Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q3384761 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Burnout: equilíbrio entre vida profissional e pessoal é essencial contra esgotamento

Especialistas destacam como encontrar o equilíbrio no mundo atual é fundamental para evitar o esgotamento mental


Victória Anhesini


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu e classificou a síndrome do burnout como uma doença ocupacional em 2022, mas, antes disso, uma pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em 2021, já mostrava que um a cada quatro brasileiros estava sofrendo dessa condição. [...]


    Não conseguir ter equilíbrio entre vida pessoal e profissional é uma das principais causas que levam ao burnout. Segundo Larissa Fonseca, psicóloga clínica e especialista na doença, é mais complexo alcançar esse patamar quando todos estão hiperconectados, sempre prontos para atender às necessidades de colegas, líderes e clientes. [...]


     No Panorama do Bem-Estar Corporativo 2025, estudo desenvolvido pela Wellhub, 47% dos colaboradores que responderam a pesquisa afirmam que o estresse no trabalho impacta negativamente seu bem-estar mental, e 96% dos trabalhadores relatam algum nível de estresse durante o expediente. Luciana Benedetto, psicóloga especialista em neuropsicologia e bem-estar da BurnUp, reforça que o desequilíbrio decorre de pressões como metas inatingíveis e longas jornadas. [...]


    Larissa explica que, quando não há limites claros que delimitam o pessoal e o profissional, “ocorre uma sobrecarga emocional e física, que mantém o corpo em estado constante de alerta, elevando níveis de cortisol. Isso leva ao esgotamento característico do burnout”. [...]


Estratégias de prevenção


    Criar limites saudáveis entre trabalho e vida pessoal é imprescindível para evitar o burnout, apesar de que a prática tende a ser mais difícil que a teoria. [...] Outra parte importante é desenvolver práticas de autocuidado, como atividade física, meditação e hobbies. “Criar rituais de desconexão ao final do dia e evitar responder mensagens fora do expediente são passos simples, mas poderosos”, destacou Luciana. [...] 


O papel das empresas no equilíbrio


    As empresas possuem um grande papel para que haja esse equilíbrio. Afinal, segundo os dados da Wellhub, 82% dos colaboradores brasileiros acreditam que a empresa tem a responsabilidade de ajudar a cuidar do bem-estar. Além disso, 92% dos entrevistados disseram que o bem-estar no trabalho é tão importante quanto o salário, ou seja, não existe mais espaço para sacrificar o bem-estar.


    “As empresas devem criar uma cultura que valorize a saúde mental, ofertando ações afirmativas como respeito aos limites de horários e suporte psicológico”, afirmou Larissa.


   Luciana acrescenta que ter políticas como trabalho remoto e jornadas flexíveis permitem maior autonomia dos colaboradores, e que “ajudam os profissionais a equilibrar melhor suas responsabilidades pessoais e profissionais”. Ela ressalta, porém, que é necessário garantir que não haja sobrecarga ou invasão de espaço pessoal.


  “Essas práticas ajudam os profissionais a equilibrar melhor suas responsabilidades pessoais e profissionais, desde que acompanhadas por orientações claras para evitar excessos”.


   A neuropsicóloga acredita que ter um aliado corporativo [...] ajuda a desenvolver um plano que melhore o bem-estar dos colaboradores, já que toda a estratégia é baseada em conteúdo qualificado e pesquisas.    



Quando buscar ajuda profissional


   Reconhecer a hora de procurar apoio é um passo essencial na prevenção e tratamento do burnout. “Quando a sensação de exaustão não melhora, mesmo após tentativas de descanso, é hora de buscar um psicólogo ou outro profissional de saúde mental”, recomendou Larissa.[...]


Conscientização


   A pandemia trouxe à tona a importância da saúde mental no trabalho, e as duas especialistas enxergam que existe um movimento crescente de conscientização.


  Segundo os dados da Wellhub, os níveis globais de saúde mental caíram drasticamente durante a pandemia de Covid-19 e ainda não se recuperaram. [...]


   Por isso, a conscientização se torna um passo tão importante para evitar a síndrome do burnout ou outras condições psicológicas, assim como os planos de ação, sejam eles por meio de benefícios aos colaboradores ou por outros meios. [...]


Adaptado de: https://www.infomoney.com.br/saude/burnoutequilibrio-entre-vida-profissional-e-pessoal-e-essencial-contraesgotamento/. Acesso em: 15 mar. 2025.
Considerando o uso adequado da vírgula, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3384759 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Burnout: equilíbrio entre vida profissional e pessoal é essencial contra esgotamento

Especialistas destacam como encontrar o equilíbrio no mundo atual é fundamental para evitar o esgotamento mental


Victória Anhesini


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu e classificou a síndrome do burnout como uma doença ocupacional em 2022, mas, antes disso, uma pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em 2021, já mostrava que um a cada quatro brasileiros estava sofrendo dessa condição. [...]


    Não conseguir ter equilíbrio entre vida pessoal e profissional é uma das principais causas que levam ao burnout. Segundo Larissa Fonseca, psicóloga clínica e especialista na doença, é mais complexo alcançar esse patamar quando todos estão hiperconectados, sempre prontos para atender às necessidades de colegas, líderes e clientes. [...]


     No Panorama do Bem-Estar Corporativo 2025, estudo desenvolvido pela Wellhub, 47% dos colaboradores que responderam a pesquisa afirmam que o estresse no trabalho impacta negativamente seu bem-estar mental, e 96% dos trabalhadores relatam algum nível de estresse durante o expediente. Luciana Benedetto, psicóloga especialista em neuropsicologia e bem-estar da BurnUp, reforça que o desequilíbrio decorre de pressões como metas inatingíveis e longas jornadas. [...]


    Larissa explica que, quando não há limites claros que delimitam o pessoal e o profissional, “ocorre uma sobrecarga emocional e física, que mantém o corpo em estado constante de alerta, elevando níveis de cortisol. Isso leva ao esgotamento característico do burnout”. [...]


Estratégias de prevenção


    Criar limites saudáveis entre trabalho e vida pessoal é imprescindível para evitar o burnout, apesar de que a prática tende a ser mais difícil que a teoria. [...] Outra parte importante é desenvolver práticas de autocuidado, como atividade física, meditação e hobbies. “Criar rituais de desconexão ao final do dia e evitar responder mensagens fora do expediente são passos simples, mas poderosos”, destacou Luciana. [...] 


O papel das empresas no equilíbrio


    As empresas possuem um grande papel para que haja esse equilíbrio. Afinal, segundo os dados da Wellhub, 82% dos colaboradores brasileiros acreditam que a empresa tem a responsabilidade de ajudar a cuidar do bem-estar. Além disso, 92% dos entrevistados disseram que o bem-estar no trabalho é tão importante quanto o salário, ou seja, não existe mais espaço para sacrificar o bem-estar.


    “As empresas devem criar uma cultura que valorize a saúde mental, ofertando ações afirmativas como respeito aos limites de horários e suporte psicológico”, afirmou Larissa.


   Luciana acrescenta que ter políticas como trabalho remoto e jornadas flexíveis permitem maior autonomia dos colaboradores, e que “ajudam os profissionais a equilibrar melhor suas responsabilidades pessoais e profissionais”. Ela ressalta, porém, que é necessário garantir que não haja sobrecarga ou invasão de espaço pessoal.


  “Essas práticas ajudam os profissionais a equilibrar melhor suas responsabilidades pessoais e profissionais, desde que acompanhadas por orientações claras para evitar excessos”.


   A neuropsicóloga acredita que ter um aliado corporativo [...] ajuda a desenvolver um plano que melhore o bem-estar dos colaboradores, já que toda a estratégia é baseada em conteúdo qualificado e pesquisas.    



Quando buscar ajuda profissional


   Reconhecer a hora de procurar apoio é um passo essencial na prevenção e tratamento do burnout. “Quando a sensação de exaustão não melhora, mesmo após tentativas de descanso, é hora de buscar um psicólogo ou outro profissional de saúde mental”, recomendou Larissa.[...]


Conscientização


   A pandemia trouxe à tona a importância da saúde mental no trabalho, e as duas especialistas enxergam que existe um movimento crescente de conscientização.


  Segundo os dados da Wellhub, os níveis globais de saúde mental caíram drasticamente durante a pandemia de Covid-19 e ainda não se recuperaram. [...]


   Por isso, a conscientização se torna um passo tão importante para evitar a síndrome do burnout ou outras condições psicológicas, assim como os planos de ação, sejam eles por meio de benefícios aos colaboradores ou por outros meios. [...]


Adaptado de: https://www.infomoney.com.br/saude/burnoutequilibrio-entre-vida-profissional-e-pessoal-e-essencial-contraesgotamento/. Acesso em: 15 mar. 2025.
Considerando a análise de determinados elementos linguísticos do texto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. No título, o travessão poderia substituir, sem prejuízo gramatical ou de sentido, os dois-pontos: “Burnout – equilíbrio entre vida profissional e pessoal é essencial contra esgotamento”.
II. Em “Segundo Larissa Fonseca, psicóloga clínica e especialista na doença, é mais complexo alcançar esse patamar quando todos estão hiperconectados [...]”, os termos grifados desempenham a mesma função sintática.
III. Em “[...] 47% dos colaboradores que responderam a pesquisa afirmam que o estresse no trabalho impacta negativamente seu bem-estar mental [...]”, o pronome “seu” faz referência ao sujeito das duas primeiras orações desse trecho.
IV. No trecho “[...] 96% dos trabalhadores relatam algum nível de estresse [...]”, caso o trecho destacado fosse substituído por “da população”, o verbo se manteria no plural para concordar com a expressão numérica “96%”. 
V. Nos trechos “[...] ajudam os profissionais a equilibrar melhor suas responsabilidades [...]” e “A pandemia trouxe à tona a importância da saúde mental [...]”, as expressões destacadas correspondem a modificadores verbais de modo, ainda que “à tona” traga uma imagem metafórica de “superfície”.
Alternativas
Q3384751 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os impactos ambientais da computação


Intensivo em uso de energia e água, o setor responde por 1,7% das emissões de carbono na atmosfera; uma nova área de pesquisa surge para lidar com o problema 


    Parte essencial da vida moderna, a computação está em todos os lugares. É difícil imaginar o cotidiano sem os recursos do mundo digital, como internet, redes sociais, streaming de vídeo, programas de inteligência artificial e os mais variados aplicativos. Governos, organizações e empresas de diversos setores dependem cada vez mais das tecnologias da informação e comunicação (TIC). O crescente aumento da demanda computacional, contudo, gera impactos no meio ambiente. Estima-se que entre 5% e 9% da energia elétrica consumida no mundo se destine à infraestrutura de TI e comunicações em geral e ao seu uso. A Agência Internacional de Energia (IEA) alerta para uma tendência de forte aumento nessa demanda. O gasto energético de data centers, instalações com robusto poder de armazenamento e processamento de dados, e dos setores de inteligência artificial (IA) e criptomoedas, segundo a entidade, poderá dobrar no mundo em 2026 em relação a 2022, quando foi de 460 terawatts-hora (TWh) – naquele mesmo ano, o Brasil consumiu 508 TWh de energia elétrica.


    “O uso de energia é inerente à computação”, constata a cientista da computação Sarajane Marques Peres, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP) e pesquisadora do Centro de Inteligência Artificial C4AI, financiado por FAPESP e IBM. [...]


    “Todas as nossas atividades digitais, como navegar na internet, acessar redes sociais, participar de videoconferências e enviar fotos para os amigos, têm, em última instância, efeitos sobre o ambiente”, aponta a cientista da computação Thais Batista, presidente da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e professora do Departamento de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).


    A energia destinada aos data centers é usada não apenas para a operação dos servidores, mas também para manter em funcionamento seu sistema de refrigeração. “Por trabalharem sem parar em processamento numérico, os computadores aquecem, emitem calor e precisam ser resfriados e mantidos em uma temperatura razoavelmente baixa”, ressalta o cientista da computação Marcelo Finger, do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP. “A depender da matriz que produz essa energia, haverá mais ou menos efeitos nocivos no ambiente”, afirma Peres, referindo-se à emissão de dióxido de carbono (CO₂) quando são queimados combustíveis fósseis para a obtenção da energia elétrica utilizada.


    Google, Microsoft, Apple, Amazon e outras grandes multinacionais de tecnologia, as chamadas big techs, comprometeram-se a zerar suas emissões de carbono até 2030 – segundo especialistas ouvidos pela reportagem, não há indícios de que esse objetivo possa ser atingido. Em 2023, último ano com dados disponíveis, as emissões dessas companhias cresceram principalmente por causa dos sistemas de inteligência artificial, que demandam grande poder de processamento – e, portanto, elevada carga energética – para serem treinados e funcionar.


    O aumento do consumo de energia e da emissão de carbono não é o único fator que preocupa. O uso intensivo de água por data centers para manter em operação seus sistemas de refrigeração, bem como a emissão de calor no ambiente, também acendem um sinal de alerta. “O consumo hídrico é uma preocupação mais recente, visto que a maioria dos grandes data centers usa refrigeração líquida para seus equipamentos de grande porte”, ressalta o bacharel em computação científica Álvaro Luiz Fazenda, do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), campus de São José dos Campos. Uma das soluções é usar fontes de água não potável para realizar os processos de resfriamento.


    A exploração muitas vezes insustentável de elementos terras-raras e outros minerais, como silício, cobre e lítio, usados para a produção de discos rígidos, chips e baterias, e o descarte de computadores, celulares e outros aparelhos eletrônicos que rapidamente se tornam obsoletos, também elevam a pressão da computação sobre os ecossistemas. [...]


    Buscando enfrentar o problema, uma nova área de estudos, conhecida como computação verde ou sustentável, tem ganhado força no Brasil e no mundo.


    “Ela se refere ao conjunto de práticas, técnicas e procedimentos aplicados à fabricação, ao uso e ao descarte de sistemas computacionais com a finalidade de minimizar seu impacto ambiental”, explica o pesquisador da UFABC.


    A fim de alcançar esse objetivo, várias práticas têm sido propostas, como elevar a eficiência energética de hardwares e softwares, permitindo que realizem as mesmas operações consumindo menos energia. Projetar sistemas mais duradouros, reparáveis e recicláveis, que reduzam a geração de lixo eletrônico, é outra abordagem, assim como priorizar o emprego de materiais sustentáveis na produção e operação de dispositivos computacionais e o uso de energias renováveis em data centers. [...]


    Reduzir o gasto energético dos sistemas de inteligência artificial foi o que tentaram fazer os pesquisadores da startup chinesa DeepSeek. O chatbot DeepSeek-V3, lançado no fim de janeiro, causou surpresa ao apresentar desempenho comparável ao dos modelos da OpenAI e do Google, mas com custo substancialmente menor.


    “O DeepSeek é um exemplo de que é possível desenvolver IA de boa qualidade usando menos recursos computacionais e energia”, ressalta o cientista da computação Daniel de Angelis Cordeiro, da EACH-USP. “Investir em pesquisa de algoritmos mais eficientes e em melhorias na gestão dos recursos computacionais usados nas etapas de treinamento e inferência pode contribuir para a criação de uma IA mais sustentável.” [...]


Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-impactosambientais-da-computacao/ Acesso em: 15 mar. 2025.
Assinale a alternativa em que a(s) vírgula(s) tenha(m) sido empregada(s) pela mesma razão que em “Por trabalharem sem parar em processamento numérico, os computadores aquecem [...]”.
Alternativas
Q3383971 Português
Agritech como solução para a desertificação


       Vincent Martin, da FAO, destaca que a tecnologia agrícola e as práticas sustentáveis podem desempenhar um papel crucial na mitigação ou na reversão da desertificação. Isso pode ser feito por meio de gestão sustentável do solo, inovação na captação e no uso da água, desenvolvimento de culturas mais resistentes e técnicas de restauração do solo.

      Ele também ressalta que a transição parcial do cultivo a céu aberto para a agricultura protegida pode gerar uma economia significativa de água. Em climas quentes, as estufas são particularmente eficazes para mitigar os impactos das mudanças climáticas, pois permitem que os produtores controlem fatores como temperatura e umidade.

      “Estufas podem proporcionar até cinco vezes mais produtividade por área e sete vezes mais eficiência no uso da água em comparação ao cultivo tradicional em campo aberto”, afirmou Martin. Preservar os recursos naturais e reduzir a necessidade de transformar terras marginais em terras cultiváveis são metas essenciais para a agricultura sustentável.

      “O que precisamos fazer é criar um ambiente onde os estresses ambientais sejam reduzidos, permitindo que essas terras sejam utilizadas”, disse. “E é exatamente isso que produtos como o SecondSky fazem.” Com o aumento das vendas e planos para expandir a aplicação do SecondSky em uma gama ainda maior de produtos a partir de 2025, a empresa Iyris espera que manter as estufas frescas ao redor do mundo também nos ajude a combater o calor fora delas.

Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
Assinalar a alternativa em que a pontuação está INCORRETA.
Alternativas
Q3383337 Português
Desertificação e o futuro da agricultura


        O aproveitamento de terras improdutivas e a prevenção da degradação do solo serão questões cada vez mais urgentes ao longo do século. A desertificação foi um dos temas centrais da COP 16 da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação, realizada em Riad, Arábia Saudita, em dezembro, onde líderes globais discutiram formas de conter esse problema crescente.

      De acordo com a ONU, pelo menos 100 milhões de hectares de terras férteis são perdidos todos os anos – o equivalente a quatro campos de futebol de solo saudável se tornando degradados a cada segundo.

      Na Arábia Saudita, por exemplo, menos de 1% do território é considerado arável. Além disso, a demanda de água para a agricultura pode ser até três vezes maior do que a média global. Os aquíferos subterrâneos, fonte essencial de água para o cultivo, estão se esgotando rapidamente, sendo extraídos em um ritmo superior ao de sua reposição natural.

Fonte: CNN. Adaptado. 
Sobre o sinal de pontuação “—“ (travessão), utilizado no 2º parágrafo do texto, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3382255 Português
Considerando o uso da pontuação e suas implicações de sentido, analise as frases abaixo:
1. Vamos estudar, crianças! 2. Vamos estudar crianças!
Em relação às frases, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3382239 Português

Nuvens de mosquitos podem agir como redes de neurônios 


Por Osame Kinouchi e Guilherme Roncaratti Galanti 






(Disponível em: www.super.abril.com.br/ciencia/nuvens-de-mosquitos-podem-agir-como-redes-de-neuroniose-tomar-decisoes-coletivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Os símbolos das linhas 01, 12 e 24 podem ser substituídos, correta e respectivamente, por quais sinais de pontuação?
Alternativas
Q3381391 Português
O genoma obscuro e as doenças


A ilha de Panay, nas Filipinas, é mais conhecida pelas suas cintilantes areias brancas e pelo fluxo regular de turistas; mas este local idílico esconde um segredo trágico.


Panay abriga o maior número de casos existentes no mundo de um distúrbio dos movimentos incurável, chamado distonia-parkinsonismo ligado ao X − XDP, na sigla em inglês.


Como no mal de Parkinson, as pessoas com XDP desenvolvem uma série de sintomas que afetam sua capacidade de andar e reagir rapidamente a diversas situações.


Desde a descoberta do distúrbio nos anos 1970, a doença só foi diagnosticada em pessoas de ascendência filipina. Este fato permaneceu um mistério por muito tempo, até que os geneticistas descobriram que todos esses indivíduos possuem a mesma variante exclusiva de um gene chamado TAF1.


O início dos sintomas parece ser causado por um transposon no meio do gene, ou seja, um elemento móvel do DNA capaz de regular sua função de forma a causar prejuízo ao corpo ao longo do tempo. Acredita-se que esta variante genética tenha surgido pela primeira vez cerca de dois mil anos atrás, antes de ser transmitida e se estabelecer na população.


"O gene TAF1 é um gene essencial, ou seja, ele é necessário para o crescimento e a multiplicação de todos os tipos de células", afirmam os pesquisadores.


Este é um exemplo simples de como algumas sequências de DNA do genoma obscuro controlam a função de diversos genes, seja ativando ou reprimindo a transformação de informações genéticas em proteínas, em resposta a indicações recebidas do ambiente.


O genoma escuro também fornece instruções para a formação de diversos tipos de moléculas, conhecidas como RNAs não codificantes. Eles desempenham diversos papéis, desde a fabricar algumas proteínas, bloquear a produção de outras ou ajudar a regular a atividade genética.


Os RNAs produzidos pelo genoma obscuro agem como os maestros da orquestra, conduzindo como o seu DNA reage ao ambiente. E estes RNAs não codificantes, agora, são cada vez mais considerados a ligação entre o genoma obscuro e diversas doenças crônicas.


A ideia é que, se fornecermos sistematicamente os sinais errados para o genoma obscuro com o nosso estilo de vida − fumo, má alimentação e inatividade −, as moléculas de RNA produzidas por ele fazem com que o corpo entre em um estado de doença, alterando a atividade genética, de forma a aumentar as inflamações do corpo ou promover a morte celular.


Em doenças complexas, como a esquizofrenia e a depressão, todo um conjunto de RNAs não codificantes age em sincronia para reduzir ou aumentar a expressão de certos genes.


A indústria de desenvolvimento de remédios concentra-se nas proteínas, mas algumas empresas percebem que pode ser mais eficaz tentar interromper os RNAs não codificantes que controlam os genes encarregados desses processos.


No campo das vacinas contra o câncer, por exemplo, as empresas realizam sequenciamento de DNA em amostras de tumores dos pacientes para identificar um alvo adequado a ser atacado pelo sistema imunológico. E a maioria dos métodos concentra-se apenas nas regiões codificantes de proteínas do genoma. O problema é que existem apenas cerca de 20 mil proteínas no corpo e a maioria é expressa em muitas células e processos diferentes que não têm relação com a doença.


No entanto, a atividade do genoma obscuro é extraordinariamente específica. Existem RNAs não codificantes que regulam a fibrose apenas no coração, de forma que, ao medicá-los, tem-se um remédio potencialmente muito seguro, explicam os pesquisadores.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3j3616k05o.adaptado.
Em doenças complexas, como a esquizofrenia e a depressão, todo um conjunto de RNAs não codificantes age em sincronia para reduzir ou aumentar a expressão de certos genes.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3380761 Português
Os símbolos das linhas 13 e 20 podem ser substituídos, respectivamente, por quais sinais de pontuação?
Alternativas
Q3379952 Português
Por mais desenho animado


Minha esposa é apaixonada por animações e filmes infantis. Não a censuro. Entendo seu fascínio por lugares onde a magia do bem prevalece, em contraste com uma realidade carente de exemplos inspiradores.

O amor precisa da fantasia: é ele que nos faz querer estar juntos, construir uma família e resistir às lutas da vida. Os desenhos animados da infância traziam mensagens importantes: quem age com maldade sempre acaba derrotado.

O Coiote não capturava o Papa-Léguas, Tom sempre era enganado por Jerry, e Hortelino terminava como piada do Pernalonga. Vilões como Dick Vigarista e Frajola nunca triunfavam. Essas lições reforçavam que não era azar, mas uma justiça invisível protegendo o bem.

Quero acreditar em que o universo recompensa quem age com cuidado e equidade, respeitando seu lugar e evitando desonestidades. A justiça não é só para crianças; adultos também podem aprender com essas histórias.

Respeitar, agir com gentileza e seguir pelo caminho do bem trazem recompensas duradouras, mesmo que demorem. O sucesso baseado no ódio é efêmero, enquanto a verdade e a retidão triunfam com o tempo.

Deixe o destino agir contra aqueles que foram como os vilões dos desenhos em sua vida. Afinal, o que vai, volta.

Fabricio Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/por-mais-desenh o-animado-1.3344603 
No trecho "O amor precisa da fantasia: é ele que nos faz querer estar juntos, construir uma família e resistir aos desafios da vida.", a pontuação utilizada cumpre diferentes funções no texto. Com base nas regras de pontuação, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3379049 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O medo de ficar longe das telas


    Muito se tem atribuído os altos índices de transtornos mentais de crianças e adolescentes ao uso irrestrito das telas.

     Um artigo do “The New York Times”, em 2024, comentou sobre a ligação entre a proliferação de algoritmos que viciam e o colapso da saúde mental dos jovens, incluindo fatores como depressão, pensamentos suicidas e automutilação. No artigo, a colunista Michelle Goldberg menciona os impactos catastróficos do uso excessivo das redes sociais, que estimulam padrões de beleza e de popularidade irreais, e afetam os adolescentes, em especial as meninas.

    Fato é que vivemos uma epidemia de excesso de telas. Nunca se cunharam tantos termos para denominar tantos vícios. Nomofobia é um deles, até então usado para pessoas com mais idade, mas que agora inclui os jovens. A palavra vem de no mobile phobia (fobia de ficar sem celular). É o termo para descrever o medo irracional de não ter acesso à internet.

    Um estudo da Western University, liderado pela professora de Neurociência Emma Duerden, no Canadá, coletou dados que revelaram que, durante a pandemia, as crianças passaram mais que o dobro do tempo recomendado em frente às telas. Ou seja, de pouco menos de 6 horas por dia para impressionantes 13 horas por dia, quase todos os minutos em que estavam acordadas, o que provocou o aumento dos níveis de ansiedade e depressão.

    Em seu best-seller “A Geração Ansiosa”, Jonathan Haidt* apresenta estatísticas sobre a saúde mental dos jovens e explica como a redução do tempo de brincadeiras ao ar livre e a supervisão excessiva dos pais prejudicam o desenvolvimento social e emocional das crianças. Segundo ele, as crianças precisam de brincadeiras livres para que se tornem resilientes e capazes de avaliar riscos, contudo a sociedade tem privado os jovens dessas experiências importantes.

     Para o Instituto de Ciências da Educação (IES), criar ambientes livres de tecnologia em casa, como durante as refeições ou na hora de dormir, pode reduzir a dependência dos dispositivos. Hoje, conversar abertamente com os jovens sobre os riscos do uso excessivo da internet e a respeito do comportamento online responsável é fundamental.


(Carolina Delboni. www.estadao.com.br/emais/carolina-delboni/ nomofobia-o-medo-de-ficar-longe-das-telas-afeta-saude- -mental-de-criancas-e-adolescentes/?utm_source=estadao:mail Publicado em 30.09.2024. Adaptado)


*Jonathan Haidt: psicólogo social e professor da Universidade de Nova York.
A pontuação segue a norma-padrão na frase da alternativa: 
Alternativas
Q3378852 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Longe de mim querer matar você de inveja, mas dias atrás cravei os dentes numa coxinha de camarão com requeijão. Numa, não; em três. E saiba que o “inha”, aí, não é diminutivo, é tratamento carinhoso, da parte de quem por 13 anos esteve privado dessa rechonchuda maravilha.

   Bobagem minha: para morrer de inveja, você precisaria saber o que vem a ser uma coxinha de camarão com requeijão. Falo da legítima, da única, que existiu em Belo Horizonte durante pouco mais de 20 anos, até desaparecer, no ano de 1998.

   Nunca me conformei com o sumiço do pitéu com que me regalei décadas a fio, toda vez que minhas papilas gustativas visitavam a capital mineira. Alguns meses atrás, numa crônica que publiquei, escrevi logo no título: “Saudade da coxa de requeijão.” Na última linha, joguei sem maior esperança uma garrafa ao mar: “Tem por aí alguma pessoa que faz?”

   Pois não é que apareceu uma? E não qualquer pessoa: ninguém menos que Thereza Oliveira, a inventora da supracitada perdição gastronômica. De Tiradentes, para onde se mudou faz uns anos, ela ergueu um dedo, olha eu aqui!, e deixou no ar a tentação: que eu fosse aplacar a saudade da coxinha de camarão com requeijão.

   Quis a sorte que recentemente me viesse convite para lançar um livro ali, e quando escrevi a Thereza para dizer que estava a caminho, ela anunciou a coincidência: eu ia me hospedar ao lado de seu charmoso mocó tiradentino − num alto de morro onde de uns anos para cá se construíram várias casas “antigas”. Lá fui bater, salivando, mal pus a mala na pousada.

   Além de três formidáveis coxas de requeijão, Thereza me serviu a história do fabuloso salgado por ela concebido. Seu irmão Pedro morava no Rio e, nas confeitarias, achava constrangedor ter que pedir um monte de salgadinhos para matar a fome − será que não dava para fazer um salgadão? Thereza, primeiro, foi de peito de frango, que teve a ideia inédita de revestir de requeijão − até que lhe viesse a ideia melhor ainda de trocar o frango pelo camarão.


(Humberto Werneck. Esse inverno vai acabar, 2011. Adaptado)
Considere as passagens:

•  Na última linha, joguei sem maior esperança uma garrafa ao mar: “Tem por aí alguma pessoa que faz?” (3o parágrafo)
•  ... num alto de morro onde de uns anos para cá se construíram várias casas “antigas”. (5o parágrafo)

O autor colocou entres aspas o trecho e a palavra destacados para indicar, correta e respectivamente,
Alternativas
Q3376540 Português
Texto 1

Ou grego?

Sérgio Rodrigues






RODRIGUES, Sérgio. Ou grego?: In:______. A vida futura. São Paulo: Companhia das Letras, 2022. p. 69. Fragmento.
Meu amigo Joca, de quem amargo doída saudade, um dia chamou-me grego. Eu acabara de abotoar o derradeiro paletó, e ele não gostou de ver um dos necrológios, aliás escrito por outro amigo, me dizer mulato. Mulato, não, reagiu de pronto: “Grego!”. (Linhas 1-3) 

O uso das aspas, em “Grego!”, tem como justificativa
Alternativas
Q3375367 Português

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações). 

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.


No sexto parágrafo do texto, no trecho “É notório, porém, no que diz respeito à mortalidade, ocorrida entre vinte e trinta anos, que a proporção é, entre homens e mulheres, exatamente inversa”, a vírgula anterior ao vocábulo “porém” poderia ser suprimida, sem qualquer prejuízo à correção gramatical.

Alternativas
Q3375359 Português

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações). 

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.


Na primeira linha do texto, as vírgulas empregadas para intercalar o vocábulo “hoje” não podem ser suprimidas, sob pena de prejuízo à correção gramatical.

Alternativas
Q3375094 Português

Internet: <www.bvsms.saude.gov.br>  (com adaptações).

Acerca da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte.


No final do terceiro parágrafo, no trecho “no Brasil, surgiu a Vigilância Sanitária como área de estudo, e uma das mais antigas áreas no âmbito da saúde pública, em resposta a esse novo problema da convivência social.”, a frase meramente explicativa “e uma das mais antigas áreas no âmbito da saúde pública” poderia ser suprimida do período, junto a uma das vírgulas que a intercala, sem que isso resulte em prejuízo gramatical.

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FURG Órgão: FURG Prova: FURG - 2025 - FURG - Assistente em Administração |
Q3373422 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão.


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Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/04/ate-2035-a-ia-vairemodelar-o-comportamento-humano-e-os-relacionamentos/. Acesso em: 25/04/2025.
Assinale a alternativa correta quanto ao uso das “aspas” em passagens das seguintes linhas: 25 e 26; 33, 34 e 35; 67 e 68; 74 e 75; 82, 83, 84 e 85.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: CRC-SC Prova: IESES - 2025 - CRC-SC - Fiscal |
Q3371703 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


Por que as palavras de origem árabe começam com “al”? 


Almanaque, alfândega, almofada, alface, algema, algodão, alfaiate. Enorme foi a contribuição dos árabes para o vocabulário português e espanhol durante sua permanência de sete séculos na Península Ibérica. O detalhe curioso é que esse “al” fixado no início das palavras era, na verdade, o artigo definido da língua árabe. “Alquimia”, por exemplo, quer dizer “a química”. Na língua de origem, o “al” acompanha todo e qualquer substantivo, não importa se masculino ou feminino, singular ou plural. Além disso, vem sempre colado à palavra a que se refere. Outro fato marcante é que esse artigo aparece também em palavras da língua portuguesa que não começam com al. Isso porque sua segunda letra, o “l”, pode ser alterada para que seu som se harmonize com a consoante a seguir. Tudo isso reforça, para quem ouve, a ideia de que o artigo faz parte da palavra. E nós acabamos assimilando isso e juntando com os nossos artigos. Por isso ninguém fala “o godão” ou “a zeitona”. Da mesma forma, por isso o livro sagrado do Islã pode ser chamado de “Alcorão” ou “Corão”. 


(Adaptado de: https://jornalnota.com.br/2024/10/08/por-que-aspalavras-de-origem-arabe-comecam-com-al/). 
A respeito do emprego da vírgula no texto, analise as assertivas que seguem:

I. Em Almanaque, alfândega, almofada, alface, as vírgulas isolam itens em enumeração.
II. Em “Alquimia”, por exemplo, quer dizer “a química”, as vírgulas isolam o aposto resumitivo.
III. Em Além disso, vem sempre colado à palavra a que se refere, a vírgula isola o aposto.

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3370126 Português
Assinale a alternativa em que a(s) vírgula(s) são usadas para separar o aposto, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3369608 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Exposição “Os Celeiros de Farturas” celebra a criação de Mato Grosso do Sul

O Arquivo Público Estadual, localizado no segundo andar do Memorial da Cultura, está aberto para a visitação da exposição “Os Celeiros de Farturas”. A mostra, que celebra a criação do Estado de Mato Grosso do Sul, traz o processo de construção dos símbolos estaduais, como a bandeira, o brasão de armas e o hino. A exposição estará aberta ao público até o dia 15 de janeiro.

A escolha dos símbolos foi um momento histórico na formação do estado, após a assinatura da Lei Complementar nº 31/1977, em 11 de outubro daquele ano, que oficializou a divisão do antigo Estado de Mato Grosso, criando o Estado de Mato Grosso do Sul. Apesar de a criação oficial ter ocorrido em 1º de janeiro de 1979, entre a criação e a instalação, o estado ainda fazia parte de Mato Grosso, com diversas ações organizadas a partir de Campo Grande, a futura capital.

A exposição foca nas etapas dessa transição e na escolha dos símbolos que representariam o novo estado. Por meio de documentos originais, cartas, rascunhos e até um documentário, a mostra conta a história do processo que envolveu um concurso para a escolha do brasão e da bandeira, além da construção do hino estadual. Os visitantes poderão ver de perto a primeira bandeira de Mato Grosso do Sul, que faz parte do acervo exposto, acompanhada de textos explicativos que detalham a importância de cada símbolo na construção da identidade do estado.

(Disponível em: https://www.campograndenews.com.br/lado-b/diversao/exposicao-os-celeiros-de-farturas-celebra-a-criacao-de-mato-grosso-do-sul. Acesso em: 12 jan. 2025)
No trecho “A mostra, que celebra a criação do Estado de Mato Grosso do Sul, traz o processo de construção dos símbolos estaduais”, a informação contida entre as vírgulas dá ideia de:
Alternativas
Respostas
1881: D
1882: B
1883: C
1884: E
1885: B
1886: D
1887: A
1888: E
1889: D
1890: D
1891: C
1892: C
1893: D
1894: E
1895: E
1896: C
1897: D
1898: B
1899: C
1900: A