Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2417835 Português

Vigilância em Saúde de Esteio registra presença de escorpião-amarelo





                                                                                                                                                    

                               

                                                                                                                                                  (Disponível em: https://www.esteio.rs.gov.br/noticia/22491/1057?titulo=Vigilancia+em+Saude+de+Esteio+registra+presença                                  +de+escorpiao+amarelo+e+faz+alerta – texto adaptado especialmente para esta prova).

O objetivo principal do texto é:
Alternativas
Q2417834 Português

Vigilância em Saúde de Esteio registra presença de escorpião-amarelo





                                                                                                                                                    

                               

                                                                                                                                                  (Disponível em: https://www.esteio.rs.gov.br/noticia/22491/1057?titulo=Vigilancia+em+Saude+de+Esteio+registra+presença                                  +de+escorpiao+amarelo+e+faz+alerta – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas abaixo sobre informações que se pode inferir a partir da leitura do texto:


I.  O principal predador do escorpião-amarelo são as baratas.

II. Uma maneira de se prevenir de acidentes com o escorpião-amarelo é não manter entulhos em casa.

III. O ciclo reprodutivo do escorpião-amarelo é um fenômeno que ajuda a justificar a propagação do animal.


Quais estão corretas?
Alternativas
Q2417596 Português

Texto 2



Pesquisadores elaboram política de cuidado para jovens e adolescentes


         Resultado de uma parceria entre a Agenda Jovem Fiocruz e o Centro de Saúde Escola Samuel Barnsley Pessoa (CSEB), da Universidade de São Paulo (USP), oficina que reuniu pesquisadores e gestores da saúde e de políticas de juventude de Recife, Rio Grande do Norte e Ceará, bem como da Secretaria de Promoção de Igualdade Racial da Bahia, para elaborar políticas de Linha de Cuidado para a Saúde na Adolescência e Juventude (LCA&J) para o Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro teve como base a implementação da Linha de Cuidado para Jovens e Adolescentes no estado de São Paulo, com objetivo de expandir esse tipo de política pública para outros estados.

       “A tarefa principal da oficina é pensar uma metodologia de prospecção, reconhecendo as particularidades locais das redes de atenção, estimulando a adaptação e a criatividade no desenho dessa proposta, que só pode ser realizada reunindo os esforços de diferentes atores: pesquisadores, gestores de políticas públicas de saúde e de juventude e os próprios jovens”, afirmou André Sobrinho, coordenador da Agenda Jovem Fiocruz.

         Linha de Cuidado é uma metodologia de planejamento em saúde desenvolvida como uma estratégia do SUS para estabelecer um “percurso assistencial” ideal dos pacientes em todos os níveis de atenção. Para isso, é preciso padronizar e organizar a oferta de ações de saúde para um segmento, criando orientações, descrevendo as rotinas do paciente e criando canais de comunicação entre diferentes serviços e equipes. Essa metodologia, quando voltada para a adolescência e juventude, inclui diretrizes e estratégias de operação, recomendações práticas e indicadores de avaliação dos resultados. O objetivo é garantir o cuidado integral à saúde de adolescentes e jovens em serviços ambulatoriais do SUS, a partir de uma visão que os considera como sujeitos participantes do cuidado.

         A Agenda Jovem articula a prospecção e fornece dados e subsídios para que a linha de cuidado atenda às necessidades do público jovem, composto de pessoas entre 15 e 29 anos. Esse público é contemplado pelo Estatuto da Juventude (Lei 12.852/2013), legislação de 2013 que ainda é pouco implementada pelas políticas de saúde. Isso porque muitas dessas políticas acabam deixando de atentar para as diferenças entre adolescentes (entre 12 e 18 anos) e jovens com idades mais elevadas.



Experiências nos estados

A Linha de Cuidado para Jovens e Adolescentes (LCA&J) no estado de São Paulo foi montada pela equipe do CSEB/USP, liderada pela pesquisadora Mariana Nasser. De acordo com ela, a LCA&J foi sendo construída por etapas de pesquisa, de modo participativo, através de uma metodologia que buscou pesquisadores, gestores e profissionais da saúde para entender às demandas do público jovem e adolescente. "Queríamos fazer algo que fosse útil para essas pessoas. Uma política que de fato atendesse às necessidades dos próprios adolescentes e jovens, mas também que fosse exequível pelos profissionais. Que tivesse a ver com o que o coordenador do serviço pudesse justificar, e algo compatível com a realidade dos gestores", afirmou a pesquisadora. Um dos desafios, segundo a pesquisadora, foi romper a descrença sobre o desejo dos jovens e adolescentes de procurar serviços de saúde. Em geral, os equipamentos têm pouca presença desse público. "O jovem não procura porque não tem uma política pública, ou um programa e atividades instaladas. Esse é o motivo", afirma Nasser.

           Segundo ela, foi necessário atentar a várias especificidades do público adolescente e jovem, como a preservação do sigilo entre pacientes e profissionais, e adoção de uma linguagem menos “sisuda” no atendimento. Além disso, a ideia é pensar a saúde de forma ampliada, ou seja, como algo que vai além da cura de doenças. “A primeira coisa que o adolescente traz é a dúvida”, afirma a pesquisadora. Muitas vezes essas dúvidas têm a ver com questões como trabalho, raça, religião e vida sexual. “Esse é o primeiro momento, que seria a promoção da saúde. No segundo momento, tem a prevenção de questões como DSTs, Aids, gravidez indesejada e abuso de substâncias como álcool e drogas”.

       “É preciso pensar a própria juventude na diversidade do que é ser jovem, o que é uma complexidade muito grande”, afirma Gilmara Silva de Oliveira, pesquisadora que participará da prospecção da LCA&J na Bahia. “Há questões de saúde específicas para transexuais, travestis e não-binários. É preciso capacitar os profissionais para entenderem que esses são corpos que demandam cuidado. Dentro da instituição, todo mundo tem que saber como atender a essas pessoas. Não só o médico, mas o porteiro, recepcionista. Na unidade de saúde, todo mundo atende. Essa é uma demanda que vem dos jovens”. Na Bahia, a Secretaria de Saúde participa do projeto em parceria com a Secretaria de Promoção à Igualdade Racial.


Disponível em: <http://www.fiocruz.gov.br>. Acesso em: 16 dez. 2023. [Adaptado].

A coordenadora do projeto Linha de Cuidado para a Saúde na Adolescência e Juventude, Mariana Nasser, ao afirmar que foi necessária a “adoção de uma linguagem menos ‘sisuda’ no atendimento aos jovens”, revela uma mudança na política de atendimento que coordena por meio de um recurso de
Alternativas
Q2417594 Português

Texto 2



Pesquisadores elaboram política de cuidado para jovens e adolescentes


         Resultado de uma parceria entre a Agenda Jovem Fiocruz e o Centro de Saúde Escola Samuel Barnsley Pessoa (CSEB), da Universidade de São Paulo (USP), oficina que reuniu pesquisadores e gestores da saúde e de políticas de juventude de Recife, Rio Grande do Norte e Ceará, bem como da Secretaria de Promoção de Igualdade Racial da Bahia, para elaborar políticas de Linha de Cuidado para a Saúde na Adolescência e Juventude (LCA&J) para o Sistema Único de Saúde (SUS). O encontro teve como base a implementação da Linha de Cuidado para Jovens e Adolescentes no estado de São Paulo, com objetivo de expandir esse tipo de política pública para outros estados.

       “A tarefa principal da oficina é pensar uma metodologia de prospecção, reconhecendo as particularidades locais das redes de atenção, estimulando a adaptação e a criatividade no desenho dessa proposta, que só pode ser realizada reunindo os esforços de diferentes atores: pesquisadores, gestores de políticas públicas de saúde e de juventude e os próprios jovens”, afirmou André Sobrinho, coordenador da Agenda Jovem Fiocruz.

         Linha de Cuidado é uma metodologia de planejamento em saúde desenvolvida como uma estratégia do SUS para estabelecer um “percurso assistencial” ideal dos pacientes em todos os níveis de atenção. Para isso, é preciso padronizar e organizar a oferta de ações de saúde para um segmento, criando orientações, descrevendo as rotinas do paciente e criando canais de comunicação entre diferentes serviços e equipes. Essa metodologia, quando voltada para a adolescência e juventude, inclui diretrizes e estratégias de operação, recomendações práticas e indicadores de avaliação dos resultados. O objetivo é garantir o cuidado integral à saúde de adolescentes e jovens em serviços ambulatoriais do SUS, a partir de uma visão que os considera como sujeitos participantes do cuidado.

         A Agenda Jovem articula a prospecção e fornece dados e subsídios para que a linha de cuidado atenda às necessidades do público jovem, composto de pessoas entre 15 e 29 anos. Esse público é contemplado pelo Estatuto da Juventude (Lei 12.852/2013), legislação de 2013 que ainda é pouco implementada pelas políticas de saúde. Isso porque muitas dessas políticas acabam deixando de atentar para as diferenças entre adolescentes (entre 12 e 18 anos) e jovens com idades mais elevadas.



Experiências nos estados

A Linha de Cuidado para Jovens e Adolescentes (LCA&J) no estado de São Paulo foi montada pela equipe do CSEB/USP, liderada pela pesquisadora Mariana Nasser. De acordo com ela, a LCA&J foi sendo construída por etapas de pesquisa, de modo participativo, através de uma metodologia que buscou pesquisadores, gestores e profissionais da saúde para entender às demandas do público jovem e adolescente. "Queríamos fazer algo que fosse útil para essas pessoas. Uma política que de fato atendesse às necessidades dos próprios adolescentes e jovens, mas também que fosse exequível pelos profissionais. Que tivesse a ver com o que o coordenador do serviço pudesse justificar, e algo compatível com a realidade dos gestores", afirmou a pesquisadora. Um dos desafios, segundo a pesquisadora, foi romper a descrença sobre o desejo dos jovens e adolescentes de procurar serviços de saúde. Em geral, os equipamentos têm pouca presença desse público. "O jovem não procura porque não tem uma política pública, ou um programa e atividades instaladas. Esse é o motivo", afirma Nasser.

           Segundo ela, foi necessário atentar a várias especificidades do público adolescente e jovem, como a preservação do sigilo entre pacientes e profissionais, e adoção de uma linguagem menos “sisuda” no atendimento. Além disso, a ideia é pensar a saúde de forma ampliada, ou seja, como algo que vai além da cura de doenças. “A primeira coisa que o adolescente traz é a dúvida”, afirma a pesquisadora. Muitas vezes essas dúvidas têm a ver com questões como trabalho, raça, religião e vida sexual. “Esse é o primeiro momento, que seria a promoção da saúde. No segundo momento, tem a prevenção de questões como DSTs, Aids, gravidez indesejada e abuso de substâncias como álcool e drogas”.

       “É preciso pensar a própria juventude na diversidade do que é ser jovem, o que é uma complexidade muito grande”, afirma Gilmara Silva de Oliveira, pesquisadora que participará da prospecção da LCA&J na Bahia. “Há questões de saúde específicas para transexuais, travestis e não-binários. É preciso capacitar os profissionais para entenderem que esses são corpos que demandam cuidado. Dentro da instituição, todo mundo tem que saber como atender a essas pessoas. Não só o médico, mas o porteiro, recepcionista. Na unidade de saúde, todo mundo atende. Essa é uma demanda que vem dos jovens”. Na Bahia, a Secretaria de Saúde participa do projeto em parceria com a Secretaria de Promoção à Igualdade Racial.


Disponível em: <http://www.fiocruz.gov.br>. Acesso em: 16 dez. 2023. [Adaptado].

A notícia, como gênero discursivo, tem a função de trazer dados para o leitor, a fim de esclarecer sobre assuntos de interesse geral. No texto da Fundação Fiocruz, o propósito comunicativo da notícia tem a intenção de
Alternativas
Q2417593 Português
Na campanha, a expressão imperativa do verbo “cuidar” leva a um efeito de sentido que 
Alternativas
Q2417592 Português
A campanha publicitária do Greenpeace acima incita o leitor a
Alternativas
Q2417531 Português
Leia o texto da charge:

Imagem associada para resolução da questão


A charge tem como objetivo principal promover uma crítica:
Alternativas
Q2417529 Português
A questão se refere ao texto a seguir:


Controlar a dengue é dever de todos

A abertura de um hospital de campanha em Belo Horizonte, por si, já mostra a gravidade da epidemia de dengue em Minas Gerais. Já passavam de três dezenas de mortes e 7.000 infecções confirmadas até o fim de fevereiro. E a perspectiva é que a situação se agrave.

O início do ano, mesclando pancadas de chuvas com calor intenso, potencializaram os efeitos do ressurgimento dos sorotipos 3 e 4 da dengue – para os quais a população não estava mais imunologicamente preparada. Assim, houve uma disparada de casos em todo o Brasil. Minas Gerais se destacou negativamente nesse cenário como uma das maiores concentrações de caso por 100 mil habitantes [...].

Em audiência pública, deputados da Assembleia Legislativa de Minas Gerais apontaram falhas no sistema de enfrentamento da dengue. Entre eles, a liberação tardia e lenta de recursos (pouco mais de R$ 100 milhões) para as prefeituras desde a decretação de estado de calamidade. Além disso, prefeituras relataram dificuldades para aquisição do Ultra Baixo Volume (UBV) para a realização de fumacês no combate ao Aedes aegypti.

[...]

Apesar de serem os principais prejudicados pela infestação, os próprios cidadãos contribuem para ela, negligenciando os cuidados com a prevenção. Mais de um terço dos focos de larvas encontrados no início do ano estava em vasos, frascos, pratos de plantas e outros depósitos móveis nas residências; e um quarto, em lixo e entulho espalhado.

Controlar a dengue depende de um esforço conjunto e eficiente do poder público e da população. Um, provendo recursos com agilidade e eficiência onde são mais necessários; e outro, atuando diligentemente na limpeza e eliminação dos focos dentro de casa e na vizinhança. Sem isso, não há outro resultado senão mais doenças e mortes.


O tempo. 02/03/2024. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/controlar-a-dengue-e-dever-de-todos-1.3340912 Acesso em: 02 mar. 2024. Adaptado.
Leia o verbete abaixo:

Impessoal:
1. que não pertence ou se refere a uma pessoa em particular
2. desprovido de qualquer traço pessoal ou particular
3. que não possui sujeito (diz-se da frase, da oração, etc)

HOUAISS. Mini-dicionário. 2021, p.408.

Leia o título de um artigo de jornal, reproduzido a seguir:

Adiamos viver plenamente por medo, orgulho ou simples negligência

Por Jussara Vieira Cardoso. Estado de Minas.

Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/vitalidade/2024/03/6812516-adiamos-viver-plenamente-por-medo-orgulho-ousimples-negligencia.html acesso em 04 mar. 2024. Adaptado.

Considerando as definições indicadas no verbete, aplicadas ao título, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q2417528 Português
A questão se refere ao texto a seguir:


Controlar a dengue é dever de todos

A abertura de um hospital de campanha em Belo Horizonte, por si, já mostra a gravidade da epidemia de dengue em Minas Gerais. Já passavam de três dezenas de mortes e 7.000 infecções confirmadas até o fim de fevereiro. E a perspectiva é que a situação se agrave.

O início do ano, mesclando pancadas de chuvas com calor intenso, potencializaram os efeitos do ressurgimento dos sorotipos 3 e 4 da dengue – para os quais a população não estava mais imunologicamente preparada. Assim, houve uma disparada de casos em todo o Brasil. Minas Gerais se destacou negativamente nesse cenário como uma das maiores concentrações de caso por 100 mil habitantes [...].

Em audiência pública, deputados da Assembleia Legislativa de Minas Gerais apontaram falhas no sistema de enfrentamento da dengue. Entre eles, a liberação tardia e lenta de recursos (pouco mais de R$ 100 milhões) para as prefeituras desde a decretação de estado de calamidade. Além disso, prefeituras relataram dificuldades para aquisição do Ultra Baixo Volume (UBV) para a realização de fumacês no combate ao Aedes aegypti.

[...]

Apesar de serem os principais prejudicados pela infestação, os próprios cidadãos contribuem para ela, negligenciando os cuidados com a prevenção. Mais de um terço dos focos de larvas encontrados no início do ano estava em vasos, frascos, pratos de plantas e outros depósitos móveis nas residências; e um quarto, em lixo e entulho espalhado.

Controlar a dengue depende de um esforço conjunto e eficiente do poder público e da população. Um, provendo recursos com agilidade e eficiência onde são mais necessários; e outro, atuando diligentemente na limpeza e eliminação dos focos dentro de casa e na vizinhança. Sem isso, não há outro resultado senão mais doenças e mortes.


O tempo. 02/03/2024. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/controlar-a-dengue-e-dever-de-todos-1.3340912 Acesso em: 02 mar. 2024. Adaptado.
NÃO é um argumento utilizado pelo autor do texto para defender o combate à dengue: 
Alternativas
Q2417527 Português
A questão se refere ao texto a seguir:


Controlar a dengue é dever de todos

A abertura de um hospital de campanha em Belo Horizonte, por si, já mostra a gravidade da epidemia de dengue em Minas Gerais. Já passavam de três dezenas de mortes e 7.000 infecções confirmadas até o fim de fevereiro. E a perspectiva é que a situação se agrave.

O início do ano, mesclando pancadas de chuvas com calor intenso, potencializaram os efeitos do ressurgimento dos sorotipos 3 e 4 da dengue – para os quais a população não estava mais imunologicamente preparada. Assim, houve uma disparada de casos em todo o Brasil. Minas Gerais se destacou negativamente nesse cenário como uma das maiores concentrações de caso por 100 mil habitantes [...].

Em audiência pública, deputados da Assembleia Legislativa de Minas Gerais apontaram falhas no sistema de enfrentamento da dengue. Entre eles, a liberação tardia e lenta de recursos (pouco mais de R$ 100 milhões) para as prefeituras desde a decretação de estado de calamidade. Além disso, prefeituras relataram dificuldades para aquisição do Ultra Baixo Volume (UBV) para a realização de fumacês no combate ao Aedes aegypti.

[...]

Apesar de serem os principais prejudicados pela infestação, os próprios cidadãos contribuem para ela, negligenciando os cuidados com a prevenção. Mais de um terço dos focos de larvas encontrados no início do ano estava em vasos, frascos, pratos de plantas e outros depósitos móveis nas residências; e um quarto, em lixo e entulho espalhado.

Controlar a dengue depende de um esforço conjunto e eficiente do poder público e da população. Um, provendo recursos com agilidade e eficiência onde são mais necessários; e outro, atuando diligentemente na limpeza e eliminação dos focos dentro de casa e na vizinhança. Sem isso, não há outro resultado senão mais doenças e mortes.


O tempo. 02/03/2024. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/controlar-a-dengue-e-dever-de-todos-1.3340912 Acesso em: 02 mar. 2024. Adaptado.
O trecho que justifica de forma mais adequada o título do texto é:
Alternativas
Q2416390 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3




Disponível em:
<https://www.facebook.com/chargesdoniniu/photos/a.2405848836122038/6000
382283335324/?type=3>. Acesso em: 10 fev. 2024.
A partir da combinação entre linguagem verbal e informações visuais, o objetivo da charge é: 
Alternativas
Q2416386 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


    A conexão do aluno deve ser com a escola, não com o celular. Esse é o lema da Prefeitura do Rio de Janeiro para o início do ano letivo na rede municipal. A volta às aulas traz novidades: o uso do telefone está proibido.
    Desde agosto do ano passado, os estudantes só podiam pegar aparelhos nos intervalos. Mas agora um decreto do prefeito Eduardo Paes ampliou essa proibição — o celular está vetado no horário de aula, durante o recreio e fora da sala quando houver explanação do professor e realização de trabalhos individuais ou em grupo.
    Os smartphones devem ficar na mochila ou na bolsa, desligados ou em modo silencioso. Sequer a vibração é permitida. Exceções estão previstas para casos específicos, como alunos com deficiência ou em situações de força maior – como doença.
    Os pais aprovaram a intervenção. Não à toa, a consulta pública realizada pela Secretaria Municipal de Educação do Rio, entre dezembro e janeiro, recebeu 10.437 contribuições, sendo 83% favoráveis à proibição.


EDITORA 3. Celular na escola: usar ou não usar? Eis a questão resolvida pelo
Rio de Janeiro. Disponível em: <https://istoe.com.br/celular-na-escola-usar-ounao-usar-eis-a-questao-resolvida-pelo-rio-de-janeiro/>. Acesso em: 9 fev.
2024. [Adaptado].
Da leitura do texto, infere-se que:
Alternativas
Q2416384 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1

     Geração Alpha é o nome dado para quem nasceu desde 2010, e ainda vai nascer até 2025. Eles sucedem a Geração Z, que veio à luz entre 1997 e 2009. Enquanto boa parte da Geração Z não teve contato com smartphones nos primeiros anos da infância, os alphas passaram por sua lavagem cerebral, digamos assim, logo na saída do útero.
     Nos EUA, 90% das crianças com 1 ano têm contato com tablets e smartphones. E uma pesquisa, de 2019 com 3 mil crianças ao redor do mundo, detectou que a profissão mais desejada pelos pequenos ao crescer era a de YouTuber.
     Além disso, os alphas também são mais propensos a crescer em configurações familiares menos tradicionais, com famílias inter-raciais, homoafetivas ou com mães e pais solos – uma revolução de proporções históricas.
     A moda de dividir os seres humanos em safras, diga-se, pegou quando os nascidos nos EUA na prosperidade do pósguerra, entre 1946 e 1964, ganharam o rótulo de baby boomers (explosão de bebês). As outras denominações (Geração X, Y, Z, alpha) foram vindo na sequência.
     Mas vale lembrar que isso não é ciência. Não é possível dizer que alguém nascido em 1998 difere grande coisa de quem veio ao mundo em 1995. Porém, a divisão tem sua utilidade na hora de analisar tendências da sociedade para o longo prazo. 


CARBINATTO, Bruno. O que é a geração Alpha? Disponível em:
https://vocesa.abril.com.br/coluna/guru/o-que-e-ageracao-alpha. Acesso em: 6
de fev. 2024. [Adaptado].

No primeiro parágrafo, o trecho “Enquanto boa parte da geração Z não teve contato com smartphones nos primeiros anos da infância, os alphas passaram por sua lavagem cerebral, digamos assim, logo na saída do útero”, é um argumento: 
Alternativas
Q2416383 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1

     Geração Alpha é o nome dado para quem nasceu desde 2010, e ainda vai nascer até 2025. Eles sucedem a Geração Z, que veio à luz entre 1997 e 2009. Enquanto boa parte da Geração Z não teve contato com smartphones nos primeiros anos da infância, os alphas passaram por sua lavagem cerebral, digamos assim, logo na saída do útero.
     Nos EUA, 90% das crianças com 1 ano têm contato com tablets e smartphones. E uma pesquisa, de 2019 com 3 mil crianças ao redor do mundo, detectou que a profissão mais desejada pelos pequenos ao crescer era a de YouTuber.
     Além disso, os alphas também são mais propensos a crescer em configurações familiares menos tradicionais, com famílias inter-raciais, homoafetivas ou com mães e pais solos – uma revolução de proporções históricas.
     A moda de dividir os seres humanos em safras, diga-se, pegou quando os nascidos nos EUA na prosperidade do pósguerra, entre 1946 e 1964, ganharam o rótulo de baby boomers (explosão de bebês). As outras denominações (Geração X, Y, Z, alpha) foram vindo na sequência.
     Mas vale lembrar que isso não é ciência. Não é possível dizer que alguém nascido em 1998 difere grande coisa de quem veio ao mundo em 1995. Porém, a divisão tem sua utilidade na hora de analisar tendências da sociedade para o longo prazo. 


CARBINATTO, Bruno. O que é a geração Alpha? Disponível em:
https://vocesa.abril.com.br/coluna/guru/o-que-e-ageracao-alpha. Acesso em: 6
de fev. 2024. [Adaptado].

De acordo com o texto, a divisão humana em “safras” ou gerações, iniciada no período pós-guerra,
Alternativas
Q2416382 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1

     Geração Alpha é o nome dado para quem nasceu desde 2010, e ainda vai nascer até 2025. Eles sucedem a Geração Z, que veio à luz entre 1997 e 2009. Enquanto boa parte da Geração Z não teve contato com smartphones nos primeiros anos da infância, os alphas passaram por sua lavagem cerebral, digamos assim, logo na saída do útero.
     Nos EUA, 90% das crianças com 1 ano têm contato com tablets e smartphones. E uma pesquisa, de 2019 com 3 mil crianças ao redor do mundo, detectou que a profissão mais desejada pelos pequenos ao crescer era a de YouTuber.
     Além disso, os alphas também são mais propensos a crescer em configurações familiares menos tradicionais, com famílias inter-raciais, homoafetivas ou com mães e pais solos – uma revolução de proporções históricas.
     A moda de dividir os seres humanos em safras, diga-se, pegou quando os nascidos nos EUA na prosperidade do pósguerra, entre 1946 e 1964, ganharam o rótulo de baby boomers (explosão de bebês). As outras denominações (Geração X, Y, Z, alpha) foram vindo na sequência.
     Mas vale lembrar que isso não é ciência. Não é possível dizer que alguém nascido em 1998 difere grande coisa de quem veio ao mundo em 1995. Porém, a divisão tem sua utilidade na hora de analisar tendências da sociedade para o longo prazo. 


CARBINATTO, Bruno. O que é a geração Alpha? Disponível em:
https://vocesa.abril.com.br/coluna/guru/o-que-e-ageracao-alpha. Acesso em: 6
de fev. 2024. [Adaptado].

Na situação comunicativa em que se insere, o texto tem a função social de:
Alternativas
Q2415576 Português
A Mulher Ramada







Colasanti, M. A mulher Ramada. In:__. Doze reis e a moça do Labirinto do vento – 12ª.ed. São Paulo: Global,2006, p. 26-28. Adaptado. 
A interpretação textual está ligada às conclusões a que se pode chegar conectando as ideias do texto com a realidade. Dessa forma, por meio da intencionalidade discursiva do autor em “A mulher Ramada”, é correto afirmar que
Alternativas
Q2415575 Português
A Mulher Ramada







Colasanti, M. A mulher Ramada. In:__. Doze reis e a moça do Labirinto do vento – 12ª.ed. São Paulo: Global,2006, p. 26-28. Adaptado. 
Na passagem “E ardendo de amor e febre na cama, inutilmente chamou por sua amada”, o processo de formação específico da palavra em negrito é o mesmo do vocábulo destacado em
Alternativas
Q2415573 Português
A Mulher Ramada







Colasanti, M. A mulher Ramada. In:__. Doze reis e a moça do Labirinto do vento – 12ª.ed. São Paulo: Global,2006, p. 26-28. Adaptado. 
O conectivo destacado em “De tanto contrariar a primavera, adoeceu, pois, o jardineiro” tem o mesmo valor semântico do conectivo destacado no item
Alternativas
Q2415571 Português
A Mulher Ramada







Colasanti, M. A mulher Ramada. In:__. Doze reis e a moça do Labirinto do vento – 12ª.ed. São Paulo: Global,2006, p. 26-28. Adaptado. 
Atente-se aos trechos seguintes para marcar a alternativa correta.

I. “Assim o jardineiro via o mundo [...]”
II. “E seu coração de jardineiro soube que jamais teria coragem de podá-la [...]”
Alternativas
Q2415247 Português
            A vida em sociedade trouxe para os seres humanos um aprendizado extremamente importante: não se poderiam resolver todas as questões pela força, era preciso usar a palavra para persuadir os outros a fazer alguma coisa. Por isso, o aparecimento da argumentação está ligado à vida em sociedade e, principalmente, ao surgimento das primeiras democracias.
         Todo discurso tem uma dimensão argumentativa. Alguns se apresentam como explicitamente argumentativos (por exemplo, o discurso político, o discurso publicitário), enquanto outros não se apresentam como tal (por exemplo, o discurso didático, o discurso romanesco, o discurso lírico). No entanto, todos são argumentativos: de um lado, porque o modo de funcionamento real do discurso é o dialogismo; de outro, porque sempre o enunciador pretende que suas posições sejam acolhidas, que ele mesmo seja aceito, que o enunciatário faça dele uma boa imagem.

José Luiz Fiorin. Argumentação. 2.ª ed. revista e ampliada.
São Paulo: Editora Contexto, 2022, p.11 (com adaptações).

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.


O emprego do presente do indicativo no segundo parágrafo do texto sinaliza que as ações apresentadas tiveram início no passado e se estendem até o momento atual.

Alternativas
Respostas
12341: E
12342: D
12343: C
12344: D
12345: A
12346: B
12347: D
12348: A
12349: C
12350: D
12351: A
12352: D
12353: D
12354: C
12355: D
12356: A
12357: D
12358: C
12359: B
12360: E