Questões de Concurso Sobre pronomes relativos em português

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Q4404601 Português

Leia as definições e responda à questão.



TRECHO A


Pronomes relativos são palavras que representam nomes já referidos, com os quais estão relacionados. Daí denominarem-se relativos.


[....]


Onde, como pronome relativo, tem sempre antecedente e equivale a em que: A casa onde moro (= em que) foi de meu avô.


(CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 20. ed. São Paulo: Nacional, 1979, p. 116-117)



TRECHO B


[....] Onde exprime estabilidade; o lugar em que


[....] Aonde indica movimento, lugar a que [....]


(ROCHA LIMA, Carlos Henrique da. Gramática normativa da língua portuguesa 21. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1980, p. 301.)



Assinale a alternativa em que o pronome ONDE esteja em consonância com as prescrições dos dois gramáticos:

Alternativas
Q4362827 Português
Mosca na comida? Inseto pode trazer riscos, mas nem sempre


    Depois de preparar a comida é normal e natural a visita de algumas moscas na cozinha ou até mesmo na sala durante as refeições. Elas gostam de sobrevoar os pratos e, muitas vezes, até pousar em cima deles. Mas esse breve contato é capaz de contaminar a comida e fazer mal à saúde das pessoas? Segundo cientistas, de um modo geral, o risco de adoecer é relativamente baixo, mas há alguns fatores a serem considerados como, por exemplo, o tempo que as moscas permanecem sobre a comida e a quantidade delas.

    Se uma grande quantidade de moscas ficarem durante horas em cima da comida, é melhor jogar o alimento fora. Porém, se um inseto pousar por poucos segundos, especialistas garantem que não há maiores riscos. Isso porque esses bichos depositam secreção na comida quando estão em contato com ela. Como as moscas não têm dentes e mandíbulas para mastigar a comida, elas cospem um pouco de saliva rica em enzimas para dissolver parcialmente aquele alimento e sugá-lo pela boca em forma de focinho. Elas passam a maior parte de suas curtas vidas se alimentando de material orgânico em decomposição, que inclui vegetação podre, carne crua e fezes.

    Acredita-se que as moscas abriguem cerca de 130 patógenos, incluindo fungos, vírus, parasitas e bactérias, como Salmonella, Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Bacillus cereus e Bacillus subtilis. Esses germes estão associados a intoxicação alimentar, vômito, náuseas, dor de estômago, diarreia e febre. Em partes do mundo onde as doenças tropicais são mais frequentes, é bom observar que o nível de ameaça é maior. As moscas domésticas podem abrigar patógenos de dejetos humanos e transmitir doenças mais mortais, como cólera e shigelose, um tipo de disenteria, por vários dias.


Fonte: Jornal O Globo, edição de 20 de abril de 2023. 
Assinale a alternativa que apresente o termo ao qual o pronome em destaque se refere no texto: Elas passam a maior parte de suas curtas vidas se alimentando de material orgânico em decomposição, que inclui vegetação podre, carne crua e fezes.
Alternativas
Q4358999 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ganhei R$ 70 mil com apostas online e perdi tudo logo depois


Enquanto outros garotos disputavam partidas de futebol ou iam à praia com os amigos, Santiago Caamaño tinha apenas uma obsessão: jogar.

Dos 14 aos 22 anos, a vida deste jovem galego de Muros, no norte da Espanha, girou em torno do jogo de azar - ele chegou a perder quase 13 mil euros (cerca de R$ 71,5 mil) em um dia.

O caso dele não é um incidente isolado. Segundo dados do Ministério do Consumo da Espanha, os jogadores online com menos de 25 anos passaram de 28% em 2016 para 48% em 2021. E começam a jogar, em média, aos 15 anos.

Embora seja difícil saber o número de pessoas viciadas em jogos de azar a nível global, já que muitos países não têm dados oficiais, algumas entidades como a Associação Europeia para o Estudo do Jogo (EASG, na sigla em inglês) alertam que entre 0,5% e 2% da população mundial tem problemas com jogo. 

No Brasil, por exemplo, dados afirmam que 1% tem transtorno do jogo, e 1,3% uma síndrome parcial, totalizando 2,3% da população, de acordo com Hermano Tavares, coordenador do Programa Ambulatorial do Jogo Patológico (Pro-Amjo) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).

"E se você considerar a taxa de exposição, que é a pessoa que não aposta, mas convive com um apostador, e, consequentemente, sofre com todos os problemas dele, como desemprego, endividamento extremo, inadimplência, privação de oportunidades, isso chega a 10% da população", acrescentou Tavares em entrevista prévia à BBC News Brasil.

Organizações de terapeutas de várias partes do mundo concordam que o perfil do jogador compulsivo mudou. Se, há uma década, tratava-se de homens de 50 anos viciados em máquinas caça-níqueis - jogo que é operado ilegalmente no Brasil -, hoje, são jovens obcecados por jogos online e apostas esportivas.

Santiago Caamaño é um desses jovens afetados. Sua família e amigos nunca se deram conta de nada. "Afinal, um ludopata não é apenas um mentiroso compulsivo, mas também, um ótimo mentiroso", diz ele à BBC News Mundo. Quando ganhava, ele aproveitava para pagar as dívidas, mas depois, voltava a perder e a dever dinheiro. "É como um círculo vicioso do qual você não consegue sair", afirma.

A ludopatia é reconhecida como uma condição patológica caracterizada pela compulsão de uma pessoa por jogos de azar, o que pode levá-la a graves consequências financeiras, sociais, físicas e emocionais.

Ele acredita que é importante chamar a atenção sobre a ludopatia desde a escola para que os alunos saibam as consequências que esta doença pode trazer.

"Eu sempre digo a mesma coisa: quem vira ludopata é porque já jogou. Quem não joga nunca será ludopata. Então, por que arriscar?"


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzy9278zro. Adaptado. 
E se você considerar a taxa de exposição, 'que' é a pessoa que não aposta, mas convive com um apostador [...].

O elemento destacado na frase trata-se de:
Alternativas
Q4357249 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.A cidade onde cresci é cheia de lembranças especiais.
II.Ela é a pessoa para quem confiei meus segredos.
III.Conheci um escritor cujo livro se tornou um best-seller.
IV.Conheci alguém que pode nos ajudar com o projeto.
V.Maria encontrou o artigo, o qual continha informações valiosas.

Quais dos pronomes relativos acima são considerados invariáveis?
Alternativas
Q4265857 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas


De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.


Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.


Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.


Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.


No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.


No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.


"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.


A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.


"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.


De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.


Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis.


"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.

Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo 'que' oferecem risco à saúde.
O termo destacado na frase, de acordo com a morfossintaxe, trata-se de:
Alternativas
Q4265405 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A planta amazônica que virou a espécie invasora mais dominante do planeta


Os incêndios no Havaí deixaram centenas de mortos e imagens desoladoras numa das paisagens mais idílicas do planeta. Mas também destacaram um fator que estaria por trás dos incêndios florestais que, como o que ocorreu no Havaí, se repetem em todo o mundo: a presença de plantas exóticas invasoras.

De acordo com um relatório recente apoiado pela ONU, essas plantas fazem parte do grupo de espécies que estão relacionadas a 60% das extinções de plantas e animais a nível mundial.

Como elas são estranhas aos ecossistemas invadidos, elas prejudicam a natureza local, abalam cadeias alimentares e ameaçam a saúde humana a um custo estimado em US$ 423 bilhões, aponta o relatório, com base em dados de 2019.

Segundo os especialistas, as plantas invasoras amplificam os efeitos que as alterações climáticas causam no planeta.

"A ação de plantas invasoras resulta em incêndios mais intensos e frequentes, como alguns dos devastadores ocorridos recentemente em todo o mundo, libertando ainda mais dióxido de carbono na atmosfera", observa o relatório.

E, entre essas plantas, há uma que predomina sobre as demais espécies: a pontederia crassipes, mais conhecida como jacinto-de-água ou aguapé.

Originária da América do Sul, especialmente da região amazônica, ela é a espécie terrestre invasora exótica mais difundida.

"Com o aumento do uso da terra para a produção agroindustrial, aumenta também o uso de plantas exóticas que acabam se tornando invasoras, como estamos vendo em todo o planeta", diz a professora Helen Roy, especialista em plantas invasoras e membro do Centro Britânico de Ecologia e Hidrologia.

Roy, que liderou o relatório feito à ONU, salienta que essa planta em particular causou efeitos profundos em diferentes regiões, como o Lago Vitória, na África.

"O lago, uma das principais fontes de alimento de milhões de pessoas, ficara sem peixes, mais especificamente a tilápia, porque o aguapé absorve nutrientes essenciais para os animais que vivem ali", explica.

E essa planta, que também é reconhecida pela beleza da sua flor, já chegou a muitas regiões onde causou graves e diversos danos.

A expansão de plantas invasoras é considerada crítica por cientistas e ambientalistas.

"É uma situação que afeta toda a sociedade em diferentes níveis, independentemente da sua origem ou status: atacam o centro dos habitats e as cadeias de abastecimento que saem do ambiente", explica Roy.

A principal solução é a prevenção no manejo de plantas destinadas à exportação ou importação.

"É preciso levar em conta que muitas dessas plantas que hoje são invasoras foram trazidas para proporcionar algum benefício às pessoas. O problema é que não se teve cuidado com os efeitos que isso poderia causar", diz Roy.

Por essa razão, tanto Roy como Puchard avaliam que a prevenção e o controle da flora e da fauna nas fronteiras é uma das medidas mais eficazes que podem ser implementadas para prevenir a chegada de espécies invasoras.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c727vygjx8jo. Adaptado.

De acordo com um relatório recente apoiado pela ONU, essas plantas fazem parte do grupo de espécies que estão relacionadas a 60% das extinções de plantas e animais a nível mundial.

Na frase mencionada, é possível constatar a presença de:
Alternativas
Q4264609 Português

Leia o texto para responder a questão.



Entenda as questões por trás da quantidade de água recomendada por dia

Beber água é importante, mas dois litros por dia não é regra, dizem especialistas



    A água é uma grande parte da composição do corpo humano, cerca de 60 a 70%

    Que beber água é imprescindível para a manutenção da saúde não há dúvidas – isso é um consenso. No entanto, a quantidade diária a ser ingerida ainda é alvo de divergências entre as comunidades médica e científica.

    “Por ser tão crítica para a vida, há processos fisiológicos que controlam de forma estrita o balanço de sal e água no organismo. De forma simplificada, para manter a quantidade de água do nosso corpo, é preciso repor as perdas”, afirma o professor Eduardo Barbosa Coelho, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).

    Um estudo da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, publicado em novembro de 2022, colocou mais lenha na fogueira da discussão sobre a quantidade ideal de água por dia.

    A pesquisa aponta que a ingestão recomendada de água de oito copos, cerca de dois litros, por dia raramente corresponde às necessidades reais e, muitas vezes, pode ser alta. Segundo a pesquisa, a quantidade necessária para ser bebida varia entre 1,3 a 1,8 litros por dia, a depender da idade, clima e onde a pessoa vive.

    Um estudo publicado na revista Science indica que o volume para consumo diário é determinado por diversos fatores como sexo, idade, aspectos físicos, umidade do ar, temperatura e até mesmo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

    Nesse sentido, pode não existir uma quantidade ideal de água ー como os famosos dois litros ー, já que a influência de múltiplos pontos modifica a necessidade de cada indivíduo.

    “Não há um valor ‘normal’ ou recomendável para se ingerir ao dia. Geralmente, para um adulto numa dieta normoproteica padrão, cerca de um a um e meio litros de água serão suficientes para manter o balanço hídrico. Porém, esse valor dependerá do metabolismo individual, da idade, da distribuição de gordura corporal, das condições ambientais, da atividade física e de outros fatores que afetam a perda de água. Há uma ideia generalizada de que consumir água faz bem à saúde. Como descrito acima, há mecanismos fisiológicos para a manutenção de um equilíbrio hídrico e caso haja falta de água a sede aparecerá”, afirma Coelho.

    [...]


Adaptado de https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-as-questoes-por-tras-daquantidade-de-agua-recomendada-por-dia/

Analise: “Um estudo publicado na revista Science indica que o volume para consumo diário é determinado por diversos fatores como sexo, idade, aspectos físicos, umidade do ar, temperatura e até mesmo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).”
E assinale a alternativa que classifica corretamente os termos em destaque, respectivamente.  
Alternativas
Q4262673 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, identificando as classes gramaticais das palavras indicadas no texto.
Coluna 1
1. Pronome.
2. Substantivo.
3. Preposição.
4. Conjunção.
Coluna 2
( ) Adaptação (l. 02).
( ) Com (l. 18).
( ) Que (l. 11).
( ) Bem como (l. 29).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4262021 Português

A questão refere-se ao texto. 


texto.jpg (684×567)

O termo “os quais” (l. 18) é classificado como: 
Alternativas
Q4206104 Português
As formigas que conseguem ‘cheirar’ o câncer 

        Graças ao sistema olfativo bastante sensível, as formigas vão poder ser usadas um dia para ajudar a detectar câncer em humanos, sugere um novo estudo. Por enquanto, cientistas descobriram que as formigas são capazes de detectar a doença em camundongos. “As formigas podem ser treinadas em dez minutos para sentir o cheiro do câncer na urina dos ratos”, diz Baptiste Piqueret, principal autor do estudo. 

        Piqueret, que iniciou sua pesquisa na área em 2017, conseguiu treinar formigas para distinguir entre células saudáveis e células cancerígenas cultivadas em laboratório. Mas agora, sua equipe deu um passo _____ frente: as formigas detectaram desta vez tumores humanos em camundongos. Piqueret e sua equipe usaram uma técnica chamada xenoenxerto — que consiste em transplantar o câncer de mama humano para camundongos e permitir que ele cresça.

        Na sequência, eles coletaram amostras de urina tanto de camundongos saudáveis quanto daqueles com câncer. “Durante o treinamento, colocamos as formigas em uma arena circular e colocamos comida como recompensa ao lado da urina dos camundongos com câncer”, ele conta. _____ medida que as formigas encontram a recompensa, elas associam o cheiro das células cancerígenas a ela e aprendem a reconhecê-la. "As células são como fábricas, precisam de nutrientes para viver e produzem resíduos. As células cancerígenas produzem resíduos que podem ser detectados no odor", afirma Piqueret. 

        Mais especificamente, conforme explica o estudo, as células cancerígenas possuem compostos orgânicos voláteis específicos que podem ser detectados na urina ou na respiração. Durante o processo de treinamento, as formigas permaneciam mais tempo em torno das amostras cancerígenas de urina, mesmo depois que os cientistas removiam as recompensas.

(Fonte: BBC - adaptado.)
Em relação ao trecho “Talvez acredite em fadas também, orixás quem sabe? Ou átomos, buracos negros, anãs brancas, quasars e protozoários. E diria com aquele ar 'levemente pedante': - ‘Quem só acredita no visível tem um mundo muito pequeno’” (Fonte: Os dragões não conhecem o paraíso - adaptado.), é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4205737 Português
        Em todo o mundo, as diferenças de padrão de vida são assustadoras. Em 2014, o norte‐americano médio tinha uma renda de cerca de $ 55 mil. No mesmo ano, o mexicano médio ganhava cerca de $ 17 mil, o chinês médio cerca de $ 13 mil e o nigeriano médio apenas $ 6 mil. Não surpreendentemente, essa grande variação do nível de rendimento se reflete em diversos indicadores de qualidade de vida. Os cidadãos de países de renda elevada têm mais televisores e carros, melhor nutrição, melhor assistência médica e uma expectativa de vida mais longa que os cidadãos de países de baixa renda. As mudanças do padrão de vida ao longo do tempo também são grandes. Nos Estados Unidos, as rendas cresceram historicamente cerca de 2% ao ano (após ajustes que ocorreram por causa de alterações no custo de vida). A essa taxa, a renda média dobra a cada 35 anos. No último século, a renda média dos Estados Unidos aumentou aproximadamente oito vezes.
    
        O que explica essas grandes diferenças de padrão de vida entre países ao longo do tempo? A resposta é surpreendentemente simples. Quase todas as variações de padrão de vida podem ser atribuídas a diferenças de produtividade entre países, ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por unidade de insumo de mão de obra. Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo, a maioria das pessoas desfruta de padrões de vida elevados; em nações onde os trabalhadores são menos produtivos, a maioria das pessoas precisa enfrentar uma existência com maior escassez e, portanto, menos confortável. De forma semelhante, a taxa de crescimento da produtividade de um país determina a taxa de crescimento de sua renda média. A relação fundamental entre produtividade e padrões de vida é simples, mas suas implicações são profundas. Se a produtividade é o determinante principal do padrão de vida, outras explicações devem ser de importância secundária. Por exemplo, poderia ser tentador creditar aos sindicatos de trabalhadores ou às leis de salário‐mínimo a elevação do padrão de vida dos trabalhadores norte‐americanos durante o século passado. Mas a verdadeira heroína dos trabalhadores norte‐americanos é sua produtividade crescente. Vejamos outro exemplo: alguns especialistas afirmaram que a competição crescente do Japão e de outros países explica o lento crescimento da renda nos Estados Unidos nas décadas de 1970 e 1980. Mas, na verdade, o vilão não era a competição internacional e, sim, o menor crescimento da produtividade no país. A relação entre produtividade e padrão de vida também traz implicações profundas para a política pública. 
    
        Quando se pensa sobre como alguma política afetará os padrões de vida, a questão‐chave é como ela afetará nossa capacidade de produzir bens e serviços. Para elevar os padrões de vida, os formuladores de políticas precisam elevar a produtividade, de forma a garantir que os trabalhadores tenham uma boa educação, disponham das ferramentas de que precisam para produzir bens e serviços e tenham acesso à melhor tecnologia disponível.

(Fonte: Introdução à economia - adaptado.)
Assinalar a alternativa que substitui a palavra sublinhada, sem modificação no sentido do texto:
“Em países onde os trabalhadores podem produzir uma grande quantidade de bens e serviços por unidade de tempo (...)”.
Alternativas
Q4197908 Português
Pesquisas comprovam que adolescentes_______ pais fumam são mais propensos ________fumarem. Além disso, nas famílias ________ os pais são fumantes verificou-se maior prejuízo _________saúde dos filhos, mesmo que estes ainda não tenham adquirido esse hábito.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Alternativas
Q4177966 Português


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Disponível em:  <https://urucumdigital.com/2015/01/28/armandinho-alexandre-beck-e-o-compromissocom-o-mundo/>. Acesso em: 30 jan. 2023.


Dadas as afirmativas, considerando os aspectos normativos presentes nas falas do personagem Armandinho, nos quadrinhos,


I. O pronome demonstrativo essas (primeiro quadrinho) indica distância da situação de fala.


II. O pronome demonstrativo essas (primeiro quadrinho) sugere retomada de informação distante no texto.


III. No último quadrinho, há um fator de ocorrência para próclise na norma-padrão, que é o advérbio de negação não.


IV. No primeiro quadrinho, até é uma palavra denotativa de inclusão e funciona como operador argumentativo.



verifica-se que estão corretas apenas

Alternativas
Q4155723 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Recorde de calor do oceano é alerta sombrio para planeta 


A temperatura média diária global da superfície do mar chegou a 20,96ºC esta semana, batendo um recorde que vinha de 2016, de acordo com a Copernicus, uma agência de mudanças climáticas da União Europeia. Essa temperatura está muito acima da média para esta época do ano.


Os oceanos são fundamentais para regular o clima do planeta. Eles absorvem calor, produzem metade do oxigênio da Terra e controlam os padrões climáticos. Águas mais quentes têm menos capacidade de absorver dióxido de carbono da atmosfera, o que provoca aumento no aquecimento do clima. Mais gases na atmosfera aceleram o derretimento das geleiras que fluem para o oceano, levando a um aumento do nível do mar.


Oceanos mais quentes e ondas de calor afetam espécies marinhas como peixes e baleias que migram para águas mais frias, alterando a cadeia alimentar marítima. Especialistas alertam que os estoques de peixes são afetados. Alguns animais predadores, como tubarões, tornam-se mais agressivos porque ficam confusos em temperaturas mais altas.


"Neste momento, há um branqueamento generalizado de corais em recifes rasos na Flórida (nos EUA) e muitos corais já morreram", diz Kathryn Lesneski, que monitora uma onda de calor marinha no Golfo do México para o Administração Oceânica e Atmosférica Nacional. "Colocamos os oceanos sob mais estresse do que em qualquer outro momento da história", diz Matt Frost, do Plymouth Marine Lab, no Reino Unido. Ele diz que a poluição e a pesca excessiva também afetam os oceanos.


Os cientistas estão preocupados com o momento em que esse recorde foi quebrado. "Março deveria ser quando os oceanos estão mais quentes globalmente, não agosto ou setembro", diz Samantha Burgess, do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus. "É preocupante ver essa mudança acontecer tão rapidamente. Tivemos uma onda de calor marinha de 247 dias no Reino Unido entre agosto de 2022 e abril de 2023", disse o professor Mike Burrows, que monitora os impactos nas costas marítimas escocesas com a Associação Escocesa de Ciência Marinha.


Os cientistas dizem que as mudanças climáticas estão diretamente ligadas ao aquecimento dos oceanos, pois os mares absorvem a maior parte do aquecimento das emissões de gases de efeito estufa. "Quanto mais queimamos combustíveis fósseis, mais excesso de calor será absorvido pelos oceanos, o que significa que mais tempo levará para estabilizá-los e trazê-los de volta ao nível onde estavam", explica Burgess.


O novo recorde de temperatura média supera o registrado em 2016, quando a flutuação natural do clima El Niño estava em pleno andamento e em seu ponto mais forte. O El Niño ocorre quando a água quente sobe à superfície na costa oeste da América do Sul, elevando as temperaturas globais. Outro El Niño já começou, mas os cientistas dizem que ele ainda é fraco - o que significa que as temperaturas do oceano subirão ainda mais acima da média nos próximos meses.


As ondas de calor marinhas dobraram de frequência entre 1982 e 2016 e se tornaram mais intensas e mais longas desde a década de 1980, de acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Embora as temperaturas do ar tenham sofrido alguns aumentos dramáticos nos últimos anos, os oceanos demoram mais a aquecer, mesmo tendo absorvido 90% do aquecimento da Terra devido às emissões de gases de efeito estufa.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9wxl4x7pmlo. Adaptado.

Mais gases na atmosfera aceleram o derretimento das geleiras 'que' fluem para o oceano.


O pronome relativo destacado, nesta frase, substitui um:

Alternativas
Q4102907 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 3.


Texto 3


Como surgiu a Maria Farinha Filmes e por que a opção por trabalhar com temas de interesse público e relevância social? Esse propósito está presente desde a origem da produtora?


A Maria Farinha Filmes nasceu em 2008, a partir de um desejo de Ana Lúcia Villela, presidente do Instituto Alana, que existe há vinte anos, mas, há dez, tinha um projeto, o Criança e Consumo, sobre os males da publicidade para a criança. Ana Lúcia percebeu que precisava de uma ferramenta audiovisual para poder comunicar essa causa, pois ainda era vago falar de criança e consumo, as pessoas não compreendiam o tamanho do problema que era um anunciante falar diretamente com uma criança. Então, ela me chamou para fazer um documentário, o Criança, a Alma do Negócio, e com isso a Maria Farinha nasceu. Esse filme foi muito importante para o Alana, é uma ferramenta de sensibilização até hoje, usada muitas vezes por juízes que ainda assistem ao filme para a resolução de processos. Assim, resolvemos fazer uma produtora que só fizesse filmes que ajudassem na transformação ambiental e social, e o nosso volume de trabalho começou a aumentar, porque começamos a fazer filmes também para outras fundações que têm um trabalho tão sério quanto o Alana: Cenpec, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Bernard Van Leer, Unicef, e tantas outras.


Fonte: Entrevista com Estela Renner (adaptado). Revista Na Ponta do Lápis, jul. 2018. 
Todos os enunciados a seguir apresentam QUE como pronome, com exceção de:
Alternativas
Q4102896 Português
A questão deve ser respondida com base no Texto 1.


Texto 1


“Essa palavra já (ainda não) foi aportuguesada?” Muitos de nós já fizemos ou ouvimos uma pergunta semelhante. Apesar de muita gente se referir ao aportuguesamento como sendo a adaptação de uma palavra à ortografia do português, muitas vezes formalizado e finalizado com a admissão da forma adaptada a um dicionário da língua, esse fenômeno é muito mais corriqueiro do que imaginamos, pois ocorre também (e principalmente) na pronúncia. Na maior parte das vezes, a pronúncia é, na verdade, a referência para a adaptação ortográfica. A maioria dos falantes de uma língua tende a fazer algum tipo de adaptação a itens lexicais vindos de outra língua, e isso não é diferente para nós, falantes de português do Brasil (PB). Esses pequenos reparos são decorrentes de exigências próprias da língua materna do falante, muitas vezes distintas das encontradas na língua da qual se pega a palavra emprestada, como um som (vogal ou consoante) ou um tipo de sílaba inexistente em sua língua. Chamamos de “nativização” esse conjunto de reparos que modifica, na pronúncia, palavras estrangeiras, deixando-as com características sonoras da língua nativa. Esses reparos se dão, sobretudo, através da substituição de sons e da modificação de sílabas (e do número de sílabas). Apenas para facilitar a exposição, referimo-nos ao processo de adaptação na ortografia como “aportuguesamento” e, na pronúncia, como “nativização” (mesmo que pudéssemos dizer que o aportuguesamento é a nativização típica de falantes de português, às vezes acompanhada pela adaptação ortográfica).


Fonte: DAMULAKIS, Jean Nunes. Como escrevemos e pronunciamos palavras emprestadas no português brasileiro (adaptado). Revista Roseta, dez. 2020.
Leia o segmento do texto e observe o uso de pronomes como estratégia de coesão:

Esses pequenos reparos são decorrentes de exigências próprias da língua materna do falante, muitas vezes distintas das encontradas na língua da qual se pega a palavra emprestada, como um som (vogal ou consoante) ou um tipo de sílaba inexistente em sua língua. Chamamos de “nativização” esse conjunto de reparos que modifica, na pronúncia, palavras estrangeiras, deixando-as com características sonoras da língua nativa.

Acerca do uso da pronominalização no segmento, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4102524 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 2.


Texto 2


A burocracia/3


Sixto Martínez fez o serviço militar num quartel de Sevilha. No meio do pátio desse quartel havia um banquinho. Junto ao banquinho, um soldado montava guarda. Ninguém sabia por que se montava guarda para o banquinho. A guarda era feita porque sim, noite e dia, todas as noites, todos os dias, e de geração em geração oficiais transmitiam a ordem e os soldados obedeciam. Ninguém nunca questionou, ninguém nunca perguntou. Assim era feito, e sempre tinha sido feito. E assim continuou sendo feito até que alguém, não sei qual general ou coronel, quis conhecer a ordem original. Foi preciso revirar os arquivos a fundo. E depois de muito cavoucar, soube-se. Fazia trinta e um anos, dois meses e quatro dias que um oficial tinha mandado montar guarda junto ao banquinho, que fora recém-pintado, para que ninguém sentasse na tinta fresca.


Fonte: GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Porto Alegre: Editora LPM, 2016.
Sobre a construção sintática do segmento: “Fazia trinta e um anos, dois meses e quatro dias, que um oficial tinha mandado montar guarda junto ao banquinho, que fora recém-pintado, para que ninguém sentasse na tinta fresca”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3214055 Português

ALVES, Rubem. In: Por uma educação romântica. 8. ed. Campinas:
Papirus, 2009, p. 29-32. 

Com base nas informações do texto e nos recursos responsáveis pelas relações entre elas, julgue (C ou E) o item a seguir. 


No período composto “Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo” (linhas 2 e 3), o pronome relativo “que” retoma o termo “Escolas” e a locução “para que” introduz ideia de finalidade em relação à oração anterior. 

Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2023 - USP - Técnico Administrativo |
Q2532134 Português
Leia o seguinte trecho e observe atentamente as orações introduzidas pela palavra "que":

"Uma moça que (1) professasse ideias filosóficas a respeito do  amor e do casamento diria que (2) os impulsos do coração estavam antes de tudo. Rosina não era inteiramente avessa aos impulsos do coração e à filosofia do amor; mas tinha ambição de figurar alguma cousa, morria por vestidos novos e espetáculos frequentes, gostava enfim de viver à luz pública. Tudo isso podia dar-lhe, com o tempo, o rapaz de nariz comprido, que (3) ela antevia já na direção da casa em que (4) trabalhava; o Ernesto porém era difícil que (5) passasse do lugar que (6) tinha no arsenal, e em todo caso não subiria muito nem depressa".
Fonte: MACHADO DE ASSIS, S. M. "Ernesto de tal" in Histórias da meianoite. Rio de Janeiro: Garnier. 1989. pp. 83.
A palavra "que" funciona como o pronome relativo em:
Alternativas
Q2531431 Português

Leia o texto a seguir:


Nova vacina da dengue chega a clínicas privadas na semana que vem; saiba quanto custará


Produto é o segundo imunizante contra a doença a receber registro no Brasil, mas o primeiro de uso amplo na população independentemente de infecção prévia pelo vírus; eficácia em testes clínicos foi de 80%


Aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março, a vacina contra a dengue da farmacêutica japonesa Takeda deve estar disponível nas clínicas privadas de vacinação a partir da semana que vem, ao custo de R$ 350 a R$ 500 por dose, informou a Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas (ABCVAC). O imunizante, batizado de Qdenga, teve eficácia de 80% nos estudos clínicos.

É a segunda vacina contra a doença a receber registro no Brasil, mas a primeira de uso amplo na população independentemente de infecção prévia pelo vírus da dengue. Isso porque a primeira, do laboratório francês Sanofi Pasteur e aprovada no País em 2015, só pode ser aplicada em quem já contraiu algum sorotipo da dengue porque aumenta a ocorrência da forma grave da doença em pessoas nunca antes infectadas pelo vírus.

A vacina da Sanofi Pasteur tem ainda como limitação a faixa etária para qual é indicada: 9 aos 45 anos, enquanto a Qdenga pode ser usada por pessoas de 4 a 60 anos. O imunizante da empresa japonesa protege contra os quatro sorotipos do vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.

Por definição da Anvisa, a vacina deverá ser administrada via subcutânea em esquema de duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações. Com isso, o preço do esquema completo de vacinação ficará entre R$ 700 e R$ 1 mil no Brasil.

Os preços máximos foram definidos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e variam de acordo com a carga tributária de cada Estado. Esses valores referem-se ao valor que poderá ser cobrado pelo laboratório farmacêutico ao vender o produto para clínicas privadas. No caso do Estado de São Paulo, o preço definido pela CMED é de R$ 379,40. 

O valor final ao consumidor é acrescido ainda, segundo a ABCVAC, do serviço prestado no estabelecimento: atendimento, triagem, análise da caderneta de vacinação, orientações pré e pós-vacina, entre outros.

O Ministério da Saúde ainda não definiu se a vacina será disponibilizada no Sistema Único de Saúde (SUS). Para que isso aconteça, o produto deve passar por avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) em processo que costuma levar ao menos seis meses e que avalia não só a eficácia e a segurança do produto, mas também seu custo-benefício.

Histórico

De acordo com a Takeda, os estudos clínicos da Qdenga tiveram 28 mil participantes, com acompanhamento de mais de quatro anos dos voluntários da última fase do estudo. Além da eficácia geral de 80,2%, o imunizante alcançou 90,4% de proteção contra hospitalizações pela doença 18 meses após a vacinação. A Qdenga é feita com vírus vivo atenuado do sorotipo 2 da dengue.

“A demonstração da eficácia da vacina Qdenga tem suporte principalmente nos resultados de um estudo de larga escala, de fase 3, randomizado e controlado por placebo, conduzido em países endêmicos para dengue com o objetivo de avaliar a eficácia, segurança e imunogenicidade da vacina”, justificou a Anvisa ao anunciar a aprovação, em março.

A Takeda entrou com pedido de registro na Anvisa em 2021. O processo, segundo a agência, foi demorado porque foram solicitados dados complementares. A vacina “segue sujeita ao monitoramento de eventos adversos por meio de ações de farmacovigilância sob a responsabilidade da empresa”.

A vacina do Instituto Butantan, única a entrar na fase final de estudos além dos produtos da Sanofi e Takeda, registrou 79,6% de eficácia nos testes de fase 3, conforme dados preliminares, mas só deverá ter sua pesquisa concluída e resultados finais conhecidos em 2024.


Fonte: https://www.estadao.com.br/saude/nova-vacina-da-dengue-chega-a-clinicas-privadas-na-semana-que-vem-dose-custara-de-350-a-500-nprm/. Acesso em 22/06/2023


No trecho “A vacina da Sanofi Pasteur tem ainda como limitação a faixa etária para qual é indicada” (3º parágrafo), o elemento destacado substitui o termo: 
Alternativas
Respostas
361: A
362: D
363: D
364: D
365: C
366: A
367: A
368: A
369: C
370: B
371: A
372: D
373: B
374: A
375: A
376: D
377: C
378: C
379: E
380: D