Questões de Concurso Sobre por que- porque/ porquê/ por quê em português

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Q2267017 Português
Texto para o item. 



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Internet: <www.ecycle.com.br> (com adaptações).



Com base nas ideias, no vocabulário e nas estruturas linguísticas do texto, julgue o item.
A substituição de “já que” (linha 14) por por que prejudicaria a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q2266562 Português


Analfabetismo


    Gosto dos algarismos, porque não são de meias medidas nem de metáforas. Eles dizem as coisas pelo seu nome, às vezes um nome feio, mas não havendo outro, não o escolhem. São sinceros, francos, ingênuos. As letras fizeram-se para frases: o algarismo não tem frases, nem retórica. 

    Assim, por exemplo, um homem, o leitor ou eu, querendo falar do nosso país dirá: 

    — Quando uma Constituição livre pôs nas mãos de um povo o seu destino, força é que este povo caminhe para o futuro com as bandeiras do progresso desfraldadas. A soberania nacional reside nas Câmaras; as Câmaras são a representação nacional. A opinião pública deste país é o magistrado último, o supremo tribunal dos homens e das coisas. Peço à nação que decida entre mim e o Sr. Fidélis Teles de Meireles Queles; ela possui nas mãos o direito a todos superior a todos os direitos.


      A isto responderá o algarismo com a maior simplicidade:

    — A nação não sabe ler. Há só 30% dos indivíduos residentes neste país que podem ler; desses uns 9% não leem letra de mão. 70% jazem em profunda ignorância. Não saber ler é ignorar o Sr. Meireles Queles: é não saber o que ele vale, o que ele pensa, o que ele quer; nem se realmente pode querer ou pensar. 70% dos cidadãos votam do mesmo modo que respiram: sem saber por que nem o quê. Votam como vão à festa da Penha, — por divertimento. A Constituição é para eles uma coisa inteiramente desconhecida. Estão prontos para tudo: uma revolução ou um golpe de Estado. 

      Replico eu:

     — Mas, Sr. Algarismo, creio que as instituições…

    — As instituições existem, mas por e para 30% dos cidadãos. Proponho uma reforma no estilo político. Não se deve dizer: “consultar a nação, representantes da nação, os poderes da nação”; mas — “consultar os 30%, representantes dos 30%, poderes dos 30%”. A opinião pública é uma metáfora sem base: há só a opinião dos 30%. Um deputado que disser na Câmara: “Sr. Presidente, falo deste modo porque os 30% nos ouvem…” dirá uma coisa extremamente sensata.

    E eu não sei que se possa dizer ao algarismo, se ele falar desse modo, porque nós não temos base segura para os nossos discursos, e ele tem o recenseamento.  

(ASSIS, Machado. Analfabetismo. In: Crônicas Escolhidas. São Paulo: Editora Ática S.A, 1994.)
Considerando o uso dos “porquês”, está correta a afirmativa sobre o trecho destacado “Gosto dos algarismos, porque não são de meias medidas nem de metáforas.” (1º§) indicada em: 
Alternativas
Q2257488 Português

Por que isso acontece


Fonte: (in: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/cp4nry5xle0o. Adaptado)


Assinale a opção correta quanto ao uso do 'porquê'.

Alternativas
Q2239480 Português
 Imagem associada para resolução da questão
a forma correta de escrever a palavra que completa a frase: "Não sei _________ ela faltou à aula." 
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Q2236172 Português
Não vai dar tempo
Paulo Pestana
Crônica 

      O mundo anda com muita pressa. Não bastasse ouvir os recados deixados no telefone com rotação acelerada para ganhar parcos segundos, agora a onda é ouvir música em velocidade mais rápida. Isso mesmo: o pessoal está com urgência que a música acabe.
        O artista gasta fosfato e talento – alguns nem tanto – para fazer uma canção e o gaiato do ouvinte agora está alterando o andamento _______ tem o cérebro pedindo pé embaixo.
      Ritmos vêm sendo acelerados há tempo, mas pelos artistas, não pelos ouvintes. O blues virou rock, que virou uma massa sonora difícil de ser catalogada; o samba cadenciado dos desfiles das escolas foi tão apressado que virou uma marcha, com pouco espaço para a evolução dos passistas. São mudanças que o tempo trouxe.
       Mas o que ocorre agora com a tecnologia e a compressão é uma interferência direta na obra. Os serviços de streaming ainda não oferecem a opção de se ouvir música acelerada, mas não vai demorar.
      Ainda bem que tem gente que gosta de andar na contramão. Aos 82 anos de idade, o cantor e compositor Paul Simon está lançando um disco com uma suíte, faixa única de 33 minutos e dois segundos, dividida em sete partes. Chama-se Seven Psalms e é um convite à reflexão sobre mortalidade e espiritualidade que não combina com essa pressa toda.
       Autor de clássicos inescapáveis da música popular – The Sound of Silence, Bridge Over Troubled Waters, entre tantos – Simon obriga que o ouvinte atravesse toda a obra desde o início, já que não há separação de faixas. Há uma delicadeza que cobra tempo de quem ouve, como a lembrar Drummond, que a vida necessita de pausas.
      A pressa não é exclusiva dos ouvidos. Já faz algum tempo que versões reduzidas de grandes romances são oferecidas a quem tem preguiça de enfrentar[,] por exemplo[,] as 1.544 páginas da tradução brasileira de Guerra e Paz, de Tolstoi. Não são as famosas condensações de livros que as Seleções de Reader’s Digest publicam há 101 anos (81 no Brasil) com linguagem simplificada e narrativa resumida para facilitar a[,] digamos[,] digestão.
        Agora é radical: as 3.938 páginas de Em Busca do Tempo Perdido, de Proust, estão resumidas em apenas 30 linhas. E o sujeito sai achando que pegou tudo. O mesmo ocorre com Dom Quixote de La Mancha, de Cervantes (1.328 páginas), Os Miseráveis, de Vitor Hugo (1.912), O tempo e o Vento, de Érico Veríssimo (2.832) ou qualquer obra que exija disposição intelectual e bíceps bem preparados – tudo registrado em algumas linhas.
       Já estamos quase na metade do ano que começou ainda outro dia, o que dá uma sensação de urgência em tudo o que nos cerca. Viramos Lebre de Março, o coelho do País das Maravilhas, de Carroll, sempre com um enorme relógio das mãos, “dois dias” atrasado e para quem o eterno dura às vezes apenas um segundo.
      Não adianta, não vai dar tempo de fazer tudo. É melhor ler 49 resumos de livros do que um romance inteiro? Ouvir três músicas no espaço que teríamos para ouvir uma? Ou apertar a tecla FF (ainda existe?) para acelerar a reprodução de um filme?
         Mas se você chegou até aqui é bom saber que gastou sete minutos para ler esse texto.  

PESTANA, Paulo. Não vai dar tempo. Correio Braziliense, 21 de junho de
2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/nao-vai-dartempo/. Acesso em: 22 jun. 2023. Adaptado.
No 2º parágrafo, há uma lacuna propositadamente inserida, que deve ser preenchida por uma das versões da escrita dos porquês. Diante do contexto apresentado no parágrafo citado, a versão correta da escrita a ser aplicada é: 
Alternativas
Q2235948 Português
Marque a alternativa com erro /desvio ortográfico.
Alternativas
Q2233514 Português
A respeito do emprego dos porquês, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) O termo sublinhado pode ser substituído por “visto que”. (2) O termo sublinhado pode ser substituído por “por que motivo”.
(_) Perguntei por que demora tanto tempo para o recebimento do cartão. (_) Ele não veio, porque estava sem carro. (_) Gostaria de saber por que você não me ligou.
Alternativas
Q2229877 Português
Considere as seguintes manchetes:
1. ___________ quem pula o café da manhã tem maior risco de doenças? 2. Mulher é diagnosticada e curada de câncer do pulmão no mesmo dia; entenda o ___________
Disponível em: https://oglobo.globo.com/. Adaptado.
Assinale a alternativa cujos termos preenchem correta e respectivamente as lacunas das manchetes 1 e 2.
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Q2229617 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Portugueses e brasileiros

Sírio Possenti

Estamos acostumados a pensar que as diferenças entre o português do Brasil (PB) e o de Portugal (o europeu, PE) são lexicais e relativas ao gerúndio. Onde dizemos “fila” eles dizem “bicha”, onde dizemos “camiseta” eles dizem “camisola” (Cristiano Ronaldo joga com a 7) e muitos outros casos.
O dicionário contrastivo Luso-Brasileiro de Mauro Villar que dorme na minha biblioteca tem 320 páginas. É verdade, no entanto, que às vezes falta-lhe critério, como vejo abrindo-o ao acaso e encontrando “ginecómano”, significando “ginecômano” – ou seja, trata-se apenas de uma diferença de pronúncia. O volume poderia ser menor, provavelmente.
Aprendemos também que, onde empregamos gerúndios, eles empregam infinitivos (“jogando” x “a jogar”). E veio daí também uma ojeriza total aos gerúndios todos, em época recente, ______ pensaram alguns que, se os portugueses não os empregam, devemos fazer o mesmo – e com todos!
Mas isso é quase folclore. Estudos mais sofisticados de história e da variação nas duas ‘variedades’ de português mostram que os fenômenos não são tão simples. Há quem defenda que o PB é uma continuação do PE, já que todas as variantes que se encontram aqui se encontram também lá. Mas nem todos pensam assim, e postulam que há uma ruptura entre as duas variedades (línguas?), decorrente do contato aqui havido com línguas africanas. Tudo depende um pouco dos dados postos em relevo.
Quem anda uns dias pela terrinha sabe que há muitas diferenças de pronúncia pouco tematizadas (______ os lugares comuns se repetem), algumas das quais não serviriam como fundamento para quem desejasse que o português de Portugal fosse nosso modelo (...).

Disponível em: https://cienciahoje.org.br/coluna/portugueses-e-brasileiros/. Adaptado.
Assinale a alternativa cujos termos preenchem correta e respectivamente as lacunas do texto.
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Q2224421 Português
“Teoria é quando se sabe tudo e nada funciona. Prática é quando tudo funciona e ninguém sabe porquê. Neste recinto, conjugam-se teoria e prática: nada funciona e ninguém sabe porquê.” Na estruturação desse texto, o erro está
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Q2224099 Português
Por que a girafa tem um pescoço tão longo?

      Em um artigo publicado na revista Science, em 2022, um grupo de pesquisadores descreveu um fóssil incomum de um ancestral da família das girafas do Mioceno inicial (há cerca de 16,9 milhões de anos) chamado Discokeryx xiezhi.

     O fóssil foi encontrado no norte da China e apresenta uma morfologia peculiar da cabeça e do pescoço. Conforme descrito pelos autores, essa diversidade provavelmente estava relacionada a um comportamento de combate extremo de cabeçadas. Eles sugerem que a seleção para esse tipo de combate também desempenhou um papel na formação dos pescoços longos do grupo.

(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.) 
Em relação ao uso dos porquês, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2223542 Português
A respeito do emprego dos porquês, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Por que (2) Porque (3) Por quê (4) Porquê
(_) Não comprei aquele livro, ______ era muito caro. (_) ______ livros de ficção científica não são recomendados? (_) Ela foi embora e não disse ______. (_) Você sabe o ______ de tanta confusão.
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Q2220844 Português
Julgue o item a seguir.

Na sentença “Sempre se perguntou por que o tratavam assim”, há um erro de grafia, uma vez que o termo destacado deveria ser “porque”.
Alternativas
Q2210528 Português
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 10, 11 e 27: 
Alternativas
Q2209240 Português
Assinalar a alternativa que apresenta o emprego CORRETO dos porquês:
Alternativas
Q2207687 Português
Direitos humanos à mesa

     A cadeia de produção de alimentos que se delineou a partir da década de 1980 se caracteriza pela interconexão entre empresas produtoras de sementes, químicas e de biotecnologias agrícolas. Isso permite que empresas desenvolvam, fabriquem e distribuam sementes geneticamente modificadas, que costumam ser quimicamente dependentes do uso de pesticidas. Nesse sentido, é como dizer que "se compra o pacote todo", porque os produtos não são vendidos separadamente.
     Quando as sementes são geneticamente modificadas, a sua produção inclui diversos atores, como as empresas provedoras dos traits (características genéticas) que concedem licenças para as novas características de modificação genética, as grandes empresas que utilizam essas sementes, mas que podem também desenvolver as suas sementes proprietárias, e, finalmente, outras empresas de sementes que desenvolvem variedades distintas e adaptáveis _______ diferentes condições climáticas e de solo.
       Assim, ainda na primeira etapa da cadeia de produção de alimentos — a dos insumos agrícolas —, a semente que é cultivada aqui no Brasil está necessariamente relacionada _______ indústria global de tecnologias bioquímicas.
      O argumento que justifica essa prática "inovadora" é a escassez de alimentos e a necessidade de produzir cada vez mais para atender às demandas mundiais, e, para garantir a alta produção agrícola, são necessários os pesticidas. O que se alega é que a solução do problema não passa por livrar o campo dos pesticidas, já que isso acarretaria grande perda de safras, o que seria insustentável economicamente.

      O argumento das empresas do mercado é o mesmo de sempre: grandes monoculturas dependem de pesticidas. Hoje, não só o milho, a soja e o algodão estão aprisionados nessas práticas, mas também o cultivo de verduras, de frutas e de legumes. A justificativa não parece válida, pois dados apontam que há um brutal desperdício e uma má distribuição de alimentos e não escassez. Então, qual seria o motivo para se conectar geneticamente sementes com pesticidas? Restringir a autonomia do agricultor e aumentar o poder das empresas do setor.

(Fonte: Ciência Hoje — adaptado.)
Na frase “Então, qual seria o motivo para se conectar geneticamente sementes com pesticidas?” é possível substituir o termo sublinhado, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FGV Órgão: DPE-RS Provas: FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área Jurídica - Processual | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área Administrativa - Administração | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Economia | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Contabilidade | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Tecnologia da Informação | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Tecnologia da Informação - Segurança da Informação | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Tecnologia da Informação - Banco de Dados | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Tecnologia da Informação - Infraestrutura e Redes | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Tecnologia da Informação - Desenvolvimento de Sistemas | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Arquitetura | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Comunicação Social | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Engenharia Civil | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Psicologia | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Assistência Social | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Farmácia | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Engenharia Elétrica | FGV - 2023 - DPE-RS - Analista - Área de Apoio Especializado - Engenharia Mecânica |
Q2207263 Português


A frase abaixo que mostra uma forma inadequada do termo sublinhado é:

Alternativas
Q2206710 Português
Tecnologia estimula volta de jovens ao campo

      A noção de que o meio rural é atrasado e conservador está ultrapassada. Os jovens rurais estão cada vez mais conectados ____ redes sociais, têm acesso à tecnologia e estão engajados com temas atuais, como empoderamento feminino, igualdade de gênero, sustentabilidade e diversidade.
     O avanço das tecnologias de informação também favorece o retorno de jovens para o campo, pois os permite cursar a graduação e permanecer no campo com as opções de ensino a distância (EaD). Há, ainda, iniciativas de formação e capacitação oferecidas por cooperativas e outras instituições.
      Esse fenômeno está acontecendo mundialmente. Nos Estados Unidos, um estudo da National Young Farmers Coalition sobre o impacto dos jovens na agricultura aponta que eles estão mudando o modelo de produção de alimentos, buscando formas de tornar ____ agricultura mais eficiente e rentável enquanto honram as tradições familiares.
    A pandemia de covid-19 e o trabalho remoto impulsionaram a migração dos jovens para as áreas rurais, tendo na internet um instrumento fundamental para a inclusão nos processos produtivos e propondo uma nova dinâmica para o campo.
     De acordo com o Censo de 2010 do IBGE, 6,5 milhões de jovens entre 18 e 32 anos vivem no campo. A nova contagem populacional deverá mostrar o aumento desse público. Estimativas preliminares apontam que as regiões com grande participação do agronegócio, como Mato Grosso do Sul, tiveram crescimento populacional acima da média nacional.
     Os jovens que estão retornando ou chegando ao campo promovem a oxigenação do modelo produtivo. A tecnologia e a conectividade não são os únicos temas levantados pela nova geração, que se preocupa com a consciência social.
     Diferentemente das gerações anteriores, quando o acesso à escola era difícil, com a internet os jovens rurais têm mais acesso à educação formal e à capacitação, o que aumenta o nível de educação da população. Ao mesmo tempo, conseguem uma carga horária flexível e independência, o que os permite ter mais controle das atividades no campo.
   Sem a necessidade de realizar muitos dos trabalhos pesados, que já foram absorvidos pelas máquinas agrícolas, os jovens rurais promovem renovação do perfil do profissional no campo.

(Fonte: Estadão — adaptado.) 
Em relação ao uso dos porquês, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Ela não soube explicar o ____________. Ele foi embora ____________?
Alternativas
Q2202366 Português
Lixo hospitalar do século 16 é encontrado em poço na Itália

De potinhos de coleta de urina a itens pessoais de pacientes, a descoberta revela detalhes sobre os hábitos de higiene da época. Confira.

Em abril, arqueólogos anunciaram a descoberta de uma série de equipamentos médicos do Ospedale dei Fornari, um hospital fundado em 1564, em Roma.

O achado se deu no que um dia funcionou o Fórum de César, feito por Júlio César em 50 a.C. O Ospedale dei Fornari , construído nas redondezas do antigo fórum, teria usado o local como depósito de lixo potencialmente infeccioso - uma tentativa de reduzir a propagação de doenças.

As escavações aconteceram em 2021. Os arqueólogos encontraram uma câmara de 2,8 metros de profundidade, revestida de tijolos e com uma camada de argila compacta cobrindo tudo. Os pesquisadores acreditam que o buraco tenha sido usado apenas uma única vez - o lixo foi jogado e depois o poço foi selado.

O que os arqueólogos encontraram?

O interior do poço guardava pequenos vasos intactos, cacos de cerâmicas, potes de vidro e itens pessoais, como estatuetas e medalhas. Mais da metade dos vasos de vidro (inteiros ou em pedaços) recuperados do lixão são provavelmente o que os médicos antigos chamavam de matula - um potinho de coleta de urina.

Durante a Idade Média e o Renascimento, a prática da uroscopia era uma ferramenta diagnóstica central para os médicos. Era um exame 100% visual: o médico analisava alterações na cor, a presença de sedimentos, o cheiro e até o gosto do xixi. Com isso, era possível saber se o paciente tinha condições como icterícia, doença renal e diabetes.

Havia também vários grampos de chumbo comumente usados em ferragens de móveis, além de madeira queimada. Isso pode ser evidência de uma medida higiênica historicamente conhecida: a queima (e descarte) de móveis e outros itens que entraram em contato com pacientes com doenças infecciosas, como a peste bubônica.

O estudo também identificou itens de cerâmica usados para cozinhar e comer. Ao entrar no hospital, cada paciente recebia seus próprios pertences (jarra, copo, tigela e prato), como medida de higiene.

Antes da pesquisa, o descarte moderno de resíduos hospitalares e médicos para prevenir a propagação de doenças não recebia a devida atenção arqueológica. "[Essas descobertas] aumentam significativamente nossa compreensão das práticas de descarte de resíduos no Renascimento, ao mesmo tempo em que destacam a necessidade de uma visão mais completa dos regimes de higiene e controle de doenças do início da Europa moderna", escrevem os autores do artigo, publicado pela Cambridge University Press.

Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Lixo hospitalar do século 16
 é encontrado em poço na Itália. Superinteressante. Disponível em: add
o-emmmpocoo-na-itaaa
.br/historia/lixo-hospitalar-do-seculo-16-e-encontrado-em-poco-na-italia/
Acesso em: 16 maio, 2023.
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona os porquês do português brasileiros a exemplos de seu uso, preenchendo as lacunas: 
Primeira coluna: porquês
(1)Porquê (2)Porque (3)Por quê (4)Por que

Segunda coluna: contextos de uso
(__)As pesquisas arqueológicas são fundamentais e nem sempre ganham visibilidade, ______?
(__)É importante darmos atenção para as descobertas da arqueologia, ______ elas nos ensinam sobre nosso passado.
(__)______ não estamos olhando para as descobertas arqueológicas com a atenção que elas merecem?
(__)Precisamos questionar o ______ de não termos mais contato com pesquisas arqueológicas.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Respostas
361: C
362: B
363: C
364: D
365: D
366: C
367: B
368: C
369: E
370: D
371: B
372: A
373: D
374: E
375: C
376: B
377: B
378: E
379: B
380: D