Questões de Concurso
Sobre pontuação em português
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I – Caso o trecho “Houve um tempo” fosse substituído por Houveram tempos, haveria somente prejuízo semântico ao texto, mas a concordância se manteria preservada.
II – A inclusão de uma vírgula imediatamente após o vocábulo “tempo” não causaria prejuízo gramatical ao texto, ao contrário, ela se faz necessária.
III – A substituição da forma verbal “eram” por foram, embora aceita pelo padrão culto da Língua Portuguesa, daria um novo sentido à informação, prejudicando, dessa forma, o sentido da charge.
IV – O acento agudo do vocábulo “árvores” se justfica por se tratar de uma palavra paroxítona terminada em -es.
V – A colocação do acento circunflexo no vocábulo “que” não configuraria erro gramatical na frase “O que são árvores papá?”.
A sequência correta é:
I- “Alugamos o apartamento! – respondeu um deles.”, a pontuação exclamativa mostra o espanto pela pergunta do emissor.
II- “Quem chegava primeiro...” está em relação antitética com “os outros”, no primeiro episódio narrado.
III- “A mocinha fez cara de paisagem.” Mostra a profunda consternação da atendente. IV- “Meus pais já têm idade”, há falha na concordância verbal.

Considerando os sentidos e as estruturas linguísticas do texto acima
apresentado, julgue os próximos itens.

No texto acima, foi feita uma alteração que prejudicou a correção gramatical. Para torná-lo correto, é necessário
I. A apelante alega que teve sua defesa prejudicada em face dos artigos 2º, caput e 3º, § 2º do Código de Defesa do Consumidor (CDC).
II. A denominada inversão do onus probandi a que se refere o inciso VIII do art. 6º do CDC fica subordinada ao critério do Juízo quando provável a alegação ou quando hipossuficiente o consumidor.
III. Tal inversão do onus probandi nas lides que envolvam relações de consumo submete-se ao princípio da persuasão racional, contanto que atendidos os pressupostos do art. 6º, VIII, do CDC.





