Questões de Concurso Sobre pontuação em português

Foram encontradas 14.779 questões

Q4157960 Português
Marque a alternativa que tenha o uso correto da vírgula. 
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Ano: 2022 Banca: UFCA Órgão: UFCA Prova: UFCA - 2022 - UFCA - Produtor Cultural |
Q4142322 Português
Assinale a alternativa que corresponde ao período de pontuação correta.
Alternativas
Q4141066 Português
Leia o texto para responder a questão.


O pH da água influencia a nossa saúde?

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    Não. Algumas empresas de fato vendem água alcalina por um preço salgado, lucrando em cima de uma fake news de WhatsApp que afirma o seguinte: como o pH do sangue humano é ligeiramente básico – algo entre 7,35 e 7,45 em vez de 7, que é neutro –, beber água com o pH correspondente teria efeitos quase mágicos, como retardar o envelhecimento. Isso é besteira da grossa.

    “Água alcalina é só água”, diz a médica Alicia Kowaltowski, professora de Bioquímica da USP. “Não tem nenhum benefício à saúde diferente de água comum, nada justifica o alto custo.” Tanto é que a água, ao entrar no organismo, passa pelo estômago – onde é misturada a enzimas ácidas, com pH entre 1,5 e 3,5. Isso não a impede de ser absorvida pelo intestino depois. Cada órgão exige um pH diferente, e seu corpo é perfeitamente capaz de manter esse equilíbrio.

   É sempre bom lembrar que as moléculas de H2O, por si só, não são ácidas ou alcalinas. O que aumenta ou diminui o Ph da solução são as substâncias dissolvidas nela. É evidente que um gole de água com soda cáustica é extremamente alcalino e fará alguma diferença para sua saúde – porque irá corroer sua garganta por dentro. Mas uma alcalinidade leve, como a propiciada por um pouquinho de bicarbonato de sódio, não fará diferença alguma.

#OráculoSuper

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Analise: “Mas uma alcalinidade leve, como a propiciada por um pouquinho de bicarbonato de sódio, não fará diferença alguma.” E assinale a alternativa que apresenta a explicação correta para o uso das vírgulas nesse contexto.
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Q4140382 Português
Leia o texto para responder a questão.

Entenda como Yakecan está causando o frio no Brasil.

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    A onda de frio extremo que atingiu para boa parte do Brasil tem uma culpada: a tempestade tropical Yakecan. O nome, que significa “som do céu”, é pertinente para descrevêla — vieram junto ruidosos ventos intensos, além de uma onda de frio bem mais longa do que o esperado. Mas o fenômeno todo da friaca repentina é mais inusitado do que suas partes separadas.
Esse frio é fruto de dois acontecimentos meteorológicos somados: essa tempestade Yakecan, que estava estacionada, e a influência da massa polar atlântica (mPa). Massas polares são frias e úmidas por definição, e sua intensidade é maior durante o inverno. A mPa é responsável pelas quedas de temperatura nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No entanto, dessa vez, a pedra no sapato é a tempestade.
    Em condições normais, as frentes frias duram alguns dias; porém, com a tempestade barrando seu caminho, ela ficou, de certa forma, presa dentro do país.
    A nomenclatura pode variar, mas ciclones e tempestades tropicais obedecem à mesma definição básica: são sistemas de baixa pressão atmosférica, que se movimentam em sentido horário. O que muda de um para o outro é a intensidade dos ventos.
    A Yakecan, na verdade, não chega a estar parada, só está muito devagar - bem mais do que o normal. Essa demora permite que ela interaja mais com o oceano, então o vapor d’água sobe e se transforma em mais nuvens. No fim das contas, isso reflete em ventos intensos, ondas de frio acima da média e até geadas e chuvas de granizo.
    E tem mais: outro fenômeno também age no processo: a conhecida La Niña. Caracterizada pelo esfriamento anormal das águas do Pacífico, ela altera o padrão dos ventos e intensifica as frentes, adiantando os dias de frio.
    A previsão é de que essa onda gelada diminua. A Yakecan se afasta cada vez mais em direção ao oceano, e a frente fria presa vai ser aliviada. Com a chegada do inverno, os próximos meses ainda prometem ser frios - menos parecidos com essa Era do Gelo contemporânea, mas ainda assim frios.

Disponível em: https://www.instagram.com/p/CdyETo7KOvH/
Analise: “Esse frio é fruto de dois acontecimentos meteorológicos somados: essa tempestade Yakecan, que estava estacionada, e a influência da massa polar atlântica (mPa)” e assinale a alternativa correta sobre a função dos dois pontos. 
Alternativas
Q4140381 Português
Leia o texto para responder a questão.

Entenda como Yakecan está causando o frio no Brasil.

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    A onda de frio extremo que atingiu para boa parte do Brasil tem uma culpada: a tempestade tropical Yakecan. O nome, que significa “som do céu”, é pertinente para descrevêla — vieram junto ruidosos ventos intensos, além de uma onda de frio bem mais longa do que o esperado. Mas o fenômeno todo da friaca repentina é mais inusitado do que suas partes separadas.
Esse frio é fruto de dois acontecimentos meteorológicos somados: essa tempestade Yakecan, que estava estacionada, e a influência da massa polar atlântica (mPa). Massas polares são frias e úmidas por definição, e sua intensidade é maior durante o inverno. A mPa é responsável pelas quedas de temperatura nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No entanto, dessa vez, a pedra no sapato é a tempestade.
    Em condições normais, as frentes frias duram alguns dias; porém, com a tempestade barrando seu caminho, ela ficou, de certa forma, presa dentro do país.
    A nomenclatura pode variar, mas ciclones e tempestades tropicais obedecem à mesma definição básica: são sistemas de baixa pressão atmosférica, que se movimentam em sentido horário. O que muda de um para o outro é a intensidade dos ventos.
    A Yakecan, na verdade, não chega a estar parada, só está muito devagar - bem mais do que o normal. Essa demora permite que ela interaja mais com o oceano, então o vapor d’água sobe e se transforma em mais nuvens. No fim das contas, isso reflete em ventos intensos, ondas de frio acima da média e até geadas e chuvas de granizo.
    E tem mais: outro fenômeno também age no processo: a conhecida La Niña. Caracterizada pelo esfriamento anormal das águas do Pacífico, ela altera o padrão dos ventos e intensifica as frentes, adiantando os dias de frio.
    A previsão é de que essa onda gelada diminua. A Yakecan se afasta cada vez mais em direção ao oceano, e a frente fria presa vai ser aliviada. Com a chegada do inverno, os próximos meses ainda prometem ser frios - menos parecidos com essa Era do Gelo contemporânea, mas ainda assim frios.

Disponível em: https://www.instagram.com/p/CdyETo7KOvH/
Analise: “(...) O nome, que significa “som do céu”, é pertinente para descrevê-la — vieram junto ruidosos ventos intensos, além de uma onda de frio bem mais longa do que o esperado” (...) e assinale a alternativa correta sobre a pontuação usada.
Alternativas
Q4140377 Português
Analise os dois enunciados sobre o uso das vírgulas e assinale a alternativa correta.

I. Segundo especialistas, haverá no mundo, em 2020, aproximadamente 50 megacidades (cidades com mais de 10 milhões de habitantes).
II. Segundo especialistas, haverá no mundo, em 2020, aproximadamente, 50 megacidades (cidades com mais de 10 milhões de habitantes). 
Alternativas
Q4140376 Português
Leia este trecho de crônica para responder a questão.

Sonhar cansa, como qualquer outra coisa; e, com a velhice, nós, os pobres, já que não podemos economizar dinheiro, passamos a economizar ambições. (Rubem Braga)
“Sonhar cansa, como qualquer outra coisa (...)” a vírgula tem a função de
Alternativas
Q4140375 Português
Leia este trecho de crônica para responder a questão.

Sonhar cansa, como qualquer outra coisa; e, com a velhice, nós, os pobres, já que não podemos economizar dinheiro, passamos a economizar ambições. (Rubem Braga)
Analise: “(..) e, com a velhice, nós, os pobres, (...)” e assinale a alternativa que apresenta o papel da vírgula no termo destacado.
Alternativas
Q4140253 Português

Leia o texto para responder a questão.



PSYCHO KILLER


Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?


Por Revista Super no Instagram



    Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.

    Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.

    Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".

    Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").

    Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.

    Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".

    Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).

    Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").

    Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.

    Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.

    Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.

    Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.

    Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.



Disponível em https://www.instagram.com/p/Cdg_n3LKRNE/

Analise: “Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso” e também “psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar” e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4140252 Português

Leia o texto para responder a questão.



PSYCHO KILLER


Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?


Por Revista Super no Instagram



    Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.

    Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.

    Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".

    Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").

    Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.

    Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".

    Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).

    Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").

    Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.

    Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.

    Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.

    Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.

    Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.



Disponível em https://www.instagram.com/p/Cdg_n3LKRNE/

Analise: “psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar” e assinale a alternativa que apresenta a explicação correta para o uso das vírgulas nesse contexto. 
Alternativas
Q4139725 Português

Instrução: A questão seguinte refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado nas questão.


Para estudar, o papel vence a tela 




(Disponível em: Mariana Ferrari, ISTOÉ Independente (istoe.com.br) – texto adaptado especialmente para esta

prova). 

No texto acima, os sinais de pontuação adicionam sentido, assinalam pausas e separam palavras e termos. Considerando o uso desses sinais no trecho acima, avalie as afirmações que seguem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas, à luz do que preconiza Cegalla.
(  ) A vírgula da linha 01, assim como o segundo par de vírgulas da linha 08 – hachuradas no texto – separam adjunto adverbiais.
(  ) Segundo o autor, as aspas são usadas para pôr em evidência expressões que devem ser destacadas, como se observa nas ocorrências entre as linhas 05 e 08.
(  ) Os dois-pontos utilizados na linha 04, de acordo com o citado autor, precede uma citação, tornando-se, pois, obrigatório o uso.
A ordem correta de preenchimento correto dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4137899 Português
Assinale a alternativa em que a frase está pontuada corretamente.
Alternativas
Q4137597 Português

Considere o texto 1 para responder a questão.




https://www.bing.com/images/search?.charges 

As vírgulas empregadas nos balões de fala dos personagens foram utilizadas com a função de:
Alternativas
Q4136402 Português


 (Fonte:Jornal O Estado de S. Paulo, 31 de dezembro de 2020 - 03h00)

Marque a alternativa correta em relação à justificativa para o uso das vírgulas que separam o trecho sublinhado, no período: “O ano de 2020, que termina hoje, por exemplo, esteve cheio de notícias destacáveis, como todos os anos”. (l.7-8) 
Alternativas
Q4135008 Português

Leia os textos a seguir para responder à questão.



Texto 1


Aprovada PEC da Economia Solidária; texto vai à Câmara.



Disponível em: www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/05/03. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado).



Texto 2


O que é economia solidária?





Disponível em: https://aventuradeconstruir.org.br/o-que-e-economia-solidaria/. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado)

No trecho “Foi uma reação dos artesãos que perderam seus empregos para as máquinas a vapor...” (linhas 6-7, texto 2), se fosse acrescentada uma vírgula depois da palavra “artesãos”, verificaríamos que a frase
Alternativas
Q4124192 Português
Analise o excerto a seguir, para responder à questão.

As estruturas que formam os cometas estão divididas em três partes: cabeleira, cauda e núcleo. A formação dessas estruturas está diretamente ligada com o aquecimento do gelo e dos demais materiais que constituem o corpo celeste. Isso acontece, justamente, quando os cometas se encontram no ponto elíptico de sua órbita que é mais próximo do Sol: o periélio.
Observe o uso do sinal de dois pontos na sentença: “Os cometas são formados por três partes: cabeleira, cauda e núcleo”. Assinale a alternativa que justifique seu uso.
Alternativas
Q4124127 Português
Observe atentamente o emprego dos dois pontos, no excerto, a seguir: Os instrumentos mais simples são: enxada, enxadão, rastelo, foice, ancinho e carrinho de mão”. O emprego dos dois pontos deve-se ______.
Analise as afirmativas a seguir e assinale a única alternativa que preencha corretamente a lacuna.
I. ao término de uma declaração de sentido pleno ou completo.
II. a uma apresentação de enumeração.
III. à expressão de admiração, espanto ou surpresa. 
Alternativas
Q4124113 Português
Observe atentamente o emprego do sinal de dois pontos. “Algumas delas são: banana-nanica, banana-prata, banana-ouro, banana-maçã e banana-da-terra”. O emprego desse sinal se deve à:
Alternativas
Q4119435 Português
“Escola tem papel importante para identificar ansiedade em jovens”, diz psiquiatra


Falta de ar, tremor e crise de choro foram alguns dos sintomas que afetaram 26 estudantes no dia 8 de abril, na escola Ageu Magalhães, em Recife. Um episódio de crise de ansiedade coletiva é “uma situação atípica”, de acordo com o professor de psiquiatria da infância e adolescência da Universidade de São Paulo (USP), Guilherme Polanczyk.

“Quando olhamos alguém em crise, ficamos ansiosos, é uma situação aguda e intensa, é muito particular, só podemos fazer hipóteses sobre o que aconteceu, eventualmente é que todos foram expostos a uma situação extrema de estresse e provavelmente já tinham alguma fragilidade emocional”, afirmou Polanczyk à CNN.

De acordo com Polanczyk, diversos fatores contribuem para evolução de quadros de ansiedade, “situações do ambiente, da família, da escola, exposições a situações traumáticas contam muito”. O psiquiatra reforçou que identificar os casos precocemente é essencial para que a criança ou adolescente receba acompanhamento médico.

“A ansiedade e depressão são experiências emocionais que as pessoas muitas vezes não compartilham com quem está a sua volta, mas medo e preocupação aparecem no comportamento, pais precisam estar sintonizados para identificar esses comportamentos.”

“A escola também tem papel muito importante, ela promove o desenvolvimento de pessoas, saúde mental é parte fundamental para esse desenvolvimento, para que tenham essa ideia de promoção de saúde mental, identificação de problemas”, completou.

O especialista ainda reforçou que há estudos nacionais e internacionais que apontam que o período mais agudo da pandemia de Covid-19 contribuiu para o aumento de casos de ansiedade e depressão na população em geral, e em especial em jovens.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou 25% no primeiro ano da pandemia. O levantamento aponta que jovens e mulheres foram os mais atingidos.

(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/escola-tempapel-importante-para-identificar-ansiedade-em-jovens-diz-psiquiatra/. Acesso em: 05/05/2022.)
Assinale, a seguir, a alternativa em que o livre comentário sobre o assunto tratado no texto NÃO apresenta inadequação quanto à pontuação. 
Alternativas
Q4119162 Português
Texto para responder à questão.

Apesar de tudo, a educação avançou


Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, mais de 70% dos estudantes do ensino médio não têm conhecimento suficiente em português e matemática. No último Pisa, a principal avaliação escolar do mundo, entre 79 países, o Brasil foi o 57º em leitura, o 66º em ciências e o 70º em matemática. A educação básica no País é ruim. Mas já foi muito pior. As conquistas desde a Constituição de 88 foram expressivas. Em nota técnica – Fim de uma Era. Desafios para a atuação federal na Educação Básica –, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) traçou os últimos 30 anos de evolução, insuficiências e desafios das políticas educacionais.

Em 1988, o Brasil tinha os piores indicadores entre seus pares nas Américas. A média de anos de estudo dos brasileiros de 25 a 65 anos era de 5,1 anos – no Chile, Paraguai e Peru eram, respectivamente, 8,9, 8,8 e 8,2. Só 33% das crianças completavam o primário – no Uruguai e Panamá eram 95% e 91%. Menos de 18% dos jovens cursavam o secundário – no México e Argentina eram 83% e 95%.

Havia falta de vagas nas escolas; os professores tinham baixa escolaridade, não recebiam formação específica e ganhavam salários irrisórios; o financiamento era escasso e mal distribuído; faltavam parâmetros mínimos para as redes escolares; inexistia um sistema de avaliação; e a falta de clareza na sociedade sobre a importância da educação era generalizada.

De lá para cá, o Brasil construiu um dos melhores sistemas de avaliação entre os países em desenvolvimento, as competências do governo federal, Estados e municípios foram detalhadas, a formação e remuneração dos professores melhoraram substancialmente e os recursos cresceram e passaram a ser fiscalizados com mais rigor. Hoje, o financiamento por aluno é cinco vezes maior, quase todas as crianças têm acesso a uma escola e a taxa de término do primário saltou de 33% para 80%.

Mas, apesar desses avanços quantitativos, qualitativamente os resultados estão bem aquém do desejável. “O Brasil se empenhou em organizar e fortalecer o ensino público”, resumem os pesquisadores do Ipea, “e o resultado foi esse: a criança começa aprendendo em níveis razoáveis e termina o ensino médio com uma inaptidão irrazoável.”

O desafio de uma evolução nacional passa necessariamente pela articulação federativa. No Brasil o ensino fundamental é primordialmente de responsabilidade dos municípios; o médio, dos Estados; e o superior, da União. O governo federal não atua diretamente sobre os resultados da educação básica, mas pode aprimorá-los por meio da coordenação, financiamento e avaliação.

Em 2009, o Sistema Nacional de Educação foi inserido na Constituição para articular a cooperação federativa com vistas ao alcance das metas do Plano Nacional de Educação. Mas as atuais comissões intergovernamentais ou têm caráter protocolar, como a que discute os parâmetros do Fundo Nacional da Educação Básica (Fundeb), ou não contam com a participação de Estados e municípios, como o Conselho Deliberativo do FNDE. Falta uma instância única com legitimidade para congregar não só os gestores da Educação, mas os da Fazenda e Planejamento nos três níveis de governo.

Como resume o Ipea, uma boa articulação federal entre coordenação, financiamento e avaliação pode estabelecer bases curriculares flexíveis, adaptáveis às inovações pedagógicas e demandas do mercado de trabalho; diminuir iniquidades salariais dos professores por meio de uma complementação mais equitativa via Fundeb; construir processos formativos direcionados às lacunas de aprendizado e aptos a mensurar as competências desenvolvidas pelos estudantes; e estimular trocas das melhores práticas entre municípios e Estados.

As conquistas da última geração, sobretudo no acesso e fluxo escolares, mostram que os preceitos constitucionais sobre educação estão no caminho certo. Mas a geração presente precisará de muito esforço para capitalizar esses ganhos e materializar esses preceitos não só em uma educação aberta a todos, mas de excelência para cada um.

(Apesar de tudo, a educação avançou. O Estado de S. Paulo, São Paulo, ano 142, nº 46.823, 28/12/2021. Notas e Informações, p. A3.)
Apresenta desvio no emprego da vírgula a recombinação da ordem sintática dos sintagmas no período que está em:
Alternativas
Respostas
5561: C
5562: B
5563: B
5564: B
5565: C
5566: D
5567: C
5568: D
5569: B
5570: D
5571: D
5572: B
5573: D
5574: A
5575: D
5576: D
5577: B
5578: D
5579: C
5580: C