Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q2822841 Português

Leia com atenção o texto do Hino de Campos do Jordão, com letra e melodia por João de Sá, oficializado por Lei Municipal de 1959 e responda as questões 1, 2 e 3.

Obs.: Algumas palavras foram grafadas incorretamente e sua correção é objeto de uma das questões a seguir.

Campos do Jordão

Maravilha da minha terra

Campos do Jordão

Joia do alto da serra

Campos do Jordão

Obra suprema do divino mestre

Que fez de ti um paraizo terrestre!

Entre as matas verdejantes

E os pinheirais gigantes

Correm rios murmurantes

Sob o céu primaveril

És o meu rincão paulista

O encanto do turista

E o orgulho do Brasil!

Há no auvor das floradas

Poesias imortais

E no tempo das geadas

Lindas manhãs hibernais

Pois em ti a naturesa

Reuniu tanta beleza

Que ninguém esquece mais!

Na transcrição do hino acima, foram grafadas com erro de ortografia, as expressões:

Alternativas
Q2822486 Português

Em qual das palavras há mais fonemas que letras na sua composição:

Alternativas
Q2816134 Português

Em relação às regras de acentuação, a palavra “deveríamos” é acentuada pela mesma regra da palavra:

Alternativas
Q2816099 Português

Analise o título da reportagem abaixo:


CLIMATEMPO

Madrugada amena em áreas do centro-sul

(Adaptado de Terra, 13/03/2017)

A palavra “áreas” é devidamente acentuada, pois segue a seguinte regra gramatical de acentuação:

Alternativas
Q2816000 Português

Analise os trechos abaixo:


I. Jovens de classe média e média-alta ____________________ frequentado o noticiário policial.

II. O pai __________________ grande parte da culpa.

Assinale a alternativa cuja expressão completa, respectivamente, as lacunas presentes no trecho:

Alternativas
Q2814925 Português

Leia o texto e responda as questões de 1 a 10.

O 1º lugar de medicina da USP é uma menina pobre e negra

A adolescente Bruna Sena tem apenas 17 anos, mas já superou uma barreira de gente grande: foi a primeira colocada em medicina na USP de Ribeirão Preto, a carreira mais concorrida da Fuvest- 2017, com 75,58 candidatos por vaga.
Negra, tímida, estudante de escola pública, criada apenas pela mãe – o pai abandonou a casa quando a menina tinha 9 meses –, Bruna é a primeira da sua família a cursar o ensino superior. Ela comemorou sua conquista pelo Facebook passando um recado: “ A casa- grande surta quando a senzala vira médica”.
De família pobre – a mãe, Dinália, ganha R$1.400 como operadora de caixa de supermercado – Bruna participou do Inclusp, o programa de inclusão social da USP, que oferece pontuação extra para estudantes da rede pública. “Claro que a ascensão social do negro incomoda, assim como incomoda quando o filho da empregada melhora de vida, passa na Fuvest. Não posso dizer que já sofri racismo, até porque não tinha maturidade e conhecimento para reconhecer atitudes racistas”, disse a caloura à Folha de São Paulo
“Alguns se esquecem do passado, que foram anos de escravidão e sofrimento para os negros. Os programas de cota são paliativos, mas precisam existir. Não há como concorrer de igual para igual quando não se tem oportunidade de vida iguais. ”
Para enfrentar o vestibular, Bruna se preparou muito, ao longo de toda sua vida escolar. “Ela só tirava notas 9 ou 10. Uma vez, tirou um 7 e fui até a escola para saber o que tinha acontecido. Não dava para acreditar. Falei com o diretor e ele descobriu que tinham trocado a nota dela com um menino chamado Bruno”, conta a mãe, Dinália.
No último ano, a dedicação foi total: de manhã, Bruna ia para a escola estadual Santos Dumont, onde cursava o último ano do Ensino Médio, de tarde estudava sozinha em casa e à noite frequentava um cursinho popular tocado por estudantes da própria USP.
Com ajuda financeira de amigos e parentes, Bruna fazia kumon de matemática, mas o dinheiro não deu para seguir com o curso de inglês. “Tudo na nossa vida foi com muita luta, desde que ela nasceu, prematura de sete meses, e teve de ficar internada por 28 dias. Não tenho nenhum luxo, não faço minhas unhas, não arrumo meu cabelo. Tudo é para a educação dela”, declara Dinália.
Bruna ainda não sabe qual especialidade médica pretende seguir na carreira, mas sabe que quer atender pessoas de baixa renda.“Quero atender pessoas que precisam de alguém para dar a mão e de saúde de qualidade”, disse.

https://catracalivre.com.br, 06/02/2017

Assinale a opção CORRETA em que todas as palavras estão acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.

Alternativas
Q2810501 Português
Aponte a alternativa correta quanto à grafia das palavras:
Alternativas
Q2807815 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras, dentro do contexto, estejam grafadas corretamente.
Alternativas
Q2807814 Português
Assinale a alternativa em que as palavras estão acentuadas corretamente de acordo com o novo acordo ortográfico.
Alternativas
Q2800134 Português

O NARIZ



Era um dentista respeitadíssimo. Com seus quarenta e poucos anos, uma filha quase na faculdade. Um homem sério, sóbrio, sem opiniões surpreendentes, mas de uma sólida reputação como profissional e cidadão. Um dia, apareceu em casa com um nariz postiço. Passado o susto, a mulher e a filha sorriram com fingida tolerância. Era um daqueles narizes de borracha com óculos de aros pretos, sobrancelhas e bigodes que fazem a pessoa ficar parecida com Groucho Marx. Mas o nosso dentista não estava imitando o Groucho Marx. Sentou-se à mesa de almoço — sempre almoçava em casa— com a retidão costumeira, quieto e algo distraído. Mas com um nariz postiço.

— O que é isso? — perguntou a mulher depois da salada, sorrindo menos.

— Isto o quê?

— Esse nariz.

— Ah, vi numa vitrina, entrei e comprei.

— Logo você, papai...

Depois do almoço ele foi recostar- se no sofá da sala como fazia todos os dias. A mulher impacientou-se.

— Tire esse negócio.

— Por quê?

— Brincadeira tem hora.

— Mas isto não é brincadeira.

Sesteou com o nariz de borracha para o alto. Depois de meia hora, levantou-se e dirigiu-se para a porta.

A mulher interpelou:

— Aonde é que você vai?

— Como, aonde é que eu vou? Vou voltar para o consultório.

— Mas com esse nariz?

— Eu não compreendo você — disse ele, olhando-a com censura através dos aros sem lentes. — Se fosse uma gravata nova, você não diria nada. Só porque é um nariz...

— Pense nos vizinhos. Pense nos clientes.

Os clientes, realmente, não compreenderam o nariz de borracha. Deram risada: ("Logo o senhor, doutor..."), fizeram perguntas, mas terminaram a consulta intrigados e saíram do consultório com dúvidas.

— Ele enlouqueceu?

— Não sei — respondia a recepcionista, que trabalhava com ele há 15 anos.

— Nunca vi "ele" assim.

Naquela noite, ele tomou seu chuveiro, como fazia sempre antes de dormir. Depois, vestiu o pijama e o nariz postiço e foi se deitar.

— Você vai usar este nariz na cama? — perguntou a mulher.

— Vou. Aliás, não vou mais tirar este nariz.

— Mas, por quê?

— Porque não.

Dormiu logo. A mulher passou a metade da noite olhando para o nariz de borracha. De madrugada começou a chorar baixinho. Ele enlouquecera. Era isto. Tudo estava acabado. Uma carreira brilhante, uma reputação, um nome, uma família perfeita, tudo trocado por um nariz postiço.


— Papai...

— Sim, minha filha.

— Podemos conversar?

— Claro que podemos.

— É sobre esse seu nariz...

— O meu nariz, outra vez? Mas vocês só pensam nisso?

— Papai, como é que nós não vamos pensar? De uma hora para outra, um homem como você resolve andar de nariz postiço e não quer que ninguém note?

— O nariz é meu e vou continuar a usar.

— Mas por que, papai? Você não se dá conta de que se transformou no palhaço do prédio? Eu não posso mais encarar os vizinhos, de vergonha. A mamãe não tem mais vida social.

— Não tem porque não quer...

[...]

A mulher e a filha saíram de casa. Ele perdeu todos os clientes. A recepcionista, que trabalhava com ele há 15 anos, pediu demissão. Não sabia o que esperar de um homem que usava nariz postiço.

Evitava aproximar-se dele. Mandou o pedido de demissão pelo correio. Os amigos mais chegados, numa última tentativa de salvar sua reputação, o convenceram a consultar um psiquiatra.

— Você vai concordar — disse o psiquiatra depois de concluir que não havia nada de errado com ele — que seu comportamento é um pouco estranho...

— Estranho é o comportamento dos outros! — disse ele. — Eu continuo o mesmo. Noventa e dois por cento do meu corpo continua o que era antes. Não mudei a maneira de vestir, nem de pensar, nem de me comportar. Continuo sendo um ótimo dentista, um bom marido, bom pai, contribuinte, sócio do Fluminense, tudo como antes. Mas as pessoas repudiam todo o resto por causa deste nariz. Um simples nariz de borracha. Quer dizer que eu não sou eu, eu sou o meu nariz? [...]



(Luís Fernando Verissimo. O nariz e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994. p. 73-6.)


reputação: fama, renome.

repudiar: rejeitar, repelir.

sestear: fazer a sesta, descansar, cochilar

Todas as palavras a seguir têm a mesma regra de acentuação gráfica da palavra respeitadíssimo, retirada do texto, exceto:

Alternativas
Q2800120 Português

O NARIZ



Era um dentista respeitadíssimo. Com seus quarenta e poucos anos, uma filha quase na faculdade. Um homem sério, sóbrio, sem opiniões surpreendentes, mas de uma sólida reputação como profissional e cidadão. Um dia, apareceu em casa com um nariz postiço. Passado o susto, a mulher e a filha sorriram com fingida tolerância. Era um daqueles narizes de borracha com óculos de aros pretos, sobrancelhas e bigodes que fazem a pessoa ficar parecida com Groucho Marx. Mas o nosso dentista não estava imitando o Groucho Marx. Sentou-se à mesa de almoço — sempre almoçava em casa— com a retidão costumeira, quieto e algo distraído. Mas com um nariz postiço.

— O que é isso? — perguntou a mulher depois da salada, sorrindo menos.

— Isto o quê?

— Esse nariz.

— Ah, vi numa vitrina, entrei e comprei.

— Logo você, papai...

Depois do almoço ele foi recostar- se no sofá da sala como fazia todos os dias. A mulher impacientou-se.

— Tire esse negócio.

— Por quê?

— Brincadeira tem hora.

— Mas isto não é brincadeira.

Sesteou com o nariz de borracha para o alto. Depois de meia hora, levantou-se e dirigiu-se para a porta.

A mulher interpelou:

— Aonde é que você vai?

— Como, aonde é que eu vou? Vou voltar para o consultório.

— Mas com esse nariz?

— Eu não compreendo você — disse ele, olhando-a com censura através dos aros sem lentes. — Se fosse uma gravata nova, você não diria nada. Só porque é um nariz...

— Pense nos vizinhos. Pense nos clientes.

Os clientes, realmente, não compreenderam o nariz de borracha. Deram risada: ("Logo o senhor, doutor..."), fizeram perguntas, mas terminaram a consulta intrigados e saíram do consultório com dúvidas.

— Ele enlouqueceu?

— Não sei — respondia a recepcionista, que trabalhava com ele há 15 anos.

— Nunca vi "ele" assim.

Naquela noite, ele tomou seu chuveiro, como fazia sempre antes de dormir. Depois, vestiu o pijama e o nariz postiço e foi se deitar.

— Você vai usar este nariz na cama? — perguntou a mulher.

— Vou. Aliás, não vou mais tirar este nariz.

— Mas, por quê?

— Porque não.

Dormiu logo. A mulher passou a metade da noite olhando para o nariz de borracha. De madrugada começou a chorar baixinho. Ele enlouquecera. Era isto. Tudo estava acabado. Uma carreira brilhante, uma reputação, um nome, uma família perfeita, tudo trocado por um nariz postiço.


— Papai...

— Sim, minha filha.

— Podemos conversar?

— Claro que podemos.

— É sobre esse seu nariz...

— O meu nariz, outra vez? Mas vocês só pensam nisso?

— Papai, como é que nós não vamos pensar? De uma hora para outra, um homem como você resolve andar de nariz postiço e não quer que ninguém note?

— O nariz é meu e vou continuar a usar.

— Mas por que, papai? Você não se dá conta de que se transformou no palhaço do prédio? Eu não posso mais encarar os vizinhos, de vergonha. A mamãe não tem mais vida social.

— Não tem porque não quer...

[...]

A mulher e a filha saíram de casa. Ele perdeu todos os clientes. A recepcionista, que trabalhava com ele há 15 anos, pediu demissão. Não sabia o que esperar de um homem que usava nariz postiço.

Evitava aproximar-se dele. Mandou o pedido de demissão pelo correio. Os amigos mais chegados, numa última tentativa de salvar sua reputação, o convenceram a consultar um psiquiatra.

— Você vai concordar — disse o psiquiatra depois de concluir que não havia nada de errado com ele — que seu comportamento é um pouco estranho...

— Estranho é o comportamento dos outros! — disse ele. — Eu continuo o mesmo. Noventa e dois por cento do meu corpo continua o que era antes. Não mudei a maneira de vestir, nem de pensar, nem de me comportar. Continuo sendo um ótimo dentista, um bom marido, bom pai, contribuinte, sócio do Fluminense, tudo como antes. Mas as pessoas repudiam todo o resto por causa deste nariz. Um simples nariz de borracha. Quer dizer que eu não sou eu, eu sou o meu nariz? [...]



(Luís Fernando Verissimo. O nariz e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994. p. 73-6.)


reputação: fama, renome.

repudiar: rejeitar, repelir.

sestear: fazer a sesta, descansar, cochilar

Das palavras seguintes, marque a que traduz o assunto central do texto.

Alternativas
Q2800118 Português

As palavras está, será, há e já acentuam-se por serem:

Alternativas
Q2799127 Português

Sobre o ensino de gramática, conforme os PCNs – Língua Portuguesa, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2799125 Português

No primeiro dia de aula de Redação, a professora Ana orientou os alunos a produzirem um texto, com o objetivo de fazer avaliação diagnóstica. A principal função da avaliação diagnóstica textual dos alunos é:

Alternativas
Q2799122 Português

“Ensinar língua oral deve significar para a escola possibilitar acessos a usos da linguagem mais formalizados e convencionais, que exijam controle mais consciente e voluntário da enunciação, tendo em vista a importância que o domínio da palavra pública tem no exercício da cidadania.” (PCN, 1999, p. 67). Com base na orientação acima, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2798723 Português

Assinale a alternativa incorreta quanto ao uso do hífen.

Alternativas
Q2798721 Português

Sobre acentuação gráfica, leia os itens e assinale a alternativa correta.


I - Méis, babás, sanduíche.

II - Graúdo, eles vêm, eles leem.

III - Véus, heróis, júri.

IV - Eles creem, eles têm, hífen.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: Quadrix Órgão: TERRACAP Prova: Quadrix - 2017 - TERRACAP - Topógrafo |
Q2792366 Português

Texto para as questões de 1 a 8.

1 Brasília nasceu como representação de uma utopia

urbana, erguida sobre anseios de ordem, modernidade e

desenvolvimento. Em seu plano original, a previsão era a de

4 abrigar, no máximo, 500 mil pessoas até a virada do milênio.

Hoje comporta mais de 2 milhões de habitantes, o que

demonstra a perda do controle sobre a ocupação de seus

7 espaços. Em seu plano de desenvolvimento, foi vislumbrada

a criação de áreas destinadas a todas as necessidades de seus

habitantes. As áreas urbanas foram projetadas para

10 abrigarem seus cidadãos com o máximo de conforto e

racionalidade. Reservas florestais foram previstas com o

objetivo de proteção dos mananciais (para a garantia do

13 abastecimento de água para a população) e de preservação

das riquezas biológicas, paisagísticas e arqueológicas do local.

Entretanto, esse sonho visionário dos fundadores da capital

16 está sendo sistematicamente ameaçado pelo crescente

movimento de invasões de áreas públicas. Atualmente todas

as unidades regionais do Distrito Federal (DF) sofrem com as

19 invasões irregulares, o que não é uma exclusividade da capital

federal. Em todo o país, o problema se repete, motivado pela

intensificação do êxodo rural, no início dos anos 1980, e pelo

22 crescimento desordenado da periferia urbana nas grandes

metrópoles. Os loteamentos irregulares, materializados nas

invasões de áreas públicas, são grandes desafios para o DF,

25 no âmbito do direito urbanístico e ambiental.

Deve-se frisar que as ações de combate aos

loteamentos irregulares não são restrições ao exercício do

28 direito de propriedade, mas atos que visam preservar os

interesses da coletividade e a função social da terra, em

consonância com a lei. A atividade de parcelamento irregular

31 do solo com repercussão urbanística e ambiental não pode

ser exercida à revelia de qualquer controle do Poder Público.

Não cabe aos proprietários o direito de parcelar o solo rural

34 ou urbano, sem que antes promovam a regularização do

loteamento, com a aprovação prévia dos órgãos

competentes e o respectivo registro imobiliário do

37 parcelamento do solo, exigível por força de lei. Os

loteamentos irregulares, que visam apenas ao lucro fácil e

rápido, afastam qualquer perspectiva de ordenação da

40 urbanização no DF, causando problemas sociais e urbanos. O

interesse público do ordenamento urbanístico decorre do

imperativo de se regulamentar a ocupação do solo urbano

43 para disciplinar o crescimento dos aglomerados urbanos.

Essa ação deve-se ao interesse inafastável de preservação do

meio ambiente e dos bens que compõem o patrimônio

46 histórico, estético, turístico, paisagístico e cultural para as

gerações atuais e futuras.


Hélio de Andrade Silva. Os problemas fundiários do Distrito

Federal. Mundo Jurídico, São Paulo, 2006. Internet:

(com adaptações).

Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.

Alternativas
Q2792316 Português

Acerca das palavras escritas com CH assinale a alternativa incorreta:

Alternativas
Q2792236 Português

Em relação a acentuação das palavras e o novo acordo ortográfico, assinale a alternativa em que a palavra mantém o acento:

Alternativas
Respostas
12621: C
12622: A
12623: C
12624: C
12625: B
12626: A
12627: C
12628: D
12629: D
12630: B
12631: A
12632: C
12633: B
12634: A
12635: C
12636: B
12637: A
12638: B
12639: C
12640: E