Questões de Concurso Sobre por que- porque/ porquê/ por quê em português

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Q4378827 Português
Considerando o uso dos porquês, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4378348 Português

Considerando o uso dos porquês, analisar os itens.



I. Eu não sei porque o sistema falhou.


II. A vida sempre tem um porquê, mesmo que não o compreendamos.


III. Você não entregou os relatórios no prazo. Por que?


IV. Não se preocupe, porque tudo vai dar certo.



Está CORRETO o que se afirma:

Alternativas
Q4377298 Português
A demência é o pior desafio do envelhecimento


    No Brasil, a faixa etária que mais cresce é a dos que estão acima dos 65 anos. Em números arredondados: em 2010 eram 20 milhões, contingente que aumentou para 22 milhões no Censo de 2022.
    Os demógrafos definem o índice de envelhecimento dividindo o número de habitantes com mais de 65 anos pelo de crianças entre zero e 14 anos. Em 2010, o índice era de 30%, ou seja, 30 pessoas com mais de 65 anos para cada 100 crianças. Em 2022, esse índice subiu para 55%.
   Graças à redução da fecundidade e dos nascimentos, a pirâmide etária no Brasil começou a mudar de formato a partir dos anos 1990. A base foi se alargando com o passar dos anos, como aconteceu nos países mais ricos. A diferença é que neles as mudanças ocorreram em mais de 60 anos; aqui, em metade desse tempo.
    O envelhecimento dos brasileiros é visível nas ruas e no ambiente familiar. Em meados do século 19, Machado de Assis descreveu "um velho gaiteiro de cinquenta anos" num de seus contos. Hoje, quando perdemos um parente de 70 anos, dizemos que morreu moço. O envelhecimento interfere na organização da sociedade. A Previdência Social terá condições de pagar aposentadorias mensais até os 90 anos, enquanto o número dos que chegam ao mercado de trabalho não para de diminuir? As empresas continuarão a considerar velhos e demitir funcionários de 50 ou 60 anos?
    Na área da saúde, as consequências poderão ser trágicas. Os brasileiros envelhecem mal: quando chegam aos 60 anos, mais da metade sofre de hipertensão arterial; o número de pessoas com diabetes deve andar perto dos 20 milhões; os índices de obesidade com seu cortejo de complicações aumentam a cada pesquisa do Vigitel.
    Nessa faixa etária, é cobrada a conta do fumo, do abuso de álcool e de drogas ilícitas, do sedentarismo e do consumo de alimentos ultraprocessados. Hoje, cerca de 80% dos atendimentos no SUS são de problemas crônicos que requerem controle pelo resto da vida. Doenças cardiovasculares e câncer são as principais causas de óbito. Criado no fim dos anos 1980, o sistema único não foi pensado para lidar com essa realidade.
      Estamos preparados para enfrentar problemas dessa magnitude? Claro que não. Se o Japão, a Suécia e a Finlândia não estão, nós, neste país continental com tantas diferenças regionais, baixo nível educacional e distribuição de renda imoral, é que estaríamos?
     De todos os desafios do envelhecimento, nenhum se compara ao das demências, tragédia que cai nos ombros dos familiares sem que o SUS esteja preparado para ajudá-los. Uma pessoa incapaz de se vestir, tomar banho, comer sozinha ou entender o que se passa ao redor exige cuidados dia e noite, geralmente a cargo de uma mulher da família, obrigada a **interromper a carreira e a vida pessoal **por anos consecutivos.


Autor: Drauzio Varella - GZH (adaptado)
Analise as assertivas quanto ao emprego das palavras e expressões destacadas:


I. Ainda não se sabe por que o sistema de saúde não se preparou adequadamente para o rápido envelhecimento da população.
II. Muitos familiares abandonam temporariamente a vida profissional porque precisam assumir os cuidados de pessoas com demência.
III. Há décadas, especialistas alertam para os impactos do envelhecimento populacional sobre a Previdência e o SUS.
IV. A sociedade precisa agir afim de ampliar a proteção às pessoas idosas em situação de maior vulnerabilidade.


Está(ão) correta(s):
Alternativas
Q4376525 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da expressão destacada está correto segundo a norma padrão: 
Alternativas
Q4371194 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Garnier


Crônica publicada por Machado de Assis em outubro de 1893, após a morte do livreiro e editor B. L. Garnier, cuja livraria funcionava na Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro.


Durante meio século, Garnier não fez outra coisa, senão estar ali, naquele mesmo lugar, trabalhando. Já enfermo desde alguns anos, com a morte no peito, descia todos os dias de Santa Teresa para a loja, de onde regressava antes de cair a noite.


[...] os cemitérios são tristes, não em si mesmos, ao contrário. Quando outro dia fui a enterrar o nosso velho livreiro, vi entrar no de S. João Batista, já acabada a cerimônia e o trabalho, um bando de crianças que iam divertir-se. Iam alegres, como quem não pisa memórias nem saudades.


Vivos há-os ainda, e dos bons, que alguma coisa se lembrarão daquela casa e do homem que a fez e perfez. Editar obras jurídicas ou escolares, não é mui difícil; a necessidade é grande, a procura certa. [...] Quem a vê agora, fechadas as portas, trancados os mostradores, à espera da justiça, do inventário e dos herdeiros, há de sentir que falta alguma coisa à rua.


Pessoalmente, que proveito deram a esse homem as suas labutações? O gosto do trabalho, um gosto que se transformou em pena, porque no dia em que devera libertar-se dele, não pôde mais; o instrumento da riqueza era também o do castigo. [...] Valha sequer a memória, ainda que perdida nas páginas dos dicionários biográficos. Perdure a notícia, ao menos, de alguém que neste país novo ocupou a vida inteira em criar uma indústria liberal, ganhar alguns milhares de contos de réis, para ir afinal dormir em sete palmos de uma sepultura perpétua. Perpétua!


Vocabulário: perfez: concluiu, completou (do verbo "perfazer"). mui: muito. labutações: trabalhos árduos. devera: deveria. contos de réis: unidade de conta da antiga moeda brasileira.


ASSIS, Machado de. Garnier. In: ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. v. 2. Publicado originalmente em Páginas recolhidas (Rio de Janeiro: Garnier, 1906). Disponível em:

https://machado.mec.gov.br/obra-completa-lista/item/download/44_efbd a0d80ae2b6fd9a0cab326fad708c. Acesso em: 16 set. 2026. (Fragmento adaptado: supressões indicadas por [...] e grafia atualizada conforme o Acordo Ortográfico vigente.)

Leia o trecho a seguir, elaborado para esta questão a partir de informações do texto.
Um leitor da crônica quis saber _______ Garnier não abandonava a livraria mesmo enfermo; o cronista sugere o __________ dessa conduta ao dizer que o gosto do trabalho se tornara pena. Durante meio século, o livreiro não fez outra coisa ________ trabalhar e, ________ houver quem ainda se lembre dele, sua memória ficará perdida nos dicionários biográficos. ________ mais de cem anos, Machado de Assis registrou essa história.
Assinale a alternativa que preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas.
Alternativas
Q4360624 Português
Assinale a alternativa em que o emprego do "porquê" está CORRETO, de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q4354321 Português

MISANTROPIA


    Passados já vários dias do provável ataque hacker ao sistema da defesa civil, até hoje ninguém sabe quem invadiu milhões de celulares brasileiros, seja para mandar avisos de tempestades fortes, seja apenas para lançar apenas a palavra misantropia.

    Me lembrei do famoso caso provocado pelo escritor americano Orson Welles, em 1938, contando a história de A Guerra dos Mundos pelo rádio e simulando uma invasão alienígena. Foi um pânico em massa. As pessoas ficaram desesperadas. Queriam fugir dos marcianos, sem saber bem para onde.

    Entretanto, o falso aviso inesperado da defesa civil não provocou nada. No meu celular veio o ataque de chuvas fortes. Como já era tarde, e eu já estava deitada para dormir, minha vida não mudou em nada. Fiquei até feliz que a tal chuva forte iria me pegar na cama.

    Para outras pessoas que receberam em suas telas somente a palavra misantropia também não significou absolutamente nada. Seja porque não sabiam o que significava misantropia, seja porque não entenderam coisa nenhuma. O que me leva à conclusão que até para provocar pânico, as pessoas têm de ser minimamente inteligentes como um Orson Welles.

    O possível misantropo, que tem tanto ódio pela humanidade, deve ter percebido que não se consegue espalhar ódio pelo celular só com uma palavra. Ou seja, o fato dele ou sua mensagem existir não alterou a vida de alguém. Só podemos lamentar que esse misantropo se deu ao trabalho de hackear tantos celulares à toa. Creio que agora ele ainda vai ficar com ainda mais ódio de todos nós.

    Li em algum lugar que, pelo menos, algumas pessoas pesquisaram sobre o significado de misantropia e assim aprenderam algo. Se lessem O Misantropo do escritor francês Molière eu ficaria ainda mais feliz. Afinal, o destino do personagem chamado Alceste teria muito a ensinar aqueles que pensam que são os donos da verdade e que o resto do mundo não serve para nada.

    Não entendo bem como alguém possa ser misantropo. Não há como escapar. Vivemos em sociedade e a solidão absoluta e voluntária é algo terrível. Minha sugestão ao misantropo é que já que ele acha que a humanidade não presta, faça algo para ajudar a melhorá-la. Da próxima vez, use esse imenso poder de falar com milhares de pessoas ao mesmo tempo e explique o significado da palavra empatia. Será muito bom para ele mesmo e para tanta gente que se elege, trabalha em Brasília e não dá a mínima para o povo brasileiro.


(https://www.miriambevilacqua.com.br/)

Assinale a alternativa em que o emprego do uso dos "porquês" está correto. 
Alternativas
Q4352066 Português
Assinale a alternativa que reescreve o trecho destacado em “...para que as pessoas saibam produzir sentidos, reconhecer desigualdades e compreender por que algumas formas de falar e escrever recebem mais prestígio do que outras.” (linhas 31-33), mantendo a correção gramatical. 
Alternativas
Q4351910 Português
Bombardeio russo destrói 8 milhões de livros na Ucrânia; 'Ataque contra a cultura', denuncia editora

        Rússia bombardeou armazém no nordeste da Ucrânia durante o fim de semana. Kiev acusa Moscou de ter centros culturais como alvo na guerra. 

        Um bombardeio russo contra um armazém no nordeste da Ucrânia durante o fim de semana destruiu oito milhões de livros, informou a editora nesta segunda-feira (3), classificando o fato como um ataque contra a cultura ucraniana.

        Não é a primeira vez que a Rússia ataca um importante centro editorial. Kiev inclusive acusa Moscou de ter esses locais como alvo.

        "Trata-se da maior perda para a infraestrutura editorial da Ucrânia desde o início da guerra em grande escala", em 2022, afirmou a editora Ranok.

        Um repórter da AFP viu no sábado os bombeiros lutando para controlar o incêndio no depósito de Kharkiv, horas depois de a Rússia lançar um ataque com drones e mísseis.

        O diretor da editora, Viktor Kruglov, classificou o episódio como "um ataque contra a educação e a cultura ucranianas". 

        No mês passado, um bombardeio contra um armazém próximo a Kiev também reduziu a cinzas 800 mil livros, segundo a editora, cujo catálogo inclui obras de George Orwell e Barack Obama.

        Ao longo da guerra, a Rússia atacou com frequência museus, galerias, estúdios de cinema, igrejas e outros locais de importância cultural na Ucrânia.

(https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/08/03/ataque-russoqueima-oito-milhoes-de-livros-na-ucrania-denuncia-editora.ghtml) 
Assinale a alternativa que completa, respectivamente, as orações abaixo:
"Não entendi o ___________ disso. __________ estava chorando?"
Alternativas
Q4339125 Português
TEXTO I
O sapo e o escorpião

Certo dia, um escorpião viu um sapo à beira de um riacho. Visto que queria cruzar esse curso de água para o lado oposto, chamou este animal verdinho e lhe disse:
- Poderia o amigo ajudar-me a atravessar para o outro lado? Mas o Sapo, desconfiado, reconheceu em quem o interpelava um inimigo mortal e, movido de grande prudência, retrucou-lhe:
- Certeza que não, pois você me fará mal. Nisso, o escorpião respondeu:
- Tal fato é impossível, pois nós dois teríamos um fim trágico. O sapo, convencido pelo outro, acreditou nessa ideia, colocando o Escorpião sobre as suas costas enquanto se movimentava para o lado oposto do ribeiro. Tudo parecia correr bem, até que este segundo ergueu o ferrão e cravou-o nas costas do pobre anfíbio que, agonizando atônito, bradou:
- Por que fizeste tamanha maldade? Nisso, antes do naufrágio, o escorpião lhe respondera:
- Ora, ser traiçoeiro está na minha natureza e isso eu não posso impedir, caro amigo!

Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O sapo e o escorpião. Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).
Assinale a alternativa cuja expressão em destaque esteja escrita corretamente segundo as regras ortográficas vigentes da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4319551 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da expressão destacada está correto:
Alternativas
Q4318662 Português
O emprego adequado das diferentes formas da palavra porquê exige a identificação da função sintática e do contexto em que cada ocorrência aparece. Em textos formais, a escolha entre por que, porque, por quê e porquê depende da estrutura da oração e da intenção comunicativa, constituindo um dos tópicos mais recorrentes em avaliações de Língua Portuguesa. Considerando as regras da norma-padrão, preencha as lacunas apresentadas na Coluna 01 com a classificação correspondente na Coluna 02.

Coluna 01

(__)Gostaria de compreender o _______ da resistência apresentada pelos participantes durante a audiência.
(__)O pesquisador perguntou _______ determinados resultados divergiam das hipóteses inicialmente formuladas.
(__)O processo foi arquivado _______ não havia elementos suficientes para o prosseguimento da investigação.
(__)A decisão foi alterada _______?

Coluna 02

I.Porque
II.Por quê
III.Porquê
IV.Por que

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Alternativas
Q4309801 Português

Texto para o item.



Cultura da leitura em declínio e o avanço

do analfabetismo funcional no Brasil




    O hábito da leitura entre os brasileiros está em queda. Em um território com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil tem cerca de 93,4 milhões de leitores (quem leu ao menos um livro nos três meses anteriores), o que corresponde a 47%. Entretanto, o número de não leitores representa 53% da população.


    A queda, no entanto, não é apenas percentual. O resultado representa uma diminuição da capacidade de concentração e compreensão, acendendo um alerta sobre o avanço do chamado analfabetismo funcional. A condição, segundo a Unesco, abrange pessoas que até reconhecem letras e números, mas não conseguem interpretar textos simples e usar a leitura e a escrita no cotidiano, o que afeta o desenvolvimento pessoal e a plena cidadania.


    Os dados da pesquisa indicam que, além da redução do hábito da leitura, houve declínio na compreensão do que se lê. Uma das explicações para essa diminuição é reflexo do acesso instantâneo a informações, por meio da internet e, em especial, das redes sociais.


    Nesse sentido, recentemente, o distanciamento das telas, proporcionado pela proibição do uso de tablets e celulares por alunos em escolas, já mostra efeitos positivos. Após a implementação da norma, as escolas já relataram aumento considerável de empréstimos de livros em bibliotecas.


    Plataformas interativas, jogos narrativos e projetos digitais usados com responsabilidade também podem ser aliados para despertar o interesse e ampliar a compreensão por meio da experiência. Paralelamente, uma junção de livros e recursos digitais já vem ganhando espaço na rotina dos brasileiros: os audiolivros. O formato levanta debates, mas especialistas o veem como uma ferramenta complementar e alternativa em meio a rotinas sobrecarregadas.


    Se a formação de leitores é um desafio, o papel das bibliotecas públicas nesse processo parece cada vez mais fragilizado, já que apenas 5% dos entrevistados afirmam ter nesses espaços sua principal forma de acesso a livros. Portanto, é essencial um reforço com investimento público na modernização desses ambientes em todo o país. Assim, transformadas em centros dinâmicos de aprendizagem, as bibliotecas poderão responder à revolução digital e atuar na raiz do analfabetismo funcional, garantindo que o acesso à leitura se converta em real compreensão textual e cidadania para os brasileiros.


Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).




Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No fragmento “já que apenas 5% dos entrevistados afirmaram ter nesses espaços sua principal forma de acesso a livros.”, a locução conjuntiva explicativa “já que”, que introduz a justificativa para a fragilização do papel das bibliotecas, poderia ser corretamente substituída pelo vocábulo por que, preservando-se a correção gramatical do período.
Alternativas
Q4304197 Português
Imagem associada para resolução da questão

BROWNE, Chris. Hagar o horrível. Disponível em <https://www.instagram.com/p/DYX9RmfJv0N/>.

O enunciado "Por que diz isso?", empregado na fala da personagem da charge acima, pode ser reescrito corretamente como:
Alternativas
Q4303631 Português
"Não sei ____________ ela não foi à reunião ontem.” A palavra que completa corretamente a frase é: 
Alternativas
Q4281308 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


À instabilidade das coisas do mundo

Gregório de Matos

Nasce o Sol e não dura mais que um dia,
Depois da luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.


Porém se acaba o sol, por que nascia?
Se é tão formosa a luz, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?


Mas no sol e na luz BBfalta a firmeza,
Na formosura não se dê constância,
E na alegria sinta-se tristeza.


Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza
A firmeza somente na inconstância.


Fonte: MATOS, Gregório. Gregório de Matos: poemas. 2. Ed. São Paulo: Martin Claret, 2013.
Considerando o uso dos porquês nos versos: “Porém se acaba o sol, por que nascia?” e “Se é tão formosa a luz, por que não dura?”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4277755 Português
Dadas as orações:
I- Aprendendo um porquê, você pode aprender todos os porquês.
II- Porque você não vai jogar?
III- Você sabe por que rodovia eles viajaram?
IV- Todo mundo ria e ninguém me dizia o por que.
O uso dos porquês está correto: 
Alternativas
Q4246937 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Se o flaneur* do século 19 prenunciava a crise de identidade, hoje o cidadão globalizado tem de se entender com seus outros espaços e tempos, que não passam somente pelo estar aqui e agora. Aqui não mais representa um lugar, e agora não mais representa um momento.


É claro que não se trata aqui de um tratado sobre guerra/terrorismo, ou mesmo sobre o conceito de nação, mas sim de tentar, pelo viés artístico, apontar as transformações por que passa nossa cultura contemporânea, marcada pela visualidade e por um estágio de intensa mistura entre as mais diversas formas de construção imagética, na qual temos de lidar com a crise das passagens entre real-virtual-real.


Para o filósofo Alain Renaud, que se tem destacado por suas análises das relações entre a cultura e a tecnologia, a noção de visibilidade cultural hoje está ligada aos processos de simulação interativa, que permitem antecipar o real físico, reproduzi-lo e manipulá-lo. Dentro dessas novas estruturas, aquela que o autor denomina "imagem espetáculo" é substituída pelo "simulacro interativo", o que gera uma transformação radical não apenas no conceito de representação, mas, sobretudo, na relação com o real.


Se analisarmos a mídia, a indústria cultural vem (re)tratando a sociedade como um espetáculo; ela tem autoridade para transformar eventos tão díspares como guerra ou vida cotidiana em simulacros de shows e games. Podemos afirmar que não estamos mais no terreno do Grande Irmão, de George Orwel, em seu livro 1984, e sim imersos no universo descrito por Peter Weil no filme Truman Show (1998), que narra a história de um vendedor de seguros (Jim Carrey) que tem sua vida virada de cabeça para baixo quando descobre que é o astro, desde que nasceu, de um show de televisão dedicado a acompanhar todos os passos de sua existência.


Não é gratuito, aqui, substituir uma referência literária por uma cinematográfica. É claro que a indústria cultural não despreza a literatura, mas o cinema há muito tempo substituiu no imaginário popular, ou das massas, para usar uma expressão cara à indústria cultural, a referência cultural. [...]


(Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/a-moda-como-manifesto-da-arte/. Acesso em: 02 jul. 2026. Adaptado.) *pessoa (do sexo masculino) que perambula, observando o que vê; flanador

No segundo parágrafo do texto, a expressão "por que" foi usada corretamente:

É claro que não se trata aqui de um tratado sobre guerra/terrorismo, ou mesmo sobre o conceito de nação, mas sim de tentar, pelo viés artístico, apontar as transformações por que passa nossa cultura contemporânea, marcada pela visualidade e por um estágio de intensa mistura entre as mais diversas formas de construção imagética, na qual temos de lidar com a crise das passagens entre real-virtual-real.

As sentenças a seguir foram adaptadas a partir de trechos do texto. Analise cada uma quanto ao uso dos porquês:

I.A indústria cultural (re)trata a sociedade como um espetáculo porque ela tem autoridade para transformar eventos tão díspares como guerra ou vida cotidiana em simulacros de shows e games.
II.No contexto atual, é preciso compreender o porquê de o cinema, há muito tempo, ter substituído, no imaginário popular, a referência cultural.
III.Por quê o cidadão globalizado tem de se entender com seus outros espaços e tempos, que não passam somente pelo estar aqui e agora?
IV.Se há diversas formas de construção imagética e temos de lidar com a crise das passagens entre real-virtual-real, também precisamos entender por que.

Está correto o uso em:
Alternativas
Q4222297 Português
Quanto ao correto uso dos porquês, marque a alternativa indevida.
Alternativas
Q4205131 Português

Analise as seguintes frases:


- Meu irmãozinho ainda não sabe ___________ nossos pais viajam tanto. 


- Não podemos saber de tudo ____________ somos apenas humanos. 


- Quero entender o _______ de tudo isso.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas dos trechos acima. 

Alternativas
Respostas
1: D
2: C
3: A
4: C
5: D
6: B
7: D
8: B
9: A
10: D
11: A
12: E
13: E
14: B
15: A
16: E
17: C
18: E
19: C
20: C