Questões de Concurso Sobre orações subordinadas adverbiais: causal, comparativa, consecutiva, concessiva, condicional... em português

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Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Paraty - RJ Provas: Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Assistente Social | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Pneumologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Plantonista Clínico Socorrista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Plantonista Ginecologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Plantonista Ortopedista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Urologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Ginecologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Oceanógrafo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Plantonista Pediatra Neonatal | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Psiquiatra | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Engenheiro Sanitarista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Farmacêutico | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Radiologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Nutricionista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Engenheiro Florestal | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Engenheiro de Trânsito | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Arquiteto | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Bacharel em Turismo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Fisioterapeuta | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Biólogo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Analista de Procuradoria | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Fonoaudiólogo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Geólogo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Bibliotecário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Psicólogo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Jornalista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Bioquímico | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Cardiologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Enfermeiro ESF | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Terapeuta Ocupacional | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Dermatologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Engenheiro Agrônomo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico do Trabalho | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Veterinário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Odontólogo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico ESF | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Gastroenterologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Ortopedista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Otorrinolaringologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Pediatra | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Plantonista Anestesista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Plantonista Cirurgião | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Infectologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Oftalmologista |
Q3189893 Português
Verifica-se o emprego de uma conjunção subordinativa de valor conformativo apenas em:
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Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Paraty - RJ Provas: Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Assistente Social | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Pneumologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Plantonista Clínico Socorrista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Plantonista Ginecologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Plantonista Ortopedista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Urologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Ginecologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Oceanógrafo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Plantonista Pediatra Neonatal | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Psiquiatra | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Engenheiro Sanitarista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Farmacêutico | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Radiologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Nutricionista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Engenheiro Florestal | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Engenheiro de Trânsito | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Arquiteto | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Bacharel em Turismo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Fisioterapeuta | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Biólogo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Analista de Procuradoria | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Fonoaudiólogo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Geólogo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Bibliotecário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Psicólogo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Jornalista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Bioquímico | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Cardiologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Enfermeiro ESF | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Terapeuta Ocupacional | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Dermatologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Engenheiro Agrônomo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico do Trabalho | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Veterinário | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Analista de Sistema | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Odontólogo | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico ESF | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Gastroenterologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Ortopedista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Otorrinolaringologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Pediatra | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Plantonista Anestesista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Plantonista Cirurgião | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Infectologista | Avança SP - 2024 - Prefeitura de Paraty - RJ - Médico Oftalmologista |
Q3189888 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



A ilusão da Lua no horizonte



Você já observou a Lua nascendo ou se pondo e teve a impressão de que ela estava maior do que o normal? Todos nós experimentamos essa mesma sensação ao apreciar nosso belo satélite natural próximo ao horizonte. Essa sensação nada mais é do que um simples truque da mente humana e recebeu o nome de ilusão da Lua. Ao invés de um efeito de nossa atmosfera ou algum outro fenômeno físico, acredita-se que ela seja causada pela forma como percebemos o mundo visualmente.


O fenômeno é bem documentado desde o século 4 a.C., quando o filósofo grego Aristóteles sugeriu que a atmosfera da Terra pudesse ampliar a imagem da Lua no horizonte, assim como a água pode fazer com que objetos imersos pareçam ampliados aos nossos olhos. No século 11, o matemático árabe Ibn AlHaytham desenvolveu a primeira teoria plausível de como a ilusão da Lua funciona, sugerindo que a diferença de tamanho tem a ver com a maneira como nossos cérebros percebem a distância e, então, como ajustamos automaticamente o tamanho aparente de um objeto para corresponder a essa percepção.


Apesar de todas as pessoas ao redor do mundo observarem essa ilusão há milhares de anos, ainda não existe uma explicação científica sólida sobre por que isso acontece. A maioria das respostas hoje em dia se baseia na ideia de como nosso cérebro processa a informação de distância dos objetos. Algumas hipóteses consideram, ainda, que árvores, montanhas e edifícios em primeiro plano podem ajudar a enganar o cérebro, que passa a pensar que a Lua estaria mais próxima e seria maior do que realmente é, por estar cercada por esses objetos.


Há uma ilusão de ótica que demonstra bem essa ideia de tamanho relativo em comparação a elementos no entorno, chamada de ilusão de Ebbinghaus. Na imagem a seguir, o círculo central, cercado por pequenos círculos, representa a Lua no horizonte com objetos em primeiro plano, como árvores e edifícios. Já na imagem seguinte o círculo central representa a Lua no alto do céu, cercada por grandes extensões de céu. Para muitos, o segundo círculo central parece maior, mas ambos são do mesmo tamanho.


Imagem de https://skyandtelescope.org/observing/moonillusion-confusion11252015.



Q1_4.png (141×194)



Porém, essa explicação falha quando analisamos o caso dos astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional, em órbita em torno da Terra. Eles também enxergam a ilusão da Lua, mesmo sem ter objetos em primeiro plano como indicação de distância. Então, esse enigma ainda não foi totalmente resolvido e várias hipóteses ainda estão em discussão. Mas de uma coisa temos certeza: está tudo em nossas cabeças!


FONSECA, N. A ilusão da Lua no horizonte. Espaço do conhecimento. Adaptado. Disponível em: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/a-ilusao-dalua/#:~:text=A%20Ilus%C3%A3o%20da%20Lua%20desde,p are%C3%A7am%20ampliados%20aos%20nossos%20olhos.

A oração introduzida pelo vocábulo “mesmo”, no excerto “Eles também enxergam a ilusão da Lua, meSmo sem ter objetos em primeiro plano como indicação de distância.”, exprime um sentido:
Alternativas
Q3185339 Português
Na frase, “BEATRIZ FICOU TÃO EMOCIONADA QUE CHOROU”, a segunda oração é subordinada adverbial: 
Alternativas
Q3181990 Português
Por que estudar com materiais impressos pode ajudar a
aumentar a retenção

Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita
uma leitura mais lenta e cuidadosa

No mundo digital de hoje, muitos estudantes e profissionais migraram para e-books, tablets e laptops para estudar. No entanto, estudos indicam que o uso de materiais impressos pode ser mais eficaz para a retenção de informações. Entenda por que escolher o papel em vez das telas pode melhorar sua capacidade de aprendizado e memória, segundo um estudo da Universidade de Valencia. As informações são do The Guardian.

1. Materiais impressos reduzem a fadiga ocular e aumentam a concentração

Ler em dispositivos digitais por longos períodos pode causar fadiga ocular, desconforto e dificuldade para se concentrar. A luz
emitida pelas telas digitais, especialmente a luz azul, interfere no foco visual, levando a cansaço e, em alguns casos, dor de
cabeça. Esses fatores afetam diretamente a capacidade de se concentrar e reter informações. Com materiais impressos, você
elimina esse problema, permitindo um estudo mais confortável e prolongado, o que favorece a memorização. Além disso, o papel oferece uma experiência de leitura mais tranquila e linear, sem as distrações constantes de notificações ou a tentação de mudar para outros aplicativos, o que muitas vezes acontece ao estudar em dispositivos digitais.


2. O papel estimula um aprendizado mais ativo e profundo

Estudos mostram que a leitura de materiais impressos envolve um processamento cognitivo mais profundo em comparação com a leitura em dispositivos eletrônicos. Quando você interage com um livro físico, pode sublinhar, fazer anotações nas margens e folhear as páginas com mais facilidade, o que ajuda a reforçar o aprendizado. Essas ações promovem um envolvimento mais ativo com o conteúdo, aumentando a chance de reter as informações a longo prazo. O formato físico também facilita a criação de uma representação mental do conteúdo. Muitas pessoas conseguem "visualizar" onde certas informações estavam localizadas em uma página, o que ajuda na recuperação das informações no futuro. Esse tipo de memória espacial é menos comum quando se lê em dispositivos digitais.


3. Estudar com papel promove melhor compreensão e reflexão

Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita uma leitura mais lenta e cuidadosa. Diferente da leitura rápida que ocorre frequentemente em dispositivos digitais, o papel incentiva a reflexão e a análise crítica. Essa desaceleração é essencial para uma compreensão mais profunda e para a retenção de conceitos complexos. Além disso, o ato físico de virar páginas e marcar progresso em um livro pode gerar uma sensação de conquista e controle sobre o aprendizado, o que ajuda a manter o foco e a motivação. Isso se traduz em um maior comprometimento com o conteúdo, aumentando significativamente a retenção de informações.

O papel como aliado da memória e do aprendizado

Embora os dispositivos digitais ofereçam conveniência, os materiais impressos têm vantagens claras quando o objetivo é melhorar a retenção de informações. Eles reduzem a fadiga ocular, promovem um aprendizado mais ativo e envolvem o cérebro em um processo de leitura mais profundo. Ao incorporar materiais impressos em sua rotina de estudos, você pode melhorar significativamente sua concentração, compreensão e capacidade de lembrar o que aprendeu. Portanto, da próxima vez que precisar estudar algo importante, considere deixar o tablet de lado e recorrer ao bom e velho papel.


Fonte: https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/por-que-estudar-com-materiais-impressos-pode-ajudar-a-aumentar-a-retencao/?fbclid=IwY2xjawF0DdtleHRuA2FlbQIxMQABHbl79jkIg9y4wXAE_i9nJWevHj7Iiw6I-0SQaUP_1hoPBWERHfLRcF-54w_aem_cJ1lizqhZA1_J2oU3MTF3A&sfnsn=wiwspwa. Acesso em: 14 out. 2024.
“Entenda por que escolher o papel em vez das telas pode melhorar sua capacidade de aprendizado e memória, segundo um estudo da Universidade de Valencia”. Em seu contexto de uso, a palavra destacada é um tipo de conectivo classificado como:
Alternativas
Q3178164 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Bater perna


Mineiro que é mineiro quando sai de casa quer resolver o mundaréu de convites que estava devendo.


Ele demora para largar o aconchego de seu lar, mas, quando decide, não quer perder a viagem. Pretende aproveitar o máximo do tempo para dar conta da blitz afetuosa e quitar a lista de intenções do ano passado.


Não é mais um passeio, e sim uma romaria. Se perigar, é capaz de visitar cinco pessoas no sábado, com um tiquinho de café num, um tiquinho de broa no outro, jamais recusando provar os petiscos.


Confunde-se com um trem: várias estações a descer até o fim dos trilhos. Não é à toa que suspira "trem" para qualquer "treco".


Mineiro é supersticioso. Não aceita abrir a boca em vão.


Pressinto a correria da esposa no momento em que confessa que a família vem reclamando que anda sumida e que, se continuar sem dar notícias, pensará que ela morreu. Aliás, mineiro apenas aceita notícias pessoalmente, caso contrário não acredita.


Conversar por telefone ameniza a saudade, ajuda um pouco a entender o problema, porém não substitui a presença em carne e osso. Aqui é São Tomé com Phd: só tocando para crer.


Minha esposa quando fala que vai visitar uma tia é uma parcela da verdade: pretende visitar todas as suas tias. É a tia Norma. É a tia Geni. É tia Therezinha. É tia Naná. Será o dia das tias. O dia exclusivo da tiarada.


Não pode deixar nenhuma de fora, para não ser injusta. Pois se uma fica sabendo, o risco da desilusão é iminente. Uma tia pode se sentir preterida e não atender mais as ligações. Mineiro quando se chateia simplesmente não atende mais as ligações. Finge-se de surdo. O silêncio é a sua terrível vingança: desaparece de repente para gerar preocupação, obrigando quem fez a desfeita a ir a sua casa e bater à porta.


A culpa em Minas está diretamente ligada ao amor. Você se vê culpado até por aquilo que não aconteceu.


Força-se a alegria com medo da tragédia.


Ela parte de manhãzinha e somente voltará à noite. Para não render o assunto comigo, avisa que será rapidinho. Leia-se rapidinho em cada uma das trocentas paradas. Já estarei dormindo, certamente, em seu regresso. Nem me preocupo mais como antes. 


Às vezes acredito que está em permanente campanha eleitoral, tentando desesperadamente não perder os votos que possuía.


Assim como há a data reservada para as tias, ainda tem o dia dos primos, dos tios, dos tios-avós, dos amigos, dos colegas de trabalho. A sorte que é filha única e sobrou um dia para mim, senão teria ainda o dia dos irmãos.


Nunca vi ninguém cuidar tanto da família como o mineiro. Não suporta o adeus, muito menos tolera o tchau. É inté! (traduzindo: volte logo, sem desculpas).


Disponível em Acesso em 25 nov 2024

No trecho "Pois se uma fica sabendo, o risco da desilusão é iminente", as orações subordinadas estabelecem diferentes relações de sentido. Com base nessa análise, assinale a alternativa que descreve corretamente a relação sintática entre as orações.
Alternativas
Q3170902 Português

Texto para a questão.



BELTRÃO, Eliana Santos; GORDILHO, Tereza. A conquista - Língua Portuguesa. São Paulo: FTD – PNLD, 2024

A oração “como o pessoal estava demorando a empacotar suas compras” (linhas 2-3) classifica-se como
Alternativas
Ano: 2024 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2024 - UFMG - Assistente em Administração |
Q3154201 Português
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do Texto I.

Texto I

O vírus do tigrinho

        Além de favorecer o crime organizado, a epidemia das bets representa uma grave ameaça à saúde pública e à economia

Na noite de terça-feira 10, o motorista de aplicativo Níger Soares, de 38 anos, chegou um pouco mais cedo do trabalho para assistir a Seleção Brasileira jogar contra o Paraguai pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Apaixonado por futebol desde criança, o carioca, com formação em Publicidade, tinha “interesse dobrado” no resultado da partida, pois havia feito uma “fezinha” na vitória da equipe canarinho, que acabou não acontecendo. Há anos, ele luta contra a compulsão por apostas e jogos de azar. Soares não titubeia ao afirmar que a avassaladora chegada das empresas de apostas esportivas online, as chamadas bets, dificultou sua luta contra o vício: “A situação piorou. Tem muita propaganda em tudo quanto é lugar. As pessoas estão ficando endividadas, é muita gente”, afirma, embora prefira não entrar em detalhes sobre sua própria situação financeira.

        Soares é um dos 52 milhões de brasileiros que, de acordo com um levantamento feito pelo Instituto Locomotiva, fizeram ou costumam fazer apostas em sites na internet. Apesar de o governo federal ter finalizado o processo de cadastramento das empresas, primeiro passo para concretizar a regulamentação do setor no Brasil, pessoas como ele se veem especialmente vulneráveis às bets e são presas fáceis para outra praga social, os “jogos de cassino online”, que seduzem com a ilusão da riqueza imediata. Entre os apostadores, o mais popular é o caça-níqueis eletrônico Fortune Tiger, conhecido no País como “Jogo do Tigrinho”, que vem sendo letal para pessoas de baixa renda. Segundo a pesquisa, 79% dos que costumam fazer apostas na internet pertencem às classes C, D e E.

        Estudos recentes completam o quadro de desafio à saúde pública e à economia nacional. Um deles, do Banco Itaú, mostra que em um período de 12 meses os brasileiros gastaram 68,2 bilhões de reais em apostas online. Outro, encomendado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), assustada com o impacto já percebido no mercado varejista, aponta que 86% dos apostadores estão endividados e 64% deles negativados no Serasa. Em um país onde 43% da população afirma não ter segurança financeira, a consultoria PwC do Brasil mostra que hoje, para as duas classes da base da pirâmide social, as apostas já equivalem a 76% das despesas mensais com lazer e cultura e a 5% do que é destinado à alimentação. Pesquisas estão sendo realizadas para mensurar também o impacto das bets e dos tigrinhos no orçamento destinado à educação das famílias brasileiras.

        Conhecido como ludopatia, o vício nas apostas é uma enfermidade social que precisa ser prevista e tratada adequadamente no novo arcabouço regulatório. Para o psicólogo clínico Cristiano Costa, uma das cabeças à frente da Empresa Brasileira de Apoio ao Compulsivo (Ebac), nessa doença é impossível adotar uma política de redução de danos como nos casos de adição às drogas. “No transtorno do jogo patológico, existe um vício diferente, que se concentra no comportamento de apostar e que não necessariamente é gerador de danos”. Melhor seria, diz o especialista, uma estratégia para diversificar os modos de obtenção de prazer associado ao risco, bem como de diversão e entretenimento: “Também é necessária muita educação psicoemocional e financeira, já que é uma doença profundamente vinculada ao endividamento”. Segundo estudos da entidade, ao menos 2 milhões de brasileiros sofrem de ludopatia severa.

        CEO da empresa galera.bet, Marcos Sabiá afirma que a certificação ajudará a separar o joio do trigo e a identificar as empresas à margem da lei: “O trigo são empresas que já se preocupam em realizar um tratamento adequado dos dados de seus jogadores, o chamado KYC (know your client)1, a fim de combater crimes como lavagem de dinheiro e manipulação de resultados, sem descuidar da publicidade adequada; tratando o jogo como diversão e não como enriquecimento, investimento ou geração de renda, ao mesmo tempo que identifica e trata eventuais casos de ludopatia”. Segundo Sabiá, essas empresas estão preocupadas com uma relação de longo prazo com o jogador e isso inclui bom atendimento através de seus SACs e compromissos formais com órgãos como o Conar.

        Professor da Unicamp e integrante do Comitê Gestor da Internet no Brasil, Rafael Evangelista avalia que há várias boas propostas em debate: “Elas são necessárias e ajudariam não só na questão da publicidade relativa a jogos, pois várias dessas propostas poderiam contribuir para que houvesse maior responsabilização das plataformas pelos conteúdos que carregam”. Muito se faz referência ao Marco Civil da Internet, diz o especialista, como se ele isentasse as plataformas de responsabilidade sobre os conteúdos: “Mas, a partir do momento em que as plataformas não são intermediários neutros desses conteúdos, elas passam a ser corresponsáveis. O Brasil precisa avançar na legislação e na ação efetiva contra esses anúncios maliciosos”.

        Enquanto abundam as boas intenções, a vida para quem está sujeito à maior vulnerabilidade social e sanitária frente ao fenômeno da proliferação dos sites de apostas online segue na incerteza. Enquanto aguarda nova oportunidade para tentar recuperar o dinheiro perdido com o futebol sofrível da Seleção Brasileira e assim garantir o pagamento dos boletos no fim do mês, Níger Soares diz não acreditar nas medidas pelo tal jogo responsável: “Acho que não vai adiantar, porque vai depender muito da vontade dos próprios jogadores. E são as próprias bets que vão ajudar? Seria legal se tivesse mais ajuda, talvez uma política pública mais séria e abrangente para tratar o problema”. Fica a dica.

THUSWOHL, Maurício. O vírus do tigrinho. Carta Capital, 12 set. 2024. nº 1328. (Adaptado).
      Os marcadores discursivos são responsáveis pelo encadeamento de segmentos textuais, contribuindo para que o texto seja compreendido como uma unidade de sentido. Cada marcador possui sua função e estabelece uma relação de sentido. Assinale a alternativa em que o marcador em destaque exerce a função identificada entre parênteses.
Alternativas
Q3153893 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Carmim de cochonilha: a história do pigmento feito de insetos moídos


        A palavra “vermelho” vem do latim vermiculus, que significa “verme”. O motivo é que, por muito tempo, um pigmento vermelho comum na Europa vinha de um inseto minúsculo de nome científico Kermes vermilio. Esse bichinho excreta um composto químico batizado de ácido quermésico, que já dava cor a roupas, cerâmicas e quadros em Roma. Civilizações antigas das Américas, como astecas e maias, eram fãs de um ácido colorido similar – o ácido carmínico, presente no inseto Dactylopius coccus, a cochonilha.

       No século 15, por exemplo, Montezuma, o imperador asteca, exigiu tributo na forma de cochonilha de onze cidades conquistadas. Até hoje, o Peru e o México estão entre os maiores produtores desse pigmento. Os insetos são criados em cactos, que eles adoram parasitar.

    Para obter meio quilo de pó de carmim, é necessário pulverizar 70 mil cochonilhas secas. Até 20% do corpo do inseto de 0,5 cm consiste nesse ácido de cor vibrante, mas elas pesam frações de grama cada uma. Não rende.

    O pó escarlate se tornaria um dos produtos mais importantes da balança comercial do México colonial: só não movimentava mais dinheiro que a prata. Sua importância era tamanha que essa substância era negociada em bolsas de valores na Europa – como soja e minério de ferro são hoje, por exemplo –, e foi essencial para que a Espanha se tornasse uma potência econômica. 

    Essa commodity fez muito sucesso nos retratos e cenas cristãs dramáticas do barroco. Caravaggio, o pintor italiano, utilizava frequentemente sua tonalidade cor de sangue. Quando os tintureiros europeus começaram a experimentar com o pigmento americano em tecidos, ficaram deslumbrados com sua vivacidade e concentração: o vermelho era muito mais bonito que o gerado pelos insetos do Velho Mundo.

    O carmim de cochonilha só voltou a ser viável economicamente nas últimas décadas: embora tenha saído de cena nas artes, na construção civil e na indústria têxtil, ele ainda é uma opção biologicamente inofensiva para colorir comida e cosméticos, aprovada por agências de vigilância sanitária mundo afora. Aparece em iogurtes, balas e outras coisas sabor morango, bem como no bolo red velvet e em quase todo batom.

    No futuro, é possível que o corante passe a ser secretado por microrganismos geneticamente modificados, eliminando a preocupação dos veganos com a matança de artrópodes.

MOURÃO, M. Carmim de cochonilha: a história do pigmento feito de insetos moídos. Revista Superinteressante. (Adaptado). Disponível em .
Considere o seguinte trecho: “Sua importância era tamanha que essa substância era negociada em bolsas de valores na Europa”. A relação de sentido que se estabelece entre as orações do período apresentado é:
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Q3150232 Português
CINISCA, A PRINCESA ESPARTANA QUE FOI A PRIMEIRA MULHER A VENCER UMA COMPETIÇÃO OLÍMPICA

O que Cinisca conseguiu há cerca de 2.400 anos foi, sem dúvida, um grande feito. Ela ganhou louros em dois Jogos Olímpicos consecutivos em 396 e − 392 AC. -, o que já é algo a se destacar.

Mas conseguir isso quando uma pessoa como ela não poderia sequer estar presente na competição em homenagem ao deus Zeus é algo ainda mais memorável.

Cinisca, mesmo sendo princesa, filha e irmã de reis poderosos, era uma mulher de cerca de 50 anos, e as mulheres daquela época não podiam competir. Foram até proibidas de frequentar o recinto sagrado do Santuário Olímpico. E as mulheres casadas corriam risco de pena de morte caso fossem vistas no evento, mesmo como meras espectadoras. Para elas havia lugar em um festival diferente, em homenagem a Hera, esposa de Zeus.

Pouco se sabe sobre esses jogos além do que o viajante, geógrafo e historiador grego Pausânias contou em sua extensa obra "Descrição da Grécia" do século 2 dC. Segundo esse registro, essa competição era organizada e supervisionada por uma comissão de 16 mulheres das cidades de Elis, que acontecia a cada quatro anos e incluía corridas de meninas vestidas com uma túnica que pendia do ombro esquerdo e com os cabelos soltos.

Mas as atletas tinham que ser jovens e solteiras, então Cinisca também não poderia participar desses jogos. Então, como ela conseguiu a vitória se a competição olímpica era tão cuidadosamente reservada aos homens?

Cinisca se aproveitou de uma brecha legal. Ela participou de corridas de bigas (carruagens) de quatro cavalos seguidas, mas não precisou conduzi-las para vencer, nem precisou estar em Olímpia. Ontem, como hoje, as vitórias, nas corridas equestres, são atribuídas aos proprietários dos cavalos e não aos jóqueis.

Essa foi uma honra importante; o local era reservado para cerimônias religiosas e apenas os reis espartanos eram lembrados dessa forma, e nunca uma mulher. Mas talvez ainda mais emocionante foi o fato de uma estátua de bronze de Cinisca ter sido erguida em Olímpia, o lugar onde ela triunfou, apesar da sua ausência forçada.

Junto com esculturas de sua carruagem e cavalos de bronze, foram os primeiros monumentos dedicados para uma mulher para comemorar vitórias em competições pan-helênicas.

Assim, embora pouco se saiba sobre sua vida, seu nome entrou para a história e ficou gravado na base de sua estátua: "Eu, Cinisca, vencedora com uma carruagem de corcéis velozes, (...) declaro-me a única mulher, em toda a Grécia, que conquistou esta coroa."

Disponível em: https://hojepe.com.br/cinisca-a-princesa-espartana-quefoi-a-primeira-mulher-a-vencer-uma-competicao-olimpica/
I. Cinisca mesmo sendo princesa, filha e irmã de reis poderosos, era uma mulher de cerca de 50 anos, e as mulheres daquela época não podiam competir."


II. "Mas talvez ainda mais emocionante foi o fato de uma estátua de bronze de Cinisca ter sido erguida em Olímpia, o lugar onde ela triunfou, apesar da sua ausência forçada."

Dentro do contexto em que se inserem, os dois termos realçados têm valor de 
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Q3149945 Português
Desabafo
(Ramires Linhares)

     Essa não está sendo uma semana fácil. Definitivamente.

  Imaginem que ontem recebi uma ligação do Banco do Brasil, dizendo que haviam entrado criminosamente na minha conta e retirado sem minha autorização a quantia de 8 mil reais. Minha tranquilidade acabou. Havia algo errado, com certeza. Fiquei chocado.

   Mesmo que os bancos vivam dizendo que é seguro fazer transações pela internet e que só o verdadeiro dono da conta pode entrar nela e realizar os serviços, o risco de hackers invadirem sistemas e mesmo contas particulares sempre existe.

     Mesmo que o crime cometido tenha sido cibernético e somente dinheiro foi levado, há o prejuízo e aquela sensação de vazio e raiva nos invade. Qualquer valor que a pessoa guarda em uma conta é fruto do seu trabalho e está ali para uma emergência qualquer. Quando ocorre um roubo passa um filme na cabeça, pois o valor poderia ter sido usado para fazer ou comprar algo legal e, de repente, ficamos só na vontade.

     Quando recebi a notícia da invasão da conta fiquei assustado e pensativo, com a certeza de que havia algo ruim acontecendo. Ainda com as pernas trêmulas, coloquei os pensamentos em ordem e raciocinei direito. Aí lembrei que não tenho conta no Banco do Brasil e muito menos 8 mil depositado em qualquer lugar.

      Mas vejam bem: e se eu não fosse pobre?

      Por isso é bom tomar cuidado com a tecnologia quando envolve o seu dinheiro.


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/desabafo-35970# 

Dado o excerto:


“Quando recebi a notícia da invasão da conta fiquei assustado (...).”


A oração subordinada presente no fragmento pode ser classificada como:

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Q3149799 Português
TODAS
O risco de ser mulher


   Há 18 anos a Lei Maria da Penha define como crime a violência doméstica e familiar contra a mulher. Ainda assim, o Brasil bate recordes de delitos dessa natureza no ano em que a legislação (que é considerada pela Organização das Nações UnidasONU uma das melhores do mundo) chega à maioridade.

   Prova de que não basta ter lei, é preciso que o Estado aja sem preconceito e dê crédito à palavra das vítimas. Contudo, em boa parte dos casos, as mulheres são responsabilizadas direta ou indiretamente. E, além do trauma da agressão, têm de viver assombradas pela culpa e pela vergonha.

   A violência de gênero contra a mulher compreende, afora a agressão física, os âmbitos psicológico, moral, patrimonial e sexual. A compilação dos dados recentes sobre esse crime deixa explícito o risco de ser mulher no nosso país. É aterrorizante!

Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, a violência doméstica aumentou 10% em 2023. A cada seis minutos uma mulher foi estuprada, sendo 60% das vítimas menor de 13 anos e o criminoso um parente; 1467 mulheres vítimas de feminicídio, a maioria (63%) negra; 80% dos assassinos eram parceiros ou ex-parceiros íntimos; 778 mil mulheres foram ameaçadas; a Justiça concedeu 540 mil medidas protetivas de urgência; A violência psicológica cresceu 33%; a divulgação de cenas de estupro, sexo ou pornografia teve alta de 47%. [...]

  Nesse cenário, o enfrentamento à violência de gênero deveria encontrar amplo respaldo no Congresso Nacional com vistas a ampliar a proteção das vítimas. Mas não é o que acontece. Além do "Projeto de Lei do Estupro" (PL 1.904/2024), que equipara a interrupção da gestação com mais de 22 semanas ao crime de homicídio mesmo em casos de violência sexual, estão em tramitação os PL’s 1.920 e 2.499/2024, que também ameaçam o direito ao aborto legal.

   Em vez de cercear políticas sobre direitos reprodutivos, o parlamento deveria se dedicar a garantir a eficácia da rede de proteção às mulheres.


ANA CRISTINA ROSA. Texto coletado de https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/ 2024/08/ Acesso em 24 de agosto de 2024.
“Ainda assim, o Brasil bate recordes de delitos dessa natureza no ano em que a legislação (que é considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) uma das melhores do mundo) chega à maioridade.”
O operador argumentativo que inicia o período apresenta uma relação semântica de:
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Q3136210 Português

Este pigmento amado por artistas plásticos

era feito com… múmias 


        Um pigmento amarronzado, translúcido e com textura única. Ótimo para fazer sombras e detalhes em pinturas a óleo ou aquarelas. Por alguns séculos, os pintores europeus consideravam que os únicos defeitos do marrom múmia eram desbotar facilmente e rachar depois de seco – dando um visual craquelado para as obras. 


        Foi só em meados do século 19 que um detalhezinho começou a prejudicar o pigmento de tom terroso diante da opinião pública: o nome não estava no sentido figurado. Sua matéria prima eram, literalmente, múmias egípcias moídas.


        A história dessa tinta começou na Europa renascentista, quando múmias trazidas do Egito eram comercializadas sem nenhum apreço por seu valor histórico, principalmente para supostos fins medicinais.


        Os europeus acreditavam, erroneamente, que a substância escura que envolvia os corpos das múmias era betume, uma mistura mineral usada na medicina persa tradicional. Quando eles descobriram tumbas com milhares de cadáveres, acharam que tinham encontrado uma solução para a escassez desse material, e passaram a usar a meleca como remédio para tudo: de dor de dente a infarto. Turistas, exploradores e a população pobre local faziam a festa nos sarcófagos, e os restos mortais eram vendidos por pechinchas: em 1625, era possível comprar três cabeças por meio dirrã, a moeda de prata que circulava no mundo árabe.


        Sabendo que os europeus comiam, bebiam e esfregavam múmias em si mesmos, não é tão chocante descobrir que eles também pintavam com elas. O pigmento só parou de circular de vez no meio do século passado. O marrom-múmia caiu em desuso por causa de sua má reputação, da instabilidade na qualidade do pigmento e, óbvio, da dificuldade em se obter matéria-prima.


        No seu auge, a demanda excedeu a oferta de múmias egípcias. E, apesar de ser “só” marrom, não era fácil replicar as propriedades do betume fake. Alguns fabricantes faziam versões falsificadas, usando cadáveres recentes de pessoas escravizadas ou criminosos.


        É difícil saber quais quadros levaram o pigmento, porque o processo de análise é destrutivo. Mas sabemos que restos mortais de egípcios estão presentes em várias obras consagradas, como a famosa pintura iluminista A liberdade guiando o povo, do francês Eugène Delacroix.


        Você já deve ter visto: a pintura mostra uma mulher vigorosa, de peito nu, empunhando a bandeira da França e um rifle em meio à fumaça de canhões e corpos caídos no chão. Um clássico iluminista europeu, um símbolo da luta pela liberdade, igualdade e fraternidade. Colorido pelos corpos traficados de egípcios de 5 mil anos.


LOBATO, B. Este pigmento amado por artistas plásticos era feito com… múmias. Revista Superinteressante. (Adaptado). Disponível em .

A palavra “porque”, no trecho “É difícil saber quais quadros levaram o pigmento, porque o processo de análise é destrutivo”, introduz uma explicação para o que foi dito anteriormente. Um item que poderia substitui-la, sem causar prejuízo de sentido, é: 
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Q3135856 Português
Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa


Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a comunicação entre meteorologistas e o público. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) afirma que dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicação e alertas para a população. Ela também facilita a comunicação marítima sobre tempestades.


A prática de nomear ciclones tropicais começou anos atrás para ajudar na rápida identificação de tempestades em mensagens de alerta porque nomes são muito mais fáceis de lembrar do que números e termos técnicos. Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o interesse em alertas e aumenta a preparação da comunidade.


Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.


Regiões diferentes adotam padrões diferentes.


Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de pessoas são usadas. Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano Índico, a maioria dos nomes usados não é de pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebe nomes de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou adjetivos.


Para a região do Caribe e da América do Norte, a Organização Meteorológica Mundial possui seis listas diferentes de nomes, que vão de A a Z.


Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que começa com a letra "A". O segundo foi chamado de Beryl, o seguinte, Chris. E assim por diante. Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais perigosos até agora foram o Helene — que provocou 255 mortes há duas semanas — e o Milton.


As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses mesmos nomes já foram usados há seis anos, em 2019. Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde então, há tanto nomes masculinos como femininos.


Furacões e ciclones possuem temporadas fixas, épocas quando eles costumam acontecer.


No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de primeiro de junho a trinta de novembro, período em que os nomes da lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada vai de quinze de maio a trinta de novembro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo.adaptado.


Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de pessoas são usadas.
O número de oração(ões) presente(s) na frase em questão é de:
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Ano: 2024 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Nova Mutum - MT Provas: SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Agente Administrativo | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Violão Clássico e Ukulelê | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Biblioteca | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Consultório Odontológico | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Auxiliar de Sala | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes - Artesanato | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes - Contação de História e Teatro | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes - Crochê | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Artes - Desenho e Grafite | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Dança - Axé | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Dança - Ballet e Jazz | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Flauta Doce e Transversal | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Musicalização | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Percussão | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Teclado, Piano e Viola Caipira | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Violão Clássico/Contrabaixo/Guitarra | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutora do Programa Gente Miúda | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Monitora de Creche | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Técnica de Enfermagem | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Técnica de Laboratório | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Visitadora Social | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Dança - Gauchescas | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Dança - Mato Grossensses | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Inclusão Digital | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Informática | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Esportes – Jiu-Jitsu | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Esportes – Judô | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor de Esportes – Taekwondo | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical | SELECON - 2024 - Prefeitura de Nova Mutum - MT - Instrutor Musical - Canto e Coral |
Q3135834 Português

Leia o texto a seguir:


Cientistas encontram fóssil de rinoceronte de 32 mil anos intacto


Baixas temperaturas teriam conservado a pele e os pelos do

animal; espécie foi encontrada em região da Sibéria


Um grupo de pesquisadores desenterrou um fóssil de uma espécie pré-histórica de rinoceronte na região russa da Sibéria. O corpo do rinoceronte-lanoso (Coelodonta antiquitatis), segundo as análises, data de aproximadamente 32 mil anos atrás, no entanto, as baixas temperaturas podem ter ajudado a preservar o animal praticamente intacto por todos esses anos. 


O animal, apelidado de “rinoceronte de Abyisky”, teria vivido de quatro a cinco anos, um jovem-adulto para a espécie. Ele foi encontrado em uma região de permafrost, onde o solo permanece congelado durante todo o ano, em 2020, mas as novas descobertas só foram divulgadas recentemente em artigo publicado na revista científica Doklady Earth Sciences.


Outros exemplares de rinocerontes-lanosos já haviam sido identificados na Sibéria, mas nunca tão bem preservados. O fóssil permaneceu tão intacto que até parte da pele e dos pelos do animal podem ser observados. "Esta é uma descoberta verdadeiramente única que nos permitirá estudar mais profundamente a história da região, sua fauna antiga, clima e condições geológicas”, destacou Anatoly Nikolaev, reitora da Universidade Federal do Nordeste (NEFU), universidade russa para onde o exemplar foi doado.


O rinoceronte-lanoso foi um animal herbívoro que surgiu por volta de 3,6 milhões de anos atrás habitou a região até por volta de 11.700 anos atrás. A extinção do animal teria acontecido por conta do aumento da temperatura terrestre.


Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2024/10/6956310-cientistas-encontram-fossil-de-rinoceronte-de-32-mil-anos-intacto.html. Acesso em 15 out. 2024.

“O corpo do rinoceronte-lanoso (Coelodonta antiquitatis), segundo as análises, data de aproximadamente 32 mil anos atrás, no entanto, as baixas temperaturas podem ter ajudado a preservar o animal praticamente intacto por todos esses anos” (1º parágrafo). Os dois conectivos em destaque poderiam ser substituídos respectivamente, sem prejuízo de sentido, por:
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Q3133417 Português
Na frase Quando o sol se pôs, as estrelas começaram a brilhar no céu, a conjunção Quando consiste em uma: 
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Q3132259 Português

TEXTO I

Aos 102 anos, idoso volta à sala de aula e inspira alunos.


     A sala de aula voltou a fazer parte da rotina do Pedro Francisco de Souza, de 102 anos. Nascido em Catu, na Bahia, ele se mudou ano passado para o Espírito Santo e, na nova cidade, resolveu voltar a estudar.

      Pedro hoje está na primeira etapa do Ensino de Jovens e Adultos (EJA), na rede municipal de Vitória. Ele tem sido um ótimo aluno e, segundo os professores, inspira muita gente mais nova! “Eu me sinto feliz e, por essa felicidade, ainda quero aprender mais para falar melhor com o público”, contou o idoso.

      Realização

     O ensino foi bastante escasso ao longo da vida de Pedro, embora ele tenha aprendido a ler e escrever. “Sem ler não podemos falar, não podemos fazer nada. É por isso que continuo estudando. Enquanto há vida, há esperança”, refletiu.

    Para Pedro, voltar à sala de aula é uma realização. O filho dele, André Souza, de 46 anos, disse que o pai adora cantar, tocar violão, conversar e ler a Bíblia e que ele é completamente independente. “Ele come sozinho, toma banho sozinho, faz tudo sozinho”, completou o filho orgulhoso.

     Inspiração para os mais jovens

     Pedro é um dos 200 alunos matriculados no EJA. E foi a idade o que mais chamou a atenção dos professores e outros colegas de sala dele, que também são idosos.

   André disse que essa nova rotina tem sido inspiradora também para ele. Pedro se sente orgulhoso por ser um motivador e tem cuidado melhor, inclusive, da própria saúde.


Disponível em: https:// https://cutt.ly/WmeFT2E. Acesso em: 26 jun. 2021 (adaptado).


Leia atentamente o texto, e responda à questão.

Releia este trecho: “Enquanto há vida, há esperança”


A palavra destacada dá ao trecho uma ideia de

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Q3128447 Português

Texto I

Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito


   Falar é como andar. Geralmente, acontece naturalmente, da mesma forma, nas mesmas faixas etárias, em qualquer parte do planeta Terra, independentemente de raça, de cultura, de cor, de gênero e de ensino formal. Basta que sejamos seres humanos.

   É mesmo fato que os homens se distinguem dos outros animais por andar sobre os dois pés, por dominar um sistema de comunicação duplamente articulado (com unidades sonoras e unidades significativas), denominado 'língua natural' ou 'língua humana', e por manifestar inteligência diferenciada que os habilita a criar extensões tecnológicas de todas as partes de seu corpo, até de seu cérebro, como a criação do computador. É fato também que não temos escolha: somos humanos, então falamos. Falamos porque internalizamos ou especializamos uma língua natural específica a partir do ambiente social em que nascemos e vivemos: o domínio de uma ou mais línguas humanas é uma capacidade específica da espécie humana. Nem sabemos ainda qual é o limite do número de línguas que podemos dominar. É fato, todavia, que com 3 anos de idade, qualquer criança de qualquer parte do mundo se comunica com estruturas linguísticas complexas.

   Mas as línguas humanas não são os únicos sistemas de comunicação existentes. Todos os animais conhecidos têm sistema de comunicação, alguns já bem registrados, como o das abelhas, o dos chimpanzés, o dos golfinhos. Ser capaz de se comunicar no interior da espécie e mesmo entre as espécies não significa ter uma língua humana. Os cães de estimação, por exemplo, têm grande capacidade de comunicação com os seres humanos, olho no olho, mas não são capazes de dominar uma língua humana.

  As línguas humanas são, sem dúvida, excelentes instrumentos de comunicação, embora mal-entendidos entre os seres humanos sejam comuns, mesmo quando há domínio de uma mesma língua, de uma mesma variedade. As línguas humanas são, em verdade, mais do que excelentes instrumentos de comunicação. São, também, reflexo da cultura de um povo. São, além disso, parte da cultura de um povo. São ainda mais do que isso: são mecanismos de identidade. Um povo se individualiza, se afirma e é identificado em função de sua língua.

   Por outro lado, podemos desempenhar um papel desumano por meio das línguas humanas, como o exercício do poder desmedido, [ ], que nos leva a subjugar o outro, a alijar o outro do processo produtivo, a diminuir a sua autoestima, a fazer o outro se ... sentir incapaz, se sentir inferior, se sentir infeliz, tudo por meio de formas linguísticas. As línguas humanas podem, sim, ser excelentes instrumentos, mas podem ser também perversos instrumentos de poder e de dominação, especialmente quando se naturalizam relações espúrias entre determinadas construções linguísticas e as pessoas que as falam.


Fonte: SCHERRE, Maria Marta P. Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito. São Paulo: Parábola, 2005. p.9-10.Adaptado.

Considerando a estrutura do período composto “As línguas humanas podem, sim, ser excelentes instrumentos, mas podem ser também perversos instrumentos de poder e de dominação, especialmente quando se naturalizam relações espúrias entre determinadas construções linguísticas e as pessoas que as falam”, analise as afirmações abaixo.
I- Em “As línguas humanas podem, sim, ser excelentes instrumentos, mas podem ser também perversos instrumentos de poder e de dominação”, há uma oração coordenada sindética adversativa.
II- Que, no período composto em análise, exerce a função de conjunção integrante.
III- Que, no período composto em análise, exerce a função de pronome relativo.
IV- A oração introduzida pelo quando se classifica como oração subordinada adverbial temporal.
V- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada substantiva subjetiva.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3122412 Português

Internet:<www.oglobo.globo.com>  (com adaptações).

Com base no texto, julgue o item seguinte. 


A oração “que gostamos de fazer isso” (linhas 24 e 25) é subordinada adverbial.

Alternativas
Q3122410 Português

Internet:<www.oglobo.globo.com>  (com adaptações).

Com base no texto, julgue o item seguinte. 


Na linha 15, “porque” é uma conjunção subordinativa.

Alternativas
Q3120586 Português
Algumas palavras em Língua Portuguesa desempenham diversas funções sintáticas e classificações morfológicas, a depender do contexto morfossintático em que aparecem. Exemplo disso é o SE.

I. Vendem-se apartamentos na orla da Pajuçara a preços de Black Friday.
II. “Ah!, se eu pudesse, no fim do caminho Achar nosso barquinho e levá-lo ao mar Ah!, se eu pudesse tanta poesia Ah!, se eu pudesse, sempre, aquele dia” (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli)
III. Minha questão é se ele vai aceitar o novo cargo ou não.
IV. Após discussão com o namorado, Eleonora foi-se embora de Viçosa para nunca mais voltar.
V. Fala-se muito em empatia ultimamente, mas a efetividade dessa prática é insuficiente nas relações cotidianas.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o SE, em cada aparição.
Alternativas
Respostas
641: C
642: C
643: B
644: A
645: B
646: C
647: A
648: C
649: B
650: B
651: B
652: D
653: D
654: C
655: D
656: A
657: A
658: E
659: E
660: C