Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2501091 Português
A maternidade é para mim?

A pergunta correta é: você quer que seja?
Ana Fontes | 10.mai.2024 

        Mais um domingo de Dia das Mães chegando, campanhas publicitárias caríssimas de um lado, cartazes de "aqui está o presente da sua mãe" na prateleira de Tupperware do mercado do outro. A coluna de hoje é uma carta aberta às mães.
        Se você me perguntar qual é o trabalho mais complexo do mundo, direi que é ser mãe. A verdade é que não há desafios em uma empresa que se comparem aos desafios da maternidade. Ser mãe envolve se desdobrar em desafios físicos, emocionais e, principalmente, sociais. No Brasil, as mulheres representam mais da metade da população (e são mães da outra metade). A maternidade deveria ser uma pauta essencial a ser discutida no trabalho, na política e na sociedade.
        Apesar de este texto ser voltado para mães, percebo a maternidade como uma escolha livre para as mulheres. Ela não deve ser encarada como o único caminho para nós. Definitivamente, não estou entre aqueles que acreditam que a mulher nasceu para ser mãe; você nasceu e pode se tornar quem e o que quiser.
        Observo mulheres enfrentando o dilema de quando ser mãe e como isso afetará suas carreiras. Essa situação, além de desafiadora, não deveria nos impor pressa ou medo na realização de nossos sonhos, nem nos obrigar a sacrificar outras áreas de nossas vidas. Mas a gente sabe que a realidade não é assim.
        Sem querer romantizar, mas, [como] mulher e rodeada de outras, nós sabemos, mais do que ninguém, [como] fazer do limão uma limonada. Apesar de o mundo não ser feito para nós, ele é feito por nós. Diversos estudos mostram que as habilidades adquiridas na maternidade são valiosas no ambiente de trabalho. A capacidade de gerenciar tarefas, de tomar decisões e de resolver problemas de forma criativa é uma competência adquirida ao longo dessa jornada louca que é maternar.
        E sim, para que isso aconteça, a gente precisa de mulheres e de mulheres-mães no poder para que licença maternidade não seja sinônimo de demissão quando esse período acabar. Que não precisemos passar por sufoco para conseguir creches e pré-escolas acessíveis e de qualidade, que as empresas enxerguem a flexibilidade de horários como algo normal na rotina de qualquer ser humano, que salários justos e oportunidades sejam iguais para homens e mulheres. Precisamos de nós tomando decisões por nós, já que sabemos onde o calo aperta.
        Mas hoje vim falar sobre o respeito que parece que as mulheres não recebem por suas escolhas. Então, que, nos próximos dias das mães — cientes de que não será logo —, a gente enxergue a verdadeira contribuição delas para o mundo, que a maternidade não tenha gosto de culpa e muito menos de fim do mundo. Que a maternidade seja celebrada por quem decidiu vivenciá-la e respeitada por quem não quis. No final, sempre somos nós por nós.

FONTES, Ana. A maternidade é para mim? Folha de São Paulo, 10 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/anafontes/2024/05/a-maternidade-e-para-mim.shtml. Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.
Para a autora, a maternidade:
Alternativas
Q2501009 Português

Leia um trecho do poema abaixo para responder à questão.


Ispinho e fulô
É nascê, vivê e morrê
Nossa herança natura
Todos tem que obedecê
Sem tê a quem se quexá
[...]

Até a propa criança
Tão nova e tão atraente
Conduzindo a mesma herança
Sai do seu berço inocente,
[...]

Fora da infança querida
No seu rosto de razão
Vê muntas fulô caída
Machucada pelo chão,
Pois vê neste mundo ingrato
Injustiça, assassinato
E uns aos outros perseguindo
E assim nós vamo penando
Vendo os ispinho omentando
E as fulô dimimnuindo.
[...] 

(Patativa do Assaré. Ispinho e fulô. São Paulo: Hedra, 2005. p. 25 e 26)

Marque V para Verdadeiro ou F para Falso e assinale a alternativa que apresente a sequência CORRETA:


( ) A primeira estrofe apresenta o ciclo da vida como algo que deve ser aceito.
( ) O poema apresenta muitas irregularidades em relação à concordância nominal.
( ) Quase em sua totalidade, percebemos que, de acordo com a norma padrão da língua, há irregularidades quanto a concordância nominal de gênero e número.
( ) Sabendo que Patativa do Assaré se preocupava muito com a seca e seus males, ele se expressou de forma a repensarmos sobre o desmatamento e o que devemos fazer para combater esse mal contemporâneo. 
Alternativas
Q2501003 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Grávidas no contrafluxo

        O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou a pesquisa: Indicadores Sociais 2007, e um dos dados que mais chamou a atenção foi o número de adolescentes que tiveram filhos nos últimos dez anos. Em 1996, 6,9% das garotas entre 15 e 17 anos já eram mães. Esse número subiu para 7,6% em 2006. Você pode até pensar que o aumento não foi tão grande assim, se não fosse por um detalhe: essa é a única faixa etária em que a taxa de fecundidade aumentou. Ou seja, as mulheres estão tendo menos filhos e as adultas estão esperando mais para se tornarem mães. Só as adolescentes vêm no contrafluxo. Para se ter uma ideia, na faixa dos 18 aos 24 anos, a fecundidade caiu de 38% para 34,9% durante os últimos dez anos. Quer mais um número impressionante? De todos os partos realizados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no ano passado, quase 16% deles envolveram garotas com menos de 19 anos, ou seja, elas engravidaram ainda na adolescência.
        Esse aumento de mães adolescentes é bastante preocupante, embora não seja só por causa da questão emocional que a gravidez na adolescência deva ser evitada. Vendo sob o aspecto da saúde, a gestação precoce é considerada de alto risco, mesmo que a garota seja muito saudável. Como o corpo da adolescente ainda não está completamente desenvolvido, as condições para a realização do parto são mais complicadas. Além disso, os bebês gerados por adolescentes têm uma tendência maior a nascerem prematuros e abaixo do peso normal - o baixo peso, menos de 2,5 quilos ao nascer, é um dos fatores de risco para a mortalidade infantil. A chance de uma gestante adolescente ter hipertensão (pressão alta na gestação), por exemplo, é cinco vezes maior do que uma mulher adulta. O risco de desenvolver anemia durante a gravidez também é maior entre as adolescentes, graças a duas características: seus corpos ainda não estarem completamente desenvolvidos e os hormônios estarem em alta nessa faixa-etária. A coisa é bem séria: a gestação precoce é a terceira causa de morte de garotas entre 15 e 18 anos no Brasil.
        Outro ponto a ser levado em consideração é a evasão escolar. Pense bem: se às vezes já é difícil levar os estudos direitinho sem ter que cuidar de um bebê, imagine uma garota que tem de amamentar, trocar fralda, preparar papinha e que não vai conseguir dormir bem porque seu bebê chora a noite inteira! Sem contar que muitas ficam com vergonha de voltar para a escola depois de terem seus bebês. Por isso, tantas meninas saem da escola quando engravidam. Um estudo feito pela ONU, com mais de 10 mil brasileiros na faixa etária de 15 a 17 anos, mostra que 56% dos jovens que abandonam a escola são garotas. Um quarto delas parou de estudar porque engravidou na adolescência. Isso torna a gravidez precoce a maior causa de evasão escolar entre as meninas que deveriam estar no Ensino Médio.
        O problema não é só durante a gestação ou logo após o parto. Mesmo depois de terem seus filhos, a taxa de retorno à escola é bem baixa entre as jovens mães. Para agravar ainda mais a situação, cerca de 40% das garotas que têm filho antes dos 18 anos voltam a engravidar dentro de 3 anos. Complicado, hein?
(BOUER, Jairo. Disponível em: [http://blogeducacional.com.br/jairo_bouer/p74553/#c mnt]. Acesso em 25/11/2016)
O autor, ao longo do texto usa argumentos para sustentar sua tese. Associe a primeira coluna aos argumentos que sustentam a opinião correspondente e assinale a sequência CORRETA.

Opinião

1.
Não é só por causa da questão emocional que a gravidez na adolescência deve ser evitada.
2. A coisa é bem séria
3. Outro ponto a ser considerado é a evasão escolar.
4. O problema não é só durante a gestação ou logo após o parto.


Argumentos que sustentam a opinião

( ) Um estudo feito pela ONU, com mais de 10 mil brasileiros na faixa etária de 15 a 17 anos, mostra que 56% dos jovens que abandonam a escola são garotas. Um quarto delas parou de estudar porque engravidou na adolescência. Isso torna a gravidez precoce a maior causa de evasão escolar entre as meninas que deveriam estar no Ensino Médio.
 ( ) Mesmo depois de terem seus filhos, a taxa de retorno à escola é bem baixa entre as jovens mães. Para agravar ainda mais a situação, cerca de 40% das garotas que têm filho antes dos 18 anos voltam a engravidar dentro de 3 anos.
( ) A gestação precoce é a terceira causa de morte de garotas entre 15 e 18 anos no Brasil.
( ) Sob o aspecto de saúde, a gestação precoce é considerada de alto risco. Há uma tendência maior de os bebês nascerem prematuros e abaixo do peso normal, e o baixo peso é um dos fatores de risco para a mortalidade infantil. Ainda, a chance de uma adolescente gestante ter hipertensão é cinco vezes maior do que a de uma mulher adulta, bem como de desenvolver anemia.
Alternativas
Q2501002 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Grávidas no contrafluxo

        O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou a pesquisa: Indicadores Sociais 2007, e um dos dados que mais chamou a atenção foi o número de adolescentes que tiveram filhos nos últimos dez anos. Em 1996, 6,9% das garotas entre 15 e 17 anos já eram mães. Esse número subiu para 7,6% em 2006. Você pode até pensar que o aumento não foi tão grande assim, se não fosse por um detalhe: essa é a única faixa etária em que a taxa de fecundidade aumentou. Ou seja, as mulheres estão tendo menos filhos e as adultas estão esperando mais para se tornarem mães. Só as adolescentes vêm no contrafluxo. Para se ter uma ideia, na faixa dos 18 aos 24 anos, a fecundidade caiu de 38% para 34,9% durante os últimos dez anos. Quer mais um número impressionante? De todos os partos realizados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no ano passado, quase 16% deles envolveram garotas com menos de 19 anos, ou seja, elas engravidaram ainda na adolescência.
        Esse aumento de mães adolescentes é bastante preocupante, embora não seja só por causa da questão emocional que a gravidez na adolescência deva ser evitada. Vendo sob o aspecto da saúde, a gestação precoce é considerada de alto risco, mesmo que a garota seja muito saudável. Como o corpo da adolescente ainda não está completamente desenvolvido, as condições para a realização do parto são mais complicadas. Além disso, os bebês gerados por adolescentes têm uma tendência maior a nascerem prematuros e abaixo do peso normal - o baixo peso, menos de 2,5 quilos ao nascer, é um dos fatores de risco para a mortalidade infantil. A chance de uma gestante adolescente ter hipertensão (pressão alta na gestação), por exemplo, é cinco vezes maior do que uma mulher adulta. O risco de desenvolver anemia durante a gravidez também é maior entre as adolescentes, graças a duas características: seus corpos ainda não estarem completamente desenvolvidos e os hormônios estarem em alta nessa faixa-etária. A coisa é bem séria: a gestação precoce é a terceira causa de morte de garotas entre 15 e 18 anos no Brasil.
        Outro ponto a ser levado em consideração é a evasão escolar. Pense bem: se às vezes já é difícil levar os estudos direitinho sem ter que cuidar de um bebê, imagine uma garota que tem de amamentar, trocar fralda, preparar papinha e que não vai conseguir dormir bem porque seu bebê chora a noite inteira! Sem contar que muitas ficam com vergonha de voltar para a escola depois de terem seus bebês. Por isso, tantas meninas saem da escola quando engravidam. Um estudo feito pela ONU, com mais de 10 mil brasileiros na faixa etária de 15 a 17 anos, mostra que 56% dos jovens que abandonam a escola são garotas. Um quarto delas parou de estudar porque engravidou na adolescência. Isso torna a gravidez precoce a maior causa de evasão escolar entre as meninas que deveriam estar no Ensino Médio.
        O problema não é só durante a gestação ou logo após o parto. Mesmo depois de terem seus filhos, a taxa de retorno à escola é bem baixa entre as jovens mães. Para agravar ainda mais a situação, cerca de 40% das garotas que têm filho antes dos 18 anos voltam a engravidar dentro de 3 anos. Complicado, hein?
(BOUER, Jairo. Disponível em: [http://blogeducacional.com.br/jairo_bouer/p74553/#c mnt]. Acesso em 25/11/2016)
Analise as proposições abaixo e assinale a alternativa CORRETA:

I – O autor do artigo não opina sobre o assunto em questão.
II – De acordo com o texto, a taxa de fecundidade nacional vem crescendo a cada ano, por isso, o autor teve a intenção de alertar às adolescentes para que não entrem nesse índice.
III – Jairo Bouer teve a intenção de mostrar as consequências de uma gravidez na adolescência através de argumentos e dados científicos.
Alternativas
Q2500988 Português
Triunfar na Vida


A história é um extraordinário mostruário onde aparecem, como cristais de cores que variam de tonalidade segundo a luz, as diferentes ideias que configuraram os estilos de vida do homem. Cada período tem seus parâmetros e, no caminho incessante da busca, os humanos regem-se por esses modelos, tratando de segui-los e obedecê-los, tanto quanto não fariam com nenhuma outra ideia que proviesse de outra fonte. O comumente aceito é lei e, de acordo com o transcurso dos tempos, há aceitações que tem mais valor do que leis.


Assim, em todo momento, o êxito foi uma meta, ainda que nem sempre tenha se considerado o êxito de igual maneira. O que assinalava o triunfo há um século, ou algumas décadas atrás, hoje pode bem parecer uma ideia desfocada e fora de moda, considerando que outras ambições tomaram o lugar das anteriores. Uma só coisa permanece: o desejo de sucesso, a necessidade de triunfar, a vontade de sermos aceitos e levados em consideração pelos demais, ajustando-nos à lei que faz do conjunto − nós e os demais − uma massa coerente na qual não se pode sobressair, nem sequer para encontrar esse sucesso por outros caminhos.


(...)


É evidente que não basta sonhar para converter-se em um triunfador. Temos que atuar, temos que saber desenvolver uma sã atividade fundamentada na vontade. Não atuar por atuar, mas sim elegendo as melhores e mais adequadas ações.


Não se deixar esmagar nunca pelos problemas, por mais difíceis que pareçam. Ao contrário, esforçar a imaginação para buscar saídas e soluções. Conceber as dificuldades como provas para a nossa inteligência e nossa vontade. E, na pior das hipóteses, converter os fracassos em novas oportunidades para voltar a começar.


(...)


Delia Steinberg Guzmán. Texto Adaptado. https://www.acropole.org.br/autores/delia-steinbergguzman/triunfar-na-vida/
Com base nos trechos extraídos do texto, analise as afirmações que seguem:


I."A história é um extraordinário mostruário onde aparecem, como cristais de cores que variam de tonalidade segundo a luz, as diferentes ideias que configuraram os estilos de vida do homem."

Essa frase compara a história a uma exibição de ideias que moldaram os estilos de vida humanos, usando a metáfora de cristais que mudam de cor conforme são iluminados.


II."Não se deixar esmagar nunca pelos problemas, por mais difíceis que pareçam. Ao contrário, esforçar a imaginação para buscar saídas e soluções. Conceber as dificuldades como provas para a nossa inteligência e nossa vontade."

Esse trecho quer dizer que não se deve permitir que os problemas o dominem, mas sim usar a imaginação para encontrar soluções e encarar os desafios como oportunidades para testar nossa inteligência e determinação.


III."É evidente que não basta sonhar para converter-se em um triunfador. Temos que atuar, temos que saber desenvolver uma sã atividade fundamentada na vontade. Não atuar por atuar, mas sim elegendo as melhores e mais adequadas ações."

Isso significa que apenas sonhar não é suficiente para alcançar o sucesso. É necessário agir e desenvolver uma atividade saudável baseada na vontade. Não basta agir por agir, mas sim escolher as ações mais adequadas e eficazes para alcançar os objetivos desejados.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q2500671 Português



Internet: <www.into.saude.gov.br> (com adaptações).
Com base no texto, julgue o item.

Em “na atenção básica, média complexidade e alta complexidade” (linhas 9 e 10), há uma gradação crescente.
Alternativas
Q2500670 Português



Internet: <www.crefito14.org.br> (com adaptações)
Em relação ao anúncio, julgue o item. 


A instituição responsável pela criação do anúncio não está explicitada.
Alternativas
Q2500667 Português



Internet: <www.crefito14.org.br> (com adaptações)
Em relação ao anúncio, julgue o item. 


A data que aparece no alto do anúncio – 08 de julho – não guarda relação com o restante do texto, já que não se pode compreender sua presença.
Alternativas
Q2500666 Português



Internet: <www.crefito14.org.br> (com adaptações)
Em relação ao anúncio, julgue o item. 


O anúncio em questão pretende comemorar uma data especial e conscientizar o público a respeito da profissão apresentada.
Alternativas
Q2500552 Português

Quão próximos estamos do cenário ideal em educação?

Gargalos começam a ficar mais evidentes

no ensino fundamental









BACALHAU, P. Quão próximo estamos do cenário ideal em educação? Folha de S. Paulo. Disponível em: https://www1. folha.uol.com.br/colunas/priscilla-bacalhau/2024/02/quaoproximo-estamos-do-cenario-ideal-em-educacao.shtml. Acesso em: 2 abr. 2024. Adaptado.

Considere a seguinte passagem do sexto parágrafo do texto:
“Essa etapa é a mais longa da educação básica, concentrando mais de 26 milhões de estudantes”
O período que, reescrito, guarda o mesmo sentido dessa passagem é:
Alternativas
Q2500550 Português

Quão próximos estamos do cenário ideal em educação?

Gargalos começam a ficar mais evidentes

no ensino fundamental









BACALHAU, P. Quão próximo estamos do cenário ideal em educação? Folha de S. Paulo. Disponível em: https://www1. folha.uol.com.br/colunas/priscilla-bacalhau/2024/02/quaoproximo-estamos-do-cenario-ideal-em-educacao.shtml. Acesso em: 2 abr. 2024. Adaptado.

O texto destaca, como um aspecto positivo no atual cenário da educação no Brasil, a
Alternativas
Q2500549 Português

Quão próximos estamos do cenário ideal em educação?

Gargalos começam a ficar mais evidentes

no ensino fundamental









BACALHAU, P. Quão próximo estamos do cenário ideal em educação? Folha de S. Paulo. Disponível em: https://www1. folha.uol.com.br/colunas/priscilla-bacalhau/2024/02/quaoproximo-estamos-do-cenario-ideal-em-educacao.shtml. Acesso em: 2 abr. 2024. Adaptado.

Um recurso argumentativo usado pela autora para convencer o leitor sobre a validade da ideia que defende é a(o)
Alternativas
Q2500548 Português

Quão próximos estamos do cenário ideal em educação?

Gargalos começam a ficar mais evidentes

no ensino fundamental









BACALHAU, P. Quão próximo estamos do cenário ideal em educação? Folha de S. Paulo. Disponível em: https://www1. folha.uol.com.br/colunas/priscilla-bacalhau/2024/02/quaoproximo-estamos-do-cenario-ideal-em-educacao.shtml. Acesso em: 2 abr. 2024. Adaptado.

O fragmento que evidencia claramente o caráter não igualitário da educação no Brasil é: 
Alternativas
Q2500547 Português

Quão próximos estamos do cenário ideal em educação?

Gargalos começam a ficar mais evidentes

no ensino fundamental









BACALHAU, P. Quão próximo estamos do cenário ideal em educação? Folha de S. Paulo. Disponível em: https://www1. folha.uol.com.br/colunas/priscilla-bacalhau/2024/02/quaoproximo-estamos-do-cenario-ideal-em-educacao.shtml. Acesso em: 2 abr. 2024. Adaptado.

O fragmento “Os avanços precisam ser celebrados, mas um foco para combater desigualdades será imprescindível para que todos os estudantes possam vivenciar uma trajetória educacional regular” (parágrafo 8) revela um sentimento de
Alternativas
Q2500546 Português

Quão próximos estamos do cenário ideal em educação?

Gargalos começam a ficar mais evidentes

no ensino fundamental









BACALHAU, P. Quão próximo estamos do cenário ideal em educação? Folha de S. Paulo. Disponível em: https://www1. folha.uol.com.br/colunas/priscilla-bacalhau/2024/02/quaoproximo-estamos-do-cenario-ideal-em-educacao.shtml. Acesso em: 2 abr. 2024. Adaptado.

Ao abordar o cenário da educação no Brasil, a autora desse texto tem por objetivo 
Alternativas
Q2500380 Português


A idosa que passa o tempo ensinando como entrar para a história fazendo o que ninguém consegue


Mauro Condé



“Desistir não é estratégia”.


Acabo de voltar de uma viagem rumo ao conhecimento, usando como meio de transporte excelentes filmes disponíveis na Netflix.


Eles me levaram para Havana, capital de Cuba, onde fui recebido por Diana Nyad, a quem fui logo pedindo:


Ensina-me algo que eu ainda não saiba e tenha o poder de mudar a minha vida para melhor.


— Acredite ... você nunca será velho demais para desistir dos seus sonhos ... qualquer que seja a sua outra margem... o que quer que você queira fazer... o que quer que te inspire... você sempre encontrará uma maneira de chegar lá.


Onze anos atrás, quando Nyad tinha 64 anos, ela acordou durante um pesadelo, lembrando que a vida é caótica, que a gente não controla o tempo e que vivemos para morrer um dia. 


Alguma vez na sua vida você também já pensou assim?


Ela não esperou o dia clarear, acordou aos gritos a sua melhor amiga e treinadora de longa data, dizendo-se decidida a retornar ao desafio de nadar os mais de 160 km de Cuba até a Flórida, por quase 60 horas ininterruptas (quase uma hora para cada ano de vida)... feito que ela já tinha tentado um punhado de vezes sem sucesso, a primeira quando tinha 28 anos.


Foi taxada de louca varrida.


Você conhece alguém irritantemente determinado e teimoso desse jeito?


E acredita que ela mandou pintar a frase... “O diamante é um carvão que só se transformou porque foi submetido a alta e constante pressão”... na parede do seu quarto?!


Rapidamente Nyad persuadiu a treinadora a embarcar no seu sonho, depois de tantos anos, e organizou um pequeno time de apoio com coadjuvantes melhores do que ela, gente boa... a treinadora, velejadores, médicos e meteorologistas... todos incrédulos diante de tanta chama acesa numa pessoa só.


Ocê acredita que pouco tempo depois ela pulou na água do mar de Cuba e enfrentou as maiores adversidades pelo caminho?... tubarões, águas vivas, desvios de rota por causa da traiçoeira corrente do Golfo, a alta temperatura das águas daquela região.


E que, desta vez, ela finalmente chegou do outro lado do seu sonho, através de uma heróica trajetória, braçada a braçada, até Miami?


Desde que assisti ao filme Nyad, eu não tiro da cabeça aquela música dos Beatles “When I’m sixty-four (Quando eu tiver 64 anos)”... Estranhei sua ausência na ótima trilha sonora.


Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/aidosa-que-passa-o-tempo-ensinando-como-entrar-para-a-historiafazendo-o-que-ninguem-consegue-1.1007486

Analise as asserções a seguir e a relação entre elas: 

I. Ao final do texto, o autor menciona uma canção da banda The Beatles chamada When I’m Sixty-Four (Quando eu tiver 64 anos). Ao fazer isso, relaciona explicitamente os textos

PORQUE

II. pratica intertextualidade por meio de citação de uma obra cultural cuja ideia se aproxima da mensagem transmitida no texto de Mauro Condé.

Assinale a opção CORRETA. 
Alternativas
Q2500377 Português


A idosa que passa o tempo ensinando como entrar para a história fazendo o que ninguém consegue


Mauro Condé



“Desistir não é estratégia”.


Acabo de voltar de uma viagem rumo ao conhecimento, usando como meio de transporte excelentes filmes disponíveis na Netflix.


Eles me levaram para Havana, capital de Cuba, onde fui recebido por Diana Nyad, a quem fui logo pedindo:


Ensina-me algo que eu ainda não saiba e tenha o poder de mudar a minha vida para melhor.


— Acredite ... você nunca será velho demais para desistir dos seus sonhos ... qualquer que seja a sua outra margem... o que quer que você queira fazer... o que quer que te inspire... você sempre encontrará uma maneira de chegar lá.


Onze anos atrás, quando Nyad tinha 64 anos, ela acordou durante um pesadelo, lembrando que a vida é caótica, que a gente não controla o tempo e que vivemos para morrer um dia. 


Alguma vez na sua vida você também já pensou assim?


Ela não esperou o dia clarear, acordou aos gritos a sua melhor amiga e treinadora de longa data, dizendo-se decidida a retornar ao desafio de nadar os mais de 160 km de Cuba até a Flórida, por quase 60 horas ininterruptas (quase uma hora para cada ano de vida)... feito que ela já tinha tentado um punhado de vezes sem sucesso, a primeira quando tinha 28 anos.


Foi taxada de louca varrida.


Você conhece alguém irritantemente determinado e teimoso desse jeito?


E acredita que ela mandou pintar a frase... “O diamante é um carvão que só se transformou porque foi submetido a alta e constante pressão”... na parede do seu quarto?!


Rapidamente Nyad persuadiu a treinadora a embarcar no seu sonho, depois de tantos anos, e organizou um pequeno time de apoio com coadjuvantes melhores do que ela, gente boa... a treinadora, velejadores, médicos e meteorologistas... todos incrédulos diante de tanta chama acesa numa pessoa só.


Ocê acredita que pouco tempo depois ela pulou na água do mar de Cuba e enfrentou as maiores adversidades pelo caminho?... tubarões, águas vivas, desvios de rota por causa da traiçoeira corrente do Golfo, a alta temperatura das águas daquela região.


E que, desta vez, ela finalmente chegou do outro lado do seu sonho, através de uma heróica trajetória, braçada a braçada, até Miami?


Desde que assisti ao filme Nyad, eu não tiro da cabeça aquela música dos Beatles “When I’m sixty-four (Quando eu tiver 64 anos)”... Estranhei sua ausência na ótima trilha sonora.


Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/aidosa-que-passa-o-tempo-ensinando-como-entrar-para-a-historiafazendo-o-que-ninguem-consegue-1.1007486

A seguir são tecidas algumas considerações sobre aspectos presentes no texto. Assinale aquela que NÃO pode ser classificada como correta.
Alternativas
Q2500376 Português


A idosa que passa o tempo ensinando como entrar para a história fazendo o que ninguém consegue


Mauro Condé



“Desistir não é estratégia”.


Acabo de voltar de uma viagem rumo ao conhecimento, usando como meio de transporte excelentes filmes disponíveis na Netflix.


Eles me levaram para Havana, capital de Cuba, onde fui recebido por Diana Nyad, a quem fui logo pedindo:


Ensina-me algo que eu ainda não saiba e tenha o poder de mudar a minha vida para melhor.


— Acredite ... você nunca será velho demais para desistir dos seus sonhos ... qualquer que seja a sua outra margem... o que quer que você queira fazer... o que quer que te inspire... você sempre encontrará uma maneira de chegar lá.


Onze anos atrás, quando Nyad tinha 64 anos, ela acordou durante um pesadelo, lembrando que a vida é caótica, que a gente não controla o tempo e que vivemos para morrer um dia. 


Alguma vez na sua vida você também já pensou assim?


Ela não esperou o dia clarear, acordou aos gritos a sua melhor amiga e treinadora de longa data, dizendo-se decidida a retornar ao desafio de nadar os mais de 160 km de Cuba até a Flórida, por quase 60 horas ininterruptas (quase uma hora para cada ano de vida)... feito que ela já tinha tentado um punhado de vezes sem sucesso, a primeira quando tinha 28 anos.


Foi taxada de louca varrida.


Você conhece alguém irritantemente determinado e teimoso desse jeito?


E acredita que ela mandou pintar a frase... “O diamante é um carvão que só se transformou porque foi submetido a alta e constante pressão”... na parede do seu quarto?!


Rapidamente Nyad persuadiu a treinadora a embarcar no seu sonho, depois de tantos anos, e organizou um pequeno time de apoio com coadjuvantes melhores do que ela, gente boa... a treinadora, velejadores, médicos e meteorologistas... todos incrédulos diante de tanta chama acesa numa pessoa só.


Ocê acredita que pouco tempo depois ela pulou na água do mar de Cuba e enfrentou as maiores adversidades pelo caminho?... tubarões, águas vivas, desvios de rota por causa da traiçoeira corrente do Golfo, a alta temperatura das águas daquela região.


E que, desta vez, ela finalmente chegou do outro lado do seu sonho, através de uma heróica trajetória, braçada a braçada, até Miami?


Desde que assisti ao filme Nyad, eu não tiro da cabeça aquela música dos Beatles “When I’m sixty-four (Quando eu tiver 64 anos)”... Estranhei sua ausência na ótima trilha sonora.


Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/aidosa-que-passa-o-tempo-ensinando-como-entrar-para-a-historiafazendo-o-que-ninguem-consegue-1.1007486

Após leitura e análise de A idosa que passa o tempo ensinando como entrar para a história fazendo o que ninguém consegue, assinale, entre as inferências expostas a seguir, aquela que NÃO pode ser comprovada pelo texto.
Alternativas
Q2500000 Português



Internet: (com adaptações). 
No que diz respeito aos quadrinhos, julgue o item.
No segundo quadrinho, o uso de “a garota” gera um problema de coerência, porque o personagem que aparece na tira é um homem.
Alternativas
Q2499999 Português



Internet: (com adaptações). 
No que diz respeito aos quadrinhos, julgue o item.
No primeiro quadrinho, o nome do garoto é utilizado como aposto, na fala da fisioterapeuta.
Alternativas
Respostas
10881: D
10882: D
10883: B
10884: D
10885: C
10886: C
10887: E
10888: E
10889: C
10890: A
10891: B
10892: D
10893: E
10894: E
10895: B
10896: B
10897: D
10898: A
10899: E
10900: E