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Questões de Concurso Sobre português

Questões Discursivas

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Q3831658 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A casa denuncia o morador


    Vamos começar pela cozinha. Nada define melhor uma pessoa do que a pia da cozinha. Principalmente aquele paninho usado para secar a própria pia. Quer saber se uma pessoa é caprichosa veja se esse paninho está limpo, cheiroso e guardado de uma maneira que possa secar.


    Aliás, nem pretendo entrar no mérito sobre deixar ou não louça suja de um dia pro outro. Quem dorme com pia suja normalmente tem mais tempo pra fofocar do que pra cuidar da própria vida — é um caso perdido.


    O fogão também não revela apenas se a pessoa gosta ou não de cozinhar. Quanto mais usado o fogão, mais probabilidade do morador ser alguém que gosta de receber visita e de estar entre amigos.


    A sala dá muitas pistas de personalidade. Fotos evidenciam o que é importante para aquela pessoa. Artigos de decoração simples como algo artesanal, uma flor, um mimo recebido de alguém que foi viajar demonstram pessoas afetuosas. Mas, cuidado: se livros estiverem intactos, com cara de que nunca foram folhados, já queimam o filme de qualquer um. Aqueles livros falsos criados apenas para decoração destroem qualquer construção de intelectualidade e bom gosto.


    Crochê pode até entrar e sair de moda. Aliás essa técnica que mistura costura e artesanato é muito mais uma lembrança nostálgica boa do que um item bonito ou feio. Eu quando vejo algo de crochê penso logo: “essa pessoa gostava e amava muito a avó dela”. Isso, pra mim, é bom.


    O brilho das folhagens também revela se o dono da casa é alguém que sabe cumprir as suas responsabilidades. Planta não pede água e nem sabe latir ou miar. Se o morador não for atento ao que acontece ao seu redor, a folhagem seca e morre. Quem não é bom para ser pai/mãe de planta deve repensar se, por acaso, não está deixando algo escapar do controle em outras situações da vida.


    Sobre quarto e banheiro (o que usado pelo morador tomar banho, não lavabo) não vou estabelecer parâmetros para avaliação, já que entrar nesses cômodos pressupõe que você já conheça bem a pessoa que mora ali.


    Já a pintura e o embelezamento externo até podem trazer pistas, mas o que é visto de fora nem sempre é o mesmo que a gente encontra quando entra na casa ou na vida de alguém.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado). 

No trecho final, o autor afirma que “o que é visto de fora nem sempre é o mesmo que a gente encontra quando entra na casa ou na vida de alguém”. À luz do texto como um todo, essa afirmação reforça a ideia de que:
Alternativas
Q3831657 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


A casa denuncia o morador


    Vamos começar pela cozinha. Nada define melhor uma pessoa do que a pia da cozinha. Principalmente aquele paninho usado para secar a própria pia. Quer saber se uma pessoa é caprichosa veja se esse paninho está limpo, cheiroso e guardado de uma maneira que possa secar.


    Aliás, nem pretendo entrar no mérito sobre deixar ou não louça suja de um dia pro outro. Quem dorme com pia suja normalmente tem mais tempo pra fofocar do que pra cuidar da própria vida — é um caso perdido.


    O fogão também não revela apenas se a pessoa gosta ou não de cozinhar. Quanto mais usado o fogão, mais probabilidade do morador ser alguém que gosta de receber visita e de estar entre amigos.


    A sala dá muitas pistas de personalidade. Fotos evidenciam o que é importante para aquela pessoa. Artigos de decoração simples como algo artesanal, uma flor, um mimo recebido de alguém que foi viajar demonstram pessoas afetuosas. Mas, cuidado: se livros estiverem intactos, com cara de que nunca foram folhados, já queimam o filme de qualquer um. Aqueles livros falsos criados apenas para decoração destroem qualquer construção de intelectualidade e bom gosto.


    Crochê pode até entrar e sair de moda. Aliás essa técnica que mistura costura e artesanato é muito mais uma lembrança nostálgica boa do que um item bonito ou feio. Eu quando vejo algo de crochê penso logo: “essa pessoa gostava e amava muito a avó dela”. Isso, pra mim, é bom.


    O brilho das folhagens também revela se o dono da casa é alguém que sabe cumprir as suas responsabilidades. Planta não pede água e nem sabe latir ou miar. Se o morador não for atento ao que acontece ao seu redor, a folhagem seca e morre. Quem não é bom para ser pai/mãe de planta deve repensar se, por acaso, não está deixando algo escapar do controle em outras situações da vida.


    Sobre quarto e banheiro (o que usado pelo morador tomar banho, não lavabo) não vou estabelecer parâmetros para avaliação, já que entrar nesses cômodos pressupõe que você já conheça bem a pessoa que mora ali.


    Já a pintura e o embelezamento externo até podem trazer pistas, mas o que é visto de fora nem sempre é o mesmo que a gente encontra quando entra na casa ou na vida de alguém.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado). 

Ao longo do texto, o autor utiliza descrições de ambientes domésticos para construir uma leitura simbólica do comportamento humano. Considerando essa estratégia discursiva, assinale a alternativa que melhor expressa a ideia central do texto. 
Alternativas
Q3831581 Português

(Bob Thaves. Frank & Ernest. https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 20.10.2025)

A resposta à pergunta que consta na tira pode ser reescrita, respeitando o sentido e a norma-padrão, da seguinte forma:
Alternativas
Q3831580 Português

(Bob Thaves. Frank & Ernest. https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 20.10.2025)

Assinale a alternativa em que a frase está redigida conforme a norma-padrão de regência e crase.
Alternativas
Q3831579 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
Está em conformidade com a norma-padrão de concordância a seguinte frase:
Alternativas
Q3831578 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
O trecho “Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente...” (2º parágrafo) pode ser reescrito, sem prejuízo para o sentido do texto, da seguinte maneira:
Alternativas
Q3831577 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
No trecho do 2º parágrafo “Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano...”, a expressão destacada está reescrita, em conformidade com o sentido do texto e a norma-padrão da língua portuguesa, em:
Alternativas
Q3831576 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
Assinale a alternativa em que o acréscimo de vírgula ao trecho do texto preserva a norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Q3831575 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
Está empregada em sentido figurado a palavra destacada em:
Alternativas
Q3831574 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
No contexto em que estão inseridos, os termos destacados no trecho “Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência.” (1º parágrafo) podem ser substituídos, correta e respectivamente, por
Alternativas
Q3831573 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
Considerando o sentido do texto, diante do cenário reportado em relação ao programa social, as citações do ministro Wellington Dias representam uma postura 
Alternativas
Q3831572 Português
           O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de 2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu 18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.

        Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a transição até a autonomia financeira.

        “Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias. A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs) registrados no Cadastro Único começaram a empreender após entrarem no sistema social.

        A redução do número de famílias beneficiadas ganhou força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para o governo, o movimento de saída de beneficiários representa um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”, disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de dependência.

(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br). 29.10.2025 Adaptado)
De acordo com informações do texto, é correto afirmar sobre o Bolsa Família que
Alternativas
Q3831534 Português
Onda de calor: por que oito Estados do Brasil enfrentam alerta laranja por temperaturas extremas?


Uma combinação de fatores atmosféricos típicos do verão, intensificada neste fim de dezembro, explica por que uma ampla área do Centro-Sul do Brasil enfrenta um período prolongado de calor extremo. Desde o início da semana, regiões do Sudeste, além de partes do Sul e do Centro-Oeste, registram temperaturas muito acima da média, com persistência, quebra de recordes e aumento dos riscos à saúde.

O fenômeno é classificado como onda de calor, caracterizada pela manutenção de temperaturas significativamente superiores ao padrão por vários dias consecutivos. No episódio atual, o Instituto Nacional de Meteorologia emitiu um aviso de alerta laranja, indicando que os termômetros devem permanecer cerca de cinco graus acima da média climatológica em oito Estados.

O aspecto mais preocupante não é apenas o calor intenso em dias isolados, comum no verão, mas a sua continuidade. As temperaturas elevadas se mantêm inclusive durante a noite e a madrugada, dificultando a recuperação do organismo e ampliando o desconforto térmico. Capitais como São Paulo e Rio de Janeiro registraram marcas extremas, mas o calor intenso também se espalha pelo interior, atingindo áreas agrícolas e cidades de médio porte.

A principal explicação para essa onda de calor é a atuação de uma massa de ar quente e seco reforçada pela Alta Subtropical do Atlântico Sul, que funciona como um bloqueio atmosférico. Esse sistema impede o avanço de frentes frias e reduz a formação de chuvas organizadas, mantendo o ar quente sobre a região por vários dias. Com menos nuvens, há maior aquecimento durante o dia e menor perda de calor à noite.

O fato de o episódio ocorrer no início do verão potencializa seus efeitos, já que dezembro é historicamente quente em grande parte do país. Assim, condições naturalmente favoráveis ao calor são intensificadas, elevando ainda mais as temperaturas.

As áreas mais afetadas concentram-se no Sudeste, mas a influência da onda de calor avança sobre o Sul e o Centro-Oeste. Regiões afastadas do litoral sofrem mais, enquanto áreas costeiras contam com algum alívio da brisa marítima. No Norte e no Nordeste, o calor intenso não está diretamente ligado a esse sistema, embora haja risco de temporais em algumas áreas.

As autoridades alertam para riscos à saúde, como desidratação, exaustão térmica e agravamento de doenças cardiovasculares e respiratórias. A recomendação é reforçar a hidratação, evitar exposição ao sol nos horários mais quentes e procurar ambientes ventilados. A previsão indica que o calor deve persistir até o fim da semana, com possibilidade de alívio gradual nos dias seguintes, à medida que o padrão atmosférico comece a mudar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy9535jreyjo.adaptado.
Regiões do Sudeste, além de partes do Sul e do Centro-Oeste, registram temperaturas muito acima da média, com persistência, quebra de recordes e aumento dos riscos "à" saúde.
Em relação ao emprego do sinal indicativo de crase, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3831274 Português
Comunicar ainda é um ato humano


Vivemos um tempo paradoxal: nunca foi tão fácil produzir conteúdo, mas nunca foi tão difícil produzir sentido. Em meio a textos automatizados e narrativas guiadas por algoritmos, surge uma questão essencial: o que acontece quando delegamos às máquinas não apenas a forma, mas a intenção do que comunicamos? O risco central não é a substituição do humano, mas o esvaziamento do significado.

Sem intenção consciente, a comunicação se transforma em mero estímulo eficiente, porém vazio. Quando sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer, perde-se a responsabilidade sobre o porquê da mensagem. Onde não há intenção humana, há o perigo da manipulação disfarçada de inovação.

Nesse cenário, comunicar exige ética. Não basta dominar ferramentas tecnológicas; é preciso usá-las para ampliar a consciência, não para anestesiá-la. A inteligência artificial reflete valores e visões de mundo de quem a cria, mas carece de um elemento insubstituível: a consciência ética humana.

A IA pode ampliar e organizar vozes, mas não cria intenção. A intenção é o núcleo da comunicação. Criar e comunicar continuam sendo atos humanos profundos, encontros entre consciência e linguagem. A tecnologia pode amplificar, mas apenas o humano decide o que merece ser dito.

Texto Adaptado


MCSILL, James. Comunicar ainda é um ato humano. Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/comunicar-ainda-e-um-at o-humano-1.1097630 . Acesso em: 16 dez. 2025.
Considere o uso do termo "Nesse cenário" na frase "Nesse cenário, comunicar exige ética." no contexto do texto "Comunicar ainda é um ato humano". Com base nos mecanismos de coesão referencial e nas normas do português padrão, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3831272 Português
Comunicar ainda é um ato humano


Vivemos um tempo paradoxal: nunca foi tão fácil produzir conteúdo, mas nunca foi tão difícil produzir sentido. Em meio a textos automatizados e narrativas guiadas por algoritmos, surge uma questão essencial: o que acontece quando delegamos às máquinas não apenas a forma, mas a intenção do que comunicamos? O risco central não é a substituição do humano, mas o esvaziamento do significado.

Sem intenção consciente, a comunicação se transforma em mero estímulo eficiente, porém vazio. Quando sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer, perde-se a responsabilidade sobre o porquê da mensagem. Onde não há intenção humana, há o perigo da manipulação disfarçada de inovação.

Nesse cenário, comunicar exige ética. Não basta dominar ferramentas tecnológicas; é preciso usá-las para ampliar a consciência, não para anestesiá-la. A inteligência artificial reflete valores e visões de mundo de quem a cria, mas carece de um elemento insubstituível: a consciência ética humana.

A IA pode ampliar e organizar vozes, mas não cria intenção. A intenção é o núcleo da comunicação. Criar e comunicar continuam sendo atos humanos profundos, encontros entre consciência e linguagem. A tecnologia pode amplificar, mas apenas o humano decide o que merece ser dito.

Texto Adaptado


MCSILL, James. Comunicar ainda é um ato humano. Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/comunicar-ainda-e-um-at o-humano-1.1097630 . Acesso em: 16 dez. 2025.
A palavra "conteúdo", presente no trecho "nunca foi tão fácil produzir conteúdo", está acentuada segundo as regras de acentuação gráfica da norma-padrão. Sobre esse caso específico, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3831185 Português
PERGUNTAS

Um velho mestre vivia dizendo a seus discípulos que buscassem, eles mesmos, as respostas para suas dúvidas. Mas não adiantava nada. Os jovens alunos sempre chegavam esperando que o mestre resolvesse suas dúvidas e problemas.

Um dia, já cansado daquilo, o velho sábio colocou um cartaz na porta de casa onde estava escrito:

RESPONDO DUAS PERGUNTAS POR CEM MOEDAS.

Então, um de seus discípulos o procurou dizendo que tinha duas questões muito importantes. O jovem contou as cem moedas. Entregou ao mestre, mas disse um pouco contrariado:

- Mestre, não acha meio caro cem moedas para apenas duas perguntas?

E o mestre respondeu:

- Sim! É caro! E qual é a segunda pergunta?



PESSÔA, Augusto. Perguntas. Augusto Pessôa − Contos de sabedoria, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.augustopessoa.com/contos-de-sabedoria . Acesso em: 03 jan. 2026. 
Considere as palavras a seguir e assinale a palavra que  foi separada INCORRETAMENTE.
Alternativas
Q3831182 Português
PERGUNTAS

Um velho mestre vivia dizendo a seus discípulos que buscassem, eles mesmos, as respostas para suas dúvidas. Mas não adiantava nada. Os jovens alunos sempre chegavam esperando que o mestre resolvesse suas dúvidas e problemas.

Um dia, já cansado daquilo, o velho sábio colocou um cartaz na porta de casa onde estava escrito:

RESPONDO DUAS PERGUNTAS POR CEM MOEDAS.

Então, um de seus discípulos o procurou dizendo que tinha duas questões muito importantes. O jovem contou as cem moedas. Entregou ao mestre, mas disse um pouco contrariado:

- Mestre, não acha meio caro cem moedas para apenas duas perguntas?

E o mestre respondeu:

- Sim! É caro! E qual é a segunda pergunta?



PESSÔA, Augusto. Perguntas. Augusto Pessôa − Contos de sabedoria, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.augustopessoa.com/contos-de-sabedoria . Acesso em: 03 jan. 2026. 
No trecho " − Sim! É caro! E qual é a segunda pergunta?", a exclamação mostra:
Alternativas
Q3830975 Português
Leia o trecho abaixo, retirado dos PCN’s:
“A questão não é falar certo ou errado, mas saber qual forma de fala utilizar, considerando as características do contexto de comunicação, ou seja, saber adequar o registro as diferentes situações comunicativas (...) é saber, portanto, quais variedades e registro da língua oral são pertinentes em função da intenção comunicativa, do contexto e dos interlocutores a quem o texto se dirige”. (BRASIL, MECSEF,1997, p.31)
O trecho acima teoriza um aspecto importante no ensino da disciplina de Língua Portuguesa conhecida como:
Alternativas
Q3830974 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:

 

O adeus do mestre do humor Luis Fernando Verissimo: 'A morte é uma sacanagem. Sou cada vez mais contra'

 

O escritor e cronista Luis Fernado Verissimo morreu neste sábado (30/8), aos 88 anos, em Porto Alegre (RS).

 

30 agosto 2025 - Atualizado 31 agosto 2025

 

Verissimo estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre (RS), com princípio de pneumonia.

 

O escritor gaúcho, nascido em Porto Alegre em 26 de setembro de 1936, enfrentava há anos uma série de complicações de saúde que incluíam a doença de Parkinson, sequelas de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) sofrido em 2021, além de problemas cardíacos.

 

Ao fim da vida, enfrentava dificuldades de fala e as poucas palavras que ainda balbuciava, eram em inglês, conforme relato de Lúcia Verissimo, de 81 anos e esposa do escritor por 61 deles, à Folha de S.Paulo.

 

Filho de Mafalda e Erico Verissimo (1905-1975), também escritor, Luis Fernando Verissimo mudou-se aos 16 anos para os Estados Unidos, onde o pai trabalhou como professor na Universidade da Califórnia, de 1943 a 1945.

 

Em solo americano, Verissimo começou a desenvolver suas habilidades literárias e seu amor pelo jazz, tornando-se mais tarde saxofonista e integrante da banda Jazz 6.

 

Durante sua extensa carreira, o escritor construiu um vasto legado com mais de 70 livros publicados e 5,6 milhões de cópias vendidas.

 

Sua produção literária abrangeu gêneros diversos, desde crônicas humorísticas até contos e romances que retrataram com graça e maestria o cotidiano brasileiro.

 

Além dos livros publicados, Verissimo também teve presença cativa na imprensa nacional, colaborando como colunista em veículos como O Estado de S.Paulo, O Globo, Veja e Zero Hora.

 

Entre as principais obras do escritor, estão O Analista de Bagé (1981), A Grande Mulher Nua (1975), Ed Mort e Outras Histórias (1979), O Santinho (1991) e Comédias da Vida Privada (1994), livro de crônicas que foi adaptado para uma série de televisão pela Rede Globo, entre 1996 e 1997.

 

"Eu comecei a escrever tarde, com mais de 30 anos. Até então só tinha feito algumas traduções do inglês e não tinha a menor intenção de ser jornalista ou escritor", lembrou Verissimo, então aos 80 anos, em entrevista à revista Época, em 2016.

 

"Quando me deram um espaço assinado no jornal, eu, por assim dizer, me descobri. (...) O resto, os contos e os romances são decorrências do trabalho como cronista. Na música, apenas realizei o sonho de ser jazzista, ou pelo menos poder brincar de ser jazzista", completou.

 

[...]

 

Sucesso das páginas às telas

 

Além de sua prolífica carreira como escritor e cronista, Verissimo teve uma significativa participação na televisão brasileira, com trabalhos como roteirista e criador de séries de sucesso.

 

Na rede Globo, foi redator de programas como Planeta dos homens, Viva o gordo e TV Pirata.

 

Mas seu maior sucesso nas telas veio com A Comédia da Vida Privada, série de 21 episódios, exibida pela Globo entre 1995 e 1997.

 

[...]

 

Frases de Veríssimo sobre a morte

 

Na velhice, já debilitado pelos anos e pelos sucessivos problemas de saúde, o escritor falava da morte com um misto de tristeza e doçura, com a leveza típica de sua obra.

 

"A morte é uma injustiça, esse é a melhor descrição. Mas a gente tem de conviver com isso", disse ele à Folha de S.Paulo, em 2011.

 

"A gente vai ficando mais lento de pensamento. Nesse sentido, estou sentindo a velhice. Mas aí é tentar aproveitar a vida da melhor maneira. Enquanto der para aproveitar a nossa neta, ir ao cinema, viajar, a gente vai levando."

 

Em 2013, após deixar o hospital onde havia sido internado na UTI, em função de uma gripe que evoluiu para um quadro de infecção generalizada, foi ainda mais radical, em nova declaração à Folha.

 

"A morte é uma sacanagem. Sou cada vez mais contra."

 

Publicado por BBC News Brasil

Em relação ao trecho abaixo, assinale a alternativa que apresente classificação CORRETA em relação às funções sintáticas apresentadas:
Ao fim da vida, enfrentava dificuldades de fala e as poucas palavras que ainda balbuciava, eram em inglês, conforme relato de Lúcia Verissimo, de 81 anos e esposa do escritor por 61 deles, à Folha de S.Paulo. 
Alternativas
Q3830973 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:

 

O adeus do mestre do humor Luis Fernando Verissimo: 'A morte é uma sacanagem. Sou cada vez mais contra'

 

O escritor e cronista Luis Fernado Verissimo morreu neste sábado (30/8), aos 88 anos, em Porto Alegre (RS).

 

30 agosto 2025 - Atualizado 31 agosto 2025

 

Verissimo estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre (RS), com princípio de pneumonia.

 

O escritor gaúcho, nascido em Porto Alegre em 26 de setembro de 1936, enfrentava há anos uma série de complicações de saúde que incluíam a doença de Parkinson, sequelas de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) sofrido em 2021, além de problemas cardíacos.

 

Ao fim da vida, enfrentava dificuldades de fala e as poucas palavras que ainda balbuciava, eram em inglês, conforme relato de Lúcia Verissimo, de 81 anos e esposa do escritor por 61 deles, à Folha de S.Paulo.

 

Filho de Mafalda e Erico Verissimo (1905-1975), também escritor, Luis Fernando Verissimo mudou-se aos 16 anos para os Estados Unidos, onde o pai trabalhou como professor na Universidade da Califórnia, de 1943 a 1945.

 

Em solo americano, Verissimo começou a desenvolver suas habilidades literárias e seu amor pelo jazz, tornando-se mais tarde saxofonista e integrante da banda Jazz 6.

 

Durante sua extensa carreira, o escritor construiu um vasto legado com mais de 70 livros publicados e 5,6 milhões de cópias vendidas.

 

Sua produção literária abrangeu gêneros diversos, desde crônicas humorísticas até contos e romances que retrataram com graça e maestria o cotidiano brasileiro.

 

Além dos livros publicados, Verissimo também teve presença cativa na imprensa nacional, colaborando como colunista em veículos como O Estado de S.Paulo, O Globo, Veja e Zero Hora.

 

Entre as principais obras do escritor, estão O Analista de Bagé (1981), A Grande Mulher Nua (1975), Ed Mort e Outras Histórias (1979), O Santinho (1991) e Comédias da Vida Privada (1994), livro de crônicas que foi adaptado para uma série de televisão pela Rede Globo, entre 1996 e 1997.

 

"Eu comecei a escrever tarde, com mais de 30 anos. Até então só tinha feito algumas traduções do inglês e não tinha a menor intenção de ser jornalista ou escritor", lembrou Verissimo, então aos 80 anos, em entrevista à revista Época, em 2016.

 

"Quando me deram um espaço assinado no jornal, eu, por assim dizer, me descobri. (...) O resto, os contos e os romances são decorrências do trabalho como cronista. Na música, apenas realizei o sonho de ser jazzista, ou pelo menos poder brincar de ser jazzista", completou.

 

[...]

 

Sucesso das páginas às telas

 

Além de sua prolífica carreira como escritor e cronista, Verissimo teve uma significativa participação na televisão brasileira, com trabalhos como roteirista e criador de séries de sucesso.

 

Na rede Globo, foi redator de programas como Planeta dos homens, Viva o gordo e TV Pirata.

 

Mas seu maior sucesso nas telas veio com A Comédia da Vida Privada, série de 21 episódios, exibida pela Globo entre 1995 e 1997.

 

[...]

 

Frases de Veríssimo sobre a morte

 

Na velhice, já debilitado pelos anos e pelos sucessivos problemas de saúde, o escritor falava da morte com um misto de tristeza e doçura, com a leveza típica de sua obra.

 

"A morte é uma injustiça, esse é a melhor descrição. Mas a gente tem de conviver com isso", disse ele à Folha de S.Paulo, em 2011.

 

"A gente vai ficando mais lento de pensamento. Nesse sentido, estou sentindo a velhice. Mas aí é tentar aproveitar a vida da melhor maneira. Enquanto der para aproveitar a nossa neta, ir ao cinema, viajar, a gente vai levando."

 

Em 2013, após deixar o hospital onde havia sido internado na UTI, em função de uma gripe que evoluiu para um quadro de infecção generalizada, foi ainda mais radical, em nova declaração à Folha.

 

"A morte é uma sacanagem. Sou cada vez mais contra."

 

Publicado por BBC News Brasil

Em qual alternativa abaixo que a alteração na escrita do trecho muda a sua gramaticalidade, porém constrói sentidos diferentes?
Alternativas
Respostas
17461: B
17462: C
17463: E
17464: B
17465: C
17466: A
17467: E
17468: B
17469: A
17470: E
17471: D
17472: D
17473: B
17474: D
17475: C
17476: E
17477: B
17478: E
17479: C
17480: A