Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2502803 Português

Tirinha para o item.



Internet: <www.tecconcursos.com.br> (com adaptações).


Em relação à tirinha, julgue o item.


Na primeira fala da mulher, o termo “com dois filhos” gera ambiguidade.

Alternativas
Q2502802 Português

Tirinha para o item.



Internet: <www.tecconcursos.com.br> (com adaptações).


Em relação à tirinha, julgue o item.


No último quadrinho, o desenho que representa uma placa serve para caracterizar o ambiente do consultório do psicoterapeuta.

Alternativas
Q2502801 Português

Tirinha para o item.



Internet: <www.tecconcursos.com.br> (com adaptações).


Em relação à tirinha, julgue o item.


O humor da tirinha deve‑se ao fato de que o psicoterapeuta não se importa com os problemas da mulher, o que se comprova com a expressão “Sem problemas”.

Alternativas
Q2502603 Português

Texto para o item.



Quanto ao poema, julgue o item abaixo.


Na segunda estrofe, o eu lírico sugere que a poesia permite aos leitores vivenciar emoções que são, de alguma forma, desconhecidas.

Alternativas
Q2502600 Português

Anuncio para o item.



 Internet: <www.crmpr.org.br> (com adaptações).

A respeito do anúncio, julgue o item.


É correto afirmar que, entre “contaminação” e “Covid‑19”, estabelece‑se uma relação em que este termo representa o agente do fato expresso por aquele.

Alternativas
Q2502596 Português

Anuncio para o item.



 Internet: <www.crmpr.org.br> (com adaptações).

 A respeito do anúncio, julgue o item.


No trecho “Busque ajuda, procure um psiquiatra”, a ajuda em questão é, de certa forma, vinculada à psiquiatria por se tratar de um anúncio do Conselho Regional de Psicologia do Paraná.

Alternativas
Q2502595 Português

Anuncio para o item.



 Internet: <www.crmpr.org.br> (com adaptações).

A respeito do anúncio, julgue o item.


O anúncio em questão tem caráter persuasivo.

Alternativas
Q2502594 Português

Anuncio para o item.



 Internet: <www.crmpr.org.br> (com adaptações).

A respeito do anúncio, julgue o item.


O enunciado “Só saia de casa pela sua saúde” relaciona o anúncio, necessariamente, ao contexto da pandemia de covid‑19.

Alternativas
Q2502478 Português
A questão terá como base os textos a seguir:

Texto 01:

        A tensão política entre as Organizações Globo e o ex-governador do Rio de Janeiro, Leonel de Moura Brizola atingiu o ápice em 1992, após as polêmicas envolvendo a construção do Sambódromo e a transmissão do carnaval pela TV Manchete. Em entrevista, Brizola sugere a Marcello Alencar, então prefeito da cidade, que deveria cancelar o contrato de concessão de exclusividade na transmissão do carnaval carioca com a Rede Globo. Com esta ameaça às receitas publicitárias oriundas da transmissão carnavalesca, o jornal “O Globo” publicou editorial sob o título “Para Entender a Fúria de Brizola”, por meio do qual proferiu diversas ofensas ao ex-governador, chamando-o de “senil”, “agressor da liberdade de imprensa através do seu espírito totalitário” e insinuando que detinha “declínio de saúde mental” e “deprimente inaptidão administrativa. 
        Em 15 de março de 1994, após longa discussão judicial, Brizola obteve sentença favorável da 18ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, a qual concedeu o direito de resposta ao ofendido e obrigou o Jornal Nacional a veiculála.33 Em sua réplica, respondeu que sua honra teria sido ofendida e que não reconhecia autoridade na Rede Globo em matéria de liberdade de imprensa, além de outras acusações. A transmissão da resposta de Leonel Brizola, independentemente de seu conteúdo, representou um marco histórico na liberdade de imprensa, eis que importou na primeira grande derrota política dos meios de comunicação, sob a égide da Constituição Federal de 1988, como uma rachadura no monopólio das comunicações no Brasil. Além disso, pela primeira vez após a ditadura e num ambiente democrático, a liberdade de imprensa havia sido restringida em prol da proteção da honra de um agente político, ou seja, em favor de um direito da personalidade.

(Trecho da Monografia de Milton Wagner da Silva: “Isso é calúnia! A regulamentação do Direito de Resposta e o possível uso abusivo por agentes públicos”. Universidade Federal do Paraná: Curitiba, 2016). 



Texto 02:

“(...) O declínio de saúde mental pode acontecer a qualquer momento da vida e as suas causas, em geral, são ainda hoje muito mal conhecidas da medicina. Quando este mal afeta um governante, a situação se torna particularmente delicada: nessa hipótese, não há como exigir-se atestado de sanidade. Os próprios diagnósticos são discutíveis. Os bons observadores detectam cedo o desequilíbrio, mas é difícil distinguir com precisão o ponto de ruptura definitiva. (...)”

(Trecho do Editorial “Para entender a fúria de Brizola”, O País, p. 5, sexta-feira, 7 de fevereiro de 1992).


Texto 03:

Todos sabem que eu, Leonel Brizola, só posso ocupar espaço na Globo quando amparado pela Justiça. Aqui citam o meu nome para ser intrigado, desmerecido e achincalhado perante o povo brasileiro. Quinta-feira, neste mesmo Jornal Nacional, a pretexto de citar editorial de ‘O Globo’, fui acusado na minha honra e, pior, apontado como alguém de mente senil. Ora, tenho 70 anos, 16 a menos que o meu difamador Roberto Marinho, que tem 86 anos. Se é esse o conceito que tem sobre os homens de cabelos brancos, que o use para si. Não reconheço à Globo autoridade em matéria de liberdade de imprensa, e basta para isso olhar a sua longa e cordial convivência com os regimes autoritários e com a ditadura de 20 anos, que dominou o nosso país. Todos sabem que critico há muito tempo a TV Globo, seu poder imperial e suas manipulações. Mas a ira da Globo, que se manifestou na quinta-feira, não tem nenhuma relação com posições éticas ou de princípios. É apenas o temor de perder o negócio bilionário, que para ela representa a transmissão do Carnaval. Dinheiro, acima de tudo. Em 83, quando construí a passarela, a Globo sabotou, boicotou, não quis transmitir e tentou inviabilizar de todas as formas o ponto alto do Carnaval carioca. Também aí não tem autoridade moral para questionar. E mais, reagi contra a Globo em defesa do Estado do Rio de Janeiro que por duas vezes, contra a vontade da Globo, elegeu-me como seu representante maior. E isso é que não perdoarão nunca. Até mesmo a pesquisa mostrada na quinta-feira revela como tudo na Globo é tendencioso e manipulado. Ninguém questiona o direito da Globo mostrar os problemas da cidade. Seria antes um dever para qualquer órgão de imprensa, dever que a Globo jamais cumpriu quando se encontravam no Palácio Guanabara governantes de sua predileção. Quando ela diz que denuncia os maus administradores deveria dizer, sim, que ataca e tenta desmoralizar os homens públicos que não se vergam diante do seu poder. Se eu tivesse as pretensões eleitoreiras, de que tentam me acusar, não estaria aqui lutando contra um gigante como a Rede Globo. Faço-o porque não cheguei aos 70 anos de idade para ser um acomodado. Quando me insulta por nossas relações de cooperação administrativa com o governo federal, a Globo remorde-se de inveja e rancor e só vê nisso bajulação e servilismo. É compreensível: quem sempre viveu de concessões e favores do Poder Público não é capaz de ver nos outros senão os vícios que carrega em si mesma. Que o povo brasileiro faça o seu julgamento e na sua consciência lúcida e honrada separe os que são dignos e coerentes daqueles que sempre foram servis, gananciosos e interesseiros.

(Direito de Resposta de Leonel Brizola, publicado no Jornal Nacional em 15 de março de 1994. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=UlpJKn_LXR8).
De acordo com o que dispõe o texto 03, podemos afirmar corretamente que:
Alternativas
Q2502477 Português
A questão terá como base os textos a seguir:

Texto 01:

        A tensão política entre as Organizações Globo e o ex-governador do Rio de Janeiro, Leonel de Moura Brizola atingiu o ápice em 1992, após as polêmicas envolvendo a construção do Sambódromo e a transmissão do carnaval pela TV Manchete. Em entrevista, Brizola sugere a Marcello Alencar, então prefeito da cidade, que deveria cancelar o contrato de concessão de exclusividade na transmissão do carnaval carioca com a Rede Globo. Com esta ameaça às receitas publicitárias oriundas da transmissão carnavalesca, o jornal “O Globo” publicou editorial sob o título “Para Entender a Fúria de Brizola”, por meio do qual proferiu diversas ofensas ao ex-governador, chamando-o de “senil”, “agressor da liberdade de imprensa através do seu espírito totalitário” e insinuando que detinha “declínio de saúde mental” e “deprimente inaptidão administrativa. 
        Em 15 de março de 1994, após longa discussão judicial, Brizola obteve sentença favorável da 18ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, a qual concedeu o direito de resposta ao ofendido e obrigou o Jornal Nacional a veiculála.33 Em sua réplica, respondeu que sua honra teria sido ofendida e que não reconhecia autoridade na Rede Globo em matéria de liberdade de imprensa, além de outras acusações. A transmissão da resposta de Leonel Brizola, independentemente de seu conteúdo, representou um marco histórico na liberdade de imprensa, eis que importou na primeira grande derrota política dos meios de comunicação, sob a égide da Constituição Federal de 1988, como uma rachadura no monopólio das comunicações no Brasil. Além disso, pela primeira vez após a ditadura e num ambiente democrático, a liberdade de imprensa havia sido restringida em prol da proteção da honra de um agente político, ou seja, em favor de um direito da personalidade.

(Trecho da Monografia de Milton Wagner da Silva: “Isso é calúnia! A regulamentação do Direito de Resposta e o possível uso abusivo por agentes públicos”. Universidade Federal do Paraná: Curitiba, 2016). 



Texto 02:

“(...) O declínio de saúde mental pode acontecer a qualquer momento da vida e as suas causas, em geral, são ainda hoje muito mal conhecidas da medicina. Quando este mal afeta um governante, a situação se torna particularmente delicada: nessa hipótese, não há como exigir-se atestado de sanidade. Os próprios diagnósticos são discutíveis. Os bons observadores detectam cedo o desequilíbrio, mas é difícil distinguir com precisão o ponto de ruptura definitiva. (...)”

(Trecho do Editorial “Para entender a fúria de Brizola”, O País, p. 5, sexta-feira, 7 de fevereiro de 1992).


Texto 03:

Todos sabem que eu, Leonel Brizola, só posso ocupar espaço na Globo quando amparado pela Justiça. Aqui citam o meu nome para ser intrigado, desmerecido e achincalhado perante o povo brasileiro. Quinta-feira, neste mesmo Jornal Nacional, a pretexto de citar editorial de ‘O Globo’, fui acusado na minha honra e, pior, apontado como alguém de mente senil. Ora, tenho 70 anos, 16 a menos que o meu difamador Roberto Marinho, que tem 86 anos. Se é esse o conceito que tem sobre os homens de cabelos brancos, que o use para si. Não reconheço à Globo autoridade em matéria de liberdade de imprensa, e basta para isso olhar a sua longa e cordial convivência com os regimes autoritários e com a ditadura de 20 anos, que dominou o nosso país. Todos sabem que critico há muito tempo a TV Globo, seu poder imperial e suas manipulações. Mas a ira da Globo, que se manifestou na quinta-feira, não tem nenhuma relação com posições éticas ou de princípios. É apenas o temor de perder o negócio bilionário, que para ela representa a transmissão do Carnaval. Dinheiro, acima de tudo. Em 83, quando construí a passarela, a Globo sabotou, boicotou, não quis transmitir e tentou inviabilizar de todas as formas o ponto alto do Carnaval carioca. Também aí não tem autoridade moral para questionar. E mais, reagi contra a Globo em defesa do Estado do Rio de Janeiro que por duas vezes, contra a vontade da Globo, elegeu-me como seu representante maior. E isso é que não perdoarão nunca. Até mesmo a pesquisa mostrada na quinta-feira revela como tudo na Globo é tendencioso e manipulado. Ninguém questiona o direito da Globo mostrar os problemas da cidade. Seria antes um dever para qualquer órgão de imprensa, dever que a Globo jamais cumpriu quando se encontravam no Palácio Guanabara governantes de sua predileção. Quando ela diz que denuncia os maus administradores deveria dizer, sim, que ataca e tenta desmoralizar os homens públicos que não se vergam diante do seu poder. Se eu tivesse as pretensões eleitoreiras, de que tentam me acusar, não estaria aqui lutando contra um gigante como a Rede Globo. Faço-o porque não cheguei aos 70 anos de idade para ser um acomodado. Quando me insulta por nossas relações de cooperação administrativa com o governo federal, a Globo remorde-se de inveja e rancor e só vê nisso bajulação e servilismo. É compreensível: quem sempre viveu de concessões e favores do Poder Público não é capaz de ver nos outros senão os vícios que carrega em si mesma. Que o povo brasileiro faça o seu julgamento e na sua consciência lúcida e honrada separe os que são dignos e coerentes daqueles que sempre foram servis, gananciosos e interesseiros.

(Direito de Resposta de Leonel Brizola, publicado no Jornal Nacional em 15 de março de 1994. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=UlpJKn_LXR8).
Sobre o que dispõe o texto 02, podemos afirmar tudo o que se segue, EXCETO:  
Alternativas
Q2502476 Português
A questão terá como base os textos a seguir:

Texto 01:

        A tensão política entre as Organizações Globo e o ex-governador do Rio de Janeiro, Leonel de Moura Brizola atingiu o ápice em 1992, após as polêmicas envolvendo a construção do Sambódromo e a transmissão do carnaval pela TV Manchete. Em entrevista, Brizola sugere a Marcello Alencar, então prefeito da cidade, que deveria cancelar o contrato de concessão de exclusividade na transmissão do carnaval carioca com a Rede Globo. Com esta ameaça às receitas publicitárias oriundas da transmissão carnavalesca, o jornal “O Globo” publicou editorial sob o título “Para Entender a Fúria de Brizola”, por meio do qual proferiu diversas ofensas ao ex-governador, chamando-o de “senil”, “agressor da liberdade de imprensa através do seu espírito totalitário” e insinuando que detinha “declínio de saúde mental” e “deprimente inaptidão administrativa. 
        Em 15 de março de 1994, após longa discussão judicial, Brizola obteve sentença favorável da 18ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, a qual concedeu o direito de resposta ao ofendido e obrigou o Jornal Nacional a veiculála.33 Em sua réplica, respondeu que sua honra teria sido ofendida e que não reconhecia autoridade na Rede Globo em matéria de liberdade de imprensa, além de outras acusações. A transmissão da resposta de Leonel Brizola, independentemente de seu conteúdo, representou um marco histórico na liberdade de imprensa, eis que importou na primeira grande derrota política dos meios de comunicação, sob a égide da Constituição Federal de 1988, como uma rachadura no monopólio das comunicações no Brasil. Além disso, pela primeira vez após a ditadura e num ambiente democrático, a liberdade de imprensa havia sido restringida em prol da proteção da honra de um agente político, ou seja, em favor de um direito da personalidade.

(Trecho da Monografia de Milton Wagner da Silva: “Isso é calúnia! A regulamentação do Direito de Resposta e o possível uso abusivo por agentes públicos”. Universidade Federal do Paraná: Curitiba, 2016). 



Texto 02:

“(...) O declínio de saúde mental pode acontecer a qualquer momento da vida e as suas causas, em geral, são ainda hoje muito mal conhecidas da medicina. Quando este mal afeta um governante, a situação se torna particularmente delicada: nessa hipótese, não há como exigir-se atestado de sanidade. Os próprios diagnósticos são discutíveis. Os bons observadores detectam cedo o desequilíbrio, mas é difícil distinguir com precisão o ponto de ruptura definitiva. (...)”

(Trecho do Editorial “Para entender a fúria de Brizola”, O País, p. 5, sexta-feira, 7 de fevereiro de 1992).


Texto 03:

Todos sabem que eu, Leonel Brizola, só posso ocupar espaço na Globo quando amparado pela Justiça. Aqui citam o meu nome para ser intrigado, desmerecido e achincalhado perante o povo brasileiro. Quinta-feira, neste mesmo Jornal Nacional, a pretexto de citar editorial de ‘O Globo’, fui acusado na minha honra e, pior, apontado como alguém de mente senil. Ora, tenho 70 anos, 16 a menos que o meu difamador Roberto Marinho, que tem 86 anos. Se é esse o conceito que tem sobre os homens de cabelos brancos, que o use para si. Não reconheço à Globo autoridade em matéria de liberdade de imprensa, e basta para isso olhar a sua longa e cordial convivência com os regimes autoritários e com a ditadura de 20 anos, que dominou o nosso país. Todos sabem que critico há muito tempo a TV Globo, seu poder imperial e suas manipulações. Mas a ira da Globo, que se manifestou na quinta-feira, não tem nenhuma relação com posições éticas ou de princípios. É apenas o temor de perder o negócio bilionário, que para ela representa a transmissão do Carnaval. Dinheiro, acima de tudo. Em 83, quando construí a passarela, a Globo sabotou, boicotou, não quis transmitir e tentou inviabilizar de todas as formas o ponto alto do Carnaval carioca. Também aí não tem autoridade moral para questionar. E mais, reagi contra a Globo em defesa do Estado do Rio de Janeiro que por duas vezes, contra a vontade da Globo, elegeu-me como seu representante maior. E isso é que não perdoarão nunca. Até mesmo a pesquisa mostrada na quinta-feira revela como tudo na Globo é tendencioso e manipulado. Ninguém questiona o direito da Globo mostrar os problemas da cidade. Seria antes um dever para qualquer órgão de imprensa, dever que a Globo jamais cumpriu quando se encontravam no Palácio Guanabara governantes de sua predileção. Quando ela diz que denuncia os maus administradores deveria dizer, sim, que ataca e tenta desmoralizar os homens públicos que não se vergam diante do seu poder. Se eu tivesse as pretensões eleitoreiras, de que tentam me acusar, não estaria aqui lutando contra um gigante como a Rede Globo. Faço-o porque não cheguei aos 70 anos de idade para ser um acomodado. Quando me insulta por nossas relações de cooperação administrativa com o governo federal, a Globo remorde-se de inveja e rancor e só vê nisso bajulação e servilismo. É compreensível: quem sempre viveu de concessões e favores do Poder Público não é capaz de ver nos outros senão os vícios que carrega em si mesma. Que o povo brasileiro faça o seu julgamento e na sua consciência lúcida e honrada separe os que são dignos e coerentes daqueles que sempre foram servis, gananciosos e interesseiros.

(Direito de Resposta de Leonel Brizola, publicado no Jornal Nacional em 15 de março de 1994. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=UlpJKn_LXR8).
Em conformidade com a leitura dos textos acima, em especial do texto 01, podemos afirmar tudo o que segue, EXCETO:  
Alternativas
Q2502442 Português

Leia o texto e responda à questão seguinte.


(...) Que seria esta vida, se é que de vida merece o nome, sem os prazeres da volúpia? Oh! Oh! Vós me aplaudis? Já vejo que não há aqui nenhum insensato que não possua esse sentimento. Sois todos muito sábios, uma vez que a meu ver, loucura é o mesmo que sabedoria. Podeis, pois, estar certos de que também os estóicos não desprezam a volúpia, embora espertamente se finjam alheios a ela e a ultrajem com mil injúrias diante do povo, a fim de que, amedrontando esses hipócritas declamem de boa fé, dizei-me, por Júpiter, sim, dizei-me se há, acaso, um só dia na vida que não seja triste, desagradável, fastidioso, enfadonho, aborrecido, quando não é animado pela volúpia, isto é, pelo condimento da loucura. Tomo Sófocles por testemunho irrefragável, Sófocles nunca bastante louvado. Oh! Nunca se me fez tanta justiça! Diz ele, para minha honra e minha glória: “Como é bom viver! Mas, sem sabedoria, porque esta é o veneno da vida”. Procuremos explicar essa proposição.

Todos sabem que a infância é a idade mais alegre e agradável. Mas que é que torna os meninos tão amados? Que é que nos leva a beijá-los, abraçá-los e amá-los com tanta afeição? Ao ver esses pequenos inocentes, até um inimigo se enternece e os socorre. Qual é a causa disso? É a natureza que, procedendo com sabedoria, deu às crianças um certo ar de loucura, pelo qual elas obtêm a redução dos castigos dos seus educadores e se tornam merecedoras do afeto de quem as tem ao seu cuidado. Ama-se a primeira juventude que se sucede à infância, sente-se prazer em ser-lhe útil, iniciá-la, socorrê-la. Mas de quem recebe a meninice os seus atrativos? De quem, se não de mim, que lhe concedo a graça de ser amalucada e, por conseguinte, de gozar e de brincar? Quero que me chamem de mentirosa, se não for verdade que os jovens mudam inteiramente de caráter logo que principiam a ficar homens e, orientados pelas lições e pela experiência do mundo, entram na infeliz carreira da sabedoria. Vemos, então, desvanecer-se aos poucos a sua beleza, diminuir a sua vivacidade, desaparecerem aquela simplicidade e aquela candura tão apreciadas. E acaba por extinguir-se neles o natural vigor. (...)


(Fragmentos do livro Elogio da Loucura de Erasmo de Rotterdam, Ed. Martin Claret)

No período “Vemos, então, desvanecer-se aos poucos a sua beleza, diminuir a sua vivacidade, desaparecerem aquela simplicidade e aquela candura tão apreciadas”, o termo em destaque expressa uma relação de:
Alternativas
Q2502441 Português

Leia o texto e responda à questão seguinte.


(...) Que seria esta vida, se é que de vida merece o nome, sem os prazeres da volúpia? Oh! Oh! Vós me aplaudis? Já vejo que não há aqui nenhum insensato que não possua esse sentimento. Sois todos muito sábios, uma vez que a meu ver, loucura é o mesmo que sabedoria. Podeis, pois, estar certos de que também os estóicos não desprezam a volúpia, embora espertamente se finjam alheios a ela e a ultrajem com mil injúrias diante do povo, a fim de que, amedrontando esses hipócritas declamem de boa fé, dizei-me, por Júpiter, sim, dizei-me se há, acaso, um só dia na vida que não seja triste, desagradável, fastidioso, enfadonho, aborrecido, quando não é animado pela volúpia, isto é, pelo condimento da loucura. Tomo Sófocles por testemunho irrefragável, Sófocles nunca bastante louvado. Oh! Nunca se me fez tanta justiça! Diz ele, para minha honra e minha glória: “Como é bom viver! Mas, sem sabedoria, porque esta é o veneno da vida”. Procuremos explicar essa proposição.

Todos sabem que a infância é a idade mais alegre e agradável. Mas que é que torna os meninos tão amados? Que é que nos leva a beijá-los, abraçá-los e amá-los com tanta afeição? Ao ver esses pequenos inocentes, até um inimigo se enternece e os socorre. Qual é a causa disso? É a natureza que, procedendo com sabedoria, deu às crianças um certo ar de loucura, pelo qual elas obtêm a redução dos castigos dos seus educadores e se tornam merecedoras do afeto de quem as tem ao seu cuidado. Ama-se a primeira juventude que se sucede à infância, sente-se prazer em ser-lhe útil, iniciá-la, socorrê-la. Mas de quem recebe a meninice os seus atrativos? De quem, se não de mim, que lhe concedo a graça de ser amalucada e, por conseguinte, de gozar e de brincar? Quero que me chamem de mentirosa, se não for verdade que os jovens mudam inteiramente de caráter logo que principiam a ficar homens e, orientados pelas lições e pela experiência do mundo, entram na infeliz carreira da sabedoria. Vemos, então, desvanecer-se aos poucos a sua beleza, diminuir a sua vivacidade, desaparecerem aquela simplicidade e aquela candura tão apreciadas. E acaba por extinguir-se neles o natural vigor. (...)


(Fragmentos do livro Elogio da Loucura de Erasmo de Rotterdam, Ed. Martin Claret)

Em “Ama-se a primeira juventude que se sucede à infância, sente-se prazer em ser-lhe útil, iniciá-la, socorrê-la.”, os pronomes lhe e la se referem textualmente à:
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Q2502437 Português

Leia o texto e responda à questão seguinte.


(...) Que seria esta vida, se é que de vida merece o nome, sem os prazeres da volúpia? Oh! Oh! Vós me aplaudis? Já vejo que não há aqui nenhum insensato que não possua esse sentimento. Sois todos muito sábios, uma vez que a meu ver, loucura é o mesmo que sabedoria. Podeis, pois, estar certos de que também os estóicos não desprezam a volúpia, embora espertamente se finjam alheios a ela e a ultrajem com mil injúrias diante do povo, a fim de que, amedrontando esses hipócritas declamem de boa fé, dizei-me, por Júpiter, sim, dizei-me se há, acaso, um só dia na vida que não seja triste, desagradável, fastidioso, enfadonho, aborrecido, quando não é animado pela volúpia, isto é, pelo condimento da loucura. Tomo Sófocles por testemunho irrefragável, Sófocles nunca bastante louvado. Oh! Nunca se me fez tanta justiça! Diz ele, para minha honra e minha glória: “Como é bom viver! Mas, sem sabedoria, porque esta é o veneno da vida”. Procuremos explicar essa proposição.

Todos sabem que a infância é a idade mais alegre e agradável. Mas que é que torna os meninos tão amados? Que é que nos leva a beijá-los, abraçá-los e amá-los com tanta afeição? Ao ver esses pequenos inocentes, até um inimigo se enternece e os socorre. Qual é a causa disso? É a natureza que, procedendo com sabedoria, deu às crianças um certo ar de loucura, pelo qual elas obtêm a redução dos castigos dos seus educadores e se tornam merecedoras do afeto de quem as tem ao seu cuidado. Ama-se a primeira juventude que se sucede à infância, sente-se prazer em ser-lhe útil, iniciá-la, socorrê-la. Mas de quem recebe a meninice os seus atrativos? De quem, se não de mim, que lhe concedo a graça de ser amalucada e, por conseguinte, de gozar e de brincar? Quero que me chamem de mentirosa, se não for verdade que os jovens mudam inteiramente de caráter logo que principiam a ficar homens e, orientados pelas lições e pela experiência do mundo, entram na infeliz carreira da sabedoria. Vemos, então, desvanecer-se aos poucos a sua beleza, diminuir a sua vivacidade, desaparecerem aquela simplicidade e aquela candura tão apreciadas. E acaba por extinguir-se neles o natural vigor. (...)


(Fragmentos do livro Elogio da Loucura de Erasmo de Rotterdam, Ed. Martin Claret)

De acordo com o texto, podemos afirmar o seguinte:
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Q2502436 Português

Leia o texto e responda à questão seguinte.


(...) Que seria esta vida, se é que de vida merece o nome, sem os prazeres da volúpia? Oh! Oh! Vós me aplaudis? Já vejo que não há aqui nenhum insensato que não possua esse sentimento. Sois todos muito sábios, uma vez que a meu ver, loucura é o mesmo que sabedoria. Podeis, pois, estar certos de que também os estóicos não desprezam a volúpia, embora espertamente se finjam alheios a ela e a ultrajem com mil injúrias diante do povo, a fim de que, amedrontando esses hipócritas declamem de boa fé, dizei-me, por Júpiter, sim, dizei-me se há, acaso, um só dia na vida que não seja triste, desagradável, fastidioso, enfadonho, aborrecido, quando não é animado pela volúpia, isto é, pelo condimento da loucura. Tomo Sófocles por testemunho irrefragável, Sófocles nunca bastante louvado. Oh! Nunca se me fez tanta justiça! Diz ele, para minha honra e minha glória: “Como é bom viver! Mas, sem sabedoria, porque esta é o veneno da vida”. Procuremos explicar essa proposição.

Todos sabem que a infância é a idade mais alegre e agradável. Mas que é que torna os meninos tão amados? Que é que nos leva a beijá-los, abraçá-los e amá-los com tanta afeição? Ao ver esses pequenos inocentes, até um inimigo se enternece e os socorre. Qual é a causa disso? É a natureza que, procedendo com sabedoria, deu às crianças um certo ar de loucura, pelo qual elas obtêm a redução dos castigos dos seus educadores e se tornam merecedoras do afeto de quem as tem ao seu cuidado. Ama-se a primeira juventude que se sucede à infância, sente-se prazer em ser-lhe útil, iniciá-la, socorrê-la. Mas de quem recebe a meninice os seus atrativos? De quem, se não de mim, que lhe concedo a graça de ser amalucada e, por conseguinte, de gozar e de brincar? Quero que me chamem de mentirosa, se não for verdade que os jovens mudam inteiramente de caráter logo que principiam a ficar homens e, orientados pelas lições e pela experiência do mundo, entram na infeliz carreira da sabedoria. Vemos, então, desvanecer-se aos poucos a sua beleza, diminuir a sua vivacidade, desaparecerem aquela simplicidade e aquela candura tão apreciadas. E acaba por extinguir-se neles o natural vigor. (...)


(Fragmentos do livro Elogio da Loucura de Erasmo de Rotterdam, Ed. Martin Claret)

De acordo com o texto, pode-se negar o seguinte:
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Q2502255 Português

Oito bilhões de solitários 


    Recentemente, o mundo ultrapassou os 8 bilhões de habitantes. Inchamos o globo, mas nunca nos sentimos tão sozinhos. Somos oito bilhões de solitários. É uma multidão tão só, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou que ela, a solidão, é problema de saúde pública. Como Dengue, Aids, Covid e Malária.

    A estimativa da OMS é que um em cada quatro idosos experimente o isolamento social. Não se trata, porém, de uma questão etária. Entre 5% e 15% dos adolescentes sentem-se solitários. O efeito disso na mortalidade, diz o organismo das Nações Unidas, é comparável ao de tabagismo, obesidade e sedentarismo. Até 2030, a OMS abordará o isolamento social como um dos temas associados às quatro áreas de atuação que considera prioritárias para a década.

    Como chegamos a esse quadro? Que tipo de sociedade somos nós, que precisamos tratar a solidão no âmbito das políticas públicas, tal como se faz com habitação e saneamento básico? Os países da Grã-Bretanha foram os primeiros do mundo a adotar medidas governamentais para enfrentar a solidão, em 2018. O pouco sucesso da política estimulou a Fundação de Saúde Mental do Reino Unido a publicar, quatro anos depois, sugestões de abordagens, com foco nas minorias que, segundo uma pesquisa interna, são as mais afetadas pela falta de conexões sociais. A desigualdade econômica é outro fator de risco crucial para o isolamento, diz a fundação.

    O documento, que pretende embasar novas diretrizes, traz recomendações que vão da abordagem da solidão nos postos de trabalho à criação de espaços verdes, propícios ao convívio social. Da cultura à educação, passando por saúde, economia e seguridade, o guia enfatiza a complexidade do enfrentamento àquela que o compositor Paulinho da Viola tão acertadamente classificou como “lava que cobre tudo”.

    Na arte, aliás, sobra inspiração sobre o tema. Livros a respeito de pessoas solitárias têm se tornado fenômenos editoriais. Alguns dos mais recentes, como o sul-coreano “A inconveniente loja de conveniência”, de Kim Ho-yeon; o francês “O que resta de nós”, de Virginie Grimaldi; e o britânico “Os cem anos de Leni e Margot”, de Marianne Cronin, tornaram-se sucesso comercial no mundo todo. Em comum, há um roteiro simples: pessoas sós que se esbarram por acaso e encontram outro sentido na vida ao unirem suas solitudes.

    Provavelmente, músicas, livros e filmes sobre solidão não devem influenciar políticas públicas. Mas podem inspirar atitudes individuais no mundo de 8 bilhões de pessoas e 8,4 bilhões de celulares com acesso à internet (dado do Relatório de Mobilidade da Ericsson, 2022).

    “As estirpes condenadas a 100 anos de solidão não tinham uma segunda oportunidade sobre a terra” narra, sublimemente, o escritor colombiano Gabriel García Márquez. Fazer ou não parte dessas estirpes, como destaca a OMS, exige políticas complexas. Mas a arte também nos alenta: é algo a nosso alcance.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 23/02/2024.) 

De acordo com o exposto no texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2502181 Português

Madeiras nobres ou de lei  


    Madeiras nobres ou madeiras de lei são espécies de árvores que possuem maior durabilidade do que outras. Costumam ser mais duras e densas, sendo mais resistentes à umidade e ao ataque de fungos e doenças.

    A origem do termo “madeira de lei” remonta à época da colonização do Brasil, quando a família real portuguesa chegou ao país e houve intensa extração de árvores nativas. Em resposta a esse cenário, foi instituída uma lei que proibia a retirada dessas árvores sem a devida autorização da coroa portuguesa, originando o termo “madeira de lei”.

    Um exemplo é o pau-brasil, que não apenas foi a primeira árvore a ser considerada madeira de lei, mas também a espécie que deu nome ao país.

    Espécies nobres apresentam pouca distinção entre o alburno (parte branca da madeira) e o cerne (parte central da madeira), e, a maioria das espécies, possui cores próprias e marcantes, variando do bege ao amarelo, ou do vermelho ao marrom-escuro, conforme a espécie. Normalmente, a madeira de lei costuma apresentar superfície lisa e lustrosa, resultando em um material mais bonito e de acabamento refinado.

    Atualmente, essas espécies de madeira são protegidas por diversas leis ambientais que visam evitar o desmatamento de árvores nativas. Para serem comercializadas, os plantios precisam estar organizados e em conformidade com a legislação vigente.


Instituto brasileiro de florestas – “O que são madeiras nobres?”. Adaptado.

Com base nas informações do texto, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2502020 Português
Crônica sobre Triangulo Mineiro - MG

    No coração do Brasil, entre colinas verdejantes e rios sinuosos, encontra-se o Triângulo Mineiro, uma região que mescla história, cultura e uma paisagem deslumbrante.
    Numa manhã típica, o sol desponta timidamente sobre as plantações de café que adornam as encostas, pintando o horizonte com tons dourados. Nas cidades, o movimento começa cedo: o aroma inconfundível do café recém-coado paira no ar, enquanto os moradores se preparam para mais um dia.
    Em Uberlândia, um dos principais centros urbanos do Triângulo, a mistura de tradição e modernidade é evidente. Ruas movimentadas contrastam com casarões históricos, testemunhas silenciosas do passado glorioso da região. Em cada esquina, há uma história para ser contada, seja sobre a influência da imigração italiana na culinária local ou sobre as lendas que permeiam os campos e matas.
    Já em Uberaba, a tradição rural se faz presente de forma marcante. O gado nelore pasta tranquilamente nos extensos pastos, enquanto os vaqueiros se preparam para mais um dia de trabalho nas fazendas. O fervor religioso também é palpável, com a imponente Catedral Metropolitana dominando o skyline da cidade e os sinos anunciando a hora da oração.
    E não se pode esquecer de Araguari, cidade que respira história e cultura. Suas praças tranquilas convidam os moradores a desacelerar o ritmo frenético do dia a dia e apreciar a beleza simples da vida. É lá que a música sertaneja ressoa nos bares à noite, acompanhada pelo tilintar dos copos de cerveja e pelas risadas dos amigos. O Triângulo Mineiro é muito mais do que apenas uma região geográfica; é um lugar onde o passado e o presente se encontram em perfeita harmonia, onde a natureza exuberante serve como pano de fundo para as histórias e experiências únicas de seus habitantes. É uma terra de contrastes e diversidade, onde cada cidade conta sua própria narrativa, mas todas compartilham o mesmo sentimento de orgulho por fazerem parte deste pedaço especial do Brasil.

    (Texto de Professor Ricardo Menezes)
O que é destacado sobre Araguari no texto?
Alternativas
Q2502019 Português
Crônica sobre Triangulo Mineiro - MG

    No coração do Brasil, entre colinas verdejantes e rios sinuosos, encontra-se o Triângulo Mineiro, uma região que mescla história, cultura e uma paisagem deslumbrante.
    Numa manhã típica, o sol desponta timidamente sobre as plantações de café que adornam as encostas, pintando o horizonte com tons dourados. Nas cidades, o movimento começa cedo: o aroma inconfundível do café recém-coado paira no ar, enquanto os moradores se preparam para mais um dia.
    Em Uberlândia, um dos principais centros urbanos do Triângulo, a mistura de tradição e modernidade é evidente. Ruas movimentadas contrastam com casarões históricos, testemunhas silenciosas do passado glorioso da região. Em cada esquina, há uma história para ser contada, seja sobre a influência da imigração italiana na culinária local ou sobre as lendas que permeiam os campos e matas.
    Já em Uberaba, a tradição rural se faz presente de forma marcante. O gado nelore pasta tranquilamente nos extensos pastos, enquanto os vaqueiros se preparam para mais um dia de trabalho nas fazendas. O fervor religioso também é palpável, com a imponente Catedral Metropolitana dominando o skyline da cidade e os sinos anunciando a hora da oração.
    E não se pode esquecer de Araguari, cidade que respira história e cultura. Suas praças tranquilas convidam os moradores a desacelerar o ritmo frenético do dia a dia e apreciar a beleza simples da vida. É lá que a música sertaneja ressoa nos bares à noite, acompanhada pelo tilintar dos copos de cerveja e pelas risadas dos amigos. O Triângulo Mineiro é muito mais do que apenas uma região geográfica; é um lugar onde o passado e o presente se encontram em perfeita harmonia, onde a natureza exuberante serve como pano de fundo para as histórias e experiências únicas de seus habitantes. É uma terra de contrastes e diversidade, onde cada cidade conta sua própria narrativa, mas todas compartilham o mesmo sentimento de orgulho por fazerem parte deste pedaço especial do Brasil.

    (Texto de Professor Ricardo Menezes)
Qual é a característica marcante de Uberaba, conforme descrito no texto?
Alternativas
Q2502018 Português
Crônica sobre Triangulo Mineiro - MG

    No coração do Brasil, entre colinas verdejantes e rios sinuosos, encontra-se o Triângulo Mineiro, uma região que mescla história, cultura e uma paisagem deslumbrante.
    Numa manhã típica, o sol desponta timidamente sobre as plantações de café que adornam as encostas, pintando o horizonte com tons dourados. Nas cidades, o movimento começa cedo: o aroma inconfundível do café recém-coado paira no ar, enquanto os moradores se preparam para mais um dia.
    Em Uberlândia, um dos principais centros urbanos do Triângulo, a mistura de tradição e modernidade é evidente. Ruas movimentadas contrastam com casarões históricos, testemunhas silenciosas do passado glorioso da região. Em cada esquina, há uma história para ser contada, seja sobre a influência da imigração italiana na culinária local ou sobre as lendas que permeiam os campos e matas.
    Já em Uberaba, a tradição rural se faz presente de forma marcante. O gado nelore pasta tranquilamente nos extensos pastos, enquanto os vaqueiros se preparam para mais um dia de trabalho nas fazendas. O fervor religioso também é palpável, com a imponente Catedral Metropolitana dominando o skyline da cidade e os sinos anunciando a hora da oração.
    E não se pode esquecer de Araguari, cidade que respira história e cultura. Suas praças tranquilas convidam os moradores a desacelerar o ritmo frenético do dia a dia e apreciar a beleza simples da vida. É lá que a música sertaneja ressoa nos bares à noite, acompanhada pelo tilintar dos copos de cerveja e pelas risadas dos amigos. O Triângulo Mineiro é muito mais do que apenas uma região geográfica; é um lugar onde o passado e o presente se encontram em perfeita harmonia, onde a natureza exuberante serve como pano de fundo para as histórias e experiências únicas de seus habitantes. É uma terra de contrastes e diversidade, onde cada cidade conta sua própria narrativa, mas todas compartilham o mesmo sentimento de orgulho por fazerem parte deste pedaço especial do Brasil.

    (Texto de Professor Ricardo Menezes)
Qual é a descrição do Triângulo Mineiro apresentada no texto?
Alternativas
Respostas
10961: C
10962: E
10963: E
10964: C
10965: C
10966: E
10967: C
10968: C
10969: B
10970: B
10971: A
10972: A
10973: B
10974: C
10975: E
10976: B
10977: A
10978: D
10979: B
10980: C