Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q4344540 Português

Leia o texto e responda as questões:


Como é a bola mais antiga do mundo — que viajou até Miami para Brasil x Escócia


A bola, que se acredita ter sido produzida entre 1540 e 1570, foi encontrada em castelo Stirling, na Escócia, na década de 1970


        A bola de futebol mais antiga de que se tem notícia no mundo viajou de Stirling, na Escócia, para a Flórida, nos Estados Unidos, para participar das atividades em torno da partida decisiva da Escócia contra o Brasil pela Copa do Mundo.


        A bola, que se acredita ter sido produzida entre 1540 e 1570, foi descoberta na década de 1970, presa entre vigas no Castelo de Stirling.


        Ela ficará em exposição no Museu Coral Gables até sábado (27/06) e também será exibida durante a partida entre Brasil e Escócia nesta quarta-feira (24/06), a partir das 19h (horário de Brasília).


        A peça foi emprestada ao museu pela Stirling Smith Art Gallery and Museum, onde é a principal atração de uma coleção com mais de 40 mil itens.


        A bola, reconhecida pelo Guinness World Records, o livro dos recordes, como a mais antiga do mundo, tem aproximadamente o tamanho de um melão pequeno.


        Ela é feita de gomos de couro espesso que envolvem uma bexiga de porco.


        A peça foi datada do período de James 5º da Escócia e da jovem Mary Stuart, rainha da Escócia no século 16, que viveu nos aposentos do castelo durante a infância. "Alguém na década de 1540 deve ter chutado a bola tão alto que ela ficou presa no teto. A cronologia coincide com o período em que Mary, rainha dos escoceses, vivia no castelo e, claro, a bola foi encontrada nos aposentos da rainha", explica Aiofe McKenna, curadora do Stirling Smith.


        "Não podemos afirmar isso com certeza, mas gostamos de imaginar que Mary brincou com esta bola", acrescenta McKenna.


        Registros históricos mostram que uma versão antiga do futebol já era popular na Escócia desde o século 15.


        "As pessoas gostavam de jogar futebol tanto quanto hoje, mas o esporte era bem diferente e muito mais violento", conta McKenna.


(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/24/como-ea-bola-mais-antiga-do-mundo-que-viajou-ate-miami-para-brasil-xescocia.ghtml) 

Assinale a opção que apresenta todas as palavras escritas corretamente, de acordo com a norma culta da língua portuguesa:
Alternativas
Q4344510 Português
Leia o texto e responda a questão:

Os sons do silêncio

Um rei mandou seu filho estudar no templo de um grande mestre com o objetivo de prepará-lo para ser uma grande pessoa.
Quando o príncipe chegou ao templo, o mestre o mandou sozinho para uma floresta.
Ele deveria voltar um ano depois, com a tarefa de descrever todos os sons da floresta.
Quando o príncipe retornou ao templo, após um ano, o mestre lhe pediu para descrever todos os sons que conseguira ouvir.
Então disse o príncipe:
“Mestre, pude ouvir o canto dos pássaros, o barulho das folhas, o alvoroço dos beija-flores, a brisa batendo na grama, o zumbido das abelhas, o barulho do vento cortando os céus…”
E ao terminar o seu relato, o mestre pediu que o príncipe retornasse a floresta, para ouvir tudo o mais que fosse possível.
Apesar de intrigado, o príncipe obedeceu à ordem do mestre, pensando: 
“Não entendo, eu já distingui todos os sons da floresta…”
Por dias e noites ficou sozinho ouvindo, ouvindo, ouvindo… mas não conseguiu distinguir nada de novo além daquilo que havia dito ao mestre.
Porém, certa manhã, começou a distinguir sons vagos, diferentes de tudo o que ouvira antes.
E quanto mais prestava atenção, mais claros os sons se tornavam.
Uma sensação de encantamento tomou conta do rapaz. Pensou: “Esses devem ser os sons que o mestre queria que eu ouvisse…”
E sem pressa, ficou ali ouvindo e ouvindo, pacientemente.
Queria ter certeza de que estava no caminho certo. 
Quando retornou ao templo, o mestre lhe perguntou o que mais conseguira ouvir.
Paciente e respeitosamente o príncipe disse:
“Mestre, quando prestei atenção pude ouvir o inaudível som das flores se abrindo, o som do sol nascendo e aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da noite… “
O mestre sorrindo, acenou com a cabeça em sinal de aprovação, e disse:
“Ouvir o inaudível é ter a calma necessária para se tornar uma grande pessoa. Apenas quando se aprende a ouvir o coração das pessoas, seus sentimentos mudos, seus medos não confessados e suas queixas silenciosas, uma pessoa pode inspirar confiança ao seu redor; entender o que está errado e atender as reais necessidades de cada um.
A morte do espírito começa quando as pessoas ouvem apenas as palavras pronunciadas pela boca, sem se atentarem no que vai no interior das pessoas para ouvir os seus sentimentos, desejos e opiniões reais.
É preciso, portanto, ouvir o lado inaudível das coisas, o lado não mensurado, mas que tem o seu valor, pois é o lado mais importante do ser humano…”

(https://www.culturagenial.com/contos-comentados-comgrandes-ensinamentos-para-criancas/)
Assinale a opção incorreta, de acordo com a norma culta da língua portuguesa:
Alternativas
Q4344276 Português

Leia atentamente a oração abaixo:


"O médico examinou a região ______ do paciente, enquanto a equipe de ______ analisava os dados atmosféricos; posteriormente, o sindicato decidiu ______ melhores condições de trabalho diante de cada ______ apresentado pela administração."


Assinale a alternativa que preenche corretamente todas as lacunas da oração de referência, de acordo com a grafia padrão das palavras.

Alternativas
Q4344274 Português
Leia atentamente a oração de referência e analise as palavras nela empregadas, verificando as formas de acentuação gráfica empregadas.
"O relatório técnico revelou que o médico analisará cuidadósamente os índices clínicos, enquanto a equipe mantêve os registros em caráter provisório."
Assinale a alternativa que indica corretamente os termos que possuem erro de acentuação na oração de referência.
Alternativas
Q4344233 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão



Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense



"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.


Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.


Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.


No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).


A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.


Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.


"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.


Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.


No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.


Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.


Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".


"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.


Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.


Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.


No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.


Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.


No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.


Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.


"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).


Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.



PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.

"Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.


A expressão 'dia a dia' não recebe hífen, pois, segundo o Novo Acordo Ortográfico, as locuções, em regra, não são hifenizadas. Entretanto, algumas locuções permanecem hifenizadas por serem consagradas pelo uso. Assinale a alternativa que apresenta um exemplo dessa exceção.

Alternativas
Q4344114 Português
Assinale a alternativa correta no que diz respeito à acentuação gráfica.
Alternativas
Q4343911 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão



Febre do Nilo Ocidental: 8 perguntas e respostas sobre a doença que teve casos confirmados no Brasil



A confirmação de casos da Febre do Nilo Ocidental em humanos neste mês no Brasil acendeu alerta para uma doença ainda pouco conhecida pela população do país.


Até agora, foram confirmados quatro casos no Brasil: dois em Santa Catarina e dois em São Paulo. Há ainda um caso em investigação no Piauí.


Em Santa Catarina, uma paciente morreu, e a investigação ainda busca determinar se a infecção pelo vírus foi a causa do óbito.


O vírus é transmitido principalmente pela picada de mosquitos infectados. Na maioria dos casos, a infecção não provoca sintomas ou causa apenas um quadro leve. Mas, em uma pequena parcela dos infectados, a doença pode evoluir para formas neurológicas graves.


Febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral aguda causada pelo Vírus do Nilo Ocidental (VNO), que pertence à família dos flavivírus — grupo que também inclui os vírus responsáveis por doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.


O vírus foi identificado pela primeira vez em 1937 em um distrito chamado West Nile, em Uganda, e por isso recebeu esse nome.


Hoje, porém, ele circula em várias regiões de praticamente todos os continentes, explica o infectologista Alexandre Naime Barbosa, chefe do Departamento de Infectologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista).


O que faz dele um vírus com tanta dispersão é que se trata de uma zoonose transmitida principalmente por aves migratórias. Os mosquitos que picam eventualmente essas aves também picam outros animais, como mamíferos, entre eles os seres humanos", explica.


A infecção viral é transmitida pela picada de mosquitos infectados, em especial os da espécie Culex, conhecidos como pernilongos ou muriçocas, que adquirem o vírus ao se alimentar do sangue de aves infectadas.


"O Culex é aquele pernilongo que a gente conhece, não é o Aedes; é aquele que faz barulho, que faz o zumbido forte", explica o médico.


Na natureza, o vírus circula de forma contínua entre esses insetos e as aves silvestres, enquanto seres humanos e equídeos são considerados hospedeiros acidentais.


"A via usual mais comum é a picada de um mosquito, principalmente do gênero Culex, que acabou de picar uma ave infectada, essas aves migratórias", explica o infectologista.


"Então, o ciclo básico é ave, mosquito e pessoa, como acontece em outras arboviroses", afirma. "Na verdade, o ser humano acaba entrando como um hospedeiro acidental porque o vírus no ser humano não tem alta circulação. Então é bem diferente, por exemplo, da dengue ou da Zika."


O vírus não é transmitido de pessoa para pessoa por abraço, beijo, tosse ou espirro.


"Existem algumas formas de transmissão entre humanos, mas são muito incomuns, por exemplo, por transfusão de sangue, transplante de órgão ou transmissão materno-infantil durante a gestação", diz Barbosa.


"Mas são muito raras e não têm um mecanismo que leve a uma circulação comunitária entre humanos desse vírus."



PINA, Rute. Febre do Nilo Ocidental: 8 perguntas e respostas sobre a doença que teve casos confirmados no Brasil [adaptado]. BBC News Brasil, São Paulo, 25 ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyely5exwro. Acesso em: 26 ago. 2026.

"...por transfusão de sangue, transplante de órgão ou transmissão materno-infantil durante a gestação", diz Barbosa."


O vocábulo 'materno-infantil' está grafado corretamente com hífen, assim como o vocábulo da alternativa:

Alternativas
Q4343910 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão



Febre do Nilo Ocidental: 8 perguntas e respostas sobre a doença que teve casos confirmados no Brasil



A confirmação de casos da Febre do Nilo Ocidental em humanos neste mês no Brasil acendeu alerta para uma doença ainda pouco conhecida pela população do país.


Até agora, foram confirmados quatro casos no Brasil: dois em Santa Catarina e dois em São Paulo. Há ainda um caso em investigação no Piauí.


Em Santa Catarina, uma paciente morreu, e a investigação ainda busca determinar se a infecção pelo vírus foi a causa do óbito.


O vírus é transmitido principalmente pela picada de mosquitos infectados. Na maioria dos casos, a infecção não provoca sintomas ou causa apenas um quadro leve. Mas, em uma pequena parcela dos infectados, a doença pode evoluir para formas neurológicas graves.


Febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral aguda causada pelo Vírus do Nilo Ocidental (VNO), que pertence à família dos flavivírus — grupo que também inclui os vírus responsáveis por doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.


O vírus foi identificado pela primeira vez em 1937 em um distrito chamado West Nile, em Uganda, e por isso recebeu esse nome.


Hoje, porém, ele circula em várias regiões de praticamente todos os continentes, explica o infectologista Alexandre Naime Barbosa, chefe do Departamento de Infectologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista).


O que faz dele um vírus com tanta dispersão é que se trata de uma zoonose transmitida principalmente por aves migratórias. Os mosquitos que picam eventualmente essas aves também picam outros animais, como mamíferos, entre eles os seres humanos", explica.


A infecção viral é transmitida pela picada de mosquitos infectados, em especial os da espécie Culex, conhecidos como pernilongos ou muriçocas, que adquirem o vírus ao se alimentar do sangue de aves infectadas.


"O Culex é aquele pernilongo que a gente conhece, não é o Aedes; é aquele que faz barulho, que faz o zumbido forte", explica o médico.


Na natureza, o vírus circula de forma contínua entre esses insetos e as aves silvestres, enquanto seres humanos e equídeos são considerados hospedeiros acidentais.


"A via usual mais comum é a picada de um mosquito, principalmente do gênero Culex, que acabou de picar uma ave infectada, essas aves migratórias", explica o infectologista.


"Então, o ciclo básico é ave, mosquito e pessoa, como acontece em outras arboviroses", afirma. "Na verdade, o ser humano acaba entrando como um hospedeiro acidental porque o vírus no ser humano não tem alta circulação. Então é bem diferente, por exemplo, da dengue ou da Zika."


O vírus não é transmitido de pessoa para pessoa por abraço, beijo, tosse ou espirro.


"Existem algumas formas de transmissão entre humanos, mas são muito incomuns, por exemplo, por transfusão de sangue, transplante de órgão ou transmissão materno-infantil durante a gestação", diz Barbosa.


"Mas são muito raras e não têm um mecanismo que leve a uma circulação comunitária entre humanos desse vírus."



PINA, Rute. Febre do Nilo Ocidental: 8 perguntas e respostas sobre a doença que teve casos confirmados no Brasil [adaptado]. BBC News Brasil, São Paulo, 25 ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyely5exwro. Acesso em: 26 ago. 2026.

"O que faz dele um vírus com tanta dispersão é que se trata de uma zoonose transmitida principalmente por aves migratórias. Os mosquitos que picam eventualmente essas aves também picam outros animais, como mamíferos, entre eles os seres humanos."


Com base nas regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir:



I. O vocábulo 'zoonose' exemplifica palavra que não recebe acento gráfico, pois o Novo Acordo Ortográfico eliminou o acento das vogais repetidas em paroxítonas.


II. O vocábulo 'vírus' recebe acento gráfico por ser paroxítono terminado em 'us'. As paroxítonas terminadas em 'um' também recebem acento, como ocorre em 'pódium', que apresenta acentuação correta.


III. O vocábulo 'por', empregado como preposição, não recebe acento gráfico, diferentemente de 'pôr', forma verbal que permanece acentuada para estabelecer distinção gráfica entre as duas palavras.


IV. O vocábulo 'mamíferos' recebe acento gráfico por ser proparoxítono, assim como o vocábulo 'recorde', que deveria receber acento pela mesma regra, uma vez que sua sílaba tônica é a antepenúltima.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q4343591 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense


"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.


Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.


Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.


No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).


A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.


Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.


"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.


Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.


No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.


Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.


Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".


"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.


Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.


Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.


No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.


Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.


No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.


Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.


"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).


Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.


PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.

"No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação. Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados."

Com base nas regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.

(__) As formas 'esta' e 'está' apresentam classificação tônica distinta. Essa diferença justifica o emprego do acento gráfico exclusivamente em uma das formas.
(__) O vocábulo 'saúde' recebe acento pela regra do 'u' tônico que forma hiato com a vogal anterior e está sozinho na sílaba, regra que se estende também às oxítonas e proparoxítonas, uma vez que essa regra não se aplica apenas às paroxítonas.
(__) O vocábulo 'além' recebe acento gráfico por ser uma oxítona terminada em 'em'. Já os monossílabos terminados nessa mesma sequência, em regra, não recebem acento gráfico.
(__) O vocábulo 'proibir' embora apresente o 'i' formando hiato, não recebe acento porque a sílaba tônica recai sobre outra sílaba.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é               
Alternativas
Q4343586 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense


"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.


Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.


Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.


No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).


A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.


Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.


"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.


Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.


No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.


Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.


Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".


"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.


Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.


Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.


No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.


Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.


No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.


Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.


"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).


Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.


PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.

"Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.


A expressão 'dia a dia' não recebe hífen, pois, segundo Novo Acordo Ortográfico, as locuções, em regra, não são hifenizadas. Entretanto, algumas locuções permanecem hifenizadas por serem consagradas pelo uso. Assinale a alternativa que apresenta um exemplo dessa exceção.        

Alternativas
Q4343543 Português
"O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), previsto para acontecer nos dias 8 e 15 de novembro, pretende deixar os estudantes em alerta na reta final do período de preparo para a prova. Candidatos de todo o país intensificam os estudos e um dos conteúdos que pode fazer a diferença na prova é o repertório utilizado na redação."
Com base nas regras de acentuação, analise as asserções a seguir:
I.Os vocábulos 'período' e 'país' estão acentuados corretamente de acordo com a mesma regra de acentuação.
PORQUE
II.Os vocábulos que apresentam 'i' tônico formando hiato recebem acento gráfico, independentemente da posição que essa sílaba ocupa na classificação tônica da palavra.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4343441 Português
A acentuação gráfica decorre de regras relacionadas à posição da sílaba tônica, à terminação das palavras e à ocorrência de encontros vocálicos específicos. Considerando as regras da acentuação gráfica e a grafia estabelecida pela norma ortográfica vigente, analise a oração abaixo:
A idéia de construír um estratagéma brilhante revelou o talento do jovém cientista durante a conferência.

Identifique qual dos termos destacados está devidamente acentuado.
Alternativas
Q4343440 Português

A ortografia da língua portuguesa exige atenção à grafia convencional das palavras. Em contextos formais de comunicação, o domínio dessas convenções contribui para a clareza e para a adequação da escrita.


Considerando a norma ortográfica vigente e as formas corretas de grafia das palavras apresentadas, assinale a alternativa em que há erro de ortografia.

Alternativas
Q4343286 Português
Assinale a alternativa correta no que diz respeito à acentuação gráfica.
Alternativas
Q4342928 Português

Como a psicologia educacional melhora o uso da IA no ensino-aprendizagem


Embora tenha potencial para transformar a forma como os estudantes aprendem, a inteligência artificial ainda tem sido usada nas escolas de maneira muito limitada. Muitos alunos recorrem à tecnologia apenas para concluir tarefas, sem necessariamente desenvolver novas habilidades ou aprofundar o próprio raciocínio.


Na prática, os alunos fazem perguntas ao chatbot, veem o resultado e vão ajustando por tentativa e erro, sem saber como formular bons comandos. Diante da falta de diretrizes claras, os professores têm reações variadas em relação à IA: alguns proíbem, outros incentivam, outros deixam o uso livre.


Quanto às instituições de ensino, parece que ainda não foram capazes de responder a algumas questões básicas como: quando a IA deve ser usada? Para quê? Como evitar que ela substitua o esforço intelectual? Como avaliar trabalhos feitos com auxílio de IA?


Segundo Andrew J. Martin, professor de psicologia educacional na Universidade de New South Wales, na Austrália, parte do problema está no fato de que muitos estudantes usam a IA como um atalho, terceirizando etapas do raciocínio que seriam importantes para desenvolver autonomia e compreensão


MARIN, Jorge. Como a psicologia educacional melhora o uso da IA no ensino-aprendizagem [fragmento]. CNN Brasil, [S. l.], 13 ago. 2026. Educação. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/como-a-psicologia-educacionalmelhora-o-uso-da-ia-no-ensino-aprendizagem/. Acesso em: 18 ago. 2026. 

"Como a psicologia educacional melhora o uso da IA no ensino-aprendizagem."


Considerando a ortografia dos vocábulos presentes no texto-base, analise as afirmativas a seguir.


I.O vocábulo 'ensino-aprendizagem' está corretamente hifenizado, assim como os vocábulos 'bem-te-vi', 'arco-da-velha' e 'cor-de-rosa', casos consagrados pelo uso ou pela regra.

II.A forma verbal 'veem' perdeu o acento circunflexo porque, a partir do Acordo Ortográfico de 1990, as palavras paroxítonas terminadas em hiato duplo 'oo' ou 'ee' deixaram de ser acentuadas, regra que também se aplica a 'creem', 'deem' e 'leem'.

III.Diferentemente de 'ensino-aprendizagem', as locuções, em regra, não são hifenizadas pela norma vigente, como ocorre em 'cão de guarda' e 'café com leite'.

IV.O vocábulo 'tem', por ser monossílabo tônico terminado em 'em', não recebe acento pela regra geral dos monossílabos; já sua forma plural, 'têm', mantém o acento circunflexo como acento diferencial, exceção preservada pelo Acordo Ortográfico para distinguir singular e plural.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q4342656 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas de forma correta na sentença.
Alternativas
Q4342477 Português
Assinale a alternativa que corresponde à flexão correta das palavras no plural, conforme a norma-padrão da língua.
Alternativas
Q4342196 Português

Durante a revisão de um documento institucional, foram encontradas as seguintes formas:


recém-nascido — extraescolar — antirreligioso — joia — país


O revisor responsável afirma que algumas delas deveriam ser modificadas de acordo com as regras atuais de ortografia. Considerando o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e a norma vigente, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4342191 Português
Em um relatório, foram empregadas as palavras "beneficente", "privilégio", "empecilho", "exceção" e "paralisação". Considerando a ortografia oficial da língua portuguesa, assinale a afirmativa CORRETA. 
Alternativas
Q4341770 Português

Leia o texto a seguir:



Brasil chega a 214,2 milhões de habitantes, diz IBGE


Estimativa mostra crescimento mais lento e revela onde a população está mais concentrada no país



    A população estimada do Brasil atingiu 214,2 milhões de pessoas em 1º de julho deste ano, segundo o estudo Estimativas da População, divulgado pelo IBGE. O levantamento mostra que o crescimento populacional continua em ritmo mais lento, com expansão de 0,37% em relação ao ano anterior.

    Na comparação com o período 2024/2025, quando a alta havia sido de 0,39%, houve nova desaceleração. O dado reforça a tendência de avanço mais moderado da população brasileira, observada pelo instituto nos últimos anos.

    O Sudeste concentra a maior parcela da população, com 89 milhões de pessoas, o equivalente a 41,6% do total. Em seguida aparecem o Nordeste, com 57,4 milhões, o Sul, com 31,5 milhões, o Norte, com 18,9 milhões, e o Centro-Oeste, com 17,4 milhões de habitantes.

    Entre os estados, São Paulo lidera com 46,1 milhões de moradores, seguido por Minas Gerais, com 21,5 milhões, e Rio de Janeiro, com 17,2 milhões. No outro extremo, Acre, Amapá e Roraima seguem como as menores unidades da federação em população, todas com menos de 1 milhão de habitantes.

    As capitais brasileiras somam 49,4 milhões de habitantes, o que representa 23,1% da população do país. As mais populosas são São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Salvador, que juntas reúnem 26,8 milhões de pessoas.

    Na lista dos municípios com mais de 1 milhão de habitantes, apenas Guarulhos e Campinas, ambos em São Paulo, não são capitais. Já entre as cidades menores, Serra da Saudade, em Minas Gerais, aparece na última posição, com 857 moradores.

    Boa Vista, em Roraima, registrou a maior taxa de crescimento entre as capitais no período 2025-2026, com alta de 3,2%. Entre os estados, Roraima, Santa Catarina e Mato Grosso foram os únicos com crescimento acima de 1%.

    Por outro lado, Salvador, Natal, Belém e Belo Horizonte apresentaram recuo nas estimativas, ainda que em percentuais pequenos. O IBGE também apontou que 44,3% dos municípios brasileiros têm até 10 mil habitantes, mas essas cidades concentram apenas 6% da população total do país. (com informações da Agência Brasil)



Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2026/08/1060732-populacao-do-brasil-chega-a2142-milhoes-aponta-ibge.html. Acesso em 29/08/2026. Texto adaptado 

Entre as palavras retiradas do texto, aquela que recebe acento gráfico pela mesma regra que justifica a acentuação de “país” é: 
Alternativas
Respostas
221: A
222: B
223: C
224: C
225: C
226: A
227: C
228: B
229: A
230: D
231: C
232: C
233: B
234: D
235: A
236: C
237: E
238: D
239: E
240: B