Questões de Concurso Sobre português
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ATENTE para a charge a seguir.

A Casa do Silêncio
O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.
Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.
A mãe, sempre apressada, dizia:
— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!
Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.
Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.
O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:
— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.
Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.
Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.
E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.
Anos se passaram.
Já homem, voltou à casa.
A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.
O homem sorriu.
Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.
Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.
(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)
A Casa do Silêncio
O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.
Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.
A mãe, sempre apressada, dizia:
— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!
Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.
Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.
O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:
— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.
Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.
Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.
E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.
Anos se passaram.
Já homem, voltou à casa.
A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.
O homem sorriu.
Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.
Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.
(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)
A Casa do Silêncio
O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.
Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.
A mãe, sempre apressada, dizia:
— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!
Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.
Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.
O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:
— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.
Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.
Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.
E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.
Anos se passaram.
Já homem, voltou à casa.
A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.
O homem sorriu.
Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.
Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.
(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)
A Casa do Silêncio
O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.
Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.
A mãe, sempre apressada, dizia:
— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!
Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.
Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.
O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:
— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.
Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.
Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.
E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.
Anos se passaram.
Já homem, voltou à casa.
A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.
O homem sorriu.
Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.
Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.
(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)
A Casa do Silêncio
O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.
Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.
A mãe, sempre apressada, dizia:
— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!
Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.
Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.
O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:
— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.
Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.
Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.
E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.
Anos se passaram.
Já homem, voltou à casa.
A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.
O homem sorriu.
Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.
Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.
(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)
(1) havia (2) haviam
- Naquela reunião, () muitas informações confidenciais.
- Já ( muitos anos que nós não nos encontrávamos.
- Os dirigentes, naquele encontro, já marcado uma outra reunião secreta.
- Se existiam rancores ou só ( pequenas desavenças, ninguém sabe ao certo.
As formas verbais destacadas no trecho acima indicam ações:
Coluna I.
A- Catacrese.
B- Metonímia.
C- Silepse.
D- Anáfora.
E- Antítese.
Coluna II.
1- Todos fomos à festa.
2- A juventude brasileira é a nossa esperança.
3- Tudo era dúvida, tudo incerteza, tudo indefinição.
4- Não há no mundo alegria sem sobressalto, riqueza sem miséria.
5- Enterrar uma agulha na pele.
Dadas as orações:
I- Por que eles estão gritando?
II- Aqueles são os direitos porque estamos lutando.
III- O porquê de tanto barulho ainda é um mistério.
IV- Aurora está rindo, por que?
O uso dos porquês está correto:
Texto V
Disponível em:https://cartum.folha.uol.com.br/charges/2026/04/08/laerte.shtml. Acesso em: 30 abr. 2026.
Acerca do Texto V, analise as assertivas a seguir.
I- O efeito humorístico do texto é gerado pelo aviso escrito na lua “aceitar todos os cookies”, remetendo ao fato de que a lua parece um cookie, biscoito redondo com superfície levemente rachada e gotas de chocolate visíveis.
II- O texto V sugere que, assim como o lado oculto da lua, normalmente não visto, existe um “lado oculto” na navegação da internet: termos e permissões muitas vezes aceitos sem questionamentos.
III- O texto V é uma crítica bem-humorada à privacidade digital, evocando a ideia de que a coleta de dados está presente em todos os lugares.
É CORRETO o que se afirma em: