Questões de Concurso
Sobre pronomes possessivos em português
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Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras retiradas do texto às suas respectivas classes gramaticais.
Coluna 1
1. Adjetivo.
2. Advérbio.
3. Conjunção.
4. Preposição.
5. Pronome.
Coluna 2
( ) “e” (l. 02).
( ) “mais” (l. 01).
( ) “sensorial” (l. 08).
( ) “Seu” (l. 09).
( ) “com” (l. 18).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Julgue o item seguinte, relativo ao texto CB2A1-II.
O texto caracteriza-se como narrativo e, nele, o uso do pronome possessivo na expressão “meu avô” (segundo parágrafo) é indicativo de que o narrador é personagem da narrativa.

Texto:

BRASIL. Controladoria-Geral da União. Um por Todos e Todos por Um! Pela Ética e Cidadania: Cidadania (tirinha). Brasília: Controladoria Geral da União; Ministério da Educação 2013. Material educativo produzido em parceria com o Instituto Maurício de Sousa. Disponível no programa Um por Todos e Todos por Um! (UPT).
I. Em “Não somos nós que recordamos o passado; é o passado que nos recorda”, os pronomes “nós” e “nos” fazem referência aos mesmos participantes do discurso.
II. A expressão “Nesse sentido” retoma o raciocínio desenvolvido anteriormente e estabelece continuidade entre os parágrafos.
III. Em “a narrativa não é um ornamento da experiência, mas sua matéria-prima”, o pronome possessivo “sua” retoma o termo “experiência”.
IV. No trecho “A memória, afinal, não reproduz o real — ela o significa”, o termo “afinal” reforça e justifica a conclusão apresentada pelo autor.
Estão corretas apenas as afirmativas:
Uma servidora redigiu a seguinte frase em um relatório:
“A equipe informou à direção que revisaria os procedimentos antes de sua publicação.”
Posteriormente, percebeu-se que o pronome “sua” poderia gerar dúvida quanto ao referente pretendido. O objetivo era informar, sem ambiguidade, que os procedimentos seriam publicados.
Assinale a reescrita que preserva adequadamente o sentido pretendido e elimina a ambiguidade.
Considere o fragmento a seguir para a questão:
A esse respeito, os conceitos de cultura, civilização e povos têm conotações diferentes segundo o contexto, por exemplo, científico ou político. Enquanto o conceito de culturas evoca entidades que tendem a definir-se com relação umas às outras, o termo civilização refere-se a culturas que afirmam os seus valores ou visões do mundo como universais e assumem uma atitude expansionista relativamente a outras que as não partilham (ou ainda o não fazem). É, pois, um desafio muito real procurar levar à coexistência pacífica diferentes centros de civilização. Segundo a concepção da UNESCO – e esta é uma construção muito afastada das construções ideológicas que profetizam o choque de civilizações – deve entender-se por civilização um processo em curso encaminhado para a conciliação de todas as culturas do mundo com base no reconhecimento da sua igual dignidade, no quadro de um projeto universal contínuo.
Fonte: UNESCO. Relatório mundial da UNESCO: investir na diversidade cultural e no diálogo intercultural. Paris: UNESCO, 2009. p. 4
Leia o Texto II para responder à questão.

Leia o Texto II para responder à questão.

Texto para a questão.
O RELÓGIO QUE INTERROMPEU A PRAÇA
Às 14h17 de uma terça-feira, o relógio da praça parou. Nenhum estrondo anunciou o defeito, nenhuma engrenagem caiu sobre os bancos e ninguém pareceu perceber o silêncio dos ponteiros. Na manhã seguinte, porém, moradores que habitualmente atravessavam o lugar sem levantar os olhos passaram a consultar o mostrador imóvel. Era como se esperassem que o relógio confirmasse, por conta própria, a notícia de sua inutilidade.
Durante anos, ele fora obedecido sem ser propriamente observado. Indicava a hora das lojas, apressava estudantes e advertia os atrasados, mas permanecia tão integrado à paisagem quanto as árvores e o calçamento. Bastou que deixasse de funcionar para adquirir biografia: alguns se lembraram de quando fora instalado; outros discutiram se já atrasava antes da pane. O defeito, que duraria quatro dias, transformou um mecanismo discreto em assunto coletivo.
A prefeitura afixou no pedestal um aviso: “Informamos que o equipamento se encontra temporariamente indisponível para a marcação das horas.” A frase não continha erro e descrevia com precisão o estado do relógio; ainda assim, parecia incapaz de responder à pergunta que todos realmente faziam: quando ele voltaria a funcionar? Esse descompasso entre correção formal e utilidade comunicativa fez do aviso uma segunda atração da praça.
Um comerciante reclamou que, sem o relógio, os clientes demoravam mais diante das vitrines. Uma criança perguntou se o tempo também havia parado nas ruas vizinhas. Já o homem encarregado do conserto limitou-se a dizer que uma peça precisaria ser substituída. Cada pessoa explicava a pane com os instrumentos de que dispunha: o comerciante calculava seus efeitos, a criança ampliava suas possibilidades e o técnico delimitava suas causas.
Na sexta-feira, os ponteiros voltaram a avançar. Não houve cerimônia, mas algumas pessoas permaneceram diante do relógio até que o primeiro minuto se completasse. O conserto devolveu movimento ao mecanismo; não devolveu, porém, à praça a antiga indiferença. Por alguns dias, quem passava por ali olhava simultaneamente para a hora e para os demais observadores.
Não se tratava de elogiar o defeito. Serviços públicos existem para funcionar, e a eficiência não precisa do espetáculo da falha para ser reconhecida. O episódio apenas revelou algo menos evidente: certos objetos organizam silenciosamente a vida comum. Embora quase desapareçam quando cumprem bem sua finalidade, tornam-se visíveis quando falham — e, às vezes, também tornam visível a comunidade que se formou ao redor deles.
Texto autoral, elaborado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa correta:
“Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com sua família.”
Agora, leia as frases a seguir, que substituem as expressões em destaque por outras, e assinale a alternativa que preenche corretamente os espaços.
“Ele contou a ________ mãe as ____________intenções de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com _______ amigos.”
TEXTO

ARÃO, Cristian. IA nas escolas: uso de tecnologia na sala de aula expõe limites do ensino baseado na memorização. The Conversation Brasil. Disponível em: https://theconversation.com/ia-nas-escolas-evidencia-precariedades-ja-existentes-da-educacaomas-pode-ser-oportunidade-de-mudanca-288883. Acesso em 15 ago. 2026.
