Questões de Concurso Comentadas sobre pontuação em português

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Q3385165 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Lei obriga mulher a ver imagens de fetos antes de aborto legal em Maceió


Carlos Madeiro
20/12/2023



A Câmara de Vereadores de Maceió promulgou ontem uma lei que obriga as mulheres que buscarem o serviço de aborto legal na rede municipal a ter encontros com equipes de saúde para ver vídeos, fotos e ilustrações de fetos e receber "orientações sobre riscos e as consequências" do procedimento.



 O que diz a lei


• Segundo a lei, os estabelecimentos de saúde de Maceió estão "obrigados a orientar e esclarecer às gestantes sobre os riscos e as consequências do abortamento nos casos permitidos pela lei, quando estas optarem pelo procedimento na rede pública."


• O texto determina que equipes multiprofissionais devem ser capacitadas para atuar prestando "esclarecimentos" não só à mulher, mas também aos seus familiares, sobre os "riscos do procedimento e suas consequências físicas e psicológicas."


• Entre as "orientações" citadas, a lei obriga a uma apresentação "de forma detalhada e didática", "por meio de vídeos e imagens", dos "métodos utilizados para executar o aborto, se valendo, inclusive, de ilustrações, o desenvolvimento do feto semana a semana."


• A lei estabelece que é necessário apresentar à mulher o programa de adoção.



Disponível em: https://noticias.uol.com.br/colunas/carlosmadeiro/2023/12/20/lei-obriga-mulher-a-ver-imagens-de-fetos-antes-deaborto-legal-em-maceio.htm?cmpid=copiaecola. Acesso em 12/11/2023.




A respeito das aspas usadas ao longo do texto, sua função principal é: 
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Q3385049 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O valor do trabalho

Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...)
Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.

Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/

Aponte a alternativa que justifica corretamente o emprego das vírgulas na seguinte frase:
"Meu caro, aprenda com o erro."
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Q3384135 Português
Texto 5

Cientistas encontram fóssil de “dragão” chinês de 240 milhões de anos

Pesquisadores descobriram o fóssil de um “dragão” chinês. O animal de 240 milhões de anos pertence à espécie Dinocephalosaurus orientalis, um réptil que usava seu longo pescoço para pegar presas em águas rasas durante o período Triássico, cerca de 252 milhões a 201 milhões de anos atrás.

A espécie foi encontrada pela primeira vez em depósitos de calcário no sul da China, em 2003, mas os cientistas agora juntaram os restos mortais para reconstruir, pela primeira vez, a extensão total de 5 metros do animal. A descoberta foi publicada na revista Earth and Environmental Science: Transactions of the Royal Society of Edinburgh. Correio Braziliense.

Disponível em:<https://www.instagram.com/p/C3wFISaOMBD/> . Acesso em: 25 fev. 2024. [Adaptado].
No título do texto, as aspas foram empregadas porque
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Q3384036 Português

Jardinagem e Alzheimer


        A jardinagem tem uma característica incrível: torna-nos capazes de manter a atenção, sem esforço!

        Segundo um estudo realizado no Reino Unido, a jardinagem reduz o estresse e ajuda a estabelecer vínculos emocionais entre a pessoa e o ambiente, e isso ajuda a evitar demências como o Alzheimer e Parkinson.

        A jardinagem promove o relaxamento, estimula a atividade e reduz a agitação. Ao mesmo tempo, cuidar do jardim trabalha a capacidade da realização de tarefas que requerem habilidades cognitivas e o controle de muitas variáveis: clima, terra, água, solo, iluminação, entre outros.

        Além disso, imagens, cores, cheiros e ruídos que existem na natureza contribuem para o relaxamento do doente.


ALZHEIMER360. Disponível em: https://alzheimer360.com/beneficiosjardinagem-alzheimer/. Acesso em: 13 dez. 2023. [Adaptado]. 

No terceiro parágrafo, o sinal de dois-pontos é usado para
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Q3383844 Português
Senado aprova cota de exibição de filmes brasileiros nos cinemas; texto segue para sanção

        O Senado aprovou nesta terça-feira 19 um projeto de lei para recriar a cota de exibição para filmes brasileiros, com validade até 2033. A chamada “cota de tela” havia acabado em 2021, quando expirou o prazo de 20 anos previsto por uma medida provisória. “A cota de tela é um dos instrumentos pioneiros instituídos pelo Estado brasileiro com o intuito de fomentar a produção cinematográfica doméstica”, diz um trecho do relatório.

        A redação determina que salas, espaços e locais de exibição pública comercial fiquem obrigados a exibir obras brasileiras de longa-metragem, observados o número mínimo de sessões e a diversidade de títulos. Cabe à Agência Nacional de Cinema o controle de um decreto do governo federal. A Ancine e entidades representativas de produtores de cinema, de distribuidores e de exibidores deverão ser consultadas.


Disponível em:<https://www.cartacapital.com.br/politica/senado-aprova-cotade-exibicao-de-filmes-brasileiros-nos-cinemas-texto-segue-para-sancao/> . Acesso em: 15 jan. 2024. [Adaptado].
No texto, a função das aspas no enunciado “A cota de tela é um dos instrumentos pioneiros instituídos pelo Estado brasileiro com o intuito de fomentar a produção cinematográfica doméstica” indica
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Q3382912 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Visão do Correio
Janeiro Branco dá a largada

Não basta apenas mobilizar a sociedade, mas sim sensibilizar as autoridades do país a respeito da importância de políticas públicas para a saúde mental
Correio Braziliense | 03/01/2024


       Começar o ano cuidando do corpo é uma iniciativa mais que louvável diante de números crescentes de obesidade no Brasil e no mundo. Mas a saúde mental também precisa de atenção desde já. Não foi à toa que seus organizadores escolheram este mês para iniciar a campanha Janeiro Branco.
       A data foi estrategicamente pensada ________ o primeiro mês do ano costuma promover nas pessoas maior abertura para reflexões, novas resoluções e metas para o ano que se inicia. A cor branca representa as folhas ou telas em branco, em [que]1 uma pessoa pode desenhar, escrever ou reescrever o que desejar para si e para o mundo, simbolizando o horizonte aberto e criando o sentimento de potência ilimitada que cada início de ano possibilita à humanidade.
       Não há como negar [que]2 a disseminação do coronavírus seja uma espécie de divisor de águas, quando o assunto é saúde mental, ou melhor, doença mental. Foi a partir de 2020 que as pessoas foram afetadas com a pandemia da covid-19, responsável por provocar medos, incertezas e uma crise sem precedentes na saúde mental de grande parte dos brasileiros. Em praticamente três anos de pandemia, as pessoas deixaram de ser biopsicossociais para se isolarem em seus mundos, deixando as portas abertas à solidão, à intolerância, à introspecção e a tantos outros sentimentos negativos.
       Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram [que]3 já são mais de 350 milhões de pessoas, de todas as idades, que sofrem com a doença. O Brasil assumiu a liderança do ranking da ansiedade, com 18,6 milhões de pessoas ansiosas e 11,7 milhões deprimidas. Isso demonstra o que muitos especialistas afirmam: o Brasil está vivenciando a pandemia dos transtornos mentais.
       Criada em 2014, completando, portanto, 10 anos, a campanha Janeiro Branco, [que]4 já é Lei Federal (Lei 14.556/23), foi elaborada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, presidente do Instituto Janeiro Branco, e relaciona a saúde mental às interações humanas. O tema deste ano é "Saúde mental enquanto há tempo. O que fazer agora?" e a ideia é chamar a atenção para a saúde mental como um aspecto vital para melhorar a qualidade de vida das pessoas, promover relações sociais mais saudáveis e transformações positivas nas instituições sociais no mundo inteiro.
       Prova da amplitude do movimento é que países como Angola, Colômbia, Japão, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Cabo Verde abraçaram e adotaram os princípios da campanha, superdimensionando seu impacto e promovendo, durante todo o mês de janeiro, a conscientização sobre o tema em escala global. 
       Não basta apenas mobilizar a sociedade em torno das doenças mentais, mas sim sensibilizar as autoridades políticas a respeito da importância de políticas públicas para a saúde da mente. "Cuidados individuais, atitudes institucionais e políticas públicas", defendem os especialistas em saúde mental.
       Que 2024 seja mesmo o ano da colheita, do aprendizado, da evolução e da maturidade, como dizem os astrólogos de plantão. E que possamos cuidar da saúde mental uns dos outros.

JANEIRO Branco dá a largada. Correio Braziliense, 03 de janeiro de 2024.

Opinião. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6779189-janeiro-branco-da-a-largada.html. Acesso em: 03 jan. 2024. Adaptado.
As aspas duplas foram empregadas no penúltimo parágrafo do editorial para 
Alternativas
Q3382084 Português
Identifique em qual das sentenças a seguir uma vírgula é empregada para introduzir uma oração subordinada adjetiva explicativa.
Alternativas
Q3381680 Português
Os sinais de pontuação estão devidamente empregados em:
Alternativas
Q3381135 Português
Leia o fragmento a seguir:
Diante de sua postura infantil só me resta fazer uma coisa Providenciar seu desligamento de nossa instituição
A ausência da pontuação correta interfere na construção de sentido nesse período. Indique qual alternativa apresenta a pontuação adequada para estabelecer o sentido correto. 
Alternativas
Q3381015 Português
A vírgula foi devidamente empregada com o propósito de construir o sentido desejado pelo autor em:
Alternativas
Q3380821 Português

Assinale a alternativa que justifica adequadamente o uso de vírgula no seguinte período: O período de isolamento social, durante a pandemia provocada pela Covid-19, trouxe uma série de ensinamentos importantes sobre higiene pessoal e dos ambientes, porém a maior parte das pessoas parece já ter esquecido totalmente o que deveria ter sido um aprendizado para a vida.



I. As duas primeiras vírgulas foram usadas para isolar uma expressão adverbial deslocada e a terceira para separar a oração iniciada por conjunção adversativa.


II. O uso de três vírgulas no período se deu pela mesma razão: separar orações coordenadas sindéticas.


III. O uso das duas primeiras vírgulas é optativo, pois não há expressão ou oração adverbial deslocada, mas a terceira vírgula é obrigatória e ocorre para separar o adjunto adverbial na oração.

Alternativas
Q3379866 Português
Uma das normas para o uso correto da vírgula é:
Alternativas
Q3379832 Português
Assinale a alternativa incorreta sobre o uso da virgula:
Alternativas
Q3379796 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Para que a ansiedade climática não seja paralisante

Por * Maurício Gonzalez

05/06/2024

    Chegamos ao mês de celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente atravessados pela urgência climática. Entre 2023 e 2024, só no Brasil, acompanhamos uma dura sequência de eventos impactantes pela proporção e devastação, além da alta frequência em ocorrências. Chuvas no litoral de São Paulo, seca no Amazonas, enchentes no Recife e, agora, a tragédia no Rio Grande do Sul. Todos representam o que cientistas sempre alertaram: eventos climáticos, cada vez de maiores proporções, serão ainda mais frequentes.
    Mesmo que tais avisos não sejam recentes, é inegável que estão se materializando para toda a sociedade. Especialmente, com o apoio dos meios de comunicação dispostos a noticiar o assunto com a atenção e cuidado que merece. [...] Se nos meios de comunicação o tema está em prioridade na pauta do dia, as análises de mercado também apontam para um mesmo caminho, sob o ponto de vista do consumidor. Uma pesquisa disponibilizada na Gente, plataforma de conhecimento e insights da Globo, aponta que a ansiedade climática figura em primeiro lugar dentre os temas capazes de impactar nas decisões de consumo e no comportamento da população em 2024. 
    Boa parte da percepção sobre esse tema no Brasil vem de experiências com ondas de calor, chuvas intensas e desastres naturais. Aproximadamente 79% dos brasileiros declararam que sentem os impactos severos de mudanças no clima onde vivem; e 85% acreditam que os efeitos das mudanças climáticas no país serão ainda piores nos próximos 10 anos. Este índice está bem acima da média global, que é de 71% e só foi superado pelos entrevistados na Coreia do Sul (88%). Essa angústia coletiva é plenamente justificada quando nos deparamos com a informação de que 2.797 municípios brasileiros decretaram estado de emergência ou de calamidade por causa de desastres naturais e fenômenos climáticos extremos no último ano, de acordo com a Defesa Civil Nacional.
    “A sensação de impotência e frustração surge com a ação insuficiente dos poderes e a falta de consciência em outros setores da população”, disse a psicoterapeuta britânica Caroline Hickman ao explicar a ansiedade climática ou ecoansiedade.
    Então fica uma provocação: nos falta consciência ou tal ansiedade tem gerado uma inércia limitante? Quando vamos ter um Dia Mundial do Meio Ambiente menos dramático e com avanços concretos nessa pauta? 
    Em tempos em que o Planeta Terra já fecha a conta no ‘cheque especial’ – a demanda da humanidade por recursos naturais supera a capacidade do planeta de produzir ou renovar esses recursos ao longo de um ano – há uma necessidade urgente de se encarar os riscos associados ao clima. Mas, acima de tudo, precisamos nos cobrar uma postura de resiliência que perpassará toda a sociedade, da iniciativa pública à privada, do individual ao coletivo.
     Entendo que é preciso redobrar a nossa capacidade de se antecipar e lidar com impactos causados pelas mudanças climáticas de maneira oportuna e eficiente. Precisamos construir estruturas e sistemas sustentáveis, flexíveis e duráveis, com a ajuda de colegas, parceiros e outras lideranças. E uma autoanálise, urgente e permanente, se estamos fazendo o suficiente para lidar com o que o aquecimento global representa.
    A ansiedade climática, aqui, é encarada como um motor para a transformação dessa realidade que assusta e acomete, principalmente, os mais vulneráveis. Cabe a nós, sociedade e empresas, estarmos dispostos a promover mudanças num movimento que chegue a todos, de forma democrática, justa e eficaz. E no timing da urgência que nos tem sido exposta, diariamente. 


* Maurício Gonzalez é Diretor do Centro de Serviços Compartilhados da Globo (Adaptadohttps://umsoplaneta.globo.com) 
“Mesmo que tais avisos não sejam recentes, é inegável que estão se materializando para toda a sociedade.” 2º§
A vírgula nessa frase separa 
Alternativas
Q3379584 Português
Uma das incorreções no emprego da vírgula é isolar uma oração subordinada adverbial consecutiva. Verifica-se tal incorreção em:
Alternativas
Q3378360 Português

Prefeitura sanciona lei de pagamento da assistência financeira complementar para o piso da enfermagem


O prefeito sancionou, nesta segunda-feira (2), o Projeto de Lei nº 7.369, que institui a assistência financeira complementar para o piso da enfermagem, instituído pela Lei Federal nº 14.434/22. Mais de 1.200 profissionais enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem efetivos e contratados serão contemplados com a medida. A sanção, que foi publicada na edição nº 2.697 do Órgão Oficial, permitirá o pagamento da assistência complementar a esses trabalhadores ainda nesta semana.


Ao todo, a União repassou ao município R$ 5.712.750,00 para o custeio do valor complementar retroativo aos meses de maio a agosto. Os pagamentos dos próximos meses serão realizados à medida que o Ministério da Saúde (MS) fizer a transferência dos valores ao município. A cada mês, a prefeitura solicitará o repasse ao MS, informando o número e os dados dos profissionais cadastrados que devem receber a assistência financeira complementar.


Disponível em: https://l1nq.com/mV8P0. Acesso em: 3 out. 2023.

[Fragmento adaptado]



Tendo em vista o que estabelece a gramática normativa, é correto afirmar:

Alternativas
Q3378354 Português

Os riscos da ausência de limites dos pais e da negligência afetiva


Educar um filho é a missão mais nobre e uma das mais árduas e desafiadoras. Amar os filhos significa impor limites e disciplina para preparar o educando para os desafios da vida adulta. Os limites precisam ser claros, consistentes e previamente combinados para que a criança ou o adolescente saiba o que pode e o que não pode. Pais e mães permissivos, filhos abusivos – é um mote da sabedoria popular. Imprescindível é dar a segurança do amor ao rebento, nutri-lo afetivamente, lembrando que importa mais a qualidade do afeto que a quantidade de tempo disponível. Afinal, a paternidade ou a maternidade responsável é uma missão e um dever aos quais não se pode furtar. Amiúde, não raramente, veem-se filhos órfãos de pais e mães vivos. Negligência afetiva se caracteriza quando se é em demasia concessivo, tíbio e ausente, em vez de assertivo, intenso e proativo na relação com o filho ou a filha.


VENTURI, Jacir J. Os riscos da ausência de limites dos pais e da negligência afetiva. Gazeta do Povo, 2023. Disponível em: https:// www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/os-riscos-da-ausenciade-limites-dos-pais-e-da-negligencia-afetiva/. Acesso em: 2 out. 2023. [Fragmento]



Considerando o exposto no trecho em destaque no texto e o que preconiza a norma-padrão da língua, é correto afirmar:

Alternativas
Q3377707 Português
Sobre as funções da vírgula num texto, é correto afirmar que se emprega vírgula para: 
Alternativas
Q3377530 Português
A boca, no papel


   O garoto da vizinha me pediu que o ajudasse a fazer (a fazer, não, a completar) um trabalho escolar sobre a boca. Estava preocupado porque só conseguira escrever isto: “Pra que serve a boca? A boca serve pra falar, gritar e contar. Serve também pra comer, beber, beijar e morder. Eu acho que a boca é um barato”. Queria que eu acrescentasse alguma coisa.

   – Que coisa?

   – Qualquer coisa, ué. Escrevi só quatro linhas, a professora vai bronquear.

   – Mas em quatro linhas você disse o essencial. Para mim, só faltou dizer que a boca serve também para calar. Em boca fechada não entra mosquito.

   – Isso não dá nem uma linha – e os olhos do garoto ficaram tristes.

   – Por favor, me ajude...

  Então resolvi fazer a minha redação, como aluno ausente do Colégio Esperança, e passá-la ao coleguinha, a título de assessor de emergência.

***

   A boca de que estou falando, aliás, escrevendo, pode ser alegre, amarga, ameaçadora, sensual, deprimida, fria, sei lá o quê. Uma boca pode variar muito de expressão e mesmo não ter nenhuma. Uma das bocas mais gozadas que eu já vi foi a boca- -de-chupar-ovo, uma boquinha de nada, da minha tia Zuleica. Se fosse um pouquinho mais apertada, eu queria ver ela se alimentando – por onde? Mas esta boca está fora da moda, só aparece no jornal nos retratos das melindrosas de 1928, que faziam a boca ainda menor desenhando o contorno com o batom. Os lábios ficavam de fora, de longe.

   Estou lendo escondido as poesias de Gregório de Matos. Dizem que ele tinha o apelido de Boca do Inferno por causa dos negócios que escrevia e que eram infernais. Infernais no tempo dele, pois na rua e em toda parte já escutei coisas muito mais cabeludas, xii!...

   Toquinho canta uma letra que fala em boca da noite, acho que ele queria falar no anoitecer. É bonito, mas não consigo imaginar essa boca na cara da noite. Sou mais a boca do dia, que não sei se alguém já teve ideia de falar nela, mas o amanhecer engolindo a escuridão da noite é mais legal que o anoitecer papando os restos de dia.

   Boca por boca, não ando atrás da boca-livre, que aliás nunca passou perto de mim, e só um grupo consegue, os privilegiados. Se a boca fosse livre para todos, então a vida seria melhor.

  É a tal história: quanta gente fazendo boquinha pra conseguir o quê? Nada. E com quatro ou cinco bocas em casa pra sustentar.


(DE ANDRADE, Carlos Drummond. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987. Adaptado.)
No fragmento “O garoto da vizinha me pediu que o ajudasse a fazer (a fazer, não, a completar) um trabalho escolar sobre a boca.” (1º§), os parênteses revelam:
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Q3377349 Português
Dois anos depois de Encanto, os estúdios Disney estão de volta à tela grande com Wish – O Poder dos Desejos. O sexagésimo segundo longa-metragem do prolífico estúdio centenário acompanha Asha, uma garota idealista e perspicaz de 17 anos que vive em Rosas, um reino fantástico na Península Ibérica, onde literalmente todos os desejos podem ser realizados.

Em um momento de desespero, ela faz um desejo sincero e poderoso às estrelas, que é atendido por uma força cósmica: uma pequena bola de energia infinita chamada Estrela.

Juntas, Estrela e Asha enfrentarão o mais formidável dos inimigos, o Rei Magnifico, e provarão que o desejo de uma pessoa determinada, combinado com a magia das estrelas, pode realmente produzir milagres.
[...]
Giovanni Rodrigues. Disponível em: https://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-1000057609/. Acesso em: 05 jan. 2024.


 O uso de dois pontos no segundo parágrafo do texto tem o objetivo de:
Alternativas
Respostas
2021: B
2022: D
2023: A
2024: B
2025: E
2026: C
2027: D
2028: C
2029: C
2030: B
2031: A
2032: B
2033: C
2034: D
2035: D
2036: C
2037: C
2038: D
2039: D
2040: D