Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q3572194 Português
Leia o texto para responder a questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


        “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

        Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

         A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

      Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

      Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

       E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

     Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

      E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

     Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

       Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

       Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

     Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/ 
Analise: “Em 1987 a inflação chegou perto de 500%.” E assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3569402 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 03



O verbo “esqueça”, em um dos seus usos no texto, foi empregado entre aspas para indicar que houve  
Alternativas
Q3569400 Português

INSTRUÇÃO: O texto 02 a seguir faz parte de uma pesquisa mais ampla sobre o uso das redes sociais. Leia-o, com atenção, e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 



Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de construção linguística do título do texto 02.



I. O termo “as” que precede a expressão” redes sociais” e o termo “as” que precede o verbo “utilizar” exercem funções diferentes, uma vez que o primeiro acompanha o termo “redes”, determinando-o em gênero e número,” e o segundo retoma e substitui o termo “redes sociais”.


II. O termo “se”, que inicia o título do texto assim como o termo “se” que precede o termo “tal” foram usados como conjunções subordinativas adverbiais e inserem, no referido título, ideia de condição.


III. O termo “tal” foi usado, no referido título, como um pronome demonstrativo para retomar a ideia “deixar de as utilizar” e poderia ser substituído, com igual correção, pelo também pronome demonstrativo “isso”.


IV. A vírgula depois do termo “sociais”, de acordo com a norma, deve ser usada para separar a oração adverbial que se encontra antecipada, já a vírgula depois do termo “utilizar”, é de uso facultativo, uma vez que a oração adverbial não se encontra antecipada.


V. A expressão “de forma frequente” foi usada, no texto, como uma expressão adverbial e poderia, com igual correção ser substituída pelo termo “frequentemente”.



Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q3569080 Português

Texto 02



Disponível em: http://bichinhosdejardim.com/page/4/. Acesso em: 27 jul. 2023. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística do texto 02.

I - Na primeira fala, verifica-se o uso de um vocativo representado pela expressão “workaholics do meu coração”.
II - Na segunda fala, foi empregada a concordância verbal gramatical, uma vez que os verbos estão concordando com os núcleos dos seus sujeitos.
III - Na terceira fala, o verbo “parar” foi usado semanticamente indicando ordem e encontra-se, portanto, no modo imperativo afirmativo.
IV - Na terceira fala, há duas marcas de coloquialidade indicadas pelo uso de “pra” e do verbo “ter” no lugar do verbo “haver”.
V - A vírgula usada na primeira fala, é obrigatória, de acordo com a norma, uma vez que separa um aposto explicativo.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3568989 Português
A IMPORTÂNCIA DO ABRAÇO!

(1º§) Os abraços, além de demonstrarem carinho e afeto, trazem benefícios diários que muitas pessoas não imaginam. Um abraço é capaz de reduzir o estresse e promover a empatia entre as pessoas.

(2º§) Pesquisas demonstram que abraçar e rir também são extremamente efetivos para ajudar na cura de doenças como: pressão arterial, solidão, depressão e ansiedade e ainda ajuda a melhorar nossa memória. Os abraços foram feitos para expressar o que as palavras deixam a desejar.

(3º§) Estudos mostram que um abraço apertado, quando os dois corações estão pressionados um contra o outro, podem trazer benefícios como os que seguem. Leia-os com cuidado, para entender a importância do abraço.

(4º§) – É importante construir uma relação de confiança, assim o diálogo entre as pessoas será tão beneficiado, quão mais aberto e honesto. Aumentar, instantaneamente, os níveis de ocitocina, que curam sentimentos de solidão, isolamento e raiva. Ocitocina, também chamada de oxitocina, é um hormônio produzido pelo hipotálamo e liberado a partir da neuro-hipófise na corrente sanguínea. Os receptores de ocitocina são encontrados em células de todo o corpo.

(5º§) -Elevar os níveis de serotonina, melhorando o humor e gerando felicidade, além de fortalecer o sistema imunológico pode ser fruto de um abraço.

(6º§) A suave pressão realizada durante o ato de carinho eleva a carga emocional e ativa os “centros de energia” (os chakras ou chacras do plexo solar). Isso estimula a glândula timo, que regula e equilibra o corpo na produção de glóbulos brancos, que o mantém saudável e livre de doenças.

(7º§) -Equilibrar o sistema nervoso, relaxar os músculos e liberar a tensão no corpo são benefícios do abraço. Abraços podem tirar a dor ou acalmá-las, aumentando a circulação.

(8º§) Abrace o seu próximo, o seu ente querido, seu amigo ou seu falso amigo. Desta forma, troque suas energias através do abraço!

(Equipe Vitae Home Care, cuidando com amor!) – (Adaptado)

(https://www.vitaehomecare.com.br/noticias/a-importancia-do-abraco/18)
Analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I - Os substantivos: “glândula”; “diálogo”; “glóbulos” são proparoxítonos.
II - A vírgula do período: “Elevar os níveis de serotonina, melhorando o humor e gerando felicidade” – separa oração reduzida do gerúndio.
III - O (5º§) do texto está escrito com um período apenas.
IV - Todos os verbos da série: “equilibrar”; “relaxar”; “acalmá-los” – estão na forma nominal do infinitivo. 
Alternativas
Q3568984 Português
A IMPORTÂNCIA DO ABRAÇO!

(1º§) Os abraços, além de demonstrarem carinho e afeto, trazem benefícios diários que muitas pessoas não imaginam. Um abraço é capaz de reduzir o estresse e promover a empatia entre as pessoas.

(2º§) Pesquisas demonstram que abraçar e rir também são extremamente efetivos para ajudar na cura de doenças como: pressão arterial, solidão, depressão e ansiedade e ainda ajuda a melhorar nossa memória. Os abraços foram feitos para expressar o que as palavras deixam a desejar.

(3º§) Estudos mostram que um abraço apertado, quando os dois corações estão pressionados um contra o outro, podem trazer benefícios como os que seguem. Leia-os com cuidado, para entender a importância do abraço.

(4º§) – É importante construir uma relação de confiança, assim o diálogo entre as pessoas será tão beneficiado, quão mais aberto e honesto. Aumentar, instantaneamente, os níveis de ocitocina, que curam sentimentos de solidão, isolamento e raiva. Ocitocina, também chamada de oxitocina, é um hormônio produzido pelo hipotálamo e liberado a partir da neuro-hipófise na corrente sanguínea. Os receptores de ocitocina são encontrados em células de todo o corpo.

(5º§) -Elevar os níveis de serotonina, melhorando o humor e gerando felicidade, além de fortalecer o sistema imunológico pode ser fruto de um abraço.

(6º§) A suave pressão realizada durante o ato de carinho eleva a carga emocional e ativa os “centros de energia” (os chakras ou chacras do plexo solar). Isso estimula a glândula timo, que regula e equilibra o corpo na produção de glóbulos brancos, que o mantém saudável e livre de doenças.

(7º§) -Equilibrar o sistema nervoso, relaxar os músculos e liberar a tensão no corpo são benefícios do abraço. Abraços podem tirar a dor ou acalmá-las, aumentando a circulação.

(8º§) Abrace o seu próximo, o seu ente querido, seu amigo ou seu falso amigo. Desta forma, troque suas energias através do abraço!

(Equipe Vitae Home Care, cuidando com amor!) – (Adaptado)

(https://www.vitaehomecare.com.br/noticias/a-importancia-do-abraco/18)
Sobre os componentes estruturais do (1º§), analise as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I - As vírgulas usadas em: “Os abraços, além de demonstrarem carinho e afeto, trazem benefícios diários que muitas pessoas não imaginam” – separam informação entre sujeito e respectivo predicado.
II - As palavras: “não”; “que”; “além” são invariáveis em gênero e em número.
III - Na expressão: “demonstrarem carinho e afeto” – temos substantivos trissílabos paroxítonos que exercem função sintática de núcleos do objeto direto.
IV - As palavras: “que”; “carinho”; “estresse” estão escritas com dígrafo.
Alternativas
Q3568925 Português

A mineração em terras indígenas na Amazônia


Por Elton Alisson

qtext.png (711×500)

(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/mineracao-em-terras-indigenas-da-amazonia-aumentou-1217-nosultimos-35-anos/40613/– texto adaptado especialmente para esta prova).

Nas linhas 07 e 08, os travessões em destaque foram utilizados para:
Alternativas
Q3568620 Português
Imagem associada para resolução da questão

OLIVEIRA, André Luiz de. História da saúde no Brasil: dos primórdios ao surgimento do SUS. Disponível em: <https://facasc.emnuvens.com.br/ ret/article/view/198>. Acesso em: 14 nov. 2023.

Acerca dos aspectos linguísticos, da pontuação e dos sentidos do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3568619 Português
Imagem associada para resolução da questão

OLIVEIRA, André Luiz de. História da saúde no Brasil: dos primórdios ao surgimento do SUS. Disponível em: <https://facasc.emnuvens.com.br/ret/article/ view/198>. Acesso em: 14 nov. 2023, com adaptações.

Considerando as estruturas linguísticas e os sentidos do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3568618 Português
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://noticias.r7.com/saude/qualidade-de-atendimentoainda-e-desafio-do-sus-19082013?utm_source=googleamp>.Acesso em: 11 nov. 2023, com adaptações.

Quanto aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3568615 Português
Por que o Brasil tem a população mais depressiva da América Latina?

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://g1.globo.com/saude/noticia/2023/11/06/por-que-obrasil-tem-a-populacao-mais-depressiva-da-america-latina.ghtml>. Acesso em: 12 nov. 2023, com adaptações.

A respeito da pontuação do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3568504 Português
TEXTO II


O DONO DA BOLA


    O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era bola de futebol. Só bola de meia,[...] Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca. Mas, toda vez que a gente ia jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo: ___ Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola! ___ Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo... ___ Espírito esportivo nada! __berrava Caloca. ___E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto! [...]

    A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. A gente precisava treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo. Mas os treinos nunca chegavam ao fim. [...] E quando não se fazia o que ele queria, já se sabe, levava a bola e adeus treino. Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião: ___ Esta reunião é pra resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino. Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva: ___ A bola é minha , eu carrego quantas vezes eu quiser! ___ Pois é isso mesmo! __ disse o Beto, zangado. ___ É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum! ___ Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem! E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.


Fonte: Marcelo, Marmelo,Martelo.ROCHA, Ruth. Livraria Cultura Editora. 7ª edição. p. 
O texto é rico em travessões. Marque a alternativa que apresenta corretamente o papel do emprego desse sinal de pontuação no texto.
Alternativas
Q3568363 Português
TEXTO II


O BARBEIRO


    Um homem foi ao barbeiro. E enquanto tinha seus cabelos cortados conversava com ele. Falava da vida e de Deus. Daí a pouco, o barbeiro incrédulo não aguentou e falou:

    — Deixa disso, meu caro, Deus não existe!

    — Por quê?

    — Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis, passando fome! Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar!

    — Bem , esta é a sua maneira de pensar, não é?

    — Sim, claro!

    O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não aguentou, deu meia-volta e interpelou o barbeiro:

    — Sabe de uma coisa? Não acredito em barbeiros!

    — Como? — Sim, se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!

    — Ora, eles estão assim porque querem. Se desejassem mudar, viriam até mim!

    — Agora, você entendeu.


(http://contoseparabolas.no.sapo.pt/02contos/Fe.htm.Acessado em: 30/04/2023.)
O texto "O barbeiro" é rico no emprego de travessões . O emprego desse sinal de pontuação:
Alternativas
Q3567815 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Profissionais de saúde têm índices negativos de saúde e bem-estar mental na pandemia, diz pesquisa


Por Theo Ruprecht


(Disponível em: cnnbrasil.com.br/saude/profissionais-de-saude-tem-indices-negativos-de-saude-e-bem-estarmental-na-pandemia-diz-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual das alternativas apresenta o sinal de pontuação que substitui corretamente a figura na linha 39?
Alternativas
Q3567761 Português

A questão diz respeito ao texto abaixo. Leia-o atentamente antes de responder.



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Sobre a pontuação presente no Texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3564127 Português
Nas alternativas a seguir, são apresentados trechos de textos extraídos da internet e adaptados para este edital. Assinale a única alternativa correta do ponto de vista gramatical em relação à afirmação que é feita:
Alternativas
Q3563267 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de responder.


texto.png (420×617)

Há uma inadequação, quanto à pontuação no Texto. Desse modo, assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE a linha na qual se encontra tal inadequação.
Alternativas
Q3562027 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Variações de temperaturas podem provocar 5 milhões de mortes por ano


As ondas de calor no verão europeu de 2022, de magnitude semelhante às que se repetem agora naquelas latitudes, foram responsáveis pela morte de cerca de 61.600 pessoas entre o final de maio e o início de setembro do ano passado, a maioria idosos e mulheres. Essa foi a principal conclusão de um artigo publicado em julho de 2023 na revista científica Nature Medicine. 

 A população dos países mediterrâneos foi a mais atingida. Apenas na Itália e na Espanha houve, respectivamente, 18 mil e 11.300 óbitos, segundo o estudo. "O Mediterrâneo é afetado pelo processo de desertificação. As ondas de calor são amplificadas no verão somente por causa dessas condições mais secas", disse à agência de notícias Reuters o climatologista espanhol Joan Ballester, do Instituto de Saúde Global de Barcelona, autor principal do estudo. 


Mas na Alemanha, país de clima temperado, o impacto do calor também foi expressivo: 8.100 habitantes sucumbiram a temperaturas que bateram na casa dos 40 graus Celsius (°C).


 O número de mortes na Europa, uma das áreas mais ricas do planeta, impressiona por causa de episódios de calor intenso. Não se pode esquecer que a região tem uma população com expressiva proporção de pessoas com mais de 65 anos, mais vulneráveis às variações de temperatura e historicamente preparada e acostumada a lidar com os rigores do frio − não com o ar sufocante e incêndios florestais de verões tórridos. A quantidade de óbitos globais anuais associados a variações extremas de temperatura, tanto para cima como para baixo da zona de maior conforto térmico para o ser humano (de 22 a 26 °C), é da ordem de milhões e coloca os números de vítimas fatais no verão europeu sob outra perspectiva.


Não há consenso sobre o total de óbitos em todo o mundo associados a alterações bruscas ou expressivas de temperatura. Estudos com diferentes metodologias atribuem um número distinto de óbitos à dança dos termômetros. Artigo publicado em 2021 na revista Lancet Planet Health calculou que 5 milhões de pessoas morram anualmente devido a variações térmicas bruscas ou expressivas. O número equivale a 9,5% de todos os óbitos globais. Pouco mais de três quartos das vítimas fatais moram na Ásia ou na África. Cerca de 10% das mortes se dão em razão do calor excessivo e 90% devido ao frio.


Outro estudo epidemiológico, coordenado por um grupo do Instituto de Métrica da Saúde e Avaliação, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, calculou em quase 1,7 milhão as vítimas fatais em todo o mundo de extremos de temperatura em 2019. O trabalho saiu no periódico Lancet em agosto de 2021. O artigo estimou em aproximadamente 17.300 as mortes anuais por variações térmicas no Brasil, dois terços delas associadas ao frio e um terço ao calor.


Um terceiro levantamento ainda mais recente, publicado em maio do ano passado novamente na Lancet Planet Health , calculou que, entre 2000 e 2019, pouco mais de 1,7 milhão de pessoas perderam a vida por ano em razão de variações significativas de temperatura. O estudo foi coordenado por uma equipe australiana da Universidade Monash. Independentemente de qual trabalho esteja mais perto da realidade, um ponto central e comum é que calor ou frio em demasia mata aos milhões.


Para o médico patologista Paulo Saldiva, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP), coautor dos dois estudos publicados na Lancet Planet Health , a área de saúde pública precisa considerar a previsão climática como uma das variáveis que influenciam sua prática. "Há tempos, a agricultura se planeja em função das variações do clima, se vai chover mais ou menos, se vai estar mais quente ou frio", diz Saldiva. "Precisamos fazer isso também."


Ele cita um exemplo do que ocorre na capital paulista. Nas jornadas mais quentes, aquelas que entram na casa dos 2% dos dias mais tórridos de um ano, há um aumento de 50% no número de mortes em São Paulo. Em vez de 200 óbitos diários, ocorrem 300. As pessoas podem ter um mal-estar súbito devido às altas temperaturas, acompanhadas, às vezes, de baixa umidade e quase sempre de altas doses de poluição atmosférica.


As condições térmicas adversas interferem no metabolismo do corpo humano. Alteram as funções cardiovascular, renal e de controle da pressão arterial, além dos níveis de hormônios como o cortisol e o da tiroide. Os vasos periféricos se dilatam, podem ocorrer tonturas, o coração passa a bater mais forte. "Os idosos e as crianças são os mais expostos a essa situação", diz o patologista. Os óbitos são a perda mais extrema diante de um grande desconforto térmico. Há, ainda, impactos mais sutis, que afetam de forma menos acentuada a qualidade de vida.


Retirado e adaptado de: PIVETTA, Marcos. Variações de temperaturas podem provocar 5 milhões de mortes por ano. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: voocar-55-mmihhoe-de-mmorres-poraano/ iacoes-de-temperaturas-podem-provocar-5-milhoes-de-mortes-por-ano/ Acesso em: 01 set., 2023.

Assinale a alternativa que apresenta a pontuação correta:
Alternativas
Q3561243 Português
Comissão aprova proposta que inclui contagem de cachorros e gatos no Censo


A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados aprovou na segunda-feira, 28 de agosto, o projeto que determina a inclusão da contagem domiciliar de cachorros e gatos no Censo Demográfico, levantamento sobre a população realizado periodicamente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) antes de ser votada pelo plenário da casa.

O relator do projeto, deputado Nilto Tatto (PT-SP), recomendou a aprovação, argumentando que os dados ajudariam na proteção animal. "Dados sobre a população animal poderão ajudar a mapear surtos epidêmicos e problemas de zoonoses, para conhecer as origens e combater as causas, além de registrar o tratamento dado a esses animais e orientar o combate a maus-tratos", afirmou.

O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), autor da proposta aprovada, afirmou que a medida é uma questão de saúde pública, uma vez que os cachorros e gatos compartilham o mesmo ambiente que seus donos e podem transmitir doenças. "Cães e gatos são sentinelas de doenças humanas, pois compartilham o mesmo ambiente de seus tutores e, frequentemente, comem a mesma comida, bebem a mesma água, dormem na mesma cama e fazem companhia em viagens", argumentou.

"Nos últimos 30 anos, três em quatro doenças emergentes foram transmitidas por animais. Com estudo amplo, geral e simultâneo, como o Censo, poderemos fazer do Brasil um modelo mundial na prevenção de zoonoses, na dinâmica populacional, no bem-estar animal e na guarda responsável de cães e gatos", continuou.

Quantos cães e gatos tem o Brasil?

Hoje, o Brasil não tem uma contagem oficial de quantos cães e gatos tem o país. Institutos e associações do setor pet realizam contagem para amparar o setor. Segundo o Censo Pet IPB, levantamento anual da população de animais de estimação realizado pelo Instituto Pet Brasil, o país encerrou 2021 com 149,6 milhões de animais de estimação, um aumento de 3,7% sobre os 144,3 milhões do ano anterior. Os cães lideram o ranking, com 58,1 milhões de indivíduos. As aves canoras vêm em segundo, com 41 milhões.

Os gatos figuram em terceiro lugar, com 27,1 milhões, seguidos de perto pelos peixes (20,8 milhões). E depois vêm os pequenos répteis e mamíferos (2,5 milhões).


Retirado e adaptado de: Redação. Comissão aprova proposta que inclui contagem de cachorros e gatos no Censo. Revista Exame. Disponível em: m-dde-caaes--gato-nooceennso issao-aprova-proposta-que-inclui-contagem-de-caes-e-gatos-no-censo/ Acesso em: 29 ago., 2023.
Assinale a alternativa que apresenta a pontuação correta:
Alternativas
Q3561072 Português

Projeto de lei aprovado na Câmara do Rio pode recolher estátuas ligadas ao racismo, escravidão e violações de Direitos Humanos


A Câmara de Vereadores do Rio aprovou projeto de lei que proíbe manter ou instalar monumentos, estátuas, placas e quaisquer homenagens que façam menções positivas ou elogiosas a escravocratas, eugenistas e pessoas que tenham cometido atos lesivos aos direitos humanos, aos valores democráticos, ao respeito à liberdade religiosa e que tenham praticado atos de natureza racista.


No parágrafo único, o projeto de lei também determina que as homenagens já instaladas deverão ser transferidas para ambiente de perfil museológico, fechado ou a céu aberto, e deverão estar acompanhadas de informações que contextualizem e informem sobre a obra e seu personagem.


Agora, para entrar em vigor, a lei precisa ser sancionada pelo prefeito Eduardo Paes - assim que a câmara remeter o projeto, ele tem 15 dias para tomar a decisão. Se entrar em vigor, a lei poderá questionar e retirar algumas estátuas e placas conhecidas pelos cariocas.


No Leme, por exemplo, fica a estátua do Marechal Humberto Castelo Branco, um dos organizadores do golpe civil militar de 1964 e o primeiro presidente do período da Ditadura Militar


No governo dele também foram feitos os primeiros registros de casos de tortura e assassinatos por agentes do estado. Na placa que faz parte do monumento está escrito: homenagem do povo.


Outro exemplo de estátua que seria tirada das ruas seria a do Marquês de Lavradio, na Rua do Lavradio. O Marquês, Dom Luis de Almeida Portugal Soares, foi vice-rei no Brasil colônia por 10 anos. Uma das ações dele tem ligação direta com a escravidão.


Ele foi responsável pela transferência do porto de desembarque de escravizados no Rio do antigo ponto de desembarque nos arredores da atual Praça XV para o Cais do Valongo.


Segundo historiadores, entre os motivos estavam evitar a disseminação de doenças supostamente propagadas por escravizados e também retirar da vista dos nobres o mercado de escravizados.


Disponível em: . Acesso em 25.10.2023) 

Assinale a alternativa em que a alteração realizada causou um desvio em relação à norma culta ou causou alteração de sentido:
Alternativas
Respostas
4181: A
4182: A
4183: E
4184: X
4185: D
4186: E
4187: E
4188: C
4189: D
4190: B
4191: E
4192: D
4193: D
4194: B
4195: E
4196: E
4197: E
4198: C
4199: D
4200: B