Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q4097538 Português

Leia a frase:

Armando não tem j_ _ _o.

Assinale a alternativa que completa a palavra corretamente com as letras que faltam:

Alternativas
Q4097534 Português
Qual das palavras destacadas a seguir está escrita com ortografia INCORRETA?
Alternativas
Q4097160 Português
Analise as frases abaixo e classifique em verdadeiro (V) aquelas em que todas as palavras foram grafadas corretamente ou em falso (F) as que contêm erros ortográficos.

( ) Roger teve um excelente pós-operatório.
( ) Esse foi o velejador que realizou uma circum-navegação pelas Américas.
( ) Meus filhos não entraram nesse curso porque perdemos o prazo de prématrícula.
( ) Peço que acolham o recém-chegado.

Assinale a alternativa que contém a sequência correta:
Alternativas
Q4096708 Português

Analise a grafia das palavras nas frases abaixo. A seguir, assinale o número de frases que estão totalmente corretas:


- Eles chegaram afim de tumultuar tudo.


- As crianças se esconderam embaixo da mesa.


- Esses cargos se encontram abaixo da chefia.


- Quero saber aonde você pretende chegar.


- Diga-me o porquê da sua demora.

Alternativas
Q4095524 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente. 
Alternativas
Q4095336 Português

Complete a palavra com a(s) letra(s) correta(s):


“Madalena precisou de au___ílio para realizar a tarefa.”

Alternativas
Q4095331 Português
Assinale a alternativa em que a palavra está acentuada corretamente:
Alternativas
Q4095324 Português

Leia a frase:


Neuza não quis lavar a l_ _ _a.


Assinale a alternativa que completa a palavra corretamente com as letras que faltam:

Alternativas
Q4095320 Português
Qual das palavras destacadas a seguir está escrita com ortografia INCORRETA?
Alternativas
Q4089337 Português

Opine... não detone!


O direito de se expressar é uma conquista da

humanidade, o de se defender também



Ivone Zeger



    “A rua e a internet são os espaços dos embates democráticos”, disse a filha, e o pai rebate: “A internet é terra de ninguém. A rua também”. Diálogo que expressa certo conflito geracional, flagrei-o no elevador. 


   Sim, os jovens ocupam as ruas para expressar a insatisfação; eles flagram contradições e alavancam debates. Cidadãos de todas as idades têm se utilizado das redes sociais para expressar opiniões. Todos parecem conscientes da liberdade de expressão preconizada pela Constituição Federal. Mas, se nas ruas há os limites concretos – como as necessidades de mobilização envolvendo as distâncias, de coerência nas pautas reivindicatórias, de cartazes, das estratégias e eventual enfrentamento com a polícia se a ação é de desobediência civil –, na rede social o que separa a opinião pessoal do espaço público é um apertar de botão. Daí, provavelmente, a ideia do pai acerca da internet: “terra de ninguém”. 


   A ideia de liberdade de expressão trafega em bytes e bate lá onde garotos e garotas, boa parte deles ainda menor de idade, se sentem totalmente à vontade para postar opiniões pessoais, um exercício interessante não fosse a falta de limites, especialmente quando o tema das postagens são os outros. Fotos de garotas são tiradas às escondidas e postadas, expondo colegiais a situações constrangedoras. O bullying virtual se soma ao real, nas escolas, e provoca tragédias pessoais pouco difundidas pela imprensa. Afinal, será que os pais sabem até onde seus filhos podem ir nessa “terra de ninguém” ou, mais apropriadamente, no espaço virtual? 


   Encarar as estripulias virtuais como “coisas da idade” pode ser um equívoco. Se a liberdade de expressão está garantida pela Constituição, a moral e a honra das pessoas também estão. Discussões acirradas entre adultos nas redes sociais nem sempre oferecem parâmetros para os mais jovens, e até por isso, cabe o conhecimento da lei para prevenir que a falta de limites resulte em dores de cabeça para os pais. […]


   Existem leis estaduais e municipais que também caracterizam o bullying e preconizam atitudes preventivas nas escolas. Descobrir se na sua cidade ou estado há uma lei assim, conhecê-la e discuti-la com os filhos é uma atitude preventiva e necessária. […] 


   Vale lembrar, ainda, que o mercado de trabalho é exigente e, atualmente, textos e opiniões postados nas redes sociais são averiguados pelos empregadores. Não adianta enviar um currículo sóbrio e bem escrito e ter uma “persona” virtual que deixa má impressão. […]


   Já o artigo 932, em seu inciso II, aponta que “os pais, pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia” são os responsáveis pela reparação civil, que significa o pagamento de determinada importância como indenização por dano resultante de delito ou ato ilícito. Os delitos de injúria, difamação e calúnia estão descritos no Código Penal, bem como as respectivas punições, que incluem detenção. 


   Pode parecer exagero, mas os artigos citados provam que “liberdade de expressão” é um daqueles direitos que exige muita autocrítica e discernimento. Nunca será demais ensiná-los. Afinal, em um contexto civilizatório, não se pode falar em “terra de ninguém”.


Adaptado de: https://www.estadao.com.br/politica/blog-do-fausto-

macedo/opine-nao-detone/?srsltid=AfmBOoqf-

6Xj3oEgllsv49HuXhUHnnLPxwa2SgzQWetkUxk7dyfspDJj.

A respeito da ortografia, da acentuação gráfica e da pontuação empregadas em excertos do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4089040 Português
IA e meio ambiente em Elias Canetti
José Roberto Castilho Piqueira 

    Quando chega o recesso de meio de ano das atividades didáticas, sou atraído para leituras que, preferencialmente, afastem-se do pensar profissional diário que aguçam meu gosto pela tentativa de posicionar a engenharia na vida do planeta, não como mera realizadora de obras, mas como agente colaborador na sua preservação. Fico folheando os jornais e olhando estantes de livrarias, hábitos considerados antiquados, em busca de possíveis leituras agradáveis. Sigo conselhos de amigos, desde que não indiquem livros de autoajuda, e gosto de ouvilos comentando e debatendo as ideias.

    Nessa lida, encontrei “A consciência das palavras”, coleção de escritos de Elias Canetti (1905-1994), romancista e ensaísta búlgaro-britânico, Prêmio Nobel de Literatura em 1981. Fui atraído pelo título, pois uma de minhas preocupações é sobre a influência da inteligência artificial (IA) na produção intelectual contemporânea. Não tenho dúvidas sobre a boa ajuda que esses métodos podem dar na produção de textos, aulas e planos de trabalho. Entretanto, acredito nisso como atividade auxiliar e colaborativa, uma vez que as palavras e ideias que provêm da atividade consciente carregam criatividade e sensibilidade, atributos aparentemente subjetivos, talvez não atingíveis in silico.

    A obra, datada de 1974, traz no preâmbulo a ideia da interpenetração entre o público e o privado, com algumas consequências sociais preocupantes. Hoje, 50 anos depois, vivenciamos a proliferação de redes sociais, dotadas de algoritmos, com grande risco à integridade e à privacidade dos indivíduos. Os benefícios do grande desenvolvimento tecnológico e computacional são inegáveis. O lado ruim, como adverte Canetti, é a conquista rápida desses meios por inimigos do planeta com propagação de boatos e de ideias deletérias de grande alcance.
 
    Ao longo do livro, Canetti apresenta uma sequência de ensaios sobre importantes figuras da história, entre elas Kafka, Confúcio, Tolstói e Büchner, começando pelo escritor austríaco Hermann Broch (1886-1951), considerado um dos principais modernistas de todos os tempos. Canetti identifica em Broch o que denomina memória respiratória, enaltecendo que a vida diária é feita de uma mistura de respirações em um ar que é nosso último bem comum, que cabe a todos indistintamente. Essa reflexão parece fundamental para a sociedade, convidando-a a uma importante discussão sobre os problemas ambientais que nos cercam. Até o momento, não havia me dado conta do fato de que quem polui invade e prejudica um bem público, isto é, aquilo que pertence a todos.

    Em capítulo seguinte, o dramaturgo Karl Kraus (1874-1936), considerado satirista e panfletário, é evocado. Fundador e único redator da revista Die Fackel (A Tocha), Kraus era crítico ferrenho da moral burguesa da época. Canetti descreve uma palestra de Kraus realizada em Viena, em 1924, ressaltando o espírito arrebatador do orador, levando a audiência ao êxtase por meio de uma impiedosa perseguição aos desafetos expressa nos discursos. Considerado como o mago furioso, ao combinar literalidade e indignação, Kraus criava importante sinergia entre suas emoções e as da plateia. Fico imaginando como os algoritmos e redes sociais de hoje criaram e multiplicaram esse estilo de oratória, para o bem e para o mal.

    Passando por uma análise bastante aguda e interessante da obra de Franz Kafka (1883-1924), chego ao capítulo sobre Confúcio (552 a.C.-489 a.C.) e aprendo que hesitação e reflexão precedem e acompanham boas respostas a questões relevantes, divergindo da busca por rapidez e de terceirização de raciocínio para as máquinas. Para Confúcio, a felicidade sem fim está na busca pelo conhecimento, não admitindo o ser humano como ferramenta, ressaltando a memória dos mortos para a consolidação de caminhos para o entendimento da natureza. 

    Em capítulo seguinte, Canetti apresenta aspectos da vida privada do autor de “Guerra e paz”, o consagrado escritor russo Leon Tolstói (1828-1910). Ressaltando que Tolstói jamais despreza um pensamento, uma experiência ou uma observação, Canetti relata ser ele proprietário de terras que, contra a vontade da família, divide-as para evitar conflitos e desejos que eventualmente pudessem causar. 

    Segue-se uma descrição dos diários do médico japonês Michihiko Hachiya (1903-1980), sobrevivente do bombardeio atômico de Hiroshima em agosto de 1945, publicados como “Diário de Hiroshima”, em 1955. Canetti escreve que não há nesse diário qualquer traço falso ou de vaidade e sim uma busca de explicar aquilo que, naquele momento, era inexplicável. Em meio aos mortos e feridos, Michihiko procura coletar peça por peça do ocorrido, transformando hipóteses em teorias a serem comprovadas. 

    Vou parar minha viagem por aqui. Pensando se nós, profissionais das áreas tecnológicas, estamos preocupados com a qualidade das palavras e dos pensamentos provenientes dos programas de IA e dos grupos hegemônicos que a manipulam. Além disso, se o ar respirável vai continuar a ser atacado e se a indústria da guerra continuará desprezando a vida, indiscriminadamente.

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/jose-roberto-castilhopiqueira/ia-e-meio-ambiente-em-elias-c anetti/. Acesso em: 03 out. de 2025.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
(  ) No título “IA e meio ambiente em Elias Canetti”, o termo “meio ambiente” deveria ter sido escrito com hífen.
(  ) No trecho “Essa reflexão parece fundamental para a sociedade, convidando-a a uma importante discussão sobre os problemas ambientais que nos cercam.”, o termo destacado exerce função de pronome relativo.
(  ) Em “Em capítulo seguinte, o dramaturgo Karl Kraus (1874-1936), considerado satirista e panfletário, evocado. Fundador e único redator da revista Die Fackel (A Tocha), Kraus era crítico ferrenho da moral burguesa da época.”, os verbos destacados foram empregados no mesmo tempo verbal.
(  ) No trecho “Entretanto, acredito nisso como atividade auxiliar e colaborativa, uma vez que as palavras e ideias que provêm da atividade consciente carregam criatividade e sensibilidade [...]”, o termo destacado foi corretamente acentuado, pois o verbo concorda com “as palavras e ideias”. 
Alternativas
Q4067978 Português

Leia trecho a seguir da crônica “Encouraçados de sol”, de Nelson Rodrigues, para responder à questão:



    Amigos, ao contrário do que se pensa, o Brasil nem sempre foi um país tropical. No tempo de Machado de Assis, ou de Epitácio Pessoa, o sujeito andava de fraque, colete, colarinho duro, polainas, o diabo. As santas e abomináveis senhoras da época se cobriam até o pescoço. Em suma: – o brasileiro vestia-se como se isto aqui fosse a Sibéria, o Alasca, sei lá.


    Hoje não. Procura-se um fraque e não se encontra um fraque. Os mais vestidos andam seminus. No passado, o sujeito que entrasse sem gravata num bonde – era de lá expulso a patadas. E, agora, anda-se de biquíni nos lotações. Um sol hediondo vai derretendo as catedrais e amolecendo os obeliscos. Não há dúvida: – somos finalmente tropicais.


    Olhem as nossas praias. A nudez jorra aos borbotões. Em 1905, o turista que visse Machado de Assis havia de anotar no caderninho: – “Este é o povo mais vestido do mundo!”. Em nossos dias, o mesmo turista havia de escrever inversamente: – “Este é o mais despido dos povos!”.


(Nelson Rodrigues, À sombra das chuteiras imortais:

crônicas de futebol. Adaptado)

Assinale a alternativa com as palavras acentuadas segundo a mesma regra que se aplica às palavras “contrário” e “época”.
Alternativas
Q4067968 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



   Os franceses sabem restaurar, mas não construir. Com isso, quero dizer que eles têm a habilidade e o gosto para restaurar seus edifícios de uma era anterior, mas perderam, desde 1945, nos anos de sua maior prosperidade, a capacidade de construir algo novo que não seja medonho.


   No entanto, não é da incapacidade dos arquitetos franceses modernos que desejo falar, embora a absoluta feiura do que eles criaram não seja totalmente irrelevante para o meu tema, como logo se verá.


   O fato é que uma quantidade enorme de paredes e outras superfícies ao longo da estrada que leva a Paris está coberta de grafitos ou pichações. Este é um fenôeno social — talvez antissocial — tanto de relativo interesse quanto de importância.


   Há, obviamente, uma certa etiqueta para essa pichação, que, quando a área de uma parede é exigida por um pichador, ela se torna sua propriedade, por assim dizer, com seu direito exclusivo de nela deixar sua marca.


   Mas o que está por trás dessa epidemia de pichação? Infelizmente, nunca consegui conversar com um pichador: não vejo nenhum deles “trabalhando” e não conheço nenhum socialmente. Portanto, resta-me apenas conjecturar sobre seu estado de espírito — mas, mesmo que eu conseguisse falar com eles, não é certo que me diriam sua motivação, ou mesmo que a conhecessem por completo.


   Numa sociedade em que tantos almejam ser “alguém”, ou seja, alguém que as pessoas conhecem ou que as afeta, e na qual o mero fato de se misturar à multidão representa uma humilhação, pichar é um meio pelo qual uma pessoa, de outra forma sem importância nela, pode impor algo de si a essa sociedade.


   O eu deve se expressar, mesmo que não tenha nada a expressar. Mas não para por aí. Percebi que os pichadores desfiguram principalmente superfícies muito feias, em vez das bonitas. Tomo isso como uma evidência de uma faculdade subconsciente de discriminação estética por parte dos pichadores, embora admita que outras explicações sejam possíveis.


(Theodore Dalrymple, “A expressão da feiura”.

Disponível em: https://revistaoeste.com/revista/edicao-280. Adaptado.)

A acentuação gráfica de duas palavras do texto foi modificada pelo Novo Acordo Ortográfico.


Assinale a alternativa em que ambas estão assinaladas.

Alternativas
Q4066936 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Novo exame de sangue pode melhorar diagnóstico da hanseníase

Trabalho premiado abre perspectivas animadoras para flagrar mais cedo esta infecção que ainda acomete muitos brasileiros

-

A hanseníase persegue o homem desde a Antiguidade, e, mesmo com tantos avanços da medicina, ainda é um problema de saúde pública no mundo. No Brasil, são 30 mil novos casos por ano [*] o país é o segundo com maior incidência da doença.

Identificá-la o mais cedo possível é a chave para interromper a cadeia de transmissão e prevenir as lesões e sequelas.

Hoje [*] esse processo é eminentemente clínico, quando já existem alterações na sensibilidade e na estrutura da pele. E a confirmação muitas vezes depende da baciloscopia, método que permite enxergar o patógeno no microscópio, ou da biópsia, uma técnica mais invasiva. Ocorre que nem sempre elas estão disponíveis nos postos do SUS.

Esses obstáculos motivaram uma equipe da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) a pesquisar biomarcadores presentes no sangue para descobrir mais rápido a hanseníase — antes mesmo de aparecerem os primeiros sinais [*]

Para criar um novo método, os pesquisadores avaliaram o potencial de anticorpos contra uma proteína específica da bactéria Mycobacterium leprae. Os resultados promissores já encorajam a preparação de um kit de baixo custo e fácil execução a ser empregado em unidades básicas de saúde (UBS) de todo o país.

Esse é um passo significativo para a redução no número de contágios, infecções e reincidências da moléstia, que ainda é cercada de estigma e desinformação.
Assinale a alternativa CORRETA sobre os aspectos ortográficos e fonéticos da palavra "microscópio".
Alternativas
Q4066935 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Novo exame de sangue pode melhorar diagnóstico da hanseníase

Trabalho premiado abre perspectivas animadoras para flagrar mais cedo esta infecção que ainda acomete muitos brasileiros

-

A hanseníase persegue o homem desde a Antiguidade, e, mesmo com tantos avanços da medicina, ainda é um problema de saúde pública no mundo. No Brasil, são 30 mil novos casos por ano [*] o país é o segundo com maior incidência da doença.

Identificá-la o mais cedo possível é a chave para interromper a cadeia de transmissão e prevenir as lesões e sequelas.

Hoje [*] esse processo é eminentemente clínico, quando já existem alterações na sensibilidade e na estrutura da pele. E a confirmação muitas vezes depende da baciloscopia, método que permite enxergar o patógeno no microscópio, ou da biópsia, uma técnica mais invasiva. Ocorre que nem sempre elas estão disponíveis nos postos do SUS.

Esses obstáculos motivaram uma equipe da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) a pesquisar biomarcadores presentes no sangue para descobrir mais rápido a hanseníase — antes mesmo de aparecerem os primeiros sinais [*]

Para criar um novo método, os pesquisadores avaliaram o potencial de anticorpos contra uma proteína específica da bactéria Mycobacterium leprae. Os resultados promissores já encorajam a preparação de um kit de baixo custo e fácil execução a ser empregado em unidades básicas de saúde (UBS) de todo o país.

Esse é um passo significativo para a redução no número de contágios, infecções e reincidências da moléstia, que ainda é cercada de estigma e desinformação.
Considerando os aspectos ortográficos da palavra "hanseníase", julgue verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência CORRETA.

(__) É uma palavra polissílaba.
(__) Possui um ditongo aberto.
(__) É proparoxítona.
(__) Contém um dígrafo nasal.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064607 Português
Os vocábulos abaixo aparecem acentuados, mas um deles está acentuado de forma incorreta
Assinale a opção em que esse vocábulo aparece. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2025 - PM-SP - Aluno-Oficial PM (Inglês) |
Q4064600 Português
Assinale a frase em que a forma sublinhada está grafada corretamente. 
Alternativas
Q4053389 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

O que são "pessoas cortisol" e como se proteger delas? 


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticja/2025/05/08i/o-que-sao-pessoas-corlisol-e-como-se-proteger-delas.ghtml (adaptado).
A acentuação gráfica em lingua portuguesa segue regras específicas conforme a posição da sílaba tônica. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta uma palavra NÃO acentuada por ser proparoxítona, ou seja, cuja presença de acento NÃO se justifica pela regra das proparoxítonas.
Alternativas
Q4038607 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Royal Cinema

Tinha 13 anos quando viu o rapaz magrelo subindo a ladeira tocando saxofone, enchendo-lhe o coração de algo novo. Durante os dias de festa, acompanhou a banda pelas ruas, guardando em segredo os pequenos presentes que dele recebia, temendo a vigilância da mãe. Aquele amor de adolescência cresceu entre poemas, flores e sorrisos tímidos.

Com o tempo, cada um seguiu seu caminho. Ela mudou de cidade, ele foi trabalhar longe. Mantiveram o vínculo por cartas até que, de repente, as mensagens pararam. Ele havia encontrado outro amor. A jovem tentou escrever mais algumas vezes, sem resposta. Decidiu seguir adiante e mergulhou na música, aprendendo violoncelo e transformando lembranças em canção, ainda guardando o sabor do primeiro beijo trocado dentro de um ônibus.

Os anos passaram, e ela se tornou uma musicista reconhecida. Após um concerto, caminhava despreocupada quando ouviu a melodia que ele costumava tocar para ela. Seguiu o som até uma igreja. Ao entrar, reconheceu imediatamente "Royal Cinema" ecoando pelas paredes do templo e percebeu que quem tocava o saxofone era o mesmo rapaz, agora marcado pelo tempo.

Aproximou-se em silêncio e, quando seus olhares finalmente se cruzaram, uma onda de memórias atingiu os dois. Ele abaixou os olhos, envergonhado; quando voltou a olhar, ela já não estava mais ali. Sem palavras para explicar o passado nem o presente, ele ajeitou a batina e retomou a celebração do casamento, enquanto ela saiu levando consigo aquela última melodia de um amor que não coube no tempo.

Texto Adaptado ARAÚJO, Jeanne. Royal Cinema. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/server/api/core/bitstreams/1d8f32b3-734e-401 a-85d8-69f95fa8be05/content . Acesso em: 21 nov. 2025. 
Com base nas normas da ortografia oficial da língua portuguesa e no funcionamento semântico dos homônimos, assinale a alternativa que explica corretamente o sentido da palavra "concerto" em "Após um concerto, caminhava despreocupada quando ouviu a melodia que ele costumava tocar para ela".
Alternativas
Q4038574 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Royal Cinema

Tinha 13 anos quando viu o rapaz magrelo subindo a ladeira tocando saxofone, enchendo-lhe o coração de algo novo. Durante os dias de festa, acompanhou a banda pelas ruas, guardando em segredo os pequenos presentes que dele recebia, temendo a vigilância da mãe. Aquele amor de adolescência cresceu entre poemas, flores e sorrisos tímidos.
Com o tempo, cada um seguiu seu caminho. Ela mudou de cidade, ele foi trabalhar longe. Mantiveram o vínculo por cartas até que, de repente, as mensagens pararam. Ele havia encontrado outro amor. A jovem tentou escrever mais algumas vezes, sem resposta. Decidiu seguir adiante e mergulhou na música, aprendendo violoncelo e transformando lembranças em canção, ainda guardando o sabor do primeiro beijo trocado dentro de um ônibus.
Os anos passaram, e ela se tornou uma musicista reconhecida. Após um concerto, caminhava despreocupada quando ouviu a melodia que ele costumava tocar para ela. Seguiu o som até uma igreja. Ao entrar, reconheceu imediatamente "Royal Cinema" ecoando pelas paredes do templo e percebeu que quem tocava o saxofone era o mesmo rapaz, agora marcado pelo tempo.
Aproximou-se em silêncio e, quando seus olhares finalmente se cruzaram, uma onda de memórias atingiu os dois. Ele abaixou os olhos, envergonhado; quando voltou a olhar, ela já não estava mais ali. Sem palavras para explicar o passado nem o presente, ele ajeitou a batina e retomou a celebração do casamento, enquanto ela saiu levando consigo aquela última melodia de um amor que não coube no tempo.

Texto Adaptado ARAÚJO, Jeanne. Royal Cinema. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/server/api/core/bitstreams/1d8f32b3-734e-401 a-85d8-69f95fa8be05/content . Acesso em: 21 nov. 2025. 
Com base nas normas da ortografia oficial da língua portuguesa e no funcionamento semântico dos homônimos, assinale a alternativa que explica corretamente o sentido da palavra "concerto" em "Após um concerto, caminhava despreocupada quando ouviu a melodia que ele costumava tocar para ela".
Alternativas
Respostas
1561: B
1562: C
1563: B
1564: D
1565: A
1566: D
1567: D
1568: B
1569: E
1570: C
1571: A
1572: C
1573: C
1574: D
1575: B
1576: B
1577: E
1578: A
1579: C
1580: B