Questões de Concurso Sobre português

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Q4420397 Português
  O gás natural desempenha função estratégica na matriz energética mundial, sobretudo ante a demanda ascendente por fontes menos poluentes e sustentáveis. O panorama energético global atravessa fase de profunda mutação, caracterizada pela dupla premência de assegurar a segurança do suprimento e, ao mesmo tempo, avançar na descarbonização das matrizes para atenuar os impactos das alterações climáticas. Nesse quadro, o gás natural vem sendo situado por diversos especialistas e planejadores energéticos como “combustível de transição”. Sua combustão gera expressivamente menos CO₂ (dióxido de carbono) quando comparada à do carvão e do petróleo; ademais, sua versatilidade operacional fornece o respaldo indispensável à intermitência de fontes renováveis como a eólica e a solar viabilizando, assim, uma transição energética mais estável e segura.
     No Brasil, embora ocupe uma posição relevante, esse recurso permanece subutilizado. Nesse contexto, a sustentabilidade no transporte de gás natural por gasoduto tornou-se tema fundamental para acompanhar a transição energética. Os desafios regulatórios, a baixa utilização da infraestrutura existente e a competição limitada no setor reforçam a necessidade de aprofundar a compreensão sobre práticas que promovam maior eficiência e sustentabilidade.


Fonte: GALVÃO, J. J. Indicadores de Sustentabilidade no Transporte de Gás Natural por Gasoduto: o Caso do Brasil. 2025. Dissertação (mestrado) – Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas, Centro de Formação Acadêmica e Pesquisa, Rio de Janeiro, 2025 (com adaptações). 
Considerando a progressão temática e a construção argumentativa do texto, a caracterização do gás natural como “combustível de transição” fundamenta-se no fato de que essa fonte energética: 
Alternativas
Q4420252 Português
Leia as sentenças e analise a concordância verbal: 
I.Há vários documentários que nos ajudam a mudar o modo de ver a vida. II.Tratam-se de documentários sobre temas diversos. III.Já passam dos dez documentários que assisti nas últimas semanas.

Está correta a concordância verbal em:
Alternativas
Q4420251 Português
No processo de formação de palavras, a derivação sufixal tem papel importante na versatilidade da língua porque ela possibilita conferir nova classe gramatical à palavra derivada. Por exemplo, de um adjetivo pode derivar um substantivo. Todas as palavras destacadas a seguir são derivadas. Assinale a alternativa cuja palavra derivada é um advérbio: 
Alternativas
Q4420250 Português
"Oito documentários que ajudam a ver o mundo de outra forma


Uma seleção de filmes que questionam certezas, revelam histórias pouco conhecidas e apresentam diferentes perspectivas

Há documentários que ampliam nosso repertório justamente porque nos colocam diante de perspectivas, pessoas e realidades que não fazem parte do nosso cotidiano. Eles podem informar, contextualizar e apresentar personagens e acontecimentos, mas também conseguem nos aproximar de experiências que não conhecemos e nos levar a olhar para elas por outro ângulo.

A proposta desta lista é reunir filmes que provocam esse tipo de deslocamento, e isso não depende de tema grandioso. Eduardo Coutinho passou uma semana num prédio de Copacabana entrevistando moradores e saiu de lá com um dos documentários mais ricos da história do cinema brasileiro. Sebastião Salgado percorreu décadas fotografando conflitos, migrações e paisagens antes de ser o próprio sujeito de um filme. Craig Foster visitou a mesma floresta de algas todos os dias durante um ano para acompanhar um polvo, e aquilo virou algo muito diferente de um documentário sobre biologia marinha. A diversidade de pontos de partida é também um argumento, pois o deslocamento de olhar não acontece por um tipo específico de assunto. Acontece quando um filme trata seu objeto com atenção suficiente para revelar o que não estava na superfície."


(Disponível em: https://vidasimples.co/cultura/oito-documentarios-que-ajudam-a-ver-omundo-de-outra-forma/. Acesso em: 06 set. 2026. Adaptado.) 
A classe gramatical das palavras não é determinada isoladamente, mas pelo contexto em que são empregadas. Considerando essa informação, analise as sentenças a seguir:

I.A palavra "olhar" ocorre duas vezes. Na primeira, ela é um verbo; na segunda, um substantivo.

II.As palavras "próprio" e "mesma" são advérbios, portanto, invariáveis e têm o sentido de "justamente, realmente".

III.A palavra "um/uma" ocorre várias vezes no texto. É numeral em: "uma semana", "durante um ano" e "um polvo"; é artigo em: "num prédio", "de um documentário".


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4420249 Português
"Oito documentários que ajudam a ver o mundo de outra forma


Uma seleção de filmes que questionam certezas, revelam histórias pouco conhecidas e apresentam diferentes perspectivas

Há documentários que ampliam nosso repertório justamente porque nos colocam diante de perspectivas, pessoas e realidades que não fazem parte do nosso cotidiano. Eles podem informar, contextualizar e apresentar personagens e acontecimentos, mas também conseguem nos aproximar de experiências que não conhecemos e nos levar a olhar para elas por outro ângulo.

A proposta desta lista é reunir filmes que provocam esse tipo de deslocamento, e isso não depende de tema grandioso. Eduardo Coutinho passou uma semana num prédio de Copacabana entrevistando moradores e saiu de lá com um dos documentários mais ricos da história do cinema brasileiro. Sebastião Salgado percorreu décadas fotografando conflitos, migrações e paisagens antes de ser o próprio sujeito de um filme. Craig Foster visitou a mesma floresta de algas todos os dias durante um ano para acompanhar um polvo, e aquilo virou algo muito diferente de um documentário sobre biologia marinha. A diversidade de pontos de partida é também um argumento, pois o deslocamento de olhar não acontece por um tipo específico de assunto. Acontece quando um filme trata seu objeto com atenção suficiente para revelar o que não estava na superfície."


(Disponível em: https://vidasimples.co/cultura/oito-documentarios-que-ajudam-a-ver-omundo-de-outra-forma/. Acesso em: 06 set. 2026. Adaptado.) 
No processo de construção de um texto, a coesão exerce papel essencial na articulação das ideias, seja retomando informações já mencionadas, seja introduzindo novos elementos. Nesse processo, os pronomes demonstrativos podem contribuir para estabelecer relações entre diferentes partes do texto. No segundo parágrafo, o autor emprega esse recurso para dar continuidade à reflexão desenvolvida. Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)O pronome "esta", em "desta lista", faz referência à lista de oito documentários apresentada, na reportagem, pelo autor.

(__)O pronome "isso", em "isso não depende", apresenta ambiguidade porque o leitor não consegue definir com certeza se ele se refere a "reunir filmes" ou a "provocam esse tipo de deslocamento".

(__)O pronome "aquilo", em "aquilo virou", tem como referente toda a ideia que o antecede, ou seja, a de que Foster visitara a mesma floresta de algas todos os dias, no período de um ano, para acompanhar um polvo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4420248 Português
Por que as mulheres estão priorizando as amizades em vez de amor?


Especialista em gênero aponta que camadas de exaustão e falhas do Estado impulsionam a reorganização de redes de apoio

Nos últimos anos, _____ busca de mulheres por reorganizar suas redes de afeto, priorizar amizades e construir comunidades tem ganhado força como resposta _____ precarização do trabalho, _____ sobrecarga invisível do cuidado e _____ uma crescente epidemia de solidão.

A socióloga Eliane Gonçalves, especialista em gênero e sexualidade, explicou que essa mudança não é apenas uma escolha individual. Trata-se de um fenômeno social e coletivo de sobrevivência. Diante de cidades desiguais e da exaustão causada por extensas jornadas de trabalho, as mulheres têm se unido para produzir sentido e solidariedade em que o Estado, muitas vezes, falha em prover. A idealização do conceito de família não encontra eco na realidade cotidiana. "É um pouco como uma tábua de salvação, mas também uma forma de organização política", define ao BdF Entrevista.

"Produzir espaços de solidariedade umas com as outras, em diferentes classes sociais, em diferentes momentos históricos. Como isso tem sido denominado, como isso tem sido tratado pela sociedade, eu acho que é um tema muito relevante. E podemos falar da amizade, podemos pensar nos espaços onde a amizade floresce e como a amizade tem sido negada às mulheres, porque é muito difícil realizá-la na situação de divisão do trabalho que a gente tem", analisa.

A análise de Gonçalves aponta para uma contradição histórica: embora as mulheres tenham conquistado direitos públicos importantes recentemente, como educação e trabalho remunerado, não houve uma contrapartida social ou estatal que dividisse a responsabilidade pelo trabalho doméstico e de cuidado de crianças e idosos. "Mesmo tendo conquistado gloriosamente o direito ao trabalho remunerado, o direito à educação, o direito a ter carreiras, elas têm esse fardo. Isso é muito antigo. Isso já se chamou dupla opressão, dupla jornada. Aí viu que isso era inadequado, porque, na verdade, não tem dupla, não tem tripla: você tem múltiplas camadas de exaustão", relata.

Eliane Gonçalves também problematiza a questão do cuidado, historicamente, ter sido colocado como uma responsabilidade que não faria parte do universo dos homens. E ela alerta que é mais do que simplesmente dizer que é machismo. "Aquilo que é estrutural é invisível. A gente chama de DNA social", avalia.

Para a socióloga, a saída para essa crise civilizatória não está em discursos conservadores que tentam idealizar um passado inexistente, mas, sim, no reconhecimento de que o isolamento é uma ilusão. "A gente precisa uns dos outros, ponto final, e quanto maiores, mais competentes e mais estruturadas forem as redes, melhor para todas as pessoas", defende. "Nós não podemos pensar na nossa vida como seres individuais. O indivíduo é uma ficção."

Como um caminho possível, Gonçalves defende que "as respostas estão nas nossas capacidades de criar modos de vida, de recriar coisas e condições de emancipação para homens e mulheres, para jovens e adultos, para crianças e velhos, e isso tem que ser uma insistência, isso tem que estar no nosso horizonte, nós não podemos descuidar", resume.


(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/podcast/brasil-de-fato-entrevista/2026/0 9/01/por-que-as-mulheres-estao-priorizando-as-amizades-em-vez-de-a mor/. Acesso em: 06 set. 2026. Adaptado.)
Nos parágrafos 3º a 6º, há oito palavras destacadas em negrito. A respeito da acentuação gráfica dessas palavras, analise as afirmativas a seguir:

I.No 4º parágrafo, as cinco palavras destacadas em negrito foram acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação.
II.As palavras "difícil" e "invisível" são acentuadas por serem paroxítonas terminadas em -l.
III.A palavra "saída" recebeu acento por ser uma paroxítona terminada em -a.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4420247 Português
Por que as mulheres estão priorizando as amizades em vez de amor?


Especialista em gênero aponta que camadas de exaustão e falhas do Estado impulsionam a reorganização de redes de apoio

Nos últimos anos, _____ busca de mulheres por reorganizar suas redes de afeto, priorizar amizades e construir comunidades tem ganhado força como resposta _____ precarização do trabalho, _____ sobrecarga invisível do cuidado e _____ uma crescente epidemia de solidão.

A socióloga Eliane Gonçalves, especialista em gênero e sexualidade, explicou que essa mudança não é apenas uma escolha individual. Trata-se de um fenômeno social e coletivo de sobrevivência. Diante de cidades desiguais e da exaustão causada por extensas jornadas de trabalho, as mulheres têm se unido para produzir sentido e solidariedade em que o Estado, muitas vezes, falha em prover. A idealização do conceito de família não encontra eco na realidade cotidiana. "É um pouco como uma tábua de salvação, mas também uma forma de organização política", define ao BdF Entrevista.

"Produzir espaços de solidariedade umas com as outras, em diferentes classes sociais, em diferentes momentos históricos. Como isso tem sido denominado, como isso tem sido tratado pela sociedade, eu acho que é um tema muito relevante. E podemos falar da amizade, podemos pensar nos espaços onde a amizade floresce e como a amizade tem sido negada às mulheres, porque é muito difícil realizá-la na situação de divisão do trabalho que a gente tem", analisa.

A análise de Gonçalves aponta para uma contradição histórica: embora as mulheres tenham conquistado direitos públicos importantes recentemente, como educação e trabalho remunerado, não houve uma contrapartida social ou estatal que dividisse a responsabilidade pelo trabalho doméstico e de cuidado de crianças e idosos. "Mesmo tendo conquistado gloriosamente o direito ao trabalho remunerado, o direito à educação, o direito a ter carreiras, elas têm esse fardo. Isso é muito antigo. Isso já se chamou dupla opressão, dupla jornada. Aí viu que isso era inadequado, porque, na verdade, não tem dupla, não tem tripla: você tem múltiplas camadas de exaustão", relata.

Eliane Gonçalves também problematiza a questão do cuidado, historicamente, ter sido colocado como uma responsabilidade que não faria parte do universo dos homens. E ela alerta que é mais do que simplesmente dizer que é machismo. "Aquilo que é estrutural é invisível. A gente chama de DNA social", avalia.

Para a socióloga, a saída para essa crise civilizatória não está em discursos conservadores que tentam idealizar um passado inexistente, mas, sim, no reconhecimento de que o isolamento é uma ilusão. "A gente precisa uns dos outros, ponto final, e quanto maiores, mais competentes e mais estruturadas forem as redes, melhor para todas as pessoas", defende. "Nós não podemos pensar na nossa vida como seres individuais. O indivíduo é uma ficção."

Como um caminho possível, Gonçalves defende que "as respostas estão nas nossas capacidades de criar modos de vida, de recriar coisas e condições de emancipação para homens e mulheres, para jovens e adultos, para crianças e velhos, e isso tem que ser uma insistência, isso tem que estar no nosso horizonte, nós não podemos descuidar", resume.


(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/podcast/brasil-de-fato-entrevista/2026/0 9/01/por-que-as-mulheres-estao-priorizando-as-amizades-em-vez-de-a mor/. Acesso em: 06 set. 2026. Adaptado.)
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no primeiro parágrafo do texto, observando o uso ou não do acento grave (crase): 
Alternativas
Q4420246 Português
Por que as mulheres estão priorizando as amizades em vez de amor?


Especialista em gênero aponta que camadas de exaustão e falhas do Estado impulsionam a reorganização de redes de apoio

Nos últimos anos, _____ busca de mulheres por reorganizar suas redes de afeto, priorizar amizades e construir comunidades tem ganhado força como resposta _____ precarização do trabalho, _____ sobrecarga invisível do cuidado e _____ uma crescente epidemia de solidão.

A socióloga Eliane Gonçalves, especialista em gênero e sexualidade, explicou que essa mudança não é apenas uma escolha individual. Trata-se de um fenômeno social e coletivo de sobrevivência. Diante de cidades desiguais e da exaustão causada por extensas jornadas de trabalho, as mulheres têm se unido para produzir sentido e solidariedade em que o Estado, muitas vezes, falha em prover. A idealização do conceito de família não encontra eco na realidade cotidiana. "É um pouco como uma tábua de salvação, mas também uma forma de organização política", define ao BdF Entrevista.

"Produzir espaços de solidariedade umas com as outras, em diferentes classes sociais, em diferentes momentos históricos. Como isso tem sido denominado, como isso tem sido tratado pela sociedade, eu acho que é um tema muito relevante. E podemos falar da amizade, podemos pensar nos espaços onde a amizade floresce e como a amizade tem sido negada às mulheres, porque é muito difícil realizá-la na situação de divisão do trabalho que a gente tem", analisa.

A análise de Gonçalves aponta para uma contradição histórica: embora as mulheres tenham conquistado direitos públicos importantes recentemente, como educação e trabalho remunerado, não houve uma contrapartida social ou estatal que dividisse a responsabilidade pelo trabalho doméstico e de cuidado de crianças e idosos. "Mesmo tendo conquistado gloriosamente o direito ao trabalho remunerado, o direito à educação, o direito a ter carreiras, elas têm esse fardo. Isso é muito antigo. Isso já se chamou dupla opressão, dupla jornada. Aí viu que isso era inadequado, porque, na verdade, não tem dupla, não tem tripla: você tem múltiplas camadas de exaustão", relata.

Eliane Gonçalves também problematiza a questão do cuidado, historicamente, ter sido colocado como uma responsabilidade que não faria parte do universo dos homens. E ela alerta que é mais do que simplesmente dizer que é machismo. "Aquilo que é estrutural é invisível. A gente chama de DNA social", avalia.

Para a socióloga, a saída para essa crise civilizatória não está em discursos conservadores que tentam idealizar um passado inexistente, mas, sim, no reconhecimento de que o isolamento é uma ilusão. "A gente precisa uns dos outros, ponto final, e quanto maiores, mais competentes e mais estruturadas forem as redes, melhor para todas as pessoas", defende. "Nós não podemos pensar na nossa vida como seres individuais. O indivíduo é uma ficção."

Como um caminho possível, Gonçalves defende que "as respostas estão nas nossas capacidades de criar modos de vida, de recriar coisas e condições de emancipação para homens e mulheres, para jovens e adultos, para crianças e velhos, e isso tem que ser uma insistência, isso tem que estar no nosso horizonte, nós não podemos descuidar", resume.


(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/podcast/brasil-de-fato-entrevista/2026/0 9/01/por-que-as-mulheres-estao-priorizando-as-amizades-em-vez-de-a mor/. Acesso em: 06 set. 2026. Adaptado.)
Considere o segundo parágrafo do texto:

A socióloga Eliane Gonçalves, especialista em gênero e sexualidade, explicou que essa mudança não é apenas uma escolha individual. Trata-se de um fenômeno social e coletivo de sobrevivência. Diante de cidades desiguais e da exaustão causada por extensas jornadas de trabalho, as mulheres têm se unido para produzir sentido e solidariedade em que o Estado, muitas vezes, falha em prover. A idealização do conceito de família não encontra eco na realidade cotidiana. "É um pouco como uma tábua de salvação, mas também uma forma de organização política", define ao BdF Entrevista.

A respeito da pontuação, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)As vírgulas antes e depois de "especialista em gênero e sexualidade" foram usadas corretamente, pois o trecho se trata de um aposto.
(__)A vírgula após o trecho sublinhado foi empregada corretamente, indicando uma oração subordinada adverbial antecedendo o verbo da oração principal.
(__)As aspas duplas foram usadas para abrir e fechar uma citação direta; no caso, o comentário feito pela entrevistada.
(__)A vírgula antes de "define" sinaliza uma oração justaposta.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4420245 Português
Por que as mulheres estão priorizando as amizades em vez de amor?


Especialista em gênero aponta que camadas de exaustão e falhas do Estado impulsionam a reorganização de redes de apoio

Nos últimos anos, _____ busca de mulheres por reorganizar suas redes de afeto, priorizar amizades e construir comunidades tem ganhado força como resposta _____ precarização do trabalho, _____ sobrecarga invisível do cuidado e _____ uma crescente epidemia de solidão.

A socióloga Eliane Gonçalves, especialista em gênero e sexualidade, explicou que essa mudança não é apenas uma escolha individual. Trata-se de um fenômeno social e coletivo de sobrevivência. Diante de cidades desiguais e da exaustão causada por extensas jornadas de trabalho, as mulheres têm se unido para produzir sentido e solidariedade em que o Estado, muitas vezes, falha em prover. A idealização do conceito de família não encontra eco na realidade cotidiana. "É um pouco como uma tábua de salvação, mas também uma forma de organização política", define ao BdF Entrevista.

"Produzir espaços de solidariedade umas com as outras, em diferentes classes sociais, em diferentes momentos históricos. Como isso tem sido denominado, como isso tem sido tratado pela sociedade, eu acho que é um tema muito relevante. E podemos falar da amizade, podemos pensar nos espaços onde a amizade floresce e como a amizade tem sido negada às mulheres, porque é muito difícil realizá-la na situação de divisão do trabalho que a gente tem", analisa.

A análise de Gonçalves aponta para uma contradição histórica: embora as mulheres tenham conquistado direitos públicos importantes recentemente, como educação e trabalho remunerado, não houve uma contrapartida social ou estatal que dividisse a responsabilidade pelo trabalho doméstico e de cuidado de crianças e idosos. "Mesmo tendo conquistado gloriosamente o direito ao trabalho remunerado, o direito à educação, o direito a ter carreiras, elas têm esse fardo. Isso é muito antigo. Isso já se chamou dupla opressão, dupla jornada. Aí viu que isso era inadequado, porque, na verdade, não tem dupla, não tem tripla: você tem múltiplas camadas de exaustão", relata.

Eliane Gonçalves também problematiza a questão do cuidado, historicamente, ter sido colocado como uma responsabilidade que não faria parte do universo dos homens. E ela alerta que é mais do que simplesmente dizer que é machismo. "Aquilo que é estrutural é invisível. A gente chama de DNA social", avalia.

Para a socióloga, a saída para essa crise civilizatória não está em discursos conservadores que tentam idealizar um passado inexistente, mas, sim, no reconhecimento de que o isolamento é uma ilusão. "A gente precisa uns dos outros, ponto final, e quanto maiores, mais competentes e mais estruturadas forem as redes, melhor para todas as pessoas", defende. "Nós não podemos pensar na nossa vida como seres individuais. O indivíduo é uma ficção."

Como um caminho possível, Gonçalves defende que "as respostas estão nas nossas capacidades de criar modos de vida, de recriar coisas e condições de emancipação para homens e mulheres, para jovens e adultos, para crianças e velhos, e isso tem que ser uma insistência, isso tem que estar no nosso horizonte, nós não podemos descuidar", resume.


(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/podcast/brasil-de-fato-entrevista/2026/0 9/01/por-que-as-mulheres-estao-priorizando-as-amizades-em-vez-de-a mor/. Acesso em: 06 set. 2026. Adaptado.)
Leia o seguinte excerto:
"A análise de Gonçalves aponta para uma contradição histórica: embora as mulheres tenham conquistado direitos públicos importantes recentemente, como educação e trabalho remunerado, não houve uma contrapartida social ou estatal que dividisse a responsabilidade pelo trabalho doméstico e de cuidado de crianças e idosos."
A conjunção "embora" estabelece uma relação de sentido entre as ideias que conecta e, por isso, não pode ser substituída por qualquer conjunção ou locução conjuntiva sem que haja alteração de sentido. Assinale a alternativa que indica corretamente o sentido estabelecido no excerto e a expressão que pode substituir "embora" sem comprometê-lo: 
Alternativas
Q4420244 Português
Por que as mulheres estão priorizando as amizades em vez de amor?


Especialista em gênero aponta que camadas de exaustão e falhas do Estado impulsionam a reorganização de redes de apoio

Nos últimos anos, _____ busca de mulheres por reorganizar suas redes de afeto, priorizar amizades e construir comunidades tem ganhado força como resposta _____ precarização do trabalho, _____ sobrecarga invisível do cuidado e _____ uma crescente epidemia de solidão.

A socióloga Eliane Gonçalves, especialista em gênero e sexualidade, explicou que essa mudança não é apenas uma escolha individual. Trata-se de um fenômeno social e coletivo de sobrevivência. Diante de cidades desiguais e da exaustão causada por extensas jornadas de trabalho, as mulheres têm se unido para produzir sentido e solidariedade em que o Estado, muitas vezes, falha em prover. A idealização do conceito de família não encontra eco na realidade cotidiana. "É um pouco como uma tábua de salvação, mas também uma forma de organização política", define ao BdF Entrevista.

"Produzir espaços de solidariedade umas com as outras, em diferentes classes sociais, em diferentes momentos históricos. Como isso tem sido denominado, como isso tem sido tratado pela sociedade, eu acho que é um tema muito relevante. E podemos falar da amizade, podemos pensar nos espaços onde a amizade floresce e como a amizade tem sido negada às mulheres, porque é muito difícil realizá-la na situação de divisão do trabalho que a gente tem", analisa.

A análise de Gonçalves aponta para uma contradição histórica: embora as mulheres tenham conquistado direitos públicos importantes recentemente, como educação e trabalho remunerado, não houve uma contrapartida social ou estatal que dividisse a responsabilidade pelo trabalho doméstico e de cuidado de crianças e idosos. "Mesmo tendo conquistado gloriosamente o direito ao trabalho remunerado, o direito à educação, o direito a ter carreiras, elas têm esse fardo. Isso é muito antigo. Isso já se chamou dupla opressão, dupla jornada. Aí viu que isso era inadequado, porque, na verdade, não tem dupla, não tem tripla: você tem múltiplas camadas de exaustão", relata.

Eliane Gonçalves também problematiza a questão do cuidado, historicamente, ter sido colocado como uma responsabilidade que não faria parte do universo dos homens. E ela alerta que é mais do que simplesmente dizer que é machismo. "Aquilo que é estrutural é invisível. A gente chama de DNA social", avalia.

Para a socióloga, a saída para essa crise civilizatória não está em discursos conservadores que tentam idealizar um passado inexistente, mas, sim, no reconhecimento de que o isolamento é uma ilusão. "A gente precisa uns dos outros, ponto final, e quanto maiores, mais competentes e mais estruturadas forem as redes, melhor para todas as pessoas", defende. "Nós não podemos pensar na nossa vida como seres individuais. O indivíduo é uma ficção."

Como um caminho possível, Gonçalves defende que "as respostas estão nas nossas capacidades de criar modos de vida, de recriar coisas e condições de emancipação para homens e mulheres, para jovens e adultos, para crianças e velhos, e isso tem que ser uma insistência, isso tem que estar no nosso horizonte, nós não podemos descuidar", resume.


(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/podcast/brasil-de-fato-entrevista/2026/0 9/01/por-que-as-mulheres-estao-priorizando-as-amizades-em-vez-de-a mor/. Acesso em: 06 set. 2026. Adaptado.)
A respeito do texto lido, ao escrevê-lo, o autor mobiliza vários componentes do processo comunicativo, porém, enfatiza um deles para alcançar seu objetivo. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a função da linguagem predominante no texto: 
Alternativas
Q4420243 Português
Por que as mulheres estão priorizando as amizades em vez de amor?


Especialista em gênero aponta que camadas de exaustão e falhas do Estado impulsionam a reorganização de redes de apoio

Nos últimos anos, _____ busca de mulheres por reorganizar suas redes de afeto, priorizar amizades e construir comunidades tem ganhado força como resposta _____ precarização do trabalho, _____ sobrecarga invisível do cuidado e _____ uma crescente epidemia de solidão.

A socióloga Eliane Gonçalves, especialista em gênero e sexualidade, explicou que essa mudança não é apenas uma escolha individual. Trata-se de um fenômeno social e coletivo de sobrevivência. Diante de cidades desiguais e da exaustão causada por extensas jornadas de trabalho, as mulheres têm se unido para produzir sentido e solidariedade em que o Estado, muitas vezes, falha em prover. A idealização do conceito de família não encontra eco na realidade cotidiana. "É um pouco como uma tábua de salvação, mas também uma forma de organização política", define ao BdF Entrevista.

"Produzir espaços de solidariedade umas com as outras, em diferentes classes sociais, em diferentes momentos históricos. Como isso tem sido denominado, como isso tem sido tratado pela sociedade, eu acho que é um tema muito relevante. E podemos falar da amizade, podemos pensar nos espaços onde a amizade floresce e como a amizade tem sido negada às mulheres, porque é muito difícil realizá-la na situação de divisão do trabalho que a gente tem", analisa.

A análise de Gonçalves aponta para uma contradição histórica: embora as mulheres tenham conquistado direitos públicos importantes recentemente, como educação e trabalho remunerado, não houve uma contrapartida social ou estatal que dividisse a responsabilidade pelo trabalho doméstico e de cuidado de crianças e idosos. "Mesmo tendo conquistado gloriosamente o direito ao trabalho remunerado, o direito à educação, o direito a ter carreiras, elas têm esse fardo. Isso é muito antigo. Isso já se chamou dupla opressão, dupla jornada. Aí viu que isso era inadequado, porque, na verdade, não tem dupla, não tem tripla: você tem múltiplas camadas de exaustão", relata.

Eliane Gonçalves também problematiza a questão do cuidado, historicamente, ter sido colocado como uma responsabilidade que não faria parte do universo dos homens. E ela alerta que é mais do que simplesmente dizer que é machismo. "Aquilo que é estrutural é invisível. A gente chama de DNA social", avalia.

Para a socióloga, a saída para essa crise civilizatória não está em discursos conservadores que tentam idealizar um passado inexistente, mas, sim, no reconhecimento de que o isolamento é uma ilusão. "A gente precisa uns dos outros, ponto final, e quanto maiores, mais competentes e mais estruturadas forem as redes, melhor para todas as pessoas", defende. "Nós não podemos pensar na nossa vida como seres individuais. O indivíduo é uma ficção."

Como um caminho possível, Gonçalves defende que "as respostas estão nas nossas capacidades de criar modos de vida, de recriar coisas e condições de emancipação para homens e mulheres, para jovens e adultos, para crianças e velhos, e isso tem que ser uma insistência, isso tem que estar no nosso horizonte, nós não podemos descuidar", resume.


(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/podcast/brasil-de-fato-entrevista/2026/0 9/01/por-que-as-mulheres-estao-priorizando-as-amizades-em-vez-de-a mor/. Acesso em: 06 set. 2026. Adaptado.)
Ler um texto exige de quem o lê uma postura atenta, crítica e mobilizadora de conhecimentos. As informações nem sempre estão elencadas como em uma lista, mas distribuídas ao longo do texto e relacionadas a conhecimentos externos à materialidade textual. Isso exige que o leitor mobilize suas habilidades de leitura, como a capacidade de fazer inferências. Assim, a partir da leitura do texto, analise as sentenças a seguir:

I.A conquista de direitos por parte das mulheres é inegável, porém, esses direitos não foram estabelecidos ao mesmo tempo em que o trabalho doméstico e as responsabilidades com o cuidado foram ressignificados e redimensionados. Nesse contexto, ao conquistar esses direitos, a mulher se viu sobrecarregada com múltiplas responsabilidades.

II.Pode-se inferir que, ao produzir espaços de solidariedade com outras mulheres, há um movimento de resistência a uma sociedade estruturada na negação à mulher de condições para que ela construa relações de amizade, principalmente se considerarmos a divisão de trabalho.

III.A sobrevivência da mulher está atrelada a uma vida coletiva, formando redes de apoio e produzindo solidariedade entre elas, também porque, no dia a dia, o conceito de família idealizado não é uma realidade.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4420212 Português
Perda de audição pode acelerar demência 

A perda auditiva pode ser um fator determinante no desenvolvimento e na aceleração de quadros de demência. Rubens Brito, otorrinolaringologista, explicou que, ao ouvir menos, a pessoa tende a se fechar progressivamente. “Ela vai se fechando cada vez mais dentro dela, não participando, o mundo vai ficando muito pequeno”, afirmou. Segundo ele, a pessoa também deixa de perceber os sons do ambiente ao redor — como a chuva ou o canto de pássaros — experiências que fazem parte do cotidiano e contribuem para o bem-estar.
O especialista ressaltou que pesquisas recentes apontam a reabilitação auditiva como um elemento central no combate à demência senil. “As pesquisas mostram que a melhora da audição é o único fator que realmente impacta no retardar de uma demência senil”, declarou. A afirmação reforça a importância do diagnóstico e do tratamento precoce da perda auditiva como medida de saúde pública.
A fonoaudióloga Paula Junqueira destacou que a audição não se resume ao ouvido: o som captado é transformado em sinal elétrico, que percorre vias no cérebro até se tornar compreensão. “Quando eu penso numa pessoa que não está ouvindo bem, o sofrimento é da via do cérebro que está tentando entender o que está sendo falado com pequenos buracos”, explicou.
Junqueira também descreveu um fenômeno comum entre pessoas com perda auditiva: ouvir, mas não compreender. Segundo ela, dependendo do grau da perda, alguns sons chegam ao cérebro com lacunas imperceptíveis para o próprio indivíduo. Isso obriga a pessoa a fazer um esforço cognitivo muito maior do que percebe. “Em uma reunião social, que é para ser prazerosa, ele tem que ficar muito atento, tem que ficar olhando pro rosto da pessoa para conseguir entender bem”, disse.
Com o tempo, esse desgaste leva o indivíduo a evitar situações sociais, o que intensifica o isolamento e agrava os riscos para a saúde mental e cognitiva.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado. 
Sobre colocação pronominal, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4420211 Português
Perda de audição pode acelerar demência 

A perda auditiva pode ser um fator determinante no desenvolvimento e na aceleração de quadros de demência. Rubens Brito, otorrinolaringologista, explicou que, ao ouvir menos, a pessoa tende a se fechar progressivamente. “Ela vai se fechando cada vez mais dentro dela, não participando, o mundo vai ficando muito pequeno”, afirmou. Segundo ele, a pessoa também deixa de perceber os sons do ambiente ao redor — como a chuva ou o canto de pássaros — experiências que fazem parte do cotidiano e contribuem para o bem-estar.
O especialista ressaltou que pesquisas recentes apontam a reabilitação auditiva como um elemento central no combate à demência senil. “As pesquisas mostram que a melhora da audição é o único fator que realmente impacta no retardar de uma demência senil”, declarou. A afirmação reforça a importância do diagnóstico e do tratamento precoce da perda auditiva como medida de saúde pública.
A fonoaudióloga Paula Junqueira destacou que a audição não se resume ao ouvido: o som captado é transformado em sinal elétrico, que percorre vias no cérebro até se tornar compreensão. “Quando eu penso numa pessoa que não está ouvindo bem, o sofrimento é da via do cérebro que está tentando entender o que está sendo falado com pequenos buracos”, explicou.
Junqueira também descreveu um fenômeno comum entre pessoas com perda auditiva: ouvir, mas não compreender. Segundo ela, dependendo do grau da perda, alguns sons chegam ao cérebro com lacunas imperceptíveis para o próprio indivíduo. Isso obriga a pessoa a fazer um esforço cognitivo muito maior do que percebe. “Em uma reunião social, que é para ser prazerosa, ele tem que ficar muito atento, tem que ficar olhando pro rosto da pessoa para conseguir entender bem”, disse.
Com o tempo, esse desgaste leva o indivíduo a evitar situações sociais, o que intensifica o isolamento e agrava os riscos para a saúde mental e cognitiva.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado. 
Assinalar a alternativa em que o uso da crase é facultativo. 
Alternativas
Q4420210 Português
Perda de audição pode acelerar demência 

A perda auditiva pode ser um fator determinante no desenvolvimento e na aceleração de quadros de demência. Rubens Brito, otorrinolaringologista, explicou que, ao ouvir menos, a pessoa tende a se fechar progressivamente. “Ela vai se fechando cada vez mais dentro dela, não participando, o mundo vai ficando muito pequeno”, afirmou. Segundo ele, a pessoa também deixa de perceber os sons do ambiente ao redor — como a chuva ou o canto de pássaros — experiências que fazem parte do cotidiano e contribuem para o bem-estar.
O especialista ressaltou que pesquisas recentes apontam a reabilitação auditiva como um elemento central no combate à demência senil. “As pesquisas mostram que a melhora da audição é o único fator que realmente impacta no retardar de uma demência senil”, declarou. A afirmação reforça a importância do diagnóstico e do tratamento precoce da perda auditiva como medida de saúde pública.
A fonoaudióloga Paula Junqueira destacou que a audição não se resume ao ouvido: o som captado é transformado em sinal elétrico, que percorre vias no cérebro até se tornar compreensão. “Quando eu penso numa pessoa que não está ouvindo bem, o sofrimento é da via do cérebro que está tentando entender o que está sendo falado com pequenos buracos”, explicou.
Junqueira também descreveu um fenômeno comum entre pessoas com perda auditiva: ouvir, mas não compreender. Segundo ela, dependendo do grau da perda, alguns sons chegam ao cérebro com lacunas imperceptíveis para o próprio indivíduo. Isso obriga a pessoa a fazer um esforço cognitivo muito maior do que percebe. “Em uma reunião social, que é para ser prazerosa, ele tem que ficar muito atento, tem que ficar olhando pro rosto da pessoa para conseguir entender bem”, disse.
Com o tempo, esse desgaste leva o indivíduo a evitar situações sociais, o que intensifica o isolamento e agrava os riscos para a saúde mental e cognitiva.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado. 
A respeito da transitividade verbal, assinalar a alternativa que apresenta um verbo intransitivo. 
Alternativas
Q4420209 Português
Perda de audição pode acelerar demência 

A perda auditiva pode ser um fator determinante no desenvolvimento e na aceleração de quadros de demência. Rubens Brito, otorrinolaringologista, explicou que, ao ouvir menos, a pessoa tende a se fechar progressivamente. “Ela vai se fechando cada vez mais dentro dela, não participando, o mundo vai ficando muito pequeno”, afirmou. Segundo ele, a pessoa também deixa de perceber os sons do ambiente ao redor — como a chuva ou o canto de pássaros — experiências que fazem parte do cotidiano e contribuem para o bem-estar.
O especialista ressaltou que pesquisas recentes apontam a reabilitação auditiva como um elemento central no combate à demência senil. “As pesquisas mostram que a melhora da audição é o único fator que realmente impacta no retardar de uma demência senil”, declarou. A afirmação reforça a importância do diagnóstico e do tratamento precoce da perda auditiva como medida de saúde pública.
A fonoaudióloga Paula Junqueira destacou que a audição não se resume ao ouvido: o som captado é transformado em sinal elétrico, que percorre vias no cérebro até se tornar compreensão. “Quando eu penso numa pessoa que não está ouvindo bem, o sofrimento é da via do cérebro que está tentando entender o que está sendo falado com pequenos buracos”, explicou.
Junqueira também descreveu um fenômeno comum entre pessoas com perda auditiva: ouvir, mas não compreender. Segundo ela, dependendo do grau da perda, alguns sons chegam ao cérebro com lacunas imperceptíveis para o próprio indivíduo. Isso obriga a pessoa a fazer um esforço cognitivo muito maior do que percebe. “Em uma reunião social, que é para ser prazerosa, ele tem que ficar muito atento, tem que ficar olhando pro rosto da pessoa para conseguir entender bem”, disse.
Com o tempo, esse desgaste leva o indivíduo a evitar situações sociais, o que intensifica o isolamento e agrava os riscos para a saúde mental e cognitiva.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado. 
Assinalar a alternativa em que todas as palavras foram formadas pelo mesmo processo de formação de palavras. 
Alternativas
Q4420208 Português
Perda de audição pode acelerar demência 

A perda auditiva pode ser um fator determinante no desenvolvimento e na aceleração de quadros de demência. Rubens Brito, otorrinolaringologista, explicou que, ao ouvir menos, a pessoa tende a se fechar progressivamente. “Ela vai se fechando cada vez mais dentro dela, não participando, o mundo vai ficando muito pequeno”, afirmou. Segundo ele, a pessoa também deixa de perceber os sons do ambiente ao redor — como a chuva ou o canto de pássaros — experiências que fazem parte do cotidiano e contribuem para o bem-estar.
O especialista ressaltou que pesquisas recentes apontam a reabilitação auditiva como um elemento central no combate à demência senil. “As pesquisas mostram que a melhora da audição é o único fator que realmente impacta no retardar de uma demência senil”, declarou. A afirmação reforça a importância do diagnóstico e do tratamento precoce da perda auditiva como medida de saúde pública.
A fonoaudióloga Paula Junqueira destacou que a audição não se resume ao ouvido: o som captado é transformado em sinal elétrico, que percorre vias no cérebro até se tornar compreensão. “Quando eu penso numa pessoa que não está ouvindo bem, o sofrimento é da via do cérebro que está tentando entender o que está sendo falado com pequenos buracos”, explicou.
Junqueira também descreveu um fenômeno comum entre pessoas com perda auditiva: ouvir, mas não compreender. Segundo ela, dependendo do grau da perda, alguns sons chegam ao cérebro com lacunas imperceptíveis para o próprio indivíduo. Isso obriga a pessoa a fazer um esforço cognitivo muito maior do que percebe. “Em uma reunião social, que é para ser prazerosa, ele tem que ficar muito atento, tem que ficar olhando pro rosto da pessoa para conseguir entender bem”, disse.
Com o tempo, esse desgaste leva o indivíduo a evitar situações sociais, o que intensifica o isolamento e agrava os riscos para a saúde mental e cognitiva.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado. 
Sobre a concordância nominal, analisar os itens.
I. As filhas são tais qual a mãe. II. É necessário muita paciência para lidar com essa situação. III. Todos ficaram alertas diante do perigo iminente.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q4420207 Português
Perda de audição pode acelerar demência 

A perda auditiva pode ser um fator determinante no desenvolvimento e na aceleração de quadros de demência. Rubens Brito, otorrinolaringologista, explicou que, ao ouvir menos, a pessoa tende a se fechar progressivamente. “Ela vai se fechando cada vez mais dentro dela, não participando, o mundo vai ficando muito pequeno”, afirmou. Segundo ele, a pessoa também deixa de perceber os sons do ambiente ao redor — como a chuva ou o canto de pássaros — experiências que fazem parte do cotidiano e contribuem para o bem-estar.
O especialista ressaltou que pesquisas recentes apontam a reabilitação auditiva como um elemento central no combate à demência senil. “As pesquisas mostram que a melhora da audição é o único fator que realmente impacta no retardar de uma demência senil”, declarou. A afirmação reforça a importância do diagnóstico e do tratamento precoce da perda auditiva como medida de saúde pública.
A fonoaudióloga Paula Junqueira destacou que a audição não se resume ao ouvido: o som captado é transformado em sinal elétrico, que percorre vias no cérebro até se tornar compreensão. “Quando eu penso numa pessoa que não está ouvindo bem, o sofrimento é da via do cérebro que está tentando entender o que está sendo falado com pequenos buracos”, explicou.
Junqueira também descreveu um fenômeno comum entre pessoas com perda auditiva: ouvir, mas não compreender. Segundo ela, dependendo do grau da perda, alguns sons chegam ao cérebro com lacunas imperceptíveis para o próprio indivíduo. Isso obriga a pessoa a fazer um esforço cognitivo muito maior do que percebe. “Em uma reunião social, que é para ser prazerosa, ele tem que ficar muito atento, tem que ficar olhando pro rosto da pessoa para conseguir entender bem”, disse.
Com o tempo, esse desgaste leva o indivíduo a evitar situações sociais, o que intensifica o isolamento e agrava os riscos para a saúde mental e cognitiva.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado. 
Sobre a análise sintática do trecho abaixo, assinalar a alternativa CORRETA.
Astrônomos identificaram, pela primeira vez, um açúcar considerado "verdadeiro" no espaço interestelar. A molécula, chamada eritrulose, possui quatro átomos de carbono e foi detectada em uma nuvem de gás e poeira próxima ao centro da Via Láctea. A descoberta foi publicada nesta segundafeira (13) na revista científica Nature Astronomy.
Fonte: CNN. Adaptado. 
Alternativas
Q4420206 Português
Perda de audição pode acelerar demência 

A perda auditiva pode ser um fator determinante no desenvolvimento e na aceleração de quadros de demência. Rubens Brito, otorrinolaringologista, explicou que, ao ouvir menos, a pessoa tende a se fechar progressivamente. “Ela vai se fechando cada vez mais dentro dela, não participando, o mundo vai ficando muito pequeno”, afirmou. Segundo ele, a pessoa também deixa de perceber os sons do ambiente ao redor — como a chuva ou o canto de pássaros — experiências que fazem parte do cotidiano e contribuem para o bem-estar.
O especialista ressaltou que pesquisas recentes apontam a reabilitação auditiva como um elemento central no combate à demência senil. “As pesquisas mostram que a melhora da audição é o único fator que realmente impacta no retardar de uma demência senil”, declarou. A afirmação reforça a importância do diagnóstico e do tratamento precoce da perda auditiva como medida de saúde pública.
A fonoaudióloga Paula Junqueira destacou que a audição não se resume ao ouvido: o som captado é transformado em sinal elétrico, que percorre vias no cérebro até se tornar compreensão. “Quando eu penso numa pessoa que não está ouvindo bem, o sofrimento é da via do cérebro que está tentando entender o que está sendo falado com pequenos buracos”, explicou.
Junqueira também descreveu um fenômeno comum entre pessoas com perda auditiva: ouvir, mas não compreender. Segundo ela, dependendo do grau da perda, alguns sons chegam ao cérebro com lacunas imperceptíveis para o próprio indivíduo. Isso obriga a pessoa a fazer um esforço cognitivo muito maior do que percebe. “Em uma reunião social, que é para ser prazerosa, ele tem que ficar muito atento, tem que ficar olhando pro rosto da pessoa para conseguir entender bem”, disse.
Com o tempo, esse desgaste leva o indivíduo a evitar situações sociais, o que intensifica o isolamento e agrava os riscos para a saúde mental e cognitiva.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado. 
Quanto à formação do plural de adjetivos compostos, analisar os itens.
I. Comprei várias roupas azuis-marinho, pois essa cor está em alta no momento. II. Os acordos luso-brasileiros foram firmados. III. Encontrei várias estrelas-do-mar pela praia.
Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q4420205 Português
Perda de audição pode acelerar demência 

A perda auditiva pode ser um fator determinante no desenvolvimento e na aceleração de quadros de demência. Rubens Brito, otorrinolaringologista, explicou que, ao ouvir menos, a pessoa tende a se fechar progressivamente. “Ela vai se fechando cada vez mais dentro dela, não participando, o mundo vai ficando muito pequeno”, afirmou. Segundo ele, a pessoa também deixa de perceber os sons do ambiente ao redor — como a chuva ou o canto de pássaros — experiências que fazem parte do cotidiano e contribuem para o bem-estar.
O especialista ressaltou que pesquisas recentes apontam a reabilitação auditiva como um elemento central no combate à demência senil. “As pesquisas mostram que a melhora da audição é o único fator que realmente impacta no retardar de uma demência senil”, declarou. A afirmação reforça a importância do diagnóstico e do tratamento precoce da perda auditiva como medida de saúde pública.
A fonoaudióloga Paula Junqueira destacou que a audição não se resume ao ouvido: o som captado é transformado em sinal elétrico, que percorre vias no cérebro até se tornar compreensão. “Quando eu penso numa pessoa que não está ouvindo bem, o sofrimento é da via do cérebro que está tentando entender o que está sendo falado com pequenos buracos”, explicou.
Junqueira também descreveu um fenômeno comum entre pessoas com perda auditiva: ouvir, mas não compreender. Segundo ela, dependendo do grau da perda, alguns sons chegam ao cérebro com lacunas imperceptíveis para o próprio indivíduo. Isso obriga a pessoa a fazer um esforço cognitivo muito maior do que percebe. “Em uma reunião social, que é para ser prazerosa, ele tem que ficar muito atento, tem que ficar olhando pro rosto da pessoa para conseguir entender bem”, disse.
Com o tempo, esse desgaste leva o indivíduo a evitar situações sociais, o que intensifica o isolamento e agrava os riscos para a saúde mental e cognitiva.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado. 
No trecho “O especialista ressaltou que pesquisas recentes apontam a reabilitação auditiva como um elemento central no combate à demência senil.” (2º parágrafo), os termos da oração destacados são, respectivamente: 
Alternativas
Q4420204 Português
Perda de audição pode acelerar demência 

A perda auditiva pode ser um fator determinante no desenvolvimento e na aceleração de quadros de demência. Rubens Brito, otorrinolaringologista, explicou que, ao ouvir menos, a pessoa tende a se fechar progressivamente. “Ela vai se fechando cada vez mais dentro dela, não participando, o mundo vai ficando muito pequeno”, afirmou. Segundo ele, a pessoa também deixa de perceber os sons do ambiente ao redor — como a chuva ou o canto de pássaros — experiências que fazem parte do cotidiano e contribuem para o bem-estar.
O especialista ressaltou que pesquisas recentes apontam a reabilitação auditiva como um elemento central no combate à demência senil. “As pesquisas mostram que a melhora da audição é o único fator que realmente impacta no retardar de uma demência senil”, declarou. A afirmação reforça a importância do diagnóstico e do tratamento precoce da perda auditiva como medida de saúde pública.
A fonoaudióloga Paula Junqueira destacou que a audição não se resume ao ouvido: o som captado é transformado em sinal elétrico, que percorre vias no cérebro até se tornar compreensão. “Quando eu penso numa pessoa que não está ouvindo bem, o sofrimento é da via do cérebro que está tentando entender o que está sendo falado com pequenos buracos”, explicou.
Junqueira também descreveu um fenômeno comum entre pessoas com perda auditiva: ouvir, mas não compreender. Segundo ela, dependendo do grau da perda, alguns sons chegam ao cérebro com lacunas imperceptíveis para o próprio indivíduo. Isso obriga a pessoa a fazer um esforço cognitivo muito maior do que percebe. “Em uma reunião social, que é para ser prazerosa, ele tem que ficar muito atento, tem que ficar olhando pro rosto da pessoa para conseguir entender bem”, disse.
Com o tempo, esse desgaste leva o indivíduo a evitar situações sociais, o que intensifica o isolamento e agrava os riscos para a saúde mental e cognitiva.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado. 
Sobre os travessões utilizados no 1º parágrafo do texto, analisar os itens.
I. Poderiam ser substituídos por vírgulas, sem alterar a fluidez da frase. II. Poderiam ser substituídos por parênteses, sem alterar a fluidez da frase. III. Poderiam ser substituídos por aspas, sem alterar o sentido da frase.
Está CORRETO o que afirma:
Alternativas
Respostas
61: D
62: D
63: B
64: X
65: B
66: A
67: B
68: A
69: D
70: D
71: C
72: A
73: C
74: D
75: B
76: A
77: E
78: C
79: D
80: C