Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q3382084 Português
Identifique em qual das sentenças a seguir uma vírgula é empregada para introduzir uma oração subordinada adjetiva explicativa.
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Q3381680 Português
Os sinais de pontuação estão devidamente empregados em:
Alternativas
Q3381135 Português
Leia o fragmento a seguir:
Diante de sua postura infantil só me resta fazer uma coisa Providenciar seu desligamento de nossa instituição
A ausência da pontuação correta interfere na construção de sentido nesse período. Indique qual alternativa apresenta a pontuação adequada para estabelecer o sentido correto. 
Alternativas
Q3381015 Português
A vírgula foi devidamente empregada com o propósito de construir o sentido desejado pelo autor em:
Alternativas
Q3380821 Português

Assinale a alternativa que justifica adequadamente o uso de vírgula no seguinte período: O período de isolamento social, durante a pandemia provocada pela Covid-19, trouxe uma série de ensinamentos importantes sobre higiene pessoal e dos ambientes, porém a maior parte das pessoas parece já ter esquecido totalmente o que deveria ter sido um aprendizado para a vida.



I. As duas primeiras vírgulas foram usadas para isolar uma expressão adverbial deslocada e a terceira para separar a oração iniciada por conjunção adversativa.


II. O uso de três vírgulas no período se deu pela mesma razão: separar orações coordenadas sindéticas.


III. O uso das duas primeiras vírgulas é optativo, pois não há expressão ou oração adverbial deslocada, mas a terceira vírgula é obrigatória e ocorre para separar o adjunto adverbial na oração.

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Q3380228 Português

Texto 1 


Menino e madeira 


     


CARRASCOZA, João Anzanello. Menino e madeira. In: ______. Ilustr. Nelson Cruz. Uns e outros: histórias de duplas. Curitiba: Cia. Bras. de Educação e Sistemas de Ensino, 2021. p.15-16. Fragmento. 

Releia o trecho a seguir para responder a questão:


“O patrão sabia que, uma hora, eu tocaria o negócio, eu seria o mestre em ação, eu daria forma aos seus projetos, eu talharia os móveis naquela marcenaria, enquanto a ele caberia o que antes cabia a mim...” (Linhas 6-7)


As vírgulas em “O patrão sabia que, uma hora, eu tocaria o negócio...” indicam 

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Q3379866 Português
Uma das normas para o uso correto da vírgula é:
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Q3379832 Português
Assinale a alternativa incorreta sobre o uso da virgula:
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Q3379796 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Para que a ansiedade climática não seja paralisante

Por * Maurício Gonzalez

05/06/2024

    Chegamos ao mês de celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente atravessados pela urgência climática. Entre 2023 e 2024, só no Brasil, acompanhamos uma dura sequência de eventos impactantes pela proporção e devastação, além da alta frequência em ocorrências. Chuvas no litoral de São Paulo, seca no Amazonas, enchentes no Recife e, agora, a tragédia no Rio Grande do Sul. Todos representam o que cientistas sempre alertaram: eventos climáticos, cada vez de maiores proporções, serão ainda mais frequentes.
    Mesmo que tais avisos não sejam recentes, é inegável que estão se materializando para toda a sociedade. Especialmente, com o apoio dos meios de comunicação dispostos a noticiar o assunto com a atenção e cuidado que merece. [...] Se nos meios de comunicação o tema está em prioridade na pauta do dia, as análises de mercado também apontam para um mesmo caminho, sob o ponto de vista do consumidor. Uma pesquisa disponibilizada na Gente, plataforma de conhecimento e insights da Globo, aponta que a ansiedade climática figura em primeiro lugar dentre os temas capazes de impactar nas decisões de consumo e no comportamento da população em 2024. 
    Boa parte da percepção sobre esse tema no Brasil vem de experiências com ondas de calor, chuvas intensas e desastres naturais. Aproximadamente 79% dos brasileiros declararam que sentem os impactos severos de mudanças no clima onde vivem; e 85% acreditam que os efeitos das mudanças climáticas no país serão ainda piores nos próximos 10 anos. Este índice está bem acima da média global, que é de 71% e só foi superado pelos entrevistados na Coreia do Sul (88%). Essa angústia coletiva é plenamente justificada quando nos deparamos com a informação de que 2.797 municípios brasileiros decretaram estado de emergência ou de calamidade por causa de desastres naturais e fenômenos climáticos extremos no último ano, de acordo com a Defesa Civil Nacional.
    “A sensação de impotência e frustração surge com a ação insuficiente dos poderes e a falta de consciência em outros setores da população”, disse a psicoterapeuta britânica Caroline Hickman ao explicar a ansiedade climática ou ecoansiedade.
    Então fica uma provocação: nos falta consciência ou tal ansiedade tem gerado uma inércia limitante? Quando vamos ter um Dia Mundial do Meio Ambiente menos dramático e com avanços concretos nessa pauta? 
    Em tempos em que o Planeta Terra já fecha a conta no ‘cheque especial’ – a demanda da humanidade por recursos naturais supera a capacidade do planeta de produzir ou renovar esses recursos ao longo de um ano – há uma necessidade urgente de se encarar os riscos associados ao clima. Mas, acima de tudo, precisamos nos cobrar uma postura de resiliência que perpassará toda a sociedade, da iniciativa pública à privada, do individual ao coletivo.
     Entendo que é preciso redobrar a nossa capacidade de se antecipar e lidar com impactos causados pelas mudanças climáticas de maneira oportuna e eficiente. Precisamos construir estruturas e sistemas sustentáveis, flexíveis e duráveis, com a ajuda de colegas, parceiros e outras lideranças. E uma autoanálise, urgente e permanente, se estamos fazendo o suficiente para lidar com o que o aquecimento global representa.
    A ansiedade climática, aqui, é encarada como um motor para a transformação dessa realidade que assusta e acomete, principalmente, os mais vulneráveis. Cabe a nós, sociedade e empresas, estarmos dispostos a promover mudanças num movimento que chegue a todos, de forma democrática, justa e eficaz. E no timing da urgência que nos tem sido exposta, diariamente. 


* Maurício Gonzalez é Diretor do Centro de Serviços Compartilhados da Globo (Adaptadohttps://umsoplaneta.globo.com) 
“Mesmo que tais avisos não sejam recentes, é inegável que estão se materializando para toda a sociedade.” 2º§
A vírgula nessa frase separa 
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Q3379584 Português
Uma das incorreções no emprego da vírgula é isolar uma oração subordinada adverbial consecutiva. Verifica-se tal incorreção em:
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Q3378360 Português

Prefeitura sanciona lei de pagamento da assistência financeira complementar para o piso da enfermagem


O prefeito sancionou, nesta segunda-feira (2), o Projeto de Lei nº 7.369, que institui a assistência financeira complementar para o piso da enfermagem, instituído pela Lei Federal nº 14.434/22. Mais de 1.200 profissionais enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem efetivos e contratados serão contemplados com a medida. A sanção, que foi publicada na edição nº 2.697 do Órgão Oficial, permitirá o pagamento da assistência complementar a esses trabalhadores ainda nesta semana.


Ao todo, a União repassou ao município R$ 5.712.750,00 para o custeio do valor complementar retroativo aos meses de maio a agosto. Os pagamentos dos próximos meses serão realizados à medida que o Ministério da Saúde (MS) fizer a transferência dos valores ao município. A cada mês, a prefeitura solicitará o repasse ao MS, informando o número e os dados dos profissionais cadastrados que devem receber a assistência financeira complementar.


Disponível em: https://l1nq.com/mV8P0. Acesso em: 3 out. 2023.

[Fragmento adaptado]



Tendo em vista o que estabelece a gramática normativa, é correto afirmar:

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Q3378355 Português

Trabalho do Hospital Regional é premiado


A equipe odontológica do Hospital Público Regional, na região metropolitana, foi premiada na ExpoDental Brasil, evento realizado entre os dias 26 e 28 de setembro, no Expominas, em Belo Horizonte. O trabalho “Pioneirismo em atendimento odontológico hospitalar do Hospital Regional Professor Osvaldo Franco: relato de 10 anos de experiência” recebeu a nota máxima. Outros quatro projetos empataram com ele.


Na última década, a unidade hospitalar realizou 4.908 atendimentos e 6.950 procedimentos de saúde bucal. A equipe é formada por três dentistas especialistas em patologia bucal habilitadas para odontologia hospitalar e duas auxiliares.


Disponível em: https://encr.pw/NRvsU. Acesso em: 3 out. 2023. [Fragmento adaptado] 


Considerando o que prescreve a norma-padrão da língua, é correto afirmar:

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Q3378354 Português

Os riscos da ausência de limites dos pais e da negligência afetiva


Educar um filho é a missão mais nobre e uma das mais árduas e desafiadoras. Amar os filhos significa impor limites e disciplina para preparar o educando para os desafios da vida adulta. Os limites precisam ser claros, consistentes e previamente combinados para que a criança ou o adolescente saiba o que pode e o que não pode. Pais e mães permissivos, filhos abusivos – é um mote da sabedoria popular. Imprescindível é dar a segurança do amor ao rebento, nutri-lo afetivamente, lembrando que importa mais a qualidade do afeto que a quantidade de tempo disponível. Afinal, a paternidade ou a maternidade responsável é uma missão e um dever aos quais não se pode furtar. Amiúde, não raramente, veem-se filhos órfãos de pais e mães vivos. Negligência afetiva se caracteriza quando se é em demasia concessivo, tíbio e ausente, em vez de assertivo, intenso e proativo na relação com o filho ou a filha.


VENTURI, Jacir J. Os riscos da ausência de limites dos pais e da negligência afetiva. Gazeta do Povo, 2023. Disponível em: https:// www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/os-riscos-da-ausenciade-limites-dos-pais-e-da-negligencia-afetiva/. Acesso em: 2 out. 2023. [Fragmento]



Considerando o exposto no trecho em destaque no texto e o que preconiza a norma-padrão da língua, é correto afirmar:

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Q3378046 Português

Gregos



Disponível em: http://www.acaricaturadobrasil.com.br/2020/09/cartum-igualdade-de-genero.html.

Acesso em: 03 nov. 2023. 

“Aos homens era dado o espaço público; às mulheres, o domínio do lar.” (Linhas 11-12)
A vírgula, no enunciado acima, justifica-se para 
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Q3378045 Português

Gregos



Disponível em: http://www.acaricaturadobrasil.com.br/2020/09/cartum-igualdade-de-genero.html.

Acesso em: 03 nov. 2023. 

O uso de aspas no fragmento Expressões como “chefe de família” e “dona de casa” são exemplos do universo patriarcal que herdamos (Linhas 10-11) se justifica para 
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Q3377707 Português
Sobre as funções da vírgula num texto, é correto afirmar que se emprega vírgula para: 
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Q3377530 Português
A boca, no papel


   O garoto da vizinha me pediu que o ajudasse a fazer (a fazer, não, a completar) um trabalho escolar sobre a boca. Estava preocupado porque só conseguira escrever isto: “Pra que serve a boca? A boca serve pra falar, gritar e contar. Serve também pra comer, beber, beijar e morder. Eu acho que a boca é um barato”. Queria que eu acrescentasse alguma coisa.

   – Que coisa?

   – Qualquer coisa, ué. Escrevi só quatro linhas, a professora vai bronquear.

   – Mas em quatro linhas você disse o essencial. Para mim, só faltou dizer que a boca serve também para calar. Em boca fechada não entra mosquito.

   – Isso não dá nem uma linha – e os olhos do garoto ficaram tristes.

   – Por favor, me ajude...

  Então resolvi fazer a minha redação, como aluno ausente do Colégio Esperança, e passá-la ao coleguinha, a título de assessor de emergência.

***

   A boca de que estou falando, aliás, escrevendo, pode ser alegre, amarga, ameaçadora, sensual, deprimida, fria, sei lá o quê. Uma boca pode variar muito de expressão e mesmo não ter nenhuma. Uma das bocas mais gozadas que eu já vi foi a boca- -de-chupar-ovo, uma boquinha de nada, da minha tia Zuleica. Se fosse um pouquinho mais apertada, eu queria ver ela se alimentando – por onde? Mas esta boca está fora da moda, só aparece no jornal nos retratos das melindrosas de 1928, que faziam a boca ainda menor desenhando o contorno com o batom. Os lábios ficavam de fora, de longe.

   Estou lendo escondido as poesias de Gregório de Matos. Dizem que ele tinha o apelido de Boca do Inferno por causa dos negócios que escrevia e que eram infernais. Infernais no tempo dele, pois na rua e em toda parte já escutei coisas muito mais cabeludas, xii!...

   Toquinho canta uma letra que fala em boca da noite, acho que ele queria falar no anoitecer. É bonito, mas não consigo imaginar essa boca na cara da noite. Sou mais a boca do dia, que não sei se alguém já teve ideia de falar nela, mas o amanhecer engolindo a escuridão da noite é mais legal que o anoitecer papando os restos de dia.

   Boca por boca, não ando atrás da boca-livre, que aliás nunca passou perto de mim, e só um grupo consegue, os privilegiados. Se a boca fosse livre para todos, então a vida seria melhor.

  É a tal história: quanta gente fazendo boquinha pra conseguir o quê? Nada. E com quatro ou cinco bocas em casa pra sustentar.


(DE ANDRADE, Carlos Drummond. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987. Adaptado.)
No fragmento “O garoto da vizinha me pediu que o ajudasse a fazer (a fazer, não, a completar) um trabalho escolar sobre a boca.” (1º§), os parênteses revelam:
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Q3377349 Português
Dois anos depois de Encanto, os estúdios Disney estão de volta à tela grande com Wish – O Poder dos Desejos. O sexagésimo segundo longa-metragem do prolífico estúdio centenário acompanha Asha, uma garota idealista e perspicaz de 17 anos que vive em Rosas, um reino fantástico na Península Ibérica, onde literalmente todos os desejos podem ser realizados.

Em um momento de desespero, ela faz um desejo sincero e poderoso às estrelas, que é atendido por uma força cósmica: uma pequena bola de energia infinita chamada Estrela.

Juntas, Estrela e Asha enfrentarão o mais formidável dos inimigos, o Rei Magnifico, e provarão que o desejo de uma pessoa determinada, combinado com a magia das estrelas, pode realmente produzir milagres.
[...]
Giovanni Rodrigues. Disponível em: https://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-1000057609/. Acesso em: 05 jan. 2024.


 O uso de dois pontos no segundo parágrafo do texto tem o objetivo de:
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Q3377301 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Mineração afeta mais de um terço dos grandes símios da África

Os riscos da mineração para os grandes símios no continente africano têm sido subestimados. É o que sugere um estudo publicado no periódico Science Advances, que aponta que mais de um terço da população desses primatas (cerca de 180 mil gorilas, bonobos e chimpanzés) está sob ameaça devido a projetos para extrair minérios. Os pesquisadores, no entanto, ressaltam que o número de primatas em risco pode ser maior. “A falta de compartilhamento de dados pelos projetos de mineração dificulta nossa compreensão científica do verdadeiro impacto sobre os grandes primatas e seu habitat”, alerta Jessica Junker, da organização sem fins lucrativos de proteção à vida selvagem Re:wild, em comunicado.

Necessários para uma transição em larga escala para uma energia mais limpa, minerais como cobre, lítio, níquel e cobalto têm sido explorados na África e sua mineração tem provocado o desmatamento de florestas tropicais. Os pesquisadores analisaram quantos macacos poderiam ser negativamente impactados por essa atividade a partir de dados sobre a densidade populacional desses animais e do mapeamento de áreas de extração de minérios.

A equipe de pesquisadores usou dados sobre locais de mineração operacionais e préoperacionais em 17 nações africanas e definiu zonas de amortecimento de 10 km para contabilizar os impactos diretos, como destruição de habitat e poluição luminosa e sonora. Já os impactos indiretos ligados ao aumento da atividade humana perto de locais de mineração foram considerados em uma zona de amortecimento de 50 km e incluem ameaças aos animais como aumento da caça, perda de habitat e risco de transmissão de doenças.

Na Libéria, Serra Leoa, Mali e Guiné, os pesquisadores observaram uma maior sobreposição entre a quantidade de macacos e áreas de mineração. Nessa última nação, inclusive, mais de 23 mil chimpanzés (ou até 83% da população de macacos do país) estavam sob ameaça direta ou indireta devido à mineração.

Os especialistas também exploraram como as áreas de mineração se intersectam com o que é considerado “habitat crítico”, isto é, regiões cruciais para a biodiversidade, não necessariamente relacionadas aos símios. “As empresas que operam nessas áreas devem ter esquemas adequados de mitigação e compensação para minimizar seu impacto, o que parece improvável, uma vez que a maioria das empresas não possui dados robustos sobre a linha de base das espécies que são necessários para embasar essas ações”, afirma Tenekwetche Sop, gerente do banco de dados A.P.E.S., da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

Atualmente, os impactos indiretos e de longo prazo são raramente considerados e mitigados pelas empresas mineradoras, segundo os pesquisadores. Os esquemas de compensação atuais são desenvolvidos para durar tanto quanto os projetos de extração de minérios estão ativos (geralmente cerca de 20 anos), mas a maioria dos efeitos da mineração sobre os grandes símios são permanentes.

Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/um-soplaneta/noticia/2024/04/mineracao-afetamais-de-um-terco-dos-grandes-simios-daafrica.ghtml
Analise o seguinte excerto quanto à pontuação: “Necessários para uma transição em larga escala para uma energia mais limpa, minerais como cobre, lítio, níquel e cobalto têm sido explorados na África [...]” A primeira vírgula empregada no excerto ocorre em função do papel sintático desempenhado pela construção que o inicia, que corresponde a:
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Q3377088 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Um dia na vida do cartão inteligente


Não eram ainda dez horas quando ele recebeu, pelo correio especial, o seu novo cartão inteligente. Foi com emoção que ele abriu o envelope – não tinha a menor ideia de como seria esse novo cartão, que, dizia a publicidade, inovava tudo o que se conhecia em matéria de cartões de crédito.


E era diferente mesmo. Não apenas pelo formato – um pouco maior do que os cartões comuns – como também pelo mostrador, semelhante ao das calculadoras.


[...]


Entusiasmado, ele resolveu ir às compras. Foi ao shopping, passou por diversas lojas. De repente, avistou um belo paletó, um paletó importado, elegantíssimo. Entrou, experimentou. Caiu-lhe muito bem. Sacou do bolso o cartão inteligente e já ia entregá-lo ao vendedor, quando no mostrador apareceu uma mensagem: “Não compre esse paletó. Você não precisa dele. Você já tem muitos paletós e, além disso, o preço está exagerado. Não compre”.


Perturbado, guardou o cartão no bolso, deu uma desculpa qualquer ao intrigado vendedor e bateu em retirada.



SCLIAR, Moacyr. Um dia na vida do cartão inteligente. Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/um-dia-na-vida-docartao-inteligente-cronica-de-moacyr-scliar/. Acesso em: 25 set. 2023. [Fragmento]

Releia este trecho:


Sacou do bolso o cartão inteligente e já ia entregá-lo ao vendedor, quando no mostrador apareceu uma mensagem: “Não compre esse paletó. Você não precisa dele. Você já tem muitos paletós e, além disso, o preço está exagerado. Não compre”.


Considerando o gênero do texto e sua tipologia, observa-se que as aspas, nesse fragmento, têm a função de

Alternativas
Respostas
2821: D
2822: C
2823: C
2824: B
2825: A
2826: A
2827: B
2828: C
2829: D
2830: D
2831: C
2832: A
2833: C
2834: D
2835: C
2836: D
2837: D
2838: D
2839: A
2840: B