Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3368480 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à concordância nominal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3368479 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à concordância verbal, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3368478 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com a gramática normativa, quanto ao emprego das conjunções, assinale a alternativa em que a conjunção destacada estabelece proporção.
Alternativas
Q3368477 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com a gramática normativa, quanto ao emprego das conjunções, assinale a alternativa em que a conjunção destacada exprima explicação. 
Alternativas
Q3368474 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, quanto à ortografia, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3368473 Português
Humanos viverão por mais tempo até 2050, mas qualidade
de vida vai diminuir



Até 2050, as pessoas viverão mais tempo. Porém, a perspectiva de anos de boa vida não acompanhará esse crescimento, pois há tendência de elevação dos casos de doenças metabólicas, como sobrepeso


         As conclusões do Estudo sobre a Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco (GBD) revelam uma previsão de aumento na expectativa de vida global. Entre 2022 e 2050, é esperado que homens vivam 4,9 anos a mais e mulheres 4,2, com uma redução nas disparidades regionais. Esse crescimento é impulsionado por melhorias nas taxas de sobrevivência de doenças cardiovasculares, covid-19 e várias patologias transmissíveis, maternas, neonatais e nutricionais (CMNNs). Na contramão, problemas metabólicos, como pressão e colesterol alto, aumentaram quase 50% nas duas últimas décadas.

        No entanto, há uma mudança nas taxas de CMNNs, que estão se tornando menos comuns, e de condições não transmissíveis (DNTs), que fazem mais vítimas a cada dia, como câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica e diabetes. Esse deslocamento reflete um aumento na incidência de fatores de risco comportamentais e metabólicos, como obesidade, hipertensão, dieta inadequada e tabagismo. Essas condições mudarão os índices de anos de vida perdidos para anos vividos com incapacidade, ou seja, mais pessoas viverão mais tempo, mas com problemas de saúde.

        Segundo o estudo, detalhado na revista The Lancet, a expectativa de vida global deve aumentar de 73,6 anos em 2022 para 78,1 anos em 2050. Paralelamente, a perspectiva de vida saudável deve subir de 64,8 anos para 67,4 anos. Isso indica que,
embora a população mundial viva mais tempo, os anos com boa saúde não aumentarão na mesma proporção.

       As regiões com menor expectativa de vida atual, como a África Subsariana, viverão elevações, graças a intervenções de saúde pública pontuais.

      “Há imensas oportunidades pela frente para influenciarmos o futuro da saúde global, superando esses fatores de risco metabólicos e dietéticos crescentes, particularmente aqueles relacionados com fatores comportamentais e de estilo de vida, como açúcar elevado no sangue, índice de massa corporal elevado e pressão arterial elevada”, reforçou Amanda E. Smith, diretora assistente de Previsão do Instituto Izzy Colindres de Métricas e Avaliação em Saúde (IHME), que participou do trabalho.

       Carol Sarmento, médica intensivista e paliativista e idealizadora do Cuida — projeto que estimula o autocuidado — detalha que com mais pessoas envelhecendo é fundamental melhorar a qualidade de serviços e de atenção na sociedade. “De maneira que as pessoas vivam isso com qualidade, mantendo a autonomia e sendo funcionais. Tudo isso faz bem às famílias e à sociedade também. Envelhecer com saúde e evitando doenças crônicas degenerativas da terceira idade”.

         Fernanda Carvalho Oliveira, médica especialista em longevidade e bem-estar, da clínica Viva Mais, em Brasília, destaca que doenças crônicas e inflamatórias passarão a ser não apenas as principais causas de morte, mas também responsáveis por sequelas e incapacidade. “Trazendo um paradoxo para o momento atual, onde se vive cada vez mais, mas não necessariamente melhor. Essa realidade tende a se agravar e tem grande impacto em como as pessoas viverão seus últimos anos, inclusive há repercussões sociais e econômicas, impactando a Previdência e os custos com saúde”.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-esaude/2024/05/6858735-humanos-viverao-por-mais-tempo-ate-2050-masqualidade-de-vida-vai-diminuir.html. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta a afirmativa que melhor reflete a previsão dos especialistas sobre as mudanças nos padrões de saúde global até 2050.
Alternativas
Q3368472 Português
Humanos viverão por mais tempo até 2050, mas qualidade
de vida vai diminuir



Até 2050, as pessoas viverão mais tempo. Porém, a perspectiva de anos de boa vida não acompanhará esse crescimento, pois há tendência de elevação dos casos de doenças metabólicas, como sobrepeso


         As conclusões do Estudo sobre a Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco (GBD) revelam uma previsão de aumento na expectativa de vida global. Entre 2022 e 2050, é esperado que homens vivam 4,9 anos a mais e mulheres 4,2, com uma redução nas disparidades regionais. Esse crescimento é impulsionado por melhorias nas taxas de sobrevivência de doenças cardiovasculares, covid-19 e várias patologias transmissíveis, maternas, neonatais e nutricionais (CMNNs). Na contramão, problemas metabólicos, como pressão e colesterol alto, aumentaram quase 50% nas duas últimas décadas.

        No entanto, há uma mudança nas taxas de CMNNs, que estão se tornando menos comuns, e de condições não transmissíveis (DNTs), que fazem mais vítimas a cada dia, como câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica e diabetes. Esse deslocamento reflete um aumento na incidência de fatores de risco comportamentais e metabólicos, como obesidade, hipertensão, dieta inadequada e tabagismo. Essas condições mudarão os índices de anos de vida perdidos para anos vividos com incapacidade, ou seja, mais pessoas viverão mais tempo, mas com problemas de saúde.

        Segundo o estudo, detalhado na revista The Lancet, a expectativa de vida global deve aumentar de 73,6 anos em 2022 para 78,1 anos em 2050. Paralelamente, a perspectiva de vida saudável deve subir de 64,8 anos para 67,4 anos. Isso indica que,
embora a população mundial viva mais tempo, os anos com boa saúde não aumentarão na mesma proporção.

       As regiões com menor expectativa de vida atual, como a África Subsariana, viverão elevações, graças a intervenções de saúde pública pontuais.

      “Há imensas oportunidades pela frente para influenciarmos o futuro da saúde global, superando esses fatores de risco metabólicos e dietéticos crescentes, particularmente aqueles relacionados com fatores comportamentais e de estilo de vida, como açúcar elevado no sangue, índice de massa corporal elevado e pressão arterial elevada”, reforçou Amanda E. Smith, diretora assistente de Previsão do Instituto Izzy Colindres de Métricas e Avaliação em Saúde (IHME), que participou do trabalho.

       Carol Sarmento, médica intensivista e paliativista e idealizadora do Cuida — projeto que estimula o autocuidado — detalha que com mais pessoas envelhecendo é fundamental melhorar a qualidade de serviços e de atenção na sociedade. “De maneira que as pessoas vivam isso com qualidade, mantendo a autonomia e sendo funcionais. Tudo isso faz bem às famílias e à sociedade também. Envelhecer com saúde e evitando doenças crônicas degenerativas da terceira idade”.

         Fernanda Carvalho Oliveira, médica especialista em longevidade e bem-estar, da clínica Viva Mais, em Brasília, destaca que doenças crônicas e inflamatórias passarão a ser não apenas as principais causas de morte, mas também responsáveis por sequelas e incapacidade. “Trazendo um paradoxo para o momento atual, onde se vive cada vez mais, mas não necessariamente melhor. Essa realidade tende a se agravar e tem grande impacto em como as pessoas viverão seus últimos anos, inclusive há repercussões sociais e econômicas, impactando a Previdência e os custos com saúde”.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-esaude/2024/05/6858735-humanos-viverao-por-mais-tempo-ate-2050-masqualidade-de-vida-vai-diminuir.html. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta o principal paradoxo apresentado no texto sobre a expectativa de vida global até 2050.
Alternativas
Q3368016 Português
O poder dos pets para a nossa saúde mental


Dados apontam que o Brasil já alcançou a incrível marca de 168 milhões de pets (a maioria cães e gatos) para uma população de 215 milhões de pessoas. Isso ajuda a nos ter uma ideia do quanto eles passaram a fazer parte do dia a dia da maioria das pessoas, mesmo quando essas pessoas não têm um lugar para morar.

Por que será que amamos tanto os nossos animais de estimação? Muitos estudos vêm se debruçando nisso e no poder dos pets sobre a nossa saúde mental.

Descobriu-se, por exemplo, que só de olharmos os nossos animais, o nosso corpo responde com a liberação do chamado hormônio do amor (a ocitocina), aquele que nos ajuda a nos sentirmos bem. Ou seja, olhar para os nossos pets nos traz grande bem-estar emocional.

Verificou-se também que, na presença de seus pets, os tutores ficam mais relaxados frente a uma situação de estresse ao ponto de até a pressão arterial cair. O benefício também vale para o animal: perto de seu tutor, os animais sentem-se mais seguros e brincam mais.

Há muito tempo, presenciamos o fenômeno do crescimento da população das cidades e do aumento acelerado do espaço urbano. A solidão nos grandes centros é uma realidade e tem grande impacto na saúde mental.

E é aí que entra o animal de estimação. Não só ele costuma ser um motivador para uma pessoa sair de casa e ainda se exercitar como, de alguma forma, ele é capaz de reativar em nós a capacidade de nos relacionarmos com um outro. Muitas pessoas que são sozinhas dizem que seus bichinhos as fizeram redescobrir o que é amar e ser amado. E isso é sinal de boa saúde mental.

Os animais de estimação também são um apoio importante em momentos de luto, quando perdemos alguém ou algo que é importante para nós.

Por fim, algo que acho muito bonito: nossos pets nos fazem voltar a ser crianças e a descobrir novamente a capacidade de brincar, uma das habilidades mais importantes para o cuidado da saúde mental de adultos e de crianças.



https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-o-poder-dos-p ets-para-a-nossa-saude-mental/
Qual é um benefício mencionado para os tutores na presença de animais, de acordo com o texto?
Alternativas
Q3368015 Português
O poder dos pets para a nossa saúde mental


Dados apontam que o Brasil já alcançou a incrível marca de 168 milhões de pets (a maioria cães e gatos) para uma população de 215 milhões de pessoas. Isso ajuda a nos ter uma ideia do quanto eles passaram a fazer parte do dia a dia da maioria das pessoas, mesmo quando essas pessoas não têm um lugar para morar.

Por que será que amamos tanto os nossos animais de estimação? Muitos estudos vêm se debruçando nisso e no poder dos pets sobre a nossa saúde mental.

Descobriu-se, por exemplo, que só de olharmos os nossos animais, o nosso corpo responde com a liberação do chamado hormônio do amor (a ocitocina), aquele que nos ajuda a nos sentirmos bem. Ou seja, olhar para os nossos pets nos traz grande bem-estar emocional.

Verificou-se também que, na presença de seus pets, os tutores ficam mais relaxados frente a uma situação de estresse ao ponto de até a pressão arterial cair. O benefício também vale para o animal: perto de seu tutor, os animais sentem-se mais seguros e brincam mais.

Há muito tempo, presenciamos o fenômeno do crescimento da população das cidades e do aumento acelerado do espaço urbano. A solidão nos grandes centros é uma realidade e tem grande impacto na saúde mental.

E é aí que entra o animal de estimação. Não só ele costuma ser um motivador para uma pessoa sair de casa e ainda se exercitar como, de alguma forma, ele é capaz de reativar em nós a capacidade de nos relacionarmos com um outro. Muitas pessoas que são sozinhas dizem que seus bichinhos as fizeram redescobrir o que é amar e ser amado. E isso é sinal de boa saúde mental.

Os animais de estimação também são um apoio importante em momentos de luto, quando perdemos alguém ou algo que é importante para nós.

Por fim, algo que acho muito bonito: nossos pets nos fazem voltar a ser crianças e a descobrir novamente a capacidade de brincar, uma das habilidades mais importantes para o cuidado da saúde mental de adultos e de crianças.



https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-o-poder-dos-p ets-para-a-nossa-saude-mental/
Qual é o papel dos animais de estimação mencionado no texto em relação ao luto?
Alternativas
Q3368012 Português
O poder dos pets para a nossa saúde mental


Dados apontam que o Brasil já alcançou a incrível marca de 168 milhões de pets (a maioria cães e gatos) para uma população de 215 milhões de pessoas. Isso ajuda a nos ter uma ideia do quanto eles passaram a fazer parte do dia a dia da maioria das pessoas, mesmo quando essas pessoas não têm um lugar para morar.

Por que será que amamos tanto os nossos animais de estimação? Muitos estudos vêm se debruçando nisso e no poder dos pets sobre a nossa saúde mental.

Descobriu-se, por exemplo, que só de olharmos os nossos animais, o nosso corpo responde com a liberação do chamado hormônio do amor (a ocitocina), aquele que nos ajuda a nos sentirmos bem. Ou seja, olhar para os nossos pets nos traz grande bem-estar emocional.

Verificou-se também que, na presença de seus pets, os tutores ficam mais relaxados frente a uma situação de estresse ao ponto de até a pressão arterial cair. O benefício também vale para o animal: perto de seu tutor, os animais sentem-se mais seguros e brincam mais.

Há muito tempo, presenciamos o fenômeno do crescimento da população das cidades e do aumento acelerado do espaço urbano. A solidão nos grandes centros é uma realidade e tem grande impacto na saúde mental.

E é aí que entra o animal de estimação. Não só ele costuma ser um motivador para uma pessoa sair de casa e ainda se exercitar como, de alguma forma, ele é capaz de reativar em nós a capacidade de nos relacionarmos com um outro. Muitas pessoas que são sozinhas dizem que seus bichinhos as fizeram redescobrir o que é amar e ser amado. E isso é sinal de boa saúde mental.

Os animais de estimação também são um apoio importante em momentos de luto, quando perdemos alguém ou algo que é importante para nós.

Por fim, algo que acho muito bonito: nossos pets nos fazem voltar a ser crianças e a descobrir novamente a capacidade de brincar, uma das habilidades mais importantes para o cuidado da saúde mental de adultos e de crianças.



https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-o-poder-dos-p ets-para-a-nossa-saude-mental/
Qual é a relação entre a população de pets e a população humana no Brasil, conforme descrito no texto?
Alternativas
Q3365250 Português
O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que entrou em vigor em 2009 e foi oficialmente adotado em 2016, trouxe várias mudanças significativas nas regras de acentuação. Essas alterações visam unificar a ortografia entre os países lusófonos e simplificar a escrita.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma mudança nas regras de acentuação prevista nesse referido acordo:
Alternativas
Q3365249 Português
Os Pronomes demonstrativos são os que indicam a posição dos seres em relação às três pessoas do discurso. Esta localização pode ser no tempo, no espaço ou no discurso.
Acerca dessa temática, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3365248 Português
O pronome relativo exerce uma função sintática na oração a que pertence, conectando duas orações e substituindo um termo anteriormente mencionado. Ele pode desempenhar papéis variados, como sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, adjunto adverbial ou predicativo do sujeito. Além de introduzir orações subordinadas adjetivas, os pronomes relativos fornecem coesão e clareza ao texto.
Nesse contexto, assinale a alternativa em que o pronome relativo exerce a função de sujeito:
Alternativas
Q3365246 Português
Não raro o objeto aparece iniciado por preposição: Amar a Deus sobre todas as coisas . A preposição quase sempre aparece para evidenciar o contraste entre o sujeito e o complemento, não se confundindo com o caso do posvérbio, porque este repercute na significação do verbo. Ocorre o objeto direto preposicionado nos seguintes casos, EXCETO:
Alternativas
Q3365244 Português
Chamam-se fonemas os sons elementares e distintivos que o homem produz quando, pela voz, exprime seus pensamentos e emoções. Desde logo uma distinção se impõe: não se há de confundir fonema com letra. Fonema é uma realidade acústica, realidade que nosso ouvido registra; enquanto letra é:
Alternativas
Q3365242 Português
O português, como outras línguas, apresenta normas textuais para nos referirmos no enunciado às palavras ou aos pensamentos de responsabilidade do nosso interlocutor, mediante os chamados discurso direto, discurso indireto e discurso indireto livre.

Em relação a essa temática, analise as afirmações que seguem:
I.No discurso direto reproduzimos ou supomos reproduzir fiel e textualmente as nossas palavras e as do nosso interlocutor, em diálogo, com a ajuda explícita ou não de verbos como disse, respondeu, perguntou, retrucou ou sinônimos.
II.No discurso indireto os verbos se inserem na oração principal de uma oração complexa tendo por subordinada as porções do enunciado que reproduzem as palavras próprias ou do nosso interlocutor. Introduzem-se pelo transpositor que, pela dubitativa se e pelos pronomes e advérbios de natureza pronominal quem, qual, onde, como, por que, quando, etc.
III.O discurso indireto livre consiste em, conservando os enunciados próprios do nosso interlocutor, não fazer-lhe referência direta. Uma particularidade do estilo indireto livre é a permanência das interrogações e exclamações da forma oracional originária, ao contrário do caráter declarativo do estilo indireto.
Moderna gramática portuguesa / Evanildo Bechara. − 37. ed. rev., ampl. e atual. conforme o novo Acordo Ortográfico. − Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 2009.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3365238 Português
A concordância pode ser nominal ou verbal − Diz-se concordância nominal a que se verifica em gênero e número entre o adjetivo e o pronome (adjetivo), o artigo, o numeral ou o particípio (palavras determinantes) e o substantivo ou pronome (palavras determinadas) a que se referem.

Considerando essa temática, analise as afirmativas apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) Um e outro, nem um nem outro − Com um e outro, põe-se no singular o determinado (substantivo), e no singular ou no plural o verbo da oração, quando estas expressões aparecem como sujeito.
(__) Mesmo, próprio, só − Concordam com a palavra determinada em gênero e número.
(__) Possível − Com o mais possível, o menos possível, o melhor possível, o pior possível, quanto possível, o adjetivo possível fica invariável, ainda que se afaste da palavra mais. Com o plural os mais, os menos, os piores, os melhores, o adjetivo possível vai ao plural. Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3365237 Português
Em geral, só pode ser construído na voz passiva verbo que pede objeto direto, acompanhado ou não de outro complemento. Daí a língua padrão lutar contra linguagens do tipo: A missa foi assistida por todos , uma vez que o verbo assistir, nesta acepção, só se constrói com complemento relativo: Todos assistiram à missa.
Moderna gramática portuguesa / Evanildo Bechara. − 37. ed. rev., ampl. e atual. conforme o novo Acordo Ortográfico. − Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 2009.

Na passagem da ativa para a passiva segue-se o esquema:
I) O sujeito da ativa, se houver, passa a agente da passiva.
II) O objeto direto da ativa, se houver, passa a sujeito da passiva.
III) O verbo da voz ativa passa para a voz passiva, conservando-se o mesmo tempo e modo.
IV) Não sofrem alteração os outros termos oracionais que apareçam.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3364599 Português

Imagem associada para resolução da questão


As linguagens verbal e não-verbal se complementam, tornando mais rica, compreensível e acessível a comunicação humana. Considerando a imagem da tirinha, infere-se que:

Alternativas
Q3361471 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Mundo tem um bilhão de obesos

Mais de um bilhão de pessoas vivem com obesidade em todo o mundo, mostram estimativas globais publicadas pela revista científica The Lancet.

As taxas mais elevadas foram registradas em Tonga e na Samoa Americana para as mulheres e na Samoa Americana e Nauru para os homens.

A equipe internacional de cientistas afirma que há uma necessidade urgente de grandes mudanças na forma como a obesidade é combatida, pois ela aumenta o risco de desenvolver muitos problemas de saúde graves, incluindo doenças cardíacas, diabetes tipo dois e alguns tipos de câncer.

"Em muitas dessas nações insulares, tudo se resume à disponibilidade de alimentos saudáveis versus alimentos não saudáveis", disse à BBC o pesquisador sênior Majid Ezzati, professor da Imperial College London.

"Em alguns casos, houve campanhas de marketing agressivas, promovendo alimentos não saudáveis, enquanto o custo e a disponibilidade de alimentos mais saudáveis tornaram-se problemáticos."

O professor Ezzati, que analisa dados globais há anos, diz estar surpreso com a velocidade com que o quadro mudou; há muitos países enfrentando agora uma crise de obesidade, enquanto o número de lugares onde pessoas estão abaixo do peso é considerado uma preocupação.

O relatório constatou que a taxa de obesidade quadruplicou entre crianças e adolescentes. Entretanto, para os adultos, a taxa mais do que duplicou nas mulheres e quase triplicou nos homens.

"Este novo estudo destaca a importância de prevenir e controlar a obesidade desde o início da vida até a idade adulta, por meio de dieta, atividade física e cuidados adequados", afirmou o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Ele acrescentou que isso exige trabalho dos governos e das comunidades e "requer de forma importante a cooperação do setor privado, responsável pelos impactos dos seus produtos na saúde".

Um dos autores do estudo, o doutor Guha Pradeepa, afirma que os principais problemas globais correm o risco de agravar a desnutrição causada pela obesidade e pelo baixo peso.

"O impacto de questões como as mudanças climáticas, as perturbações causadas pela pandemia e a guerra na Ucrânia agravam as taxas de obesidade e de baixo peso, aumentando a pobreza e o custo dos alimentos ricos em nutrientes", disse.

"Os efeitos em cadeia são a alimentação insuficiente em alguns países e famílias, e a mudança para alimentos menos saudáveis em outros."

A rede de pesquisadores analisou medidas de altura e peso de cerca de duzentos e vinte milhões de pessoas com cinco anos ou mais. Eles usaram uma medida chamada índice de massa corporal, o IMC.

Embora reconheçam que esta é uma medida imperfeita da extensão da gordura corporal e afirmem que alguns países têm dados melhores do que outros, argumentam que é a mais amplamente utilizada, tornando possível a análise global.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c0v38dy8vygo.adaptado.
Os efeitos em cadeia são a alimentação insuficiente em alguns países e famílias, e a mudança para alimentos menos saudáveis em outros.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
39621: C
39622: B
39623: A
39624: E
39625: D
39626: E
39627: A
39628: A
39629: C
39630: B
39631: A
39632: D
39633: A
39634: D
39635: B
39636: C
39637: B
39638: B
39639: D
39640: A