Questões de Concurso Sobre problemas da língua culta em português

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Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: IMBEL Prova: FGV - 2021 - IMBEL - Cargos de Nível Médio |
Q1749381 Português

Há um erro de construção na frase a seguir.


“Nenhum bem pode fundamentar-se na força, mesmo que a força fosse divina.”


Assinale a opção que o indica.

Alternativas
Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: IMBEL Prova: FGV - 2021 - IMBEL - Cargos de Nível Fundamental |
Q1749346 Português
Obs.: Esta prova foi formulada com base em pequenos cartazes encontrados no nosso dia a dia, com destaque da sua interpretação e compreensão. 

Leia o cartaz a seguir, colado em um poste da praia de Copacabana.


Se você joga lixo na praia para garantir o emprego do gari, então porque não morre para garantir o emprego do coveiro?


Assinale a opção que mostra um erro do texto do cartaz.

Alternativas
Q1749291 Português
Assinale a opção que apresenta a frase em que o termo “onde” não é empregado corretamente.
Alternativas
Q1748187 Português

Texto para o item. 




Jairo Bouer. Homo paradoxalis. In: Revista da Cultura,

edição 105, jul./ago. 2016 (com adaptações).

Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


A substituição de “Por que” (linha 12) por Por quê manteria a correção gramatical do texto, pois ambas as formas são corretas para se introduzir uma pergunta.

Alternativas
Ano: 2021 Banca: IESES Órgão: MSGás Prova: IESES - 2021 - MSGás - Tecnico - Contabilidade |
Q1746939 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo:

Objeto de estudo ____ mais de um século, o Titanic, considerado um dos navios mais icônicos da história da navegação, está de novo nos holofotes. Por meio de um estudo publicado na Royal Meteorological Society, Mila Zinkova, pesquisadora da Universidade da Califórnia, afirma que uma Aurora Boreal pode ter causado o acidente da famosa embarcação. De acordo com a teoria, em 15 de abril de 1912, data do naufrágio, a região do Atlântico Norte foi atingida por uma tempestade geomagnética causada por uma Aurora Boreal. No caso, o impacto teria sido tão intenso que desconfigurou os aparelhos de navegação, como bússolas e rádios comunicadores. Para profissionais da engenharia, os fatores que resultaram no desastre são diversos e estão relacionados a falhas técnicas e mecânicas, não fenômenos naturais. “Eu não concordo com essa teoria da Aurora Boreal. De fato ____ casos de campos magnéticos, porém, em 1912, época do acidente, ainda não existia radar, era só bússola. Não tinha como saber do iceberg”, afirma Claudio Ruggieri, professor do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da USP.
(Brian Alan. Revista IstoÉ. “O novo enigma do Titanic”. Adaptado. 02 de outubro de 2020. Edição nº 2647.)
Qual alternativa preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto?
Alternativas
Q1746059 Português

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas abaixo:

Andar a pé, ___________? Queria entender o ____________ dessa situação. Leve o casaco, _____________ está frio. _____________ ela não voltou mais?
Alternativas
Q1744897 Português
Para responder à questão, leia o seguinte trecho:

Uma das nossas maiores falhas e causas da infelicidade que sentimos provém de considerarmos difícil perceber o que sempre está ao nosso redor. Sofremos _____ não vemos o valor do que está diante de nós e suspiramos, muitas vezes injustamente, pelas atrações imaginárias de outro lugar. Em parte, esse problema é causado pela nossa presteza em nos acostumarmos às coisas: somos especialistas na arte de se habituar.
A arte é um recurso que permite retornarmos a uma concepção mais precisa do que é valioso ao operar contra o hábito e nos convidar a redimensionar o que amamos ou admiramos.

(Alain de Botton e John Armstrong. “Arte como terapia”. Adaptado. 2014, p.59). 
Em relação ao uso dos porquês, qual alternativa preenche corretamente a lacuna do texto?
Alternativas
Q1739182 Português
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas a seguir: Minha tia voltou ___ estudar ___ três anos.
Alternativas
Q1735365 Português
Medo da eternidade


LISPECTOR, Clarice. Medo da eternidade. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, Caderno B, p.2, 6 jun. 1970.


A frase em que a palavra ou expressão destacada respeita as regras ortográficas e gramaticais da norma padrão é:
Alternativas
Q1731824 Português
Assinale abaixo a alternativa em que o uso do porquê está CORRETO:
Alternativas
Q1726642 Português
SOMOS INSTANTES NA EFEMERIDADE DA VIDA

(1º§) Somos minúsculos pedaços de acontecimentos que se repetem continuamente na vida. Nós somos memórias inestimáveis!
(2º§) Somos esse filme velho que vemos passar todos os dias pelas ruas, calçadas, ônibus, casas. Mas sabemos que somos seres viventes!!!
(3º§) Somos partes pequenas e ambulantes que andam procurando um destino. Somos instantes que se somam.
(4º§) Todos nascemos do moer e remoer dos momentos. E nascemos, assim, cada vez menores, cada vez mais insignificantes, cada vez mais moídos de nós mesmos, como a areia que virou pó quando antes era pedra, mas continuando necessária também.
(5º§) É preciso ter certeza daquilo que se busca e andar desse nosso jeito desandado para ser o que se é verdadeiramente.
(6º§) Somos o mundo dando voltas, o coração batendo em cada quarto vazio, o olho chorando as tão cansadas e repetidas memórias, o passo que dança o que se sente.
(7º§) Somos os instantes que construímos com os outros grãos que se encontram na vida. Por isso mesmo nós precisamos valorizar a vida que pulsa e vibra, porque nós existimos.

(Por: Aline Mariz) - (https://www.pensador.com/frase/MTIzNjc5NA/) - (Adaptado) - (Acesso 18.02.2021)
Marque a alternativa com erro ortográfico no uso dos "Porquês".
Alternativas
Q1723261 Português

O que é o ecoturismo?


O ecoturismo é o simples ato consciente durante todo o processo e realização de uma viagem, ou seja, é saber utilizar de forma mais sustentável uma atividade turística, cuidando e preservando de tal patrimônio natural e cultural. Tem como base uma maior conexão e interação com a natureza, aproveitando deste meio para explorar maiores aprendizados e conhecimento, sempre protegendo as áreas em que essas vivências acontecem.

A ideia central é despertar uma maior consciência sobre o turismo e sobre a relação do ser humano com a natureza, conduzindo assim, o visitante a se integrar mais profundamente com o meio ambiente e com a comunidade local.

Isso além de gerar experiências mais verdadeiras, harmoniosas e enriquecedoras para o turista, gera também um maior fortalecimento e valorização da comunidade e todo o seu bioma.

A prática do ecoturismo começa desde a escolha do seu local de viagem, a empresa com quem você irá viajar, o hotel em que vai se hospedar, a observação da proposta do roteiro, respeito com a cultura e diversidade local quando chegar, auto responsabilidade com o seu próprio lixo, assim como não recolher nada da natureza e respeitar a vida dos animais.

O ecoturismo é observar como você pode aproveitar da conexão com a natureza, sem gerar impacto no meio ambiente. Aliás, pelo contrário, muitas vezes são fomentadas ações de preservação junto às atividades turísticas.

Assim como os moradores dos locais visitados, que podem se beneficiar financeiramente do turismo ao invés de atividades exploratórias. Redação adaptada:

< Disponível https://freeway.tur.br/>Publicado em 26 de Fevereiro de 2020 


 

É considerado um dos problemas gerais da língua culta o uso do porque, assinale a alternativa CORRETA sobre o uso do porque:
Alternativas
Q1723045 Português

À espera de uma nova estação


Passei da idade das justificativas. Posso dizer que fulano é chato ou mofina e ponto. Por que mesmo? Porque eu acho. É uma das compensações da passagem do tempo e da perda da necessidade de agradar a todos. São coisas assim que deixam de exigir metafísica, hermenêutica e chá de camomila, não necessariamente, como costumam dizer os criativos, nessa ordem, ainda que a ordem dos fatores não altere o produto, se me faço entender com esses bons e velhos clichês. Como se sabe, clichê só é bom e clichê se for velho. A idade permite usar palavras como mofina sem temer o espanto dos jovens. Que se danem! No bom sentido dessa expressão, que talvez exista algum. Não? Ronaldo não se casou. Esse é o ponto a ser comentado. Mas como? Era tudo o que ele queria. Havia nascido com a vocação para o casamento. Criança, quando todos queriam ser astronautas, pilotos de Fórmula 1, astros de rock, jogadores de futebol ou bombeiros, Ronaldo queria casar. Quando lhe perguntavam o que queria ser quando crescesse, ele respondia com ar angelical e a sua voz desafinada: – Marido.
No excerto: “Por que mesmo? Porque eu acho” podemos observar o uso correto do porquê. Na Língua Portuguesa temos quatro formas distintas de uso desse vocábulo. Considerando as regras ortográficas do uso do porquê, analise as orações abaixo e assinale a alternativa na qual o uso do porquê foi realizado de modo equivocado
Alternativas
Q1711631 Português
Assinale a alternativa que não apresenta erro segundo a norma culta:
Alternativas
Q1701945 Português

Texto para o item.





Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“há alguns dias” (linha 23) por faz alguns dias
Alternativas
Q1701944 Português

Texto para o item.





Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

A expressão informal “não tem como” (linha 18), típica da linguagem falada, poderia ser corretamente substituída, com mais formalidade, pela expressão não há possibilidade de.

Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - Engenheiro Civil |
Q1693826 Português
Lições de vida

    Em 2009, um avião pousou de emergência no rio Hudson. O piloto era Sully Sullenberger e as 155 pessoas a bordo foram salvas por uma manobra impossível, perigosa, milagrosa. Sully virou herói e a lenda estava criada.
    Em 2016, no filme “Sully, o herói do rio Hudson”, Clint Eastwood revisitou a lenda para contar o que aconteceu depois do milagre: uma séria investigação às competências do capitão Sully Sullenberger. Ele salvara 155 pessoas, ninguém contestava. Mas foi mesmo necessário pousar no Hudson? Ou o gesto revelou uma imprudência criminosa, sobretudo quando existiam opções mais sensatas?
    Foram feitas simulações de computador. E a máquina deu o seu veredicto: era possível ter evitado as águas do rio e pousar em LaGuardia ou Teterboro. O próprio Sully come- çou a duvidar das suas competências. Todos falhamos. Será que ele falhou?
    Por causa desse filme, reli um dos ensaios de Michael Oakeshott, cujo título é “Rationalism in Politics”. Argumenta o autor que, a partir do Renascimento, o “racionalismo” tornou- -se a mais influente moda intelectual da Europa. Por “racionalismo”, entenda-se: uma crença na razão dos homens como guia único, supremo, da conduta humana.
     Para o racionalista, o conhecimento que importa não vem da tradição, da experiência, da vida vivida. O conhecimento é sempre um conhecimento técnico, ou de uma técnica, que pode ser resumido ou aprendido em livros ou doutrinas.
    Oakeshott argumentava que o conhecimento humano depende sempre de um conhecimento técnico e prático, mes- mo que os ensinamentos da prática não possam ser apresentados com rigor cartesiano.
    Clint Eastwood revisita a mesma dicotomia de Oakeshott para contar a história de Sullenberger. O avião perde os seus motores na colisão com aves; o copiloto, sintomaticamente, procura a resposta no manual de instruções; mas é Sully quem, conhecendo o manual, entende que ele não basta para salvar o dia.
    E, se os computadores dizem que ele está errado, ele sabe que não está – uma sabedoria que não se encontra em nenhum livro já que a experiência humana não é uma equa- ção matemática.
    As máquinas são ideais para lidar com situações ideais. Infelizmente, o mundo comum é perpetuamente devassado por contingências, ambiguidades, angústias, mas também súbitas iluminações que só os seres humanos, e não as má- quinas, são capazes de entender.
    Quando li Oakeshott, encontrei um filósofo que, contra toda a arrogância da modernidade, mostrava como a nossa imperfeição pode ser, às vezes, uma forma de salvação. O ensaio era, paradoxalmente, uma lição de humildade e uma apologia da grandeza humana. Eastwood, aos 86 anos, traduziu essas imagens.

(João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 29.11.2016. Adaptado)

Leia as frases reescritas com base nas ideias do texto.


Para rever a situação, foram feitas simulações pelo computador. Não bastavam manuais de instruções para salvar o dia. A primeira conclusão era de que existiam opções mais sensatas a serem tomadas pelo piloto.


De acordo com a concordância verbal e nominal esta- belecida pela norma-padrão, as expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:

Alternativas
Q1692082 Português
Dadas as frases: 1. Falou acerca de viagens. 2. Mariana reside a cerca de 50 metros da escola. 3. Fabrício pediu transferência há cerca de 2 anos. Em relação aos termos em destaque:
Alternativas
Q1691180 Português

A questão se refere ao trecho da notícia abaixo:


Foi divulgado pelo Procon de Timbó o levantamento dos preços de combustíveis no município. A pesquisa foi realizada nos 10 estabelecimentos que oferecem esse serviço, tendo como objetivo confirmar se houve reajustes [...] As tabelas informam os valores para pagamento ____ vista e, também, parcelado, apresentando _____ margens de variação em cada posto. ____ pesquisa compõe um banco de dados que estará disponível nas redes sociais [...]


Disponível em: https://www.timbo.sc.gov.br/procon/2020/20135/ Acesso em: 06 mar. 2020. [modificado]

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do segundo parágrafo do texto:

Alternativas
Q1688855 Português
Assinale a alternativa incorreta segundo o padrão de norma culta:
Alternativas
Respostas
2181: A
2182: A
2183: D
2184: E
2185: D
2186: C
2187: C
2188: D
2189: B
2190: D
2191: A
2192: D
2193: A
2194: B
2195: C
2196: C
2197: E
2198: A
2199: E
2200: D