Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3330851 Português

A frase: “Foram 13 anos de chamego e encanto”, servirá para a questão.


Na frase, temos o numeral destacado “13” que está em negrito. De acordo com sua morfologia, trata-se de:

Alternativas
Q3330850 Português

Mila



    Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás.

E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou-me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.

Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento?

     Amá-la — foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.

No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.

   Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.

     Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade.


(Carlos Heitor Cony) 

Considere a frase: “O que fazer contra o vento?” As palavras destacadas são, morfologicamente, na sequência: 
Alternativas
Q3330849 Português

Mila



    Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás.

E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou-me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.

Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento?

     Amá-la — foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.

No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.

   Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.

     Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade.


(Carlos Heitor Cony) 

Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3330848 Português

Mila



    Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás.

E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou-me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.

Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento?

     Amá-la — foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.

No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.

   Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.

     Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade.


(Carlos Heitor Cony) 

Marque a opção CORRETA, de acordo com o texto: 
Alternativas
Q3330847 Português

Mila



    Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás.

E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou-me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.

Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento?

     Amá-la — foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.

No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.

   Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.

     Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade.


(Carlos Heitor Cony) 

Analise e assinale a proposição CORRETA em relação ao texto lido. 
Alternativas
Q3330846 Português

Mila



    Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás.

E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou-me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.

Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento?

     Amá-la — foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou sua cabeça em meus joelhos, não exigiu a minha festa, não queria disputar espaço, ser maior do que a minha tristeza.

No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maior do que minha mão, bem maior do que o meu peito, levei-a até o fim.

   Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela.

     Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a, em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade.


(Carlos Heitor Cony) 

De acordo com o texto “Mila”, podemos concluir que: 
Alternativas
Q3330805 Português

Adolescente sofre necrose nos dentes após fazer aplicação de lentes com mulher que não é dentista. 


Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) afirma que o procedimento deve ser realizado em clínicas odontológicas e apenas por um cirurgião-dentista.


Uma adolescente, de 17 anos, teve os dentes desgastados com necrose pulpar e óssea [morte da polpa dentária e dos ossos] após fazer a aplicação de lentes de resina com uma mulher que não era dentista. Ao g1, a menina, que não quis se identificar, disse ter pago R$ 1 mil pelo procedimento. "Não tinha noção que ela não era dentista", desabafou.

[...] De acordo com ela, Andreza Aline Gasparini Lima cobrou inicialmente R$ 1,2 mil pelo serviço, mas fechou o acordo por R$ 1 mil para o pai dela, sendo que metade seria descontada do trabalho dele como pedreiro e o restante em transferência via Pix.

Ao g1, o advogado Gabriel Ferreira Lacerda, que representa Andreza Aline, informou que ela é considerada "hábil" para prestar o serviço de aplicação de lentes de resina. Ele acrescentou que a cliente "não se passou por dentista e tampouco exerceu a função".

A aplicação aconteceu em junho deste ano, na casa de Andreza, em São Vicente (SP). A adolescente contou que voltou ao local três dias depois do procedimento, uma vez que 16 Cargo: ESPECIALISTA EM SAÚDE – CIRURGIÃO DENTISTA (Edital nº 04/2025) três lentes tinham caído. Segundo a jovem, a profissional justificou a situação dizendo que ela não tomou os cuidados necessários. 


https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/mais-saude/noticia/2024/11/08/adolescente-sofre-necrose-nos dentes-apos-fazer-aplicacao-de-lentes-com-mulher-que-nao-e-dentista-fotos.ghtml. Adaptado.  

As orações subordinadas adverbiais podem acrescentar vários sentidos a uma oração principal. Para exemplificar, na frase “A adolescente contou que voltou ao local três dias depois do procedimento, uma vez que três lentes tinham caído”, a oração destacada adiciona um sentido de causa em relação ao fato principal do período. Sendo assim, seria INCORRETO trocar a expressão “uma vez que” por:   
Alternativas
Q3330804 Português

Adolescente sofre necrose nos dentes após fazer aplicação de lentes com mulher que não é dentista. 


Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) afirma que o procedimento deve ser realizado em clínicas odontológicas e apenas por um cirurgião-dentista.


Uma adolescente, de 17 anos, teve os dentes desgastados com necrose pulpar e óssea [morte da polpa dentária e dos ossos] após fazer a aplicação de lentes de resina com uma mulher que não era dentista. Ao g1, a menina, que não quis se identificar, disse ter pago R$ 1 mil pelo procedimento. "Não tinha noção que ela não era dentista", desabafou.

[...] De acordo com ela, Andreza Aline Gasparini Lima cobrou inicialmente R$ 1,2 mil pelo serviço, mas fechou o acordo por R$ 1 mil para o pai dela, sendo que metade seria descontada do trabalho dele como pedreiro e o restante em transferência via Pix.

Ao g1, o advogado Gabriel Ferreira Lacerda, que representa Andreza Aline, informou que ela é considerada "hábil" para prestar o serviço de aplicação de lentes de resina. Ele acrescentou que a cliente "não se passou por dentista e tampouco exerceu a função".

A aplicação aconteceu em junho deste ano, na casa de Andreza, em São Vicente (SP). A adolescente contou que voltou ao local três dias depois do procedimento, uma vez que 16 Cargo: ESPECIALISTA EM SAÚDE – CIRURGIÃO DENTISTA (Edital nº 04/2025) três lentes tinham caído. Segundo a jovem, a profissional justificou a situação dizendo que ela não tomou os cuidados necessários. 


https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/mais-saude/noticia/2024/11/08/adolescente-sofre-necrose-nos dentes-apos-fazer-aplicacao-de-lentes-com-mulher-que-nao-e-dentista-fotos.ghtml. Adaptado.  

Na frase “A aplicação aconteceu em junho deste ano, na casa de Andreza, em São Vicente (SP)”, a expressão grifada exerce a função sintática de: 
Alternativas
Q3330803 Português

Adolescente sofre necrose nos dentes após fazer aplicação de lentes com mulher que não é dentista. 


Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) afirma que o procedimento deve ser realizado em clínicas odontológicas e apenas por um cirurgião-dentista.


Uma adolescente, de 17 anos, teve os dentes desgastados com necrose pulpar e óssea [morte da polpa dentária e dos ossos] após fazer a aplicação de lentes de resina com uma mulher que não era dentista. Ao g1, a menina, que não quis se identificar, disse ter pago R$ 1 mil pelo procedimento. "Não tinha noção que ela não era dentista", desabafou.

[...] De acordo com ela, Andreza Aline Gasparini Lima cobrou inicialmente R$ 1,2 mil pelo serviço, mas fechou o acordo por R$ 1 mil para o pai dela, sendo que metade seria descontada do trabalho dele como pedreiro e o restante em transferência via Pix.

Ao g1, o advogado Gabriel Ferreira Lacerda, que representa Andreza Aline, informou que ela é considerada "hábil" para prestar o serviço de aplicação de lentes de resina. Ele acrescentou que a cliente "não se passou por dentista e tampouco exerceu a função".

A aplicação aconteceu em junho deste ano, na casa de Andreza, em São Vicente (SP). A adolescente contou que voltou ao local três dias depois do procedimento, uma vez que 16 Cargo: ESPECIALISTA EM SAÚDE – CIRURGIÃO DENTISTA (Edital nº 04/2025) três lentes tinham caído. Segundo a jovem, a profissional justificou a situação dizendo que ela não tomou os cuidados necessários. 


https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/mais-saude/noticia/2024/11/08/adolescente-sofre-necrose-nos dentes-apos-fazer-aplicacao-de-lentes-com-mulher-que-nao-e-dentista-fotos.ghtml. Adaptado.  

A palavra “clínica” recebe acentuação gráfica porque: 
Alternativas
Q3330802 Português

Adolescente sofre necrose nos dentes após fazer aplicação de lentes com mulher que não é dentista. 


Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) afirma que o procedimento deve ser realizado em clínicas odontológicas e apenas por um cirurgião-dentista.


Uma adolescente, de 17 anos, teve os dentes desgastados com necrose pulpar e óssea [morte da polpa dentária e dos ossos] após fazer a aplicação de lentes de resina com uma mulher que não era dentista. Ao g1, a menina, que não quis se identificar, disse ter pago R$ 1 mil pelo procedimento. "Não tinha noção que ela não era dentista", desabafou.

[...] De acordo com ela, Andreza Aline Gasparini Lima cobrou inicialmente R$ 1,2 mil pelo serviço, mas fechou o acordo por R$ 1 mil para o pai dela, sendo que metade seria descontada do trabalho dele como pedreiro e o restante em transferência via Pix.

Ao g1, o advogado Gabriel Ferreira Lacerda, que representa Andreza Aline, informou que ela é considerada "hábil" para prestar o serviço de aplicação de lentes de resina. Ele acrescentou que a cliente "não se passou por dentista e tampouco exerceu a função".

A aplicação aconteceu em junho deste ano, na casa de Andreza, em São Vicente (SP). A adolescente contou que voltou ao local três dias depois do procedimento, uma vez que 16 Cargo: ESPECIALISTA EM SAÚDE – CIRURGIÃO DENTISTA (Edital nº 04/2025) três lentes tinham caído. Segundo a jovem, a profissional justificou a situação dizendo que ela não tomou os cuidados necessários. 


https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/mais-saude/noticia/2024/11/08/adolescente-sofre-necrose-nos dentes-apos-fazer-aplicacao-de-lentes-com-mulher-que-nao-e-dentista-fotos.ghtml. Adaptado.  

Na frase “A aplicação aconteceu em junho deste ano, na casa de Andreza [...]. A adolescente contou que voltou ao local três dias depois do procedimento, uma vez que três lentes tinham caído”, os verbos destacados estão conjugados no:
Alternativas
Q3330801 Português

Dentes fracos e sensíveis? Estudo traça origens na infância 


Revisão de pesquisas conduzida na USP revela fatores por trás de dentição opaca e enfraquecida entre crianças


Diferente da cárie, causada por bactérias, a hipomineralização molar incisivo é um defeito de desenvolvimento que resulta na formação de dentes com menor teor de cálcio e fósforo, tornando-os porosos, hipersensíveis a estímulos térmicos e mecânicos e suscetíveis a fraturas. Estimativas indicam que uma em cada cinco crianças pode ser afetada, com o problema crescendo nas últimas décadas. Embora estudos recentes tenham identificado associações relevantes, como doenças e episódios frequentes de febre na primeira infância, exposição a poluentes ambientais, uso de álcool durante a gestação e dificuldades no parto que resultam em hipóxia, as causas moleculares do problema ainda são desconhecidas, e faltam tratamentos específicos.

Para reunir o máximo de evidências sobre os fatores determinantes da hipomineralização molar incisivo (MIH, na sigla em inglês), pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (Forp-USP) realizaram uma abrangente revisão de estudos publicada na revista científica Monographs in Oral Science. 

“A hipomineralização resulta de uma deficiência mineral no esmalte do dente, devido a um problema que ocorre entre a gestação e os primeiros três anos de vida, e tem se tornado cada vez mais comum na prática clínica, o que destaca a urgência de intervenções precoces”, explica Francisco Wanderley Garcia de Paula-Silva, professor da Forp-USP e coordenador do trabalho. “Atualmente, muitos tratamentos falham devido à estrutura comprometida do esmalte, resultando em um elevado número de trocas de restaurações ao longo da vida das crianças.”


https://veja.abril.com.br/saude/dentes-fracos-e-sensiveis-estuda-traca-origens-na-infancia  

Na frase “... a hipomineralização molar incisivo é um defeito de desenvolvimento que resulta na formação de dentes com menor teor de cálcio e fósforo, tornando-os porosos, hipersensíveis”, o termo grifado pode ser classificado morfológica e sintaticamente como: 
Alternativas
Q3330800 Português

Dentes fracos e sensíveis? Estudo traça origens na infância 


Revisão de pesquisas conduzida na USP revela fatores por trás de dentição opaca e enfraquecida entre crianças


Diferente da cárie, causada por bactérias, a hipomineralização molar incisivo é um defeito de desenvolvimento que resulta na formação de dentes com menor teor de cálcio e fósforo, tornando-os porosos, hipersensíveis a estímulos térmicos e mecânicos e suscetíveis a fraturas. Estimativas indicam que uma em cada cinco crianças pode ser afetada, com o problema crescendo nas últimas décadas. Embora estudos recentes tenham identificado associações relevantes, como doenças e episódios frequentes de febre na primeira infância, exposição a poluentes ambientais, uso de álcool durante a gestação e dificuldades no parto que resultam em hipóxia, as causas moleculares do problema ainda são desconhecidas, e faltam tratamentos específicos.

Para reunir o máximo de evidências sobre os fatores determinantes da hipomineralização molar incisivo (MIH, na sigla em inglês), pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (Forp-USP) realizaram uma abrangente revisão de estudos publicada na revista científica Monographs in Oral Science. 

“A hipomineralização resulta de uma deficiência mineral no esmalte do dente, devido a um problema que ocorre entre a gestação e os primeiros três anos de vida, e tem se tornado cada vez mais comum na prática clínica, o que destaca a urgência de intervenções precoces”, explica Francisco Wanderley Garcia de Paula-Silva, professor da Forp-USP e coordenador do trabalho. “Atualmente, muitos tratamentos falham devido à estrutura comprometida do esmalte, resultando em um elevado número de trocas de restaurações ao longo da vida das crianças.”


https://veja.abril.com.br/saude/dentes-fracos-e-sensiveis-estuda-traca-origens-na-infancia  

Na frase “Estimativas indicam que uma em cada cinco crianças pode ser afetada”, o termo grifado é uma oração subordinada substantiva que tem a função de sintática de: 
Alternativas
Q3330799 Português

Dentes fracos e sensíveis? Estudo traça origens na infância 


Revisão de pesquisas conduzida na USP revela fatores por trás de dentição opaca e enfraquecida entre crianças


Diferente da cárie, causada por bactérias, a hipomineralização molar incisivo é um defeito de desenvolvimento que resulta na formação de dentes com menor teor de cálcio e fósforo, tornando-os porosos, hipersensíveis a estímulos térmicos e mecânicos e suscetíveis a fraturas. Estimativas indicam que uma em cada cinco crianças pode ser afetada, com o problema crescendo nas últimas décadas. Embora estudos recentes tenham identificado associações relevantes, como doenças e episódios frequentes de febre na primeira infância, exposição a poluentes ambientais, uso de álcool durante a gestação e dificuldades no parto que resultam em hipóxia, as causas moleculares do problema ainda são desconhecidas, e faltam tratamentos específicos.

Para reunir o máximo de evidências sobre os fatores determinantes da hipomineralização molar incisivo (MIH, na sigla em inglês), pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (Forp-USP) realizaram uma abrangente revisão de estudos publicada na revista científica Monographs in Oral Science. 

“A hipomineralização resulta de uma deficiência mineral no esmalte do dente, devido a um problema que ocorre entre a gestação e os primeiros três anos de vida, e tem se tornado cada vez mais comum na prática clínica, o que destaca a urgência de intervenções precoces”, explica Francisco Wanderley Garcia de Paula-Silva, professor da Forp-USP e coordenador do trabalho. “Atualmente, muitos tratamentos falham devido à estrutura comprometida do esmalte, resultando em um elevado número de trocas de restaurações ao longo da vida das crianças.”


https://veja.abril.com.br/saude/dentes-fracos-e-sensiveis-estuda-traca-origens-na-infancia  

Prefixos são morfemas que se juntam a um radical de modo a derivar novas palavras. Na palavra “hipomineralização”, o prefixo “hipo”, em relação à palavra “mineralização”, acrescenta o sentido de:
Alternativas
Q3330798 Português

Dentes fracos e sensíveis? Estudo traça origens na infância 


Revisão de pesquisas conduzida na USP revela fatores por trás de dentição opaca e enfraquecida entre crianças


Diferente da cárie, causada por bactérias, a hipomineralização molar incisivo é um defeito de desenvolvimento que resulta na formação de dentes com menor teor de cálcio e fósforo, tornando-os porosos, hipersensíveis a estímulos térmicos e mecânicos e suscetíveis a fraturas. Estimativas indicam que uma em cada cinco crianças pode ser afetada, com o problema crescendo nas últimas décadas. Embora estudos recentes tenham identificado associações relevantes, como doenças e episódios frequentes de febre na primeira infância, exposição a poluentes ambientais, uso de álcool durante a gestação e dificuldades no parto que resultam em hipóxia, as causas moleculares do problema ainda são desconhecidas, e faltam tratamentos específicos.

Para reunir o máximo de evidências sobre os fatores determinantes da hipomineralização molar incisivo (MIH, na sigla em inglês), pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (Forp-USP) realizaram uma abrangente revisão de estudos publicada na revista científica Monographs in Oral Science. 

“A hipomineralização resulta de uma deficiência mineral no esmalte do dente, devido a um problema que ocorre entre a gestação e os primeiros três anos de vida, e tem se tornado cada vez mais comum na prática clínica, o que destaca a urgência de intervenções precoces”, explica Francisco Wanderley Garcia de Paula-Silva, professor da Forp-USP e coordenador do trabalho. “Atualmente, muitos tratamentos falham devido à estrutura comprometida do esmalte, resultando em um elevado número de trocas de restaurações ao longo da vida das crianças.”


https://veja.abril.com.br/saude/dentes-fracos-e-sensiveis-estuda-traca-origens-na-infancia  

Na frase “Embora estudos recentes tenham identificado associações relevantes [...], as causas moleculares do problema ainda são desconhecidas, e faltam tratamentos específicos”, o termo destacado é uma oração adverbial com o valor semântico de: 
Alternativas
Q3330797 Português

Dentes fracos e sensíveis? Estudo traça origens na infância 


Revisão de pesquisas conduzida na USP revela fatores por trás de dentição opaca e enfraquecida entre crianças


Diferente da cárie, causada por bactérias, a hipomineralização molar incisivo é um defeito de desenvolvimento que resulta na formação de dentes com menor teor de cálcio e fósforo, tornando-os porosos, hipersensíveis a estímulos térmicos e mecânicos e suscetíveis a fraturas. Estimativas indicam que uma em cada cinco crianças pode ser afetada, com o problema crescendo nas últimas décadas. Embora estudos recentes tenham identificado associações relevantes, como doenças e episódios frequentes de febre na primeira infância, exposição a poluentes ambientais, uso de álcool durante a gestação e dificuldades no parto que resultam em hipóxia, as causas moleculares do problema ainda são desconhecidas, e faltam tratamentos específicos.

Para reunir o máximo de evidências sobre os fatores determinantes da hipomineralização molar incisivo (MIH, na sigla em inglês), pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (Forp-USP) realizaram uma abrangente revisão de estudos publicada na revista científica Monographs in Oral Science. 

“A hipomineralização resulta de uma deficiência mineral no esmalte do dente, devido a um problema que ocorre entre a gestação e os primeiros três anos de vida, e tem se tornado cada vez mais comum na prática clínica, o que destaca a urgência de intervenções precoces”, explica Francisco Wanderley Garcia de Paula-Silva, professor da Forp-USP e coordenador do trabalho. “Atualmente, muitos tratamentos falham devido à estrutura comprometida do esmalte, resultando em um elevado número de trocas de restaurações ao longo da vida das crianças.”


https://veja.abril.com.br/saude/dentes-fracos-e-sensiveis-estuda-traca-origens-na-infancia  

A partir da leitura do texto, é possível afirmar que:
Alternativas
Q3330796 Português

Dentes fracos e sensíveis? Estudo traça origens na infância 


Revisão de pesquisas conduzida na USP revela fatores por trás de dentição opaca e enfraquecida entre crianças


Diferente da cárie, causada por bactérias, a hipomineralização molar incisivo é um defeito de desenvolvimento que resulta na formação de dentes com menor teor de cálcio e fósforo, tornando-os porosos, hipersensíveis a estímulos térmicos e mecânicos e suscetíveis a fraturas. Estimativas indicam que uma em cada cinco crianças pode ser afetada, com o problema crescendo nas últimas décadas. Embora estudos recentes tenham identificado associações relevantes, como doenças e episódios frequentes de febre na primeira infância, exposição a poluentes ambientais, uso de álcool durante a gestação e dificuldades no parto que resultam em hipóxia, as causas moleculares do problema ainda são desconhecidas, e faltam tratamentos específicos.

Para reunir o máximo de evidências sobre os fatores determinantes da hipomineralização molar incisivo (MIH, na sigla em inglês), pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (Forp-USP) realizaram uma abrangente revisão de estudos publicada na revista científica Monographs in Oral Science. 

“A hipomineralização resulta de uma deficiência mineral no esmalte do dente, devido a um problema que ocorre entre a gestação e os primeiros três anos de vida, e tem se tornado cada vez mais comum na prática clínica, o que destaca a urgência de intervenções precoces”, explica Francisco Wanderley Garcia de Paula-Silva, professor da Forp-USP e coordenador do trabalho. “Atualmente, muitos tratamentos falham devido à estrutura comprometida do esmalte, resultando em um elevado número de trocas de restaurações ao longo da vida das crianças.”


https://veja.abril.com.br/saude/dentes-fracos-e-sensiveis-estuda-traca-origens-na-infancia  

No texto, a palavra "estimativas" sugere que os dados apresentados sobre a hipomineralização molar incisivo (MIH): 
Alternativas
Q3330755 Português
Texto: Outro de Elevador 

Quando perguntavam "Sobe ou desce?" respondia "A primeira alternativa". Depois dizia "Descende", "Ruma para baixo", "Cai controladamente", "A segunda alternativa"... "Gosto de improvisar", justificava-se. Mas como toda arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam "Sobe?" respondia "É o que veremos..." ou então "Como a Virgem Maria". Desce? "Dei" Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador ele não respondia "tem seus altos e baixos", como esperavam, respondia, criticamente, que era melhor do que trabalhar em escada, ou que não se importava embora o seu sonho fosse, um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados... E quando ele perdeu o emprego porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno, automático, daqueles que têm música ambiental, disse: "Era só me pedirem ― eu também canto!"

Luís Fernando Veríssimo 
No excerto “Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador ele não respondia "tem seus altos e baixos", como esperavam” – podemos nos reportar a ideia de: 
Alternativas
Q3330754 Português
Texto: Outro de Elevador 

Quando perguntavam "Sobe ou desce?" respondia "A primeira alternativa". Depois dizia "Descende", "Ruma para baixo", "Cai controladamente", "A segunda alternativa"... "Gosto de improvisar", justificava-se. Mas como toda arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam "Sobe?" respondia "É o que veremos..." ou então "Como a Virgem Maria". Desce? "Dei" Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador ele não respondia "tem seus altos e baixos", como esperavam, respondia, criticamente, que era melhor do que trabalhar em escada, ou que não se importava embora o seu sonho fosse, um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados... E quando ele perdeu o emprego porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno, automático, daqueles que têm música ambiental, disse: "Era só me pedirem ― eu também canto!"

Luís Fernando Veríssimo 
Em “: "Era só me pedirem ― eu também canto!" A análise da função sintática, observando o tipo de sujeito está CORRETAMENTE descrito na alternativa: 
Alternativas
Q3330753 Português
Texto: Outro de Elevador 

Quando perguntavam "Sobe ou desce?" respondia "A primeira alternativa". Depois dizia "Descende", "Ruma para baixo", "Cai controladamente", "A segunda alternativa"... "Gosto de improvisar", justificava-se. Mas como toda arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam "Sobe?" respondia "É o que veremos..." ou então "Como a Virgem Maria". Desce? "Dei" Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador ele não respondia "tem seus altos e baixos", como esperavam, respondia, criticamente, que era melhor do que trabalhar em escada, ou que não se importava embora o seu sonho fosse, um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados... E quando ele perdeu o emprego porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno, automático, daqueles que têm música ambiental, disse: "Era só me pedirem ― eu também canto!"

Luís Fernando Veríssimo 

Considere o seguinte fragmento: "Ascende" dizia o ascensorista. Depois: "Eleva-se". "Para cima". "Para o alto". "Escalando". Quando perguntavam "Sobe ou desce?" respondia "A primeira alternativa".” 


A utilização da pontuação aspas (“) justifica-se neste excerto: 

Alternativas
Q3330752 Português
Texto: Outro de Elevador 

Quando perguntavam "Sobe ou desce?" respondia "A primeira alternativa". Depois dizia "Descende", "Ruma para baixo", "Cai controladamente", "A segunda alternativa"... "Gosto de improvisar", justificava-se. Mas como toda arte tende para o excesso, chegou ao preciosismo. Quando perguntavam "Sobe?" respondia "É o que veremos..." ou então "Como a Virgem Maria". Desce? "Dei" Nem todo o mundo compreendia, mas alguns o instigavam. Quando comentavam que devia ser uma chatice trabalhar em elevador ele não respondia "tem seus altos e baixos", como esperavam, respondia, criticamente, que era melhor do que trabalhar em escada, ou que não se importava embora o seu sonho fosse, um dia, comandar alguma coisa que andasse para os lados... E quando ele perdeu o emprego porque substituíram o elevador antigo do prédio por um moderno, automático, daqueles que têm música ambiental, disse: "Era só me pedirem ― eu também canto!"

Luís Fernando Veríssimo 
Em relação ao título do texto, “Outro de Elevador” assinale a alternativa em que corresponde com o desencadear das ideias tratadas ao longo de sua narrativa, trazendo a sensação de: 
Alternativas
Respostas
32301: A
32302: D
32303: B
32304: C
32305: B
32306: C
32307: A
32308: C
32309: B
32310: D
32311: D
32312: B
32313: A
32314: D
32315: B
32316: A
32317: D
32318: A
32319: A
32320: C