Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q116033 Português
Os artigos abaixo foram extraídos da Portaria n.º 063-R, de 29 de
abril de 2010, do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado
do Espírito Santo (IPAJM).

Art. 1.º Fixar, a partir de 3 de maio de 2010, o horário de
atendimento ao público externo na sede do IPAJM no período de
8 h a 18 h, exceto na Gerência de Perícia Médica Social, em razão
da realização de perícia por agendamento prévio e teleatendimento.

Art. 2.º Fixar o horário de expediente normal dos
servidores do IPAJM nos períodos de 8 h a 17 h, ou 8 h 30 min a
17 h 30 min ou 9 h a 18 h de segunda a sexta-feira, exceto para os
servidores da central de atendimento e teleatendimento.

§ 1.º O servidor poderá solicitar alteração em seu horário
de expediente, na forma do caput, de forma expressa e justificada,
submetida à apreciação da chefia imediata, que remeterá à diretoria
vinculada para deliberação.


Internet: (com adaptações).

Considere que, em virtude do disposto no art. 1.º da portaria supramencionada, o IPAJM necessite dar ciência ao público, em seu sítio na Internet, da alteração do horário de atendimento ao público. O atendimento era feito até então das 9 h às 17 h 30 min. Assinale a opção que apresenta texto claro, gramaticalmente correto e adequado a essa situação.
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Q115934 Português

Quando é verdadeira, quando nasce da necessidade de dizer, a voz humana não encontra quem a detenha. Se lhe negam a boca, ela fala pelas mãos, ou pelos olhos, ou pelos poros, ou por onde for. Porque todos, todos, temos algo a dizer aos outros, alguma coisa, alguma palavra que merece ser celebrada ou perdoada pelos demais.

Galeano, E. Celebração da voz humana/2. In: ___. O livro dos abraços. L & PM, 1991. p. 23 (fragmento) 

O emprego da vírgula no fragmento “Se lhe negam a boca, ela fala pelas mãos” se justifica pela ocorrência de
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Q115887 Português
De tudo ao meu amor serei atento
Antes e com tal zelo e sempre e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

(Fonte: Poesia Completa, de Vinícius de Moraes. Editora J. Aguilar, 2005)

É comum na poesia moderna a omissão dos sinais de pontuação ao final de cada verso. Os versos de Vinícius de Moraes contêm apenas o ponto final, mas poderiam receber algumas vírgulas caso fossem escritos, por exemplo, como frase de um texto em prosa.

Assinale a alternativa que reescreve o texto empregando corretamente as vírgulas.
Alternativas
Q115802 Português
De acordo com as estruturas linguísticas e gramaticais apresentadas no texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

I – O pronome “Ela”, em suas duas ocorrências (linhas 4 e 19), refere-se a “metrologia” (linhas 1 e 19), respectivamente.

II – Caso uma vírgula fosse colocada imediatamente após “indispensável” (linha 13), a pontuação se manteria correta.

III – O termo “despercebidas” (linha 20) pode ser substituído por desapercebidas sem causar prejuízo de sentido ao texto, já que são palavras homônimas.

IV – A forma verbal “provê” (linha 7) não pode ser substituída por prever, pois acarretaria ao texto prejuízo tanto sintático como de sentido.

A sequência correta é:
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Q115801 Português
Acerca dos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

I – A inserção de uma vírgula imediatamente após “ciência” (linha 1) acarretaria erro de pontuação ao texto.
II – A forma verbal “Está” (linha 17) tem como referente “A medição” (linha 15).
III – O termo “antiga” (linha 15) tem função adjetiva e pode ser considerado um objeto direto.
IV – As palavras exercício e ciência obedecem à mesma regra de acentuação.
V – No texto, o adjetivo “impensável” (linha 18) exerce a função sintática de objeto indireto.

A sequência correta é:
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Q115796 Português
De acordo com as estruturas gramaticais do texto, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.

I – Na tira 1, as palavras “composição” e “conservação” são adjetivos empregados com função adverbial.
II – Na tira 1, o termo “mim” é um pronome oblíquo.
III – Na tira 2, a retirada do ponto após “Não” causaria prejuízo ao sentido do texto.
IV – Os termos “Imenso” e “Minúsculo” (tiras 1 e 2, respectivamente) são adjetivos e não possuem o mesmo sentido.

A quantidade de itens certos é igual a
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Q115794 Português
Com base nas estruturas gramaticais do texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

I – No texto, o sinal indicativo de crase empregado na expressão “à mão” (linha 24) é facultativo.
II – Os dois-pontos inseridos na linha 18 podem ser substituídos por um ponto sem causar prejuízo gramatical.
III – A expressão “que derivam” (linha 21) possui valor restritivo e está no plural para concordar com o seu referente “medidas inglesas” (linha 20).
IV – A palavra “detratores” (linha 12) pode ser substituída por depreciadores sem causar prejuízo semântico ao texto.
V – As palavras “polegar”, “utilizar” e “estimar” são verbos e, ao mesmo tempo, vocábulos paroxítonos.

A sequência correta é:
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Q115792 Português
Com relação às estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.

I – A expressão “convicção” (linha 10) pode ser substituída por certeza sem causar prejuízo de sentido ao texto.

II – Em suas três ocorrências, o termo “que” (linhas 1 e 15) é um pronome relativo com função restritiva.

III – As duas vírgulas inseridas imediatamente após “Anaxágoras” (linha 13) e “depois” (linha 13) são obrigatórias.

IV – A substituição do termo “sobretudo” (linha 20) por contanto que não acarretaria prejuízo de sentido ao texto, já que os dois termos possuem valor adversativo.

V – A oração “Heráclito deitou-se” (linha 7) denota uma ação reflexiva cujo agente da ação é também paciente.

Estão certos apenas os itens
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Q115732 Português
Observe os trechos abaixo.

I - “é inevitável: um deles põe o celular (...) em cima da mesa”. (L. 25-26)

II - “...só tem uma solução: engolir (...) um tranquilizante tarja preta.” (L. 27-28)

III - “Do carro já me livrei: há cinco anos não procuro vaga.” (L. 61-62)

O sinal de dois pontos pode ter vários empregos na língua e um deles é mostrar que o que vem após os dois pontos expande a palavra que vem imediatamente antes. Isso acontece APENAS em
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Q115664 Português
Considerando a pontuação empregada no texto, assinale opção correta.

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Ano: 2010 Banca: ESAF Órgão: SMF-RJ Prova: ESAF - 2010 - SMF-RJ - Agente de Fazenda |
Q115342 Português
Os trechos a seguir constituem um texto adaptado de O Estado de S. Paulo, de 29/7/2010. Assinale a opção em que na transcrição do trecho foram inseridos erros gramaticais.
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Ano: 2010 Banca: ESAF Órgão: SMF-RJ Prova: ESAF - 2010 - SMF-RJ - Agente de Fazenda |
Q115341 Português
Assinale a opção em que, ao ser transcrito, o fragmento do texto adaptado da Revista Veja, de 21 de julho, 2010, desrespeitou a gramática da norma culta.
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Ano: 2010 Banca: ESAF Órgão: SMF-RJ Prova: ESAF - 2010 - SMF-RJ - Agente de Fazenda |
Q115340 Português
Os trechos abaixo constituem um texto adaptado de O Estado de S. Paulo, de 26/7/2010. Assinale a opção em que o trecho foi transcrito de forma gramaticalmente correta.
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Ano: 2010 Banca: ESAF Órgão: SMF-RJ Prova: ESAF - 2010 - SMF-RJ - Agente de Fazenda |
Q115332 Português
Em relação ao emprego das estruturas linguísticas do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ESAF Órgão: SMF-RJ Prova: ESAF - 2010 - SMF-RJ - Agente de Fazenda |
Q115329 Português
Em relação às estruturas gramaticais do texto, assinale a opção correta.

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Alternativas
Q115294 Português
Assinale a alternativa em que as alterações nos sinais de pontuação mantiveram o sentido e a correção.
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Q115249 Português
Os perseguidos

Ainda tirei o maço de cigarros do bolso para conferir novamente o número do apartamento, que anotara: 910. Apertei
o botão da campanhia. Atrás de mim, o Moreira, muito sujo, arfava; subíramos os últimos andares pela escada, por
precaução; depois de um mês de cadeia ele não estava muito forte. Soube que mais de uma vez fora surrado; ficara dias
sem comer e sem sair de seu cubículo escuro, e por isto tinha aquela cara de retirante ou de cão batido. Não cão batido,
pois seus olhos estavam muito acesos, como se tivesse febre, e sua voz me parecia ao mesmo tempo rouca e mais alta.
Sua aparência me impressionava; mas acima de qualquer sentimento eu tinha o desgosto de vê-lo tão sujo; de suas roupas
miseráveis desprendia-se um cheiro azedo; e eu tinha a penosa impressão de que ele não dava importância alguma a isso.
É estranho que ele me tratasse agora com certa superioridade; entretanto, eu tinha pena dele; pena e desgosto.
(Rubem Braga, 200 crônicas escolhidas/Fragmento)

No trecho “Apertei o botão da campanhia.” o ponto final ( · ) foi utilizado para:
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Q115184 Português
A educação possível 

A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas é mais nociva do que  
uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. 

   Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações  sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida  pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima  dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo  propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares  de jovens. Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem  bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito.   Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém  um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de  construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
   É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra  colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos  ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua  autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e  escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é  trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.  
  Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, da comunidade onde se vive, conseguindo contar,  ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento,  é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar,  escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.  
   No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de  conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer  bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar  como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio  benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: “cidadania”.  
   O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seu fundamento eficaz nos  dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito  menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender  qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo,  frustrados.  
   Sou de uma família de professores universitários. Fui por dez anos titular de linguística em uma faculdade particular.  Meu desgosto pela profissão – que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos – deveu-se em parte à  minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o  currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidade jovens que mal conseguiam  articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto  incapazes de assimilar e discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns  com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.  
   Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que  inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito  simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós,  que os escolhemos e sustentamos.
(>Lya Luft. Veja. 23 de maio de 2007. Adaptado)

Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

( ) Em “... enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes,...” (1º§), a expressão destacada indica tempo.

( ) Em “Dizem que nossa economia floresce,...” (8º§), a autora faz uso da linguagem conotativa.

( ) Em “só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar, escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.” (4º§), os termos destacados indicam condição.

( ) A eliminação das vírgulas altera o sentido do trecho: “No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de conhecimentos deve aumentar.” (5º§)

( ) Em “... mas a cultura, senhores, que inclui a educação...” (8º§), o uso da vírgula é facultativo.

A sequência está correta em:
Alternativas
Q115134 Português
Leia-se a seguinte passagemdo texto:

Era um equívoco. Julgavamter descoberto uma agressão à lógica embutida no idioma, mas ficaram na superfície do problema, incapazes de fazer uma análise linguística mais sofisticada e compreender que risco vida é risco a vida, ou seja, risco de (perder a) vida. O que, convenhamos, nemteria sido tão difícil. (parágrafo 3)

É inaceitável, do ponto de vista das normas em vigor, a mudança de pontuação sugerida em:
Alternativas
Q115045 Português
A respeito dos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.

I – O conector “que” (linha 2) introduz uma oração subordinada adverbial concessiva, já que restringe um fato expresso na oração principal.
II – O emprego proclítico do pronome átono em “não nos consideram” (linha 20) é justificado por haver a atração de uma palavra de sentido negativo.
III – A inserção de uma vírgula imediatamente após “condição” (linha 8) e “Precisamos” (linha 11) acarretaria prejuízo gramatical ao texto.
IV – A forma verbal “têm” (linha 4) recebe acento circunflexo por se encontrar no plural, mas, neste caso, poderia também receber, facultativamente, o acento agudo.

A quantidade de itens certos é igual a
Alternativas
Respostas
13521: C
13522: A
13523: A
13524: D
13525: A
13526: C
13527: C
13528: B
13529: B
13530: D
13531: E
13532: A
13533: A
13534: A
13535: A
13536: D
13537: B
13538: C
13539: D
13540: C