Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q3317414 Português
A INVENÇÃO DE UM ALFABETO ÚNICO DO AMOR

(1º§) Será que eu poderia inventar um alfabeto para declarar o meu amor por você? Ou seria melhor tentar expressar o meu sentimento com um desenho ou uma canção? São muitas letras para a expressão das ações de paixão!

(2º§) Pensemos um pouco para obter uma acertada resposta, pela voz do meu coração. É muita emoção sempre! Muita fascinação! Muita gratidão, muitas formando são tão sentidas que se tornam difícil de manifestá-las.

(3º§) Um dia, talvez eu encontre uma forma de expressar o que sinto por você de forma poética. Mas, por enquanto, não tenho maneira mais simples, direta e romântica do que dizendo na língua de Camões: Amo-te! Meu amor!

(4º§) De todas as coisas boas que recordo em minha vida, você foi a melhor que me aconteceu.

(5º§) Meu rumo estava indefinido, meu caminho sem destino, até você chegar e dar sentido à minha existência.

(6º§) Não poderia estar mais grato, do que agora, por você ter se tornado a minha fiel companheira, a minha namorada, a minha esposa. Minha eterna namorada!

(7º§) Meu único amor! Minha estrela guia! Minha realização emocional, porque sempre sonhei em ter um tesouro! Por isso que eu quero guarda-lo para o resto da vida!

(8º§) Eu te amo, meu doce amor! Você me toca com a cor da maciez e com o som do seu coração. Confie nos nossos sentimentos!


(João Rodrigues) – (Alfabeto do Amor - Pensador) – (Adaptado)
Marque a alternativa com palavras oxítonas escritas ditongo nasal
Alternativas
Q3317134 Português
Conforme a Nova Acordo Ortográfico, o termo “ideia”, perdeu acento por qual regra especial de acentuação gráfica? Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3316839 Português
Preencha as lacunas e marque a única alternativa correta.

Calças ___ / significado de supérfluo ___ / precisamos ___ o exercício dos nossos direitos / Olá, seja ___ a minha casa / Por favor! Não revele minha ___ a ninguém. 
Alternativas
Q3316673 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que explica a fumaça que tomou o país

Karla Longo, pesquisadora do Inpe, observa que as queimadas no Brasil acontecem sistematicamente todos os anos durante o inverno, com maior concentração nos meses de agosto e setembro.

"As queimadas que aconteceram em São Paulo nos últimos dias foram extraordinárias, algo que não acontece com frequência", diz Longo.

"Mas as queimadas de desmatamento da Amazônia e do Cerrado, para manejo da terra − tanto terras de pastagem, quanto terra agrícola −, é um comportamento muito bem estabelecido no Brasil. Bolívia e Paraguai têm comportamento muito parecido. Então isso acontece todos os anos, infelizmente", diz a pesquisadora.

A extensão dos incêndios, explica a especialista, depende de fatores como: o quanto está efetiva a política de combate ao desmatamento; o preço da terra na região desmatada no ano anterior; e o quanto o clima está seco, pois em anos de secas intensas os incêndios tendem a ser piores.

Desta forma, todos os anos o país costuma ser coberto por uma "pluma" de fumaça nesta época, principalmente em cidades da região Norte e do Centro-Oeste do país.

"O formato que essa pluma vai ter depende da posição da frente fria e dos sistemas meteorológicos que atuam na região", diz Longo.

Esses sistemas são a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), a Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) e os Jatos de Baixos Níveis da América do Sul (JBNAS), além das já mencionadas frentes frias (FF) e dos ventos alísios de Sudeste (ASE), que sopram do oceano para o continente.

A pesquisadora explica que, nesta época do ano, Nordeste e Sudeste também têm queimadas, mas nessas regiões não costuma se formar uma pluma densa de fumaça como aquela que cobre as regiões Norte e Centro-Oeste — principalmente devido aos ventos alísios, que tipicamente sopram de sudeste ou de leste e dispersam muito rapidamente essa fumaça.

O que aconteceu nos últimos dias, diz Longo, é que uma frente fria estacionária no Sudeste desviou a pluma de fumaça produzida na Amazônia e Mato Grosso na direção do Atlântico, passando sobre os Estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Além disso, houve uma quantidade muito atípica de focos de incêndio no Estado de São Paulo entre os dias 22 e 23 de agosto.

Esses dois fatores somados contribuiram para a formação de fumaça que tomou Brasília e o interior de São Paulo no fim de semana.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4glr02z29dofragmento adaptado)
"O que aconteceu nos últimos dias, diz Longo, é que uma frente fria estacionária no Sudeste desviou a pluma de fumaça a produzida na Amazônia e Mato Grosso na direção do Atlântico". Identifique a alternativa que completa corretamente as palavras com as mesmas letras das destacadas no trecho, respectivamente: 
Alternativas
Q3316665 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a justificativa para a acentuação gráfica das palavras indicadas:
Alternativas
Q3315813 Português
Assinale a alternativa em que a palavra esteja escrita de forma CORRETA:
Alternativas
Q3314918 Português

Analise os pares de palavras em letras maiúsculas no trecho abaixo. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta tais vocábulos corretamente escritos, segundo a ortografia oficial da língua portuguesa.



    “Amei muito essa moça, chamava-se Ângela. Quando eu estava decidido a casar-me com ela, quando após das longas noites perdidas ao relento a EXPREITAR/ESPREITAR-lhe da sombra um ASCENO/ACENO, um adeus, uma flor, quando após tanto desejo e tanta esperança eu sorvi-lhe o primeiro beijo, tive de partir da Espanha para Dinamarca onde me chamava meu pai.


    Foi uma noite de soluços e lágrimas, de choros e de esperanças, de beijos e promessas, de amor, de voluptuosidade no presente e de sonhos no futuro... Parti. Dois anos depois foi que voltei. Quando entrei na casa de meu pai, ele estava MORIBUNDO/MORIMUNDO; ajoelhou-se no seu leito e agradeceu a Deus ainda ver-me, pôs as mãos na minha cabeça, banhou-me a fronte de lágrimas — eram as últimas — depois deixou-se cair, pôs as mãos no peito, e com os olhos em mim MURMUROU/MUMUROU: Deus!

 

   A voz sufocou-se-lhe na garganta: todos choravam.

 

   Eu também chorava, mas era de saudades de Ângela...



[...]” AZEVEDO, Álvares de. Noite na taverna. Disponível em: https://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/noite nataverna.pdf. Acesso em: 14 mai. 2024. 

Alternativas
Q3314861 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um vento engraçado


Publicado em 11/12/2023 | Paulo Pestana | Crônica


    Muitas vezes ele sai em silêncio, mas ainda assim o pum faz barulho. A flatulência é uma reação digestiva normal e democrática – reis e súditos soltam bufas – mas provoca a imaginação popular, quase sempre seguida de risos, desde tempos imemoriais. Porque ninguém sabe, mas, dos casos e piadas, vieram livros. O primeiro, De Flatibus, de 1582, escrito pelo médico Jean Fyens, seguido por De Peditu, do erudito alemão Gaspard Dornau, de 1628, e pelo mais escatológico de todos, de 1751, A Arte de Peidar, atribuído a Pierre-ThomasNicolas Hurtaud.

    Antes que alguém levante suspeitas fedorentas, quero dizer que não sou especialista em gases. Nem nos nobres, muito menos nos plebeus. Mas, andando pelos corredores da Feira do Livro, plantada num estranho e feioso barraco na Esplanada dos Ministérios, fui atraído por um estande que expunha cordéis. E eis que, no meio daquelas miúdas e MAL / MAU impressas publicações, havia praticamente uma SEÇÃO / SESSÃO / CESSÃO dedicada aos traques: “O ABC do Peido”, “O Peido que Acabou com um Casamento”, “O Que o Peido pode Fazer”, “O Prazer que o Peido Dá”, “Antologia do Peido”, “As Consequência do Peido”, “O Que o Peido Pode Fazer”, e muitos outros títulos, de diversos autores e procedências. Fico pensando que tipo de inspiração bate na cabeça dos cordelistas para caprichar nas rimas e nos casos, mas certamente o público quer saber mais sobre o fute. Por quê? Qual a graça de uma ventosidade, barulhenta ou não, que cheira MAL / MAU e causa desconforto em quem produz e em quem recebe?

    Há algum tempo, o cronista Danilo Gomes me enviou um exemplar de A Arte de Peidar, que se apresenta assim: “Ensaio teórico-físico e metódico para o uso das pessoas constipadas, das pessoas graves e austeras, das senhoras melancólicas e de todos que insistem em permanecer escravos do preconceito”. É um opúsculo que faria sucesso se adotado para discussão na quinta série do primeiro grau; tido como clássico da literatura cômica e pseudomédica, o texto começa mostrando as diferenças entre pum e arroto – mas não explica por que um é considerado tão engraçado enquanto o outro, também difícil de segurar, é tido como falta de educação mesmo. Há também a afirmação que são 62 os tipos de sons musicais que acompanham a lufada – incluindo o plenivocal-pleno, que seria o tom mais alto. No final, o autor relaciona tipos de ventosidades que seriam agradáveis, uma sucessão escatológica que nos leva aos cordéis nordestinos que elegem o cheiroso como tema e que também costuma mostrar as diferenças.

    O mistério persiste. É uma espécie universal de piada, que causa frouxos (epa!) de riso em quem solta e em quem está próximo, mas, afinal, qual é a graça?

     Em 2008 tentaram acabar com a farra. Os jornais publicaram a notícia de que uma empresa da Califórnia estava lançando um filtro para neutralizar o odor da flatulência a partir de carvão ativado e que deveria ser instalado na cueca. Uma embalagem com cinco filtros custaria US$ 9,95, mais ou menos uns R$ 50,00.

    Eu prefiro distância. Preferi inclusive comprar outros cordéis, com temas de menor fedentina.

PESTANA, Paulo. Um vento engraçado. Correio Braziliense, 11 de dezembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/umvento-engracado/. Acesso em: 17 dez. 2023. Adaptado.


Glossário:

- escatológico: relativo a excrementos ou à excreção.

- opúsculo: livro pequeno sobre artes.

- fute: (brasileirismo) diabo, demônio.
Os vocábulos “atraído” e “miúdas”, utilizados no segundo parágrafo do texto, recebem o acento gráfico pelo fato de:
Alternativas
Q3314859 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um vento engraçado


Publicado em 11/12/2023 | Paulo Pestana | Crônica


    Muitas vezes ele sai em silêncio, mas ainda assim o pum faz barulho. A flatulência é uma reação digestiva normal e democrática – reis e súditos soltam bufas – mas provoca a imaginação popular, quase sempre seguida de risos, desde tempos imemoriais. Porque ninguém sabe, mas, dos casos e piadas, vieram livros. O primeiro, De Flatibus, de 1582, escrito pelo médico Jean Fyens, seguido por De Peditu, do erudito alemão Gaspard Dornau, de 1628, e pelo mais escatológico de todos, de 1751, A Arte de Peidar, atribuído a Pierre-ThomasNicolas Hurtaud.

    Antes que alguém levante suspeitas fedorentas, quero dizer que não sou especialista em gases. Nem nos nobres, muito menos nos plebeus. Mas, andando pelos corredores da Feira do Livro, plantada num estranho e feioso barraco na Esplanada dos Ministérios, fui atraído por um estande que expunha cordéis. E eis que, no meio daquelas miúdas e MAL / MAU impressas publicações, havia praticamente uma SEÇÃO / SESSÃO / CESSÃO dedicada aos traques: “O ABC do Peido”, “O Peido que Acabou com um Casamento”, “O Que o Peido pode Fazer”, “O Prazer que o Peido Dá”, “Antologia do Peido”, “As Consequência do Peido”, “O Que o Peido Pode Fazer”, e muitos outros títulos, de diversos autores e procedências. Fico pensando que tipo de inspiração bate na cabeça dos cordelistas para caprichar nas rimas e nos casos, mas certamente o público quer saber mais sobre o fute. Por quê? Qual a graça de uma ventosidade, barulhenta ou não, que cheira MAL / MAU e causa desconforto em quem produz e em quem recebe?

    Há algum tempo, o cronista Danilo Gomes me enviou um exemplar de A Arte de Peidar, que se apresenta assim: “Ensaio teórico-físico e metódico para o uso das pessoas constipadas, das pessoas graves e austeras, das senhoras melancólicas e de todos que insistem em permanecer escravos do preconceito”. É um opúsculo que faria sucesso se adotado para discussão na quinta série do primeiro grau; tido como clássico da literatura cômica e pseudomédica, o texto começa mostrando as diferenças entre pum e arroto – mas não explica por que um é considerado tão engraçado enquanto o outro, também difícil de segurar, é tido como falta de educação mesmo. Há também a afirmação que são 62 os tipos de sons musicais que acompanham a lufada – incluindo o plenivocal-pleno, que seria o tom mais alto. No final, o autor relaciona tipos de ventosidades que seriam agradáveis, uma sucessão escatológica que nos leva aos cordéis nordestinos que elegem o cheiroso como tema e que também costuma mostrar as diferenças.

    O mistério persiste. É uma espécie universal de piada, que causa frouxos (epa!) de riso em quem solta e em quem está próximo, mas, afinal, qual é a graça?

     Em 2008 tentaram acabar com a farra. Os jornais publicaram a notícia de que uma empresa da Califórnia estava lançando um filtro para neutralizar o odor da flatulência a partir de carvão ativado e que deveria ser instalado na cueca. Uma embalagem com cinco filtros custaria US$ 9,95, mais ou menos uns R$ 50,00.

    Eu prefiro distância. Preferi inclusive comprar outros cordéis, com temas de menor fedentina.

PESTANA, Paulo. Um vento engraçado. Correio Braziliense, 11 de dezembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/umvento-engracado/. Acesso em: 17 dez. 2023. Adaptado.


Glossário:

- escatológico: relativo a excrementos ou à excreção.

- opúsculo: livro pequeno sobre artes.

- fute: (brasileirismo) diabo, demônio.
No segundo parágrafo do texto, foram inseridos grupos de palavras em letras maiúsculas. Analise o contexto em que cada grupo se encontra e, em seguida, assinale a alternativa que completa corretamente o parágrafo.
Alternativas
Q3314633 Português
Em relação às regras de hifenização e de plurais, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Estrelas-dos-mar.
( ) Guarda-roupas.
( ) Auto-estradas.
( ) Contracheques.
Alternativas
Q3314630 Português
Alguns acentos foram retirados das palavras paroxítonas, como é o caso do acento agudo na vogal -i e na vogal -u quando estas forem precedidas de ditongos. Qual das palavras abaixo NÃO deve receber acento por causa disso?
Alternativas
Q3314629 Português
Homônimos são palavras que têm pronúncia e/ou grafia idênticas, mas significados diferentes. Com base nisso, assinalar a alternativa que NÃO apresenta um par de homônimos.
Alternativas
Q3314087 Português
Considerando as palavras “aí”, “desejável”, “política”, “raízes” e “tragédia” analise as afirmações a seguir e marque (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.

( ) A palavra “aí” por conter um “i” tônico em hiato em relação à vogal anterior.
( ) A palavra “desejável” é acentuada por ser uma paroxítona terminada em “l”.
( ) A palavra “política” é acentuada por ser uma proparoxítona.
( ) A palavra “raízes” é acentuada por ser uma paroxítona terminada em “s”.
( ) A palavra “tragédia” é acentuada por ser uma proparoxítona.

Marque a alternativa que apresenta à sequência CORRETA.
Alternativas
Q3313956 Português
O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa é uma reforma ortográfica que visa unificar e simplificar as regras de escrita da língua portuguesa nos países que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Nesse contexto, analise as afirmações que seguem:

I.Ficou facultativo usar a letra maiúscula nas categorizações de logradouros públicos (Rua/rua da Liberdade), de templos (Igreja/igreja do Bonfim) e edifícios (Edifício/edifício Cruzeiro).
II.O Acordo estipula que não se usa mais o hífen em palavras compostas em que se perdeu o senso de composição e cita paralamas e mandachuva.
III.Fica abolido o hífen quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas: antirreligioso, contrarregra, antirrugas, infrassom, antissemita, microssistema, minissaia, contrassenso.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3313924 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.


O que explica a fumaça que tomou o país

Karla Longo, pesquisadora do Inpe, observa que as queimadas no Brasil acontecem sistematicamente todos os anos durante o inverno, com maior concentração nos meses de agosto e setembro.

"As queimadas que aconteceram em São Paulo nos últimos dias foram extraordinárias, algo que não acontece com frequência", diz Longo.

"Mas as queimadas de desmatamento da Amazônia e do Cerrado, para manejo da terra − tanto terras de pastagem, quanto terra agrícola −, é um comportamento muito bem estabelecido no Brasil. Bolívia e Paraguai têm comportamento muito parecido. Então isso acontece todos os anos, infelizmente", diz a pesquisadora.

A extensão dos incêndios, explica a especialista, depende de fatores como: o quanto está efetiva a política de combate ao desmatamento; o preço da terra na região desmatada no ano anterior; e o quanto o clima está seco, pois em anos de secas intensas os incêndios tendem a ser piores.

Desta forma, todos os anos o país costuma ser coberto por uma "pluma" de fumaça nesta época, principalmente em cidades da região Norte e do Centro-Oeste do país.

"O formato que essa pluma vai ter depende da posição da frente fria e dos sistemas meteorológicos que atuam na região", diz Longo.

Esses sistemas são a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), a Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) e os Jatos de Baixos Níveis da América do Sul (JBNAS), além das já mencionadas frentes frias (FF) e dos ventos alísios de Sudeste (ASE), que sopram do oceano para o continente.

A pesquisadora explica que, nesta época do ano, Nordeste e Sudeste também têm queimadas, mas nessas regiões não costuma se formar uma pluma densa de fumaça como aquela que cobre as regiões Norte e Centro-Oeste — principalmente devido aos ventos alísios, que tipicamente sopram de sudeste ou de leste e dispersam muito rapidamente essa fumaça.

O que aconteceu nos últimos dias, diz Longo, é que uma frente fria estacionária no Sudeste desviou a pluma de fumaça produzida na Amazônia e Mato Grosso na direção do Atlântico, passando sobre os Estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Além disso, houve uma quantidade muito atípica de focos de incêndio no Estado de São Paulo entre os dias 22 e 23 de agosto.

Esses dois fatores somados contribuíram para a formação de fumaça que tomou Brasília e o interior de São Paulo no fim de semana.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4glr02z29dofragmento adaptado)
Em relação às regras de acentuação gráfica, classifique V, para as sentenças verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)As palavras "frequência" e "extraordinárias" são proparoxítonas aparentes.
(__)A palavra "País" é acentuada pela mesma regra de acentuação de "baú".
(__)O vocábulo "além" é acentuado, pela mesma regra de acentuação de "Parabéns" e "refém".
(__)Em "Esses dois fatores somados contribuiram...", o termo destacado deveria ser acentuado.
(__)"Bolívia e Paraguai têm...", com o novo acordo ortográfico o verbo "ter" passou a ter acento diferencial para as formas no plural.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses é: 
Alternativas
Q3313481 Português
Por que alguns medicamentos não devem ser tomados com café?


    O café é uma das bebidas mais populares do mundo e uma das principais fontes de cafeína. Essa substância, porém, é um componente ______ que afeta significativamente o efeito de alguns medicamentos no organismo, adverte a revista BioMed Research International.

    O estudo, publicado em 2020, aponta que tomar certos medicamentos com café pode afetar a forma como eles funcionam no organismo. A pesquisa indicou que a bebida pode melhorar a resposta terapêutica, causar falhas no tratamento ou motivar reações tóxicas.

    Há uma interação significativa entre o café e muitos medicamentos importantes devido a seus principais componentes. Por exemplo, a cafeína pode afetar a absorção dos medicamentos. Segundo o estudo, “a absorção de ferro é reduzida entre 39% a 90% quando se toma uma xícara de café ou outras bebidas com cafeína". Por isso, essa e outras bebidas cafeinadas não devem ser ingeridas em conjunto com alimentos que contenham ferro ou suplementos nutricionais. Recomenda-se o intervalo de pelo menos uma hora entre eles.

    Por outro lado, o café pode acelerar o efeito de certos remédios. Por exemplo, a cafeína melhora a ___________ (capacidade de um medicamento ou outra substância de ser absorvida e utilizada pelo organismo) da ergotamina, um medicamento para tratamento de enxaqueca. Isso pode levar a uma ação mais rápida e efeito mais duradouro do medicamento. Da mesma forma, a aspirina produz seu efeito analgésico mais rápido e efetivo quando administrada com café ou _________ com cafeína.

   Além de afetar a absorção, tomar remédios com café pode levar a mudanças na distribuição, no metabolismo e na excreção dos medicamentos. Neste contexto, os pesquisadores concluem que, a menos que seja provado que o café não irá alterar a eficácia do medicamento, a ingestão dele - e de outras bebidas que contenham cafeína — com remédios deve ser restringida.


Redação National Geographic Brasil. Adaptado. 
Assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas presentes no texto.
Alternativas
Q3313096 Português
Qual das palavras a seguir está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa?
Alternativas
Q3313092 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
A palavra “espixando”, sublinhada no segundo parágrafo do texto, está escrita:
Alternativas
Respostas
4621: C
4622: A
4623: A
4624: B
4625: B
4626: A
4627: B
4628: C
4629: A
4630: E
4631: B
4632: A
4633: B
4634: D
4635: B
4636: B
4637: D
4638: A
4639: D
4640: C