Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q149048 Português
No segundo parágrafo, a informação entre travessões é um dado comprobatório da afirmação antecedente, de que os EUA vinham relegando a segundo plano a conservação de energia.
Alternativas
Q148797 Português
No trecho “fazer pré-natal, cuidar da alimentação, evitar esforços físicos, banir cigarro e álcool” (L.13-14), as vírgulas justificam-se por separarem termos que exercem a mesma função sintática e que estão coordenados.
Alternativas
Q127257 Português
O uso das aspas se justifica pelo mesmo motivo nas seguintes passagens do texto, EXCETO:

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Q113344 Português
... superando o consumo de gasolina!
A presença do sinal de pontuação no final do 2° parágrafo permite afirmar corretamente que o autor

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Q101406 Português
A respeito das estruturas lingüísticas do texto II, assinale a opção correta.
Alternativas
Q101390 Português
O período “Os rios, as montanhas (...) imprevista” (L.23-27), em consonância com a argumentação do texto, poderia ser colocado, com inicial maiúscula e antecedido do sinal de dois-pontos, logo após a frase
Alternativas
Q99017 Português
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Julgue os seguintes itens a respeito do texto acima.

A organização das idéias no último período do texto mostra que a informação apresentada depois do sinal de dois pontos constitui uma definição de “alienação” (L.17).
Alternativas
Q99007 Português
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A partir do texto acima, julgue os itens subseqüentes.

Respeitaria as regras de pontuação e de redação de documentos oficiais a inserção da expressão “por que não?” (L.6-7) no corpo de um ofício, tanto entre vírgulas quanto entre travessões, como aparece no texto.
Alternativas
Q98876 Português
"Fala-se muito em transparência hoje no Brasil."(L.1)
Assinale a alternativa em que,alterando-se a ordem dos termos do período acima,
não se tenha mantido correção quanto à pontuação.

Alternativas
Q97916 Português
Texto II

Tristeza de Cronista

A moça viera da cidade para os lados de Botafogo. No ônibus repleto, dois rapazes de pé conversavam, e sua conversa era ouvida por todos os passageiros. (Inconveniente dos hábitos atuais). Eram dois rapazes modernos, bem vestidos, bem nutridos. (Ah! Este excesso de vitaminas e de esportes!). Um não conhecia quase nada da cidade e outro servia-lhe de cicerone. Mostrava-lhe, pois, a avenida e os seus principais edifícios, a Cinelândia, o Obelisco, o Monumento dos Pracinhas, o Museu de Arte Moderna, o Aterro, o mar...
      O outro interessava-se logo pelas minúcias: qual o melhor cinema? Quantos pracinhas estão ali? que se pode ver no museu? Mas os ônibus andam tão depressa e caprichosamente que as perguntas e respostas se desencontravam. (Que fôlego humano pode competir com o de um ônibus?).
     Quanto ao Pão de Açúcar, o moço não manifestou grande surpresa: já o conhecia de cartões-postais;
apenas exprimiu o seu receio de vir o carrinho a enguiçar. Mas o outro combateu com energia tal receio, como se ele mesmo fosse o engenheiro da empresa ou, pelo menos, agente turístico.
     Assim chegaram a Botafogo, e a atenção de ambos voltou-se para o Corcovado, porque um dizia: “Quando você vir o Cristo mudar de posição, e ficar de lado e não de frente, como agora, deve tocar a campainha, porque é o lugar de saltar”. O companheiro prestou atenção.
     Mas, enquanto não saltava, o cicerone explicou ao companheiro: “Nesta rua há uma casa muito importante. É a casa de Rui Barbosa. Você já ouviu falar nele?” O outro respondeu que sim, porém sem grande convicção.
     Mais adiante, o outro insistiu: “É uma casa formidável. Imagine que tudo lá dentro está conforme ele
deixou!” O segundo aprovou, balançando a cabeça com muita seriedade e respeito. Mas o primeiro estava empolgado pelo assunto e tornou a perguntar: “Você sabe quem foi Rui Barbosa, não sabe?” O segundo atendeu ao interesse do amigo: “Foi um sambista, não foi?” O primeiro ficou um pouco sem jeito, principalmente porque uns dois passageiros levantaram a cabeça para aquela conversa. Diminuiu um pouco a voz: ”Sambista, não”. E tentou explicar. Mas as palavras não lhe ocorriam e ficou por aqui: “Foi... foi uma pessoa muito falada”. O outro não respondeu.
     E foi assim que o Cristo do Corcovado mudou de posição sem eles perceberem, e saltaram fora do ponto.
     Ora, a moça disse-me; “Você com isso pode fazer uma crônica”. Respondi-lhe: “A crônica já está feita por si mesma. É o retrato deste mundo confuso, destas cabeças desajustadas. Poderão elas ser consertadas? Haverá maneira de se pôr ordem nessa confusão? Há crônicas e crônicas mostrando o caos a que fomos lançados. Adianta alguma coisa escrever para os que não querem resolver?”
      A moça ficou triste e suspirou. (Ai, nós todos andamos tristes e suspirando!).

Meireles, Cecília. Escolha o seu sonho. São Paulo: Círculo do livro, s/d.


Analise o uso do sinal de pontuação dois-pontos nos fragmentos abaixo:

I) “O outro interessava-se logo pelas minúcias: ...” (§ 2º.)

II) “... o moço não manifestou grande surpresa: já o conhecia de cartões postais; ...” (§ 3º.)

III) “... e tornou a perguntar: “Você sabe quem foi Rui Barbosa, não sabe?” (§ 6º.)

Os dois-pontos registram, respectivamente, ocorrência das seguintes estruturas lingüísticas:
Alternativas
Q97913 Português
Texto II

Tristeza de Cronista

A moça viera da cidade para os lados de Botafogo. No ônibus repleto, dois rapazes de pé conversavam, e sua conversa era ouvida por todos os passageiros. (Inconveniente dos hábitos atuais). Eram dois rapazes modernos, bem vestidos, bem nutridos. (Ah! Este excesso de vitaminas e de esportes!). Um não conhecia quase nada da cidade e outro servia-lhe de cicerone. Mostrava-lhe, pois, a avenida e os seus principais edifícios, a Cinelândia, o Obelisco, o Monumento dos Pracinhas, o Museu de Arte Moderna, o Aterro, o mar...
      O outro interessava-se logo pelas minúcias: qual o melhor cinema? Quantos pracinhas estão ali? que se pode ver no museu? Mas os ônibus andam tão depressa e caprichosamente que as perguntas e respostas se desencontravam. (Que fôlego humano pode competir com o de um ônibus?).
     Quanto ao Pão de Açúcar, o moço não manifestou grande surpresa: já o conhecia de cartões-postais;
apenas exprimiu o seu receio de vir o carrinho a enguiçar. Mas o outro combateu com energia tal receio, como se ele mesmo fosse o engenheiro da empresa ou, pelo menos, agente turístico.
     Assim chegaram a Botafogo, e a atenção de ambos voltou-se para o Corcovado, porque um dizia: “Quando você vir o Cristo mudar de posição, e ficar de lado e não de frente, como agora, deve tocar a campainha, porque é o lugar de saltar”. O companheiro prestou atenção.
     Mas, enquanto não saltava, o cicerone explicou ao companheiro: “Nesta rua há uma casa muito importante. É a casa de Rui Barbosa. Você já ouviu falar nele?” O outro respondeu que sim, porém sem grande convicção.
     Mais adiante, o outro insistiu: “É uma casa formidável. Imagine que tudo lá dentro está conforme ele
deixou!” O segundo aprovou, balançando a cabeça com muita seriedade e respeito. Mas o primeiro estava empolgado pelo assunto e tornou a perguntar: “Você sabe quem foi Rui Barbosa, não sabe?” O segundo atendeu ao interesse do amigo: “Foi um sambista, não foi?” O primeiro ficou um pouco sem jeito, principalmente porque uns dois passageiros levantaram a cabeça para aquela conversa. Diminuiu um pouco a voz: ”Sambista, não”. E tentou explicar. Mas as palavras não lhe ocorriam e ficou por aqui: “Foi... foi uma pessoa muito falada”. O outro não respondeu.
     E foi assim que o Cristo do Corcovado mudou de posição sem eles perceberem, e saltaram fora do ponto.
     Ora, a moça disse-me; “Você com isso pode fazer uma crônica”. Respondi-lhe: “A crônica já está feita por si mesma. É o retrato deste mundo confuso, destas cabeças desajustadas. Poderão elas ser consertadas? Haverá maneira de se pôr ordem nessa confusão? Há crônicas e crônicas mostrando o caos a que fomos lançados. Adianta alguma coisa escrever para os que não querem resolver?”
      A moça ficou triste e suspirou. (Ai, nós todos andamos tristes e suspirando!).

Meireles, Cecília. Escolha o seu sonho. São Paulo: Círculo do livro, s/d.


O texto “Tristeza de cronista” apresenta reiterado uso dos parênteses. Sua função discursiva é
Alternativas
Q97680 Português
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Acerca das idéias do texto acima e de suas estruturas lingüísticas,
julgue os itens de 1 a 9.

Mantendo-se a relação de sentidos originalmente estabelecida entre os três períodos finais do texto, pode-se suprimir o ponto antes de “Porque” (L.13), desde que esta palavra seja reescrita com inicial minúscula.
Alternativas
Q97678 Português
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Acerca das idéias do texto acima e de suas estruturas lingüísticas,
julgue os itens de 1 a 9.

O desenvolvimento das idéias do texto permite inserir, na linha 10, sem prejudicar sua correção gramatical, uma vírgula logo após “são” e outra logo após “tudo”, demarcando-se a expressão “acima de tudo”
Alternativas
Q97252 Português
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Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens de 46 a 55.

O emprego de aspas nos dois últimos parágrafos indica que a citação da fala dos locutores foi transcrita literalmente.
Alternativas
Q97250 Português
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Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens de 46 a 55.

O emprego de vírgulas logo após “habitantes” (L.12) e “km2 ” (L.13) justifica-se por isolar elementos de mesma função gramatical componentes de uma enumeração.
Alternativas
Q97234 Português
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Julgue os seguintes itens, a respeito do texto acima.

O emprego das vírgulas que isolam o segmento “a partir de janeiro de 2009” (L.9) justifica-se por tratar-se de adjunto adverbial de tempo.
Alternativas
Q97228 Português
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Julgue os próximos itens, a respeito da organização e das ideias
do texto acima.

O sinal de dois-pontos, na linha 4, indica que o trecho subsequente é uma citação.
Alternativas
Q97225 Português
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Em relação às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os
itens de 21 a 26.

O emprego da vírgula logo após “crédito” (L.16) justifica-se porque a oração subsequente é subordinada adjetiva explicativa.
Alternativas
Q97214 Português
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Com referência ao texto acima, julgue os itens que se seguem.

O emprego de vírgula logo após “Agora” (L.7) justifica-se para isolar adjunto adverbial de tempo.
Alternativas
Q97213 Português
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Com referência ao texto acima, julgue os itens que se seguem.

O nome “Barack Obama” (L.4-5) está entre vírgulas porque se trata de um aposto.
Alternativas
Respostas
15501: C
15502: C
15503: A
15504: C
15505: C
15506: E
15507: C
15508: E
15509: D
15510: C
15511: E
15512: E
15513: C
15514: C
15515: C
15516: C
15517: E
15518: C
15519: C
15520: C