Questões de Concurso Sobre pronomes pessoais oblíquos em português

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Q220635 Português
Os estoques finais projetados para os três produtos são maiores do que os do ano anterior. (2o parágrafo)

O pronome grifado na frase acima substitui, considerando- se o contexto, a expressão
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Ano: 2011 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2011 - TJ-SC - Analista Administrativo |
Q206367 Português
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto:

“A companhia aérea achou a bagagem e mandou ___ para o hotel. Quando os candidatos começam a fazer promessas, ninguém ___ tolera. Os estadistas, em razão do prestígio que ___ vota a população, são incapazes de atos corruptos. A cliente pedia ao funcionário do mercado que ___ devolvesse a nota do caixa.”
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Q204084 Português
Leia o excerto a seguir e assinale a alternativa INCORRETA:

“Quando eu aprendi a ler, aos sete anos, senti que minha vida ganhava todas as possibilidades do mundo. Cheguei perto dessa sensação algumas vezes ao longo dos meus 43 anos, mas nunca como a dos primeiros livros. Desde então, eu, que era ao mesmo tempo uma criança que olhava muito e falava pouco, mas também uma criança que aprontava bastante, passei a atravessar meus dias trancada no quarto lendo um livro atrás do outro. Às vezes nem comia. Ou me sentava à mesa para o almoço imersa na última linha lida, temerosa de perdê-la numa colherada de feijão e, com ela, a chance de chegar à linha seguinte.” (http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI74307-15230,00A+HISTORIA+DE+LILI+LOHMANN.html/eliane brum)
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Q204066 Português
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto a seguir. Prestou-__________um excelente serviço, já que elas ________haviam auxiliado quando ele ____assistia como médico naquele hospital de renome.
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Q204065 Português
Assinale a alternativa em que houve ERRO quanto à substituição do pronome pessoal oblíquo.
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Q203253 Português
Analise as afirmações sobre períodos do texto, julgando-as V (Verdadeiras) e F (Falsas):
( ) Em Compra-se enciclopédias (l. 27-28) e Aceita-se doações (l. 34-35), de acordo com o que prescreve a norma culta padrão, o sujeito é indeterminado.
( ) Em Tem um que fez um cartaz (l. 45), o verbo ter está sendo empregado no lugar de haver.
( ) Em Me pergunte qualquer coisa (l. 47- 48), o pronome oblíquo foi empregado de acordo com as regras prescritas pela norma culta padrão.
Assinale a alternativa que complete CORRETA e respectivamente, de cima para baixo, os parênteses:

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Q186595 Português
A passagem transcrita do texto cujo pronome destacado NÃO faz referência semântica à “seda" é:
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Q181772 Português
MINHA ALMA (A paz que eu não quero)

A minha alma está armada
E apontada para a cara do
Sossego
Pois paz sem voz
Não é paz é medo

Às vezes eu falo com a vida
Às vezes é ela quem diz
Qual a paz que eu não
Quero conservar
Para tentar ser feliz

As grades do condomínio
São para trazer proteção
Mas também trazem a dúvida

Se é você que está nesta prisão
Me abrace e me dê um beijo
Faça um filho comigo
Mas não me deixe sentar
Na poltrona no dia de domingo
Procurando novas drogas de aluguel
Nesse vídeo coagido pela paz
Que eu não quero seguir admitido

Às vezes eu falo com a vida
Às vezes é ela quem diz

YUKA, Marcelo / O Rappa. CD Lado B Lado A. WEA, 1999.
“Mas não me deixe sentar" (v. 17)
Considerando a passagem transcrita acima, analise as afirmações a seguir.
A colocação do pronome destacado no verso transcrito está adequada à norma padrão da Língua Portuguesa.
                                                                  PORQUE

A palavra “não", advérbio de negação, exige que o pronome oblíquo esteja em posição proclítica.
A esse respeito, conclui-se que
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Q111614 Português
Assinale a alternativa em que a alteração do verso da canção tenha sido feito com adequação à norma culta. Não leve em conta possível alteração de sentido.
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Q111153 Português
Muitos se dizem a favor da pena de morte, mas mesmo os que mais ardorosamente defendem a pena de morte não são capazes de atribuir à pena de morte o efeito de reparação do ato do criminoso que supostamente mereceria a pena de morte.

Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, respectivamente, por:
Alternativas
Q104288 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.

A estrutura “não lhes interessa” (L.11) corresponde a não interessa a elas, estando o elemento de coesão textual “lhes” empregado em referência a “as autoridades” (L.9).
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Q91168 Português
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No que se refere à estrutura textual e a aspectos gramaticais do
texto, julgue os itens a seguir.

Na linha 10, o pronome “lhes” poderia ser substituído por os, sem prejuízo da correção gramatical do texto, dada a possibilidade de dupla regência do verbo oferecer.
Alternativas
Q91165 Português
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No que se refere à estrutura textual e a aspectos gramaticais do
texto, julgue os itens a seguir.

Na linha 22, a substituição do pronome “ela” por rigorosa seleção manteria o sentido e a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q88376 Português
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Com relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto acima,
julgue os itens a seguir.

Em “emitir-lhes” (L.5), o pronome exerce a função de objeto direto.
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: Petrobras Provas: CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Administrador Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobrás - Auditor Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobrás - Contador Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobrás - Químico de Petróleo Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobrás - Engenheiro Civil Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobrás - Enfermeiro do Trabalho Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Engenheiro de Equipamento Júnior - Mecânica | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Engenheiro de Equipamento Júnior - Inspeção | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Engenheiro de Equipamento Júnior - Elétrica | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Engenheiro de Equipamento Júnior - Terminais e Dutos | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Engenheiro de Equipamento Júnior - Eletrônica | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Engenheiro de Produção Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Engenheiro de Meio Ambiente Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Engenheiro de Telecomunicações Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobrás - Engenheiro de Segurança do Trabalho | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Engenheiro Naval Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Engenheiro de Petróleo Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Geólogo Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Médico do trabalho | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Profissional de Comunicação Júnior - Publicidade e Propaganda | CESGRANRIO - 2011 - Petrobrás - Profissional de Comunicação Júnior - Jornalismo | CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Geofísico Júnior - Geologia | CESGRANRIO - 2011 - Petrobrás - Engenheiro de Processamento Júnior | CESGRANRIO - 2011 - Petrobrás - Geofísico Júnior - Física |
Q87913 Português
A frase em que o complemento verbal destacado NÃO admite a sua substituição pelo pronome pessoal oblíquo átono lhe é:
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Q1659719 Português

Pra dizer Adeus 

Adeus,

Vou pra não voltar

E onde quer que eu vá

Sei que vou sozinho.

Tão sozinho, amor,

Nem é bom pensar

Que eu não volto mais

Desse meu caminho.


Ah! Pena eu não saber

Como te contar

Que o amor foi tanto

E no entanto eu queria dizer

Vem, nem que seja só

Pra dizer adeus.


Edu Lobo - Torquato Neto

Na expressão: “Como te contar”, extraída do texto acima o pronome oblíquo TE está exercendo a função de :
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Q1647749 Português

Trânsito também é coisa de mulher!


    Para os habitantes dos grandes centros urbanos, hoje, falar sobre trânsito é quase tão comum quanto falar sobre o tempo: todo mundo olha para o céu e arrisca uma previsão. Conviver com congestionamentos, acidentes, desrespeito e mortes no trânsito já parece familiar para boa parte da população. Todavia, um olhar mais atento desperta para alguns detalhes que não podem passar despercebidos neste dia internacional da mulher.

    O trânsito é basicamente composto por motoristas e pedestres. Na dinâmica do dia a dia, homens e mulheres compartilham este espaço público, notadamente mais masculino do que feminino. A quantidade de homens habilitados no Rio de Janeiro supera a quantidade de mulheres. Segundo dados do DENATRAN/RJ, 73% dos habilitados no estado são homens, contra 27% de mulheres.

Entretanto, os contrastes entre motoristas homens e mulheres vão muito além dos números.     A relação do homem com o automóvel é intensa e construída desde a infância: da decoração do quartinho do bebê com motivos de automóveis aos carros de brinquedo e games de corrida, presentes constantes nas datas festivas. Às meninas, até passado recente, ainda eram reservadas apenas as bonecas e panelinhas. Hoje, com o advento dos brinquedos eletrônicos a situação mudou um pouco, mas mesmo assim, ainda prevalecem temas “de menina”. Ou seja, enquanto os homens são preparados para serem motoristas, as mulheres são induzidas para outras funções – principalmente as domésticas – sem que a elas sejam oferecidas escolhas diferentes no que diz respeito à sua relação com o carro e com seu futuro como provável motorista. 

    O automóvel hoje tem uma representação fortemente identificada com a figura masculina. Vigor e potência do automóvel, somados à velocidade, passam a ser encarados como a própria expressão do poder na contemporaneidade. A socialização dos homens para o automóvel é antiga e simbolicamente pode ser comparada ao que representavam os cavalos para os senhores feudais na cultura medieval: eram eles o signo da virilidade. Mesmo hoje, apesar de todas as lutas e conquistas obtidas pelas mulheres em diversos campos, esta lógica continua a se reproduzir.

    No trânsito é comum nós, mulheres, ouvirmos frases pouco elogiosas a respeito de nossa capacidade de conduzir automóveis: a primeira delas e talvez a mais abrangente seja a exclamação “tinha que ser mulher!”. Outra pérola que ouvimos, mas já um pouco fora de moda, é “lugar de mulher é na cozinha!”. Penso que o conteúdo destas frases ditas no calor da emoção das situações tensas de trânsito – congestionamentos ou acidentes – demonstra o quanto o fator gênero ainda é motivo de todo tipo de preconceito, principalmente quando as mulheres “invadem” nichos de mercado anteriormente reservados aos homens, como as funções que envolvem a condução de veículos.

    As companhias seguradoras, baseadas em estatísticas que demonstram que mulheres dirigem de forma mais cuidadosa e envolvem-se menos em acidentes, oferecem, na contratação de seguros, bons descontos se o carro pertencer a uma mulher e ela for a principal motorista. Ou seja, pela visão de negócios das seguradoras, os fatos negam o histórico preconceito quanto à competência da mulher motorista.

Mas nem tudo está perdido. Os avanços da legislação de trânsito, traduzido em sua maior expressão pela Lei de Tolerância Zero de Álcool ao Volante, também veio salvar a mulher das reservas de muitos homens a deixá-las dirigir o seu “querido carrinho”. É que hoje as mulheres representam o maior “Amigo da Vez” quando o assunto é voltar para casa de carro depois da cervejinha. É a solidariedade, o altruísmo feminino e a natural vocação para a paz e a harmonia que falam mais alto e nos deixam bebendo refrigerante e água para que levemos nossos amigos, amigas, companheiros ou filhos em segurança de volta para casa.

    O curioso desta estória toda é que mesmo assim o preconceito não acaba: há quem ande dizendo por aí que a culpa disto tudo é do próprio álcool. Só mesmo estando bêbado para deixar a mulher dirigir!!!

    Por todos esses motivos, neste mês de março quando se comemora O Dia Internacional da Mulher, vamos celebrar todas as nossas conquistas com alarde e galhardia e celebrar também o sucesso da Lei Seca, que com a nossa ajuda está salvando muitas vidas e provando que, cada vez mais, o trânsito também é coisa de mulher!


Marisa Dreys - Inspetora da Polícia Rodoviária Federal. Disponível em www.detran.pr.gov.br/revista de trânsito. Edição 40.

Assinale a opção em que, segundo a norma culta da língua, ocorre ERRO quanto à colocação do pronome pessoal oblíquo átono.
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Q1647584 Português

Lei seca no trânsito


    Gosto de beber, e confesso sem o menor sentimento de culpa. Álcool, de vez em quando, em quantidade pequena, dá prazer sem fazer mal à maioria das pessoas. Aos sábados e domingos, quando estou de folga, tomo uma cachaça antes do almoço, hábito adquirido com os carcereiros da antiga Casa de Detenção. Difícil é escolher a marca, o Brasil produz variedade incrível. Tomo uma, ocasionalmente duas, jamais a terceira. Essa é a vantagem em relação às bebidas adocicadas que você bebe feito refresco, sem se dar conta das consequências. Cachaça impõe respeito, o usuário sabe com quem está lidando: exagerou, é vexame na certa.

    Cerveja, tomo de vez em quando. O primeiro gole é um bálsamo para o espírito; no calor, depois de um dia de trabalho e horas no trânsito, transporta o cidadão do inferno para o paraíso. O gole seguinte já não é igual, infelizmente. A segunda latinha decepciona, deixa até um resíduo amargo; a terceira encharca. Uísque e vodca, só tenho em casa para oferecer às visitas.

    De vinho eu gosto, mas tomo pouco, porque pesa no estômago. Além disso, meu paladar primitivo não permite reconhecer notas de baunilha ou sabores trufados; não tenho ideia do que seja uma trava sutil de tanino, nem o aroma de cassis pisado, nem o frescor de framboesas do campo. Em meu embotamento olfato-gustativo, faço coro com os que admitem apenas três comentários diante de um copo de vinho: é bom, é ruim, e bebe e não enche o saco.

    Feita essa premissa, quero deixar claro ser a favor da chamada lei seca no trânsito.

    Sejamos sensatos, leitor, tem cabimento ingerir uma droga que altera os reflexos motores, o equilíbrio e a percepção espacial de objetos em movimento e sair por aí pilotando uma máquina na qual uma pequena desatenção pode trazer consequências fúnebres?

    Ainda que você não seja ridículo a ponto de afirmar que dirige melhor quando bebe, talvez possa dizer que meia garrafa de vinho, três chopes ou uísques não interferem na sua habilidade ao volante.

    Tudo bem: vamos admitir que, no seu caso, seja verdade, que você tenha maior resistência aos efeitos neurológicos e comportamentais do álcool e que seria aprovado em qualquer teste de resposta motora.

    Imagino, entretanto, que você tenha ideia da diversidade existente entre os seres humanos. Quantas mulheres e quantos homens cada um de nós conhece para os quais uma dose basta para transtorná-los? 

    Quantos, depois de duas cervejas, choram, abraçam os companheiros de mesa e fazem declarações de amizade inquebrantável? Está certo permitir que esses, fisiologicamente mais sensíveis à ação do álcool, saiam por aí colocando em perigo a vida alheia?

    Como seria a lei, então? Deveria avaliar as aptidões metabólicas e os reflexos de cada um para selecionar quem estaria apto a dirigir alcoolizado? O DETRAN colocaria um adesivo em cada carro estabelecendo os limites de consumo de álcool para aquele motorista? Ou viria carimbado na carteira de habilitação?

    Talvez você possa estar de acordo com a argumentação dos advogados que defendem os interesses dos proprietários de bares e casas noturnas: “A nova lei atenta contra a liberdade individual”.

    Aí começo a desconfiar de sua perspicácia. Restrições à liberdade de beber num país que vende a dose de pinga a R$0,50? Há escassez de botequins nas cidades brasileiras, por acaso? Existe sociedade mais complacente com o abuso de álcool do que a nossa?

    Mas pode ser que você tenha preocupações sociais com a queda de movimento nos bares e com o desemprego no setor.

    A julgar por essa lógica, vou mais longe. Como as estatísticas dos hospitais públicos têm demonstrado nos últimos fins de semana, poderá haver desemprego também entre motoristas de ambulâncias, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, agentes funerários, operários que fabricam cadeiras de rodas, sondas urinárias e outros dispositivos para deficientes físicos.

    No ano passado, em nosso país, perderam a vida em acidentes de trânsito 17 mil pessoas. Ainda que apenas uma dessas mortes fosse evitada pela proibição de beber e dirigir, haveria justificativa plena para a criação da lei agora posta em prática.

    Não é função do Estado proteger o cidadão contra o mal que ele faz a si mesmo. Quer beber até cair na sarjeta? Pode. Quer se jogar pela janela? Quem vai impedir?

    Mas é dever inalienável do Estado protegê-lo contra o mal que terceiros possam causar a ele.

Dráuzio Varela, Folha de São Paulo, 19 de julho de 2008.

Em: “Mas é dever inalienável do Estado protegê-lo contra o mal que terceiros possam causar a ele.”, o pronome pessoal oblíquo grifado se refere:
Alternativas
Q1636184 Português

Assinale a opção incorreta em relação ao texto abaixo.


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q1635742 Português
Qual a proposição em que o pronome oblíquo em negrito não atende às regras de uso em conformidade com a norma-padrão:
Alternativas
Respostas
1981: A
1982: B
1983: B
1984: C
1985: E
1986: A
1987: B
1988: A
1989: E
1990: A
1991: C
1992: E
1993: E
1994: E
1995: B
1996: C
1997: A
1998: A
1999: E
2000: D