Questões de Concurso
Comentadas sobre ortografia em português
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Texto para responder à questão.
Sabiá-laranjeira totalmente branco é avistado em propriedade rural no Paraná
Um sabiá-laranjeira com plumagem completamente branca foi avistado por um agricultor em uma área rural de Mangueirinha, no sudoeste do Paraná. O registro é considerado raro por especialistas, já que a espécie normalmente apresenta coloração marrom e alaranjada.
Segundo Ben Phalan, gerente de conservação do Parque das Aves, a coloração incomum do animal pode ser causada por leucismo ou albinismo, condições genéticas que afetam a produção de melanina, pigmento responsável por cores como marrom e preto nas penas das aves. “O sabiá-laranjeira é uma espécie comum no estado. Normalmente tem coloração marrom com barriga alaranjada, mas esse indivíduo tem uma mutação que pode ser leucismo ou albinismo”, explica Phalan.
A diferença entre leucismo e albinismo é que no leucismo, a ave perde parcial ou totalmente a coloração das penas, mas mantém a pigmentação dos olhos. Já no albinismo, a ausência de melanina é completa, inclusive nos olhos, que adquirem tonalidade avermelhada por conta dos vasos sanguíneos. Como não foi possível observar os olhos da ave, os especialistas não puderam confirmar com certeza qual é a condição genética do animal.
Apesar de a mutação não afetar a saúde do sabiá, ela pode representar desvantagens no ambiente natural. “É um indivíduo que se desenvolveu normalmente, mas por ser branco, fica mais visível para predadores. Além disso, há estudos que sugerem que aves com essa coloração podem ter mais dificuldade para encontrar um parceiro”, explica Phalan. “É possível que leve uma vida normal, mas com mais obstáculos do que um sabiá com coloração padrão.”
(Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)
Texto para responder à questão.
Sabiá-laranjeira totalmente branco é avistado em propriedade rural no Paraná
Um sabiá-laranjeira com plumagem completamente branca foi avistado por um agricultor em uma área rural de Mangueirinha, no sudoeste do Paraná. O registro é considerado raro por especialistas, já que a espécie normalmente apresenta coloração marrom e alaranjada.
Segundo Ben Phalan, gerente de conservação do Parque das Aves, a coloração incomum do animal pode ser causada por leucismo ou albinismo, condições genéticas que afetam a produção de melanina, pigmento responsável por cores como marrom e preto nas penas das aves. “O sabiá-laranjeira é uma espécie comum no estado. Normalmente tem coloração marrom com barriga alaranjada, mas esse indivíduo tem uma mutação que pode ser leucismo ou albinismo”, explica Phalan.
A diferença entre leucismo e albinismo é que no leucismo, a ave perde parcial ou totalmente a coloração das penas, mas mantém a pigmentação dos olhos. Já no albinismo, a ausência de melanina é completa, inclusive nos olhos, que adquirem tonalidade avermelhada por conta dos vasos sanguíneos. Como não foi possível observar os olhos da ave, os especialistas não puderam confirmar com certeza qual é a condição genética do animal.
Apesar de a mutação não afetar a saúde do sabiá, ela pode representar desvantagens no ambiente natural. “É um indivíduo que se desenvolveu normalmente, mas por ser branco, fica mais visível para predadores. Além disso, há estudos que sugerem que aves com essa coloração podem ter mais dificuldade para encontrar um parceiro”, explica Phalan. “É possível que leve uma vida normal, mas com mais obstáculos do que um sabiá com coloração padrão.”
(Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)
Quem me dera (mas Deus me livre)
Sempre que volto de férias, penso: é isso! É assim que a vida tem que ser. Leve, sem pressa, sem pressão. Tem que ter descobertas diárias de lugares novos – também dentro de nós. Antes de colocar o pé na rotina, me prometo que agora vai. Trarei comigo aquela mulher plena, serena, livre. Não depende do lugar, dá para fazer da vida real o paraíso possível.
Imagino, então, uma vida assim. Uma eternidade de dias bons. Sem tempo feio: se calor, tem praia; se frio, lareira. Ao meu lado, um homem que me entende sem precisar de legendas, e que nunca erra a hora do silêncio e do carinho. Que me ama do jeito que eu queria ser amada antes de entender que isso não existe.
Filhos comportados e felizes, como são nas férias. Solidários, sem telas, sem chiliques. Me olham com o fascínio de quando mamavam no peito: aceitando, agradecendo. E que dormem. Dormem muito.
Uma casa minimalista, autolimpante, com cheirinho de madeira. Não tem elevador, vizinhos, carros. Nenhum barulho humano. Só o canto da natureza e a sinfonia do mar batendo nas pedras (sim, paraíso tem que ter mar). A vista da janela é o meu quintal, o sol e a lua na minha frente, se revezando só para mim.
Estarei rodeada de um círculo seleto de amigos sinceros, sofisticados e espiritualmente evoluídos. Que só aparecem na hora certa, com uma boa garrafa de vinho. Meu corpo aguenta as três taças. Acorda disposto com a pele bonita, como fica nas férias: dourada, sem pregas na testa, natural. O corpo dança, corre, nada e me obedece como se fosse meu. A alma, curada. Centrada e grata. Capaz de perdoar tudo, até a minha própria plenitude.
O mundo finalmente terá entendido meu ritmo. Me adaptarei tão bem, que começarei a suspeitar que esse, afinal, seria meu estado natural.
E uma manhã, sem motivo nenhum, sinto falta. Não sei de quê. Talvez da bagunça. De alguma voz mais alta, alguma cobrança, decepção, insônia. Do ruído da vida real. Da fumaça da cidade que eu tanto amaldiçoo.
Começo a desconfiar da calmaria e da segurança. Desconfio da vista. Desconfio daquele homem que me entende demais – e, por isso mesmo, me cansa. Estranho minhas sobrancelhas relaxadas. O sorriso constante começa a doer os músculos da face. A doçura dos filhos me enjoa. Me canso do sono profundo de todas as noites e dos sonhos tão limpos. Me irrito com a pelinha da cutícula, os pés descalços, a histeria insuportável dos passarinhos das manhãs. Fico irritada, enfim, com a plenitude; intimidada com a perfeição da natureza que escancara o quanto sou pequena. Sinto falta do que faz mal, da gordura, do descontrole, do Wi-Fi, de mentiras.
Para quem tem uma alma inquieta, uma existência sem desvio é apenas uma linha reta – e linhas retas são as mais fáceis de derrubar. A tragédia da felicidade é que ela dura pouco. Alívio!
Eu, que tanto busco a paz, sem um pouco de atrito não me acendo. O que me salva é exatamente aquilo que me inquieta. O tropeço, o caos, a carne viva da imperfeição. A dorzinha chata que lembra: você ainda está aqui. O que me salva é o desejo, esse bicho sedento que vive da procura e nunca quer encontrar.
O paraíso talvez seja só uma boa ideia. E saber disso já é conquistar um pedaço dele na terra.
Volto das férias com medo e preguiça da realidade. Já as querendo de volta.
Quem me dera viver sempre no modo férias. Mas Deus me livre.
(Por: Becky S. Korich. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)
Com base nas regras da Língua Portuguesa, julgue as afirmativas a seguir:
I.A palavra arco-íris deve ser grafada com hífen, por se tratar de um composto cujos elementos mantêm sua autonomia fonética.
II.A forma correta é super-humano, já que o segundo elemento inicia com "h".
III.A palavra bem-estar leva hífen por ser formada pelo prefixo "bem" seguido de palavra autônoma.
IV.O termo microondas é a grafia correta, pois o hífen não é utilizado quando o prefixo termina com a mesma vogal que inicia a palavra seguinte.
Assinale a alternativa que indica quais afirmativas são verdadeiras:
O conde e o passarinho
Rubem Braga é, sabidamente, um conhecedor de passarinhos. Suas crônicas alegram-se e se entristecem com frequência de nomes de pássaros nacionais que eu só conheço de ouvir dizer – o que me dá um certo complexo de inferioridade. Já andei, certa vez, planejando estudar ornitologia por causa disto, e lembro-me de que na viagem que fiz com ele à sua Cachoeiro do Itapemirim, quando da homenagem que lhe prestou a cidade, foi com um sentimento de gula que recebi o maravilhoso disco de pios artificiais de passarinhos, feito pela família Coelho, que disso criou uma pequena indústria local. Tais projetos nunca foram adiante, como vários outros, entre os quais um de estudar carpintaria: e este, inclusive, concertado com o próprio Rubem – e que resultou em arrancarmos, ato contínuo, a porta da garagem da minha antiga casa, sairmos meia hora depois para matar o calor com uma cerveja gelada, e nunca mais voltarmos à dita porta, que se quedou jazente por dias a fio, vítima de nossa impostura.
O Braga conhece bem sua passarada, isso ninguém lhe tira. O que não impede, porém, que tenha dado um “baixo” ornitológico que merece registro, segundo me conta minha irmã Lygia, testemunha ocular do mesmo. Pois o que se deduz da história é que o Braga pode conhecer muito bem tico-tico, curió, sanhaço, cardeal, tiê-sangue, sabiá, gaturamo, cambaxirra e até mesmo vira-bosta – mas em matéria de canário trata-se de um otário completo e acabado. Dito o quê, passemos à narrativa.
Parece que o Braga vinha um dia assim muito bem pela Cinelândia, quando topou com um vendedor de passarinhos oferecendo a preço de ocasião um casal de canários dentro de uma gaiola cuja bossinha era ser dividida por uma separação levadiça em dois compartimentos, um para o macho, outro para a fêmea. A gracinha era abrir a portinhola do macho, deixá-lo fugir e depois vê-lo voltar docemente, no pio da fêmea.
O Braguinha, que além de gostar de pássaros não é tolo, assistiu com o maior interesse a mais essa demonstração, entregou o dinheiro, meteu a gaiola debaixo do braço e tocou-se para o Leblon, sequioso de mostrar seu novo brinco ao aborígine. E deu-lhe a sorte de encontrar minha irmã Lygia, que além de ser uma esplêndida assistência para demonstrações desse teor, é pessoa mais de se apiedar que de caçoar da desdita alheia.
O Braga colocou a gaiola em posição, abriu a porta e lá se foi o canarinho pelo azul afora, em lindas evoluções. A fêmea, como previsto, abriu o bico, e o canário, ao ouvi-la, fez direitinho como mandava o figurino: voltou e posou junto à porta aberta. Mas o divórcio entrou? Nem o canário. O bichinho ficou prudentemente à porta, mas entrar dentro mesmo da gaiola que é bom... ahn-ahn. O Braga animou a ave canora com milhões de piu-pius, fez-lhe mentalmente enérgicas perorações contra a sua calhordice – tudo isso, conta minha irmã Lygia, com olhos onde se começava a notar uma certa apreensão. O canário, nada.
Quem sabe, ponderou minha irmã, um elemento verde qualquer colocado junto à porta, uma folha de alface, por exemplo, não animaria o bichinho? Foi trazida a folha de alface e colocada junto à porta. Durante essa operação, o canário levantou voo, e a canarinha, aproveitando-se da ocupação dos dois, fez força com o biquinho e acabou por erguer a portinhola da separação; dali para o Jardim Botânico, não teve nem graça.
Diz minha irmã que o Braga ficou triste, triste. E como a esperança é a última que morre, antes de ir embora ainda ajeitou a gaiolinha para uma espera: quem sabe os pilantras não voltariam à noite...
Canário, hein Braguinha?...
(DE MORAES, Vinicius. Para viver um grande amor. Organização de Eucanaã Ferraz. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 81-83. Crônica publicada, originalmente, no jornal “A noite”, de 02/04/1956. Adaptado.)
Com base na acentuação do vocábulo 'ideia', presente no trecho, bem como dos demais vocábulos no texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.
(__)Os vocábulos 'também' e 'têm' são acentuados, respectivamente, pela regra das oxítonas terminadas em 'em' e dos monossílabos tônicos terminadas em 'em', assim como 'amém' e 'vêm'.
(__)Os vocábulos 'acessível', 'flores' e 'decorados' são distintos quanto à acentuação gráfica, porém, quanto à acentuação tônica, pertencem à mesma classificação.
(__)Os vocábulos 'província' e 'histórias' são acentuados pela mesma regra, a das paroxítonas terminadas em ditongos crescentes.
(__)O vocábulo 'país' segue a mesma regra de acentuação dos vocábulos 'miúdo', 'sanduíche' e 'açaí'.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Nas alternativas a seguir, os vocábulos estão corretamente grafados com 'ch', assim como o vocábulo 'macho' presente no trecho acima. Identifique a única em que o vocábulo está grafado incorretamente com 'ch'.
I.A palavra 'África' é uma palavra proparoxítona, por isso é acentuada graficamente.
II.A palavra 'há' é acentuada por ser uma monossílaba tônica terminada em 'a'.
III.A palavra 'confusão' é acentuada graficamente por ser uma oxítona terminada em ditongo.
IV.A palavra 'convivência' é uma paroxítona terminada em ditongo crescente.
É correto o que se afirma em:
Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora. Talvez não fosse um menino de família, mas também não era um menino de rua. É assim que a gente divide. Menino de família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um menino de rua. Menino de rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão. (...)
Na verdade, não existem meninos de rua. Existem meninos na rua. E toda vez que um menino está na rua é porque alguém o botou lá. Os meninos não vão sozinhos aos lugares. Assim como são postos no mundo, durante muitos anos também são postos onde quer que estejam. Resta ver quem os põe na rua. E por quê.
Quem leva nossas crianças ao abandono? Quando dizemos "crianças abandonadas" subentendemos que foram abandonadas pela família, pelos pais. E, embora penalizados, circunscrevemos o problema ao âmbito familiar, de uma família gigantesca e generalizada, à qual não pertencemos e com a qual não queremos nos meter. Apaziguamos assim nossa consciência, enquanto tratamos, isso sim, de cuidar amorosamente de nossos próprios filhos, aqueles que nos pertencem.
(COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2002.)
Observe as frases:
I. “é porque alguém o botou lá”.
II. “E por quê”.
A grafia dos elementos destacados difere, pois são, respectivamente,
Quando alguém me procura para cuidar da sua questão de saúde mental, há três pontos em que presto especial atenção: se a pessoa pratica alguma atividade física (qualquer uma), como está a qualidade do sono dela e se ela tem amigos. Esses são os três indicadores, na minha opinião, de se algo vai bem ou mal com aquele paciente. Um número _____________ de pessoas com problemas de saúde mental me relata não ter amigos, apenas conhecidos. A verdade é que a amizade não é apenas um conforto social; é um pilar imprescindível de nossa saúde mental e nosso bem-estar.
Inúmeras pesquisas vêm demonstrando isso ao longo dos anos. As evidências são claras: ter amigos aumenta a nossa satisfação com a vida e tem sido associado a menores chances de uma pessoa sofrer de depressão e ansiedade. Mais do que isso, a amizade comprovadamente aumenta a longevidade. Embora a relação não seja direta, estudos demonstram que a amizade diminui a probabilidade de uma pessoa morrer de todas as causas possíveis, entre elas, de uma doença crônica e de problemas cardíacos.
Além disso, amigos nos mantêm mentalmente ativos e, muitas vezes, fisicamente ativos. Basta ver como ter um amigo companheiro de atividade esportiva ajuda a nos mantermos engajados nos treinos.
Para além do impacto positivo na saúde física e
mental, a amizade é um indicador importante de felicidade e
de bem-estar. Curiosamente, algumas pesquisas revelam
inclusive que ter amigos é ainda mais significativo na terceira
idade. Relacionar-se com amigos nessa fase da vida, mostrou
um estudo americano, traz mais efeitos positivos do que os
próprios relacionamentos familiares.
Amigos são aqueles que agem como o “grilo falante” do Pinóquio: nem sempre falam algo que queremos ouvir, mas estão ali para orientar, aconselhar e servir como ___________ moral em momentos de dúvida. Por fim, as amizades podem desempenhar um papel crucial na recuperação de problemas de saúde mental e, principalmente, ajudar quem está sofrendo a superar a sensação de isolamento que muitas vezes acompanha um diagnóstico psiquiátrico.
Fonte: Revista Forbes. Adaptado.
Quando alguém me procura para cuidar da sua questão de saúde mental, há três pontos em que presto especial atenção: se a pessoa pratica alguma atividade física (qualquer uma), como está a qualidade do sono dela e se ela tem amigos. Esses são os três indicadores, na minha opinião, de se algo vai bem ou mal com aquele paciente. Um número _____________ de pessoas com problemas de saúde mental me relata não ter amigos, apenas conhecidos. A verdade é que a amizade não é apenas um conforto social; é um pilar imprescindível de nossa saúde mental e nosso bem-estar.
Inúmeras pesquisas vêm demonstrando isso ao longo dos anos. As evidências são claras: ter amigos aumenta a nossa satisfação com a vida e tem sido associado a menores chances de uma pessoa sofrer de depressão e ansiedade. Mais do que isso, a amizade comprovadamente aumenta a longevidade. Embora a relação não seja direta, estudos demonstram que a amizade diminui a probabilidade de uma pessoa morrer de todas as causas possíveis, entre elas, de uma doença crônica e de problemas cardíacos.
Além disso, amigos nos mantêm mentalmente ativos e, muitas vezes, fisicamente ativos. Basta ver como ter um amigo companheiro de atividade esportiva ajuda a nos mantermos engajados nos treinos.
Para além do impacto positivo na saúde física e
mental, a amizade é um indicador importante de felicidade e
de bem-estar. Curiosamente, algumas pesquisas revelam
inclusive que ter amigos é ainda mais significativo na terceira
idade. Relacionar-se com amigos nessa fase da vida, mostrou
um estudo americano, traz mais efeitos positivos do que os
próprios relacionamentos familiares.
Amigos são aqueles que agem como o “grilo falante” do Pinóquio: nem sempre falam algo que queremos ouvir, mas estão ali para orientar, aconselhar e servir como ___________ moral em momentos de dúvida. Por fim, as amizades podem desempenhar um papel crucial na recuperação de problemas de saúde mental e, principalmente, ajudar quem está sofrendo a superar a sensação de isolamento que muitas vezes acompanha um diagnóstico psiquiátrico.
Fonte: Revista Forbes. Adaptado.
Considerando aspectos morfológicos, ortográficos e fonológicos da língua portuguesa, analisar os itens.
I. A palavra “rolha” pode flexionar-se em gênero e número.
II. Em “Ninguém questiona porque a cortiça preserva o vinho?”, o uso do “porque” está certo, pois equivale a “pela razão que”.
III. O encontro vocálico em “sobreiro” é classificado como ditongo decrescente.
Está CORRETO o que se afirma:
“A arte brasileira da conversa não é de __________ aprendizado. Como toda arte, exige antes de mais nada uma verdadeira __________. E essa vocação se aprimora ao longo do caminho que vai da __________ à __________. Como em toda arte. (...)”.
(SABINO, Fernando. Deixa o Alfredo falar! Rio de Janeiro: Record, 1976, p. 28-32.)
Quanto à estruturação linguística e gramatical do texto, julgue o item seguinte.
No texto, as formas “crônicas” e “intercambiáveis” são acentuadas em decorrência da mesma regra gramatical, segundo a qual todas as proparoxítonas são acentuadas.
Quanto à estruturação linguística e gramatical do texto, julgue o item seguinte.
No trecho “A atividade física pode‑se efetivar em todos os níveis que organizam a rede de atenção à saúde no Brasil, estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”, mantém a correção gramatical a grafia da forma verbal “pode‑se efetivar” como pode se efetivar.