Questões de Concurso Sobre pronomes possessivos em português

Foram encontradas 578 questões

Q2391491 Português
No trecho “Ela faleceu em 13 de julho de 1954, aos 47 anos, e seu corpo foi velado no Palácio de Belas Artes mexicano”, as palavras em destaque são classificadas, respectivamente, como: 
Alternativas
Q2353834 Português
LETRAMENTO ALGORÍTMICO: ENFRENTANDO A SOCIEDADE DA CAIXA PRETA


Mariana Ochs


         Nos últimos anos, avançamos bastante no entendimento da necessidade urgente de construir a autonomia dos jovens para que atuem nos ambientes informacionais da sociedade com segurança, ética e responsabilidade. Cada vez mais presente nas normas educacionais, na legislação e em diversos esforços da sociedade civil, a educação midiática apresenta-se como forma mais eficaz e sustentável de lidarmos com desinformação, boatos, discursos de ódio, propaganda e outros fenômenos que podem violar direitos e até desestabilizar a democracia.
       Mas, além dos conteúdos que circulam nas mídias, há, também, a parte mais opaca dos ecossistemas de comunicação: os algoritmos que, sujeitos a lógicas e interesses comerciais, personalizam o que vemos a ponto de nos expor a recortes seletivos da realidade, direcionando comportamentos, moldando nossas opiniões de maneira sutil e, por vezes, prejudicial. Esses algoritmos muitas vezes priorizam e reforçam engajamento com conteúdo enviesados, ofensivos ou violentos, podendo, inclusive, empurrar determinados indivíduos mais suscetíveis para ambientes  — e ações —  extremistas.
       Com os ambientes digitais mediando cada vez mais a nossa visão de mundo, enfrentar esses desafios exige olharmos não só para as habilidades de acessar e avaliar mensagens mas também, e cada vez mais, educar os jovens para perceber o funcionamento e os efeitos do próprio ambiente tecnológico. Em tempos de inteligência artificial, em que perguntas humanas podem encontrar respostas incorretas ou enviesadas criadas por sistemas preditivos, a computação precisa urgentemente entrar na pauta da educação midiática.
     No entanto, deve ser explorada de forma crítica, para entendermos os seus impactos sobre a justiça social e a democracia — e não apenas como ferramenta de trabalho em uma sociedade digital. A esse novo campo, que expande os limites da educação para a informação e oferece uma ponte entre a computação e a educação midiática, chamamos de "letramento algorítmico crítico".
       Hoje vivemos o crescimento exponencial da automação baseada em dados — tecnologias chamadas de algorítmicas ou de inteligência artificial capazes de fazer previsões e tomar decisões a partir dos dados que as alimentam. Esses sistemas operam de forma silenciosa e quase onipresente na vida contemporânea, impactando desde a escolha do vídeo que vai ser apresentado a uma criança no YouTube até o sistema que vai regular sua oferta de emprego ou de crédito quando crescer. É o que vem sendo chamado de "sociedade da caixa preta”. Segundo o pesquisador australiano Neil Selwin, nesse modelo, decisões automatizadas, geralmente invisíveis para o usuário comum, moldam seu acesso a direitos, serviços e informação.
        Na prática, a educação midiática pode desenvolver as habilidades necessárias para que os jovens sejam capazes de perceber, questionar e influenciar o comportamento dos sistemas tecnológicos. Crianças e jovens devem ser levados a explorar as formas de funcionamento dos algoritmos que moldam os resultados de nossas buscas na internet; podem questionar a ética dos sistemas de previsão e recomendação, ou ainda o design por trás das interfaces das redes sociais que utilizam, incluindo os chamados "dark patterns", que manipulam nossas decisões. Devem estar atentos a dinâmicas que promovem imagens inalcançáveis ou vulnerabilizam determinados grupos. Precisam perceber e questionar exclusões ou vieses refletidos na produção das IAs generativas. Sobretudo, devem entender os mecanismos de engajamento e de atenção que favorecem conteúdos que segregam, ofendem e desestabilizam as comunidades.
       Em suma, educar para as novas dinâmicas sociotécnicas implica reconhecer que as tecnologias não são neutras e incorporam valores daqueles que as criam ou programam; que seus efeitos são ecológicos, impactando e redefinindo relações sociais e econômicas; e que, agindo sobre sociedades desiguais, podem amplificar exponencialmente as injustiças sociais e a exclusão.
     Nesse novo ambiente, a educação midiática deve ir além de construir as habilidades de acessar, avaliar e criar mensagens, examinando autoria, propósito e contexto; deve abranger também uma compreensão mais profunda da dinâmica complexa, e muitas vezes oculta, entre os indivíduos, as mídias e os sistemas tecnológicos que moldam nosso mundo. Sem a capacidade de identificar e agir sobre esses sistemas, nos tornamos vulneráveis aos efeitos desestabilizadores da desinformação e da polarização, que ameaçam as instituições e a própria paz social, e ao potencial excludente das IAs. É preciso abrir a caixa preta.


Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em: 09 nov. 2023. (texto adaptado)
Em suma, educar para as novas dinâmicas sociotécnicas implica reconhecer que as tecnologias não são neutras e incorporam valores daqueles que as criam ou programam; que seus efeitos são ecológicos, impactando e redefinindo relações sociais e econômicas; e que, agindo sobre sociedades desiguais, podem amplificar exponencialmente as injustiças sociais e a exclusão.

A expressão “as tecnologias” é retomada por
Alternativas
Q2352656 Português
Na tirinha, o menino pede o celular do pai empregando:
Alternativas
Q2350659 Português
      Minha empregada, Mme. Thérèse, que já ia se conformando em ser chamada de dona Teresa, caiu doente. Mandou-me um bilhete com a letra meio trêmula, falando em reumatismo. Dias depois apareceu, mas magra, mais pálida e menor; explicou-me que tudo fora consequência de uma corrente de ar. Que meu apartamento tem um courant d’air terrível, de tal modo que,__________ , chegando em casa, nem teve coragem de tirar a roupa, caiu na cama. “Dói-me o corpo inteiro, senhor; o corpo inteiro.”

      O mesmo caso, ajuntou, houve cerca de 15 anos atrás, quando trabalhava em um apartamento que tinha uma corrente de ar exatamente igual _______essa de que hoje sou sublocatário. Fez uma pausa. Fungou. Contou o dinheiro que eu lhe entregava, agradeceu _____dispensa do troco. Foi lá dentro apanhar umas pobres coisas que deixara. Entregou-me a chave, fez qualquer observação sobre o aquecedor ______ gás – e depois, no lugar de sair_____ rua, deixou-se ficar imóvel e calada, de pé, em minha frente.


(Rubem Braga, “Dona Teresa”. 200 crônicas escolhidas. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o primeiro termo destacado é um pronome com valor possessivo, e o segundo, um adjetivo.
Alternativas
Q4106966 Português

Esse estilo de vida mais sedentário afeta nossas habilidades de equilíbrio - e isso tem um custo.



Na frase em questão, encontram-se pronomes, respectivamente:

Alternativas
Q4106816 Português
Esse estilo de vida mais sedentário afeta nossas habilidades de equilíbrio - e isso tem um custo.

Na frase em questão, encontram-se pronomes, respectivamente:
Alternativas
Q4106796 Português

Esse estilo de vida mais sedentário afeta nossas habilidades de equilíbrio - e isso tem um custo.



Na frase em questão, encontram-se pronomes, respectivamente:

Alternativas
Q4106756 Português
Esse estilo de vida mais sedentário afeta nossas habilidades de equilíbrio - e isso tem um custo.

Na frase em questão, encontram-se pronomes, respectivamente:
Alternativas
Q3433466 Português
7 em cada 10 mulheres assassinadas com armas de fogo no País são negras, aponta pesquisa


As mulheres negras são as principais vítimas de morte por arma de fogo no país, segundo pesquisa do Instituto Sou da Paz, utilizando dados do Ministério da Saúde de 2022,

O levantamento O Papel da Arma de Fogo na Violência Contra a Mulher mostra que as mulheres negras representam 68,3% dos casos de homicídio feminino por arma registrados no País, seguidas pelas mulheres brancas (29,5%), indígenas (0,5%) e amarelas (0,3).

A média de homicídios femininos registrados no país é de 4,4 mil por ano. Entre 2012 e 2022, uma mulher foi assassinada a cada quatro horas no Brasil. Armas de fogo foram utilizadas na metade dos casos, o que significa dizer que uma em cada duas mulheres assassinadas no Brasil é vítima deste armamento. Mais da metade das vítimas, 60%, tinham entre 20 e 39 anos de idade.

Outro ponto destacado é que a casa das mulheres se torna o local de maior risco, representando 27% dos casos registrados. Em 2022, 39% dos homicídios de mulheres ocorridos em casa foram cometidos com o uso de arma de fogo. Segundo o estudo, isso é reflexo do relaxamento da política de controle de armas durante o governo Bolsonaro, vigente entre 2019 e 2022, que ‘permitiu o aumento desses artefatos nas casas tendo como principais argumentos a falácia de que supririam lacunas da segurança pública ou a primazia da autonomia individual’.

Em relação à identidade dos agressores, entre os casos de violência não letal envolvendo armas de fogo, 43% foram perpetrados por pessoas próximas à vítima, como parceiros, amigos, conhecidos ou familiares. Destaca-se que os parceiros íntimos, como companheiros ou excompanheiros, foram responsáveis por 28% das agressões não fatais registradas em 2022.


Ana Luiza Basilio. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/7-emcada-10-mulheres-assassinadas-com-armas-de-fogo-no-pais-sao-negras-apontapesquisa/. Acesso em: 12 mar. 2024.
Nos versos da canção de Vander Lee: “Sabe o que eu queria agora, meu bem?/ Sair, chegar lá fora e encontrar alguém/ Que não me dissesse nada/ Não me perguntasse nada também...”, as palavras destacadas pertencem a que classe gramatical?
Alternativas
Q3253147 Português
NUNCA É TARDE PARA NOS TORNAR QUEM DESEJAMOS SER: O EXEMPLO DE CONCEIÇÃO EVARISTO


Uma das escritoras mais importantes do país, ela se consagrou depois dos 60 anos e hoje expande nosso conhecimento sobre identidade e cultura negra.


Morena (20/07/2023 - 18:06)


    O envelhecimento no mundo em que vivemos é malvisto. Há até um nome para a discriminação que pessoas acima de 50 anos costumam sofrer durante o processo de envelhecer: etarismo. Em 2017, quando passei no vestibular para a Universidade Federal Fluminense, aos 26 anos, me sentia uma espécie de extraterrestre entre dezenas de pessoas entre 17 e 20 anos de idade que estudavam comigo. Ao contrário da maioria, eu trabalhava em tempo integral, dependia do trabalho para obter o meu sustento e não podia me dedicar integralmente aos estudos. Esta sensação de ser velha na faculdade fazia com que eu me sentisse “fora de lugar” naquele ambiente. E cedo demais percebesse que o mundo te olha diferente quando você não faz as coisas “na hora certa”.

    Foi bem nesta fase que conheci mais a fundo a obra da escritora Conceição Evaristo. Lendo sobre sua trajetória descobri que, antes de se tornar uma escritora premiada, até os 20 e poucos anos de idade, Evaristo era empregada doméstica e conciliava seus estudos com o trabalho. Antes de ler sobre sua vida, tinha vergonha de ter sido auxiliar de creche, vendedora, garçonete e de ter começado a trabalhar antes de ingressar no ensino superior. Achava que chegar tão tarde à formação acadêmica era um demérito, de alguma forma. Aquela sensação de desajuste que nos causa uma profunda vergonha foi sumindo conforme conhecia mais sobre a escrevivência que a escritora propunha com seu trabalho literário.

    A escrevivência é a escrita que nasce das experiências de subjetividades de mulheres negras, segundo a autora. Esta perspectiva me fez reavaliar muitas coisas. Quer dizer então que eu poderia escrever sobre minha experiência e expressar de forma autoral minha própria visão de mundo? Me pareceu incrível a percepção de que a experiência poderia ser uma vantagem na minha trajetória, não mais uma fonte inesgotável de constrangimento. De fato, havia muita história para contar e meus horizontes sobre o que eu poderia ser se expandiram.

    Conceição Evaristo formou-se no Curso Normal aos 25 anos em 1971, trabalhou como professora na rede pública de educação no Rio e em Niterói, após passar em concursos. Formouse em Letras na UFRJ na década de 1990, quando também estreou na literatura através dos Cadernos Negros, publicação pioneira de literatura afro-brasileira organizada pelo grupo Quilombhoje. Daí para frente fez mestrado, doutorado, deu aula em universidade, :inclusive internacionais. Em 2003 publicou Ponciá Vivêncio, seu primeiro romance, e em 2015 ganhou o Prêmio Jabuti aos 69 anos de idade. 

    A mineira filha de dona Joana é reconhecidamente uma das escritoras mais importantes do nosso país, suas obras são verdadeiras aulas sobre identidade e cultura negra. Além de sua produção literária, Conceição Evaristo me ensinou que os sonhos são águas que correm fora do rio do tempo. Afinal de contas, nunca estaremos atrasadas para nos tornar quem desejamos ser.


Texto adaptado do site: https://istoe.com.br/mulher/noticia/nunca-etarde-para-nos-tornar-quem-desejamos-ser-o-exemplo-deconceicao-evaristo/, acesso em 20 de julho de 2023.
A classificação da palavra sublinhada quanto à classe gramatical está INCORRETA em:
Alternativas
Q2639564 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.


Por que popularização de painéis solares pode causar 'bomba ambiental'


"O mundo instalou mais de um terawatt - um trilhão de watts - de capacidade solar. Os painéis solares comuns têm uma capacidade de cerca de 400 W, portanto, se você contar os telhados e as fazendas solares, há até 2,5 bilhões de painéis solares", diz Rong Deng, especialista em reciclagem de painéis solares da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália. De acordo com o governo britânico, existem dezenas de milhões de painéis solares no Reino Unido. Mas falta a infraestrutura especializada para descartá-los e reciclá-los.

Especialistas em energia pedem ação urgente do governo para evitar um desastre ambiental global iminente. "Será uma montanha de lixo até 2050, a menos que coloquemos em prática as cadeias de reciclagem agora", diz Ute Collier, vice-diretora da Agência Internacional de Energia Renovável. "Produzimos cada vez mais painéis solares, o que é ótimo, mas como vamos lidar com o lixo?" ela pergunta.

Espera-se que um grande passo seja dado no final de junho, quando a primeira fábrica do mundo dedicada à reciclagem total de painéis solares abrir oficialmente na França.

A ROSI, empresa especializada em reciclagem solar proprietária da instalação, na cidade alpina de Grenoble, espera extrair e reutilizar 99% dos componentes de uma unidade.

Além de reciclar as frentes de vidro e molduras de alumínio, a nova fábrica recuperará quase todos os materiais preciosos contidos nos painéis, como prata e cobre que, normalmente, são alguns dos materiais mais difíceis de extração. Esses materiais raros podem ser, posteriormente, reciclados e reutilizados na confecção de novas unidades solares mais potentes.

Os métodos convencionais de reciclagem de painéis solares recuperam a maior parte do alumínio e do vidro, mas a ROSI diz que o vidro, em particular, é de qualidade baixa. O vidro recuperado por esses métodos é utilizado na confecção de ladrilhos ou no jateamento de areia; também é misturado a outros materiais para fazer asfalto, mas não pode ser utilizado em aplicações que requeiram vidro de alta qualidade, como a produção de novos painéis solares.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4vpveq7pyo. Adaptado.

'Esses' materiais raros podem ser, 'posteriormente', reciclados e reutilizados na confecção de novas unidades solares 'mais' potentes.


Os elementos destacados são, morfológica e respectivamente:

Alternativas
Q2626718 Português

Papos


- Me disseram...

- Disseram-me.

- Hein?

- O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”.

- Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é “digo-te”?

- O quê?

- Digo-te que você...

- O “te” e o “você” não combinam.

- Lhe digo?

- Também não. O que você ia me dizer?

- Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?

- Partir-te a cara.

- Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.

- É para o seu bem.

- Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma correção e eu...

- O quê?

- O mato.

- Que mato?

- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?

- Eu só estava querendo…

- Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo é elitismo!

- Se você prefere falar errado...

- Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?

- No caso... não sei.

- Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?

- Esquece.

- Não. Como “esquece”? Você prefere falar errado? E o certo é "esquece" ou “esqueça”? Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.

- Depende.

- Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-loias se o soubesses, mas não sabes-o.

- Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.

- Agradeço-lhe a permissão para falar errado que me dás. Mas não posso mais dizer-lo-te o que dizer-te-ia.

- Por quê?

- Porque, com todo este papo, esqueci-lo.


Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Considere o excerto: “E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara.” Neste contexto, a personagem se utiliza de formas pronominais diferentes para se referir à mesma pessoa do discurso. Na verdade, os pronomes “te”, “lhe” e “sua” se referem, respectivamente, à:

Alternativas
Q2575260 Português
Texto para a questão.

IBM e Nasa se aliam para aplicar IA ao estudo do clima



(Salvador Nogueira. Mensageiro Sideral. https://www1.folha.uol.com.br/blogs/mensageiro-sideral /2023/02/ibm-e-nasa-se-aliam-para-aplicar-ia-ao-estudo-do-clima.shtml. 5.fev.2023)
Ele foi treinado com quase 300 mil artigos científicos e poderá ajudar pesquisadores da Nasa a encontrar novas informações e referências relevantes para seus trabalhos. (linhas 20 e 21)
O pronome sublinhado no período acima se refere a
Alternativas
Q2537705 Português
TEXTO: NA SUBIDA DOS DEGRAUS DO MUNDO

Suba... faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo.,

Mas não se esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida. Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.

Não se deve pular os degraus da vida e ir direto para as coisas grandes, não é assim que funciona! Direcione as suas ideias com calma e sabedoria.

Procure, acima de tudo, ser gente, eu também vou tentar.

Ei! Você...não vá embora.

Eu preciso dizer que te adoro, simplesmente porque você existe.


(Charles Chaplin)
(Degraus-Pensador) - (Adaptado)
Marque a alternativa com exemplos de pronomes, sendo um pessoal do caso reto e um possessivo.
Alternativas
Q2437336 Português

Assinale a frase em que o pronome possessivo indica a propriedade material de algo.

Alternativas
Q2436102 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.


O COMPORTAMENTO FELINO NA PREVENÇÃO DE TRAUMAS


(1º§) É importante informar que "Gatinhos" devem ser apresentados a diversos sons e situações para não ficarem medrosos, pois as primeiras semanas de vida dos felinos são muito importantes para os filhotes por vários motivos, dentre eles, para que não se tornem felinos assustados e medrosos. Isso porque é neste período da vida que os gatos estão mais aptos para "absorver" conhecimentos fundamentais para que, na idade adulta, sejam animais sociáveis.

(2º§) É importante esclarecer que, para que isto aconteça, torna-se viável conhecer outras espécies, como cães, papagaios e coelhos, além de ouvir diferentes sons como trovões, fogos de artifício, barulho da máquina de lavar e do secador de cabelo, músicas, entre outros, é essencial para esse processo, pois o convívio com outros felinos também deve ser estimulado, bem como com as crianças. Passeios também são indicados, pois, à medida que o bichano está na rua, ele se torna suscetível a diversos fatores tanto visuais como sonoros, o que favorece um maior conhecimento do "mundo".

(3º§) É importante lembrar sempre que, mesmo sendo um filhote, ele pode se assustar e fugir. Então, um felino deve sempre sair de casa em segurança, o que pode ser tanto em uma caixinha de transporte como também no colo das pessoas, mas com coleiras.

(4º§) É importante frisar também que, durante essa fase de descobertas, o pequeno bichano ainda não está com seu sistema imunológico funcionando adequadamente e não deve ter contato com animais não vacinados, com vermífugos ou com bichos de origem desconhecida.


(Comportamento felino: evitando traumas - PetMag)

Analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F (Falso):


(__)Na composição do período: "É importante informar que" − temos: um verbo conjugado no presente do modo indicativo, um adjetivo, um verbo na forma nominal do infinitivo e uma conjunção subordinativa integrante.

(__)A oração: "Um felino deve sempre sair de casa" − está escrita com os termos essenciais (sujeito e predicado) na ordem direta.

(__)Entre os termos que compõem o trecho: "o pequeno bichano ainda não está com seu sistema imunológico" - temos, respectivamente, monossílabos que pertencem às classes gramaticais: artigo definido; advérbio; preposição essencial e pronome possessivo.

(__)As vírgulas usadas no trecho: "É importante frisar também que, durante essa fase de descobertas, o pequeno bichano" - separam expressão temporal.


Marque a alternativa com a opção de assertivas corretas.

Alternativas
Q2434308 Português

O Cântico da Terra

.

Eu sou a terra, eu sou a vida.

Do meu barro primeiro veio o homem.

De mim veio a mulher e veio o amor.

Veio a árvore, veio a fonte.

Vem o fruto e vem a flor.

Eu sou a fonte original de toda vida.

Sou o chão que se prende à tua casa.

Sou a telha da coberta de teu lar.

A mina constante de teu poço.

Sou a espiga generosa de teu gado

e certeza tranquila ao teu esforço

Sou a razão de tua vida.

De mim vieste pela mão do Criador,

e a mim tu voltarás no fim da lida.

Só em mim acharás descanso e Paz.

Eu sou a grande Mãe Universal.

Tua filha, tua noiva e desposada.

A mulher e o ventre que fecundas.

Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor.

A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu.

Teu arado, tua foice, teu machado.

O berço pequenino de teu filho.

O algodão de tua veste

e o pão de tua casa.

E um dia bem distante

a mim tu voltarás.

E no canteiro materno de meu seio

tranquilo dormirás.

Plantemos a roça.

Lavremos a gleba.

Cuidemos do ninho,

do gado e da tulha.

Fartura teremos

e donos de sítio

felizes seremos.


Cora Coralina

Considere as sentenças:

.

I. "De mim veio a mulher e veio o amor."

II. "Sou a razão de tua vida."

III. "A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu."

.

Os pronomes "mim", "tua" e "ti" nas sentenças dadas são, respectivamente:

Alternativas
Q2351729 Português
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.

A galinha do vizinho

Bota ovo amarelinho? Bota um, bota dois, bota cem, bota mil!!! A musiquinha da minha infância fala de um Brasil rural há muito soterrado por um país urbano, envergonhado de suas origens.
Esta vergonha de tudo que vem da roça me entristece. Quem somos nós se não a soma de nossa raiz, caule, flores e frutos? Que futuro teremos como nação se dermos as costas às nossas origens caboclas, ao nosso passado indígena, negro, imigrante europeu?
No entanto, é isso que fazemos, que fazem as mídias, estes tentáculos de um capitalismo mais que selvagem, pós tudo, este escravo/ do capital internacional, das megaempresas fundidas e refundidas, o verdadeiro centro do poder!
Quem vive no campo está louco pra se mudar pra cidade, esquecer num segundo as cantigas, as lendas, os mitos, os laços de sangue e amizade, as festas religiosas e pagãs, a vizinhança, a avó desdentada e enrugada. Pra trás ficam as cantigas, os pores de sol, o duro trabalho no campo. As frutas maduras no pé, os galos correndo atrás das galinhas, o burro de carga, as flores silvestres.
Pela frente, a periferia de uma grande cidade. Vizinhos craqueiros, encrenqueiros, escolas violentas, ruas violentas. Quatro horas sacudindo nas conduções. A medida diária de ilusão da TV e o sono intranquilo do progresso. Progresso?

(MUCCI, R. Disponível em: viveragora.com.br/crônicas-rápidas. Acesso em: 08/09/23.) 
Releia o trecho: A musiquinha da minha infância fala de um Brasil rural há muito soterrado por um país urbano, envergonhado de suas origens. Sobre recursos linguísticos nesse trecho, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) A palavra musiquinha sofreu flexão de grau (diminutivo) principalmente para indicar que a música é pequena.
( ) As palavras minha e suas são pronomes possessivos, de primeira e terceira pessoa, respectivamente.
( )   As expressões Brasil rural e país urbano ligam-se ao mesmo referente, mas apresentam ideias opostas.
( ) A palavra envergonhado foi formada pelo processo de formação de palavras denominado derivação regressiva.


Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q2335031 Português
Em todas as frases a seguir foram empregados pronomes possessivos sublinhados. Assinale a frase em que, de fato, esse pronome indica posse.
Alternativas
Q2330527 Português
São exemplos de pronomes possessivos: quem, que, onde, o qual, os quais, a qual.
Alternativas
Respostas
121: A
122: C
123: A
124: D
125: B
126: C
127: C
128: A
129: C
130: A
131: A
132: B
133: B
134: D
135: E
136: D
137: B
138: D
139: D
140: E