Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q3750451 Português
Indique a alternativa em que todas as palavras são acentuadas graficamente, segundo a mesma regra.
Alternativas
Q3750407 Português
Indique a alternativa em que todas as palavras são acentuadas graficamente, segundo a mesma regra.
Alternativas
Q3750406 Português
Referindo-se à acentuação tônica, assinale a alternativa onde as palavras são paroxítonas.
Alternativas
Q3750195 Português
Indique a alternativa em que todas as palavras são acentuadas graficamente, segundo a mesma regra.
Alternativas
Q3750146 Português
No que diz respeito ao uso do hífen, assinale, a seguir, a alternativa cuja palavra está grafada incorretamente.
Alternativas
Q3750029 Português

Tratando-se da correta ortografia, leia as frases, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.



I- Tentou, mas não conseguiu.


II- Ele foi quem mais tentou, ainda assim, não conseguiu.


III- Era previsível que ele se comportaria mal.


IV- Ele tem um coração mau. 

Alternativas
Q3750025 Português
Indique a alternativa em que todas as palavras são acentuadas graficamente, segundo a mesma regra.
Alternativas
Q3750024 Português
Referindo-se à acentuação tônica, assinale a alternativa onde as palavras são paroxítonas.
Alternativas
Q3749756 Português

O fim do mundo - Cecília Meireles



A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.


Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.



Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos, pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.



Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?



Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.



Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.



O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos – além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.



Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.



Em muitos pontos da Terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus – dono de todos os mundos – que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos – segundo leio – que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração.



Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos – insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.



Ainda há uns dias à reflexão e ao arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...




(Quatro vozes, 1998) 

Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas... Recebe acento pela mesma regra a palavra em destaque:
Alternativas
Q3749656 Português
A arte de ser feliz (Crônica 2)


Eva


    Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.


    Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.


    Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, a às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.


    Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.


    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.


(in "Escolha seu sonho", Cecilia Meireles)
Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? Marque a opção em que a palavra destacada recebe acento pela mesma regra:
Alternativas
Q3749655 Português
A arte de ser feliz (Crônica 2)


Eva


    Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.


    Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.


    Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, a às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.


    Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.


    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.


(in "Escolha seu sonho", Cecilia Meireles)
Acordei mais cedo, levei uma roupa para o__________. Nesta tarde, assistirei ao __________ de sanfonas. Quando o trabalho foi concluído, perguntei o valor, a costureira disse para não me preocupar, não havia feito nada __________. Fiquei feliz ___________.

Completa corretamente as lacunas:
Alternativas
Q3749524 Português

Texto: A decisão


    O homem entrou em casa e com passadas firmes foi reto procurar a mulher que estava na cozinha, enchendo a chaleira d’água. Ele tinha cara rubra, os olhos brilhantes, mas os lábios estavam brancos e secos, teve que passar a ponta da língua entre eles para separá-los, a saliva virou cola? Antes de dizer o que estava querendo dizer há mais de cinco anos e não dizia, adiando, adiando. Esperando uma oportunidade melhor e faltava coragem, esmorecia, quem sabe da próxima semana, depois do aniversário de Afonsinho? Ou em dezembro, depois do aumento no emprego, teria então mais dinheiro para enfrentar duas casas - mas o que é isso, aumento nos vencimentos e aumento na inflação?


    Espera, agora a Georgeana pegou sarampo, deixa ela ficar boa e então. E então!? Hoje, HOJE! Tinha que ser hoje, já! As grandes decisões eram assim mesmo, como numa batalha, seguir a inspiração do momento e o momento era inadiável, maduro, estourando como um fruto, ele estourando também, aproveitar essa energia de lutador que lhe viera de um jato, sentiu-se um Napoleão, iluminado, o dedo apontando na direção do inimigo, avançar! Avançou e a fala ficou sem pausa e sem hesitação, fala treinada há cinco anos, e no alvo, depressa! Ia deixá-la porque estava loucamente apaixonado por outra e de joelhos pedia perdão pelo sofrimento e pelo desgosto, está certo, podia chamá-lo de crápula por deixar uma esposa tão perfeita e os filhos tão queridos, mas se ficasse a vida acabaria no inferno tao insuportável que era melhor dizer tudo agora porque ia morrer se não dissesse essa coisa que lhe cairá na cabeça como um tijolo, essa paixão avassaladora, talvez se arrependesse um dia e até se matasse de remorso, mas agora tinha que confessar, estava apaixonado por outra e ela devia entender e mais tarde os filhos iam entender também que tinha que ir porque estava APAIXONADO POR OUTRA - você está me ouvindo?


    A mulher pelejava por acender o fosforo úmido, não conseguiu, riscou outro palito e o palito falhou e experimentou um terceiro enquanto lhe gritava que chegasse dessa brincadeira besta, já não bastavam as crianças que hoje estavam impossíveis e também ele agora atormentando, heim?! Empurrou-o na direção da porta, mas vamos, não fique aí com essa cara, depressa, vá buscar uma caixa de fosf... Ah! Graças a Deus que este não molhou, vontade de um café com pão, de qualquer jeito ele tinha que sair para buscar pó de café e depressa que logo, logo a água estaria fervendo, queria o pó moído na hora e meia duzia de pãezinhos que deviam estar saindo do forno e levasse também um pacote de fósforo marca Olho (e rio) que este é marca barbante para não dizer outra marca que começa com m (enxugou as mãos no avental), como se não bastassem as gracinhas do filho e também ele com as brincadeiras debiloides, um pouco velho para brincar assim, não?


    O homem pegou o Junior pela mão, foi buscar o pó de café, os pãezinhos, os fósforos e não brincou mais.


(Lygia Fagundes Telles – Ícaro Brasil, out. 1998)

A mulher pelejava por acender o fósforo úmido. Das palavras abaixo, marque a que apresenta desvio da norma no que se refere ao uso do G ou J.
Alternativas
Q3749521 Português

Texto: A decisão


    O homem entrou em casa e com passadas firmes foi reto procurar a mulher que estava na cozinha, enchendo a chaleira d’água. Ele tinha cara rubra, os olhos brilhantes, mas os lábios estavam brancos e secos, teve que passar a ponta da língua entre eles para separá-los, a saliva virou cola? Antes de dizer o que estava querendo dizer há mais de cinco anos e não dizia, adiando, adiando. Esperando uma oportunidade melhor e faltava coragem, esmorecia, quem sabe da próxima semana, depois do aniversário de Afonsinho? Ou em dezembro, depois do aumento no emprego, teria então mais dinheiro para enfrentar duas casas - mas o que é isso, aumento nos vencimentos e aumento na inflação?


    Espera, agora a Georgeana pegou sarampo, deixa ela ficar boa e então. E então!? Hoje, HOJE! Tinha que ser hoje, já! As grandes decisões eram assim mesmo, como numa batalha, seguir a inspiração do momento e o momento era inadiável, maduro, estourando como um fruto, ele estourando também, aproveitar essa energia de lutador que lhe viera de um jato, sentiu-se um Napoleão, iluminado, o dedo apontando na direção do inimigo, avançar! Avançou e a fala ficou sem pausa e sem hesitação, fala treinada há cinco anos, e no alvo, depressa! Ia deixá-la porque estava loucamente apaixonado por outra e de joelhos pedia perdão pelo sofrimento e pelo desgosto, está certo, podia chamá-lo de crápula por deixar uma esposa tão perfeita e os filhos tão queridos, mas se ficasse a vida acabaria no inferno tao insuportável que era melhor dizer tudo agora porque ia morrer se não dissesse essa coisa que lhe cairá na cabeça como um tijolo, essa paixão avassaladora, talvez se arrependesse um dia e até se matasse de remorso, mas agora tinha que confessar, estava apaixonado por outra e ela devia entender e mais tarde os filhos iam entender também que tinha que ir porque estava APAIXONADO POR OUTRA - você está me ouvindo?


    A mulher pelejava por acender o fosforo úmido, não conseguiu, riscou outro palito e o palito falhou e experimentou um terceiro enquanto lhe gritava que chegasse dessa brincadeira besta, já não bastavam as crianças que hoje estavam impossíveis e também ele agora atormentando, heim?! Empurrou-o na direção da porta, mas vamos, não fique aí com essa cara, depressa, vá buscar uma caixa de fosf... Ah! Graças a Deus que este não molhou, vontade de um café com pão, de qualquer jeito ele tinha que sair para buscar pó de café e depressa que logo, logo a água estaria fervendo, queria o pó moído na hora e meia duzia de pãezinhos que deviam estar saindo do forno e levasse também um pacote de fósforo marca Olho (e rio) que este é marca barbante para não dizer outra marca que começa com m (enxugou as mãos no avental), como se não bastassem as gracinhas do filho e também ele com as brincadeiras debiloides, um pouco velho para brincar assim, não?


    O homem pegou o Junior pela mão, foi buscar o pó de café, os pãezinhos, os fósforos e não brincou mais.


(Lygia Fagundes Telles – Ícaro Brasil, out. 1998)

No fragmento - você está me ouvindo? Justifica-se na mesma regra de acentuação da palavra em destaque, a opção.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SP Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SP - Office Boy |
Q3748749 Português
        Enzo. A nova geração. Nomofóbico (não confunda!). Ignorou a advertência (“Vallentyna vai fazer pra mim, em troca de um lanche…”). Curtiu praia, cinema, futebol com os amigos, enquanto o sujeito esperava. O sujeito, os objetos e os adjuntos... No dia do teste, viu Vallentyna e Aretuza, a professora, chorando. Não entendeu lhufas. Então, a lágrima no olho da professora foi virando lentamente uma gargalhada na cara da amiga, que estudou. A professora esclareceu: “O Seu Lindolfo está no hospital. A cantina não vai abrir hoje”.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações).
Assinale a opção que apresenta um vocábulo oxítono.
Alternativas
Q3748481 Português
TEXTO 3

Leitura como Ato de Resistência

Ler é resistir.
Num país em que poucas pessoas leem e em que o conhecimento é visto com desconfiança, o ato de abrir um livro é, sim, um ato de resistência.
A leitura exige tempo, silêncio, concentração e vontade de compreender o outro.
Ler nos faz pensar, imaginar, questionar e nos coloca em contato com outras formas de ver o mundo.
A leitura amplia horizontes e permite que cada pessoa forme suas próprias ideias — é, portanto, um  exercício de liberdade. 


Marcos da Veiga Pereira. Leitura como ato de resistência. Folha de São Paulo, Opinião, 6 jun. 2019 (adaptado). 
Assinale a alternativa cuja palavra possui dígrafo: 
Alternativas
Q3748299 Português
Considerando as regras de acentuação, analisar os itens.
I. Armazéns | pó | bônus. II. Ímã | jibóia |herói. III. Faísca | caráter | frequência.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3748297 Português
Considerando as letras que completam as lacunas das palavras abaixo, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) sc (2) c (3) ss (4) ç
( ) Na__er. ( ) Pre__ão. ( ) A__idente. ( ) Na__ão.
Alternativas
Q3748234 Português
NAVEGAR É PRECISO

Com o objetivo de promover a inclusão digital e permitir que a população 60+ participe ativamente da sociedade moderna, a Prefeitura do Recife oferece cursos gratuitos de informática para turmas exclusivas dessa faixa etária. Cada vez mais essencial para o acesso a serviços, comunicação e bem-estar, o projeto proporciona aos participantes as ferramentas necessárias para se navegar no mundo digital.

60+ Viva a Vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda. 2025. p.37
Sobre Ortografia, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3748231 Português
A RAINHA DA CIRANDA

Lia, das águas do mar de Itamaracá; da viagem para se apresentar no Rock in Rio aos 80 anos; das participações dos shows da Nação Zumbi, comprovando que ciranda e mangue não só combinam como se completam. Compartilha a vida e o trabalho com o músico José Januário, com quem é casada há mais de quarenta anos.

Maria Madalena do Nascimento nasceu no dia 12 de janeiro de 1944, na ilha que ela carrega em seu nome. Itamaracá, em Tupi Guarani, significa Pedra que Canta, talvez já um prenúncio de que a música faria Lia extrapolar as fronteiras, levando a ciranda para as diversas regiões do Brasil e países, como França, Inglaterra, Lisboa e Estados Unidos.

Sua infância não foi regada a Danoninho, como costuma dizer. Desde criança, Lia e os irmãos ajudavam a mãe com as tarefas domésticas em que ela trabalhava na ilha. A música, porém, já habitava o seu imaginário. Se faltavam recursos para uma forma educacional completa, sobrava talento e o desejo de cantar.

Esse desejo transformou Maria em Lia de Itamaracá, a mais célebre cirandeira do Brasil. No carnaval deste ano, foi enredo da escola de samba Império da Tijuca que desfilou na Sapucaí com o samba: “Sou Lia de Itamaracá cirandando a vida na beira do mar”. De sorriso largo, realizada com suas conquistas, ela recebe com muita alegria as homenagens prestadas: “Foi uma maravilha; se tem alguma coisa pra fazer por mim, que faça comigo viva”.

60+ Viva a Vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda.p.6-7. 2024.
No que se refere à Acentuação, assinale a alternativa cuja justificativa está CORRETA para o acento do termo destacado em maiúscula.
Alternativas
Q3748227 Português
A TRADIÇÃO DA FORÇA POPULAR

Ao longo dos anos, o São João se transformou numa das maiores expressões de identidade e alegria do povo nordestino, misturando fé, folclore, dança, música e culinária típica. “É uma tradição viva que expressa a alma do povo pernambucano e tem essa característica de reunir as pessoas por meio da música, da dança e da gastronomia, além da beleza e representatividade das quadrilhas juninas. Um grande festejo que movimenta a cadeia produtiva da cultura, aquecendo a economia e o turismo e que leva a cultura popular do nosso Estado para o Brasil e o mundo”, afirma a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.

As quadrilhas juninas são um espetáculo à parte. Inspiradas nas danças de salão das cortes francesas do século XIX, foram abrasileiradas com o calor do sertão e ganharam sotaque, cor e ritmo próprios. Hoje são apresentadas em pares com trajes típicos - vestidos rodados e camisas de xadrez - e coreografias narradas por um marcador que anuncia: “Anarriê! Anavantu! Olha a chuva! Embaladas pelo forró, pelo compasso da sanfona, do triângulo e da zabumba, dita o ritmo dos passos, seja nas caminhadas sincronizadas dos casais ou na animada “correria do casamento matuto”. Reunindo elementos do baião, do xote e do xaxado, o forró dá o tom da festa e emociona gerações, ajudando a contar histórias de amor, encontros, desencontros e muita alegria.

Revista 60+. Viva a vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda.p.12-13.2025. 
Assinale a alternativa cuja lacuna do termo em parênteses é preenchida pela mesma letra maiúscula do termo destacado em negrito. 
Alternativas
Respostas
2481: A
2482: C
2483: B
2484: C
2485: B
2486: D
2487: C
2488: C
2489: A
2490: B
2491: C
2492: B
2493: C
2494: E
2495: B
2496: A
2497: A
2498: D
2499: A
2500: D