Questões de Concurso Sobre pronomes relativos em português

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Q2280055 Português
Texto - Saúde, Humanização e Transformação Social  

As relações entre saúde e transformação social são alinhavadas pela temática da Humanização da Saúde, desde a perspectiva proposta pela Política Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS (PNH), que toma a humanização como eixo norteador das práticas de saúde em todas as esferas do sistema, e como dimensão fundamental de uma política transversal de qualificação do cuidado em saúde.

A PNH se fundamenta na autonomia e no protagonismo dos sujeitos que, produzindo novas situações e novos desafios na atenção e na gestão dos serviços, reconstroem-se como sujeitos. Assim, considera-se que não há fora dos sujeitos, senão a partir da experiência com o outro/outros, em um encontro que possibilita a saúde em ato. Ao focar na valorização e na problematização das experiências concretas cotidianas do trabalho em saúde, a PNH ganha potência para transformar a realidade. Ao fomentar a construção de alternativas de enfrentamento dos desafios da saúde coletiva e nos serviços, considerando as subjetividades, as relações de poder, as diferenças e singularidades de cada contexto, a PNH serve de instrumento de mobilização social capaz de fomentar movimentos por uma sociedade mais solidária e justa.

Esperamos aquecer o debate em torno da Humanização do SUS e assim contribuir para o repensar das práticas de saúde, o reposicionamento dos sujeitos e a tessitura de novas redes de sujeitos, serviços, setores. Desejamos ir além, e provocar estranhamento em torno dos modos de pesquisar em saúde, a partir da premissa que coloca a própria pesquisa como instituição que também precisa se democratizar e humanizar.

Autoras: Marta Verdi e Mirelle Finkler. Texto adaptado. Acessado em 01 Jul. 2023: <https://redehumanizasus.net/acervo/editorial-saude-humanizac%cc%a7a%cc%83o-e-transformac%cc%a7a%cc%83o-social/>
A questão será baseada no fragmento do texto a seguir:  “A PNH se fundamenta na autonomia e no protagonismo dos sujeitos que, produzindo novas situações e novos desafios na atenção e na gestão dos serviços, reconstroem-se como sujeitos.”  Analise as afirmativas a seguir: I. As palavras “autonomia” e “protagonismo”, que constam do fragmento acima, são morfologicamente classificadas como substantivo abstrato e adjetivo derivado respectivamente.
II. No fragmento acima, a palavra “que” está funcionando morfologicamente como um pronome relativo e a palavra “novos” está funcionando morfologicamente como um adjetivo flexionado no plural.  Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2278782 Português
TEXTO 1


    Quem dobrasse à esquerda encontraria logo o portão. Abrindo-o, estaria no jardim – modesto jardim, onde outrora houvera uma roseira que morreu de solidão. Do jardim saía a alameda de samambaias que daria acesso à varanda. Em dias de domingo – que os havia plenos de luz e de azul – já a meio caminho, entre as samambaias, um ouvido mais familiarizado conosco, os de lá, poderia distinguir facilmente os risos da gente. Ríamos muito, naquele tempo.
    Da varanda, que dizer? Algumas cadeiras de vime, a mesinha que tinha um pé mais curto que os outros e dois jarrões, um em cada canto, cujas plantas (nunca lhes soubemos o nome) davam umas florzinhas amarelas e cheirosas no mês de abril, para contrariar o outono.
     A entrada era uma apenas, pela direita, subindo-se a escada de mármore de três degraus. O resto da varanda era rodeado pelo patamar onde havia, no centro, uma jardineira. Depois que o último de nós ficou mais crescido e menos travesso, ali floriram gerânios [...].

Fonte: PORTO, Sérgio. A moça e a varanda. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (org.). As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
Sobre o trecho “[...]dois jarrões, um em cada canto, cujas plantas (nunca lhes soubemos o nome) davam umas florzinhas amarelas […]”, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2278610 Português

Síndrome de burnout: o que é e quais os direitos dos trabalhadores diagnosticados


Por Mariana Lemos






(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2022/11/10/sindrome-de-burnout-o-que-e-equais-os-direitos-dos-trabalhadores-diagnosticados – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “intensas jornadas de trabalho que ocorrem também no ambiente doméstico”, as palavras em negrito são classificadas, na ordem em que aparecem, como:
Alternativas
Q2278442 Português

Após a renegociação de dívidas, o próximo passo é o planejamento


Por Agência Brasil






(Disponível em: exame.com/invest/minhas-financas/renegociou-dividas-com-o-desenrola-proximo-passo-eplanejamento-apontam-especialistas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra ou expressão que poderia substituir corretamente a expressão “a que” (l. 35).
Alternativas
Q2275451 Português

Leia o texto 1 e responda a questão.


Texto 1

SERVIDOR PÚBLICO DO FUTURO DEVE SE SENTIR

FELIZ E TER EMPATIA, AFIRMA PESQUISADOR



Ter espírito público é uma das características consideradas essenciais por especialistas para oferecer o melhor atendimento ao cidadão.

Tatiana Cavalcanti




Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/03/servidor-publico-do-futuro-trabalha-com-prazer-tem-vocacao-e-sesente-feliz-no-que-faz.shtml. Acesso em: 19 de maio 2023. [Adaptado].

“Foi o que fez Luana Silveira de Faria, 42. Servidora pública federal efetiva há dez anos, ela criou um programa que proporcionou novos modelos de trabalho no governo, o LA-BORA! gov, com projetos cujo propósito é melhorar a experiência dos funcionários públicos.” (§ 13)
Na passagem acima, o emprego do pronome sublinhado está em conformidade com a norma padrão. Assinale a alternativa em que o pronome “cujo” – bem como suas flexões – é utilizado CORRETAMENTE de acordo com norma culta da língua:
Alternativas
Q2271801 Português
Assinale a frase em que o pronome relativo foi corretamente utilizado. 
Alternativas
Q2270755 Português

LÍNGUA PORTUGUESA



Peladas


    Esta pracinha sem aquela pelada virou uma chatice completa: agora, é uma babá que passa, empurrando, sem afeto, um bebê de carrinho, é um par de velhos que troca silêncios num banco sem encosto.

    E, no entanto, ainda ontem, isso aqui fervia de menino, de sol, de bola, de sonho: “Eu jogo na linha! Eu sou o Lula!; no gol, eu não jogo, tô com o joelho ralado de ontem; vou ficar aqui atrás: entrou aqui, já sabe”. Uma gritaria, todo mundo se escalando, todo mundo querendo tirar o selo da bola, bendito fruto de uma suada vaquinha.

     Oito de cada lado e, para não confundir, um time fica como está; o outro joga sem camisa. 

    Já reparei uma coisa: bola de futebol, seja nova, seja velha, é um ser muito compreensivo que dança conforme a música: se está no Maracanã, numa decisão de título, ela rola e quiçá com um ar dramático, mantendo sempre a mesma pose adulta, esteja nos pés de Gérson ou nas mãos de um gandula.

    Em compensação, num racha de menino ninguém é mais sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio- -fio, para de estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa- -se espremer entre mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece um bichinho.

    Aqui, nessa pelada inocente é que se pode sentir a pureza de uma bola. Afinal, trata-se de uma bola profissional, uma número cinco, cheia de carimbos ilustres: “Copa Rio-Oficial”, “FIFA-Especial”. Uma bola assim, toda de branco, coberta de condecorações por todos os gomos (gomos hexagonais!), jamais seria barrada em recepção do Itamaraty.

    No entanto, aí está ela, correndo para cima e para baixo, na maior farra do mundo, disputada, maltratada até, pois, de quando em quando, acertam-lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas, coitadinha.

    Racha é assim mesmo: tem bico, mas tem também sem- -pulo de craque como aquele do Tona, que empatou a pelada e que lava a alma de qualquer bola. Uma pintura.

    

     Nova saída.

   

    Entra na praça batendo palmas como quem enxota galinha no quintal. É um velho com cara de guarda-livros que, sem pedir licença, invade o universo infantil de uma pelada e vai expulsando todo mundo. Num instante, o campo está vazio, o mundo está vazio. Não deu tempo nem de desfazer as traves feitas de camisas. 

   

    O espantalho-gente pega a bola, viva, ainda, tira do bolso um canivete e dá-lhe a primeira espetada. No segundo golpe, a bola começa a sangrar. Em cada gomo o coração de uma criança.


(NOGUEIRA, Armando. In: Os melhores da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1977.)


Assinale a alternativa em que o antecedente do pronome relativo está INCORRETAMENTE indicado.
Alternativas
Q2268804 Português
Descoberta de novos genes ajuda pacientes que resistem à quimioterapia


Na Inglaterra, pesquisadores da Queen Mary University of London (QMUL) anunciaram uma descoberta que pode melhorar o tratamento de câncer de muitos pacientes que resistem ao tratamento padrão com quimioterapia, condição conhecida como quimiorresistência.

Após análises, a equipe descobriu dois genes, o NEK2 e o INHBA, que conferem este tipo de resistência aos medicamentos oncológicos em pessoas com câncer de cabeça e pescoço. Os detalhes foram compartilhados em estudo publicado na revista científica Molecular Cancer.

Além de identificar os dois genes ligados a essa resistência à quimioterapia, os pesquisadores britânicos afirmam que, se um dos genes for silenciado, o corpo do paciente passa a responder ao tratamento, atingindo adequadamente as células cancerígenas. Por fim, a terceira boa notícia relacionada ao estudo é que potenciais moléculas capazes de silenciar os genes já foram rastreadas.


Como a descoberta pode melhorar o tratamento do câncer?


Como já adiantamos, os pesquisadores britânicos descobriram os dois genes e também formas de como silenciá-los, viabilizando o tratamento adequado do câncer com a quimioterapia.

Para a segunda parte da pesquisa, os autores analisaram uma biblioteca de químicos e moléculas já conhecidas, comumente usada para descoberta de medicamentos. A partir dessa investigação, foram identificados dois agentes promissores contra a quimiorresistência:

- Sirodesmin A, uma toxina encontrada originalmente em fungos;

- Carfilzomib, produzido por bactérias.

Se ambas as substâncias forem usadas para silenciar os genes resistentes, a estimativa é que as células cancerígenas se tornem até 30 vezes mais sensíveis aos medicamentos quimioterápicos, como a cisplatina. Esse remédio já é adotado rotineiramente no tratamento, e foi aprovado por inúmeras agências reguladoras no mundo.

"Infelizmente, muitas pessoas não respondem à quimioterapia ou à radiação. Mas o nosso estudo mostrou que, pelo menos no câncer de cabeça e pescoço, são esses dois genes específicos que podem estar por detrás disso", afirma Muy-Teck Teh, autor sênior do estudo e pesquisador da QMUL, em nota.

"Esses resultados são um passo promissor para que os pacientes com câncer no futuro recebam tratamento personalizado com base em seus genes e tipo de tumor, proporcionando uma melhor taxa de sobrevivência e melhores resultados de tratamento", acrescenta Teh.


Retirado e adaptado de: FORATO, Fidel. Descoberta de novos genes ajuda pacientes que resistem à quimioterapia. Terra. Disponível em: tes squueereistemm-a-qummioterapiaee2dfee74d8841156714c077972588 a1dc3553887zhe8.hhmml -a-quimioterapia,e2dcfe74d841156714c0797258a1dc353l87zhe8.html Acesso em: 06 set., 2023
Analise o título do texto:

Descoberta de novos genes ajuda pacientes que resistem à quimioterapia

Assinale a alternativa que apresenta a correta função sintática da palavra em destaque: 
Alternativas
Q2268066 Português
Assinale a frase em que não ocorreu um processo qualquer para evitar-se a repetição de palavras idênticas.
Alternativas
Q2267770 Português

Texto III






TENÓRIO, J. O avesso da pele. São Paulo: Companhia das Letras, 2020, p. 168. 

“Então você releu Crime e castigo em casa, selecionou as partes que julgou mais contundentes.” (linhas 3-4)
No trecho destacado, o “que” é um pronome relativo que retoma o vocábulo “partes” e introduz uma nova oração. Outro pronome relativo aparece destacado em: 
Alternativas
Q2265917 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 



As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar



Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos. 


As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia." 


Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.


Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.


"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford. 


"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."


Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.


Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos." 


A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.


A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."


Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia. 


Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.

Existem três categorias gerais 'que' estarão protegidas no futuro próximo.

O vocábulo destacado trata-se de:
Alternativas
Q2265832 Português

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto seguinte.


Nos cantos escuros da casa, _____ ratos ágeis e sorrateiros _____ exploravam silenciosamente cada fresta e rachadura em busca de comida. Os ratos possuem uma habilidade extraordinária de escapar de locais apertados, _____ devemos nossa dificuldade em controlá-los.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: EPC Prova: VUNESP - 2023 - EPC - Locutor Apresentador |
Q2264785 Português

Leia o texto para responder à questão. 



A imprensa nos tempos de Balzac



   Releio “Os jornalistas”, de Honoré de Balzac, ele-mesmo um escritor jornalista a apontar desvios da ética na imprensa de seu tempo. Com estilete do sarcasmo, indicou a prevalência de “lados da notícia”, a duração dos fatos nas páginas e escondimentos propositais. Beliscou a venalidade de articulistas franceses de meados do século 19. As ambições particulares se sobrepunham às carências coletivas; as impressoras se alocavam às conveniências individuais, governos, corporações ideológicas. Mostrou o jesuitismo artificial de colunistas cercados de bajuladores a aplaudi-los. Encenando imparcialidade, curvavam-se aos influentes e poderosos. Altissonantes, fingiam defender grandes causas, mormente as acenadas como modernas, libertárias.

   Sobre editores-proprietários-gerentes, Balzac foi ainda mais incisivo. Alinhavam-se ao sistema dominante cujo triunfo lhes interessava. E eram respeitados por temor. Viam na imprensa uma aplicação de capitais cujos juros lhes eram pagos em favores econômicos e autoridade. Quando unida às oposições, tinha consciência de que elas eram aferradas em tomar para si os anseios e necessidades sociais, sem que o cidadão comum lhes desse crédito.

      No estilo escrutínio da escola realista, palavras do livro se articulam para escancarar hipocrisias, falsidades. Alegando que os franceses tinham inclinação por tudo que é tedioso, caçoava duma categoria de redatores a chamá-los de “nadólogos”. Eram notários que falavam, falavam e nada diziam. Alcoviteiros da política, negociantes de frases, mostravam-se superiores, promoviam gracejos para admiração de colunistas severos. Mas estes se calavam ao ingressarem no serviço público. Lá se domesticavam a gozarem do silêncio de colegas na espera de convites e cargos.

    Irritado com os críticos de arte a não lhe darem sossego, Balzac apontou-lhes o dedo. Pintou-os como vaidosos, incultos, falaciosos que, sem talento para a arte, erguiam muralhas de censura das ideias. Para o autor, a crítica tinha apenas uma serventia: a sobrevivência dos críticos.

    Ficção e agudo exame da sociedade se mesclaram na obstinada defesa do bom jornalismo. Escreveu: “Se a imprensa não existisse, seria preciso inventá-la”. São mensagens que instigam raciocínios, convidam à reflexão. Mormente dos que buscam notícias isentas, o jornalismo amigo dos fatos.


(Romildo Sant’Anna. Diário da Região, 05.02.2023. Adaptado)

No segundo parágrafo, identificam-se mecanismos de referenciação textual expressando as noções de reflexividade e pertencimento, respectivamente, nas expressões destacadas em
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Companhia Águas de Joinville Provas: FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Agente de Saneamento - Fiscal | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Agente de Saneamento - Encanador | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Agente de Saneamento - Laboratório | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Agente de Saneamento - Medição | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Agente de Saneamento - Operação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Saneamento | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Segurança do Trabalho | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Tecnologia da Informação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Ambiental | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Edificações | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Logística | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Mecânica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Químico | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Operador de Estação - Operador de Estação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Desenhista | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Assistente Administrativo |
Q2264396 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego dos pronomes.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Companhia Águas de Joinville Provas: FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Agente de Saneamento - Fiscal | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Agente de Saneamento - Encanador | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Agente de Saneamento - Laboratório | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Agente de Saneamento - Medição | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Agente de Saneamento - Operação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Saneamento | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Segurança do Trabalho | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Tecnologia da Informação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Ambiental | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Edificações | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Logística | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Mecânica | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Técnico em Sistemas de Saneamento - Químico | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Operador de Estação - Operador de Estação | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Desenhista | FEPESE - 2023 - Companhia Águas de Joinville - Assistente Administrativo |
Q2264391 Português

Texto 1


Para abastecer a cidade, Águas de Joinville trata e distribui cerca de 181 milhões de litros de água diariamente


Fornecer água potável para os moradores da maior cidade catarinense exige investimentos e monitoramento constante do serviço administrado pela Companhia Águas de Joinville. Diariamente, são distribuídos em torno de 181 milhões de litros de água potável. O município também conta com 13 reservatórios, 79 sistemas de bombeamento e um parque de hidrômetros com mais de 160 mil equipamentos. Além de operar as duas ETAs, Cubatão e Piraí, a Companhia realiza as manutenções e melhorias em sua rede de abastecimento, que hoje tem 2,3 mil km de extensão. 

     No Dia Mundial da Água, celebrado nesta quarta- -feira (22/3), a Companhia Águas de Joinville faz uma ação de distribuição de copos de água em diferentes terminais urbanos da cidade, reforçando a importância do uso consciente deste recurso. Os copos contêm água tratada, que em Joinville pode ser consumida da torneira desde que a população mantenha a limpeza da caixa-d’água em dia. O recomendado é a higienização a cada seis meses.

      A qualidade da água é assegurada por tecnologias de tratamento, controle e análise. Para garantir a potabilidade da água distribuída, o Laboratório de Controle de Qualidade da Companhia, que possui acreditação do Inmetro, realiza 38,5 mil análises de água por ano em 262 pontos da cidade, distribuídos nos 43 bairros de Joinville.

     Neste ano, a Águas de Joinville promoveu uma importante melhoria, substituindo o uso de gás cloro por hipoclorito de sódio no tratamento da água no município. Além de ter alta ação bactericida, o hipoclorito de sódio oferece mais segurança em comparação ao gás cloro, principalmente no que se refere ao transporte e armazenamento do material.

       A Companhia atende o que preconiza o Marco Legal do Saneamento, que é 99% da população com água potável. A cobertura da água em Joinville é de 99,2%.

       O sistema de abastecimento de água é monitorado de forma on-line 24 horas por dia, sete dias por semana, pelo Centro de Inteligência em Operações. O objetivo é reduzir os impactos de obras, o tempo de consertos de vazamentos e as perdas de água.


Disponível em: https://www.joinville.sc.gov.br/noticias/paraabastecer-a-cidade-aguas-de-joinville-trata-e-distribui-cerca-de181-milhoes-de-litros-de-agua-diariamente/. Acesso em: 12 de jul 2023. Fragmento adaptado. Publicado em: 22 de mar 2023.

Analise a frase abaixo:
“Além de operar as duas ETAs, Cubatão e Piraí, a Companhia realiza as manutenções e melhorias em sua rede de abastecimento, que hoje tem 2,3 mil km de extensão.”
Assinale a alternativa correta em relação à frase.
Alternativas
Q2258594 Português
O fim da civilização do automóvel?

        Quem, em um futuro próximo, precisará ter carro próprio? A pergunta parece soar um tanto sem sentido hoje, mas o radar da mudança do setor automobilístico não para de pulsar. O que ele está anunciando?
        Foi-se o tempo em que fazer a autoescola e conquistar a CNH era o sonho dos jovens recém-saídos da adolescência. Hoje, essa geração parece dar muito mais valor para smartphones, tablets e viagens ao exterior. A posse de um carro está lá na quarta, quinta colocação no ranking dos sonhos de consumo.
        Aplicativos de carona compartilhada, Uber e meios de transporte ecológicos e politicamente corretos, como a bicicleta, são hoje produtos substitutos do velho e bom automóvel, essa é a verdade. Os dados corroboram esses fatos: de 2014 a 2018, a emissão de CNH caiu 32% em todo o País, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Ainda, a idade média dos novos condutores aumentou significativamente, chegando em 2014 a 27 anos.
        Mais dados: a consultoria Box 1824 ouviu 3 mil jovens entre 18 e 24 anos em 146 cidades brasileiras em junho de 2018. Resultado: apenas 3% deles apontou o carro como prioridade de compra. Nos Estados Unidos, pesquisa da Rockefeller Foundation com jovens na mesma faixa etária relatou que 75% dos entrevistados gostariam de viver em um lugar em que não precisassem ter carro.
        Outra pesquisa, realizada em 2015 no Reino Unido pela empresa Prophet, mostrou um dado arrebatador: 65% das pessoas entre 18 e 34 anos preferem um smartphone de última geração a um automóvel novo.
        A importância do carro é cada vez menor para as novas gerações, isso é fato, e tecnologias potenciais como a do carro autônomo ajudam a reforçar essa nova visão. Carros sem motorista, conectados ao celular, poderão, em um amanhã muito próximo, apanhar os passageiros em determinado local, deixando-os no destino e ficando livres para os próximos usuários.
         Para que ter carro em um mundo assim? Por que pagar IPVA, seguro, combustível e estacionamento e ainda correr o risco de ter o veículo multado, amassado ou roubado? O modelo de negócio da indústria automobilística mudou: de fabricantes de carros, as montadoras terão de se transformar em provedoras de mobilidade, caso contrário, correm sério risco de ficar pelo caminho. Google, Amazon e Apple são gigantes que já estão de olho no promissor mercado de carros autônomos, e estima-se que em 2030 eles representarão 15% da frota mundial.
        A Era 4.0 está quebrando paradigmas na poderosa indústria automobilística e a transformará radicalmente nos próximos anos, seja pelo uso de novas tecnologias, que viabilizarão a utilização em larga escala de carros autônomos, seja pela mudança de comportamento dos consumidores, cada vez mais seduzidos pela conveniência de aplicativos como Uber, menos presos à posse e mais afeitos ao uso de carros compartilhados.

(Fonte: Empresas Proativas 4.0 — adaptado.)
Sobre o uso dos pronomes relativos sublinhados abaixo, analisar os itens a seguir:
I. Aquele é o material cujo o professor elaborou. II. Este é o bairro no qual vivo. III. Este é o rapaz que passou na prova.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2256372 Português
    Ninguém discordará, em sã consciência, da necessidade de o Brasil passar por mudanças significativas em sua legislação penal, tendo em vista adquirir um melhor instrumental jurídico para combater algumas das nossas mais notórias chagas sociais contemporâneas, quais sejam, o desrespeito à vida humana, a violência desenfreada − principalmente (não só) nas grandes concentrações urbanas − e, sobretudo, a crônica impunidade. No entanto, a justa pressão social pela diminuição dos assombrosos índices de violência e criminalidade não pode dar margem a um atabalhoado processo de mudança das leis penais, que abrigue contradições, inconstitucionalidades e até efeitos contrários ao que se pretende. O Congresso Nacional e toda a sociedade brasileira precisam estar atentos a projetos de lei que, em lugar de combater o crime, podem se tornar inteiramente contraproducentes, chegando a estimulá-lo. (...)
        É preciso entender que o grande problema não é a ausência ou o defeito da lei, mas sim a sua não observância, a falta de sua aplicação e, no caso específico das execuções penais, a falta de rigor no cumprimento integral das penas que já existem. Por outro lado, há distorções fundamentais de entendimento que têm estimulado a criminalidade, como é o caso dos menores delinqüentes, cuja utilização por quadrilhas de adultos como "autores" dos crimes é cada vez maior. A situação "de menor", com base na proteção estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, se transforma em perfeito escudo da quadrilha, para fins de impunidade. A experiência de outros países, que nos últimos anos têm obtido êxito no combate à violência e à criminalidade, mostra que muito mais importante do que criar uma nova lei é fazer cumprir, com rigor, a já existente.

(O Estado de S. Paulo, A3, 05 de maio 2002)
... como é o caso dos menores delinqüentes, cuja utilização por quadrilhas de adultos como "autores" dos crimes é cada vez maior. (6a , 7a e 8a linhas do 2o parágrafo)
O pronome grifado substitui corretamente, no texto, a utilização
Alternativas
Q2256138 Português
Atentando-se ao contexto, é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q2251226 Português
Aponte a alternativa em que o emprego do pronome cujo é INACEITÁVEL na norma culta da língua.  
Alternativas
Q2251220 Português

             

Analise as afirmações abaixo.
I. Por ser um problema crônico (linha 7) refere-se a devastação. II. Conforme a norma culta da língua, onde deve ser empregado para indicar circunstância de lugar, como na linha 5 do texto. Assim, é condenável seu emprego em construções como Participei da reunião onde discutimos os rumos de nosso Judiciário. III. Em E o mais animador (linha 14), o E não pode ser eliminado, para não comprometer o sentido da frase em que se encontra. IV. O gerúndio exprime o fato verbal em desenvolvimento, a exemplo de estão recuperando (linha 13). É errado seu emprego em construções como Logo estaremos informando V. Sª...
Assinale a opção que apresenta a seqüência correta.  
Alternativas
Respostas
421: C
422: B
423: B
424: E
425: A
426: D
427: A
428: C
429: D
430: A
431: A
432: B
433: A
434: E
435: A
436: E
437: E
438: A
439: C
440: C