Questões de Concurso
Sobre pontuação em português
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I."É importante lembrar que a gentileza é uma das qualidades mais bonitas do ser humano, mas, como tudo na vida, isso também pede equilíbrio. Quando exageramos, o gesto pesa no corpo e na mente."
II."Ser gentil é saudável até o ponto em que o gesto deixa de vir da empatia e passa a nascer da necessidade de agradar."
III."Quando praticamos um ato de gentileza — ou somos tocados por um — o cérebro celebra."
(Os excertos foram extraídos de:
https://vidasimples.co/saude-emocional/existe-limites-para-a-gentilezacomo-manter-o-equilibrio-sem-se-anular/. Acesso em 26 nov. 2025.)
A pontuação está correta em:
Analise as sentenças a seguir a respeito da pontuação:
I. "É importante lembrar que a gentileza é uma das qualidades mais bonitas do ser humano, mas, como tudo na vida, isso também pede equilíbrio. Quando exageramos, o gesto pesa no corpo e na mente."
II. "Ser gentil é saudável até o ponto em que o gesto deixa de vir da empatia e passa a nascer da necessidade de agradar."
III. "Quando praticamos um ato de gentileza — ou somos tocados por um — o cérebro celebra."
(Os excertos foram extraídos de: https://vidasimples.co/saude-emocional/existe-limites-para-a-gentilezacomo-manter-o-equilibrio-sem-se-anular/. Acesso em 26 nov. 2025.)
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I."É importante lembrar que a gentileza é uma das qualidades mais bonitas do ser humano, mas, como tudo na vida, isso também pede equilíbrio. Quando exageramos, o gesto pesa no corpo e na mente."
II."Ser gentil é saudável até o ponto em que o gesto deixa de vir da empatia e passa a nascer da necessidade de agradar."
III."Quando praticamos um ato de gentileza — ou somos tocados por um — o cérebro celebra."
(Os excertos foram extraídos de: https://vidasimples.co/saude-emocional/existe-limites-para-a-gentilezacomo-manter-o-equilibrio-sem-se-anular/. Acesso em 26 nov. 2025.)
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I."É importante lembrar que a gentileza é uma das qualidades mais bonitas do ser humano, mas, como tudo na vida, isso também pede equilíbrio. Quando exageramos, o gesto pesa no corpo e na mente."
II."Ser gentil é saudável até o ponto em que o gesto deixa de vir da empatia e passa a nascer da necessidade de agradar."
III."Quando praticamos um ato de gentileza — ou somos tocados por um — o cérebro celebra."
(Os excertos foram extraídos de: https://vidasimples.co/saude-emocional/existe-limites-para-a-gentilezacomo-manter-o-equilibrio-sem-se-anular/. Acesso em 26 nov. 2025.)
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I."É importante lembrar que a gentileza é uma das qualidades mais bonitas do ser humano, mas, como tudo na vida, isso também pede equilíbrio. Quando exageramos, o gesto pesa no corpo e na mente."
II. "Ser gentil é saudável até o ponto em que o gesto deixa de vir da empatia e passa a nascer da necessidade de agradar."
III. "Quando praticamos um ato de gentileza — ou somos tocados por um — o cérebro celebra."
(Os excertos foram extraídos de:
https://vidasimples.co/saude-emocional/existe-limites-para-a-gentilezacomo-manter-o-equilibrio-sem-se-anular/. Acesso em 26 nov. 2025.)
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I."É importante lembrar que a gentileza é uma das qualidades mais bonitas do ser humano, mas, como tudo na vida, isso também pede equilíbrio. Quando exageramos, o gesto pesa no corpo e na mente."
II."Ser gentil é saudável até o ponto em que o gesto deixa de vir da empatia e passa a nascer da necessidade de agradar."
III."Quando praticamos um ato de gentileza — ou somos tocados por um — o cérebro celebra."
(Os excertos foram extraídos de:
https://vidasimples.co/saude-emocional/existe-limites-para-a-gentilezacomo-manter-o-equilibrio-sem-se-anular/. Acesso em 26 nov. 2025.)
A pontuação está correta em:
I. "É importante lembrar que a gentileza é uma das qualidades mais bonitas do ser humano, mas, como tudo na vida, isso também pede equilíbrio. Quando exageramos, o gesto pesa no corpo e na mente."
II. "Ser gentil é saudável até o ponto em que o gesto deixa de vir da empatia e passa a nascer da necessidade de agradar."
III. "Quando praticamos um ato de gentileza — ou somos tocados por um — o cérebro celebra."
(Os excertos foram extraídos de: https://vidasimples.co/saude-emocional/existe-limites-para-a-gentilezacomo-manter-o-equilibrio-sem-se-anular/. Acesso em 26 nov. 2025.)
A pontuação está correta em:
Dinte do estado do mundo não surpreende que tantas
pessoas acompanhem, ansiosas, o trajeto de um meteorito, o 3I/
Atlas, e rezem para que seja uma nave alienígena.
Para essas pessoas, entre as quais se incluem alguns
cientistas desesperados, o meteorito representa a derradeira
esperança da Humanidade. Os extraterrestres viriam salvar-nos
de nós mesmos — da nossa crueldade, da nossa ganância e da
nossa incompetência. Teriam o coração generoso de Mahatma
Gandhi, o talento pacifi cador de Nelson Mandela e a inteligência
bem-humorada de Chimamanda Adichie. Viriam em missão
diplomática e pedagógica, trazer-nos a paz, e, ao mesmo tempo,
explicar-nos como se administra um planeta.
Durante séculos, erguemos os olhos para os céus em busca
de deuses. Agora procuramos engenheiros. Mudou o vocabulário,
não a fé. A teologia foi substituída pela astrobiologia. Já não
esperamos o Messias — aguardamos o bom marciano.
Os massacres se multiplicam, as democracias ameaçam
entrar em colapso, os glaciares derretem, o clima enlouquece.
Diante desse cenário, a Humanidade, incapaz de arrumar a
própria casa, começa a sonhar com um síndico intergaláctico. Que
venha alguém de fora, mais sensato, mais lúcido, menos violento,
que nos diga com voz doce e levemente metálica: “Queridos
terráqueos, isto assim não pode continuar. Vamos tentar fazer
diferente?”
Quanto a mim, acho que morreria de vergonha no momento
em que o nosso bom alienígena descesse da sua nave para
apertar a mão a Donald Trump, a Vladimir Putin ou a Xi Jinping.
Talvez existam, de fato, civilizações alienígenas conscientes
da nossa existência. Suspeito que olharão para nós com imensa
piedade — ou, pior, com profundo terror.
Acredito que uma civilização só consiga alcançar um estado
de desenvolvimento tecnológico muito avançado se tiver sido
capaz, antes, de abandonar a violência e a crueldade.
Civilizações violentas tendem a servir-se do conhecimento
para produzir armas cada vez mais letais, desgastando-se em
guerras absurdas, muito antes de aprenderem a navegar entre as
estrelas. É o que está acontecendo com a nossa.
O mais provável é que o 3I/Atlas não passe de uma grande
pedra vagando sem destino — como nós. No íntimo, porém,
também eu gostaria que fosse uma nave espacial. Imagino-a
pousando suavemente no discoporto de Barra do Garças, na
Serra Azul, em Mato Grosso. Dela desceriam seres luminosos,
dotados de infi nita paciência, que, com um simples estalar de
dedos, transformariam em água todas as armas existentes no
planeta. [...]
Não virá ninguém. Nenhum gigante alado atravessará
as nuvens para nos ensinar boas maneiras cósmicas.
Continuaremos assassinando crianças, incendiando fl orestas,
discutindo em casa e no trânsito. A nave que aguardamos somos
nós: enguiçada, ruidosa, movida a contradições. Cada pequeno
gesto de solidariedade para com os mais frágeis representa um
conserto improvisado no casco. Cada sorriso sincero, um reparo
na fuselagem.
Chegaremos algum dia a navegar entre as estrelas?
Sempre que assisto ao noticiário, duvido. Depois escuto a
gargalhada da minha fi lha e volto a acreditar.
Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/jose-eduardo-agualusa/coluna/2025/11/
esperando-os-aliens.ghtml. Acesso em 01/11/2025
Dinte do estado do mundo não surpreende que tantas
pessoas acompanhem, ansiosas, o trajeto de um meteorito, o 3I/
Atlas, e rezem para que seja uma nave alienígena.
Para essas pessoas, entre as quais se incluem alguns
cientistas desesperados, o meteorito representa a derradeira
esperança da Humanidade. Os extraterrestres viriam salvar-nos
de nós mesmos — da nossa crueldade, da nossa ganância e da
nossa incompetência. Teriam o coração generoso de Mahatma
Gandhi, o talento pacifi cador de Nelson Mandela e a inteligência
bem-humorada de Chimamanda Adichie. Viriam em missão
diplomática e pedagógica, trazer-nos a paz, e, ao mesmo tempo,
explicar-nos como se administra um planeta.
Durante séculos, erguemos os olhos para os céus em busca
de deuses. Agora procuramos engenheiros. Mudou o vocabulário,
não a fé. A teologia foi substituída pela astrobiologia. Já não
esperamos o Messias — aguardamos o bom marciano.
Os massacres se multiplicam, as democracias ameaçam
entrar em colapso, os glaciares derretem, o clima enlouquece.
Diante desse cenário, a Humanidade, incapaz de arrumar a
própria casa, começa a sonhar com um síndico intergaláctico. Que
venha alguém de fora, mais sensato, mais lúcido, menos violento,
que nos diga com voz doce e levemente metálica: “Queridos
terráqueos, isto assim não pode continuar. Vamos tentar fazer
diferente?”
Quanto a mim, acho que morreria de vergonha no momento
em que o nosso bom alienígena descesse da sua nave para
apertar a mão a Donald Trump, a Vladimir Putin ou a Xi Jinping.
Talvez existam, de fato, civilizações alienígenas conscientes
da nossa existência. Suspeito que olharão para nós com imensa
piedade — ou, pior, com profundo terror.
Acredito que uma civilização só consiga alcançar um estado
de desenvolvimento tecnológico muito avançado se tiver sido
capaz, antes, de abandonar a violência e a crueldade.
Civilizações violentas tendem a servir-se do conhecimento
para produzir armas cada vez mais letais, desgastando-se em
guerras absurdas, muito antes de aprenderem a navegar entre as
estrelas. É o que está acontecendo com a nossa.
O mais provável é que o 3I/Atlas não passe de uma grande
pedra vagando sem destino — como nós. No íntimo, porém,
também eu gostaria que fosse uma nave espacial. Imagino-a
pousando suavemente no discoporto de Barra do Garças, na
Serra Azul, em Mato Grosso. Dela desceriam seres luminosos,
dotados de infi nita paciência, que, com um simples estalar de
dedos, transformariam em água todas as armas existentes no
planeta. [...]
Não virá ninguém. Nenhum gigante alado atravessará
as nuvens para nos ensinar boas maneiras cósmicas.
Continuaremos assassinando crianças, incendiando fl orestas,
discutindo em casa e no trânsito. A nave que aguardamos somos
nós: enguiçada, ruidosa, movida a contradições. Cada pequeno
gesto de solidariedade para com os mais frágeis representa um
conserto improvisado no casco. Cada sorriso sincero, um reparo
na fuselagem.
Chegaremos algum dia a navegar entre as estrelas?
Sempre que assisto ao noticiário, duvido. Depois escuto a
gargalhada da minha fi lha e volto a acreditar.
Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/jose-eduardo-agualusa/coluna/2025/11/
esperando-os-aliens.ghtml. Acesso em 01/11/2025
Leia o texto a seguir e responda à questão.
TEXTO III

Disponível em: https://www.tribunaribeirao.com.br/charge-15-03-2025/
Se a nossa existência não tem por fim imediato a dor, pode-se dizer que não tem razão alguma de ser no mundo. Porque é absurdo admitir que a dor sem fim que nasce da miséria inerente à vida e enche o mundo seja apenas um puro acidente, e não o próprio fim. Cada desgraça particular parece, é certo, uma exceção, mas a desgraça geral é a regra.
Assim como um regato corre sem ímpetos enquanto não encontra obstáculos, do mesmo modo, na natureza animal, a vida corre inconsciente e descuidosa quando coisa alguma se lhe opõe à vontade. Se a atenção desperta, é porque a vontade não era livre e se produziu algum choque. Tudo o que se ergue em frente da nossa vontade, tudo o que a contraria ou lhe resiste, isto é, tudo o que há de desagradável e de doloroso, sentimo-lo ato contínuo e muito nitidamente. Não nos atentamos à saúde geral do nosso corpo, mas notamos o ponto ligeiro onde o sapato nos molesta; não apreciamos o conjunto próspero dos nossos negócios, e só pensamos numa ninharia insignificante que nos desgosta. – O bem-estar e a felicidade são, portanto, negativos, só a dor é positiva.
Não conheço nada mais absurdo que a maior parte dos sistemas metafísicos, que explicam o mal como uma coisa negativa; só ele, pelo contrário, é positivo, visto que se faz sentir… O bem, a felicidade, a satisfação são negativos, porque não fazem senão suprimir um desejo e terminar um desgosto.
Acrescente-se a isso que, em geral, achamos as alegrias abaixo da nossa expectativa, ao passo que as dores a excedem sobremaneira.
Se quereis num momento esclarecer-vos a esse respeito, e saber se o prazer é superior ao desgosto, ou se apenas se compensam, comparai a impressão do animal que devora outro com a impressão do que é devorado.
SCHOPENHAUER, Arthur. As dores do mundo. Tradução de Jair Barboza. São Paulo: Martins Fontes, 2005. p. 1.
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Disponível em:
<https://www.portaldaliteratura.com/pensamentos.p
hp?tema=49>