos de identificação e verificação de identidade têm ganhado destaque, especialmente aqueles baseados em características físicas únicas de cada indivíduo. Entre essas inovações está o reconhecimento facial, técnica de autenticação biométrica que, embora tenha sido desenvolvida ainda na década de 1960, vem sendo aperfeiçoada e incorporada a diferentes sistemas e plataformas contemporâneas.
O texto apresentado explica que essa tecnologia funciona por meio da análise de medidas e proporções específicas do rosto — como o formato de olhos, nariz, boca e a distância entre diferentes pontos faciais — comparando esses dados a um banco de imagens já registrado. Embora amplamente utilizada em redes sociais, serviços digitais e até em dispositivos pessoais, a ferramenta ainda enfrenta desafios e controvérsias, especialmente quando lida com rostos semelhantes, erros de identificação ou questões de privacidade.

Considerando as informações discutidas no texto sobre o funcionamento e as implicações do reconhecimento facial, entre as possibilidades promovidas pelo desenvolvimento de novas tecnologias de autenticação biométrica, o texto destaca:
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Q4390281 Português

Considere o seguinte trecho retirado de um diálogo cotidiano, no qual se observa o uso de diferentes classes gramaticais desempenhando funções específicas na estrutura da frase: 


“Disse que queria um salgado quando a vimos bem cedo.”


As palavras destacadas no período (cada uma pertencente a uma classe gramatical distinta e exercendo papel próprio na construção do sentido) devem ser analisadas de acordo com sua função morfossintática e sua classificação na gramática normativa da língua portuguesa.

Com base nessa análise, assinale a alternativa que apresenta, na ordem correta, a classificação das palavras destacadas

Alternativas
Q4390280 Português
Assinale a alternativa em que todas as informações apresentadas para a palavra em destaque estejam corretas.
Alternativas
Q4390279 Português

No estudo das normas de regência e emprego correto dos termos “a”, “à” e “há”, é comum que candidatos a concursos públicos se deparem com situações em que precisam distinguir entre indicações de tempo decorrido, distância, direção, finalidade ou simples preposição. A compreensão dessas diferenças é essencial para garantir o uso adequado da língua escrita formal.

Considerando esse contexto, observe as orações a seguir, nas quais aparecem lacunas que devem ser preenchidas com as formas corretas, levando em conta aspectos como valor temporal, distância no tempo, preposição exigida pelo verbo e a ocorrência ou não de crase. Leia atentamente:


I. Precisa falar ___ cerca de três mil operários.

II. Daqui ___ alguns anos tudo estará mudado.

III. ___ dias está desaparecido.

IV. Vindos de locais distantes, todos chegaram ___ tempo ___ reunião.


Alternativas
Q4390278 Português
A essência da teoria democrática é a supressão de qualquer imposição de classe, fundada no postulado ou na crença de que os conflitos e problemas humanos – econômicos, políticos, ou sociais – são solucionáveis pela educação, isto é, pela cooperação voluntária, mobilizada pela opinião pública esclarecida. Está claro que essa opinião pública terá de ser formada à luz dos melhores conhecimentos existentes e, assim, a pesquisa científica nos campos das ciências naturais e das chamadas ciências sociais deverá se fazer a mais ampla, a mais vigorosa, a mais livre, e a difusão desses conhecimentos, a mais completa, a mais imparcial e em termos que os tornem acessíveis a todos. 
(Anísio Teixeira, Educação é um direito. Adaptado.)
No trecho “chamadas ciências sociais”, o emprego do termo “chamadas” indica que o autor
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Q4390277 Português

O labirinto dos manuais


Há alguns meses troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções!


Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.


— Manual só confunde – disse didaticamente. – Dá uma de curioso.


Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” – um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?


Tudo foi criado para simplificar. Mas até o microndas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!


Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo!


(Walcyr Carrasco, Veja SP, 19.09.2007. Adaptado)

Analise as afirmações sobre trechos do texto e assinale a correta. 
Alternativas
Q4390276 Português

O labirinto dos manuais


Há alguns meses troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções!


Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.


— Manual só confunde – disse didaticamente. – Dá uma de curioso.


Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” – um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?


Tudo foi criado para simplificar. Mas até o microndas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!


Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo!


(Walcyr Carrasco, Veja SP, 19.09.2007. Adaptado)

Em um breve relato em primeira pessoa, o narrador descreve sua experiência frustrante ao comprar um novo celular apresentado pela vendedora como moderno, intuitivo e capaz de realizar diversas funções com facilidade. Após a compra, ele tenta seguir as instruções do manual que acompanhava o aparelho, mas percebe que as explicações são excessivamente técnicas, confusas e pouco úteis para quem não domina a linguagem da informática. 

O narrador comenta que, apesar das promessas impressas na capa do manual ( como “aprenda rápido” e “entenda tudo sobre seu novo dispositivo”), o conteúdo interior não corresponde às expectativas, gerando mais dúvidas do que esclarecimentos. O texto revela, com humor e leve ironia, a distância entre o mundo real do consumidor comum e o discurso otimista dos materiais promocionais e técnicos.


Pelos comentários feitos pelo narrador, pode-se concluir corretamente que:

Alternativas
Q4390261 Português
Para escrever bem, é importante conhecer as regras básicas da língua portuguesa. Em algumas frases, podem aparecer erros de concordância, de uso das palavras ou de organização das ideias. Entre as frases apresentadas em uma atividade, apenas uma delas estará escrita de forma correta, seguindo as regras mais simples e importantes da gramática. Assinale a frase gramaticalmente correta:
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Q4390260 Português
Considerando as regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, assinale a alternativa cuja palavra está corretamente acentuada e cuja justificativa está adequada à norma culta. 
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Q4390259 Português

Uma revolução educacionista para completar a Abolição


"O novo livro de Cristovam Buarque, A última trincheira da escravidão, inscreve-se na melhor tradição de pensadores que souberam projetar o Brasil para além do imediato. Diante da nossa imoral desigualdade social, todos ficam tentados a discutir políticas sociais de efeito imediato. Trata-se de aliviar o sofrimento de milhões de brasileiros. O quanto antes. Mas isso não nos deveria eximir de pensar o médio e o longo prazos. E imaginar mudanças para que o nosso desenvolvimento corrija o atraso, a pobreza e a exclusão. Só assim teremos um projeto de país.(...)

Quem tem o privilégio de ler esse seu livro, logo se convence da importância da cruzada de Cristovam por uma revolução educacionista. Imaginar um Brasil desenvolvido e socialmente justo depende de uma condição essencial: uma educação básica de qualidade com acesso equitativo para ricos e pobres. Nesse livro, Cristovam mostra que o acesso equitativo à escola de qualidade é o principal vetor do desenvolvimento. Mais do que um mero investimento ou política social. E apresenta uma proposta consistente de um Sistema Único Nacional Público para a educação de base.

O mapa para alguém ser livre é a escola quem dá. Sem a educação de qualidade, ninguém pode saber o caminho para viver livremente na contemporaneidade. Somente no século 21, o Brasil começou a matricular todos na escola. Mas em escolas desiguais. Aí surge a última trincheira da escravidão: a dualidade da escola-senzala e da escola-casa-grande.(...)

Os descendentes sociais dos escravizados estão nas escolas de baixa qualidade. Sem acesso ao aparato básico para exercer uma cidadania plena no novo mundo digital. Eles são a vasta maioria do povo brasileiro. Já para os descendentes sociais dos escravocratas, este triste país garante escolas de nível internacional e lhes proporciona uma formação com todas as ferramentas do conhecimento necessárias para trabalhar e empreender no novo ambiente tecnológico."


(Trecho de artigo de opinião escrito por Maurício Rands, Advogado formado pela FDR da UFPE, Ph.D. pela Universidade Oxford.) 

Leia o trecho adaptado do livro A Última Trincheira da Escravidão, de Cristovam Buarque:


"Sem a educação de qualidade, ninguém pode saber o caminho para viver livremente na contemporaneidade.”


Nesse trecho, observa-se o emprego de uma vírgula logo após a expressão inicial. A pontuação utilizada não é aleatória: ela cumpre uma função sintática específica dentro da estrutura da oração, separando elementos para organizar e esclarecer o sentido da frase. Considerando as regras de uso da vírgula na língua portuguesa, a vírgula usada nesse trecho tem a função de:

Alternativas
Q4390258 Português

Uma revolução educacionista para completar a Abolição


"O novo livro de Cristovam Buarque, A última trincheira da escravidão, inscreve-se na melhor tradição de pensadores que souberam projetar o Brasil para além do imediato. Diante da nossa imoral desigualdade social, todos ficam tentados a discutir políticas sociais de efeito imediato. Trata-se de aliviar o sofrimento de milhões de brasileiros. O quanto antes. Mas isso não nos deveria eximir de pensar o médio e o longo prazos. E imaginar mudanças para que o nosso desenvolvimento corrija o atraso, a pobreza e a exclusão. Só assim teremos um projeto de país.(...)

Quem tem o privilégio de ler esse seu livro, logo se convence da importância da cruzada de Cristovam por uma revolução educacionista. Imaginar um Brasil desenvolvido e socialmente justo depende de uma condição essencial: uma educação básica de qualidade com acesso equitativo para ricos e pobres. Nesse livro, Cristovam mostra que o acesso equitativo à escola de qualidade é o principal vetor do desenvolvimento. Mais do que um mero investimento ou política social. E apresenta uma proposta consistente de um Sistema Único Nacional Público para a educação de base.

O mapa para alguém ser livre é a escola quem dá. Sem a educação de qualidade, ninguém pode saber o caminho para viver livremente na contemporaneidade. Somente no século 21, o Brasil começou a matricular todos na escola. Mas em escolas desiguais. Aí surge a última trincheira da escravidão: a dualidade da escola-senzala e da escola-casa-grande.(...)

Os descendentes sociais dos escravizados estão nas escolas de baixa qualidade. Sem acesso ao aparato básico para exercer uma cidadania plena no novo mundo digital. Eles são a vasta maioria do povo brasileiro. Já para os descendentes sociais dos escravocratas, este triste país garante escolas de nível internacional e lhes proporciona uma formação com todas as ferramentas do conhecimento necessárias para trabalhar e empreender no novo ambiente tecnológico."


(Trecho de artigo de opinião escrito por Maurício Rands, Advogado formado pela FDR da UFPE, Ph.D. pela Universidade Oxford.) 

Leia o trecho adaptado do texto de Cristovam Buarque:


“O mapa para alguém ser livre é a escola quem dá. Sem a educação de qualidade, ninguém pode saber o caminho para viver livremente na contemporaneidade.”


Com base nesse trecho, observe as palavras destacadas abaixo e assinale a alternativa em que a classificação quanto ao número de sílabas está correta.

Alternativas
Q4390257 Português

Uma revolução educacionista para completar a Abolição


"O novo livro de Cristovam Buarque, A última trincheira da escravidão, inscreve-se na melhor tradição de pensadores que souberam projetar o Brasil para além do imediato. Diante da nossa imoral desigualdade social, todos ficam tentados a discutir políticas sociais de efeito imediato. Trata-se de aliviar o sofrimento de milhões de brasileiros. O quanto antes. Mas isso não nos deveria eximir de pensar o médio e o longo prazos. E imaginar mudanças para que o nosso desenvolvimento corrija o atraso, a pobreza e a exclusão. Só assim teremos um projeto de país.(...)

Quem tem o privilégio de ler esse seu livro, logo se convence da importância da cruzada de Cristovam por uma revolução educacionista. Imaginar um Brasil desenvolvido e socialmente justo depende de uma condição essencial: uma educação básica de qualidade com acesso equitativo para ricos e pobres. Nesse livro, Cristovam mostra que o acesso equitativo à escola de qualidade é o principal vetor do desenvolvimento. Mais do que um mero investimento ou política social. E apresenta uma proposta consistente de um Sistema Único Nacional Público para a educação de base.

O mapa para alguém ser livre é a escola quem dá. Sem a educação de qualidade, ninguém pode saber o caminho para viver livremente na contemporaneidade. Somente no século 21, o Brasil começou a matricular todos na escola. Mas em escolas desiguais. Aí surge a última trincheira da escravidão: a dualidade da escola-senzala e da escola-casa-grande.(...)

Os descendentes sociais dos escravizados estão nas escolas de baixa qualidade. Sem acesso ao aparato básico para exercer uma cidadania plena no novo mundo digital. Eles são a vasta maioria do povo brasileiro. Já para os descendentes sociais dos escravocratas, este triste país garante escolas de nível internacional e lhes proporciona uma formação com todas as ferramentas do conhecimento necessárias para trabalhar e empreender no novo ambiente tecnológico."


(Trecho de artigo de opinião escrito por Maurício Rands, Advogado formado pela FDR da UFPE, Ph.D. pela Universidade Oxford.) 

O livro A Última Trincheira da Escravidão, busca provocar o leitor a analisar não apenas o passado escravista, mas também as marcas deixadas por esse período e os desafios ainda existentes para a efetiva superação dessas desigualdades.O objetivo do autor do livro A Última Trincheira da Escravidão é:
Alternativas
Q4390256 Português

Uma revolução educacionista para completar a Abolição


"O novo livro de Cristovam Buarque, A última trincheira da escravidão, inscreve-se na melhor tradição de pensadores que souberam projetar o Brasil para além do imediato. Diante da nossa imoral desigualdade social, todos ficam tentados a discutir políticas sociais de efeito imediato. Trata-se de aliviar o sofrimento de milhões de brasileiros. O quanto antes. Mas isso não nos deveria eximir de pensar o médio e o longo prazos. E imaginar mudanças para que o nosso desenvolvimento corrija o atraso, a pobreza e a exclusão. Só assim teremos um projeto de país.(...)

Quem tem o privilégio de ler esse seu livro, logo se convence da importância da cruzada de Cristovam por uma revolução educacionista. Imaginar um Brasil desenvolvido e socialmente justo depende de uma condição essencial: uma educação básica de qualidade com acesso equitativo para ricos e pobres. Nesse livro, Cristovam mostra que o acesso equitativo à escola de qualidade é o principal vetor do desenvolvimento. Mais do que um mero investimento ou política social. E apresenta uma proposta consistente de um Sistema Único Nacional Público para a educação de base.

O mapa para alguém ser livre é a escola quem dá. Sem a educação de qualidade, ninguém pode saber o caminho para viver livremente na contemporaneidade. Somente no século 21, o Brasil começou a matricular todos na escola. Mas em escolas desiguais. Aí surge a última trincheira da escravidão: a dualidade da escola-senzala e da escola-casa-grande.(...)

Os descendentes sociais dos escravizados estão nas escolas de baixa qualidade. Sem acesso ao aparato básico para exercer uma cidadania plena no novo mundo digital. Eles são a vasta maioria do povo brasileiro. Já para os descendentes sociais dos escravocratas, este triste país garante escolas de nível internacional e lhes proporciona uma formação com todas as ferramentas do conhecimento necessárias para trabalhar e empreender no novo ambiente tecnológico."


(Trecho de artigo de opinião escrito por Maurício Rands, Advogado formado pela FDR da UFPE, Ph.D. pela Universidade Oxford.) 

A Abolição da escravatura no Brasil, embora tenha sido um marco histórico importante, é frequentemente discutida em textos que destacam que esse processo não se encerrou apenas com a assinatura da Lei Áurea. Muitas análises apontam que a verdadeira Abolição só se completa quando há garantia de direitos, inclusão social, igualdade de oportunidades e reparação histórica. Considerando o conteúdo apresentado no texto mencionado, reflita sobre os argumentos expostos pelo autor e identifique qual é a condição essencial apontada como necessária para que a Abolição seja plenamente efetivada no Brasil. 
Alternativas
Q4390243 Português
Assinale a alternativa em que o grau comparativo está correto:
Alternativas
Q4390242 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras são derivadas de FERRO: 
Alternativas
Q4390241 Português
Texto II

A Cigarra e a Formiga

A cigarra passou cantando todo verão desse ano.
Depois se viu num apuro, chegou um inverno duro.
Por um pedaço ou migalha de pão ou mesmo de palha,
foi chorar feito mendiga, lá na porta da formiga.
- “Qualquer coisa de comer! Eu prometo devolver, assim que seja verão.
Cada grão por cada grão. E, palavra de animal, com juros etc e tal.”
- “E no tempo de calor? O que fazia? me diga,” perguntou-lhe a formiga, sem pena da sua dor.
“Eu cantava, noite e dia. Eu cantava toda hora.”
- “Cantava, né? Já sabia! Muito bem... Dance agora!”

(La Fontaine (1621-1697/Tradução de Angela-Lago)
Todas as frases abaixo estão no singular, EXCETO: 
Alternativas
Respostas
22821: A
22822: A
22823: D
22824: C
22825: C
22826: A
22827: A
22828: A
22829: E
22830: C
22831: B
22832: A
22833: D
22834: C
22835: A
22836: E
22837: B
22838: C
22839: B
22840: E