Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: UEFS Prova: IDCAP - 2025 - UEFS - Social Media |
Q3363675 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O reservatório de água líquida encontrado nas profundezas de rochas de Marte


Cientistas descobriram pela primeira vez um reservatório de água líquida em Marte, nas profundezas da crosta rochosa mais externa do planeta.

As descobertas vêm de uma nova análise de dados da sonda da Nasa que pousou no planeta vermelho em 2018. A sonda carregava um sismômetro e registrou quatro anos de tremores nas profundezas de Marte.

Embora haja água congelada nos polos marcianos e evidências de vapor na atmosfera, esta é a primeira vez que água líquida foi encontrada no planeta.

Em 2018, uma equipe italiana anunciou que havia descoberto um lago no planeta. A missão terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de Marte" por quatro anos.

Ao medir a velocidade com que os tremores viajaram, os cientistas descobriram por qual material eles têm mais probabilidade de terem acontecido.

"Na verdade, essas são as mesmas técnicas que usamos para prospectar água na Terra ou para procurar petróleo e gás", explica o professor Michael Manga, da Universidade da Califórnia.

A análise revelou reservatórios de água em profundidades de dez a vinte quilômetros na crosta marciana.

Michael Manga acrescenta que a água é "a molécula mais importante nas condições de evolução de um planeta".

Essa descoberta, diz ele, responde à grande questão de "para onde foi toda a água marciana".

Estudos da superfície de Marte, com seus canais e ondulações, mostram que, antigamente, havia rios e lagos no planeta. Mas há três bilhões de anos, o planeta é um deserto.

Parte dessa água foi perdida para o espaço quando Marte perdeu sua atmosfera.

Entretanto, Manga adverte: "Boa parte da nossa água está no subsolo e não há razão para que isso não aconteça em Marte também".

A sonda só conseguiu registrar a área sob seus pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios semelhantes em todo o planeta.

A descoberta também contribui para a contínua busca por evidências de vida em Marte. "Sem água líquida, não tem vida", aponta Manga. "Então, se houver ambientes habitáveis em Marte, eles estão agora no subsolo profundo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0np8ydg5lo.adaptado.
A missão terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de Marte" por quatro anos.
Substituindo o termo destacado pelo pronome oblíquo adequado, tem-se:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: UEFS Prova: IDCAP - 2025 - UEFS - Jornalista |
Q3363575 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O reservatório de água líquida encontrado nas profundezas de rochas de Marte


Cientistas descobriram pela primeira vez um reservatório de água líquida em Marte, nas profundezas da crosta rochosa mais externa do planeta.

As descobertas vêm de uma nova análise de dados da sonda da Nasa que pousou no planeta vermelho em 2018. A sonda carregava um sismômetro e registrou quatro anos de tremores nas profundezas de Marte.

Embora haja água congelada nos polos marcianos e evidências de vapor na atmosfera, esta é a primeira vez que água líquida foi encontrada no planeta.

Em 2018, uma equipe italiana anunciou que havia descoberto um lago no planeta. A missão terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de Marte" por quatro anos.

Ao medir a velocidade com que os tremores viajaram, os cientistas descobriram por qual material eles têm mais probabilidade de terem acontecido.

"Na verdade, essas são as mesmas técnicas que usamos para prospectar água na Terra ou para procurar petróleo e gás", explica o professor Michael Manga, da Universidade da Califórnia.

A análise revelou reservatórios de água em profundidades de dez a vinte quilômetros na crosta marciana.

Michael Manga acrescenta que a água é "a molécula mais importante nas condições de evolução de um planeta".

Essa descoberta, diz ele, responde à grande questão de "para onde foi toda a água marciana".

Estudos da superfície de Marte, com seus canais e ondulações, mostram que, antigamente, havia rios e lagos no planeta. Mas há três bilhões de anos, o planeta é um deserto.

Parte dessa água foi perdida para o espaço quando Marte perdeu sua atmosfera.

Entretanto, Manga adverte: "Boa parte da nossa água está no subsolo e não há razão para que isso não aconteça em Marte também".

A sonda só conseguiu registrar a área sob seus pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios semelhantes em todo o planeta.

A descoberta também contribui para a contínua busca por evidências de vida em Marte. "Sem água líquida, não tem vida", aponta Manga. "Então, se houver ambientes habitáveis em Marte, eles estão agora no subsolo profundo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0np8ydg5lo.adaptado.
Ao medir a velocidade com que os tremores viajaram, os cientistas descobriram por qual material eles têm mais "probabilidade" de terem acontecido.
O vocábulo destacado é constituído pelo processo de formação de palavras denominado: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: UEFS Prova: IDCAP - 2025 - UEFS - Jornalista |
Q3363572 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O reservatório de água líquida encontrado nas profundezas de rochas de Marte


Cientistas descobriram pela primeira vez um reservatório de água líquida em Marte, nas profundezas da crosta rochosa mais externa do planeta.

As descobertas vêm de uma nova análise de dados da sonda da Nasa que pousou no planeta vermelho em 2018. A sonda carregava um sismômetro e registrou quatro anos de tremores nas profundezas de Marte.

Embora haja água congelada nos polos marcianos e evidências de vapor na atmosfera, esta é a primeira vez que água líquida foi encontrada no planeta.

Em 2018, uma equipe italiana anunciou que havia descoberto um lago no planeta. A missão terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de Marte" por quatro anos.

Ao medir a velocidade com que os tremores viajaram, os cientistas descobriram por qual material eles têm mais probabilidade de terem acontecido.

"Na verdade, essas são as mesmas técnicas que usamos para prospectar água na Terra ou para procurar petróleo e gás", explica o professor Michael Manga, da Universidade da Califórnia.

A análise revelou reservatórios de água em profundidades de dez a vinte quilômetros na crosta marciana.

Michael Manga acrescenta que a água é "a molécula mais importante nas condições de evolução de um planeta".

Essa descoberta, diz ele, responde à grande questão de "para onde foi toda a água marciana".

Estudos da superfície de Marte, com seus canais e ondulações, mostram que, antigamente, havia rios e lagos no planeta. Mas há três bilhões de anos, o planeta é um deserto.

Parte dessa água foi perdida para o espaço quando Marte perdeu sua atmosfera.

Entretanto, Manga adverte: "Boa parte da nossa água está no subsolo e não há razão para que isso não aconteça em Marte também".

A sonda só conseguiu registrar a área sob seus pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios semelhantes em todo o planeta.

A descoberta também contribui para a contínua busca por evidências de vida em Marte. "Sem água líquida, não tem vida", aponta Manga. "Então, se houver ambientes habitáveis em Marte, eles estão agora no subsolo profundo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0np8ydg5lo.adaptado.
A sonda só conseguiu "registrar" a área sob seus pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios semelhantes em todo o planeta.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3363525 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O reservatório de água líquida encontrado nas profundezas de rochas de Marte


Cientistas descobriram pela primeira vez um reservatório de água líquida em Marte, nas profundezas da crosta rochosa mais externa do planeta.

As descobertas vêm de uma nova análise de dados da sonda da Nasa que pousou no planeta vermelho em 2018. A sonda carregava um sismômetro e registrou quatro anos de tremores nas profundezas de Marte.

Embora haja água congelada nos polos marcianos e evidências de vapor na atmosfera, esta é a primeira vez que água líquida foi encontrada no planeta.

Em 2018, uma equipe italiana anunciou que havia descoberto um lago no planeta. A missão terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de Marte" por quatro anos.

Ao medir a velocidade com que os tremores viajaram, os cientistas descobriram por qual material eles têm mais probabilidade de terem acontecido.

"Na verdade, essas são as mesmas técnicas que usamos para prospectar água na Terra ou para procurar petróleo e gás", explica o professor Michael Manga, da Universidade da Califórnia.

A análise revelou reservatórios de água em profundidades de dez a vinte quilômetros na crosta marciana.

Michael Manga acrescenta que a água é "a molécula mais importante nas condições de evolução de um planeta".

Essa descoberta, diz ele, responde à grande questão de "para onde foi toda a água marciana".

Estudos da superfície de Marte, com seus canais e ondulações, mostram que, antigamente, havia rios e lagos no planeta. Mas há três bilhões de anos, o planeta é um deserto.

Parte dessa água foi perdida para o espaço quando Marte perdeu sua atmosfera.

Entretanto, Manga adverte: "Boa parte da nossa água está no subsolo e não há razão para que isso não aconteça em Marte também".

A sonda só conseguiu registrar a área sob seus pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios semelhantes em todo o planeta.

A descoberta também contribui para a contínua busca por evidências de vida em Marte. "Sem água líquida, não tem vida", aponta Manga. "Então, se houver ambientes habitáveis em Marte, eles estão agora no subsolo profundo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0np8ydg5lo.adaptado.
Essa descoberta, diz ele, responde "à grande questão" de para onde foi toda a água marciana.
Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3363476 Português

Observe a imagem abaixo e analise as assertivas que seguem quanto ao emprego do acento gráfico.  



Imagem associada para resolução da questão


Fonte: acervo da banca (2025). 



I- A palavra “liquído” é uma palavra proparoxítona e deveria ter recebido acento na antepenúltima sílaba.


II- A palavra “liquído” recebe acento gráfico por ser uma paroxítona terminada em “o”.


III- A palavra “liquído” não deveria ter sido acentuada, pois não se deve acentuar as palavras paroxítonas terminadas em “o”.



É CORRETO o que se afirma apenas em: 

Alternativas
Q3363475 Português

Observe o post abaixo e assinale a alternativa que contém a justificativa CORRETA para o emprego da crase no enunciado: “Cidades do Brasil têm pior ar do mundo: os prejuízos ao corpo e à mente e como se proteger”.



Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.instagram.com/p/C_vQT3ItS-B/. Acesso em: 10 mar. 2025. 

Alternativas
Q3363474 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

Sobre a reescrita do fragmento “Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano” (5º§), assinale a alternativa cuja redação está gramaticalmente CORRETA.

Alternativas
Q3363473 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

Analise o fragmento que segue e assinale a alternativa que apresenta a afirmação CORRETA em relação ao conteúdo concordância nominal e verbal.


“Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza” (4º§).

Alternativas
Q3363472 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

Considere o fragmento “Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano” (5º§) e analise as assertivas que seguem.



I- O fragmento “que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano” corresponde a uma oração coordenada.


II- O núcleo do sujeito da oração principal é “estudo”.


III- O termo “estimou” é classificado morfologicamente como advérbio.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3363471 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

No fragmento “Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão” (2º§), o conectivo “mas” pode ser substituído por:

Alternativas
Q3363470 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

Nos fragmentos “Microplásticos estão por toda parte” (1º§), e “cientistas na China descobriram uma possível solução” (2º§), os termos “microplástico” e “possível” receberam, respectivamente, acentuação gráfica pela mesma regra de acentuação aplicada às palavras:

Alternativas
Q3363468 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

Avalie as assertivas que seguem com base na leitura do Texto I.



I- Aesponja ainda não foi testada e sua eficácia ainda não foi comprovada.


II- Aprodução da esponja requer materiais caros e de difícil obtenção, o que limita sua aplicação em larga escala.


III- Aesponja pode transferir microplásticos de um ecossistema para outro caso o descarte não seja feito corretamente.


IV- O estudo concluiu que a esponja não é eficaz para remover microplásticos.


V- Aesponja elimina os microplásticos da água, mas libera resíduos químicos que podem ser prejudiciais.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3363467 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

Assinale a alternativa CORRETA de acordo com as ideias apresentadas no Texto I.

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: SEFAZ-PR Prova: FGV - 2025 - SEFAZ-PR - Auditor Fiscal (Manhã) |
Q3363336 Português
Leia o fragmento de texto a seguir.

Se desejei alguma coisa neste mundo foi ser escritor. Ser escritor como uma forma superior de vida, assim como o monaquismo e o sacerdócio. Ser escritor será, talvez, mais uma posição diante da vida que uma realização exterior, extrínseca ao homem. [....] Literatura é uma forma de conhecimento e uma forma de comunicação. Um testemunho, para que a vida e a morte não sejam em vão. Encaro a literatura como uma vitória sobre o tempo e a morte.
(VILLAÇA, Antônio Carlos. In Quando eu chegar ao céu. )

A partir do fragmento, assinale a opção que indica, corretamente, a função da Literatura.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: SEFAZ-PR Prova: FGV - 2025 - SEFAZ-PR - Auditor Fiscal (Manhã) |
Q3363335 Português
Leia o fragmento textual a seguir.

Se escrevo é primeiro porque amo os homens. Tudo vem disso pra mim. Amo e por isso é que sinto essa vontade de escrever, me importo com os casos dos homens, me importo com os problemas deles e necessidades. Depois escrevo por necessidade pessoal. Tenho vontade de escrever e escrevo. (Isto é pro caso dos versos). Mas mesmo isto psicologicamente pode ser reduzido a um fenômeno de amor, porque ninguém escreve para si mesmo a não ser um monstro de orgulho. A gente escreve para ser amado, pra atrair, encantar etc.
(Mário de Andrade em carta a Manuel Bandeira).

Sobre a significação ou estruturação do fragmento textual acima, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: SEFAZ-PR Prova: FGV - 2025 - SEFAZ-PR - Auditor Fiscal (Manhã) |
Q3363334 Português
Leia a frase a seguir.

Ele comprou aquele carro velho, mas é porque cismou com o calhambeque.

Sobre a significação ou a estruturação dessa frase, assinale a afirmativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: SEFAZ-PR Prova: FGV - 2025 - SEFAZ-PR - Auditor Fiscal (Manhã) |
Q3363333 Português
Leia com atenção o seguinte fragmento textual.

Ninguém ousa dizer adeus aos próprios hábitos. Muitos suicidas se detiveram no limiar da morte ao pensarem no café aonde vão jogar todas as noites sua partida de dominó. (Balzac)

Acerca da significação ou estruturação desse texto, avalie as afirmativas e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.

( ) o primeiro período do texto mostra uma afirmação de caráter universal, fruto da opinião do enunciador.
( ) o segundo período do texto desempenha a função de demonstração do que foi afirmado antes.
( ) o pronome possessivo “sua” mostra a ideia de posse em relação ao jogo de dominó.

As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: SEFAZ-PR Prova: FGV - 2025 - SEFAZ-PR - Auditor Fiscal (Manhã) |
Q3363332 Português
Leia o fragmento de texto a seguir.

Aprendamos do céu o estilo da disposição, e também o das palavras. Como hão de ser as palavras? Como as estrelas. As estrelas são muito distintas e muito claras... O estilo pode ser muito claro e muito alto: tão claro que o entendam os que não sabem, e tão alto que tenham muito que entender nele os que sabem. (Padre Antônio Vieira)

Sobre a estruturação ou significação desse fragmento, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: SEFAZ-PR Prova: FGV - 2025 - SEFAZ-PR - Auditor Fiscal (Manhã) |
Q3363331 Português
Um crítico escreveu o fragmento de texto a seguir.

Hoje em dia a literatura universal em toda a sua infinita variedade está cada vez mais suplantada pelos estereótipos relativamente pouco numerosos e grossos de Hollywood, do rádio e da televisão; e milhões de jovens recebem suas noções de amor e valor, de medo e de ira, de proezas indiscriminadas e indiferentes de ídolos efêmeros, cujas medidas de corpo são amplamente consideradas mais importantes do que sua evidente falta de qualquer talento para descrever emoções.

Sobre a estruturação e a significação desse fragmento textual, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: SEFAZ-PR Prova: FGV - 2025 - SEFAZ-PR - Auditor Fiscal (Manhã) |
Q3363330 Português
Leia o fragmento de texto a seguir.

É esse o maior perigo que hoje ameaça a civilização: a estatização da vida, o intervencionismo do Estado, a absorção de toda espontaneidade social pelo Estado; quer dizer, a anulação da espontaneidade histórica, que afinal de contas sustenta, alimenta e impulsiona os destinos humanos. (Ortega y Gasset)

Sobre a estruturação ou significação desse fragmento, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Respostas
27901: C
27902: C
27903: D
27904: B
27905: A
27906: B
27907: B
27908: E
27909: C
27910: B
27911: A
27912: E
27913: D
27914: B
27915: B
27916: C
27917: A
27918: C
27919: B
27920: A