Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Leia o texto e responda à questão seguinte.
(...) Que seria esta vida, se é que de vida merece o nome, sem os prazeres da volúpia? Oh! Oh! Vós me aplaudis? Já vejo que não há aqui nenhum insensato que não possua esse sentimento. Sois todos muito sábios, uma vez que a meu ver, loucura é o mesmo que sabedoria. Podeis, pois, estar certos de que também os estóicos não desprezam a volúpia, embora espertamente se finjam alheios a ela e a ultrajem com mil injúrias diante do povo, a fim de que, amedrontando esses hipócritas declamem de boa fé, dizei-me, por Júpiter, sim, dizei-me se há, acaso, um só dia na vida que não seja triste, desagradável, fastidioso, enfadonho, aborrecido, quando não é animado pela volúpia, isto é, pelo condimento da loucura. Tomo Sófocles por testemunho irrefragável, Sófocles nunca bastante louvado. Oh! Nunca se me fez tanta justiça! Diz ele, para minha honra e minha glória: “Como é bom viver! Mas, sem sabedoria, porque esta é o veneno da vida”. Procuremos explicar essa proposição.
Todos sabem que a infância é a idade mais alegre e agradável. Mas que é que torna os meninos tão amados? Que é que nos leva a beijá-los, abraçá-los e amá-los com tanta afeição? Ao ver esses pequenos inocentes, até um inimigo se enternece e os socorre. Qual é a causa disso? É a natureza que, procedendo com sabedoria, deu às crianças um certo ar de loucura, pelo qual elas obtêm a redução dos castigos dos seus educadores e se tornam merecedoras do afeto de quem as tem ao seu cuidado. Ama-se a primeira juventude que se sucede à infância, sente-se prazer em ser-lhe útil, iniciá-la, socorrê-la. Mas de quem recebe a meninice os seus atrativos? De quem, se não de mim, que lhe concedo a graça de ser amalucada e, por conseguinte, de gozar e de brincar? Quero que me chamem de mentirosa, se não for verdade que os jovens mudam inteiramente de caráter logo que principiam a ficar homens e, orientados pelas lições e pela experiência do mundo, entram na infeliz carreira da sabedoria. Vemos, então, desvanecer-se aos poucos a sua beleza, diminuir a sua vivacidade, desaparecerem aquela simplicidade e aquela candura tão apreciadas. E acaba por extinguir-se neles o natural vigor. (...)
(Fragmentos do livro Elogio da Loucura de Erasmo de Rotterdam, Ed.
Martin Claret)
Leia o texto e responda à questão seguinte.
(...) Que seria esta vida, se é que de vida merece o nome, sem os prazeres da volúpia? Oh! Oh! Vós me aplaudis? Já vejo que não há aqui nenhum insensato que não possua esse sentimento. Sois todos muito sábios, uma vez que a meu ver, loucura é o mesmo que sabedoria. Podeis, pois, estar certos de que também os estóicos não desprezam a volúpia, embora espertamente se finjam alheios a ela e a ultrajem com mil injúrias diante do povo, a fim de que, amedrontando esses hipócritas declamem de boa fé, dizei-me, por Júpiter, sim, dizei-me se há, acaso, um só dia na vida que não seja triste, desagradável, fastidioso, enfadonho, aborrecido, quando não é animado pela volúpia, isto é, pelo condimento da loucura. Tomo Sófocles por testemunho irrefragável, Sófocles nunca bastante louvado. Oh! Nunca se me fez tanta justiça! Diz ele, para minha honra e minha glória: “Como é bom viver! Mas, sem sabedoria, porque esta é o veneno da vida”. Procuremos explicar essa proposição.
Todos sabem que a infância é a idade mais alegre e agradável. Mas que é que torna os meninos tão amados? Que é que nos leva a beijá-los, abraçá-los e amá-los com tanta afeição? Ao ver esses pequenos inocentes, até um inimigo se enternece e os socorre. Qual é a causa disso? É a natureza que, procedendo com sabedoria, deu às crianças um certo ar de loucura, pelo qual elas obtêm a redução dos castigos dos seus educadores e se tornam merecedoras do afeto de quem as tem ao seu cuidado. Ama-se a primeira juventude que se sucede à infância, sente-se prazer em ser-lhe útil, iniciá-la, socorrê-la. Mas de quem recebe a meninice os seus atrativos? De quem, se não de mim, que lhe concedo a graça de ser amalucada e, por conseguinte, de gozar e de brincar? Quero que me chamem de mentirosa, se não for verdade que os jovens mudam inteiramente de caráter logo que principiam a ficar homens e, orientados pelas lições e pela experiência do mundo, entram na infeliz carreira da sabedoria. Vemos, então, desvanecer-se aos poucos a sua beleza, diminuir a sua vivacidade, desaparecerem aquela simplicidade e aquela candura tão apreciadas. E acaba por extinguir-se neles o natural vigor. (...)
(Fragmentos do livro Elogio da Loucura de Erasmo de Rotterdam, Ed.
Martin Claret)
Leia o texto e responda à questão seguinte.
(...) Que seria esta vida, se é que de vida merece o nome, sem os prazeres da volúpia? Oh! Oh! Vós me aplaudis? Já vejo que não há aqui nenhum insensato que não possua esse sentimento. Sois todos muito sábios, uma vez que a meu ver, loucura é o mesmo que sabedoria. Podeis, pois, estar certos de que também os estóicos não desprezam a volúpia, embora espertamente se finjam alheios a ela e a ultrajem com mil injúrias diante do povo, a fim de que, amedrontando esses hipócritas declamem de boa fé, dizei-me, por Júpiter, sim, dizei-me se há, acaso, um só dia na vida que não seja triste, desagradável, fastidioso, enfadonho, aborrecido, quando não é animado pela volúpia, isto é, pelo condimento da loucura. Tomo Sófocles por testemunho irrefragável, Sófocles nunca bastante louvado. Oh! Nunca se me fez tanta justiça! Diz ele, para minha honra e minha glória: “Como é bom viver! Mas, sem sabedoria, porque esta é o veneno da vida”. Procuremos explicar essa proposição.
Todos sabem que a infância é a idade mais alegre e agradável. Mas que é que torna os meninos tão amados? Que é que nos leva a beijá-los, abraçá-los e amá-los com tanta afeição? Ao ver esses pequenos inocentes, até um inimigo se enternece e os socorre. Qual é a causa disso? É a natureza que, procedendo com sabedoria, deu às crianças um certo ar de loucura, pelo qual elas obtêm a redução dos castigos dos seus educadores e se tornam merecedoras do afeto de quem as tem ao seu cuidado. Ama-se a primeira juventude que se sucede à infância, sente-se prazer em ser-lhe útil, iniciá-la, socorrê-la. Mas de quem recebe a meninice os seus atrativos? De quem, se não de mim, que lhe concedo a graça de ser amalucada e, por conseguinte, de gozar e de brincar? Quero que me chamem de mentirosa, se não for verdade que os jovens mudam inteiramente de caráter logo que principiam a ficar homens e, orientados pelas lições e pela experiência do mundo, entram na infeliz carreira da sabedoria. Vemos, então, desvanecer-se aos poucos a sua beleza, diminuir a sua vivacidade, desaparecerem aquela simplicidade e aquela candura tão apreciadas. E acaba por extinguir-se neles o natural vigor. (...)
(Fragmentos do livro Elogio da Loucura de Erasmo de Rotterdam, Ed.
Martin Claret)
Leia o texto e responda à questão seguinte.
(...) Que seria esta vida, se é que de vida merece o nome, sem os prazeres da volúpia? Oh! Oh! Vós me aplaudis? Já vejo que não há aqui nenhum insensato que não possua esse sentimento. Sois todos muito sábios, uma vez que a meu ver, loucura é o mesmo que sabedoria. Podeis, pois, estar certos de que também os estóicos não desprezam a volúpia, embora espertamente se finjam alheios a ela e a ultrajem com mil injúrias diante do povo, a fim de que, amedrontando esses hipócritas declamem de boa fé, dizei-me, por Júpiter, sim, dizei-me se há, acaso, um só dia na vida que não seja triste, desagradável, fastidioso, enfadonho, aborrecido, quando não é animado pela volúpia, isto é, pelo condimento da loucura. Tomo Sófocles por testemunho irrefragável, Sófocles nunca bastante louvado. Oh! Nunca se me fez tanta justiça! Diz ele, para minha honra e minha glória: “Como é bom viver! Mas, sem sabedoria, porque esta é o veneno da vida”. Procuremos explicar essa proposição.
Todos sabem que a infância é a idade mais alegre e agradável. Mas que é que torna os meninos tão amados? Que é que nos leva a beijá-los, abraçá-los e amá-los com tanta afeição? Ao ver esses pequenos inocentes, até um inimigo se enternece e os socorre. Qual é a causa disso? É a natureza que, procedendo com sabedoria, deu às crianças um certo ar de loucura, pelo qual elas obtêm a redução dos castigos dos seus educadores e se tornam merecedoras do afeto de quem as tem ao seu cuidado. Ama-se a primeira juventude que se sucede à infância, sente-se prazer em ser-lhe útil, iniciá-la, socorrê-la. Mas de quem recebe a meninice os seus atrativos? De quem, se não de mim, que lhe concedo a graça de ser amalucada e, por conseguinte, de gozar e de brincar? Quero que me chamem de mentirosa, se não for verdade que os jovens mudam inteiramente de caráter logo que principiam a ficar homens e, orientados pelas lições e pela experiência do mundo, entram na infeliz carreira da sabedoria. Vemos, então, desvanecer-se aos poucos a sua beleza, diminuir a sua vivacidade, desaparecerem aquela simplicidade e aquela candura tão apreciadas. E acaba por extinguir-se neles o natural vigor. (...)
(Fragmentos do livro Elogio da Loucura de Erasmo de Rotterdam, Ed.
Martin Claret)
Oito bilhões de solitários
Recentemente, o mundo ultrapassou os 8 bilhões de habitantes. Inchamos o globo, mas nunca nos sentimos tão sozinhos. Somos oito bilhões de solitários. É uma multidão tão só, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou que ela, a solidão, é problema de saúde pública. Como Dengue, Aids, Covid e Malária.
A estimativa da OMS é que um em cada quatro idosos experimente o isolamento social. Não se trata, porém, de uma questão etária. Entre 5% e 15% dos adolescentes sentem-se solitários. O efeito disso na mortalidade, diz o organismo das Nações Unidas, é comparável ao de tabagismo, obesidade e sedentarismo. Até 2030, a OMS abordará o isolamento social como um dos temas associados às quatro áreas de atuação que considera prioritárias para a década.
Como chegamos a esse quadro? Que tipo de sociedade somos nós, que precisamos tratar a solidão no âmbito das políticas públicas, tal como se faz com habitação e saneamento básico? Os países da Grã-Bretanha foram os primeiros do mundo a adotar medidas governamentais para enfrentar a solidão, em 2018. O pouco sucesso da política estimulou a Fundação de Saúde Mental do Reino Unido a publicar, quatro anos depois, sugestões de abordagens, com foco nas minorias que, segundo uma pesquisa interna, são as mais afetadas pela falta de conexões sociais. A desigualdade econômica é outro fator de risco crucial para o isolamento, diz a fundação.
O documento, que pretende embasar novas diretrizes, traz recomendações que vão da abordagem da solidão nos postos de trabalho à criação de espaços verdes, propícios ao convívio social. Da cultura à educação, passando por saúde, economia e seguridade, o guia enfatiza a complexidade do enfrentamento àquela que o compositor Paulinho da Viola tão acertadamente classificou como “lava que cobre tudo”.
Na arte, aliás, sobra inspiração sobre o tema. Livros a respeito de pessoas solitárias têm se tornado fenômenos editoriais. Alguns dos mais recentes, como o sul-coreano “A inconveniente loja de conveniência”, de Kim Ho-yeon; o francês “O que resta de nós”, de Virginie Grimaldi; e o britânico “Os cem anos de Leni e Margot”, de Marianne Cronin, tornaram-se sucesso comercial no mundo todo. Em comum, há um roteiro simples: pessoas sós que se esbarram por acaso e encontram outro sentido na vida ao unirem suas solitudes.
Provavelmente, músicas, livros e filmes sobre solidão não devem influenciar políticas públicas. Mas podem inspirar atitudes individuais no mundo de 8 bilhões de pessoas e 8,4 bilhões de celulares com acesso à internet (dado do Relatório de Mobilidade da Ericsson, 2022).
“As estirpes condenadas a 100 anos de solidão não tinham uma segunda oportunidade sobre a terra” narra, sublimemente, o escritor colombiano Gabriel García Márquez. Fazer ou não parte dessas estirpes, como destaca a OMS, exige políticas complexas. Mas a arte também nos alenta: é algo a nosso alcance.
(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 23/02/2024.)
Madeiras nobres ou de lei
Madeiras nobres ou madeiras de lei são espécies de árvores que possuem maior durabilidade do que outras. Costumam ser mais duras e densas, sendo mais resistentes à umidade e ao ataque de fungos e doenças.
A origem do termo “madeira de lei” remonta à época da colonização do Brasil, quando a família real portuguesa chegou ao país e houve intensa extração de árvores nativas. Em resposta a esse cenário, foi instituída uma lei que proibia a retirada dessas árvores sem a devida autorização da coroa portuguesa, originando o termo “madeira de lei”.
Um exemplo é o pau-brasil, que não apenas foi a primeira árvore a ser considerada madeira de lei, mas também a espécie que deu nome ao país.
Espécies nobres apresentam pouca distinção entre o alburno (parte branca da madeira) e o cerne (parte central da madeira), e, a maioria das espécies, possui cores próprias e marcantes, variando do bege ao amarelo, ou do vermelho ao marrom-escuro, conforme a espécie. Normalmente, a madeira de lei costuma apresentar superfície lisa e lustrosa, resultando em um material mais bonito e de acabamento refinado.
Atualmente, essas espécies de madeira são protegidas por diversas leis ambientais que visam evitar o desmatamento de árvores nativas. Para serem comercializadas, os plantios precisam estar organizados e em conformidade com a legislação vigente.
Instituto brasileiro de florestas – “O que são madeiras
nobres?”. Adaptado.

"The Chosen" é uma série de televisão que cativou milhões de espectadores em todo o mundo desde a sua estreia. Criada por Dallas Jenkins, a série apresenta uma abordagem inovadora e envolvente para contar a história da vida de Jesus Cristo e aqueles que o seguiram.
O que torna "The Chosen" tão única é a sua ênfase no desenvolvimento dos personagens. Em vez de simplesmente retratar eventos bíblicos conhecidos, a série mergulha nas vidas e nas jornadas pessoais dos discípulos de Jesus, oferecendo uma visão mais profunda e humana dessas figuras históricas. Desde os pescadores rudes até as mulheres marginalizadas, cada personagem é cuidadosamente desenvolvido e complexo, tornando-os facilmente identificáveis e relevantes para o público moderno.
Além disso, "The Chosen" destaca-se pela sua produção de alta qualidade. Desde a cinematografia deslumbrante até as performances convincentes do elenco, a série consegue criar um ambiente autêntico que transporta os espectadores de volta à Palestina do primeiro século.
Outro aspecto notável de "The Chosen" é a sua abordagem inclusiva e compassiva. A série aborda questões universais de amor, perdão, redenção e esperança, tocando profundamente o coração de pessoas de todas as origens e crenças. Ao mostrar a humanidade de Jesus e seus seguidores, "The Chosen" promove uma mensagem de compaixão e aceitação que ressoa além das fronteiras religiosas.
Além de ser uma obra de entretenimento de alta qualidade, "The Chosen" também tem impactado vidas de maneiras profundas e significativas. Muitos espectadores relatam ter encontrado conforto, inspiração e uma conexão mais forte com sua fé através da série. Seja através de grupos de exibição comunitária, eventos de exibição ao ar livre ou simplesmente assistindo em casa, "The Chosen" continua a atrair um público fiel que é tocado pela sua mensagem poderosa.
Em resumo, "The Chosen" não é apenas uma série de televisão, mas sim uma experiência transformadora que ressoa com pessoas de todas as esferas da vida. Com sua abordagem inovadora, personagens complexos e mensagem universal, a série continua a deixar uma marca indelével no cenário do entretenimento contemporâneo.
(Texto do professor Ricardo Menezes e imagem:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9e8x0rjn1go ).

"The Chosen" é uma série de televisão que cativou milhões de espectadores em todo o mundo desde a sua estreia. Criada por Dallas Jenkins, a série apresenta uma abordagem inovadora e envolvente para contar a história da vida de Jesus Cristo e aqueles que o seguiram.
O que torna "The Chosen" tão única é a sua ênfase no desenvolvimento dos personagens. Em vez de simplesmente retratar eventos bíblicos conhecidos, a série mergulha nas vidas e nas jornadas pessoais dos discípulos de Jesus, oferecendo uma visão mais profunda e humana dessas figuras históricas. Desde os pescadores rudes até as mulheres marginalizadas, cada personagem é cuidadosamente desenvolvido e complexo, tornando-os facilmente identificáveis e relevantes para o público moderno.
Além disso, "The Chosen" destaca-se pela sua produção de alta qualidade. Desde a cinematografia deslumbrante até as performances convincentes do elenco, a série consegue criar um ambiente autêntico que transporta os espectadores de volta à Palestina do primeiro século.
Outro aspecto notável de "The Chosen" é a sua abordagem inclusiva e compassiva. A série aborda questões universais de amor, perdão, redenção e esperança, tocando profundamente o coração de pessoas de todas as origens e crenças. Ao mostrar a humanidade de Jesus e seus seguidores, "The Chosen" promove uma mensagem de compaixão e aceitação que ressoa além das fronteiras religiosas.
Além de ser uma obra de entretenimento de alta qualidade, "The Chosen" também tem impactado vidas de maneiras profundas e significativas. Muitos espectadores relatam ter encontrado conforto, inspiração e uma conexão mais forte com sua fé através da série. Seja através de grupos de exibição comunitária, eventos de exibição ao ar livre ou simplesmente assistindo em casa, "The Chosen" continua a atrair um público fiel que é tocado pela sua mensagem poderosa.
Em resumo, "The Chosen" não é apenas uma série de televisão, mas sim uma experiência transformadora que ressoa com pessoas de todas as esferas da vida. Com sua abordagem inovadora, personagens complexos e mensagem universal, a série continua a deixar uma marca indelével no cenário do entretenimento contemporâneo.
(Texto do professor Ricardo Menezes e imagem:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9e8x0rjn1go ).

"The Chosen" é uma série de televisão que cativou milhões de espectadores em todo o mundo desde a sua estreia. Criada por Dallas Jenkins, a série apresenta uma abordagem inovadora e envolvente para contar a história da vida de Jesus Cristo e aqueles que o seguiram.
O que torna "The Chosen" tão única é a sua ênfase no desenvolvimento dos personagens. Em vez de simplesmente retratar eventos bíblicos conhecidos, a série mergulha nas vidas e nas jornadas pessoais dos discípulos de Jesus, oferecendo uma visão mais profunda e humana dessas figuras históricas. Desde os pescadores rudes até as mulheres marginalizadas, cada personagem é cuidadosamente desenvolvido e complexo, tornando-os facilmente identificáveis e relevantes para o público moderno.
Além disso, "The Chosen" destaca-se pela sua produção de alta qualidade. Desde a cinematografia deslumbrante até as performances convincentes do elenco, a série consegue criar um ambiente autêntico que transporta os espectadores de volta à Palestina do primeiro século.
Outro aspecto notável de "The Chosen" é a sua abordagem inclusiva e compassiva. A série aborda questões universais de amor, perdão, redenção e esperança, tocando profundamente o coração de pessoas de todas as origens e crenças. Ao mostrar a humanidade de Jesus e seus seguidores, "The Chosen" promove uma mensagem de compaixão e aceitação que ressoa além das fronteiras religiosas.
Além de ser uma obra de entretenimento de alta qualidade, "The Chosen" também tem impactado vidas de maneiras profundas e significativas. Muitos espectadores relatam ter encontrado conforto, inspiração e uma conexão mais forte com sua fé através da série. Seja através de grupos de exibição comunitária, eventos de exibição ao ar livre ou simplesmente assistindo em casa, "The Chosen" continua a atrair um público fiel que é tocado pela sua mensagem poderosa.
Em resumo, "The Chosen" não é apenas uma série de televisão, mas sim uma experiência transformadora que ressoa com pessoas de todas as esferas da vida. Com sua abordagem inovadora, personagens complexos e mensagem universal, a série continua a deixar uma marca indelével no cenário do entretenimento contemporâneo.
(Texto do professor Ricardo Menezes e imagem:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9e8x0rjn1go ).

"The Chosen" é uma série de televisão que cativou milhões de espectadores em todo o mundo desde a sua estreia. Criada por Dallas Jenkins, a série apresenta uma abordagem inovadora e envolvente para contar a história da vida de Jesus Cristo e aqueles que o seguiram.
O que torna "The Chosen" tão única é a sua ênfase no desenvolvimento dos personagens. Em vez de simplesmente retratar eventos bíblicos conhecidos, a série mergulha nas vidas e nas jornadas pessoais dos discípulos de Jesus, oferecendo uma visão mais profunda e humana dessas figuras históricas. Desde os pescadores rudes até as mulheres marginalizadas, cada personagem é cuidadosamente desenvolvido e complexo, tornando-os facilmente identificáveis e relevantes para o público moderno.
Além disso, "The Chosen" destaca-se pela sua produção de alta qualidade. Desde a cinematografia deslumbrante até as performances convincentes do elenco, a série consegue criar um ambiente autêntico que transporta os espectadores de volta à Palestina do primeiro século.
Outro aspecto notável de "The Chosen" é a sua abordagem inclusiva e compassiva. A série aborda questões universais de amor, perdão, redenção e esperança, tocando profundamente o coração de pessoas de todas as origens e crenças. Ao mostrar a humanidade de Jesus e seus seguidores, "The Chosen" promove uma mensagem de compaixão e aceitação que ressoa além das fronteiras religiosas.
Além de ser uma obra de entretenimento de alta qualidade, "The Chosen" também tem impactado vidas de maneiras profundas e significativas. Muitos espectadores relatam ter encontrado conforto, inspiração e uma conexão mais forte com sua fé através da série. Seja através de grupos de exibição comunitária, eventos de exibição ao ar livre ou simplesmente assistindo em casa, "The Chosen" continua a atrair um público fiel que é tocado pela sua mensagem poderosa.
Em resumo, "The Chosen" não é apenas uma série de televisão, mas sim uma experiência transformadora que ressoa com pessoas de todas as esferas da vida. Com sua abordagem inovadora, personagens complexos e mensagem universal, a série continua a deixar uma marca indelével no cenário do entretenimento contemporâneo.
(Texto do professor Ricardo Menezes e imagem:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9e8x0rjn1go ).
Catar feijão
Catar feijão se limita com escrever:
jogam-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.
(Texto de João Cabral de Melo Neto)
Catar feijão
Catar feijão se limita com escrever:
jogam-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.
(Texto de João Cabral de Melo Neto)
Catar feijão
Catar feijão se limita com escrever:
jogam-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.
(Texto de João Cabral de Melo Neto)
No texto, ao empregar “Silva Santos”, a intenção é
O segmento destacado no período acima, em relação ao enunciado anteriormente, apresenta uma