Questões de Concurso Sobre português

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Q4303593 Português
No que se refere ao acento, uma das palavras a seguir deve ser acentuada. 
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Q4303589 Português

ATENTE para a charge a seguir.


A frase que JUSTIFICA a regra do NÃO emprego da crase demonstrada na charge é: 
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Q4303588 Português

A Casa do Silêncio


    O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.  


    Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.


    A mãe, sempre apressada, dizia: 


    — Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!


    Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.  


    Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar. 


    O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:


    — Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada. 


    Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.


    Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer. 


E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.


    Anos se passaram.


    Já homem, voltou à casa.  


    A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso. 


    O homem sorriu.


    Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.


    Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele. 


(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

Das palavras retiradas do texto, aquela em que o número de letras é SUPERIOR ao número de fonemas é: 
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Q4303587 Português

A Casa do Silêncio


    O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.  


    Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.


    A mãe, sempre apressada, dizia: 


    — Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!


    Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.  


    Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar. 


    O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:


    — Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada. 


    Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.


    Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer. 


E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.


    Anos se passaram.


    Já homem, voltou à casa.  


    A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso. 


    O homem sorriu.


    Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.


    Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele. 


(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar.” A oração destacada EXPRIME em relação à posposta, uma: 
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Q4303586 Português

A Casa do Silêncio


    O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.  


    Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.


    A mãe, sempre apressada, dizia: 


    — Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!


    Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.  


    Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar. 


    O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:


    — Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada. 


    Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.


    Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer. 


E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.


    Anos se passaram.


    Já homem, voltou à casa.  


    A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso. 


    O homem sorriu.


    Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.


    Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele. 


(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

O trecho do texto que APRESENTA uma expressão indicando um modalizador circunstancial de tempo está em: 
Alternativas
Q4303585 Português

A Casa do Silêncio


    O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.  


    Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.


    A mãe, sempre apressada, dizia: 


    — Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!


    Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.  


    Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar. 


    O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:


    — Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada. 


    Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.


    Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer. 


E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.


    Anos se passaram.


    Já homem, voltou à casa.  


    A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso. 


    O homem sorriu.


    Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.


    Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele. 


(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

O protagonista do conto demonstra no desenrolar do texto suas divagações através da janela. Já no desfecho, ao retornar à casa, ele observa a janela não tão fantasiosa como antes, através de um olhar mais denotativo. Pode-se INFERIR
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Q4303584 Português

A Casa do Silêncio


    O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.  


    Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.


    A mãe, sempre apressada, dizia: 


    — Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!


    Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.  


    Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar. 


    O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:


    — Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada. 


    Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.


    Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer. 


E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.


    Anos se passaram.


    Já homem, voltou à casa.  


    A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso. 


    O homem sorriu.


    Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.


    Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele. 


(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

O texto lido TRAZ, predominantemente, CARACTERÍSTICAS do gênero:
Alternativas
Q4303500 Português
Estabeleça a relação entre os elementos abaixo, associando a forma verbal à lacuna de cada enunciado, de acordo com a norma-padrão. A seguir, assinale a sequência obtida.

(1) havia    (2) haviam
- Naquela reunião, () muitas informações confidenciais.
- Já ( muitos anos que nós não nos encontrávamos.
- Os dirigentes, naquele encontro, já marcado uma outra reunião secreta.
- Se existiam rancores ou só ( pequenas desavenças, ninguém sabe ao certo.
Alternativas
Q4303498 Português
Assinale a alternativa cujo pronome destacado apresenta colocação correta, pela norma-padrão.
Alternativas
Q4303496 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Uma insatisfação crônica


   O dinheiro é um bom servo, mas um péssimo patrão. Sendo usado para o nosso bem e para o bem do próximo é uma bênção, mas, usado de forma egoísta, só para o nosso deleite e de forma avarenta, só para explorar o próximo, é uma maldição. Certamente, o problema não é ter dinheiro, mas o dinheiro nos ter; não é guardar dinheiro no banco, mas entronizá-lo no coração.

  O dinheiro é necessário, pois sem ele não suprimos nossas necessidades nem podemos socorrer os necessitados. Porém, o dinheiro, por mais volumoso, não pode nos oferecer felicidade nem segurança. É ledo engano pensar que о dinheiro é fonte de alegria ou imaginar que o dinheiro nos blinda dos perigos da vida. О dinheiro é volátil. É insensatez, portanto, confiar na instabilidade da riqueza. O dinheiro, outrossim, não pode comprar as coisas mais importantes. O dinheiro pode nos dar momentos felizes, mas não pode adquirir para nós felicidade. Pode nos dar uma casa, mas não um lar; pode nos dar conforto, mas não saúde; pode nos dar alimento, mas não apetite; pode nos dar bajuladores, mas não amigos; pode nos dar um rico funeral, mas não a vida eterna.

   O dinheiro pode ser conquistado por nós com o suor do nosso rosto ou pode ser deixado para nós como herança dos nossos pais. Pode vir do trabalho das nossas mãos ou das mãos daqueles que laboraram antes de nós. O dinheiro, porém, não pode ser levado por nós. O homem mais rico não pode levar sequer um mísero centavo de toda a sua fortuna. Não há gaveta em caixão nem caminhão de mudança em enterro. Mesmo possuindo um império econômico, ao morrer, o homem deixa tudo. O dinheiro só pode ir conosco até à sepultura. Tudo o que granjeamos e recebemos é deixado aqui mesmo. As riquezas da terra não realizam nenhuma marcha conosco além da sepultura.

   O amor do dinheiro é raiz de todos os males. Muitos caem nos laços da cobiça e atormentam a sua alma com muitos flagelos. Há aqueles que até mesmo se desviam da fé e mergulham sua alma em doída angústia e pesada tribulação. Por amor ao dinheiro, muitos vivem e morrem, casam-se e descasam, matam e mandam matar, corrompem e são corrompidos. Por amor ao dinheiro, o homem se bestializa e declara guerra ao seu próximo. (...)


LOPES, Hernandes Dias. Uma insatisfação crônica. Disponível em <https://www.hernandesdiaslopes.com.br/umainsatisfacao-cronica>.
Assinale a alternativa cuja palavra apresentada entre parênteses é um sinônimo correto para о vocábulo destacado no trecho correspondente:
Alternativas
Q4303495 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Uma insatisfação crônica


   O dinheiro é um bom servo, mas um péssimo patrão. Sendo usado para o nosso bem e para o bem do próximo é uma bênção, mas, usado de forma egoísta, só para o nosso deleite e de forma avarenta, só para explorar o próximo, é uma maldição. Certamente, o problema não é ter dinheiro, mas o dinheiro nos ter; não é guardar dinheiro no banco, mas entronizá-lo no coração.

  O dinheiro é necessário, pois sem ele não suprimos nossas necessidades nem podemos socorrer os necessitados. Porém, o dinheiro, por mais volumoso, não pode nos oferecer felicidade nem segurança. É ledo engano pensar que о dinheiro é fonte de alegria ou imaginar que o dinheiro nos blinda dos perigos da vida. О dinheiro é volátil. É insensatez, portanto, confiar na instabilidade da riqueza. O dinheiro, outrossim, não pode comprar as coisas mais importantes. O dinheiro pode nos dar momentos felizes, mas não pode adquirir para nós felicidade. Pode nos dar uma casa, mas não um lar; pode nos dar conforto, mas não saúde; pode nos dar alimento, mas não apetite; pode nos dar bajuladores, mas não amigos; pode nos dar um rico funeral, mas não a vida eterna.

   O dinheiro pode ser conquistado por nós com o suor do nosso rosto ou pode ser deixado para nós como herança dos nossos pais. Pode vir do trabalho das nossas mãos ou das mãos daqueles que laboraram antes de nós. O dinheiro, porém, não pode ser levado por nós. O homem mais rico não pode levar sequer um mísero centavo de toda a sua fortuna. Não há gaveta em caixão nem caminhão de mudança em enterro. Mesmo possuindo um império econômico, ao morrer, o homem deixa tudo. O dinheiro só pode ir conosco até à sepultura. Tudo o que granjeamos e recebemos é deixado aqui mesmo. As riquezas da terra não realizam nenhuma marcha conosco além da sepultura.

   O amor do dinheiro é raiz de todos os males. Muitos caem nos laços da cobiça e atormentam a sua alma com muitos flagelos. Há aqueles que até mesmo se desviam da fé e mergulham sua alma em doída angústia e pesada tribulação. Por amor ao dinheiro, muitos vivem e morrem, casam-se e descasam, matam e mandam matar, corrompem e são corrompidos. Por amor ao dinheiro, o homem se bestializa e declara guerra ao seu próximo. (...)


LOPES, Hernandes Dias. Uma insatisfação crônica. Disponível em <https://www.hernandesdiaslopes.com.br/umainsatisfacao-cronica>.
"O dinheiro pode ser conquistado por nós com o suor do nosso rosto ou pode ser deixado para nós como herança dos nossos pais."

As formas verbais destacadas no trecho acima indicam ações:
Alternativas
Q4303494 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Uma insatisfação crônica


   O dinheiro é um bom servo, mas um péssimo patrão. Sendo usado para o nosso bem e para o bem do próximo é uma bênção, mas, usado de forma egoísta, só para o nosso deleite e de forma avarenta, só para explorar o próximo, é uma maldição. Certamente, o problema não é ter dinheiro, mas o dinheiro nos ter; não é guardar dinheiro no banco, mas entronizá-lo no coração.

  O dinheiro é necessário, pois sem ele não suprimos nossas necessidades nem podemos socorrer os necessitados. Porém, o dinheiro, por mais volumoso, não pode nos oferecer felicidade nem segurança. É ledo engano pensar que о dinheiro é fonte de alegria ou imaginar que o dinheiro nos blinda dos perigos da vida. О dinheiro é volátil. É insensatez, portanto, confiar na instabilidade da riqueza. O dinheiro, outrossim, não pode comprar as coisas mais importantes. O dinheiro pode nos dar momentos felizes, mas não pode adquirir para nós felicidade. Pode nos dar uma casa, mas não um lar; pode nos dar conforto, mas não saúde; pode nos dar alimento, mas não apetite; pode nos dar bajuladores, mas não amigos; pode nos dar um rico funeral, mas não a vida eterna.

   O dinheiro pode ser conquistado por nós com o suor do nosso rosto ou pode ser deixado para nós como herança dos nossos pais. Pode vir do trabalho das nossas mãos ou das mãos daqueles que laboraram antes de nós. O dinheiro, porém, não pode ser levado por nós. O homem mais rico não pode levar sequer um mísero centavo de toda a sua fortuna. Não há gaveta em caixão nem caminhão de mudança em enterro. Mesmo possuindo um império econômico, ao morrer, o homem deixa tudo. O dinheiro só pode ir conosco até à sepultura. Tudo o que granjeamos e recebemos é deixado aqui mesmo. As riquezas da terra não realizam nenhuma marcha conosco além da sepultura.

   O amor do dinheiro é raiz de todos os males. Muitos caem nos laços da cobiça e atormentam a sua alma com muitos flagelos. Há aqueles que até mesmo se desviam da fé e mergulham sua alma em doída angústia e pesada tribulação. Por amor ao dinheiro, muitos vivem e morrem, casam-se e descasam, matam e mandam matar, corrompem e são corrompidos. Por amor ao dinheiro, o homem se bestializa e declara guerra ao seu próximo. (...)


LOPES, Hernandes Dias. Uma insatisfação crônica. Disponível em <https://www.hernandesdiaslopes.com.br/umainsatisfacao-cronica>.
Em relação ao texto "Uma insatisfação crônica”, o autor:
Alternativas
Q4303422 Português
Aludindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.

Coluna I.
A- Catacrese.
B- Metonímia.
C- Silepse.
D- Anáfora.
E- Antítese.

Coluna II.
1- Todos fomos à festa.
2- A juventude brasileira é a nossa esperança.
3- Tudo era dúvida, tudo incerteza, tudo indefinição.
4- Não há no mundo alegria sem sobressalto, riqueza sem miséria.
5- Enterrar uma agulha na pele.
Alternativas
Q4303421 Português
A palavra “semi-interno” está hifenizada devidamente, o que não ocorre na escrita do vocábulo:
Alternativas
Q4303420 Português
Dentre as palavras, marque aquela que tem acento gráfico indevido.
Alternativas
Q4303419 Português
Em significação das palavras, os pares apresentar/expor; claro/escuro; agourar/augurar; acessório/assessório, são respectivamente:
Alternativas
Q4303417 Português

Dadas as orações:



I- Por que eles estão gritando?


II- Aqueles são os direitos porque estamos lutando.


III- O porquê de tanto barulho ainda é um mistério.


IV- Aurora está rindo, por que?


O uso dos porquês está correto:

Alternativas
Q4303416 Português
Leia o texto para responder à próxima.


Carrego seu Coração Comigo. (E. E. Cummings).


Carrego seu coração comigo.

Eu o carrego no meu coração

Nunca estou sem ele

Onde quer que vá, você vai comigo

E o que quer eu que faça sozinho

Eu faço por você

Não temo meu destino

Você é meu destino, minha doçura

Eu não quero o mundo por mais belo que seja

Porque você é meu mundo, minha verdade.


Eis o grande segredo que ninguém sabe.

Aqui está a raiz da raiz

O broto do broto e o céu do céu

De uma árvore chamada vida

Que cresce mais que a alma pode esperar

ou a mente pode esconder

E esse é o prodígio que mantém

as estrelas a distância.


Eu carrego seu coração comigo

Eu o carrego no meu coração.
Ainda no texto, o período “ou a mente pode esconder”, a oração é: 
Alternativas
Q4303415 Português
Leia o texto para responder à próxima.


Carrego seu Coração Comigo. (E. E. Cummings).


Carrego seu coração comigo.

Eu o carrego no meu coração

Nunca estou sem ele

Onde quer que vá, você vai comigo

E o que quer eu que faça sozinho

Eu faço por você

Não temo meu destino

Você é meu destino, minha doçura

Eu não quero o mundo por mais belo que seja

Porque você é meu mundo, minha verdade.


Eis o grande segredo que ninguém sabe.

Aqui está a raiz da raiz

O broto do broto e o céu do céu

De uma árvore chamada vida

Que cresce mais que a alma pode esperar

ou a mente pode esconder

E esse é o prodígio que mantém

as estrelas a distância.


Eu carrego seu coração comigo

Eu o carrego no meu coração.
Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto, (raiz, prodígio, distância), são respectivamente:
Alternativas
Q4303373 Português
Leia o Texto V para responder à questão.

Texto V
Q15.png (358×270)
Disponível em:https://cartum.folha.uol.com.br/charges/2026/04/08/laerte.shtml. Acesso em: 30 abr. 2026.

Acerca do Texto V, analise as assertivas a seguir.

I- O efeito humorístico do texto é gerado pelo aviso escrito na lua “aceitar todos os cookies”, remetendo ao fato de que a lua parece um cookie, biscoito redondo com superfície levemente rachada e gotas de chocolate visíveis.
II- O texto V sugere que, assim como o lado oculto da lua, normalmente não visto, existe um “lado oculto” na navegação da internet: termos e permissões muitas vezes aceitos sem questionamentos.
III- O texto V é uma crítica bem-humorada à privacidade digital, evocando a ideia de que a coleta de dados está presente em todos os lugares.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
61: D
62: C
63: B
64: A
65: D
66: A
67: B
68: A
69: D
70: E
71: D
72: A
73: D
74: A
75: C
76: C
77: D
78: A
79: C
80: C