Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q3290402 Português

Texto II:


Recife, 20 de abril de 1985

    Querida Ana,

    A exposição foi um sucesso! Fiquei nela durante três dias e vendi quase todas as minhas pinturas. Muito obrigada pelo apoio e por me incentivar a viajar até aqui. Chegarei a São Paulo no dia 15 do próximo mês, podemos nos encontrar para tomar um café e celebrar?

     Ansiosa para te ver,

     Beatriz.


Logo no início do Texto II, lê-se: “Recife, 20 de abril de 1985”. Nesse caso, a vírgula foi empregada para:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: EMBRAPA Provas: CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico - Área: Gestão da Informação - Subárea: Tecnologia da Informação | CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico - Área: Gestão de Pessoas - Subárea: Segurança e Saúde do Trabalho | CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico – Área: Laboratório E Campos Experimentais – Subárea: Bioquímica E Biologia Molecular | CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico – Área: Laboratório E Campos Experimentais – Subárea: Laboratório | CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico – Área: Laboratório E Campos Experimentais – Subárea: Manejo Animal | CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico – Área: Laboratório E Campos Experimentais – Subárea: Manejo Florestal | CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico – Área: Laboratório E Campos Experimentais – Subárea: Manejo Vegetal | CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico – Área: Mecânica – Subárea: Mecânica De Precisão | CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico – Área: Suprimento, Manutenção E Serviços – Subárea: Aquicultura | CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico – Área: Orçamento E Finanças – Subárea: Contabilidade | CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico – Área: Suprimento, Manutenção E Serviços – Subárea: Ativos Patrimoniais E Imobiliários | CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico – Área: Suprimento, Manutenção E Serviços – Subárea: Monitoramento Preditivo | CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico – Área: Suprimento, Manutenção E Serviços – Subárea: Novas Tecnologias | CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico – Área: Suprimento, Manutenção E Serviços – Subárea: Suporte À Gestão | CESPE / CEBRASPE - 2025 - EMBRAPA - Técnico – Área: Transferência De Tecnologia E Comunicação – Subárea: Técnico Audiovisual |
Q3288766 Português

Texto CG1A1        


        Duas ideias recentes que considerei fantásticas fizeram-me refletir sobre o conceito de sustentabilidade. A primeira foi de uma entrevista com Don Tapscott, um dos mais respeitados estudiosos do impacto das tecnologias nas empresas e na sociedade, autor e coautor de 14 livros. Na entrevista, ele afirma que a Internet não muda o que aprendemos, mas o modo como aprendemos — e o impacto dessa revolução terá a mesma intensidade que a invenção dos tipos móveis de Gutenberg: “Não vivemos na era da informação. Estamos na era da colaboração. A era da inteligência conectada”.


        A segunda ideia é da empresária americana Lisa Ganski, fundadora de várias empresas na Internet. Em sua ousada teoria, ela defende que o futuro dos negócios é o compartilhamento de produtos e serviços. Segundo sua tese, as pessoas não vão mais possuir coisas, vão apenas ter acesso a elas. Para que comprar um carro, gastar com seguro e manutenção se você pode alugar o do vizinho? Para que investir em roupas caras para o seu bebê (que espicha rápido) se você pode trocar peças com mamães de filhos já grandinhos? Lisa aposta que, com a ajuda das mídias sociais e da tecnologia, pessoas, serviços e empresas vão encontrar-se com mais facilidade para trocar ou compartilhar.


        A ideia do consumo compartilhado dirige-se aos bens de consumo de maior ociosidade. Por exemplo, nos Estados Unidos da América, a média de utilização de um automóvel é de 8%. Os 92% restantes são de ociosidade nos estacionamentos. Então, por que não alugar o carro em vez de comprar? Ganski sugere que sejam, cada vez mais, criados sistemas de locação para alguns bens de consumo de maior ociosidade.


        Na produção compartilhada, além da redução dos custos de produção por menores encargos trabalhistas, maior eficiência da mão de obra e menor consumo de energia, há em tese uma redução dos impactos ambientais pela redução de resíduos e dispersão destes em áreas distantes umas das outras. Logicamente há também uma maior geração de empregos e melhor distribuição de renda.


        Segundo esses pensadores, esta pode ser uma nova opção para o empresariado e para a sociedade segundo o moderno conceito de sustentabilidade. O meio ambiente agradece.


Raimundo Nonato Brabo Alves.

Compartilhar a produção e o consumo de bens em busca da sustentabilidade.

In: Crônicas ambientais ecos da floresta. Brasília, DF: Embrapa, 2015. p. 62-64 (com adaptações).

Julgue o item que se segue, referente a aspectos linguísticos do texto CG1A1. 


No primeiro parágrafo do texto, o emprego das aspas indica a reprodução de um trecho da fala de Don Tapscott na entrevista mencionada no texto. 

Alternativas
Q3288686 Português
Essa tal liberdade

“O que eu vou fazer com essa tal liberdade?” Essa pergunta, que o poeta do pagode Alexandre Pires eternizou em uma música, volta e meia vinha à tona nas conversas com uma colega de trabalho. Sempre que falávamos sobre autonomia, ela soltava essa frase para provocar. A ideia era simples: a gente sempre pede por liberdade, mas o que fazemos com ela quando finalmente a temos? Parece um presente incrível, mas também pode ser assustador.

Essa provocação me acompanhou recentemente em uma viagem a São Francisco, na Califórnia. Fui palestrar em uma conferência sobre Inteligência Artificial e inclusão e, no meio disso tudo, acabei experimentando algo que trouxe essas reflexões
para a prática: dei uma voltinha em um carro autônomo. Sim, um carro sem motorista, circulando em um perímetro específico da cidade, no ritmo dele.

De cara, a experiência foi fascinante. É impressionante como a tecnologia evoluiu a ponto de um veículo ter a liberdade de tomar decisões sozinho. O carro dirigia devagar, atento aos sensores, parando toda vez que alguém cruzava a rua. Era quase como se ele estivesse “pensando”. Mas, claro, eu sabia que tudo ali era resultado de programação e algoritmos. Lá estava eu, surpresa, no banco da frente, vendo o volante se mexendo “sozinho”, quase como uma assombração. A cada movimento, pensei no quanto isso se conecta com o que discutimos sobre Inteligência Artificial e inclusão.

Há quem diga que as máquinas logo vão substituir os humanos. Será que em todas as funções? Há quem creia que os carros autônomos vão “roubar” os empregos de motoristas. Outros enxergam a tecnologia como a abertura de novos mercados. Porém, mais do que isso, o que me intrigava era: até que ponto podemos, e devemos, delegar decisões às máquinas? Até onde elas e nós temos liberdade na tomada de decisões?

Por mais que a tecnologia avance, acredito que há coisas que simplesmente não podemos delegar. Intencionalidade, por exemplo, não é algo que uma máquina pode assumir sozinha sem ser programada para isso. A decisão de incluir grupos sub-representados no mercado de trabalho, de buscar mais letramento racial e de gênero, de mudar nossos próprios vieses ou de criar um ambiente mais inclusivo não pode ser deixada nas mãos de algoritmos.

Até porque, caso se baseiem nas tomadas de decisão já feitas, tenderão a reproduzir visões limitantes que favoreçam grupos que já estão no poder. Para fazer diferente, as máquinas precisam intencionalmente receber uma programação para potencializar tomadas de decisão que andem neste caminho.

A tecnologia, sem dúvida, é uma facilitadora. Ela pode ajudar a identificar padrões, a analisar dados e a tornar processos mais rápidos e eficientes. Mas as diversas nuances em determinadas tomadas de decisão ainda são nossas. É preciso que quem pode e tem o poder da caneta use essa tal liberdade para fazer escolhas intencionais. Porque decisões como quem contratar, quem promover e como construir um mundo mais justo e diverso dependem ainda do nosso olhar, e não de um código.

Intencionalidade e senso crítico ainda exigem esforço humano.

GÉNOT, Luana. O Globo, 24 nov. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luana-genot/coluna/2024/11/essa-tal-liberdade.ghtml. Acesso em: 10 dez. 2024. Adaptado.
O sentido das palavras deve ser entendido no contexto em que se encontram. Dessa forma, no terceiro parágrafo, os vocábulos “pensando” e “sozinho”, escritos entre aspas, foram empregados com o seguinte propósito:
Alternativas
Q3288400 Português
Assinale a única alternativa em que os sinais de pontuação foram empregados CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3288313 Português
Atenção: Para responder à questão, basele-se no texto abaixo.


Vale quanto pesa

    Numa era obcecada pela magreza e pelos objetos portáteis, a literatura popular anda na contramão. Basta observar as prateleiras das livrarias, para constatar que os best-sellers — aquelas obras que oferecem diversão em estado puro, sem pretensões intelectuais — andam cada vez mais grossos. Sejam eles romances água-com-açúear, de terror ou ficção cientifica, eles parecem feitos sob medida para entrar nos quadros de Fernando Batero. Tome-se como exemplo dois lançamentos recentes de autoras que fazem muito sucesso no Brasil O Regresso, de Rosamunde Pilcher, tem 1091 páginas e pesa 1,52 quilo. Os Favoritos de Fortuna, de Coleen MeCullough, é ainda maior: 1205 páginas e quase 2 quilos no ponteiro da balança. Não que medidas como essas sejam novidade no terreno das letras - o primeiro romance modemo, Dom Quixote, do espanhol Miguel de Cervantes, já era um calhamaço considerável. Mas os livros de ficção engordam atualmente por ordem expressa dos editores. Amparados em pesquisas de mercado, eles pedem aos autores histórias mais longas, que resultem em livros mais cheios. Querem pesos pesados — e isso não se refere ao recheio intelectual.

(Adaptado de GRAIEB, Carlos. Revista Veja. 1 de abril, 1998) 
Em Basta observar as prateleiras das livrarias, para constatar que os best-sellers, a virgula antes de 'para' 
Alternativas
Q3288261 Português

Leia o texto e responda a questão.


'O maior pesadelo é a desinformação', diz André Correa do Lago, presidente da COP 30 Embaixador afirmou que divulgar fake News sobre mudança do clima é crime. Côrrea do Lago participou de evento em São Paulo nesta sexta-feira (28).



André Correa do Lago, presidente da COP 30

Foto: Matheus Campos/Amcham 



    A menos de oito meses da COP 30, o presidente da conferência, André Côrrea do Lago, destacou que, entre os desafios dos próximos meses, "o maior pesadelo é a desinformação". 


    Ao lado do ministro em exercício de Mudança do Clima e Meio Ambiente (MMA), João Paulo Capobianco, e do governador do Pará, Helder Barbalho, Côrrea do Lago participou do COP30 Business Fórum, evento da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), realizado nesta sextafeira (28) em São Paulo.

    

    O diplomata afirmou que, até novembro, quando a conferência será realizada em Belém, no Pará, o objetivo é levar informação clara para todos os públicos. Ele reconheceu a própria responsabilidade: "Nós temos um pouco de culpa, nós, que cuidamos desse assunto, às vezes queremos guardar o tema para nós, e acabamos explicando as coisas de maneira muito complicada".  


    "Uma das coisas que temos que fazer nos próximos meses é explicar de maneira muito clara, mostrando que as negociações sobre o clima mudaram completamente a economia mundial".


    Além de transmitir dados precisos, o diplomata abordou o desafio de enfrentar as mentiras sobre a crise climática, destacando o papel de liderança do Brasil nesse esforço. 


    "A COP 30 será uma ocasião muito importante porque o ano passado foi tão triste, em tantos países do mundo, tudo que aconteceu, e no fundo é um crime divulgar desinformação e fake news sobre mudança do clima", disse André Côrrea ao g1.


    Paula Paiva Paulo, g1 — São Paulo, 28/03/2025 

No trecho "O presidente da COP 30, André Correa do Lago, destacou que a desinformação é um grande problema." O uso da virgula foi usado: 
Alternativas
Q3287514 Português

Leia o texto e responda as questões 





Na primeira fala do menino na charge (“A floresta amazônica não fica lá, isolada…”), há o uso da vírgula antes do termo “isolada”. Sobre esse uso, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3286015 Português

Leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que indica corretamente de qual tipo de pontuação se trata.


Sinal de pontuação que se emprega principalmente no início e no fim de uma citação para diferenciá-la do resto do contexto, bem como para fazer sobressair termos ou expressões que diferem da linguagem normal de quem escreve (como estrangeirismos, arcaísmos, neologismos etc.). 

Alternativas
Q3285945 Português
A Mulher do Vizinho

Sérgio abriu a porta e era a mulher do vizinho. A fantástica mulher do vizinho. A fantástica mulher do vizinho dizendo “Oi”. A fantástica mulher do vizinho perguntando, depois do “Oi”, se podia pegar uma toalha que tinha voado da sacada deles — “Sabe, o vento” — para a sacada dele.

— Entre, entre, disse o Sérgio, checando, rapidamente, com a mão, se sua braguilha não estava aberta. Morava sozinho, às vezes se descuidava dessas coisas.

Ela começou a entrar, mas parou. Ficou como que paralisada, só os olhos se mexendo. Os grandes olhos verdes e arregalados indo de um lado para o outro.

– Ih – disse a mulher do vizinho. – Surtei.
– Que foi? – perguntou Sérgio, já pensando em como socorrê-la (“Vamos ter de desamarrar esse bustiê”), já pensando em ambulância, hospital, confusão, mal-entendido com o vizinho…

Mas ela explicou:

– O seu apartamento é exatamente o oposto do nosso. Preciso me acostumar…

Ela entrou devagarinho. Como se, além de ser o avesso do seu, o apartamento do Sérgio pudesse conter outras surpresas. O chão podia estar no teto e o teto no chão.

– Que coisa! – disse a mulher do vizinho, passando por Sérgio e parando no meio da sala.

Exatamente o que Sérgio tinha pensado ao ver que sobrava um pouco de nádega onde acabava o shortinho da mulher do vizinho. No caso, que coisas!

– Você quer sentar?
– Como?
– Até se orientar…

Ela sentou-se, ainda maravilhada.

– Nossa televisão também fica ali, só que ao contrário! Ele tentou acalmá-la.
– Você quer um copo d’água?
– Você é solteiro?
– Sou.
– Meu marido é casado. Aliás, comigo. Viu só?
– O quê?
– É tudo ao contrário!
– É. Eu…
– Palmeiras ou Corinthians?
– Corinthians.
– Ele é Palmeiras!
– Puxa.
– Destro ou canhoto?
– Destro.
– Meu marido é canhoto!
– E você?
– Eu o quê?
– Palmeiras ou Corinthians? Destra ou canhota?

Ela tinha se levantado e estava andando pela sala. Cuidadosamente, até se acostumar com tudo ao contrário. Disse:

– Não dou muita importância para essas coisas.

Foi nesse momento que Sérgio se apaixonou pela mulher do vizinho. Os grandes olhos verdes tinham ajudado, claro. Os nacos de nádega sobrando do shortinho também. As coxas longas, sem dúvida. O “erre” meio carregado (ela dissera “Palmeirrras” e Corrinthians”, em alemão) contribuíra. Mas Sérgio se apaixonou pela mulher do vizinho quando ela declarou que não dava muita importância para essas coisas, times de futebol, ser destro ou canhoto…

Ficou esperando que ela dissesse “Isso é coisa de homem” para se atirar aos seus pés e beijá-los, mas ela não disse. Ela conseguiu chegar até a sacada, apesar de desorientada, e apanhar a toalha. Mas quando se virou para reentrar na sala, ficou paralisada outra vez. Ficou em pânico.

– Ai meu Deus!
– O que foi?
– A porta da rua. Onde fica a porta da rua?
– É aquela ali.
– Ai meu Deus! Eu não consigo me orientar.
– Pense no meu apartamento como o seu apartamento visto no espelho. A esquerda fica na direita e a direita…
– Por favor: esquerda e direita não, senão complica ainda mais!

Ele foi buscá-la. Ele foi salvá-la da sua confusão. Ele enlaçou sua cintura com um abraço, segurou a sua mão e começou a acompanhá-la até a porta, como se dançassem um minueto. Pensou em dizer que também estava desorientado (o amor, o amor) e levá-la para o seu quarto, para a sua cama. Imaginou-se tendo dificuldade para desamarrar o bustiê, os dois chegando à conclusão que no apartamento dele o bustiê deveria ser desamarrado ao contrário, depois desistindo de desamarrar o bustiê e se amando. O bustiê arrancado. O shortinho arrancado. E a mulher do vizinho, como se não bastassem o “erre” um pouco carregado e tudo mais, revelando que não usava calcinha. E dizendo que ele era tudo que o vizinho não era. Que ele era o oposto do vizinho em tudo. Em tudo!

Mas chegaram, não ao orgasmo simultâneo (“Com ele isto nunca aconteceu, com ele é o contrário!”), mas à porta. Ela agradeceu, se despediu e já ia saindo, levando a sua toalha, e todas as esperanças do Sérgio, quando se virou, deu outra passada de grandes olhos verdes pelo apartamento, e disse:

– Preciso voltar aqui.
– Para se acostumar – disse Sérgio.
– É – disse ela. E sorriu.

Ainda por cima, ela sorria!


Luís Fernando Veríssimo
Qual das alternativas abaixo que propõe alteração de pontuação NÃO altera o sentido nem a correção gramatical do trecho abaixo?
Mas chegaram, não ao orgasmo simultâneo (“Com ele isto nunca aconteceu, com ele é o contrário!”), mas à porta.

Alternativas: 
Alternativas
Q3285831 Português

Texto para a questão. 




Antonieta Cunha. A crônica. In: Affonso Romano de Sant’Anna. Crônicas para jovens. Global Editora, 2015 (com adaptações).

No segundo parágrafo, o sinal de dois-pontos após “crônica” (linha 11) tem a finalidade de
Alternativas
Q3285752 Português

Texto para à questão.



                                      Marcia Tiburi. O aprendizado da angústia.

   Internet: <https://revistacult.uol.com.br/home/>(com adaptações).

Cada uma das alternativas a seguir apresenta uma proposta de alteração da pontuação no trecho “Ele diz respeito a um conceito filosófico fundamental, a angústia.” (linhas 9-10). Assinale a alternativa em que a proposta apresentada está gramaticalmente correta e preserva as relações de sentido do texto original. 
Alternativas
Q3285677 Português
Considerando-se as regras de pontuação da norma-padrão da Língua Portuguesa, o uso de vírgulas está correto em:
Alternativas
Q3285452 Português
A psicologia da inteligência artificial no mercado financeiro









SOUZA, Ronaldo. A psicologia da inteligência artificial no mercado financeiro. Disponível em: https://www.gov.br/ investidor/pt-br/penso-logo-invisto/. Acesso em: 7 jan. 2025. Adaptado.
No que se refere ao emprego da vírgula, a frase que atende aos aspectos da escrita formal do português, respeitando-se a norma-padrão da Língua Portuguesa, é:
Alternativas
Q3285367 Português

Leia a tirinha a seguir para responder a questão.


Nos trechos da tirinha “Mãe, consegui um papel na peça da escola!” e “Que beleza, Calvin.”, a vírgula é utilizada com base em qual regra gramatical?
Alternativas
Q3284852 Português
Leia a tirinha a seguir para responder à questão.

Captura_de tela 2025-04-07 195017.png (504×542)


Fonte: https://www.zinecultural.com/blog/melhores-tirinhas-da-mafalda
No trecho da tirinha “Se é uma questão de títulos, eu sou sua filha!”, a vírgula é corretamente utilizada. Qual das alternativas abaixo também apresenta uso correto da vírgula?
Alternativas
Q3284771 Português
Leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que indica corretamente de qual tipo de pontuação se trata. É o sinal que se usa depois de imperativo, interjeições ou termos equivalentes em frases que podem expressar algum sentimento em relação a algo, como surpresa, alegria, tristeza, repugnância, dor, dúvida, impaciência, admiração etc.
Alternativas
Q3284762 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.




Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3621/calvin-e-seus-amigos

Nos trechos da tirinha “Mãe, consegui um papel na peça da escola!” e “Que beleza, Calvin.”, a vírgula é utilizada com base em qual regra gramatical?
Alternativas
Q3283819 Português

Para responder à questão, considere o Texto II a seguir.


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Fonte: G1. Redes sociais, perigos e distorção da realidade. Disponível em: <https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/colegio-positivo/

para-um-futuro-positivo/noticia/2021/11/18/redes-sociais-perigos-e-distorcao-da-realidade.ghtml>. Acesso em: 25 nov. 2024. (Adaptado)

Com relação ao emprego dos sinais de pontuação no texto, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) No trecho “Este mundo tecnológico em que vivemos promove constantemente mudanças no jeito humano de se relacionar, e as redes sociais são fruto (...)” (ℓ. 03-04), a vírgula foi empregada para separar orações com sujeitos diferentes.
( ) No trecho “(...) diz Maísa Pannuti, especialista em Psicologia do Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) do Grupo Positivo.” (ℓ. 10-11), a vígula antes da palavra “especialista” indica início do aposto.
( ) No trecho “Nesse sentido, as redes sociais tornaram-se uma nova realidade (...)” (ℓ. 12), a vírgula foi empregada para indicar deslocamento do adjunto adverbial.

A sequência correta é
Alternativas
Q3283805 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


01 Itinerários formativos impactaram negativamente a educação pública no Brasil


Fernando Cássio explica por que a implementação da mudança afetou de maneira desigual escolas públicas e particulares


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Fonte: PEROSSI, J. Itinerários formativos impactaram
negativamente a educação pública no Brasil. Jornal da USP,
11 nov. 2024. Disponível em: <https://jornal.usp.br/radio-usp/
itinerarios-formativos-impactaram-negativamente-educacaopublica-no-brasil/>. Acesso em: 13 nov. 2024. (Adaptado)
Com relação ao emprego da pontuação, considere as afirmativas a seguir.

I  →  O emprego da vírgula na linha 07 obedece à mesma regra que o emprego das vírgulas nas linhas 17 e 18.
II  →  No trecho “[...] a carga horária dos itinerários formativos foi reduzida de 1.200 para 600 horas, mas pesquisadores concordam que” (ℓ. 13-15), a vírgula separa uma oração coordenada assindética de uma oração coordenada sindética adversativa.
III  →  Se o trecho “matérias como sociologia, matemática, geografia e química” (ℓ. 10-11), juntamenente com os travessões que o acompanham, fosse excluído, uma vírgula deveria ser acrescentada antes da conjunção “e” (ℓ. 11).
IV  →  No trecho “mas pesquisadores concordam que, para implementar na educação pública, esse modelo ainda se mostra desastroso” (ℓ. 15-17), as vírgulas sinalizam a intercalação de uma oração subordinada adverbial final.

Está(ão) correta(s)
Alternativas
Q3283749 Português
    O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação.
    Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.


ARANHA, Maria Lucia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. A imaginação. In: Filosofando. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1993. p. 338-339.
“Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação.”
O emprego da vírgula no trecho destacado se dá com a finalidade de:
Alternativas
Respostas
2761: A
2762: C
2763: C
2764: A
2765: C
2766: B
2767: C
2768: E
2769: E
2770: E
2771: A
2772: B
2773: E
2774: B
2775: D
2776: E
2777: B
2778: E
2779: E
2780: C