Questões de Concurso Sobre problemas da língua culta em português

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Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: TCE-PI Prova: FGV - 2021 - TCE-PI - Auditor de Controle Externo |
Q1822080 Português
Texto 2
“O transporte aéreo é o mais recente dos sistemas de locomoção inventados. Ele requer muitos recursos, tanto no chão quanto no ar. Apesar de os aviões serem o meio de transporte mais rápido, também são o meio mais caro.
Com o avanço da tecnologia, a tendência é que o uso dessa plataforma se torne muito comum e barato, popularizando o envio de cargas pelo ar.
O Brasil tem investido na construção e modernização dos aeroportos em todo o país, mas de modo ainda insuficiente para a demanda existente. Ainda falta planejamento e organização para que o serviço chegue próximo ao ideal.” (Softruck Blog - Adaptado) 
No primeiro parágrafo do texto 2 há um problema de formulação, localizado no seguinte segmento:
Alternativas
Q1814650 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto estão citados na questão.


Analise as assertivas a seguir sobre a lacuna pontilhada na linha 19:


I. A lacuna poderia ser preenchida por “a”, formando um adjunto adverbial de tempo.

II. Poder-se-ia preencher a lacuna por “há”, formando um adjunto adverbial que indica tempo transcorrido.

III. O pontilhado poderia ser preenchido tanto por “há” quanto por “haviam”, tendo em vista que a concordância com expressões de tempo é facultativa.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1813936 Português
Algumas palavras de nossa língua possuem semelhanças na escrita e na pronúncia, mas com diferenças nos significados. Para a efetivação da competência linguística, a prática da leitura constante, o uso de bons dicionários, a revisão do que se está escrevendo contribuem para evitar que usemos palavras em determinados contextos que possuam significados contrários àquilo que queremos dizer. A palavra “sede” por exemplo, na frase “Quando corro muito tenho sede constante” possui outro significado em “Não sei onde fica a sede do escritório”. Embora com escrita idêntica, a pronúncia e o significado são diferentes. Atente-se para as palavras nos pares de frases abaixo e identifique a alternativa em que o uso está inadequado.
Alternativas
Q1813933 Português
O emprego dos pronomes em textos escritos tem se tornado um dos principais desvios da norma padrão. A uniformidade de tratamento não é muito comum principalmente em letras de músicas e em textos menos formais. Na linguagem oral os desvios se evidenciam. Abaixo você encontrará cinco pequenos trechos de músicas bem conhecidas. Em apenas uma delas não há inadequações no uso dos pronomes. Identifique-a.
Alternativas
Q1810835 Português
“Muitas vezes, há um currículo ajustado à matriz nacional, mas não há professores qualificados, as aulas são recheadas de preconceitos”, diz a autora de “Tornar-se Policial’’ (Editora Appris). (linhas 17 e 18)
Assinale a alternativa em que, alterando-se o segmento sublinhado no período acima, se tenha mantido correção gramatical, independentemente da mudança de sentido.
Alternativas
Q1810011 Português

Até porque há outros processos de geração de metano que não envolvem formas de vida, como a interação de água com certos minerais, no processo conhecido como serpentinização. (linhas 13 a 15)


No período acima, empregou-se corretamente a forma do porquê. Assinale a alternativa em que isso também tenha ocorrido.

Alternativas
Q1809473 Português
Assinale a opção em que a expressão sublinhada está adequadamente empregada.
Alternativas
Q1806044 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.

TEXTO I

Por que a bolha da maconha legal do Canadá estourou

Quando o Canadá legalizou a maconha, cerca de um ano atrás, a disputa para entrar no recém-criado mercado, que envolveu investidores como o rapper Snoop Dogg e um ex-chefe da polícia de Toronto, foi apelidada pela imprensa de “corrida verde”.
Mas, assim como na corrida pelo ouro nos anos 1850, o brilho desvaneceu, e investidores acabaram comendo poeira. Para completar, a despeito da legalização, muitos canadenses ainda compram maconha no mercado negro.
“Não era preciso ser um especialista para reconhecer que essas transações (financeiras envolvendo a maconha) estavam baseadas em fantasia”, diz Jonathan Rubin, CEO da New Leaf Data Services.
Com décadas de experiência no mercado de commodities de energia, Rubin viu a legalização da Cannabis em Estados como Colorado e Califórnia, nos EUA, e depois no Canadá, como oportunidade única para estrear em uma nova commodity.
“Tive uma epifania de que essa iria ser uma commodity como qualquer outra”, ele disse à BBC. Ou seja: para ele, o preço da Cannabis no atacado flutuaria como o valor do trigo ou do porco.
Por isso, em vez de investir no produto em si, Rubin começou a New Leaf para rastrear o preço da Cannabis nos Estados onde era legal. Investidores e outras pessoas do setor pagam pelo acesso a esses dados.
Esse modelo de negócios deu a Rubin um ponto de vista interessante de como o mercado se desenvolveu. No Canadá, diz, ele decepcionou.
“Não houve o crescimento em vendas e os ganhos imaginados”, afirmou ele. “Não quero dizer que é um fracasso, mas definitivamente houve decepções.”
Os preços no atacado caíram cerca de 17% desde que a New Leaf começou a rastrear os dados, o que manteve as margens de lucro apertadas para os produtores.
As vendas também desaceleraram, de acordo com o Statistics Canada. 
Isso causou uma montanha-russa nos preços das ações de empresas de capital aberto no mercado de Cannabis.
Em maio de 2018, a produtora canadense Canopy Growth ganhou as manchetes quando se tornou a primeira empresa de maconha a ser listada na Bolsa de Valores de Nova York.
Seis meses depois, o preço de suas ações havia dobrado, atingindo US$ 52,03.
Agora, os papéis voltaram ao patamar original — e os concorrentes da Canopy sofreram perdas igualmente drásticas.

Problemas de crescimento

Os sinais de problemas surgiram logo no início. Quando a maconha foi legalizada, em 17 de outubro de 2018, não havia oferta suficiente para atender a demanda.
Longas filas e pedidos atrasados atormentavam os consumidores. Os produtores não tinham certeza de quais tipos seriam mais populares em que lugares, e os problemas na cadeia de distribuição ainda estavam sendo resolvidos.
“Tentamos entender quais tipos deveríamos cultivar, em quais formatos e quantidades [...]. Fizemos um ótimo trabalho, mas não acertamos em tudo”, diz Rade Kovacevic, presidente da Canopy.
Uma colcha de retalhos de leis locais canadenses também tornou o acesso dos consumidores aos produtos mais difícil. Embora seja fácil comprar maconha em algumas regiões, em outras as lojas físicas são escassas e distantes entre si.
Isso acontece especialmente em Ontário, a província mais populosa do Canadá. A burocracia e o limite no número de pontos de venda de maconha tornaram a implementação lenta. Apenas 24 licenças de varejo e todas foram concedidas (por loteria) para atender a uma população de 14,5 milhões.
E, onde antes havia escassez, agora há muito produto disponível, em parte por causa da falta de pontos de venda.
Em setembro de 2019, os canadenses compraram 11.707 kg de Cannabis seca no Canadá. Mas os produtores tinham um total de cerca de 165.000 kg de produtos acabados e inacabados prontos para venda — mais que o suficiente para atender a demanda por um ano inteiro.
Kovacevic atribui muitos dos problemas de sua empresa a dificuldades no varejo em Ontário.
“Acho que a falta de continuidade dos pontos de venda em todo o país atrasou a transição do mercado negro para o mercado legal”, afirma. “Foi um desafio.” 

Mercado negro prosperando

Quando o governo anunciou a decisão de legalizar a maconha, uma de suas principais motivações era reduzir o mercado negro.
Mas o Statistics Canada, que mede as estatísticas do país, estima que cerca de 75% dos usuários de maconha ainda usam Cannabis ilegal.
“Há uma resistência muito forte a lojas legais porque a) são mais caras e b) não há suficientes. As lojas não estão perto das pessoas, que então decidem continuar comprando com o seu ‘cara’ de sempre”, diz Robin Ellis, cofundador da varejista de Toronto The Friendly Stranger e ativista da legalização da maconha.
Havia apenas cinco lojas de varejo abertas em Toronto em 2019, e todas estavam concentradas no centro da cidade, o que significava que muitas pessoas tinham que dirigir quilômetros se quisessem comprar maconha legal.
Além disso, a maconha legal também é muito mais cara.
O preço de varejo da Cannabis legal aumentou, de 9,82 dólares canadenses por grama em outubro de 2018 para 10,65 dólares canadenses por grama em julho, segundo o Statistics Canada.
Enquanto isso, o preço do grama ilegal caiu de 6,51 para 5,93 dólares canadenses.

Legalizar a maconha

Talvez uma das razões pelas quais as vendas tenham sido fracas para os produtores seja que, ao contrário do que alguns especialistas em saúde temiam, a legalização da maconha não transformou todos em maconheiros.
No ano passado, a porcentagem de canadenses que consumiam maconha cresceu de 14% para 17%.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/
internacional-50935153>. Acesso em: 5 jan. 2020
(Adaptação).
Releia estes trechos.
I. “Por que a bolha da maconha legal do Canadá estourou” II. “Há uma resistência muito forte a lojas legais porque a) são mais caras e b) não há suficientes.”
Em relação ao uso do “porque”, destacado nos dois trechos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1805889 Português
Complete a lacuna com a alternativa correta.
Não entendo o motivo ______ ele nos abandonou.
Alternativas
Q1805442 Português
TEXTO 03 - PARA A QUESTÃO

https://www.google.com/search?q=tirinhas+por+que +vc+fe+isso?&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=moZ JUUXI9ZViiM%252Ck3a6mIXo_PZR8M%252C_&v et=1&usg=AI4_-kSYvpdZUs1OeHvZkUiE0u4S4f2p WA&sa=X&ved=2ahUKEwjnmK2A5LLwAhULJrkGH Q7YC4oQ9QF6BAgNEAE#imgrc=moZJUUXI9ZVii M. Acesso em 5/5/2021. 
Quanto ao uso da palavra “porque”, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1804470 Português

Camilo Vannuchi Galaxia. São Paulo, online, ISSN 1982 – 2553, n.º 38,
maio-ago./2018, p. 167-80.Internet:<https://www.doi.org/> (comadaptações).

No que se refere às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.
Caso a expressão ‘21 anos atrás’ (l.11) fosse substituída por a 21 anos, a correção gramatical e o sentido original do texto seriam mantidos.
Alternativas
Q1804322 Português
Em todas as frases abaixo há inadequações gramaticais; a única frase inteiramente correta é:
Alternativas
Q1804147 Português
...admite que havia uma divisão étnica antes da chegada dos brancos à região no fim do século XIX, mas reconhece que não existia uma compreensão comum sobre o significado dela. (linhas 34 a 36)
No trecho acima, há ocorrência dos verbos “haver” e “existir”.
Assinale a alternativa em que, alterando-se a composição dessas formas verbais, tenha havido adequação à norma culta. Não leve em conta alterações de sentido.
Alternativas
Q1804143 Português
Por que o juízo de uma pessoa tinha tanta importância? Porque lá não havia espelhos. (linha 9)
No segmento acima, empregaram-se corretamente as formas do porquê. No entanto, isso nem sempre acontece.
Nesse sentido, assinale a alternativa em que o emprego do porquê esteja de acordo com as normas ortográficas.
Alternativas
Q1799250 Português
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o próximo item.
Seria mantida a correção gramatical do texto caso se inserisse o vocábulo que logo após a palavra “outras”, em suas duas ocorrências, nas linhas 2 e 3.
Alternativas
Q1799241 Português
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.
Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos originais do texto, o trecho “Outra medida que teve papel importantíssimo foi a implementação de cortes (tribunais), nos anos 90, para tratar de crimes menores, mediar conflitos comunitários e casos de violência doméstica e para lidar com usuários de drogas.” (ℓ. 25 a 29) poderia ser reescrito da seguinte forma: Outra medida cujo papel foi muito importante foi a implantação, nos anos 90, de cortes (tribunais) para tratar de crimes menores, mediar conflitos nas comunidades e casos de violência doméstica e lidar com usuários de drogas.
Alternativas
Q1797746 Português

Texto CBIA2-I


    Nossos ancestrais dedicaram muito tempo e esforço a tentar descobrir as regras que governam o mundo natural. Mas a ciência moderna difere de todas as tradições de conhecimento anteriores em três aspectos cruciais: a disposição para admitir ignorância, o lugar central da observação e da matemática e a aquisição de novas capacidades.

     A Revolução Científica não foi uma revolução do conhecimento. Foi, acima de tudo, uma revolução da ignorância. A grande descoberta que deu início à Revolução Científica foi a de que os humanos não têm as respostas para suas perguntas mais importantes. Tradições de conhecimento pré-modernas como o islamismo, o cristianismo, o budismo e o confucionismo afirmavam que tudo que é importante saber a respeito do mundo já era conhecido. As antigas tradições de conhecimento só admitiam dois tipos de ignorância. Em primeiro lugar, um indivíduo podia ignorar algo importante. Para obter o conhecimento necessário, tudo que ele precisava fazer era perguntar a alguém mais sábio. Não havia necessidade de descobrir algo que qualquer pessoa já não soubesse. Em segundo lugar, uma tradição inteira podia ignorar coisas sem importância. Por definição, o que quer que os grandes deuses ou os sábios do passado não tenham se dado ao trabalho de nos contar não era importante. 

     [...]

    A ciência de nossos dias é uma tradição de conhecimento peculiar, visto que admite abertamente a ignorância coletiva a respeito da maioria das questões importantes. Darwin nunca afirmou ser “o último dos biólogos” e ter decifrado o enigma da vida de uma vez por todas. Depois de séculos de pesquisas científicas, os biólogos admitem que ainda não têm uma boa explicação para como o cérebro gera consciência, por exemplo. Os físicos admitem que não sabem o que causou o Big Bang, que não sabem como conciliar a mecânica quântica com a Teoria Geral da Relatividade.

    [...] 

    A disposição para admitir ignorância tornou a ciência moderna mais dinâmica, versátil e indagadora do que todas as tradições de conhecimento anteriores.  Isso expandiu enormemente nossa capacidade de entender como o mundo funciona e nossa habilidade de inventar novas tecnologias, mas nos coloca diante de um problema sério que a maioria dos nossos ancestrais não precisou enfrentar. Nosso pressuposto atual de que não sabemos tudo e de que até mesmo o conhecimento que temos é provisório se estende aos mitos partilhados que possibilitam que milhões de estranhos cooperem de maneira eficaz. Se as evidências mostrarem que muitos desses mitos são duvidosos, como manter a sociedade unida? Como fazer com que as comunidades, os países e o sistema internacional funcionem?   

    [...]

    Uma das coisas que tornaram possível que as ordens sociais modernas se mantivessem coesas é a disseminação de uma crença quase religiosa na tecnologia e nos métodos da pesquisa científica, que, em certa medida, substituiu a crença em verdades absolutas.


Yuval Noah Harari. Sapiens: uma breve história da humanidade. 26.º ed. Porto Alegre, RS: L&PM, 2017,p. 261-263 (comadaptações).

No que se refere aos aspectos linguísticos do texto CBIA2-I, julgue o item subsequente.


No trecho “os biólogos admitem que ainda não têm uma boa explicação para como o cérebro gera consciência” (terceiro parágrafo), a correção gramatical seria mantida, embora as relações sintáticas dos termos fossem alteradas, se a forma verbal “têm” fosse substituída por há.

Alternativas
Q1793047 Português
Minha redação do cursinho cruzou o mundo
como se fosse do Verissimo

     Era o meu segundo vestibular para medicina. Estava na minha aula preferida — não pelo tema, mas pelo professor. Valter era o nome dele, um jornalista que decidiu como carreira ajudar adolescentes não só a escrever, mas a pensar. Naquele dia, ele mostrou a imagem de um pêndulo. A ideia era refletir sobre como o equilíbrio nos impede de viver os extremos.
     Por coincidência, a minha redação para aquele assunto já estava pronta. Havia escrito no dia anterior um texto que decidi chamar de “Quase”. Arranquei a folha do meu caderno, dobrei e passei para a frente. Da última fila à primeira, o bilhete chegou até o professor. 
     “Posso ler em voz alta?”, ele perguntou.
    O que aconteceu naquele instante? Nada. Recebi um elogio, e algumas meninas do cursinho pediram para guardar uma versão do texto, que eu copiei à mão. Era 2002 e eu ainda demoraria a descobrir que o acaso nem sempre acontece de repente. No meu caso, o destino agiu devagar.
   Quatro anos depois, já na quarta fase da faculdade de medicina, em vez de felicíssima pela oportunidade de ingressar em uma carreira que traz tanto prestígio, eu divertia as minhas colegas com o que escrevia quando estava entediada. Rezava — coisa que eu não faço sempre — por um sinal.
   O universo me respondeu nas páginas do jornal O Globo, na edição de Páscoa, em uma coluna que dizia assim: “Eu gostaria de encontrar o verdadeiro autor do ‘Quase’ para agradecer a glória emprestada e para lhe dar um recado. No Salão do Livro de Paris, ganhei da autora um volume de textos e versos brasileiros muito bem traduzidos para o francês com uma surpresa: eu estava entre Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade e outros escolhidos adivinha com que texto? Em francês, ficou ‘Presque’.”
  Quem me procurava era Luis Fernando Verissimo, a quem a autoria daquele punhado de palavras que saíram de uma sala de aula e se espalharam pelo mundo vinha sendo atribuída. Na semana seguinte, o escritor divulgou o meu nome e, para mim, a história terminava aí.  
   Depois de desfeito o engano, no entanto, passei a receber muitas mensagens de pessoas dizendo que a minha redação tinha mudado as suas vidas, ajudado a continuar ou terminar o casamento, a trocar de trabalho e a escolher uma profissão. “Eu carrego seu texto como um amuleto”, me disseram. 
     O “Quase” foi o meu grande acaso. Eu não sei quais são as chances de uma folha de caderno precisar chegar tão longe para ajudar o próprio autor, mas o que eu sei é que essa chance existe. 
    Conversar com tanta gente corajosa me motivou a buscar uma vida menos morna e resistir à tentação de escolher por medo. Eu, que iria ser médica, me tornei jornalista. Troquei Florianópolis pela Austrália. Incluí na minha família brasileira um amor indiano.
    Ao longo desses anos, o “Quase” virou letra de música, tatuagem, rap na Guiana Francesa, espetáculo de dança, questão de vestibular, de concurso público e até anúncio de funerária. Fez parte das turnês da Ana Carolina e também foi lido pela Ana Maria Braga. O texto tem sido usado em escritórios de psicologia, em teatros de colégio e foi traduzido para diversas línguas espontaneamente. 
    Até hoje eu recebo as mensagens mais amáveis de gente que encontrou força ou conforto nas minhas palavras. O que essas pessoas talvez não saibam é que elas são, genuinamente, a minha maior inspiração.

Sarah Westphal Trabalha com Marketing e mora em Central Coast, na Austrália (Casos do Acaso. Folha de São Paulo, 23/05/2021. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/casos-do-acaso/2021/05/minha-redacao-do-cursinho-cruzou-o-mundo-comose-fosse-do-verissimo.shtml)

Assinale a alternativa em que NÃO há erros de flexão verbal.
Alternativas
Q1792157 Português


Alberto Luiz Albertin e Rosa Maria de Moura Albertin. A evolução do comércio eletrônico no mercado brasileiroIn: Ministério da Ciência e  Tecnologia (org.). Internet comercial. Brasília: Secretaria de Política de Informática, 2005, v. 1, p. 135‐157 (com adaptações). 

A respeito das estruturas linguísticas do texto, julgue o item.
O trecho “essa evolução tende a se desenvolver até a criação de comunidades, tanto de empresas quanto de pessoas, formando o ambiente de negócios na era digital” (linhas 8 e 9), sem prejuízo para a correção gramatical e os sentidos originais do texto, pode ser substituído por o desenvolvimento do comércio eletrônico possibilita a identificação da busca pelo novo ambiente de negócios, formado por comunidades de pessoas e empresas.
Alternativas
Q1790907 Português
Texto 2 para responder à questão.

(Figura ampliada na página 16.) 
Disponível em: <https://mobile.twitter.com/BRB_oficial/status>.
Acesso em: 27 maio 2021.
Acerca das questões gramaticais que envolvem o texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
2101: D
2102: B
2103: E
2104: C
2105: B
2106: C
2107: E
2108: D
2109: A
2110: B
2111: E
2112: C
2113: E
2114: B
2115: C
2116: C
2117: C
2118: C
2119: E
2120: C