Questões de Concurso
Sobre preposições em português
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Indique a frase em que a preposição COM tem o significado de “adição”.
O texto apresentado refere-se a uma campanha de conscientização a respeito do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, da chikungunya, da zika e da febre amarela urbana. A respeito desse texto, julgue o item.
O vocábulo “sem”, pertencente à classe das preposições,
indica a ideia de ausência.
Os termos sublinhados acima constituem, respectivamente,

I. “Provavelmente” é um advérbio. Por conseguinte, é um adjunto adverbial.
II. O vocábulo “bem” é um complemento verbal.
III. O verbo “sintetizou” é um verbo transitivo direto.
IV. A expressão “a questão” é um objeto direto, pois começa por preposição.
Quais estão INCORRETAS?
Quanto aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto apresentado, julgue o item.
A oração iniciada pela preposição “para” (linha 19)
expressa uma ideia de finalidade quanto à oração que a
antecede imediatamente no período.

( ) A expressão “Nas praias” é uma locução adverbial.
( ) O vocábulo “naturalista” é um substantivo.
( ) O termo “e” é um advérbio.
( ) O trecho apresenta duas preposições formadas por contração e uma preposição formada por combinação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O excerto contextualiza as questão. Leia-o atentamente.
Existe uma regra de ouro na Linguística que diz: “só existe língua se houver seres humanos que a falem”. E o velho e bom Aristóteles nos ensina que o ser humano “é um animal político”. Usando essas duas afirmações como termos de um silogismo (mais um presente que ganhamos de Aristóteles), chegamos à conclusão de que “tratar da língua é tratar de um tema político”, já que também é tratar de seres humanos. Por isso, o leitor e a leitora não deverão se espantar com o tom marcadamente politizado de muitas das minhas afirmações. É proposital; aliás, é inevitável. Temos de fazer um grande esforço para não incorrer no erro milenar dos gramáticos tradicionalistas de estudar a língua como uma coisa morta, sem levar em consideração as pessoas vivas que a falam.
O preconceito linguístico está ligado, em boa medida, à confusão que foi criada, no curso da história, entre língua e gramática normativa. Nossa tarefa mais urgente é desfazer essa confusão. Uma receita de bolo não é bolo, o molde de um vestido não é um vestido, um mapa-múndi não é o mundo... também a gramática não é a língua.
A língua é um enorme iceberg flutuando no mar do tempo, e a gramática normativa é a tentativa de descrever apenas uma parcela mais visível dela, a chamada norma culta. Essa descrição, é claro, tem seu valor e seus méritos, mas é parcial (no sentido literal e figurado do termo) e não pode ser autoritariamente aplicada a todo o resto da língua – afinal, a ponta do iceberg que emerge representa apenas um quinto do seu volume total. Mas é essa aplicação autoritária, intolerante e repressiva que impera na ideologia geradora do preconceito linguístico.
(BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 49. ed.
São Paulo: Edições Loyola, 2007, pp. 09-10.)
• Não me lembro é do que escrevi que fez tanto bem a uma pessoa (1ºparágrafo)
• … tem força ainda para dar uma pequena e absurda pena de rasgá-la (5º parágrafo)
No contexto em que estão empregados, os vocábulos destacados expressam, respectivamente, as ideias de



