Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q2807815 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras, dentro do contexto, estejam grafadas corretamente.
Alternativas
Q2807814 Português
Assinale a alternativa em que as palavras estão acentuadas corretamente de acordo com o novo acordo ortográfico.
Alternativas
Q2806060 Português
not valid statement found
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas deixadas no texto.
Alternativas
Q2805104 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 11 a 15.


A síndrome das pernas inquietas

A cena é conhecida: a pessoa está se preparando para deitar, depois de um longo dia, e, neste exato momento de descanso, as pernas começam a doer, e há uma intensa vontade de balançar os membros inferiores. Trata-se da síndrome das pernas inquietas, a SPI, um problema neurológico que acomete de 5 a 10% da população, mas é pouco reconhecido.

A denominação “pernas inquietas” se refere ao fato de o indivíduo ter que movimentar as pernas para aliviar os sintomas desconfortáveis, como dor, formigamento e ardor nas pernas, do joelho para baixo, especialmente no final do dia, e que pode piorar em períodos de repouso prolongado.

Outra pista para o diagnóstico de síndrome das pernas inquietas são os movimentos periódicos dos membros, que ocorrem à noite durante o sono, e são involuntários. É bastante percebido no dia seguinte, quando se nota o excesso de bagunça nos lençóis.

Em relação a fatores que podem agravar a síndrome, destaca-se o consumo abusivo de cafeína, um dos vilões de quem sofre desta síndrome. Por outro lado, movimentar-se (caminhar ou correr) e fazer massagem nas pernas são dicas boas para aliviar estes sintomas, e muitos dos que sofrem da síndrome das pernas inquietas, nesta hora, podem contar com os parceiros de cama para auxiliar com massagens ou outras técnicas de relaxamento.

Ainda não há formas de prevenção para a síndrome das pernas inquietas, até porque uma parte grande dos casos é hereditária. A boa notícia é que há algumas medicações que podem amenizar bastante os sintomas, como remédios das seguintes classes: agonistas dopaminérgicos, anticonvulsivante e benzodiazepínico. Como sempre, o ideal é buscar orientação de um médico familiarizado com este problema, que irá sugerir a melhor opção de tratamento ao paciente, após confirmar o diagnóstico.


FELÍCIO, André. A síndrome das pernas inquietas. Blog da

Saúde. Disponível em:<https://goo.gl/46Zkif>. Acesso em: 6

jan. 2017 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.


“Em relação a fatores que podem agravar a síndrome, destaca-se o consumo abusivo de cafeína, um dos vilões de quem sofre desta síndrome. Por outro lado, movimentar-se (caminhar ou correr) e fazer massagem nas pernas são dicas boas para aliviar estes sintomas, e muitos dos que sofrem da síndrome das pernas inquietas, nesta hora, podem contar com os parceiros de cama para auxiliar com massagens ou outras técnicas de relaxamento.


Ainda não há formas de prevenção para a síndrome das pernas inquietas, até porque uma parte grande dos casos é hereditária. A boa notícia é que há algumas medicações que podem amenizar bastante os sintomas, como remédios das seguintes classes: agonistas dopaminérgicos, anticonvulsivante e benzodiazepínico.”


Entre as palavras destacadas, a que não é acentuada pelo mesmo motivo das outras é:

Alternativas
Q2800134 Português

O NARIZ



Era um dentista respeitadíssimo. Com seus quarenta e poucos anos, uma filha quase na faculdade. Um homem sério, sóbrio, sem opiniões surpreendentes, mas de uma sólida reputação como profissional e cidadão. Um dia, apareceu em casa com um nariz postiço. Passado o susto, a mulher e a filha sorriram com fingida tolerância. Era um daqueles narizes de borracha com óculos de aros pretos, sobrancelhas e bigodes que fazem a pessoa ficar parecida com Groucho Marx. Mas o nosso dentista não estava imitando o Groucho Marx. Sentou-se à mesa de almoço — sempre almoçava em casa— com a retidão costumeira, quieto e algo distraído. Mas com um nariz postiço.

— O que é isso? — perguntou a mulher depois da salada, sorrindo menos.

— Isto o quê?

— Esse nariz.

— Ah, vi numa vitrina, entrei e comprei.

— Logo você, papai...

Depois do almoço ele foi recostar- se no sofá da sala como fazia todos os dias. A mulher impacientou-se.

— Tire esse negócio.

— Por quê?

— Brincadeira tem hora.

— Mas isto não é brincadeira.

Sesteou com o nariz de borracha para o alto. Depois de meia hora, levantou-se e dirigiu-se para a porta.

A mulher interpelou:

— Aonde é que você vai?

— Como, aonde é que eu vou? Vou voltar para o consultório.

— Mas com esse nariz?

— Eu não compreendo você — disse ele, olhando-a com censura através dos aros sem lentes. — Se fosse uma gravata nova, você não diria nada. Só porque é um nariz...

— Pense nos vizinhos. Pense nos clientes.

Os clientes, realmente, não compreenderam o nariz de borracha. Deram risada: ("Logo o senhor, doutor..."), fizeram perguntas, mas terminaram a consulta intrigados e saíram do consultório com dúvidas.

— Ele enlouqueceu?

— Não sei — respondia a recepcionista, que trabalhava com ele há 15 anos.

— Nunca vi "ele" assim.

Naquela noite, ele tomou seu chuveiro, como fazia sempre antes de dormir. Depois, vestiu o pijama e o nariz postiço e foi se deitar.

— Você vai usar este nariz na cama? — perguntou a mulher.

— Vou. Aliás, não vou mais tirar este nariz.

— Mas, por quê?

— Porque não.

Dormiu logo. A mulher passou a metade da noite olhando para o nariz de borracha. De madrugada começou a chorar baixinho. Ele enlouquecera. Era isto. Tudo estava acabado. Uma carreira brilhante, uma reputação, um nome, uma família perfeita, tudo trocado por um nariz postiço.


— Papai...

— Sim, minha filha.

— Podemos conversar?

— Claro que podemos.

— É sobre esse seu nariz...

— O meu nariz, outra vez? Mas vocês só pensam nisso?

— Papai, como é que nós não vamos pensar? De uma hora para outra, um homem como você resolve andar de nariz postiço e não quer que ninguém note?

— O nariz é meu e vou continuar a usar.

— Mas por que, papai? Você não se dá conta de que se transformou no palhaço do prédio? Eu não posso mais encarar os vizinhos, de vergonha. A mamãe não tem mais vida social.

— Não tem porque não quer...

[...]

A mulher e a filha saíram de casa. Ele perdeu todos os clientes. A recepcionista, que trabalhava com ele há 15 anos, pediu demissão. Não sabia o que esperar de um homem que usava nariz postiço.

Evitava aproximar-se dele. Mandou o pedido de demissão pelo correio. Os amigos mais chegados, numa última tentativa de salvar sua reputação, o convenceram a consultar um psiquiatra.

— Você vai concordar — disse o psiquiatra depois de concluir que não havia nada de errado com ele — que seu comportamento é um pouco estranho...

— Estranho é o comportamento dos outros! — disse ele. — Eu continuo o mesmo. Noventa e dois por cento do meu corpo continua o que era antes. Não mudei a maneira de vestir, nem de pensar, nem de me comportar. Continuo sendo um ótimo dentista, um bom marido, bom pai, contribuinte, sócio do Fluminense, tudo como antes. Mas as pessoas repudiam todo o resto por causa deste nariz. Um simples nariz de borracha. Quer dizer que eu não sou eu, eu sou o meu nariz? [...]



(Luís Fernando Verissimo. O nariz e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994. p. 73-6.)


reputação: fama, renome.

repudiar: rejeitar, repelir.

sestear: fazer a sesta, descansar, cochilar

Todas as palavras a seguir têm a mesma regra de acentuação gráfica da palavra respeitadíssimo, retirada do texto, exceto:

Alternativas
Q2800120 Português

O NARIZ



Era um dentista respeitadíssimo. Com seus quarenta e poucos anos, uma filha quase na faculdade. Um homem sério, sóbrio, sem opiniões surpreendentes, mas de uma sólida reputação como profissional e cidadão. Um dia, apareceu em casa com um nariz postiço. Passado o susto, a mulher e a filha sorriram com fingida tolerância. Era um daqueles narizes de borracha com óculos de aros pretos, sobrancelhas e bigodes que fazem a pessoa ficar parecida com Groucho Marx. Mas o nosso dentista não estava imitando o Groucho Marx. Sentou-se à mesa de almoço — sempre almoçava em casa— com a retidão costumeira, quieto e algo distraído. Mas com um nariz postiço.

— O que é isso? — perguntou a mulher depois da salada, sorrindo menos.

— Isto o quê?

— Esse nariz.

— Ah, vi numa vitrina, entrei e comprei.

— Logo você, papai...

Depois do almoço ele foi recostar- se no sofá da sala como fazia todos os dias. A mulher impacientou-se.

— Tire esse negócio.

— Por quê?

— Brincadeira tem hora.

— Mas isto não é brincadeira.

Sesteou com o nariz de borracha para o alto. Depois de meia hora, levantou-se e dirigiu-se para a porta.

A mulher interpelou:

— Aonde é que você vai?

— Como, aonde é que eu vou? Vou voltar para o consultório.

— Mas com esse nariz?

— Eu não compreendo você — disse ele, olhando-a com censura através dos aros sem lentes. — Se fosse uma gravata nova, você não diria nada. Só porque é um nariz...

— Pense nos vizinhos. Pense nos clientes.

Os clientes, realmente, não compreenderam o nariz de borracha. Deram risada: ("Logo o senhor, doutor..."), fizeram perguntas, mas terminaram a consulta intrigados e saíram do consultório com dúvidas.

— Ele enlouqueceu?

— Não sei — respondia a recepcionista, que trabalhava com ele há 15 anos.

— Nunca vi "ele" assim.

Naquela noite, ele tomou seu chuveiro, como fazia sempre antes de dormir. Depois, vestiu o pijama e o nariz postiço e foi se deitar.

— Você vai usar este nariz na cama? — perguntou a mulher.

— Vou. Aliás, não vou mais tirar este nariz.

— Mas, por quê?

— Porque não.

Dormiu logo. A mulher passou a metade da noite olhando para o nariz de borracha. De madrugada começou a chorar baixinho. Ele enlouquecera. Era isto. Tudo estava acabado. Uma carreira brilhante, uma reputação, um nome, uma família perfeita, tudo trocado por um nariz postiço.


— Papai...

— Sim, minha filha.

— Podemos conversar?

— Claro que podemos.

— É sobre esse seu nariz...

— O meu nariz, outra vez? Mas vocês só pensam nisso?

— Papai, como é que nós não vamos pensar? De uma hora para outra, um homem como você resolve andar de nariz postiço e não quer que ninguém note?

— O nariz é meu e vou continuar a usar.

— Mas por que, papai? Você não se dá conta de que se transformou no palhaço do prédio? Eu não posso mais encarar os vizinhos, de vergonha. A mamãe não tem mais vida social.

— Não tem porque não quer...

[...]

A mulher e a filha saíram de casa. Ele perdeu todos os clientes. A recepcionista, que trabalhava com ele há 15 anos, pediu demissão. Não sabia o que esperar de um homem que usava nariz postiço.

Evitava aproximar-se dele. Mandou o pedido de demissão pelo correio. Os amigos mais chegados, numa última tentativa de salvar sua reputação, o convenceram a consultar um psiquiatra.

— Você vai concordar — disse o psiquiatra depois de concluir que não havia nada de errado com ele — que seu comportamento é um pouco estranho...

— Estranho é o comportamento dos outros! — disse ele. — Eu continuo o mesmo. Noventa e dois por cento do meu corpo continua o que era antes. Não mudei a maneira de vestir, nem de pensar, nem de me comportar. Continuo sendo um ótimo dentista, um bom marido, bom pai, contribuinte, sócio do Fluminense, tudo como antes. Mas as pessoas repudiam todo o resto por causa deste nariz. Um simples nariz de borracha. Quer dizer que eu não sou eu, eu sou o meu nariz? [...]



(Luís Fernando Verissimo. O nariz e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994. p. 73-6.)


reputação: fama, renome.

repudiar: rejeitar, repelir.

sestear: fazer a sesta, descansar, cochilar

Das palavras seguintes, marque a que traduz o assunto central do texto.

Alternativas
Q2800118 Português

As palavras está, será, há e já acentuam-se por serem:

Alternativas
Q2799127 Português

Sobre o ensino de gramática, conforme os PCNs – Língua Portuguesa, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2799125 Português

No primeiro dia de aula de Redação, a professora Ana orientou os alunos a produzirem um texto, com o objetivo de fazer avaliação diagnóstica. A principal função da avaliação diagnóstica textual dos alunos é:

Alternativas
Q2799122 Português

“Ensinar língua oral deve significar para a escola possibilitar acessos a usos da linguagem mais formalizados e convencionais, que exijam controle mais consciente e voluntário da enunciação, tendo em vista a importância que o domínio da palavra pública tem no exercício da cidadania.” (PCN, 1999, p. 67). Com base na orientação acima, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2798723 Português

Assinale a alternativa incorreta quanto ao uso do hífen.

Alternativas
Q2798721 Português

Sobre acentuação gráfica, leia os itens e assinale a alternativa correta.


I - Méis, babás, sanduíche.

II - Graúdo, eles vêm, eles leem.

III - Véus, heróis, júri.

IV - Eles creem, eles têm, hífen.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: Quadrix Órgão: TERRACAP Prova: Quadrix - 2017 - TERRACAP - Topógrafo |
Q2792366 Português

Texto para as questões de 1 a 8.

1 Brasília nasceu como representação de uma utopia

urbana, erguida sobre anseios de ordem, modernidade e

desenvolvimento. Em seu plano original, a previsão era a de

4 abrigar, no máximo, 500 mil pessoas até a virada do milênio.

Hoje comporta mais de 2 milhões de habitantes, o que

demonstra a perda do controle sobre a ocupação de seus

7 espaços. Em seu plano de desenvolvimento, foi vislumbrada

a criação de áreas destinadas a todas as necessidades de seus

habitantes. As áreas urbanas foram projetadas para

10 abrigarem seus cidadãos com o máximo de conforto e

racionalidade. Reservas florestais foram previstas com o

objetivo de proteção dos mananciais (para a garantia do

13 abastecimento de água para a população) e de preservação

das riquezas biológicas, paisagísticas e arqueológicas do local.

Entretanto, esse sonho visionário dos fundadores da capital

16 está sendo sistematicamente ameaçado pelo crescente

movimento de invasões de áreas públicas. Atualmente todas

as unidades regionais do Distrito Federal (DF) sofrem com as

19 invasões irregulares, o que não é uma exclusividade da capital

federal. Em todo o país, o problema se repete, motivado pela

intensificação do êxodo rural, no início dos anos 1980, e pelo

22 crescimento desordenado da periferia urbana nas grandes

metrópoles. Os loteamentos irregulares, materializados nas

invasões de áreas públicas, são grandes desafios para o DF,

25 no âmbito do direito urbanístico e ambiental.

Deve-se frisar que as ações de combate aos

loteamentos irregulares não são restrições ao exercício do

28 direito de propriedade, mas atos que visam preservar os

interesses da coletividade e a função social da terra, em

consonância com a lei. A atividade de parcelamento irregular

31 do solo com repercussão urbanística e ambiental não pode

ser exercida à revelia de qualquer controle do Poder Público.

Não cabe aos proprietários o direito de parcelar o solo rural

34 ou urbano, sem que antes promovam a regularização do

loteamento, com a aprovação prévia dos órgãos

competentes e o respectivo registro imobiliário do

37 parcelamento do solo, exigível por força de lei. Os

loteamentos irregulares, que visam apenas ao lucro fácil e

rápido, afastam qualquer perspectiva de ordenação da

40 urbanização no DF, causando problemas sociais e urbanos. O

interesse público do ordenamento urbanístico decorre do

imperativo de se regulamentar a ocupação do solo urbano

43 para disciplinar o crescimento dos aglomerados urbanos.

Essa ação deve-se ao interesse inafastável de preservação do

meio ambiente e dos bens que compõem o patrimônio

46 histórico, estético, turístico, paisagístico e cultural para as

gerações atuais e futuras.


Hélio de Andrade Silva. Os problemas fundiários do Distrito

Federal. Mundo Jurídico, São Paulo, 2006. Internet:

(com adaptações).

Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.

Alternativas
Q2792316 Português

Acerca das palavras escritas com CH assinale a alternativa incorreta:

Alternativas
Q2792236 Português

Em relação a acentuação das palavras e o novo acordo ortográfico, assinale a alternativa em que a palavra mantém o acento:

Alternativas
Q2784927 Português

O TEXTO A SEGUIR É REFERÊNCIA PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES 6 E 7.


Em uma conferência que escreveu sobre o destino da literatura, Lima Barreto afirmava: “Entrando no segredo das vidas e das coisas, a literatura reforça nosso natural sentimento de solidariedade com nossos semelhantes, explicando-lhes os defeitos, realçando-lhes as qualidades e zombando dos fúteis motivos que nos separam uns dos outros. Ela tende a obrigar a todos nós a nos tolerarmos e a nos compreendermos; e, por aí, nós nos chegaremos a amar mais perfeitamente na superfície do planeta que rola pelos espaços sem fim”.

A ideia de que a arte pode ter uma função na sociedade, seja como elemento de união entre os homens, seja pelo potencial de transformação da sociedade, era cara ao escritor carioca, homenageado da 15.ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Sua literatura incluía os suburbanos, negros, despossuídos de toda sorte e, nesse sentido, promovia um olhar da elite letrada sobre tais personagens esquecidos na trama urbana, bem como abarcava seus temas e reivindicações. Um tipo de arte que perdeu o sentido por longas décadas na história da literatura brasileira, mas que nos últimos anos tem mostrado sua pertinência atemporal.


Disponível em: <http://epoca.globo.com/cultura/noticia/2017/07.html>. Acesso em: 14/08/17.

A palavra “despossuídos” recebe acento gráfico pelo mesmo motivo que

Alternativas
Q2779648 Português

As palavras “adorar”, “forro” e “Esaú” são, respectivamente:

Alternativas
Q2777700 Português

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://www.stoodi.com.br/blog/2016/02/15/12-dicas-para-nao-esquecer-mudancas-do-novo-acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa/>. Acesso em: 10 fev. 2017.


Na gravura, o personagem brinca com a reforma ortográfica. Com relação ao emprego do hífen, assinale a alternativa correta quanto à grafia da palavra.

Alternativas
Q2772038 Português

Segundo a gramática, acentuam-se as vogais tônicas dos hiatos. Esta regra baseia a acentuação da seguinte palavra da frase abaixo:

“Em trabalhos publicados no periódico científico Nature, os pesquisadores sugerem agora que a nossa espécie evoluiu por todo o continente, de forma mais amiúde do que se pensava.”

Alternativas
Q2760051 Português

Assinale a série em que todos os vocábulos devem receber acento gráfico:

Alternativas
Respostas
13841: D
13842: D
13843: B
13844: B
13845: B
13846: A
13847: C
13848: B
13849: A
13850: C
13851: B
13852: A
13853: B
13854: C
13855: E
13856: A
13857: C
13858: C
13859: D
13860: B