Questões de Concurso Sobre pontuação em português

Foram encontradas 14.537 questões

Q2815824 Português
not valid statement found

No fragmento “Estudo realizado pela Universidade da Califórnia revela que, embora a presença de fumantes em filmes norteamericanos tenha diminuído nas últimas décadas, a maior parte das produções continua exibindo cenas com cigarros.”, as vírgulas foram colocadas para separar a oração

Alternativas
Q2806930 Português
            Não é usual tratar da política na perspectiva da afirmação da verdade. Platão afirmou, na República, que a verdade merece ser estimada sobre todas as coisas, mas ressalvou que há circunstâncias em que a mentira pode ser útil, e não odiosa. Na política, a derrogação da verdade pela aceitação da mentira muito deve à clássica tradição do realismo que identifica no predomínio do conflito o cerne dos fatos políticos. Esta tradição trabalha a ação política como uma ação estratégica que requer, sem idealismos, uma praxiologia, vendo na realidade resistência e no poder, hostilidade. Neste contexto, política é guerra e, como diz o provérbio, "em tempos de guerra, mentiras por mar, mentiras por terra".
            Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
            Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
            Sustentar a simulação e a mentira como expedientes usuais na arena política é desconhecer a importância estratégica que a confiança desempenha na pluralidade da interação humana democrática. A confiança requer a boa-fé que pressupõe a veracidade. O Talmude equipara a mentira à pior forma de roubo: "Existem sete classes de ladrões e a primeira é a daqueles que roubam a mente de seus semelhantes através de palavras mentirosas." O padre Antônio Vieira afirmou que a verdade é filha da justiça, porque a justiça dá a cada um o que é seu, ao contrário da mentira, porque esta "ou vos tira o que tendes ou vos dá o que não tendes". Montaigne observou que somente pela palavra é que somos homens e nos entendemos. Por isso mentir é um vício maldito. Impede o entendimento.

(Celso Lafer. O Estado de S. Paulo, A2, 20 de julho de 2008, com adaptações) 

Considere o emprego de sinais de pontuação no texto.

I. e no poder, hostilidade – a vírgula assinala elipse do verbo.

II. – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos ? os travessões isolam segmento explicativo.

III. aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir" ? as aspas indicam reprodução exata de princípios estabelecidos.

IV. equipara a mentira à pior forma de roubo: ? os doispontos indicam intervenção de novo interlocutor no contexto.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q2733048 Português

A respeito da pontuação da norma padrão, assinale a opção em que não é possível a alteração sugerida em cada segundo item .

Alternativas
Q2733038 Português
not valid statement found

Assinale a opção incorreta a respeito dos aspectos sintáticos e da pontuação da norma padrão da língua.

Alternativas
Q2733031 Português
not valid statement found

A palavra entre parênteses NÃO substitui adequadamente a expressão destacada em:

Alternativas
Q2263132 Português

Em relação às estruturas e ideias do texto acima, julgue o item que se segue.

As vírgulas logo após “Federal” (l.10) e “Brasil” (l.11) justificam-se por isolar expressão de valor apositivo.

Alternativas
Q2263131 Português

Em relação às estruturas e ideias do texto acima, julgue o item que se segue.

A expressão “de fato” (l.4) está entre vírgulas por se tratar de uma expressão enfática que tem o sentido confirmativo equivalente a realmente, com efeito.

Alternativas
Q2262479 Português



Noeli Dutra Rossatto. Presença do outro e interpretação. In: Mente, Cérebro & Filosofia. Duetto editorial, p. 29 (com adaptações).

Com base nas estruturas linguísticas e nas relações argumentativas do texto acima, julgue o item a seguir.


Na linha 18, o sinal de dois-pontos anuncia os termos da enumeração que explicita as “duas noções” (l.17) mencionadas.


Alternativas
Q2262478 Português



Noeli Dutra Rossatto. Presença do outro e interpretação. In: Mente, Cérebro & Filosofia. Duetto editorial, p. 29 (com adaptações).

Com base nas estruturas linguísticas e nas relações argumentativas do texto acima, julgue o item a seguir.


Os sinais de parênteses nas linhas 10, 24 e 25 são usados para demarcar informações inseridas; por isso, preservam-se a correção gramatical e a coerência do texto ao se substituí-los, nos dois casos, por sinais de travessão. 

Alternativas
Q2232476 Português
      Verdes, bonitas e de aparência inofensiva, as plantas também podem ser ecologicamente incorretas – as chamadas "invasoras", por exemplo, representam a segunda maior causa de destruição da biodiversidade do planeta, perdendo apenas para o desmatamento. Só para se ter parâmetro de sua agressividade, segundo os especialistas, elas são mais predadoras do que o aquecimento global. Trata-se de espécies exóticas trazidas de outros países que, plantadas em um novo habitat, passam a destruir a flora e a fauna nativas. Livres de "adversários", elas vão se alastrando até virarem praga. Mas quem poderia desconfiar de uma jaqueira, de uma amendoeira ou de um bambuzal? Plantas invasoras como essas estão agora chamando a atenção do governo federal e de secretarias do meio ambiente de todo o país.
     Crescem as constatações de que ameaçam a flora causando, juntamente com outros animais, um prejuízo anual superior a R$ 100 milhões. Para atacar o problema, o Ministério do Meio Ambiente está elaborando uma estratégia para combatê-las, que deve ser colocada em prática no próximo ano. Uma lista preliminar já tachou 542 seres vivos de "exóticos e invasores" no Brasil, e cerca de 100 deles são plantas. O Ministério também lançará um livro que reúna dados sobre espécies invasoras marinhas. Depois virão outros volumes, mostrando as vilãs dos rios, do meio terrestre, do sistema de produção agrícola e da saúde humana − isso se dá no momento em que diversos Estados também se ocupam do problema.
      Quando se comemorou o Dia da Mata Atlântica (27 de maio), a Secretaria de Estado do Ambiente do Rio recebeu de pesquisadores um rol de 226 espécies invasoras da flora local. "Queremos que sirva como critério para barrar sua entrada e o seu plantio", diz a Superintendente de Biodiversidade da secretaria. Entre as principais ameaças identificadas está a jaqueira – que, ao contrário do que muitos julgam, não é um exemplar original. Trazida da Ásia durante a colonização, foi proliferando aos poucos e hoje ocupa o lugar de espécies nativas nos parques e reservas do Rio, como a floresta da Tijuca.
    Segundo especialistas, o homem, desavisado do estrago que pode provocar no ambiente, acaba sendo responsável pela introdução de boa parte das espécies invasoras. Uma forma de disseminação é o uso dessas árvores exóticas no paisagismo urbano – tradição brasileira que começou com a corte portuguesa, foi alterada na década de 1920 por paisagistas como Burle Max (que preferiam as exóticas tropicais), mas que agora começa a ser revista.

(Adaptado de Maíra Magro. Revista Istoé, 24 de junho de 2009,
p. 100-101)
A maria-sem-vergonha, usada como ornamento, veio da África. 
A maria-sem-vergonha é também conhecida como beijo. Ela tem rápida propagação em áreas de sombra e em ambientes úmidos.  
A maria-sem-vergonha desloca plantas nativas. 
As frases acima se organizam em um único período com clareza, correção e lógica em:
Alternativas
Q2232472 Português
      Verdes, bonitas e de aparência inofensiva, as plantas também podem ser ecologicamente incorretas – as chamadas "invasoras", por exemplo, representam a segunda maior causa de destruição da biodiversidade do planeta, perdendo apenas para o desmatamento. Só para se ter parâmetro de sua agressividade, segundo os especialistas, elas são mais predadoras do que o aquecimento global. Trata-se de espécies exóticas trazidas de outros países que, plantadas em um novo habitat, passam a destruir a flora e a fauna nativas. Livres de "adversários", elas vão se alastrando até virarem praga. Mas quem poderia desconfiar de uma jaqueira, de uma amendoeira ou de um bambuzal? Plantas invasoras como essas estão agora chamando a atenção do governo federal e de secretarias do meio ambiente de todo o país.
     Crescem as constatações de que ameaçam a flora causando, juntamente com outros animais, um prejuízo anual superior a R$ 100 milhões. Para atacar o problema, o Ministério do Meio Ambiente está elaborando uma estratégia para combatê-las, que deve ser colocada em prática no próximo ano. Uma lista preliminar já tachou 542 seres vivos de "exóticos e invasores" no Brasil, e cerca de 100 deles são plantas. O Ministério também lançará um livro que reúna dados sobre espécies invasoras marinhas. Depois virão outros volumes, mostrando as vilãs dos rios, do meio terrestre, do sistema de produção agrícola e da saúde humana − isso se dá no momento em que diversos Estados também se ocupam do problema.
      Quando se comemorou o Dia da Mata Atlântica (27 de maio), a Secretaria de Estado do Ambiente do Rio recebeu de pesquisadores um rol de 226 espécies invasoras da flora local. "Queremos que sirva como critério para barrar sua entrada e o seu plantio", diz a Superintendente de Biodiversidade da secretaria. Entre as principais ameaças identificadas está a jaqueira – que, ao contrário do que muitos julgam, não é um exemplar original. Trazida da Ásia durante a colonização, foi proliferando aos poucos e hoje ocupa o lugar de espécies nativas nos parques e reservas do Rio, como a floresta da Tijuca.
    Segundo especialistas, o homem, desavisado do estrago que pode provocar no ambiente, acaba sendo responsável pela introdução de boa parte das espécies invasoras. Uma forma de disseminação é o uso dessas árvores exóticas no paisagismo urbano – tradição brasileira que começou com a corte portuguesa, foi alterada na década de 1920 por paisagistas como Burle Max (que preferiam as exóticas tropicais), mas que agora começa a ser revista.

(Adaptado de Maíra Magro. Revista Istoé, 24 de junho de 2009,
p. 100-101)
Livres de "adversários"...
Uma lista preliminar já tachou 542 seres vivos de "exóticos e invasores" no Brasil ...  "Queremos que sirva como critério para barrar sua entrada e o seu plantio"...
As aspas empregadas nos exemplos acima assinalam:
I. sentido especial no uso de "adversários". II. transcrição exata da expressão "exóticos e invasores" retirada de outro contexto. III. citação das palavras de interlocutor alheio ao contexto, no último exemplo.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q1769033 Português

“...e providências contra o que chamou de “abominável” tráfico humano.” (L.36-37).


A justificativa para o emprego das aspas no vocábulo sublinhado é a de que esse vocábulo:

Alternativas
Q1636966 Português

Texto para a questão


Luiz Alberto Marinho. Sociedade descartável. In: Vida Simples, dez./2008, p. 80 (com adaptações).

Preservam-se a coerência da argumentação bem como a correção gramatical do texto ao se
Alternativas
Q1636960 Português

Texto para a questão


Roberto A. R. de Aguiar. Ética e direitos humanos. In: Desafios Éticos.

Conselho Federal de Medicina, p. 60-1, 1993 (com adaptações).

Assinale a opção que dá continuidade gramaticalmente correta e argumentativamente coerente ao texto.
Alternativas
Q1389375 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

A respeito do segundo parágrafo do texto II, analise as afirmativas a seguir:


I. O valor semântico da expressão elas próprias (L.22) é retomado pelo prefixo que compõe o vocábulo auto-produzido (L.24).

II. A adequação ao padrão culto escrito se mantém, embora se altere o significado da frase, caso se retire o elemento das na expressão Muitas das pessoas (L.15-16).

III. O sentido do texto seria mais bem explicitado com a substituição do ponto final pela expressão nos quais após a palavra trabalho (L.30), desde que empregue a letra c minúscula em Costumam.


Assinale:

Alternativas
Q1389374 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

Com relação às escolhas sintáticas, lexicais e discursivas do primeiro parágrafo do texto II, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1389370 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

Assinale a alternativa que contenha a função do sinal de dois pontos empregado na linha 11.
Alternativas
Q1389368 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

Observando o primeiro parágrafo do texto I , é correto afirmar que: 
Alternativas
Q1389363 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

Da análise atenta do segundo parágrafo, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1236388 Português
“Proibido é sempre mais gostoso”
Em certos colégios, beijar mais apaixonadamente pode terminar em suspensão de alunos.    Se “proibido é mais gostoso”, as escolas paulistanas são o paraíso para a galera exercitar-se na arte do beijo. Em muitas delas, um flagra de um momento mais vibrante dá até suspensão. E olha que boa parte dos namoros e ficadas surge ali, no vácuo entre as aulas e overdose de atividades. Alguns estudantes apoiam a regra e preferem namorar, mais completamente, na saída. Outros procuram esconderijos.   
(Alceu Luís Castilho. In: Zap!/O Estado de S. Paulo, 01/05/1997)
No trecho “Outros procuram esconderijos.” o ponto final (.) foi utilizado para:
Alternativas
Respostas
13521: A
13522: E
13523: D
13524: B
13525: B
13526: E
13527: C
13528: C
13529: C
13530: A
13531: E
13532: E
13533: B
13534: C
13535: D
13536: B
13537: B
13538: A
13539: A
13540: A