Questões de Concurso
Sobre pontuação em português
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Idem, ibidem
Em relação ao texto acima, assinale a opção incorreta
Texto para a questão.

Machado de Assis. A Semana. Obra completa,
v. III. Rio de Janeiro: Aguilar, 1973, p. 652-3.
Texto para a questão.

Machado de Assis. A Semana. Obra completa,
v. III. Rio de Janeiro: Aguilar, 1973, p. 652-3.
Itens adaptados de Internet: <www.noticiaspetrobras.com.br>.
O valor do investimento chega à 65 milhões em mídia e patrocínio direto, além de R$ 5,8 milhões em dois anos para a Confederação Brasileira de Handebol.
Idem, ibidem
Com base no texto acima, julgue o próximo item.
Na linha 7, a substituição dos parênteses por um travessão logo após “poços” mantém correta a pontuação do período.
Na linha 2, as vírgulas isolam oração de natureza restritiva.
Internet: <www2.petrobras.com.br>.
Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.
As vírgulas logo após “PETROBRAS” (ℓ.2) e “Estrella” (ℓ.3) isolam aposto.
Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem de morte e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital, que chega a dispensar, por secundários, quase supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.
Esse tipo humano ignora as fronteiras. No mundo tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim. Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes.
O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente que, no entanto, mede todas as possibilidades de esperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido bem nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte maior que o todo.
Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro − audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem −, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.
Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros; as energias que visam estabilidade, paz, segurança pessoal e os esforços sem perspectiva de rápido proveito material passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.
Entre esses dois tipos não há, em verdade, tanto uma oposição absoluta como uma incompreensão radical. Ambos participam, em maior ou menor grau, de múltiplas combinações e é claro que, em estado puro, nem o aventureiro, nem o trabalhador, possuem existência real fora do mundo das idéias. Mas também não há dúvida que os dois conceitos nos ajudam a situar e a melhor ordenar nosso conhecimento dos homens e dos conjuntos sociais. E é precisamente nessa extensão superindividual que eles assumem importância inestimável para o estudo da formação e evolução das sociedades.
Na obra da conquista e da colonização dos novos mundos coube ao espírito do trabalho, no sentido aqui compreendido, papel muito limitado, quase nulo. A época predispunha aos gestos e façanhas audaciosos, galardoando bem os homens de grandes vôos. E não foi fortuita a circunstância de se terem encontrado neste continente, empenhadas nessa obra, principalmente as nações onde o tipo do trabalhador, tal como acaba de ser discriminado, encontrou ambiente menos propício.
(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. 2ª ed. Rio de
Janeiro: José Olympio, 1948, p. 36-39)
− audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem − (4°parágrafo)
Os travessões isolam, considerando-se o contexto,
Texto para a questão.


Com relação ao texto acima, julgue o item que se segue.

Com relação ao texto acima, julgue o item que se segue.

Julgue, com relação à correção gramatical, o item abaixo, que contêm trechos adaptados de matéria publicada na Internet (www.jornalatribuna.com.br).

Julgue, com relação à correção gramatical, o item abaixo, que contêm trechos adaptados de matéria publicada na Internet (www.jornalatribuna.com.br).

Julgue, com relação à correção gramatical, o item abaixo, que contêm trechos adaptados de matéria publicada na Internet (www.jornalatribuna.com.br).

Julgue, com relação à correção gramatical, o item abaixo, que contêm trechos adaptados de matéria publicada na Internet (www.jornalatribuna.com.br).

A respeito desse texto, julgue o item subseqüente.
As vírgulas empregadas nas linhas 16 e 17 têm justificativas
diversas.
A respeito desse texto, julgue o item subseqüente.
O emprego de vírgula após “evolução” (l.10) justifica-se por
isolar oração de natureza explicativa.

Com base no texto acima, julgue o próximo item.
O emprego da vírgula após “Amazônia” (l.2) justifica-se por
isolar oração coordenada conclusiva.


