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Questões de Concurso Comentadas sobre pontuação em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 10.731 questões

Q3654619 Português
Assinale a alternativa em que a frase está pontuada corretamente: 
Alternativas
Q3654346 Português

PNEU FURADO.



O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha.


Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo "Pode deixar". Ele trocaria o pneu.


- Você tem macaco? - perguntou o homem.


- Não - respondeu a moça.


- Tudo bem, eu tenho - disse o homem - Você tem estepe?


- Não - disse a moça.


- Vamos usar o meu - disse o homem.


E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.


Dali a pouco chegou o dono do carro.


 - Puxa, você trocou o pneu pra mim. Muito obrigado.


 - É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.


 - Coisa estranha.


 - É uma compulsão. Sei lá.



(Luís Fernando Veríssimo. Livro: Pai não entende nada. L&PM, 1991).

Sabendo que o travessão é um sinal de pontuação, assinale a alternativa que indica o porquê do uso de travessões neste texto: 
Alternativas
Q3652319 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A tocante amizade entre um menino de 4 anos e um idoso de 91, que sofre de demência.


Mãe queria que filho aprendesse a conviver com idosos e o levou a uma casa de repouso.


A vida de Stuart Gulliver, 91, ficou um pouco mais divertida nos últimos dois anos e meio. Foi nesse período que ele fez um novo amigo: Daniel, atualmente com 4 anos.


Gulliver tem demência em estágio inicial e vive em uma casa de repouso em Nottingham, na Inglaterra. É lá que ele recebe semanalmente a visita de Daniel desde que o menino tinha 1 ano e meio. Daniel passou a frequentar o local porque sua mãe, Natalie Holmes, queria que ele aprendesse a conviver com idosos. Foi assim que os dois se conheceram e se tornaram amigos.


Gulliver diz que Daniel é muito inteligente para a idade dele e que se diverte quando os dois brincam de carrinho. Holmes conta que a convivência dos dois fez com o que o menino ganhasse mais confiança e aprendesse novas palavras. E ela diz que é notável a melhora de Gulliver, mesmo sabendo que a doença não tem cura.


Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/ 2018/07/26/ Acesso em Jan 2023
No trecho: "Daniel passou a frequentar o local porque sua mãe, Natalie Holmes, queria que ele aprendesse a conviver com idosos." O uso de vírgulas neste trecho justifica-se porque:
Alternativas
Q3651769 Português
“Seu pedido já está pronto, senhora”. Sobre a vírgula que separa o termo senhora é correto afirmar que
Alternativas
Q3651654 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:

O ministro saiu do baile da embaixada, embarcando logo no carro. Desde duas horas estivera a sonhar com aquele momento. Ansiava estar só, só com o seu pensamento, pesando bem as palavras que proferira, relembrando as atitudes e os pasmos olhares dos circunstantes. Por isso entrara no coupé depressa, sôfrego, sem mesmo reparar se, de fato, era o seu. Vinha cegamente, tangido por sentimentos complexos: orgulho, força, valor, vaidade. Todo ele era um poço de certeza. Estava certo do seu valor intrínseco; estava certo das suas qualidades extraordinárias e excepcionais. A respeitosa atitude de todos e a deferência universal que o cercava eram nada mais, nada menos que o sinal da convicção geral de ser ele o resumo do país, a encarnação dos seus anseios. Nele viviam os doridos queixumes dos humildes e os espetaculosos desejos dos ricos. As obscuras determinações das cousas, acertadamente, haviam-no erguido até ali, e mais alto levá-lo-iam, visto que só ele, ele só e unicamente, seria capaz de fazer o país chegar aos destinos que os antecedentes dele impunham...

Autor: Lima Barreto. Trecho extraído da obra Os Bruzundangas.  
Dois-pontos ( : ) é um sinal de pontuação que marca uma ligeira suspensão no ritmo ou na entonação de uma frase não concluída.Nesse sentido, na frase Vinha cegamente, tangido por sentimentos complexos: orgulho, força, valor, vaidade, qual a função dos doispontos?
Alternativas
Q3650986 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Assinale a alternativa cujo trecho NÃO exemplifica o uso da vírgula para enumerar. 
Alternativas
Q3650912 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como árvores podem se transformar em baterias de carga rápida

Cerca de oito anos atrás, um importante produtor de papel na Finlândia percebeu que o mundo mudava.

O crescimento das mídias digitais, a queda do uso de papel nos escritórios e a redução da popularidade do envio de objetos e papéis pelo correio, entre outros fatores, significava que o consumo de papel passou a enfrentar um declínio constante.

A empresa finlandesa Stora Enso é um dos maiores proprietários de florestas particulares do mundo. Ou seja, ela possui muitas árvores, que são usadas para fabricar produtos de madeira, papel e embalagens. E, agora, ela também quer produzir baterias de veículos elétricos que possam ser carregadas em até oito minutos.

A empresa contratou engenheiros para analisar a possibilidade de uso da lignina, que é um polímero encontrado nas árvores. A lignina compõe cerca de 30% das árvores, dependendo da espécie, enquanto o restante é basicamente celulose.

"A lignina é a cola das árvores, ela adere as fibras de celulose entre si e também faz com que as árvores fiquem muito rígidas", explica Lauri Lehtonen, chefe da Lignode, a solução de baterias baseadas em lignina da Stora Enso.

A lignina é um polímero e contém carbono. E o carbono é um ótimo material para produzir um componente vital das baterias, chamado ânodo. A bateria de íons de lítio do celular tem um ânodo de grafite. E o grafite é uma forma de carbono com estrutura estratificada.

Os engenheiros da Stora Enso descobriram que podem extrair lignina da polpa residual que já é produzida em algumas das suas fábricas e processar essa lignina para fabricar material de carbono para os ânodos das baterias.

A empresa já firmou parceria com a companhia sueca Northvolt e planeja começar a fabricar baterias em 2025.

https://www.bbc.com/portuguese/geral-64243702. Adaptado.
Cerca de oito anos atrás, um importante produtor de papel na Finlândia percebeu que o mundo mudava.

Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase. 
Alternativas
Q3646836 Português

TEXTO I


   Do descobridor de talentos. Aquele cara que tem uma agência de testar e selecionar artistas para circo, teatro, televisão, o diabo. Tava ele lá, no seu escritório, no último andar do Empire State Building, quando a secretária anunciou o próximo candidato. 

   — Pode entrar, meu filho.

   O rapaz, tímido, entrou.

   — Que é que você sabe fazer?

   — Sei imitar passarinho.

  — IMITAR PASSARINHO??? — berrou o descobridor, pedavida. — Imitar passarinho!!! Pô! Então eu estou aqui no meu trabalho, cheio de coisas pra fazer e o senhor vem me importunar pra dizer que imita passarinho. Rua! Rua!!!

   O cara olhou muito triste pro descobridor, caminhou até a janela do escritório e saiu voando.


(Ziraldo. Literatura Comentada. São Paulo: Abril Educação, 1982. P.75.)

A expressão IMITAR PASSARINHO??? Está escrita em letras maiúsculas, em negrito e termina com três pontos de interrogação. Marque a alternativa que justifica essa expressão estar grafada assim.
Alternativas
Q3645988 Português
“Quem manda ela não me deixar ter um cachorro”... As aspas empregadas nessa frase consistem: 
Alternativas
Q3644517 Português

Os participantes mais jovens, por outro lado, não perderam peso, independentemente de beberem água antes da refeição ou não.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/cw89e6n4487o.


Adaptado Assinale a opção que contenha a nova pontuação sem alteração do sentido original: 

Alternativas
Q3643100 Português
TEXTO: NÃO É PRÓPRIO FALAR SOBRE OS ALUNOS

Gosto de ouvir conversas. Mania de psicanalista. É que nas conversas moram mundos diferentes do meu. Thomas Mann, no seu livro "José do Egito", conta um diálogo entre José e o mercador que o comprara para vendê-lo como escravo, no Egito: "Estamos a um metro de distância um do outro. E, no entanto, ao teu redor gira um universo do qual o centro és tu, e não eu. E ao meu redor gira um universo do qual o centro sou eu, e não tu". Fascinam-me esses universos que me tangenciam e que, no entanto, estão distantes de mim. Gosto de ouvir conversas para viajar por outros mundos. Por vários anos eu viajei diariamente de trem, de Campinas para Rio Claro, no Estado de São Paulo, onde eu era professor na antiga Faculdade de Filosofia. No mesmo vagão viajavam também muitos professores a caminho das escolas onde trabalhavam. Iam juntos, alegres e falantes... Por anos escutei o que falavam. Falavam sempre sobre as escolas. Era ao redor delas que giravam os seus universos. Falavam sobre diretores, colegas, salários, reuniões, relatórios, férias, programas, provas. Mas nunca, nunca mesmo, eu os ouvi falar sobre os seus alunos. Parece que nos universos em que viviam não havia alunos, embora houvesse escolas. Se não falavam sobre alunos é porque os alunos não tinham importância.

Participei da banca que examinou uma tese de doutoramento cujo tema eram os livros em que, nas escolas, são registradas as reuniões de diretores e professores. A candidata se dera ao trabalho de examinar tais reuniões para saber sobre o que falavam diretores e professores. As coisas registradas eram as coisas importantes que mereciam ser guardadas para a posteridade. Nos livros estavam registradas discussões sobre leis, portarias, relatórios, assuntos administrativos e burocráticos, eventos, festas. Mas não havia registros de coisas relativas aos alunos. Os alunos, aqueles para os quais as escolas foram criadas, para os quais diretores e professoras existem: ausentes. Não, não era bem assim: os alunos estavam presentes quando se constituíam em perturbações da ordem administrativa. Os alunos, meninos e meninas, alegres, brincalhões, curiosos, querendo aprender, alunos como companheiros dessa brincadeira que se chama ensinar e aprender —sobre tais alunos o silêncio era total.

Essa ausência do aluno —não do aluno a quem o discurso administrativo das escolas se refere como o "o perfil dos nossos alunos", nem esse nem aquele, todos, aluno abstrato— não esse, mas aquele aluno de rosto inconfundível e nome único, esse aluno de carne e osso que é a razão de ser das escolas. Ah!, é importante nunca se esquecer disso: alunos não são unidades biopsicológicas móveis sobre os quais se devem gravar os mesmos saberes, não importando que sejam meninos nas praias do Nordeste, nas montanhas de Minas, às margens do Amazonas, ou nas favelas do Rio. Os alunos são crianças de carne e osso que sofrem, riem, gostam de brincar, têm o direito de ter alegrias no presente e não vão à escola para serem transformados em unidades produtivas no futuro. E é essa ausência do aluno de carne e osso que está progressivamente marcando os universos que giram em torno da escola. Os professores não falam sobre os alunos. Na verdade, não é próprio que os professores falem com entusiasmo e alegria sobre os alunos. Os alunos não são tema de suas conversas. Acontece nas escolas primárias (ainda escrevo do jeito antigo porque não acredito que a mudança de nomes mude a realidade...). Mas não só nelas. Lembro-me de uma brincadeira séria que corria entre os professores de uma de nossas universidades mais respeitadas. Diziam os professores que, para que a dita universidade fosse perfeita, só faltava uma coisa: acabar com os alunos... Brincadeira? Psicanalista não acredita na inocência das brincadeiras. Com isso concordam os critérios de avaliação dos docentes, impostos pelos órgãos governamentais: o que se computa, para fins de avaliação de um docente, não são as suas atividades docentes, a relação com os alunos, mas a publicação de artigos em revistas indexadas internacionais. O que esses critérios estão dizendo aos professores é o seguinte: "Vocês valem os artigos que publicam: publish or perish"! Num universo assim definido pelo discurso dos burocratas, o aluno, esse em particular, cujo pensamento é obrigação do professor provocar e educar, esse aluno se constitui num empecilho à atividade que realmente importa. Os raros professores que têm prazer e se dedicam aos seus alunos estão perdendo o tempo precioso que poderiam dedicar aos seus artigos.

"Aquele que é um verdadeiro professor toma a sério somente as coisas que estão relacionadas com os seus estudantes —inclusive a si mesmo", afirmou Nietzsche. Eu sonho com o dia em que os professores, em suas conversas, falarão menos sobre os programas e as pesquisas e terão mais prazer em falar sobre os seus alunos.
Leia o texto abaixo:

CINEMA E ARTE
Na década de vinte, a maneira mais útil de abordar o cinema, para a criação ou a reflexão, era considerá-lo arte autônoma. É possível que a tese da especificidade cinematográfica ainda venha no futuro a produzir fatos práticos e teóricos. Atualmente, porém, os melhores filmes e as melhores ideias sobre o cinema decorrem implicitamente de sua total aceitação como algo esteticamente equívoco, ambíguo, impuro. O cinema é tributário de todas as linguagens, artísticas ou não, e mal pode prescindir desses apoios que eventualmente digere. Fundamentalmente arte de personagens e situações que se projetam no tempo, é sobretudo ao teatro e ao romance que o cinema se vincula. A história da arte cinematográfica poderia limitar-se, sem correr o risco de deformação fatal, ao tratamento de dois temas, a saber, o que o cinema deve ao teatro e o que deve à literatura. O filme só escapa a esses grilhões quando desistimos de encará-lo como obra de arte e ele começa a nos interessar como fenômeno. Não é na estética, mas na sociologia que refulge a originalidade do cinema como arte viva do século XX.
(Paulo Emílio Salles Gomes, in VV. AA. A personagem de ficção. São Paulo: Perspectiva, 1967, pp. 105-106)

Acerca do texto, julgue as assertivas abaixo:
I. Em “Na década de vinte, a maneira mais útil de abordar o cinema, para a criação ou a reflexão, era considerá-lo arte autônoma” o uso da primeira vírgula justifica-se por separar adjunto adverbial antecipado no discurso.
II. Em “Atualmente, porém, os melhores filmes e as melhores ideias sobre o cinema decorrem implicitamente de sua total aceitação (...)” o uso da primeira vírgula pode ser retirado, sem prejuízo de correção gramatical.
III. Em “Atualmente, porém, os melhores filmes e as melhores ideias sobre o cinema decorrem implicitamente de sua total aceitação como algo esteticamente equívoco, ambíguo, impuro” o vocábulo em destaque tem valor explicativo.
IV. Em “ao tratamento de dois temas, a saber, o que o cinema deve ao teatro e o que deve à literatura” o uso das vírgulas justifica-se por indicar expressões de explicação.

Analise e marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3641681 Português
Em “Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um ‘sinal poderoso’ de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta ‘30 por 30’” (4º parágrafo), as vírgulas foram empregadas para:
Alternativas
Q3641082 Português
Notícia

Twitter vai leiloar itens de sede, incluindo estátua de pássaro e máquinas de café

Após a compra do Twitter por Elon Musk por US$ 44 bilhões, o proprietário bilionário adotou uma série de medidas de corte de custos

Ramishah Maruf, da CNN
11/12/2022

Se você sempre quis ter uma parte da sede do Twitter, a empresa está leiloando dezenas de itens e suprimentos de seu escritório em São Francisco.

O Twitter está limpando a casa e procurando descarregar coisas como uma grande estátua de pássaro da rede e uma escultura gigante de “@”. Entre os itens menos interessantes estão um projetor, telas de iMac e escrivaninhas. Existem também várias máquinas de café expresso e uma estação de carregamento de bicicletas elétricas.

O leilão online começa em 17 de janeiro e termina no dia seguinte, disse a Heritage Global Partners, a empresa que facilita a venda. Os lances iniciais para todos os itens variam entre US$ 25 e US$ 50.

Após a compra do Twitter por Elon Musk por US$ 44 bilhões, o proprietário bilionário adotou uma série de medidas de corte de custos. Ele demitiu cerca de metade dos funcionários da empresa, resultando em um processo de um grupo de ex-funcionários, alegando que as demissões em massa envolveram várias violações dos direitos trabalhistas.

“O Twitter teve uma queda enorme na receita, devido a grupos de ativistas pressionando os anunciantes, embora nada tenha mudado com a moderação de conteúdo e fizemos tudo o que pudemos para apaziguar os ativistas”, disse Musk em um tuíte em 4 de novembro.

Mas o presidente da HGP, Nick Dove, disse em entrevista à Fortune que qualquer um que pense que o leilão faz parte da preservação das finanças é um “idiota”.

“Não determinamos quais ativos uma empresa não precisa”, disse Dove à CNN. “Assim como um corretor de imóveis não determina quais casas ou prédios seu cliente precisaria vender.”

fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/business/twitter-vai-leiloar-itens-de-sede-incluindo-estatua-de-passaro-e-maquinas-de-cafe/ acesso 10 dez 2022
Analise o texto abaixo:
“Entre os itens menos interessantes estão um projetor, telas de iMac e escrivaninhas.”
Neste trecho o uso da vírgula acontece para:
Alternativas
Q3640219 Português
Leia o texto a seguir.


Amor proibido


    Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica.

    Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.

    Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.

    Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............

    Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.


Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.
As expressões “ponto final” e “reticências” condizem com o contexto, respectivamente:
Alternativas
Q3640148 Português
Leia o texto a seguir.


ESTIMAÇÃO


    O apartamento era minúsculo.

    − Mal cabe a nossa família − dizia a mãe. − Além disso, anda infestado de insetos, que não sei de onde vieram.

    Guardando sua barata na caixinha, o menino resmunga: “Quem manda ela não me deixar ter um cachorro”...


Sandra 
O texto é um miniconto. Nesse tipo de texto há alguns aspectos relacionados aos elementos da narrativa. Mesmo sendo um texto breve, ele possui início, meio e desfecho. Analisando os travessões utilizados no segundo parágrafo, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3639897 Português

Considere o texto a seguir para responder à próxima questão.



“Segunda-feira. Amanheço com uma pontinha de febre. Nada grave, mas o homem, desde que sinta uma pontinha de febre, deveria ter direito a ficar na cama e não fazer absolutamente nada que não fosse viver a sua febre. O ideal seria recolher-se a uma Casa de Saúde, cercado de enfermeiras, de batas alvíssimas, que lhe fizessem perguntas carinhosas. Quando se está doente, mesmo que tudo não passe de uma pontinha de febre, é preciso proceder como doente. Vestir um pijama claro, tomar banho e comer (torradas, maçãs descascadas, sucos de fruta), na cama. As pessoas da família devem estar por perto e, de vez em quando, a mulher, se o doente for casado, deve pôr-lhe a mão na testa e dizer coisas que o envaideçam – por exemplo: ‘Eu gosto tanto quando você está doente. A gente fica mais junto um do outro’. Então, o doente abre os olhos (o bom doente é aquele que mantém os olhos fechados), sorri e, tomando a mão da esposa, aperta-a docemente. Tudo isto é ridículo, mas necessário ao doente. Todos os doentes, quanto menos grave for a doença, mais precisam de carinhos formais; exatamente, os ridículos. Cá estou, com uma pontinha de febre, que ninguém levou a sério. Nem eu. Mas gostaria de ser tratado como doente. À tarde, terei que sair para fazer uma entrevista. Vestir paletó e gravata – duas peças que nenhum doente, mesmo que seja um resfriado, deveria vestir. Depois de vestido, suarei na testa. Tomarei o automóvel... E ninguém perguntará se estou melhorzinho. A ciência médica progrediu e já não se tomam tantos cuidados com quem tem doença ‘micha’. Para se ser bem tratado é preciso que se tenha uma lesão cardíaca, um acidente de circulação ou uma leucemia. Com uma pontinha de febre não adianta fazer fita porque ninguém liga”.


(A consolação da doença, por Antônio Maria, com adaptações). 

O trecho “o bom doente é aquele que mantém os olhos fechados” aparece no texto entre parênteses. Nesse caso, os parênteses foram utilizados pelo autor para inserir no texto um: 
Alternativas
Q3639236 Português
Marque a frase em que aparece ponto de exclamação: 
Alternativas
Q3639235 Português
Marque a frase em que aparece ponto de interrogação: 
Alternativas
Q3639107 Português
Todas as frases estão pontuadas corretamente, EXCETO
Alternativas
Q3638028 Português
Assinale a alternativa que apresenta a frase pontuada conforme a norma padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Respostas
3381: C
3382: C
3383: D
3384: A
3385: A
3386: D
3387: D
3388: C
3389: C
3390: A
3391: C
3392: B
3393: B
3394: A
3395: A
3396: A
3397: B
3398: B
3399: C
3400: D