Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3613380 Português

Crianças pobres envelhecem mais rápido do que aquelas de famílias mais ricas, segundo estudo


Crianças que crescem em contextos pobres têm mais probabilidade de envelhecer mais rápido do que aquelas que nascem em famílias ricas, de acordo com um recente estudo britânico. Essas desvantagens biológicas exacerbadas pela desigualdade foram observadas em crianças da Europa entre 6 e 11 anos.

A pesquisa, conduzida por cientistas do Imperial College de Londres, analisou dados de saúde de 1.160 crianças, de classes sociais e contextos locais diversos. O estudo se junta a outros que ajudam a mostrar que desigualdade de renda não é uma questão puramente econômica, e pode ter impactos na saúde pública.

As crianças europeias foram divididas em três grupos de acordo com uma classificação internacional de afluência familiar. O método leva em conta não só a renda dos pais, mas também contabiliza se a criança tem um quarto só para ela e até o número de carros por residência. Além disso, os participantes do estudo providenciaram amostras de sangue e urina.

As amostras de sangue foram usadas para medir a média do tamanho dos telômeros das crianças nos glóbulos brancos. Essas estruturas encontradas nas extremidades dos cromossomos servem para impedir o desgaste do material genético, e vão diminuindo com as sucessivas divisões das células, que se multiplicam para regenerar tecidos e órgãos. Eles servem como biomarcador do envelhecimento.


https://super.abril.com.br/saude/criancas-pobres-envelhecem-mais-rapido-do-queaquelas-de-familias-mais-ricas-segundo-estudo/

Sobre a estruturação sintática do período “Crianças que crescem em contextos pobres têm mais probabilidade de envelhecer mais rápido do que aquelas que nascem em famílias ricas”, assinale a opção incorreta.
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Q3613379 Português

Crianças pobres envelhecem mais rápido do que aquelas de famílias mais ricas, segundo estudo


Crianças que crescem em contextos pobres têm mais probabilidade de envelhecer mais rápido do que aquelas que nascem em famílias ricas, de acordo com um recente estudo britânico. Essas desvantagens biológicas exacerbadas pela desigualdade foram observadas em crianças da Europa entre 6 e 11 anos.

A pesquisa, conduzida por cientistas do Imperial College de Londres, analisou dados de saúde de 1.160 crianças, de classes sociais e contextos locais diversos. O estudo se junta a outros que ajudam a mostrar que desigualdade de renda não é uma questão puramente econômica, e pode ter impactos na saúde pública.

As crianças europeias foram divididas em três grupos de acordo com uma classificação internacional de afluência familiar. O método leva em conta não só a renda dos pais, mas também contabiliza se a criança tem um quarto só para ela e até o número de carros por residência. Além disso, os participantes do estudo providenciaram amostras de sangue e urina.

As amostras de sangue foram usadas para medir a média do tamanho dos telômeros das crianças nos glóbulos brancos. Essas estruturas encontradas nas extremidades dos cromossomos servem para impedir o desgaste do material genético, e vão diminuindo com as sucessivas divisões das células, que se multiplicam para regenerar tecidos e órgãos. Eles servem como biomarcador do envelhecimento.


https://super.abril.com.br/saude/criancas-pobres-envelhecem-mais-rapido-do-queaquelas-de-familias-mais-ricas-segundo-estudo/

Assinale a opção que indica corretamente como ficaria o trecho “os participantes do estudo providenciaram amostras de sangue e urina” na voz passiva sintética.
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Q3613378 Português

Crianças pobres envelhecem mais rápido do que aquelas de famílias mais ricas, segundo estudo


Crianças que crescem em contextos pobres têm mais probabilidade de envelhecer mais rápido do que aquelas que nascem em famílias ricas, de acordo com um recente estudo britânico. Essas desvantagens biológicas exacerbadas pela desigualdade foram observadas em crianças da Europa entre 6 e 11 anos.

A pesquisa, conduzida por cientistas do Imperial College de Londres, analisou dados de saúde de 1.160 crianças, de classes sociais e contextos locais diversos. O estudo se junta a outros que ajudam a mostrar que desigualdade de renda não é uma questão puramente econômica, e pode ter impactos na saúde pública.

As crianças europeias foram divididas em três grupos de acordo com uma classificação internacional de afluência familiar. O método leva em conta não só a renda dos pais, mas também contabiliza se a criança tem um quarto só para ela e até o número de carros por residência. Além disso, os participantes do estudo providenciaram amostras de sangue e urina.

As amostras de sangue foram usadas para medir a média do tamanho dos telômeros das crianças nos glóbulos brancos. Essas estruturas encontradas nas extremidades dos cromossomos servem para impedir o desgaste do material genético, e vão diminuindo com as sucessivas divisões das células, que se multiplicam para regenerar tecidos e órgãos. Eles servem como biomarcador do envelhecimento.


https://super.abril.com.br/saude/criancas-pobres-envelhecem-mais-rapido-do-queaquelas-de-familias-mais-ricas-segundo-estudo/

A locução conjuntiva destacada em “O método leva em conta não só a renda dos pais, mas também contabiliza se a criança tem um quarto só para ela”, tem sentido de 
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Q3613377 Português

Crianças pobres envelhecem mais rápido do que aquelas de famílias mais ricas, segundo estudo


Crianças que crescem em contextos pobres têm mais probabilidade de envelhecer mais rápido do que aquelas que nascem em famílias ricas, de acordo com um recente estudo britânico. Essas desvantagens biológicas exacerbadas pela desigualdade foram observadas em crianças da Europa entre 6 e 11 anos.

A pesquisa, conduzida por cientistas do Imperial College de Londres, analisou dados de saúde de 1.160 crianças, de classes sociais e contextos locais diversos. O estudo se junta a outros que ajudam a mostrar que desigualdade de renda não é uma questão puramente econômica, e pode ter impactos na saúde pública.

As crianças europeias foram divididas em três grupos de acordo com uma classificação internacional de afluência familiar. O método leva em conta não só a renda dos pais, mas também contabiliza se a criança tem um quarto só para ela e até o número de carros por residência. Além disso, os participantes do estudo providenciaram amostras de sangue e urina.

As amostras de sangue foram usadas para medir a média do tamanho dos telômeros das crianças nos glóbulos brancos. Essas estruturas encontradas nas extremidades dos cromossomos servem para impedir o desgaste do material genético, e vão diminuindo com as sucessivas divisões das células, que se multiplicam para regenerar tecidos e órgãos. Eles servem como biomarcador do envelhecimento.


https://super.abril.com.br/saude/criancas-pobres-envelhecem-mais-rapido-do-queaquelas-de-familias-mais-ricas-segundo-estudo/

Assinale a opção que apresenta a análise sintática correta do elemento destacado em “...mas também contabiliza se a criança tem um quarto só para ela”.
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Q3613376 Português

Crianças pobres envelhecem mais rápido do que aquelas de famílias mais ricas, segundo estudo


Crianças que crescem em contextos pobres têm mais probabilidade de envelhecer mais rápido do que aquelas que nascem em famílias ricas, de acordo com um recente estudo britânico. Essas desvantagens biológicas exacerbadas pela desigualdade foram observadas em crianças da Europa entre 6 e 11 anos.

A pesquisa, conduzida por cientistas do Imperial College de Londres, analisou dados de saúde de 1.160 crianças, de classes sociais e contextos locais diversos. O estudo se junta a outros que ajudam a mostrar que desigualdade de renda não é uma questão puramente econômica, e pode ter impactos na saúde pública.

As crianças europeias foram divididas em três grupos de acordo com uma classificação internacional de afluência familiar. O método leva em conta não só a renda dos pais, mas também contabiliza se a criança tem um quarto só para ela e até o número de carros por residência. Além disso, os participantes do estudo providenciaram amostras de sangue e urina.

As amostras de sangue foram usadas para medir a média do tamanho dos telômeros das crianças nos glóbulos brancos. Essas estruturas encontradas nas extremidades dos cromossomos servem para impedir o desgaste do material genético, e vão diminuindo com as sucessivas divisões das células, que se multiplicam para regenerar tecidos e órgãos. Eles servem como biomarcador do envelhecimento.


https://super.abril.com.br/saude/criancas-pobres-envelhecem-mais-rapido-do-queaquelas-de-familias-mais-ricas-segundo-estudo/

Assinale a opção que aponta corretamente a tese sustentada no texto.
Alternativas
Q3613375 Português

Crianças pobres envelhecem mais rápido do que aquelas de famílias mais ricas, segundo estudo


Crianças que crescem em contextos pobres têm mais probabilidade de envelhecer mais rápido do que aquelas que nascem em famílias ricas, de acordo com um recente estudo britânico. Essas desvantagens biológicas exacerbadas pela desigualdade foram observadas em crianças da Europa entre 6 e 11 anos.

A pesquisa, conduzida por cientistas do Imperial College de Londres, analisou dados de saúde de 1.160 crianças, de classes sociais e contextos locais diversos. O estudo se junta a outros que ajudam a mostrar que desigualdade de renda não é uma questão puramente econômica, e pode ter impactos na saúde pública.

As crianças europeias foram divididas em três grupos de acordo com uma classificação internacional de afluência familiar. O método leva em conta não só a renda dos pais, mas também contabiliza se a criança tem um quarto só para ela e até o número de carros por residência. Além disso, os participantes do estudo providenciaram amostras de sangue e urina.

As amostras de sangue foram usadas para medir a média do tamanho dos telômeros das crianças nos glóbulos brancos. Essas estruturas encontradas nas extremidades dos cromossomos servem para impedir o desgaste do material genético, e vão diminuindo com as sucessivas divisões das células, que se multiplicam para regenerar tecidos e órgãos. Eles servem como biomarcador do envelhecimento.


https://super.abril.com.br/saude/criancas-pobres-envelhecem-mais-rapido-do-queaquelas-de-familias-mais-ricas-segundo-estudo/

Embora a reportagem busque imparcialidade, há uso de elementos linguísticos que apontam para a inscrição de um ponto de vista.


Assinale a opção em que se observa a perspectiva do enunciador do texto.

Alternativas
Q3613374 Português

Crianças pobres envelhecem mais rápido do que aquelas de famílias mais ricas, segundo estudo


Crianças que crescem em contextos pobres têm mais probabilidade de envelhecer mais rápido do que aquelas que nascem em famílias ricas, de acordo com um recente estudo britânico. Essas desvantagens biológicas exacerbadas pela desigualdade foram observadas em crianças da Europa entre 6 e 11 anos.

A pesquisa, conduzida por cientistas do Imperial College de Londres, analisou dados de saúde de 1.160 crianças, de classes sociais e contextos locais diversos. O estudo se junta a outros que ajudam a mostrar que desigualdade de renda não é uma questão puramente econômica, e pode ter impactos na saúde pública.

As crianças europeias foram divididas em três grupos de acordo com uma classificação internacional de afluência familiar. O método leva em conta não só a renda dos pais, mas também contabiliza se a criança tem um quarto só para ela e até o número de carros por residência. Além disso, os participantes do estudo providenciaram amostras de sangue e urina.

As amostras de sangue foram usadas para medir a média do tamanho dos telômeros das crianças nos glóbulos brancos. Essas estruturas encontradas nas extremidades dos cromossomos servem para impedir o desgaste do material genético, e vão diminuindo com as sucessivas divisões das células, que se multiplicam para regenerar tecidos e órgãos. Eles servem como biomarcador do envelhecimento.


https://super.abril.com.br/saude/criancas-pobres-envelhecem-mais-rapido-do-queaquelas-de-familias-mais-ricas-segundo-estudo/

Quanto aos aspectos formais do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3612679 Português
Expor filhos nas redes sociais pode ter implicações jurídicas; entenda



       A exposição da rotina dos filhos nas redes sociais tem se tornado cada vez mais comum entre influenciadores e celebridades. Nomes como Viih Tube e Virginia Fonseca acumulam milhões de visualizações ao mostrar momentos íntimos da maternidade, desde o nascimento até o dia a dia das crianças. Para essas criadoras de conteúdo, o compartilhamento constante faz parte da construção de suas marcas pessoais e do engajamento com o público.

       Essa discussão ganhou força com a popularização da prática denominada sharenting, termo que une as palavras share (compartilhar) e parenting (parentalidade), e descreve a prática de pais ou responsáveis que divulgam repetidamente imagens, vídeos e informações da vida dos filhos nas redes sociais – muitas vezes desde o nascimento e, em alguns casos, com finalidade comercial.

      O fenômeno tem sido cada vez mais debatido também no Judiciário. Tribunais do país têm solicitado a retirada de fotos com base na prática do sharenting. Em decisão inédita no TJ/AC, a juíza de Direito Maha Manasfi, da 3ª vara da Família de Rio Branco/AC, proibiu os pais de divulgarem imagens do filho de forma excessiva nas redes sociais. Já o TJ/SP reconheceu casos de responsabilidade civil decorrentes da superexposição infantil, com decisões que determinam indenização por danos à personalidade, conforme artigo publicado pela USP.


(Disponível em: https://www.migalhas.com.br/. Acesso em: julho de 2025. Fragmento.)
Analise as afirmativas a seguir.

I. A expressão “[...] suas marcas pessoais [...]” (1º§) estabelece vínculo com referente citado duas vezes anteriormente.
II. Em “[...] com decisões que determinam indenização [...]” (3º§), o pronome “que” permite a manutenção do termo “decisões”.
III. O vocábulo “debatido” (3º§), considerando a flexão apresentada, permite reconhecer que o Judiciário é um ambiente em que os debates são eventuais e produtivos.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3612677 Português
Expor filhos nas redes sociais pode ter implicações jurídicas; entenda



       A exposição da rotina dos filhos nas redes sociais tem se tornado cada vez mais comum entre influenciadores e celebridades. Nomes como Viih Tube e Virginia Fonseca acumulam milhões de visualizações ao mostrar momentos íntimos da maternidade, desde o nascimento até o dia a dia das crianças. Para essas criadoras de conteúdo, o compartilhamento constante faz parte da construção de suas marcas pessoais e do engajamento com o público.

       Essa discussão ganhou força com a popularização da prática denominada sharenting, termo que une as palavras share (compartilhar) e parenting (parentalidade), e descreve a prática de pais ou responsáveis que divulgam repetidamente imagens, vídeos e informações da vida dos filhos nas redes sociais – muitas vezes desde o nascimento e, em alguns casos, com finalidade comercial.

      O fenômeno tem sido cada vez mais debatido também no Judiciário. Tribunais do país têm solicitado a retirada de fotos com base na prática do sharenting. Em decisão inédita no TJ/AC, a juíza de Direito Maha Manasfi, da 3ª vara da Família de Rio Branco/AC, proibiu os pais de divulgarem imagens do filho de forma excessiva nas redes sociais. Já o TJ/SP reconheceu casos de responsabilidade civil decorrentes da superexposição infantil, com decisões que determinam indenização por danos à personalidade, conforme artigo publicado pela USP.


(Disponível em: https://www.migalhas.com.br/. Acesso em: julho de 2025. Fragmento.)
A reescrita para o trecho “A exposição da rotina dos filhos nas redes sociais tem se tornado cada vez mais comum entre influenciadores e celebridades.” (1º§), que mantém seu sentido original assim como sua correção gramatical, está indicada em: 
Alternativas
Q3612676 Português
Expor filhos nas redes sociais pode ter implicações jurídicas; entenda



       A exposição da rotina dos filhos nas redes sociais tem se tornado cada vez mais comum entre influenciadores e celebridades. Nomes como Viih Tube e Virginia Fonseca acumulam milhões de visualizações ao mostrar momentos íntimos da maternidade, desde o nascimento até o dia a dia das crianças. Para essas criadoras de conteúdo, o compartilhamento constante faz parte da construção de suas marcas pessoais e do engajamento com o público.

       Essa discussão ganhou força com a popularização da prática denominada sharenting, termo que une as palavras share (compartilhar) e parenting (parentalidade), e descreve a prática de pais ou responsáveis que divulgam repetidamente imagens, vídeos e informações da vida dos filhos nas redes sociais – muitas vezes desde o nascimento e, em alguns casos, com finalidade comercial.

      O fenômeno tem sido cada vez mais debatido também no Judiciário. Tribunais do país têm solicitado a retirada de fotos com base na prática do sharenting. Em decisão inédita no TJ/AC, a juíza de Direito Maha Manasfi, da 3ª vara da Família de Rio Branco/AC, proibiu os pais de divulgarem imagens do filho de forma excessiva nas redes sociais. Já o TJ/SP reconheceu casos de responsabilidade civil decorrentes da superexposição infantil, com decisões que determinam indenização por danos à personalidade, conforme artigo publicado pela USP.


(Disponível em: https://www.migalhas.com.br/. Acesso em: julho de 2025. Fragmento.)
Em “[...] danos à personalidade, [...]” (3º§), a ocorrência de crase se justifica, pois: 
Alternativas
Q3612675 Português
    Contar é muito dificultoso. Não pelos anos que já se passaram. Mas pela astúcia que têm certas coisas passadas de fazer balancê, de se remexerem dos lugares. A lembrança da vida da gente se guarda em trechos diversos; uns com os outros acho que nem se misturam. Contar seguido, alinhavado, só mesmo sendo coisas de rasa importância. Tem horas antigas que ficaram muito mais perto da gente do que outras de recente data. Toda saudade é uma espécie de velhice. Talvez, então, a melhor coisa seria contar a infância não como um filme em que a vida acontece no tempo, uma coisa depois da outra, na ordem certa, sendo essa conexão que lhe dá sentido, princípio, meio e fim, mas como um álbum de retratos, cada um completo em si mesmo, cada um contendo o sentido inteiro. Talvez seja esse o jeito de escrever sobre a alma em cuja memória se encontram as coisas eternas, que permanecem...


(Guimarães Rosa apud Rubem Alves. Na morada das palavras. Campinas: Papirus, 2023. p. 139. Adaptado.) 
Ao utilizar a frase “Toda saudade é uma espécie de velhice.”, trecho do texto apresentado, em um texto de autoria diversa, caberá ao autor fazer uso das aspas, visto que: 
Alternativas
Q3612672 Português
    Contar é muito dificultoso. Não pelos anos que já se passaram. Mas pela astúcia que têm certas coisas passadas de fazer balancê, de se remexerem dos lugares. A lembrança da vida da gente se guarda em trechos diversos; uns com os outros acho que nem se misturam. Contar seguido, alinhavado, só mesmo sendo coisas de rasa importância. Tem horas antigas que ficaram muito mais perto da gente do que outras de recente data. Toda saudade é uma espécie de velhice. Talvez, então, a melhor coisa seria contar a infância não como um filme em que a vida acontece no tempo, uma coisa depois da outra, na ordem certa, sendo essa conexão que lhe dá sentido, princípio, meio e fim, mas como um álbum de retratos, cada um completo em si mesmo, cada um contendo o sentido inteiro. Talvez seja esse o jeito de escrever sobre a alma em cuja memória se encontram as coisas eternas, que permanecem...


(Guimarães Rosa apud Rubem Alves. Na morada das palavras. Campinas: Papirus, 2023. p. 139. Adaptado.) 
Pode-se afirmar que o trecho destacado “Contar é muito dificultoso. Não pelos anos que já se passaram. Mas pela astúcia que têm certas coisas passadas de fazer balancê, de se remexerem dos lugares.” apresenta: 
Alternativas
Q3612195 Português
“__________ dúvidas quanto ao projeto, e quase todos os especialistas __________ da proposta. De fato, dois terços __________ contra a implantação do projeto.”

Assinale a alternativa que apresenta os elementos que preenchem corretamente as lacunas do enunciado acima, na mesma ordem, de acordo com a concordância lógica em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3612192 Português
“__________ a isto: embora você __________ ao máximo, nunca __________ muito seguro em vários momentos, mas logo __________ novas oportunidades.”

Assinale a alternativa que apresenta os elementos que preenchem corretamente as lacunas do enunciado acima, na mesma ordem.
Alternativas
Q3612191 Português
“Durante a reunião, referiu-se ___ minha proposta e também fizeram críticas ___ sua conduta, embora se tenham mostrado receptivos __________ postura de mudanças, ___ quais vão trazer muitos benefícios ___ empresa.”

Assinale a alternativa que apresenta os elementos que preenchem corretamente as lacunas do enunciado acima, na mesma ordem.
Alternativas
Q3612190 Português

Imagem associada para resolução da questão



(Disponível em <https://www.fsp.usp.br/sustentarea/2023/06/17/dia-mundial-de-combate-adesertificacao-e-a-seca/>)



O enunciado empregado no cartaz acima pode ser reescrito corretamente da seguinte forma:

Alternativas
Q3612189 Português
Hoje me mandaram um coração branco


   Recebi hoje um coraçãozinho branco. Um emoji, “letra-imagem” em japonês. Era do Japão, afinal, o sujeito que criou esses hieroglifos modernos, para uma companhia telefônica, há quase 35 anos. Quem já mandou uma imagem de “joinha” pelo zap ou alguma rede social sabe da sintética utilidade dessas figurinhas que bailam nos diálogos pela internet.

   Pois, já espalhei e recebi coraçõezinhos vermelhos, num despretensioso carinho cibernético por amigos, parentes e amores. E esse coração branco me fez lembrar que tinha visto outros de cores diferentes. Fui pesquisar, e descobri um arco-íris cardíaco pulsando com uma variedade de significados de tirar o fôlego.

   O coraçãozinho roxo, por exemplo, quem diria, pode ser usado para expressar cuidado, e, também, amor platônico. O verde tem conotações ambientalistas, e de renovação. O laranja, vibrante, serve para mostrar que a pessoa está animadona com o romance, ou com a amizade. Já o amarelo é para afastar fantasias românticas: “somos apenas bons amigos”, lateja o emoji amarelado.

   Não deveria surpreender. Como diz a frase que li, dia desses, atribuída ao Veríssimo: quem sabe o que se esconde nos corações humanos? Nos demais emojis, então, os significados são mais surpreendentes do que supõe a vã semiologia. (...)

   E os emojis são apenas um dos perigos na linguagem das redes. Como já sabiam os peixes, elas, as redes, são ardilosas, cheias de iscas malintencionadas; armadilhas particularmente perigosas.

   Todos os dias, milhares de pessoas maduras são capturadas pelos trotes e cascatas da internet, de teorias conspiratórias sobre o roubo do nióbio brasileiro a pedidos de ajuda para pessoas supostamente perdidas — como uma menina romena desaparecida há anos, impulsionada no Brasil por gente de boa vontade  e nenhuma disposição para checar os memes que lhe caem na tela do computador. (...)

   O coraçãozinho que recebi, felizmente, era branco. Enviado por uma moça que, de início, me mandou um coração vermelhinho, como os verdadeiros, em resposta a um elogio. E, na continuação do diálogo, transplantou esse branco, que, descobri, quer dizer carinho sem segundas intenções, mas também pode significar que a pessoa que enviou não só não te ama como não sente nem sequer proximidade. (...)


LEO, Sergio. Hoje me mandaram um coração
branco. Correio Braziliense. 06 out. 2024.
Disponível em
<https://www.correiobraziliense.com.br/revistado-correio/2024/10/6955830-cronica-cidadenossa-hoje-me-mandaram-um-coracaobranco.html>.
“Era do Japão, afinal, o sujeito que criou esses hieroglifos modernos, para uma companhia telefônica, há quase 35 anos.”

Assinale a alternativa cuja forma reescrita do trecho acima, incluindo a pontuação, encontra-se totalmente correta.
Alternativas
Q3612188 Português
Hoje me mandaram um coração branco


   Recebi hoje um coraçãozinho branco. Um emoji, “letra-imagem” em japonês. Era do Japão, afinal, o sujeito que criou esses hieroglifos modernos, para uma companhia telefônica, há quase 35 anos. Quem já mandou uma imagem de “joinha” pelo zap ou alguma rede social sabe da sintética utilidade dessas figurinhas que bailam nos diálogos pela internet.

   Pois, já espalhei e recebi coraçõezinhos vermelhos, num despretensioso carinho cibernético por amigos, parentes e amores. E esse coração branco me fez lembrar que tinha visto outros de cores diferentes. Fui pesquisar, e descobri um arco-íris cardíaco pulsando com uma variedade de significados de tirar o fôlego.

   O coraçãozinho roxo, por exemplo, quem diria, pode ser usado para expressar cuidado, e, também, amor platônico. O verde tem conotações ambientalistas, e de renovação. O laranja, vibrante, serve para mostrar que a pessoa está animadona com o romance, ou com a amizade. Já o amarelo é para afastar fantasias românticas: “somos apenas bons amigos”, lateja o emoji amarelado.

   Não deveria surpreender. Como diz a frase que li, dia desses, atribuída ao Veríssimo: quem sabe o que se esconde nos corações humanos? Nos demais emojis, então, os significados são mais surpreendentes do que supõe a vã semiologia. (...)

   E os emojis são apenas um dos perigos na linguagem das redes. Como já sabiam os peixes, elas, as redes, são ardilosas, cheias de iscas malintencionadas; armadilhas particularmente perigosas.

   Todos os dias, milhares de pessoas maduras são capturadas pelos trotes e cascatas da internet, de teorias conspiratórias sobre o roubo do nióbio brasileiro a pedidos de ajuda para pessoas supostamente perdidas — como uma menina romena desaparecida há anos, impulsionada no Brasil por gente de boa vontade  e nenhuma disposição para checar os memes que lhe caem na tela do computador. (...)

   O coraçãozinho que recebi, felizmente, era branco. Enviado por uma moça que, de início, me mandou um coração vermelhinho, como os verdadeiros, em resposta a um elogio. E, na continuação do diálogo, transplantou esse branco, que, descobri, quer dizer carinho sem segundas intenções, mas também pode significar que a pessoa que enviou não só não te ama como não sente nem sequer proximidade. (...)


LEO, Sergio. Hoje me mandaram um coração
branco. Correio Braziliense. 06 out. 2024.
Disponível em
<https://www.correiobraziliense.com.br/revistado-correio/2024/10/6955830-cronica-cidadenossa-hoje-me-mandaram-um-coracaobranco.html>.
Assinale a alternativa cujo trecho se apresenta totalmente em sentido próprio, denotativo.
Alternativas
Q3612187 Português
Hoje me mandaram um coração branco


   Recebi hoje um coraçãozinho branco. Um emoji, “letra-imagem” em japonês. Era do Japão, afinal, o sujeito que criou esses hieroglifos modernos, para uma companhia telefônica, há quase 35 anos. Quem já mandou uma imagem de “joinha” pelo zap ou alguma rede social sabe da sintética utilidade dessas figurinhas que bailam nos diálogos pela internet.

   Pois, já espalhei e recebi coraçõezinhos vermelhos, num despretensioso carinho cibernético por amigos, parentes e amores. E esse coração branco me fez lembrar que tinha visto outros de cores diferentes. Fui pesquisar, e descobri um arco-íris cardíaco pulsando com uma variedade de significados de tirar o fôlego.

   O coraçãozinho roxo, por exemplo, quem diria, pode ser usado para expressar cuidado, e, também, amor platônico. O verde tem conotações ambientalistas, e de renovação. O laranja, vibrante, serve para mostrar que a pessoa está animadona com o romance, ou com a amizade. Já o amarelo é para afastar fantasias românticas: “somos apenas bons amigos”, lateja o emoji amarelado.

   Não deveria surpreender. Como diz a frase que li, dia desses, atribuída ao Veríssimo: quem sabe o que se esconde nos corações humanos? Nos demais emojis, então, os significados são mais surpreendentes do que supõe a vã semiologia. (...)

   E os emojis são apenas um dos perigos na linguagem das redes. Como já sabiam os peixes, elas, as redes, são ardilosas, cheias de iscas malintencionadas; armadilhas particularmente perigosas.

   Todos os dias, milhares de pessoas maduras são capturadas pelos trotes e cascatas da internet, de teorias conspiratórias sobre o roubo do nióbio brasileiro a pedidos de ajuda para pessoas supostamente perdidas — como uma menina romena desaparecida há anos, impulsionada no Brasil por gente de boa vontade  e nenhuma disposição para checar os memes que lhe caem na tela do computador. (...)

   O coraçãozinho que recebi, felizmente, era branco. Enviado por uma moça que, de início, me mandou um coração vermelhinho, como os verdadeiros, em resposta a um elogio. E, na continuação do diálogo, transplantou esse branco, que, descobri, quer dizer carinho sem segundas intenções, mas também pode significar que a pessoa que enviou não só não te ama como não sente nem sequer proximidade. (...)


LEO, Sergio. Hoje me mandaram um coração
branco. Correio Braziliense. 06 out. 2024.
Disponível em
<https://www.correiobraziliense.com.br/revistado-correio/2024/10/6955830-cronica-cidadenossa-hoje-me-mandaram-um-coracaobranco.html>.
“Nos demais emojis, então, os significados são mais surpreendentes do que supõe a semiologia.”

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3612186 Português
Hoje me mandaram um coração branco


   Recebi hoje um coraçãozinho branco. Um emoji, “letra-imagem” em japonês. Era do Japão, afinal, o sujeito que criou esses hieroglifos modernos, para uma companhia telefônica, há quase 35 anos. Quem já mandou uma imagem de “joinha” pelo zap ou alguma rede social sabe da sintética utilidade dessas figurinhas que bailam nos diálogos pela internet.

   Pois, já espalhei e recebi coraçõezinhos vermelhos, num despretensioso carinho cibernético por amigos, parentes e amores. E esse coração branco me fez lembrar que tinha visto outros de cores diferentes. Fui pesquisar, e descobri um arco-íris cardíaco pulsando com uma variedade de significados de tirar o fôlego.

   O coraçãozinho roxo, por exemplo, quem diria, pode ser usado para expressar cuidado, e, também, amor platônico. O verde tem conotações ambientalistas, e de renovação. O laranja, vibrante, serve para mostrar que a pessoa está animadona com o romance, ou com a amizade. Já o amarelo é para afastar fantasias românticas: “somos apenas bons amigos”, lateja o emoji amarelado.

   Não deveria surpreender. Como diz a frase que li, dia desses, atribuída ao Veríssimo: quem sabe o que se esconde nos corações humanos? Nos demais emojis, então, os significados são mais surpreendentes do que supõe a vã semiologia. (...)

   E os emojis são apenas um dos perigos na linguagem das redes. Como já sabiam os peixes, elas, as redes, são ardilosas, cheias de iscas malintencionadas; armadilhas particularmente perigosas.

   Todos os dias, milhares de pessoas maduras são capturadas pelos trotes e cascatas da internet, de teorias conspiratórias sobre o roubo do nióbio brasileiro a pedidos de ajuda para pessoas supostamente perdidas — como uma menina romena desaparecida há anos, impulsionada no Brasil por gente de boa vontade  e nenhuma disposição para checar os memes que lhe caem na tela do computador. (...)

   O coraçãozinho que recebi, felizmente, era branco. Enviado por uma moça que, de início, me mandou um coração vermelhinho, como os verdadeiros, em resposta a um elogio. E, na continuação do diálogo, transplantou esse branco, que, descobri, quer dizer carinho sem segundas intenções, mas também pode significar que a pessoa que enviou não só não te ama como não sente nem sequer proximidade. (...)


LEO, Sergio. Hoje me mandaram um coração
branco. Correio Braziliense. 06 out. 2024.
Disponível em
<https://www.correiobraziliense.com.br/revistado-correio/2024/10/6955830-cronica-cidadenossa-hoje-me-mandaram-um-coracaobranco.html>.
Em relação ao texto “Hoje me mandaram um coração branco”, é correto afirmar que ele trata sobre:
Alternativas
Respostas
26361: D
26362: D
26363: A
26364: B
26365: D
26366: A
26367: C
26368: B
26369: B
26370: A
26371: C
26372: A
26373: C
26374: D
26375: D
26376: A
26377: E
26378: B
26379: E
26380: A