Questões de Concurso Sobre pontuação em português

Foram encontradas 16.178 questões

Q2904952 Português

  


Gabriela Lima. G1. Disponível em: . Acesso em: 24/7/2013 (com adaptações). 

Com base na estruturação linguística e na organização das ideias do texto 1, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2892387 Português

Leia com atenção o texto a seguir para responder às questões 11 e 12.


TEXTO:



LAVADO, Joaquín Salvador (QUINO). Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2001. p. 372.

As formas verbais colocadas entre aspas, no primeiro quadrinho, sugerem que a mídia

Alternativas
Q2892383 Português

TEXTO:

Protestos, desejos e compreensão de si

Para muitas pessoas, não é fácil entender as manifestações coletivas em nome de causas e

direitos sociais que vêm acontecendo em âmbito global e que, recentemente, surpreendendo a muitos,

surgiram também no Brasil. O desconhecimento a respeito da história social e política, bem como

sobre o significado profundo das lutas, sublevações e insurreições mundiais e nacionais contribui para

5 a perplexidade quanto à situação presente. Não se conhece o passado, não se entende

o presente e, além de tudo, não é possível prever o futuro quanto a mudanças sociais concretas em termos de

direitos, cidadania, reforma política ou direção de políticas públicas. Se, por um lado, o que pensamos

do futuro pertence à especulação e à fantasia, por outro, é o efeito direto do que não somos capazes

de imaginar, daquilo que se dá em bases inconscientes, do que é da ordem imponderável do desejo. O

10 desejo de que um mundo melhor possa nos amparar é o novo sentimento que surge como um terceiro

elemento no instante em que a alternativa estava entre o apático fim das utopias e a ideia de que todas

as utopias já tinham sido realizadas.

Certo, no entanto, é que uma mudança de autocompreensão coletiva está em cena no Brasil

atual. E esse talvez seja o aspecto mais decisivo no contexto dos acontecimentos, a experiência

15 subjetiva que está sendo vivida quando muitos acreditavam no fim do sujeito ético e político, aniquilado

pelos diversos mecanismos de dessubjetivação que vão da economia à tecnologia. A impressão

generalizada era que as pessoas estavam vendidas ao sistema econômico, tinham cancelado qualquer

desejo político, eram servas do consumismo e da publicidade e, portanto, já não pertenciam a si

mesmas. Não tinham subjetividade, a instância da decisão, da liberdade que se elabora e forma na

20 intimidade de cada um e em sua relação com o outro.

No contexto, surpreende que a internet – que aparece, muitas vezes, como a máquina

devoradora de subjetividades – se torne um mecanismo democrático, uma instância de trocas

intersubjetivas, que faz irromper liberdades individuais na formação da expressão comum tal como a

da multidão nas ruas. O fato de a internet, como meio tecnológico, ter sido a ameaça de aniquilação da

25 subjetividade e, de repente, ter ajudado a forjar outras subjetividades, mostra apenas que o ser

humano permanece humano, na liberdade de recriar seu sentido, seu modo de viver e usar

instrumentos, como a própria internet, a seu favor.

A queixa geral que ouvíamos como um sussurro social poderia ter continuado seu zunido

gasto, mas tornou-se ativismo político dos brasileiros. O que de fato está acontecendo entre nós? É

30 algo que podemos nos perguntar. Mais do que curiosidade, o que está em cena é um abalo sísmico no

processo de nossa autocompreensão comum. Isso quer dizer que nunca mais nos veremos do mesmo

modo porque, devido aos eventos políticos e sociais, já não somos os mesmos.

TIBURI, Márcia. Protestos, desejos e compreensão de si. Revista Mente e Corpo. Disponível em: < http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/protestos_desejos_e_compreensao_de_si.html>. Acesso em: 14 ago. 2013. Adaptado.

No trecho “a internet [...] se torne um mecanismo democrático, uma instância de trocas intersubjetivas, que faz irromper liberdades individuais” (linhas de 21 a 23), o uso da primeira virgula justifica-se pela

Alternativas
Q2891375 Português

MICHAEL STIVELMAN


Empresário, 84 anos. É presidente do banco Cédula. Sobrevivente do Holocausto, escreveu os livros A marca dos genocídios e A marcha.


“Eu não só vi o Holocausto: eu o vivi. E sobrevivi para contar. Fui um dos poucos de uma família de 79 pessoas. Foi em julho de 1941 que os soldados alemães chegaram ao nosso povoado: Secureni, que ficava na então Bessarábia (hoje território da Ucrânia). Não demorou a vir pelos altofalantes a ordem para que todos os judeus se reunissem na manhã seguinte, na praça próxima ao cemitério judaico. Devíamos levar nossos pertences e mantimentos. Quem não obedecesse seria fuzilado. Começou ali nossa marcha de 1.500 quilômetros – que fizemos sujos, doentes e famintos. Marchar longas distâncias era uma das formas que os nazistas usavam para exterminar os judeus. Aprendemos a aceitar a morte, de tão corriqueira.

Como sobrevivi? Graças aos valentes do povo ucraniano, que correram risco para salvar inocentes. Já em outubro daquele ano, na Ucrânia, minha mãe perdeu as forças em decorrência do tifo, uma doença comum durante a guerra. Conseguimos nos esconder numa vala. Com medo de que fôssemos descobertos, ela me pediu para abandoná-la. A decisão era complicada – me salvar, abandonando-a, ou ficar e correr o risco de ser capturado e morto. Eu fiquei. Ao anoitecer, vimos luzes em um povoado. Batemos numa porta, que foi aberta por uma mulher e sua filha, as duas cristãs. Comovidas com nossa história, elas nos acolheram e ficamos escondidos.

Em setembro de 1941, eu, minha mãe e meu pai passávamos perto de uma floresta. Lembro ainda das trincheiras cavadas e do cheiro de corpos em decomposição. Soldados convocavam homens mais velhos para ajudar na limpeza da estrada. Era mentira. Meu pai foi. Estava magro, com semblante abatido – lembro ainda que conversou alguns minutos com minha mãe. Beijou-me várias vezes e pediu que cuidasse dela. Nunca mais o vi. Foi fuzilado e jogado numa vala comum. Em 1944, depois de o Exército russo libertar os judeus, voltei ao lugar onde ele tinha morrido. Era primavera e tudo florescia na floresta – mas eu só me lembrava do dia cinza de anos atrás. Disse então um kadish, a prece milenar dos órfãos e enlutados judeus, com três anos de atraso.

Mas este não é um depoimento só de tristeza. Hitler quis construir um império de 1.000 anos. Não durou nem 15. Eu pude reconstruir minha vida no Brasil, esta terra abençoada. Minha história é prova de que é possível seguir em frente, mesmo que tenha lembranças tão terríveis como a do Holocausto. Como se faz isso? Vivendo um dia de cada vez, apoiando-se no amor que sentimos por nossa família. Não me esqueci do que passei. Ainda tenho pesadelos. Mas isso não encerrou minha vida. Encontrei o amor, tive meus filhos e reencontrei a alegria. Vim para o Brasil com minha mãe, quando eu tinha 20 anos. Parte de minha família já tinha se estabelecido no Recife e no Rio de Janeiro desde 1906. Escolhi o Rio. Quando cheguei, trabalhei como vendedor ambulante, batendo de porta em porta. Ainda me lembro da primeira venda: um cordão de ouro com uma medalha e um relógio. A dívida era registrada num cartão, com a data da cobrança.

Passei 50 anos sem falar nesse assunto. Hoje, penso que tenho obrigação de divulgar as atrocidades cometidas pelos nazistas contra os judeus, ciganos e outros povos. Histórias como a que vivi são uma bandeira para lutarmos por um mundo que respeite as diferenças.”

Adaptado de http://revistaepoca.globo.com/Vida-util/noticia/2012/01/vivi- depois-do-holocausto.html

Considerando as normas gramaticais, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: DCTA Provas: VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Física de Plasmas | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Júnior - Engenharia Civil | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Eletrônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Qualidade | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Júnior - Química | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Mecatrônica | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Meteorologia | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Aeronáutica | VUNESP - 2013 - CTA - Pesquisador Assistente de Pesquisa - Propulsão Hipersônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Engenharia de Telecomunicações | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Ensaios não Destrutivos | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Mecânica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Aeronáutica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Química | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Qualidade | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Proteção Radiológica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Mecânica | VUNESP - 2013 - CTA - Pesquisador Assistente de Pesquisa - Aerodinâmica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Eletrica - Eletrônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Materiais | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Gerência de Projetos | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Meteorologia | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Normalização Técnica |
Q2889191 Português
    O humor deve visar à crítica, não à graça, ensinou Chico Anysio, o humorista popular. E disse isso quando lhe solicitaram considerar o estado atual do riso brasileiro. Nos últimos anos de vida, o escritor contribuía para o cômico apenas em sua porção de ator, impedido pela televisão brasileira de produzir textos. E o que ele dizia sobre a risada ajuda a entender a acomodação de muitos humoristas contemporâneos. Porque, quando eles humilham aqueles julgados inferiores, os pobres, os analfabetos, os negros, os nordestinos, todos os oprimidos que parece fácil espezinhar, não funcionam bem como humoristas. O humor deve ser o oposto disto, uma restauração do que é justo, para a qual desancar aqueles em condições piores do que as suas não vale. Rimos, isso sim, do superior, do arrogante, daquele que rouba nosso lugar social.
     O curioso é perceber como o Brasil de muito tempo atrás sabia disso, e o ensinava por meio de uma imprensa ocupada em ferir a brutal desigualdade entre os seres e as classes. Ao percorrer o extenso volume da História da Caricatura Brasileira (Gala Edições), compreendemos que tal humor primitivo não praticava um rosário de ofensas pessoais. Naqueles dias, humor parecia ser apenas, e necessariamente, a virulência em relação aos modos opressivos do poder.
    A amplitude dessa obra é inédita. Saem da obscuridade os nomes que sucederam ao mais aclamado dos artistas a produzir arte naquele Brasil, Angelo Agostini. Corcundas magros, corcundas gordos, corcovas com cabeça de burro, todos esses seres compostos em aspecto polimórfico, com expressivo valor gráfico, eram os responsáveis por ilustrar a subserviência a estender- -se pela Corte Imperial. Contra a escravidão, o comodismo dos bem-postos e dos covardes imperialistas, esses artistas operavam seu espírito crítico em jornais de todos os cantos do País.

(Carta Capital.13.02.2013. Adaptado)

Assinale a alternativa que reescreve, de acordo com a concordância e a pontuação, a frase – Saem da obscuridade os nomes que sucederam ao mais aclamado dos artistas a produzir arte naquele Brasil, Angelo Agostini.

Alternativas
Q2884131 Português

O texto abaixo foi compartilhado em redes sociais.

Imagem associada para resolução da questão

Considere as afirmativas abaixo.

I. Há um erro de concordância verbal.

II. Há um problema de regência.

III. Há problemas na pontuação.

IV. A palavra “se” é um pronome reflexivo nas duas vezes em que é utilizada.

Está correto que se afirma em

Alternativas
Q2884023 Português

INSTRUÇÃO: Leia com atenção o Texto 1 para responder às questões 01 a 05:


TEXTO 1:


Manual de Policiamento Comunitário

Apresentação: Nancy Cardia

O policiamento comunitário, hoje em dia, encontra-se amplamente disseminado nos países economicamente mais desenvolvidos. Sem dúvida isso é uma conquista desses países, pois essa é a forma de policiamento que mais se aproxima das aspirações da população: ter uma polícia que trabalhe próxima da comunidade e na qual ela possa crer e confiar.

Acreditar e confiar na polícia são considerados elementos essenciais para que a polícia possa ter legitimidade para aplicar as leis, isto é, para a polícia ser percebida pela população como tendo um direito legítimo de restringir comportamentos, retirar a liberdade de cidadãos e, em casos extremos, até mesmo a vida.

Ter legitimidade para aplicar as leis significa poder contar com o apoio e a colaboração da população para exercer seu papel. Isso difere da falta de reação da população às ações da polícia, quer por apatia ou por medo, ou ainda, da reação daqueles que delínquem. Em qualquer um desses casos a reação da população já sugere que há um déficit de confiança na polícia.

Nos países economicamente mais desenvolvidos, a adoção do policiamento comunitário decorreu da constatação de que os modelos de policiamento em vigência não eram mais eficazes diante dos novos padrões de violência urbana que emergiram no fim dos anos 1960 e meados dos anos 1970. Ao longo desse período, cresceram, em muitos desses países, tanto diferentes formas de violência criminal como também manifestações coletivas (pacíficas ou não) por melhor acesso a direitos. O desempenho das polícias em coibir a violência criminal ou ao conter (ou reprimir) as manifestações coletivas adquiriu grande visibilidade e saliência, resultando em muitas críticas. Em decorrência disso, houve, em vários países, forte deterioração da imagem das forças policiais junto à população.

Uma pior imagem tem impacto na credibilidade da população na polícia. A falta ou baixa credibilidade afeta o desempenho da polícia no esclarecimento de delitos e, até mesmo, no registro de ocorrências. De maneira geral, quando não há confiança, a população hesita em relatar à polícia que foi vítima de violência ou, até mesmo, de fornecer informações que poderiam auxiliar a polícia a esclarecer muitos delitos.

O policiamento comunitário foi adotado nesses países como uma forma de melhorar o relacionamento entre a polícia e a sociedade. Para isso, procurou reconstruir a credibilidade e a confiança do público na polícia e, desse modo, melhorar o desempenho dela na contenção da violência urbana.

A adoção desse tipo de policiamento não só exige empenho das autoridades e da comunidade, mas, sobretudo, mudança na cultura policial: requer retreinamento dos envolvidos, alteração na estrutura de poder de tomada de decisão com maior autonomia para os policiais que estão nas ruas; alteração nas rotinas de administração de recursos humanos, com a fixação de policiais a territórios; mudanças nas práticas de controle interno e externo e de desempenho, entre outros. Essas mudanças, por sua vez, exigem também que a decisão de implementar o policiamento comunitário seja uma política de governo, entendendo-se que tal decisão irá atravessar diferentes administrações: o policiamento comunitário leva anos para ser totalmente integrado pelas forças policiais.

No Brasil, ocorreram, ao longo dos últimos 18 anos, várias tentativas de implementar o policiamento comunitário. Quase todas as experiências foram, nos diferentes Estados, lideradas pela Polícia Militar: a) em 1991, a Polícia Militar de São Paulo promoveu um Seminário Internacional sobre o Policiamento Comunitário, abordando os obstáculos para esse tipo de policiamento; b) em 1997, ainda em São Paulo, projetos piloto foram implantados em algumas áreas da capital; c) nessa mesma época, no Espírito Santo e em algumas cidades do interior do Estado, também houve experimentos com policiamento comunitário; o mesmo se deu na cidade do Rio de Janeiro, nos morros do Pavão e Pavãozinho, com a experiência do GEPAE.

Apesar de não ter havido uma avaliação dessas experiências, os relatos dos envolvidos, tanto de policiais como da população, revelam satisfação com o processo e com os resultados e insatisfação com o término das mesmas.

Ao longo desses últimos anos, a violência urbana continuou a crescer e passou a atingir cidades que antes pareciam menos vulneráveis - aquelas de médio e pequeno porte. Nesse período, a população continuou a cobrar das autoridades uma melhora na eficiência das polícias. Essa melhora não depende só das autoridades, depende também da crença que a população tem na polícia: crença que as pessoas podem ajudar a polícia com informações e que essas serão usadas para identificar e punir responsáveis por delitos e não para colocar em risco a vida daqueles que tentaram ajudar a polícia a cumprir seu papel.

Sem a colaboração do público, a polícia não pode melhorar seu desempenho e essa colaboração exige confiança. A experiência tem demonstrado que o policiamento comunitário é um caminho seguro para se reconstruir a confiança e credibilidade do público na polícia. [...]


Fonte: Manual de Policiamento Comunitário: Polícia e Comunidade na Construção da Segurança [recurso eletrônico] / Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV/USP), 2009. p. 10.

Leia o trecho a seguir, observando o emprego dos sinais de pontuação.


No Brasil, ocorreram, ao longo dos últimos 18 anos, várias tentativas de implementar o policiamento comunitário. Quase todas as experiências foram, nos diferentes Estados, lideradas pela Polícia Militar: a) em 1991, a Polícia Militar de São Paulo promoveu um Seminário Internacional sobre o Policiamento Comunitário, abordando os obstáculos para esse tipo de policiamento; b) em 1997, ainda em São Paulo, projetos piloto foram implantados em algumas áreas da capital; c) nessa mesma época, no Espírito Santo e em algumas cidades do interior do Estado, também houve experimentos com policiamento comunitário; o mesmo se deu na cidade do Rio de Janeiro, nos morros do Pavão e Pavãozinho, com a experiência do GEPAE.


Quanto à pontuação do trecho, NÃO é correto afirmar:

Alternativas
Q2883471 Português
not valid statement found

Assinale a opção correta acerca das estruturas linguísticas do texto.

Alternativas
Q2878575 Português

No primeiro parágrafo do texto aparecem entre aspas os vocábulos “apreendido” e “socioeducativas”. O motivo da utilização desses sinais gráficos é indicar que esses vocábulos

Alternativas
Q2878573 Português


Leia o fragmento a seguir e responda às questões 02 e 03.

“No início do mês, um assaltante matou um jovem em São Paulo com um tiro na cabeça, mesmo depois de a vítima ter lhe passado o celular. Identificado por câmeras do sistema de segurança do prédio do rapaz, o criminoso foi localizado pela polícia, mas – apesar de todos os registros que não deixam dúvidas sobre a autoria do assassinato – não ficará um dia preso”.

Considerando-se a norma culta, assinale a afirmativa incorreta.

Alternativas
Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SESA-ES Provas: CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião pediátrico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião plástico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico anestesiologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Cirurgião Vascular | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico nefrologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico hematologista e hemoterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Supervisor | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico pneumologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cancerologista pediátrico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião cardiovascular | CESPE - 2013 - SESA-ES - Fonoaudiólogo | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico gastroenterologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico reumatologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico reumatologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Enfermeiro | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cardiologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico alergista e imunologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Nutrologia | CESPE - 2013 - SESA-ES - Fisioterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião torácico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico endocrinologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico hematologista e hemoterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico psiquiatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico endocrinologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Odontólogo Cirurgião Bucomaxilofacial | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião geral | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião de cabeça e pescoço | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico homeopata | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico infectologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico psiquiatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Regulador | CESPE - 2013 - SESA-ES - Auditor Médico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico proctologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico urologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico do trabalho | CESPE - 2013 - SESA-ES - Biólogo | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico geriatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico neurologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico otorrinolaringologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico neurologista |
Q2876776 Português

Texto para as questões 4 e 5


1 A mudança de crença ocorre reiteradamente na

ciência, porém não com a frequência que se poderia esperar

diante da imagem idealizada do cultuado “método científico”,

4 para o qual apenas os fatos importam. Mas os cientistas são

seres humanos, sujeitos, como qualquer um, aos caprichos da

emoção e à influência dos desvios cognitivos, quando moldam

7 e reforçam suas crenças.

Nosso cérebro também avalia as crenças e faz um

julgamento de valor sobre elas. Existem razões evolutivas que

10 explicam por que construímos crenças e as julgamos como

boas ou más. Nossas tendências tribais levam-nos a formar

coalizões com companheiros que possuem ideias afins e a

13 demonizar os que têm crenças diferentes. Assim, quando

tomamos conhecimento de crenças que diferem das nossas,

temos a tendência de rejeitá-las ou destruí-las por considerá-las

16 absurdas, más, ou ambas as coisas. Essa propensão torna ainda

mais difícil mudar de opinião diante de novas evidências.


Idem, ibidem

O sentido original e a correção gramatical do texto seriam preservados caso a vírgula fosse

Alternativas
Q2854933 Português

Observe atentamente o emprego da vírgula entre as orações do seguinte período: “Se esta é a sua verdade, é possível prová-la?”. Podemos justificar esse emprego porque:

Alternativas
Q1665327 Português


Cristiane Vianna Rauen et al. Relatório de acompanhamento setorial. In:

Tecnologias de informação e comunicação, v. III. UNICAMP e Agência

Brasileira de Desenvolvimento Industrial, ago./2009, p. 10-1 (com adaptações).

No que diz respeito aos argumentos e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.
Na estrutura “com reflexos positivos no emprego, na renda e na qualidade de vida da população” (l.6-7), é obrigatória presença da vírgula porque os constituintes frasais estão ligados por processo de subordinação.
Alternativas
Q1665315 Português

Helena Maria Martins Lastres et al. Desafios e oportunidades da era do conhecimento.

In: São Paulo em Perspectiva, 16(3), 2002, p. 60-1 (com adaptações).

No que se refere às estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.


Seria mantida a correção gramatical do texto caso fosse acrescentada a expressão que é imediatamente antes do trecho “caracterizada (...) conhecimento” (l.5-6) e fossem suprimidas as vírgulas que o isolam.

Alternativas
Q1664896 Português

No que diz respeito aos argumentos e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.


Na estrutura “com reflexos positivos no emprego, na renda e na qualidade de vida da população” (l.6-7), é obrigatória presença da vírgula porque os constituintes frasais estão ligados por processo de subordinação

Alternativas
Q1664847 Português

No que diz respeito aos argumentos e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.


A correção gramatical e o sentido do texto seriam mantidos se o segmento “Por contribuir para a elevação do valor agregado” (l.5-6), fosse assim reescrito: Por contribuir, juntamente com a elevação do valor agregado.

Alternativas
Q1664840 Português

No que se refere às estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.


Seria mantida a correção gramatical do texto caso fosse acrescentada a expressão que é imediatamente antes do trecho “caracterizada (...) conhecimento” (l.5-6) e fossem suprimidas as vírgulas que o isolam.
Alternativas
Q1663526 Português

Internet: <https://www4.serpro.gov.br/inclusao> (com adaptações).

De acordo com as ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir.


O segmento “maior empresa de TIC da América Latina” (l.6) está entre vírgulas porque constitui um aposto.

Alternativas
Q1640877 Português
Considere o fragmento abaixo para a questão. “Neste primeiro artigo de 2009, sinto-me tomado por uma indecisão: devo escrever como o Sarney quer que eu escreva? Para os desavisados, não custa lembrar que estão em vigor as novas regras de ortografia para os países que falam a língua portuguesa, o que inclui o Brasil. O feito é resultado das maquinações cerebrais de ninguém menos que José Sarney, que, desde a década de 1990, vinha tentando emplacar a adesão do Brasil à reforma ortográfica. Grandes intelectuais, escritores e estudiosos brasileiros já se manifestaram contra a reforma baseados em inúmeros argumentos. A maior violência da reforma, segundo penso, reside no fato de que ela não considera a língua um elemento de coesão nacional, mas um produto de barganha comercial e geopolítica típico do pensamento pré-inteligível da maioria de nossos políticos." (ROLT, Clóvis da. In: Zero Hora, 4/1/2009. Reforma ortográfica: não engula este engodo! Fragmento). Qual a alternativa que propõe uma modificação que mantém o texto CORRETO?
Alternativas
Q1640873 Português
Leia o fragmento abaixo e escolha a alternativa que faz uma afirmativa INCORRETA sobre o fragmento abaixo.
Eu sei, o conceito de cultura é mais abrangente que bolsa de mulher. Dentro dele há de tudo e quase tudo que não há também cabe. Então tratemos de nos entender: 1o) por falta de outra palavra, "cultura" designa, aqui, o bem colhido por quem busca prazer e elevação do espírito no conhecimento e na arte; e 2o) quando me refiro às vertentes do conhecimento estou falando, principalmente, de filosofia, política, direito, história e religião. (PUGGINA, Percival. In: Zero Hora, 17 de junho de 2012. ARTIGOS, pág. 14. Fragmento)
Alternativas
Respostas
13221: E
13222: B
13223: C
13224: B
13225: C
13226: B
13227: A
13228: B
13229: B
13230: E
13231: C
13232: C
13233: E
13234: E
13235: E
13236: E
13237: E
13238: C
13239: B
13240: C