Questões de Concurso Sobre pontuação em português

Foram encontradas 16.130 questões

Q2585952 Português

Responda às questões 1 a 10 com base no seguinte texto:


A letra cursiva está ligada à neurociência. Série de estudos comprovam a alteração significativa em relação à alfabetização de crianças, por exemplo. No entanto, em uma era em que a geração cresceu dominada por telas de computadores, notebooks, celulares e tablets, a escrita à mão virou raridade. Alguns países aboliram o ensinamento dessa modalidade — não no Brasil. Mas é o caso dos Estados Unidos. Até agora. Por lá, o ano letivo de 2024 começou com a retomada do manuscrito nas escolas. Transformou-se em debate, análise e, por fim, lei. Alunos de 6 a 12 anos do Ensino Fundamental da Califórnia serão obrigados a aprender a ler e escrever com o traçado à moda antiga. Mais de 20 estados seguem no ritmo. A justificativa é única: o papel fundamental desempenhado por essa habilidade no desenvolvimento cognitivo infantil, estimulando diversas áreas cerebrais essenciais da comunicação.


Adaptado de: https://istoe.com.br/california-reintroduz-ensino-da-caligrafia-cursiva/.

Na frase Por lá, o ano letivo de 2024 começou com a retomada do manuscrito nas escolas, a vírgula tem a função de isolar o:

Alternativas
Q2585143 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 9.

Microplásticos são descobertos pela 1ª vez em vestígios arqueológicos


Dezenas de partículas de plástico foram encontradas em coletas atuais e em amostras extraídas do solo na década de 1980 em dois sítios arqueológicos em York, Inglaterra

Nos últimos anos, uma série de estudos têm evidenciado a presença de microplásticos no oceano, no ar e até mesmo no organismo humano. Agora, pesquisadores descobriram que esses pequenos materiais estão contaminando também vestígios arqueológicos retirados do solo.

Uma pesquisa publicada em 1º de março na revista Science of The Total Environment identificou em coletas de solo 66 partículas de 16 tipos de polímeros de microplástico. “O que antes se acreditava serem depósitos arqueológicos puros, prontos para investigação, estão, na realidade, contaminados por plástico”, afirma em comunicado o arqueólogo John Schofield, da Universidade de York, no Reino Unido.

Os microplásticos são partículas de plástico com tamanho entre 1 micrômetro (milésimo de milímetro) e 5 milímetros. A sua origem é diversa: podem estar em itens de higiene pessoal, cosméticos, garrafas PET, celulares e roupas.

Os pesquisadores analisaram amostras de dois períodos: as mais antigas são datadas dos séculos 1 ou 2 e foram retiradas do solo na década de 1980, em dois sítios arqueológicos de York, a uma profundidade de mais de 7 metros. Já as demais foram coletadas na contemporaneidade em regiões próximas de onde ocorreram as escavações no passado.

“Nós pensamos nos microplásticos como um fenômeno moderno, já que só temos ouvido falar deles nos últimos 20 anos”, contextualiza David Jennings, pesquisador da Universidade de York.

Ele explica que há duas décadas, no ano de 2004, o professor Richard Thompson revelou que microplásticos estavam em águas marítimas desde 1960, em decorrência da grande produção de plástico após a Segunda Guerra Mundial.

“Esse novo estudo mostra que as partículas se infiltraram em depósitos arqueológicos. E, como no caso dos oceanos, isso provavelmente está acontecendo há um período similar, considerando que partículas foram encontradas em amostras de solo retiradas e arquivadas em 1988, de Wellington Row, em York”, sugere Jennings.

Os achados inéditos levantam questionamentos sobre o impacto dos microplásticos em materiais estudados por arqueólogos. Acredita-se que essas partículas podem afetar a química do solo e prejudicar a preservação de resquícios importantes.

Assim, surge uma dúvida: será que preservar amostras arqueológicas in situ continua sendo a abordagem mais adequada? “Daqui para frente, tentaremos descobrir até que ponto essa contaminação compromete o valor de evidência desses depósitos e qual a sua importância nacional”, comenta Schofield.


Revista Galileu. Disponível em<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2024/03/microplasticos-saodescobertos-pela-1a-vez-em-vestigiosarqueologicos.ghtml>

Considere o excerto a seguir para responder às questões de 7 a 9:

O que antes se acreditava serem depósitos arqueológicos puros, prontos para investigação, estão, na realidade, contaminados por plástico”, afirma em comunicado o arqueólogo John Schofield, da Universidade de York, no Reino Unido.

O emprego de vírgulas para isolar a expressão “na realidade”, no excerto apresentado, decorre, entre outros aspectos, do fato de que tal locução desempenha o papel sintático de:

Alternativas
Q2584597 Português

Em qual das orações apresentadas a seguir, o uso da pontuação foi empregado de maneira incorreta?

Alternativas
Q2584514 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 21 a 28.


Dinheiro na mão é vendaval

Notas e moedas sumiram de nossas vidas - e ninguém percebeu.


Walcyr Carrasco


Outro dia eu resolvi ir a um restaurante no Rio de Janeiro, localizado em um bairro da Zona Sul, tradicional e elegante. Vesti uma roupa especial para a ocasião, passei um bom perfume, peguei a carteira com meus cartões, apesar de usar mais os virtuais hoje em dia. Empoderado e bem acompanhado, entrei no local, certo de que faria uma deliciosa refeição. Pedi uma mesa para dois. Quando sentamos, o garçom nos trouxe o menu. E perguntou: "Já conhecem o restaurante?”. Respondi: "Não, mas já há algum tempo queria conhecer”. Ele disse : "Só quero adiantar que não trabalhamos com cartões." Sorri e disse: "Tudo bem, eu faço um Pix.” Aí ele frisou: "Só aceitamos pagamento em cash.” Meu mundo desmoronou. Ele nos acompanhou até a saída. Logo ao lado havia outro restaurante. Entramos. A mesma cena se repetiu. Surpreso, soube que os dois eram do mesmo dono. Questionei como isso era possível nos dias atuais. Há muito tempo não passava por uma situação assim. O segundo garçom explicou que os dois restaurantes eram frequentados por clientes antigos e fiéis, que já conheciam as normas e sempre estavam preparados. Realmente, observei e o restaurante estava longe de parecer vazio. Corremos para um food truck, e nos resolvemos.

Refleti que de fato eu utilizo cada vez menos dinheiro em papel ou moeda, assim como todos os meus amigos e conhecidos. Antes eu sempre tinha um trocado. Separava o dinheiro do restaurante, do táxi, da gorjeta. Sempre tinha uma bolsinha para as moedas. Hoje, basicamente, eu preciso do meu celular. Carro é por aplicativo, reservas on-line, restaurantes pagos por aproximação do celular. E a gorjeta? O exército de profissionais que dependia de gorjetas dançou, porque ninguém mais anda com dinheiro vivo. A não ser que se dê a gorjeta também no cartão. Mas o mundo avançou tanto na seara digital que, há pouco tempo, na entrada do Aeroporto Santos Dumont, um senhor me estendeu a mão pedindo uma ajuda. Respondi que não tinha dinheiro em mãos. "Aceito Pix”, ele respondeu. Para um amigo que queria um queijo coalho na Praia de Ipanema e estava desprevenido, a vendedora propôs, mostrando um cartão: “Aponta seu celular pra esse QR code que o pagamento vai cair direto na minha conta." Minha reflexologista anda com uma maquininha de cobrança no próprio celular. Mas dinheiro virou algo simbólico. Obsoleto. Mesmo os grandes bancos se resolvem com cifras digitais. Imagine se todos os correntistas de qualquer banco exigirem, no mesmo dia, retirar tudo em dinheiro. O banco entra em colapso.

As cédulas coloridas, as moedas desenhadas, o cheirinho da grana, tudo isso tornou-se raro. Uma mala cheia de dinheiro vivo hoje em dia é suspeita. No mínimo, vão achar que é propina de político. Ou algum pagamento questionável, que alguém recebe e não declara. Outro dia vi a clássica imagem de Tio Patinhas nadando em dinheiro. Hoje em dia seria impossível. O próprio Tio Patinhas teria seus apps. A canção de Paulinho da Viola intitulada Pecado Capital diz que dinheiro na mão é vendaval na vida de um sonhador. Foi premonitória. O vendaval já passou. Dinheiro na mão? Ninguém tem mais.


Publicado em VEJA de 1º de março de 2024, edição nº 2882.

"Vesti uma roupa especial para a ocasião, passei um bom perfume, peguei a carteira com meus cartões, apesar de usar mais os virtuais hoje em dia." 1º§


As duas primeiras vírgulas nesse trecho separam:

Alternativas
Q2584171 Português

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que o emprego dos sinais de pontuação está correto.

Alternativas
Q2583964 Português

As alternativas a seguir constituem-se em um texto (art. 227 da CF,1988) que, visando atender ao propósito da questão, sofreu alterações propositais em relação à pontuação. Posto isso, assinale a alternativa em que ocorre erro quanto ao uso da vírgula:

Alternativas
Q2583167 Português

Analise as sentenças a seguir quanto aos sinais de pontuação empregados. Assinale a alternativa em que a vírgula é empregada de forma a separar uma oração reduzida de particípio de outra oração.

Alternativas
Q2583152 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.


O homem biologicamente incapaz de sonhar


"Sonhar não custa nada". Esta expressão popular soa para a maioria como uma verdade incontestável.

Afinal, quem nunca fechou os olhos deitado sobre o travesseiro, em sua mesa de trabalho ou no ônibus e se viu transportado, como num passe de mágica, para uma praia paradisíaca ou marcando um gol na Copa do Mundo ao lado de um ídolo? Também acontece de se encontrar em situações assustadoras, estranhas ou até incompreensíveis.

Mas há uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos, entendido como aquele território em que a mente cria histórias com imagens, sons e até cheiros enquanto dormimos ou até mesmo estamos acordados, é algo desconhecido. O motivo? Eles têm afantasia.

"A afantasia é a ausência de visão mental ou a incapacidade de visualizar". É assim que o neurologista britânico Adam Zeman define a condição, da qual apenas se começou a falar nas últimas duas décadas, em grande parte por causa de suas pesquisas sobre imagens mentais.

"Para a maioria de nós, se nos disserem 'mesa de cozinha' ou 'árvore de maçãs', seremos capazes de reproduzir em nosso cérebro ambas as imagens. Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes de fazer isso", acrescentou o professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.

O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere. "Meu cérebro é como um computador com o monitor desligado ou que só armazena arquivos txt (de texto) e não suporta arquivos jpg, png ou nenhuma imagem", ilustrou.

Foi por acaso que Acevedo descobriu que pertence aos 4% da população que, segundo especialistas, não visualizam imagens mentais.

"Eu trabalhava em um hospital psiquiátrico, comecei a mergulhar mais em temas de neurologia e doenças mentais e me deparei com um artigo de Zeman, que falava sobre a mente cega", contou por telefone, da cidade espanhola de San Sebastián, onde vive e trabalha há seis anos. "Esse artigo descreve como as pessoas que têm afantasia pensam e explica que essas pessoas não conseguem imaginar coisas, ou seja, não veem imagens em sua mente. E foi aí que eu disse a mim mesmo: mas será que as pessoas podem realmente fazer isso?", continuou ele. "O meu choque foi que havia pessoas dizendo que podiam imaginar coisas na sua mente.

Hoje, com trinta e cinco anos, Acevedo passou trinta e um anos de sua vida acreditando que, quando as pessoas diziam ter sonhado, não visualizavam o que contavam. "Até eu descobrir que tinha afantasia, pensava que os desenhos animados colocavam a nuvenzinha nos personagens para que pudéssemos entender a história", explicou ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1418120qwqo.adaptado.

O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere.


Assinale a opção CORRETA quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase:

Alternativas
Q2582034 Português

Em: Alice não tem a inteligência emocional bem desenvolvida e vive colocando o “pé na jaca”.


A expressão em destaque por aspas é:

Alternativas
Q2581727 Português

“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”


Por Cesar Soto


  1. Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos
  2. protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o
  3. diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização
  4. é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando
  5. mais.”.
  6. “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___
  7. levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator
  8. brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um
  9. novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem
  10. uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua
  11. natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que
  12. eles não se juntariam Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm
  13. um presidente déspota.”
  14. Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar
  15. um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou
  16. outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país
  17. em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento
  18. nos EUA e no Canadá o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim
  19. de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu
  20. sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho
  21. que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que
  22. estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo
  23. acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles” fala o ator.
  24. No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen
  25. McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A
  26. ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente,
  27. antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos
  28. e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do
  29. elenco durante as gravações.


(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagner-moura-a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Os símbolos das linhas 12, 18 e 23 podem ser substituídos, respectivamente, por quais sinais de pontuação?

Alternativas
Q2581652 Português

Viagens, panfletos e poucos jornais: com o que os deputados gastam dinheiro


Por Lara Machado, Maria Júlia Vieira e Renata Buono



(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/viagens-panfletos-e-poucos-jornais-com-o-que-os-deputados-gastam-dinheiro-cota-parlamentar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Os símbolos das linhas 06 e 18 podem ser substituídos, respectivamente, por quais sinais de pontuação?

Alternativas
Q2581285 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 8.

Centro de pesquisa brasileiro desenvolve protótipo de bateria nuclear

Imagine um telefone celular cuja bateria dure anos e não precise ser plugado na tomada para recarregar. Ou um drone capaz de voar indefinidamente sobre a Amazônia, registrando focos de desmatamento e de mineração ilegal. Situações como essas poderão se tornar realidade, em algum tempo, com o início da produção comercial de novos sistemas de armazenamento de energia que usam material radioativo para gerar eletricidade ininterruptamente, por dezenas ou centenas de anos.

Uma das inovações foi revelada no começo do ano pela startup chinesa Betavolt. A empresa desenvolveu uma bateria nuclear que poderá gerar energia por 50 anos sem necessidade de recarga. O dispositivo mede 15 milímetros (mm) de comprimento, por 15 mm de largura e 5 mm de espessura e opera a partir da conversão da energia liberada pelo decaimento de isótopos radioativos de níquel (Ni-63). Com 100 microwatts (µW) de potência e 3 volts (V) de tensão elétrica, o módulo é um projeto-piloto. A Betavolt planeja colocar no mercado em 2025 uma versão mais potente da bateria, com 1 watt (W). Ela tem função modular e, de acordo com a startup, poderá ser empregada em série para energizar drones ou celulares.

O Brasil tem estudos na área. Uma equipe do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), uma unidade técnico-científica da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), com sede em São Paulo, apresentou no fim de 2023 o primeiro protótipo de uma bateria nuclear termelétrica feito no país. O princípio de funcionamento do dispositivo, também conhecido como gerador termelétrico radioisotópico (RTG), é diferente do sistema da Betavolt: uma corrente elétrica é produzida a partir da conversão do calor gerado pela desintegração de um isótopo de amerício (Am-241). No módulo chinês, partículas beta (elétrons) transformam-se em corrente elétrica por meio de um sistema conversor específico.

O processo de decaimento ou desintegração radioativa ocorre quando o núcleo instável de um elemento químico se transforma no núcleo de outro elemento, que tem menos energia. O processo libera radiação eletromagnética e pode emitir partículas. Esse fenômeno é caracterizado pela meia-vida, que é o tempo necessário para que metade dos átomos do isótopo radioativo presente em uma amostra se desintegre.

"Durante nosso desenvolvimento, tivemos que dimensionar um módulo gerador termelétrico, responsável por converter a energia térmica em elétrica", explica o engenheiro químico e doutor em tecnologia nuclear Carlos Alberto Zeituni. Ele é o gerente do Centro de Tecnologia das Radiações (Ceter) do Ipen, uma das unidades envolvidas no projeto − a outra é o Centro de Engenharia Nuclear (Ceeng).

A principal vantagem das baterias nucleares é a possibilidade de fornecer carga durante um longo período de tempo. "Uma bateria química convencional dura cinco anos, enquanto uma de lítio chega a 10 anos. As nucleares podem ter duração de 50, 100 anos ou mais, dependendo do material radioativo utilizado. A nossa, estimamos que vá durar mais de 200 anos", diz Zeituni.

O Ipen não mediu a potência do módulo, cuja tensão elétrica é de apenas 20 milivolts (mV). O próximo passo, segundo o centro, é construir uma versão com 100 miliwatts (mW) de potência, capaz de controlar uma estação meteorológica remota − a tensão dependerá do termelétrico empregado. A pesquisa, iniciada há dois anos, vem sendo financiada por uma empresa nacional interessada em comercializar a tecnologia. Por contrato, seu nome não pode ser revelado.

Para criar o módulo, os pesquisadores do Ipen utilizaram 11 fontes de amerício que eram originalmente empregadas em equipamentos de medição de espessura de chapas. Para eliminar o risco de vazamento do material radioativo, as fontes foram empilhadas e encapsuladas em um tubo de alumínio.

"O parâmetro inicial de todo o projeto nuclear tem que ser a segurança. A bateria só será comercializada quando houver garantia de que o risco de vazamento é nulo. Por isso, vamos usar um duplo ou triplo encapsulamento do material radioativo e realizaremos testes de impacto e de quebra", esclarece o engenheiro mecânico Eduardo Lustosa Cabral, pesquisador do Ceeng que participa do projeto.


Retirado e adaptado de: VASCONCELOS, Yuri. Centro de pesquisa brasileiro desenvolve protótipo de bateria nuclear. Revista Pesquisa FAPESP.


Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/centro-de-pesquisa-brasileiro-desenvo lve-prototipo-de-bateria-nuclear/ Acesso em: 01 abr., 2024.

Analise o seguinte trecho retirado do texto:

Situações como essas poderão se tornar realidade, em algum tempo, com o início da produção comercial de novos sistemas de armazenamento de energia que usam material radioativo para gerar eletricidade ininterruptamente.


Podemos afirmar que a vírgula foi empregada, no trecho, para:

Alternativas
Q2580539 Português

Sua filha mais nova, no entanto, ainda não adquiriu as habilidades de leitura e escrita esperadas para sua idade.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c72y0zqnvk1o. adaptado.)


Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.

Alternativas
Q2580306 Português

Texto 2


COMBATE À DENGUE


42% dos criadouros do mosquito da dengue estão em depósitos de água para consumo humano


Levantamento foi realizado pelo Ministério da Saúde, que chama a atenção para a eliminação de criadouros do Aedes aegypti


(https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/maio/42-dos-criadouros-do-mosquito-da-dengue-estao-em-depositos-de-agua-para-consumo-humano Acesso em 20/03/2024)

No enunciado “Levantamento foi realizado pelo Ministério da Saúde, que chama a atenção para a eliminação de criadouros do Aedes aegypti”, o emprego da vírgula se justifica por separar

Alternativas
Q2580135 Português

Autoridades e cientistas irlandeses estão intrigados após a descoberta de um peixe Pacu, nativo da Amazônia, em um lago no interior da Irlanda.

O peixe de aproximadamente 2 quilos foi encontrado pelo empresário Steve Clinch, de 68 anos, pescador veterano e dono de uma pousada de pesca da região. Clinch explicou que o peixe não foi capturado por ele, mas encontrado já sem vida ___ margens do lago. "Parece que ele foi colocado vivo e, posteriormente, morreu. Eu simplesmente o retirei e relatei às autoridades locais, que o levaram para inspeção, considerando ser uma espécie _________ da região", afirmou.

O Lago Garadice fica no interior da Irlanda, a 140 quilômetros da capital Dublin. O lago é relativamente pequeno, de cerca quatro quilômetros quadrados, mas é conhecido por sua beleza cênica e atividades recreativas como pesca e passeios de barco. Os peixes de água doce comuns na região são de pequeno e médio portes como as espécies Truta-marrom, Lúcio, Roquete e Perca.

O Inland Fisheries Ireland, instituto irlandês responsável pela proteção, gestão e conservação dos recursos de água doce e de pesca na Irlanda, iniciou uma investigação. Segundo o Instituto o peixe está refrigerado em um laboratório para análise dos restos mortais.

Embora não haja uma proibição absoluta da criação de peixes não nativos, as autoridades irlandesas adotam medidas para controlar o cultivo de espécies consideradas exóticas, ________ de proteger os ecossistemas aquáticos e a biodiversidade local.

Em nota enviada ___ reportagem, o Ibama afirmou que, em pesquisa feita pela Coordenação de Comércio Exterior do órgão, não foram identificadas exportações de peixes nativos do Brasil para a Irlanda nos últimos 12 meses.


Clara Franco – BBC News Brasil. Adaptado.

Em alguns casos, quando se realiza alguma alteração na pontuação de um enunciado, ocorre mudança de sentido. Levando isso em conta, assinalar a alternativa cuja retirada da(s) vírgula(s) provoca mudança de sentido.

Alternativas
Q2580060 Português

Leia o texto a seguir para responder as questões de 01 a 04.


Pesquisa mostra impacto da Inteligência Artificial no futuro do trabalho


A inteligência artificial (IA) ganhou popularidade nos últimos tempos e muitas ferramentas que utilizam dessa tecnologia foram lançadas ao público neste ano. A IA consiste em aproveitar o poder de computadores e máquinas para imitar capacidades de resolução de problemas e tomada de decisão da mente humana.

Para entender melhor o desenvolvimento dessa tecnologia no ambiente de trabalho, a Access Partnership colaborou com a Amazon Web Services (AWS) em uma pesquisa onde 1600 funcionários e 500 organizações no Brasil, de todos os setores, foram ouvidos. O estudo revela que essa tecnologia pode dar um grande impulso na economia do país e ainda apoiar uma parte considerável das tarefas profissionais. Quase todas as organizações do Brasil serão habilitadas para receber a inteligência artificial. De acordo com a pesquisa, 97% de todos os empregadores planejam usar soluções baseadas em IA até o ano de 2028.

Além disso, 68% dos colaboradores esperam que a automação de tarefas seja o principal benefício da inteligência artificial. Por outro lado, 95% dos empregadores acreditam que o departamento de TI será o maior beneficiário, seguido pelas áreas de P&D e financeiro.

A IA Generativa – que é capaz de criar conteúdos, histórias, imagens, vídeos e músicas – ganhou muita repercussão neste ano. Um exemplo foi a criação do ChatGPT e o Bard, do Google. Por conta desse impulso, o estudo concluiu que 97% dos empregadores pesquisados e 94% dos funcionários esperam usar, de alguma forma, a IA Generativa em suas organizações nos próximos cinco anos.

A produtividade também é um ponto que os empregadores enxergam com positividade quando a inteligência artificial é utilizada em todas as funções de trabalho. Para eles, a produção pode subir em 66% com o uso da ferramenta.

Com tantos benefícios, 80% dos empregadores consideram a contratação de talentos com habilidades e experiência em IA, uma prioridade. No entanto, a maioria deles (68%) dizem não encontrar os talentos que procuram. Por outro lado, quase 80% dos trabalhadores mencionam ter um interesse em desenvolver habilidades na área no futuro, como forma de avançar em suas carreiras. Número que cresce ainda mais quando recortado: 92% das mulheres entrevistadas indicam interesse em adquirir competências na área.

A pesquisa também revela que os empregadores não estão focados apenas em trabalhadores com habilidades técnicas, como codificação. Na verdade, o pensamento crítico e criativo é ainda o mais procurado. “Essa é a nova fronteira que teremos de enfrentar para que o país cresça e as pessoas possam ter acesso às oportunidades no mercado de trabalho”, avalia Andrea Leal, gerente de treinamentos massivos da AWS.


Fonte: DIAS, Ana Beatriz. Pesquisa mostra impacto da Inteligência Artificial no futuro do trabalho. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisa-mostra-impacto-da-inteligenciaartificial-no-futuro-do-trabalho/ (28/11/2023). Acesso em: 17 fev. 2024. (adaptado).

Sobre os aspectos gramaticais e seus respectivos contextos, analise as afirmativas.


I. Em: “De acordo com a pesquisa” (2º parágrafo), a expressão destacada pode ser substituída por “Conforme”, “Em conformidade com”, “Consoante”, sem prejuízo de sentido.

II. Em: “A IA Generativa – que é capaz de criar conteúdos, histórias, imagens, vídeos e músicas – ganhou muita repercussão neste ano” (4º parágrafo), os travessões são empregados para enfatizar o trecho intercalado no texto, substituindo o papel da vírgula.

III. Em: “94% dos funcionários esperam usar a IA Generativa” (4º parágrafo), o verbo concordou com o número expresso na porcentagem.

IV. Em: “[...] para que o país cresça e as pessoas possam ter acesso às oportunidades no mercado de trabalho” (7º parágrafo), o emprego da crase é facultativa, na expressão em destaque.


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2579854 Português

Leia o texto a seguir:


Vítima de pólio vive dentro de pulmão de aço há 70 anos e viraliza no TikTok


Pessoa que está há mais tempo dentro do aparelho no mundo, Paul Alexander se formou em advocacia e escreveu um livro sobre sua história


Com 77 anos, Paul Alexander é o paciente que vive há mais tempo dentro de um pulmão de aço, também chamado de pulmão de ferro, segundo o Guinness World Records. Vítima de uma paralisia dos músculos do peito decorrente da poliomielite, Paul precisou ser colocado no aparelho ainda em 1952, quando tinha apenas 6 anos de idade.

Agora, com o perfil “ironlungman” (“homem pulmão de aço”), o morador de Dallas, nos Estados Unidos, viraliza no TikTok com vídeos sobre como foi crescer dentro da máquina e a sua rotina hoje em dia. Na primeira postagem, que conta com mais de 25 milhões de visualizações, Paul falou que, embora viva há mais de 70 anos no aparelho, fez faculdade, escreveu um livro e tem sonhos como qualquer outra pessoa.

— Em 1952, durante uma epidemia de poliomielite, contraí a doença e estou paralisado desde então. E vivo num pulmão de aço porque não consigo respirar sozinho. Fui para a escola com o meu pulmão de aço, agora sou advogado, exerci a advocacia durante 30 anos, escrevi um livro e o divulguei ao mundo sobre mim e a minha poliomielite, e milhões de pessoas sabem o meu nome hoje. Tenho objetivos e sonhos de fazer mais algumas coisas (...) — disse.

Na publicação, ele passa uma mensagem ainda para todas as crianças que não se vacinaram contra a doença: — Quero falar ao mundo sobre a poliomielite e sobre as milhões de crianças que não estão protegidas contra a poliomielite, que precisam ser protegidas antes que haja outra epidemia.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/2024/02/02/vitima-de-polio-vive-dentro-de-pulmao-de-aco-ha-70-anos-e-viraliza-no-tiktok.ghtml?utm_source=Facebook&utm_ medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em: 03 fev. 2024.

Em “Na publicação, ele passa uma mensagem ainda para todas as crianças que não se vacinaram contra a doença” (4.º parágrafo), o elemento grifado está seguido de vírgula porque é um/a:

Alternativas
Q2578680 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 05.


Possível caso de altruísmo é observado entre elefantes-marinhos


Em registro raro feito nos Estados Unidos, pesquisadores acompanharam um macho da espécie Mirounga angustirostris salvando um filhote com poucas semanas de vida


Em artigo publicado em janeiro na revista Marine Mammal Science, pesquisadores relatam um possível episódio de altruísmo entre elefantes-marinhos da espécie Mirounga angustirostris. O caso ocorreu na Califórnia, em 27 de janeiro de 2022, e é considerado raro, especialmente por envolver um mamífero marinho macho.

Os autores do estudo caracterizam o altruísmo como um comportamento de assistência voltado para um indivíduo necessitado. O altruísta seria responsável por uma ação que reduz sua própria chance de sobrevivência e reprodução, mas que beneficia a sobrevivência do outro.

O episódio observado pelos cientistas durou cerca de 20 minutos e envolveu um filhote com menos de duas semanas de vida, uma fêmea que cuidava dele e um macho que fazia parte do grupo de elefantes-marinhos da região. O filhote e a fêmea estavam juntos, mas foram separados pela maré e pelas ondas. Distante cerca de 15 metros, a fêmea atingiu águas mais rasas e começou a vocalizar, chamando o filhote. Ele, por sua vez, não conseguia nadar e era puxado para mais longe pelas ondas. Então, um macho, identificado como o alfa do grupo, se aproximou da fêmea e, logo depois, seguiu em direção ao filhote — que já estava a aproximadamente 40 metros da fêmea. Ao alcançar o filhote, o empurrou gentilmente com a cabeça para retornar à costa. O mais velho ajudou o mais novo até que eles estivessem a quatro metros da fêmea e finalmente o filhote estivesse junto da mãe.

O caso chama atenção porque elefantes-marinhos machos geralmente não participam do cuidado com os filhotes. “O comportamento de perseguir o filhote e empurrá-lo em direção à costa poderia ser interpretado como comportamento sexual mal direcionado, em que machos dominantes frequentemente conduzem e escoltam fêmeas para a costa para evitar assédio por outros machos. No entanto, propomos que as ações foram intencionais”, escrevem os pesquisadores no artigo.

Eles ressaltam que a condução do filhote foi feita de forma gentil e que, depois, o macho não se aproximou da fêmea, apenas emitiu um som na direção dela. Além disso, os cientistas defendem ter sido um episódio de altruísmo, já que o macho gastou uma energia que poderia ter sido usada para acasalar, defender sua posição contra outros machos ou se manter vivo durante o período de jejum típico dessa espécie.


Revista Galileu. Disponível em

<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2024/02/possivel-caso-de-altruismo-e-observado-entreelefantes-marinhos.ghtml>

Considere o excerto a seguir para responder às questões 4 e 5:


Então, um macho, identificado como o alfa do grupo, se aproximou da fêmea e, logo depois, seguiu em direção ao filhote — que já estava a aproximadamente 40 metros da fêmea.


Quanto à classificação gramatical, a oração introduzida pelo sinal de travessão (—), no excerto apresentado, corresponde a uma:

Alternativas
Q2578333 Português

Espirradeira: linda e tóxica


A espirradeira (Nerium oleander) é uma planta da família Apocynaceae, originária da região da bacia do Mediterrâneo, incluindo Norte da África, até o sul da Ásia. Foi introduzida em regiões do oriente, Austrália, Madagascar e nas Américas, sendo muito cultivada em países tropicais e subtropicais pelo valor ornamental e por não serem plantas muito exigentes quanto às condições de solo e umidade.

Popularmente a espirradeira é também conhecida como loendro, loandro, aloendro, loandro-da-índia, alandro, loureiro-rosa, adelfa, oleandro, cevadilha ou flor-de-são-josé.

Seu porte pode ser arbustivo ou de pequena arvoreta, atingindo entre 2 e 5 metros de altura. Suas folhas são estreitas e alongadas e as flores são reunidas em panículas terminais muito vistosas, nas cores branca, rosa ou vermelha.

Apesar de ser muito comum na arborização urbana, sendo facilmente encontrada em calçadas e praças, todas as partes da planta são tóxicas para humanos e animais, sendo necessário o cuidado com as aparas resultantes de podas para que não fiquem ao alcance de crianças pequenas e animais.

Para manusear a planta, é recomendado o uso de luvas para proteção, pois a seiva esbranquiçada em contato com a pele também oferece riscos. Entre seus princípios ativos estão a oleandrina e a neriantina, que são substâncias extraordinariamente tóxicas. A oleandrina é seu glicosídeo cardioativo majoritário. Essas substâncias são muito estudadas por diversas áreas de Farmácia, Química e Medicina pelo potencial terapêutico, para a criação de novos medicamentos, por exemplo.

Existem diversos relatos registrados de intoxicação de adultos, crianças, animais de estimação como cães e gatos, bovinos, equinos, caprinos, ovinos, sendo alguns casos letais. Se ingerida em altas doses, a oleandrina pode provocar parada cardíaca.

As propriedades tóxicas da espirradeira são conhecidas desde a Antiguidade e são perpetuadas nas medicinas populares em diversas partes do mundo.

Uma das histórias sobre as campanhas militares de Alexandre o Grande (356 a.C - 323 a.C), relata que vários de seus homens morreram após comerem carne envenenada por galhos da planta que foram utilizados como espeto.

Representações da planta estão presentes nas paredes romanas de Pompeia, datadas do primeiro século da era comum.


(Fonte: Escola de Botânico — adaptado.)

Considerando-se as normas de emprego da vírgula, assinalar a alternativa que contém um trecho do texto que apresenta ERRO:

Alternativas
Q2578286 Português

Frutas da estação


As frutas da estação costumam ser mais baratas, saborosas e nutritivas. Por quê? Porque respeitam o ciclo natural de amadurecimento, e a maior oferta na época natural da colheita reduz o preço final.

Sabemos que a importação e a tecnologia agrícola permitem que frutas sejam oferecidas em épocas diferentes das tradicionais. É por isso que algumas espécies estão disponíveis no mercado quase o ano inteiro! Mas pode reparar: a variação de preço ao longo dos meses é nítida!

Alguns produtores utilizam técnicas e adubos orgânicos que permitem ampliar o período de produção sem alterar a qualidade final do alimento. Porém, o mais comum é que a produção seja ampliada com o uso de fertilizantes químicos.

O problema é que esse processo artificial aumenta o teor de água dos alimentos, reduz o valor nutritivo e parte do sabor. Além disso, no longo prazo, provoca o empobrecimento do solo.

Quando respeitada a sazonalidade da produção, o agricultor pode alternar a produção conforme o clima, o que oferece uma variedade de nutrientes ao solo. Com isso, as frutas da estação podem ser produzidas na própria região, com clima apropriado.

Não é difícil identificar as frutas da estação: normalmente são aquelas que estão em grandes quantidades nas feiras e hortifrútis, com preços mais em conta que o usual.


Ypê – “Frutas da estação: descubra quais são e como conservar”. Adaptado.

No último parágrafo do texto, o uso de dois-pontos é utilizado para:

Alternativas
Respostas
4141: A
4142: C
4143: A
4144: A
4145: C
4146: A
4147: C
4148: D
4149: B
4150: B
4151: A
4152: B
4153: E
4154: E
4155: C
4156: B
4157: B
4158: B
4159: B
4160: A