Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q4039587 Português
Segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, julgue a grafia dos vocábulos a seguir e assinale a alternativa cujo termo atende às convenções de escrita. 
Alternativas
Q4039583 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Como a corrida ajuda na ansiedade, segundo a ciência

   Quem convive com ansiedade já ouviu conselhos como dormir bem, cuidar da alimentação e se exercitar.

    Entre essas recomendações, a corrida se destaca: não é apenas um treino para o corpo, mas também um aliado poderoso da mente — e a ciência explica por quê.

    Passar pelos primeiros quilômetros de corrida — ou até pelos primeiros minutos, dependendo da sua experiência — não é fácil: o corpo reclama, o coração dispara, a respiração fica curta, as pernas pesam.

    Enquanto isso, o organismo trabalha: uma série de reações fisiológicas e psicológicas entram em ação, liberando substâncias que fazem com que a recompensa valha a pena, segundo pesquisadores.

    Um dos levantamentos mais amplos já realizados sobre o tema, a revisão "A Scoping Review of the Relationship between Running and Mental Health" (em português, "Uma revisão exploratória da relação entre corrida e saúde mental"), analisou 116 estudos sobre corrida e saúde mental publicados entre 1970 e 2019.

   O trabalho concluiu que sessões de corrida — mesmo curtas, entre 10 e 60 minutos — estão associadas à melhora do humor, da ansiedade e dos sintomas depressivos.

    Os autores destacam que tanto a corrida recreativa quanto treinos regulares têm potencial de reduzir estresse e aumentar o bem-estar psicológico, embora níveis muito altos de prática (como em maratonistas ou corredores compulsivos) possam gerar efeitos negativos.

    Durante a corrida, o corpo e o cérebro entram em ação de formas complexas, liberando substâncias químicas que ajudam a reduzir a ansiedade e promovem sensação de prazer e bem-estar.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy4p079v9dro.

Acesso em: 13 de março de 2026.
Determine, dentre as alternativas a seguir, a que apresenta o conjunto de palavras acentuadas pelo mesmo motivo.
Alternativas
Q4039578 Português
Leia e analise a construção da placa a seguir.

Captura_de tela 2026-05-06 110851.png (429×227)

Disponível em: https://ndmais.com.br/noticias/erros-de-portuguessao-comuns-em-placas-e-inscricoes-nas-areas-publicas-de-joinville/. Acesso em: 12 de março de 2026. 

Há um desvio relacionado à ortografia em:
Alternativas
Q4039211 Português
As mudanças ortográficas implementadas por acordos oficiais buscam uniformizar a escrita da língua portuguesa entre os países lusófonos, promovendo maior padronização e reduzindo divergências históricas no uso de acentos e hifens (ACORDO ORTOGRÁFICO, 2009).
Assinale a alternativa CORRETA quanto às regras estabelecidas pelo Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4038886 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.


Por Unifor - 15/07/2025 12h20



    A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.

    Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.

    “Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.

    Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.



Substituir ou transformar?



    De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.

    Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.



Preparação começa na escola



    Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.

    Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.



Flexibilidade será essencial



    Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.


    Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.



IA e educação: um caminho sem garantias



    Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:

    “Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.

    Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.

    “Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.



Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.

Observe algumas palavras retiradas do texto: “inteligência”, “tecnologia”, “crítica”, “profissões” e “já”. Considerando as regras de acentuação da língua portuguesa, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4038666 Português
Para responder à questão. leia o texto abaixo.


Reciclagem sem desperdício: guia simples ao consumidor

      Separar o lixo reciclável em casa e um hábito cada vez mais comum, mas ainda cercado de dúvidas - principalmente sobre a limpeza das embalagens. Um dos pontos mais importantes, e menos conhecidos, é que não e necessário lavar latas metálicas antes de descartá-las para reciclagem. Basta retirar o excesso de alimento, evitando o uso desnecessário de água.
      A orientação ganha relevância em um país que ainda enf renta altos níveis de desperdício hídrico. Segundo dados do Instituto Trata Brasil, bilhões de metros cúbicos de água tratada são perdidos todos os anos, o que reforça a importância de evitar usos desnecessários no dia a dia. Nesse contexto, atitudes simples - como não lavar embalagens que não precisam - contribuem diretamente para a preservação desse recurso.
      No caso das latas de alimentos, a recomendação é apenas remover os resíduos com uma colher ou papel. Para produtos com gordura, como pescados, o ideal é usar papel toalha. Já latas de tinta ou verniz podem ser descartadas após a secagem do material. Não é necessário lavar as embalagens com água, e rótulos ou tampas não precisam ser retirados, pois não impedem a reciclagem.
      Garrafas, potes e outras embalagens plásticas não precisam estar perfeitamente limpos, mas devem estar livres de restos de alimentos. Uma limpeza rápida, quando necessária, já é suficiente. Amassar garrafas PET e manter as tampas junto das embalagens ajuda na organização e na reciclagem.
      Papeis e caixas devem estar secos e sem sujeira. Materiais com gordura ou muito úmidos, como caixas de pizza engorduradas, podem não ser recicláveis. Desmontar caixas de papelão facilita o armazenamento e o transporte.
      Além de facilitar o trabalho das cooperativas e da indústria, a separação correta dos resíduos aumenta as chances de reciclagem e reduz o volume de lixo enviado a aterros. Quando materiais chegam muito sujos, eles podem ser descartados, perdendo valor e deixando de retornar ao ciclo produtivo.
      Pequenas mudanças de hábito, portanto, fazem diferença. Ao evitar o desperdício de água e descartar corretamente os resíduos, o consumidor contribui não apenas para o meio ambiente, mas também para um sistema de reciclagem mais eficiente e acessível.

Fonte: https.//www.cnnbrasil.com.brlblogs/pedrocortes/nacional/brasil/reciclagem-sem-desperdicio-guia-simples-ao-consumidor/ (adaptado)
Analise as partes que seguem: A palavra desperdício tem a mesma origem e pertence à mesma família de palavras do verbo desperdiçar (1ª parte). O substantivo limpeza é derivado do adjetivo limpo e obedece à regra ortográfica que exige a escrita com a consoante Z na formação de substantivos abstratos derivados de adjetivos (2ª parte). O adjetivo desnecessário é formado pela derivação prefixal com o acréscimo de um prefixo à palavra base, mecanismo que imprime diretamente ao novo termo um sentido de negação ou de oposição (3ª parte).

Acerca das partes, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4036951 Português
Para responder à questão seguinte, leia o texto abaixo.

Oportunismo eleitoral e despesas ambientais nos
municípios do Brasil

    A competência do gestor público é frequentemente avaliada com base em sua capacidade de prover bens e serviços coletivos com eficiência e responsabilidade fiscal. Em períodos eleitorais, esse julgamento se intensifica, incentivando gestores a adotarem estratégias que ampliem sua popularidade e aumentem suas chances de reeleição. Entre essas estratégias, destacam-se o esforço em evitar déficits fiscais e o redirecionamento de recursos para áreas de maior visibilidade política, como pessoal, educação e infraestrutura.


    Tais ações evidenciam uma seletividade orçamentária, em que determinadas despesas são priorizadas estrategicamente conforme o ciclo político, gerando assimetria informacional de curto prazo. Esse comportamento encontra respaldo na Teoria dos Ciclos Políticos (TCP), segundo a qual gestores ajustam a política econômica de acordo com o calendário eleitoral, cuja previsibilidade favorece a antecipação de decisões com o objetivo de obter vantagem eleitoral.


    A TCP postula, em suas hipóteses, que gestores públicos se aproveitam da racionalidade limitada dos eleitores, divulgando benefícios e propostas para angariar votos. Esse aproveitamento da memória de curto prazo dos eleitores é declarado como a hipótese oportunística na TCP, e assume que os gestores utilizam ideologias e percepções populacionais para ganhos políticos em períodos eleitorais. Um bom exemplo é o uso de pautas ambientais para fomentar apoio em campanhas eleitorais, explorando a miopia política do eleitorado para obter suporte.


    Paralelamente, a criação do Sistema de Contabilidade Econômico-Ambiental, adotado como referência internacional pela Organização das Nações Unidas (ONU), promove a integração de dados econômicos e ambientais, proporcionando visão abrangente da contabilização de recursos naturais na produção de bens e serviços. Para legitimar a conformidade desse sistema dentro da esfera pública, foi desenvolvido um movimento liderado pelo International Public Sector Accounting Standards Board (IPSASB), que, em 2022, formalizou o início das normas de relatórios de sustentabilidade.


    Tais iniciativas foram impulsionadas por agendas ambientais globais. Entre essas agendas, destacam-se o Acordo de Paris, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e a Agenda 21. Esses mecanismos buscam integrar a dimensão ambiental à lógica orçamentária estatal, por meio da mensuração das chamadas “despesas com capital verde”.


    No contexto brasileiro, a Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), instituída pela Lei n. 6.938/1981, estabelece as diretrizes para a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental. As chamadas despesas ambientais abrangem ações como controle de cheias, licenciamento, gestão de resíduos e recuperação de áreas degradadas, funcionando como indicativo da prioridade atribuída à agenda ambiental nos municípios.


    Diante do cenário de restrição fiscal, o orçamento público consolida-se como principal instrumento de escolha política e alocação estratégica. No Brasil, além de sua função de planejamento, ele também exerce papel fundamental na transparência, no controle social e na responsabilização dos gestores, contribuindo para a qualidade da gestão pública e a eficiência no uso dos recursos.


Como entes federativos mais próximos das demandas sociais, os municípios exercem papel decisivo na provisão de bens públicos. Estudos apontam que prefeitos tendem a ajustar suas decisões orçamentárias com base em incentivos eleitorais, priorizando áreas de maior apelo junto ao eleitorado. Nesse contexto, políticas ambientais podem ser relegadas a segundo plano em anos eleitorais, em favor de despesas com vantagem eleitoral, como obras públicas ou folha de pagamento.


Fonte: MARQUES, M. S. et al. Oportunismo eleitoral e despesas

ambientais nos municípios do Brasil. Cad. Gest. Pública Cid., São

Paulo, v. 31, n. 3, 2026 (com adaptações).

Considerando as regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, especialmente no que se refere à classificação das palavras quanto à tonicidade e à posição da sílaba tônica, assinale a alternativa em que todos os vocábulos apresentados são acentuados em virtude da mesma regra.
Alternativas
Q4034100 Português
Vivendo em um hotel: a disputa pela transformação do maior edifício residencial do Brasil em Airbnb

Em uma tarde de sexta-feira, turistas com malas aguardam elevadores no Copan, no Centro de São Paulo, enquanto moradores e funcionários circulam com roupas de cama e toalhas. A cena lembra a rotina de um hotel, embora se trate de um edifício residencial. Moradores relatam que, em certos momentos, precisam dividir o acesso ao próprio bloco com hóspedes de curta temporada.

Projetado por Oscar Niemeyer, o Copan possui mil cento e sessenta apartamentos. Segundo a administração, mais de duzentas unidades já são destinadas ao aluguel por temporada, sobretudo via plataformas digitais. Esse número se aproxima da capacidade de hotéis de médio porte. Para parte dos residentes, a mudança alterou o perfil da vizinhança, a circulação de pessoas e a dinâmica cotidiana.

O debate sobre o tema domina assembleias e grupos de moradores, em meio à expectativa de regulamentação nacional. Após o falecimento do síndico que esteve décadas à frente do condomínio, a sucessão acentuou discussões sobre o futuro da hospedagem temporária no prédio.

Um empresário morador administra mais de uma centena de apartamentos para curta temporada, mediante comissão. Ele estruturou recepção própria e equipe dedicada ao atendimento de hóspedes, defendendo que a modalidade trouxe movimento econômico e valorização imobiliária, embora reconheça o caráter controverso do tema.

Dados oficiais indicam média inferior a um morador por apartamento, sugerindo redução da moradia permanente, associada também ao aumento dos valores de aluguel. O Copan, com cerca de cento e vinte mil metros quadrados, foi concebido nos anos 1950 para integrar as comemorações da cidade, incluindo um hotel que não chegou a ser construído. O edifício residencial começou a ser habitado no início da década de 1960.

Após período de deterioração na década de 1980, passou por revitalização e tornou-se endereço valorizado e polo cultural. A expansão dos aluguéis de curta temporada intensificou a presença de turistas, atraídos pela arquitetura e pela localização.

Moradores críticos apontam desconforto com o fluxo constante de pessoas de passagem e com episódios de barulho. A administração registra reclamações principalmente por ruídos. O empresário responsável por parte das unidades afirma adotar regras rígidas para hóspedes e compara os conflitos aos que ocorrem entre vizinhos.

No campo jurídico, não há legislação específica para a prática. Decisões judiciais divergem quanto à necessidade de previsão expressa na convenção condominial para permitir ou proibir a hospedagem temporária. Tramita no Congresso proposta que exige autorização explícita para esse tipo de uso em edifícios residenciais.

A tributação também deve mudar a partir de 2027, incidindo apenas sobre proprietários com múltiplos imóveis e faturamento anual elevado. Enquanto cidades estrangeiras adotam restrições, São Paulo busca adensar áreas centrais, gerando debate sobre o impacto da rotatividade de hóspedes na moradia efetiva.

No Copan, a administração pretende aproveitar o momento de valorização para viabilizar a reforma da fachada, estimada em dezenas de milhões de reais. Entre moradores e investidores, permanece o impasse: para alguns, a prática representa oportunidade econômica; para outros, transforma a experiência de moradia em algo semelhante à de viver em um hotel.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cre2pxrw1l9o.adaptado.
O debate sobre o tema domina assembleias.
A expansão dos aluguéis de curta temporada intensificou a presença de turistas.
Considerando a ortografia oficial das palavras destacadas nos trechos acima, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4031184 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


         Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.

      Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.

         Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.

       A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.



Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecidoso-11-paises-incluem-moradia-em-suas-metasclimaticas/. 

Considerando as normas de acentuação gráfica da Língua Portuguesa e as palavras empregadas no texto, assinale a alternativa em que o par de vocábulos é acentuado com base na mesma regra.  
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IESES Órgão: IBHASES Prova: IESES - 2026 - IBHASES - Auxiliar de Farmácia |
Q4031044 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


         Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.

      Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.

         Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.

       A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.



Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecidoso-11-paises-incluem-moradia-em-suas-metasclimaticas/. 
Considerando as normas de acentuação gráfica da Língua Portuguesa e as palavras empregadas no texto, assinale a alternativa em que o par de vocábulos é acentuado com base na mesma regra. 
Alternativas
Q4030784 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


         Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.

      Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.

         Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.

       A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.



Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecidoso-11-paises-incluem-moradia-em-suas-metasclimaticas/. 

  
Considerando as normas de acentuação gráfica da Língua Portuguesa e as palavras empregadas no texto, assinale a alternativa em que o par de vocábulos é acentuado com base na mesma regra. 
Alternativas
Q4029128 Português
Em um texto técnico-administrativo, foi registrada a seguinte construção frasal, na qual se identificam ocorrências relacionadas à acentuação gráfica e às alterações introduzidas pelo Acordo Ortográfico: “Os voos foram cancelados apos o heroi perceber que havia enjoo generalizado.” Assinale a alternativa que apresenta a forma integralmente conforme à ortografia oficial vigente:
Alternativas
Q4029120 Português
Assinale a alternativa em que a grafia da palavra está correta, conforme Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4029047 Português
A proximidade da morte

        Se a morte é uma sombra constante para qualquer ser vivente desde o nascimento, sua presença torna-se mais marcante com o envelhecimento. São as pessoas mais idosas, portanto, que percebem com mais nitidez a proximidade da morte. 

        Há pessoas que se mantêm ativas com a idade avançada e outras que precisam de cuidados especiais conforme envelhecem, em razão de doenças e problemas de mobilidade. A necessidade desses idosos entra em conflito com a situação real de grande parte das famílias. O ritmo acelerado imposto pelo sistema de produção e serviços desde as últimas décadas do século XX obriga trabalhadores a jornadas intensas fora de casa, o que dificulta o atendimento a idosos e doentes. Além disso, vale mencionar a elevação da expectativa de vida e o consequente aumento da parcela da população idosa com 60 anos ou mais. Segundo dados do Censo, esse grupo representava 15,6% da população brasileira em 2022. 

        Deve-se comentar que, vítimas de um etarismo que os reduz à improdutividade, há idosos que vão viver em asilos ou em hospitais (quando apresentam doenças graves) onde possam usufruir dos avanços da medicina, cada vez mais especializada. Porém, mesmo aqueles que recorrem a técnicas avançadas e a ambientes assépticos que prolongam a vida não escapam à solidão e à impessoalidade do atendimento. Enfermeiros e médicos são eficazes, mas os pacientes idosos frequentemente se encontram afastados da mão amiga e da atenção íntima sem pressa. 

        No entanto, sabe-se que a maioria dos idosos faz parte da população de baixa renda e, por isso, não tem acesso a muitos desses recursos. Acrescente-se o fato de que nas últimas décadas o número de idosos com necessidades especiais cresceu sem o correspondente crescimento de atendimento público. 

        Essa situação não seria uma expressão da morte em vida? Não seria uma espécie de morte simbólica antecedendo a morte fisiológica? Seria o aniquilamento da dignidade humana? O etarismo e a morte social, que colocam o indivíduo à margem e o tornam sem serventia, invisível para a sociedade, podem ser tão nocivos quanto uma doença letal. Além de causarem o desenvolvimento de um mal-estar físico e mental, podem levar à fragilidade e à morte do corpo.

Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
Assinalar a alternativa em que todas as palavras foram acentuadas CORRETAMENTE. 
Alternativas
Q4028848 Português
“___ muitas pessoas no mundo que não acreditam em si mesmas.” O espaço em branco acima pode ser preenchido corretamente por:
Alternativas
Q4028847 Português
“Nós vamos __________ o seu pedido.” Marque a alternativa que apresenta uma palavra escrita corretamente, preenchendo o espaço em branco acima.
Alternativas
Q4028818 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
Considerando as normas de acentuação gráfica da Língua Portuguesa e as palavras empregadas no texto, assinale a alternativa em que o par de vocábulos é acentuado com base na mesma regra. 
Alternativas
Q4028788 Português

São José amplia hortas urbanas com nova lei voltada à sustentabilidade


A sustentabilidade ganhou reforço institucional em São José com a sanção da Lei nº 6.535, de 11 de dezembro de 2025, que transformou o Programa Horta Solidária Urbana em política pública permanente. A medida oficializa e amplia uma iniciativa já em atividade na cidade, responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social.


A legislação estabelece parâmetros estáveis para a implantação e a expansão das hortas comunitárias, que atualmente funcionam nos bairros Ipiranga, Potecas, Loteamento Lisboa (Forquilhas), Morar Bem (Serraria) e Areias. O texto legal orienta que cada área cultivada tenha foco na promoção do meio ambiente, na segurança alimentar e na economia solidária, estimulando o uso socialmente responsável dos espaços públicos.


Sustentabilidade como Eixo Central


Entre os avanços previstos, a lei destaca o incentivo à compostagem como instrumento para reduzir o volume de resíduos enviados a aterros sanitários. As unidades da rede municipal de ensino passam a incorporar a compostagem escolar à rotina pedagógica, fortalecendo práticas de educação ambiental e ampliando o protagonismo estudantil em ações de cuidado com o território.


Apoio Técnico e Possibilidades de Gestão


A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O texto autoriza que associações de moradores, entidades e grupos organizados possam assumir a gestão das áreas destinadas ao cultivo. O financiamento das ações poderá ser assegurado por múltiplas fontes, incluindo orçamento municipal, parcerias privadas, repasses estaduais e federais, emendas parlamentares, medidas compensatórias e doações.


Incentivo à Participação Social


A legislação institui ainda o Selo Verde, criado para reconhecer empresas, instituições e grupos comunitários que contribuírem com o programa por meio de doações, apoio financeiro, insumos ou iniciativas educativas e ambientais. O objetivo é valorizar parceiros que fortaleçam práticas de preservação e colaboração comunitária.


[…] Fonte: https://conectasc.com.br/2025/12/12/sao-jose-amplia hortas-urbanas-com-nova-lei-voltada-a-sustentabilidade/


Assinale a alternativa em que os usos do hífen e de acentuação gráfica estão corretos, de acordo com as regras do Acordo Ortográfico:


Alternativas
Q4028753 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
Considerando as normas de acentuação gráfica da Língua Portuguesa e as palavras empregadas no texto, assinale a alternativa em que o par de vocábulos é acentuado com base na mesma regra.  
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IESES Órgão: IBHASES Prova: IESES - 2026 - IBHASES - Psicólogo |
Q4027868 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


Prédios novos terão que cumprir normas para reduzir sua sensação térmica  


    Uma resolução publicada pelo governo federal estabelece critérios de construção para que residências, prédios comerciais e públicos tenham mais conforto térmico em meio às mudanças climáticas em curso. A medida também possibilitará a redução do custo de energia elétrica. Atualmente, o setor da construção civil já dispõe de um instrumento de “etiquetagem” voluntária de eficiência energética, assim como os eletrodomésticos. Com a resolução publicada, esse processo se tornará obrigatório para novas construções.

    Essa etiquetagem vai variar de A a C, sendo A o nível mais eficiente do ponto de vista energético e o C, o menos eficiente. A norma determina que o nível C será obrigatório para os prédios residenciais e comerciais do setor privado a partir de 2030. Já para o setor público, os novos edifícios terão que atender aos critérios do nível A, a partir de 2027.

  Segundo o governo federal, ao atender os requisitos do nível “C”, as novas construções proporcionarão mais conforto térmico aos moradores e iluminação natural por mais tempo, o que vai reduzir a necessidade de ar condicionado para resfriar o ambiente e de iluminação artificial. Essas medidas podem ajudar a reduzir o custo da conta de luz.

    Com a resolução, o Ministério de Minas e Energia estima que cerca de 17 milhões de MWh sejam economizados até 2040. Isso daria para suprir o consumo de uma cidade de 1 milhão de habitantes durante 7 anos. Em valores, estima-se uma economia com energia elétrica de até R$ 2,7 bilhões.


Adaptado de: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomi a/predios-novos-terao-que-cumprir-normas-parareduzir-sua-sensacao-termica/.  
Considere as palavras a seguir, retiradas do texto, e analise-as quanto à posição da sílaba tônica:

I. Nível.
II. Térmico.
III. Eletrodomésticos.
IV. Energético.
Com base nas regras de acentuação gráfica da língua portuguesa, quantas dessas palavras são classificadas como proparoxítonas?  
Alternativas
Respostas
21: A
22: C
23: C
24: A
25: B
26: E
27: A
28: C
29: A
30: A
31: D
32: B
33: C
34: B
35: E
36: D
37: C
38: A
39: B
40: B